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Startup Manipulaê transforma e facilita a compra de manipulados

Encontrar uma farmácia de manipulação confiável e com bom preço não é uma tarefa fácil, a menos que você tenha uma boa indicação ou uma unidade próxima de você. Comparar os preços entre elas, ainda mais se forem várias, é ainda mais difícil. Pensando nas dificuldades do mercado e em facilitar a busca dos consumidores por qualidade e bom preço, o administrador de empresas Thiago Colósio e o engenheiro Rafael Diego Ângelo criaram a startup Manipulaê. “O Manipulaê vem para ajudar o consumidor desse mercado. Somos uma plataforma online gratuita para que as pessoas façam a cotação e comprem seus produtos. Fazemos uma triagem para definir o nível de qualidade e só permitimos a entrada na plataforma das farmácias que assinam um termo de compromisso com o consumidor e que atinjam o nível satisfatório para receber o Selo Manipulaê”, explica Thiago Colósio. Leia mais ›


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Marketing Farmacêutico



Gestão por categorias nas farmácias levará cinco anos para amadurecer

Apesar do recente investimento das grandes redes de farmácias e dos grupos associativistas no gerenciamento por categorias, estimulados pelo aumento da concorrência, o setor ainda está dando os primeiros passos no desenvolvimento da estratégia. Para que se torne algo naturalizado na operação, como já ocorre no varejo alimentar, deve demorar ao menos cinco anos. Leia mais ›


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Marketing Farmacêutico



Farmácias no Japão a caminho de ultrapassar as lojas de departamento em vendas

As vendas em farmácias no Japão estão prestes a ultrapassar aquelas em lojas de departamento neste ano fiscal.

As farmácias vão ter em conta ¥6.49 trilhões ($57.1 bilhões), alta de 5.9% em comparação ao ano fiscal de 2015, de acordo com a Associação do Japão de Redes de Farmácias. As vendas aumentaram por 16 anos consecutivos desde 2000, ano de início da pesquisa. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico



MPF apura falta de drogaria com delivery 24 horas em Manaus

Manaus – O Ministério Publico Federal no Amazonas (MPF-AM) informou que instaurou inquérito civil para investigar a descontinuidade ou a falta de serviços de entrega de entrega de medicamentos em domicílio (delivery) em caráter permanente (24 horas) por farmácias e drogarias mantidas pela iniciativa privada, no período noturno e aos domingos, ainda que em percentual mínimo, em Manaus. Leia mais ›


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Marketing Farmacêutico



Chiesi Brasil lança site com conteúdo exclusivo para médicos, profissionais de saúde e pacientes, além de novas seções para o público geral

Moderno e totalmente reformulado, novo portal faz parte do plano estratégico 2020

A farmacêutica Chiesi, presente no Brasil há 40 anos, anuncia o lançamento de seu portal com funcionalidades e conteúdos inéditos. Além de novas seções como divulgação das oportunidades de trabalho, relatórios anuais e informações sobre produtos, o laboratório também investiu em uma área exclusiva para a classe médica. Leia mais ›


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Carreiras e oportunidades, Marketing Farmacêutico



Fraudes e desperdício consomem quase R$ 22,5 bilhões das despesas da saúde suplementar do Brasil, aponta IESS

Trabalho inédito produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) estima que cerca de R$ 22,5 bilhões dos gastos das operadoras de planos de saúde do País com contas hospitalares e exames, em 2015, foram gerados indevidamente, decorrendo de fraudes e desperdícios com procedimentos desnecessários. Isso representa 19% do total das despesas assistenciais realizadas pelas operadoras de planos de saúde. A projeção é baseada em estudos técnicos a partir da revisão bibliográfica de trabalhos internacionais e brasileiros sobre o tema, em um esforço do IESS para dimensionar o impacto das fraudes no sistema de saúde suplementar do Brasil e apontar experiências bem-sucedidas no combate às práticas inadequadas nesse setor.

A íntegra do estudo está disponível em https://pt.scribd.com/document/341069405/php3BB7-tmp#fullscreen&from_embed

“As despesas assistenciais das operadoras médico-hospitalares somaram R$ 117,24 bilhões, em 2015. Portanto, os gastos de R$ 22,5 bilhões com fraudes e desperdícios significam quase 19% desses gastos e foram consumidos por fraudes e desperdícios, algo que compromete fortemente as finanças das operadoras e onera quem contrata um plano de saúde”, analisa Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS.

No estudo “Evidências de práticas fraudulentas em sistemas de saúde internacionais e no Brasil”, o IESS identificou que de 12% a 18% das contas hospitalares apresentam itens indevidos e de 25% a 40% dos exames laboratoriais não são necessários. Observa, ainda, com base em relatório da Controladoria Geral da União (CGU), que o problema também é de grandes proporções no sistema público de saúde: entre 2002 e 2015, foram detectadas irregularidades de desvio de dinheiro em aproximadamente R$ 5,04 bilhões, o que equivaleu a 27,3% do total de irregularidades em todas as áreas do governo.

