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Faturamento com venda de medicamentos cresceu 12,9% nas farmácias em 2016

As vendas de medicamentos em farmácias não foram fortemente afetadas pela crise econômica enfrentada pelo país em 2016. É o que aponta um estudo da Close Up International, que mostrou que o faturamento cresceu 12,9% em 2016, passando de R$57 bilhões em 2015 para R$64,4 bilhões.

Entre 2015 e 2015 o aumento foi de 13,2%, apesar do aumento nos preços dos medicamentos na época. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico



Faturamento do mercado farmacêutico cresce 12% no primeiro trimestre de 2015

faturamento-do-mercado-farmaceutico-cresce-12-no-primeiro-trimestre-de-2015De abril de 2014 a março de 2015, o lucro nas farmácias cresceu 11,5%

O faturamento do mercado farmacêutico cresceu 12% no primeiro trimestre deste ano, para R$ 10,7 bilhões, em comparação com o mesmo período de 2014. De abril de 2014 a março de 2015, o faturamento nas farmácias cresceu 11,5% sobre igual intervalo anterior, para R$ 43,1 bilhões, conforme dados da IMS Health compilados pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma).

“Mesmo neste momento difícil da economia, a indústria farmacêutica está apresentando um crescimento praticamente estável e muito acima de outros setores”, diz o presidente-executivo da Interfarma, Antônio Britto.

Em número de doses comercializadas, o aumento foi de 9,8%, para 32,5 bilhões no primeiro trimestre de 2015, e de 8,5% nos últimos 12 meses, com 132 bilhões de doses vendidas. Os genéricos se mantiveram estáveis com participação de 13%. Já os da categoria similar avançaram 1 ponto porcentual de 2014 para 2015, chegando a 48%. Os medicamentos de referência caíram um ponto, para 39%, no levantamento de doses meses móveis até março.

Fonte: Guia da Farmácia


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica



Ultrafarma estaria em busca de comprador

Ultrafarma-em-busca-de-compradorModelo de negócio da rede se mostra desgastado

Os colaboradores mais próximos do proprietário da Ultrafarma, Sidney Oliveira, têm notado um empenho cada vez em intensificar suas aparições na mídia. Coisa de quem quer vender mais do que medicamentos, de acordo com o Relatório Reservado. Mas, para muitos, o que está sobre o balcão, desta vez, é o controle da rede – uma das maiores distribuidoras de medicamentos do País, com faturamento superior a R$ 750 milhões no ano passado.

Oficialmente, a Ultrafarma nega a venda do controle. No entanto, na visão de seus congêneres, Oliveira encontra-se numa encruzilhada. A percepção é que a Ultrafarma está próxima do seu prazo de validade, aliás, como os próprios medicamentos que a companhia comercializa – Oliveira se notabilizou por comprar produtos com apenas três ou quatro meses de vida útil, normalmente desprezados pelas grandes redes de drogarias, o que sempre lhe permitiu fechar acordos comerciais extremamente vantajosos.

O modelo de negócio da empresa é considerado, ao mesmo tempo, seu principal trunfo e sua maior fragilidade. Sua operação está praticamente restrita às vendas pela internet, responsáveis por mais de 70% do seu faturamento. Ao todo, a Ultrafarma tem apenas quatro farmácias, que, na prática, podem ser consideradas uma só: todas as drogarias estão localizadas em uma mesma rua, no bairro da Saúde, em São Paulo, separadas uma das outras por não mais do que 200 metros.

A falta de uma rede de lojas físicas se torna um problema cada vez mais grave diante do acelerado processo de consolidação do setor. O jogo ficou pesado demais. Raia e Drogasil, que se uniram em 2011, têm mais de mil farmácias e faturamento de R$ 7 bilhões. A Drogaria São Paulo e Pacheco, por sua vez, somam 800 lojas e receita de quase R$ 6 bilhões. Para não falar da chegada de potentados estrangeiros, como as norte-americanas CVS e Walgreens.

Fonte: Guia da Farmácia


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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico



Bom desempenho do mercado de cosméticos, perfumaria e higiene pessoal mantém otimismo dos OLs

venda-itens-perfumes-hidratantes-maquiagens-cresce-a-cada-ano-no-paísCom crescimento médio anual de 10% nos últimos 17 anos, expectativa é que cenário se mantenha positivo em 2014 e que prestadores do serviço logístico cresçam junto com os três segmentos.

Os brasileiros têm mudado a sua relação com os produtos de beleza. Vistos antes como não essenciais, e até supérfluos, a venda de itens como perfumes, hidratantes e maquiagens têm, a cada ano, crescido no país.

Prova desse desenvolvimento é que em 2012 o Brasil já representava o terceiro maior mercado de cosméticos, perfumaria e higiene pessoal do mundo, com uma movimentação de US$ 42 bilhões de gastos no setor (dados da Euromonitor). Leia mais ›


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Mercado farmacêutico



Vendas de distribuidores de medicamentos sobem 18,7%.

cresce-faturamento-das-empresas-de-distribuição-de-medicamentosEntre julho e setembro, as vendas somaram R$ 3,23 bilhões. 

O faturamento das empresas de distribuição de medicamentos cresceu 18,7% no terceiro trimestre de 2014 na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan).

Entre julho e setembro, as vendas somaram R$ 3,23 bilhões. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, a alta foi de 7,67%. Considerando o volume de unidades vendidas, no terceiro trimestre deste ano a entidade alcançou 203,836 bilhões de itens, um aumento de 14,03% ante igual período de 2013.

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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica



Farmácias e lojas de vestuário têm maiores margens do varejo

Farmácias-e-lojas-vestuário-maiores-margens-varejoMesmo com o maior número de vendas o segmento não registrou a melhor remuneração aos seus funcionários.

Dentre os setores do varejo, a maior margem de comercialização é a do setor de produtos farmacêuticos e tecidos, vestuário e calçados. Não são, porém, os ramos que pagam os melhores salários aos seus empregados.

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Mercado farmacêutico



Faturamento de farmácias avança 13,7% no primeiro semestre de 2014

Farmácias-avançam-no-faturamento-primeiro-semestre-2014Apesar do efeito negativo da Copa do Mundo, as grandes redes de farmácias do país cresceram mais no primeiro semestre deste ano do que no mesmo período de 2013, de acordo com dados da Abrafarma (associação brasileira do segmento).Com um faturamento de R$ 15,6 bilhões, o setor avançou 13,69%. Nos seis primeiros meses de 2013, a elevação havia atingido 12,04%.

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