Embora ressalve que a corrupção e a fraude são difíceis de serem detectadas na área da saúde – uma vez que a cadeia produtiva desse setor contempla diversos segmentos e particularidades em cada um deles, inclusive com distinção entre os sistemas públicos e privados –, o estudo aponta que, na saúde privada, as principais formas de abuso se concentram em tratamentos excessivos e desnecessários ou baixa qualidade no atendimento; comercialização inadequada de medicamentos e de dispositivos médicos e sonegação de tributos.

Tais práticas inadequadas se originam e são mantidas principalmente, diz o documento, pela ausência de mecanismos de transparência, por exemplo, para explicitar as relações entre os agentes do setor de saúde (por exemplo, se um profissional da área recebeu um benefício ou uma comissão de um fornecedor de materiais e medicamentos). Legislações da Alemanha e dos Estados Unidos indicam que todos os pagamentos e benefícios entre agentes do setor de saúde devem ser tornados públicos. A União Europeia e os Estados Unidos também instituíram marcos regulatórios com punições severas para atos de corrupção, indica o estudo.

No Brasil, falta transparência nos sistemas de precificação de insumos e serviços de saúde e também no modelo de pagamento por serviços prestados na saúde, o que inviabiliza a comparação e o controle de custos nas distintas etapas que envolvem o atendimento ao paciente e abrem espaço para práticas inadequadas, como atos de corrupção.

Isso acontece principalmente por causa do modelo recorrentemente usado para pagamentos de serviços de saúde, a chamada “conta aberta” (ou fee-for-service). Nesse caso, a conta de serviços absorve todos custos, insumos, procedimentos e usos dos equipamentos, mesmo quando há falhas e desperdícios e, até mesmo, corrupção.

Um dos requisitos para combater tais práticas nocivas ao setor seria modernizar os sistemas de pagamento, por meio da premiação à eficiência e o melhor desfecho clínico ao paciente, e punindo o desperdício e a contratação de exames desnecessários, assim como reinternações ou agravamento dos quadros clínicos causados por falhas assistenciais.

“O modelo brasileiro de remuneração de serviços de saúde está mais de 30 anos atrasado em relação aos outros países. É fundamental que avancemos em um padrão de transparência de informações, permitindo comparações baseadas em indicadores de qualidade e segurança assistencial dos pacientes, e também sobre as relações entre os envolvidos no setor, identificando os conflitos de interesse e práticas abusivas. Só assim será possível ter um sistema mais eficiente e que onere menos as operadoras e quem contrata um plano de saúde”, avalia Luiz Augusto Carneiro.

 

Fonte: Saúde Business


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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico



Novartis investe em nova linha de produção para aumentar em 25% a capacidade fabril de genéricos

A Novartis inaugura este mês uma nova linha de produção de medicamentos sólidos na fábrica de Cambé, no Paraná. Com a nova plataforma, a companhia amplia em 25% a capacidade de produção de medicamentos genéricos sob a marca Sandoz no Brasil. A nova linha fecha um ciclo de R$ 54 milhões em investimentos na expansão e melhoria da planta industrial. Leia mais ›


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Indústria farmacêutica, Marketing Farmacêutico



Preço de medicamento deverá ter reajuste médio de 3,4%, projeta setor

A indústria farmacêutica projeta que o governo autorizará um reajuste médio de cerca de 3,4% no preço dos medicamentos neste ano, segundo companhias do setor ouvidas pela coluna.

O aumento permitido varia de acordo com o produto.

Para aqueles com mais concorrentes no mercado, a taxa deverá ser menor, de cerca de 1,6%, e, para os mais inovadores, deverá chegar a 5%, apontam as previsões, que podem mudar a depender da inflação de fevereiro.

O reajuste, que deverá ocorrer em março, é feito anualmente pelo governo. O cálculo leva em consideração fato Leia mais ›


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Indústria farmacêutica, Marketing Farmacêutico



Raia Drogasil cresce junto com envelhecimento, diz presidente

Em 2017, a rede prevê ampliar a bandeira Farmasil, voltada para a classe C, e apostará na prestação de serviço na farmácia

Raia Drogasil: maior farmacêutica varejista do país nega discurso de crise e está otimista para 2017 (EXAME)
São Paulo – Líder no varejo farmacêutico do País, a Raia Drogasil, resultado da fusão entre as redes Raia e Drogasil, em 2011, tem um discurso otimista para o ano que vem, contrariando o cenário sombrio pintado pela maior parte das empresas.

“Vamos manter nosso plano de expansão para 2017. A crise não está afetando os nossos negócios”, diz Marcilio Pousada, presidente da varejista.

Em 2017, a rede prevê ampliar a bandeira Farmasil, voltada para a classe C, e apostará na prestação de serviço na farmácia, como medição de pressão, teste de glicemia e aplicação de vacinas. Para isso, ainda aguarda o aval definitivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

Fonte: Portal Exame


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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico



Dr. Cuco: aplicativo para pacientes que envolve médico, indústria e farmácia

noticia-marketing-farmaceuticoDr. Cuco ajuda doente a seguir tratamento e, assim, forma estatísticas para embasar estudos de comportamento; modelo de negócio prevê faturamento a partir de parcerias com empresas

Lembrar o paciente de tomar o medicamento na hora correta, auxiliar os operadores de saúde e os médicos no acompanhamento de doentes crônicos, ajudar nas vendas das farmácias e ser um canal de estudo mercadológico para a indústria farmacêutica. Essas são as premissas do aplicativo Dr. Cuco, criado por dois jovens em Florianópolis em 2015.   Leia mais ›


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Marketing Farmacêutico



Pharmalink e Seven PDV: cadastrando nos convênios

convenios-desconto-pharmalink

A Seven PDV, uma unidade de negócios do Grupo InterPlayers, é uma empresa especialista em marketing de relacionamento e supply chain, gerenciando toda a infraestrutura de acesso aos benefícios e descontos dos principais programas de benefícios do Brasil. A empresa viabiliza os sistemas de vendas e descontos e os mecanismos de reposição ou repasse dos produtos.

Hoje a Pharmalink é considerada uma comunidade de negócios no setor de saúde e bem-estar, estando presente em mais de 60 mil drogarias e farmácias em todo o Brasil, através do autorizador Pharmasystem.

 

Convênios operados pela Seven PDV – Pharmalink

Conheça alguns dos diversos programas e convênios que a Seven PDV opera: Biolab, EMS, Torrent, Pfizer, Bayer, Abbott, Apsen, Aché, Astrazeneca, Gemed, Merck, Novartis, UCB, Vallent e Lilly. Veja todos os programas atendidos neste link.

Entre os medicamentos podemos citar o Zyprexa, Cymbalta, Cialis, Axeron, HumaPen, etc.

 

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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico



Convênio ePharma: cadastro para descontos em medicamentos

epharma-convenio

A ePharma é uma empresa que opera convênios de descontos em medicamentos oferecidos pelos laboratórios, sendo uma das empresas de PBM mais conhecidas em todo o Brasil.

Atualmente, a ePharma atende laboratórios e empresas como a Boehringer, Ranbaxy, Apsen, Colgate e Medlevensohn, sendo responsável pela operação dos sistemas de venda, reposição e repasses de seus convênios de descontos em saúde e medicamentos.

 

Medicamentos com desconto pelo convênio ePharma

Entre os medicamentos e produtos atendidos, podemos citar: Leia mais ›


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Marketing Farmacêutico



Preço do remédio varia até 1.937% e pode afetar tratamento de quem não tem assistência farmacêutica

preco medicamento varia 2000 prejudica tratamentosUma pesquisa do ICTQ (Instituto de Ciências Tecnológicas e Qualidade Industrial) apontou variação de preço de até 1.937% de um mesmo remédio. Um dos medicamentos pesquisados custou R$ 0,98 em uma farmácia em João Pessoa (PB) e, em uma loja em Porto Alegre (RS), R$ 19,97. O levantamento foi realizado em 433 farmácias de 18 capitais brasileiras, entre os dias 7 e 25 de setembro.

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Mercado farmacêutico, Farmácia Popular, Marketing Farmacêutico



Propagandas de medicamentos ficam proibidas por lei em SC

santa catarina proibido veiculacao comercial medicamentosSanta Catarina não pode mais veicular propagandas de medicamentos em meios de comunicação desde 10 de novembro. A determinação, publicada em lei no Diário Oficial do Estado, é contestada pela Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip), que diz que a determinação fere um direito do consumidor à informação e ao acesso à saúde.

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Legislação e regulamentações, Marketing Farmacêutico



Dezembro laranja conscientiza sobre a prevenção do câncer de pele

dezembro_laranjaPara combater e prevenir o câncer da pele, o de maior incidência no Brasil e no mundo, pelo segundo ano consecutivo, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) convida os brasileiros a se engajarem e se apropriarem da campanha dezembro laranja.

Assim como acontece com o Outubro Rosa e o Novembro Azul (respectivamente ligados ao câncer da mama e da próstata), a campanha tem como objetivo alertar para os perigos de se expor ao sol sem controle. Participar da campanha é fácil!, basta vestir-se de laranja, decorar seu ambiente de trabalho, acessar o site www.controleosol.com.br e compartilhar o conteúdo nas redes sociais com as hashtags #dezembrolaranja e #controleosol.

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Marketing Farmacêutico



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