Arquivo do blog

Anvisa aprova venda de produtos à base de cannabis em farmácias

cannabis farmacia uso medicinal

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:16 pm)

 A Anvisa aprovou por unaminidade a resolução que dispõe sobre o uso medicinal da Cannabis no Brasil e sua venda em farmácia. Os diretores vetaram e arquivaram a proposta sobre cultivo de cannabis exclusivamente para fins medicinais e científicos

A Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou, nesta terça-feira (3/12), o novo regulamento para produtos derivados de Cannabis. O texto elenca os requisitos necessários para a regularização desses produtos no país, estabelecendo parâmetros de qualidade. A regulamentação aprovada será publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias e passará a viger 90 dias após a publicação.

– Confira a RDC 327/2019 – que dispõe sobre a regulamentação de produtos à base de Cannabis

A decisão da Diretoria estabelece que a norma, denominada Resolução da Diretoria Colegiada (RDC), deverá ser revisada em até três anos após a publicação no Diário Oficial da União, justamente em razão do estágio técnico-científico em que se encontram os produtos à base de Cannabis mundialmente. As empresas não devem abandonar as suas estratégias de pesquisa para comprovação de eficácia e segurança das suas formulações, pois pelo atual conhecimento estamos diante de uma situação em transição regulatória, uma vez que as propostas para os produtos derivados de Cannabis se assemelham às mesmas estratégias terapêuticas de um medicamento.

O desafio da Agência para regulamentar o tema foi o de encontrar uma forma para garantir o acesso, pela via da assistência farmacêutica, assegurando um mínimo de garantia para os usuários dos produtos, seja no sentido de eficácia (efeitos maiores e melhores do que aqueles advindos das terapias disponíveis) e segurança (mínimo de conhecimento que permita dizer quais as potenciais adversidades dos produtos ). Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Farmaindex: tudo sobre medicamentos em um só lugar

Farmaindex: tudo sobre medicamentos em um só lugar

(Texto atualizado em 14/09/2020 às 03:22 pm)

Farmaindex – Lançada há dois meses, a plataforma profissional Farmaindex reúne, em um único local, todas as informações sobre medicamentos, sejam elas comerciais, técnicas, científicas ou tributárias. A ideia surgiu depois que o fundador Wilton Torres percebeu a dificuldade e a demora de ter que buscar esses dados em múltiplos locais. O profissional atuou por mais de 20 anos na área de distribuição de medicamentos de alta complexidade (oncológicos e de alto custo).

“Era sempre um problema para as empresas de distribuição quando chegava um medicamento novo e as informações tinham que ser pinçadas em vários locais diferentes. Para efetuar um único cadastramento levava horas”, afirma Torres. Segundo o executivo, o objetivo foi criar um grande repositório de dados mensais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e de outras instituições não governamentais de todos os medicamentos existentes no país, seja um analgésico ou até um biológico de alta complexidade.

A plataforma é gratuita e a maioria dos usuários é formada por farmacêuticos, distribuidores (compras, venda e área técnica), além de compradores e faturistas de clínicas e hospitais. Já fazem uso da plataforma empresas como a Profarma Specilaty, a Sol Medicamentos e o Grupo Onco Prod Sar.

“Trata-se de uma plataforma única no mercado, que agiliza o tempo do profissional, que pode cruzar informações sobre pesquisas científicas, tipo e grupo farmacológico dos medicamentos, dados do fabricante, evolução e comparativo de preços desde 2010 até a data atual, dados de estabilidade e temperatura de armazenamento ou qual o fator de desconto em vendas para o governo, finaliza.

Fonte: Redação


Palavras-chave , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





O que devemos saber sobre a Legislação Farmacêutica

O que devemos saber sobre a Legislação Farmacêutica, não podemos esquecer a 3.

(Texto atualizado em 11/09/2020 às 06:25 pm)

Já passou por isso, ficar sem saber ao menos o básico da nossa legislação ?

Hoje vou falar para vocês sobre as leis mais básicas que devemos saber, portanto serei o mais breve possível e pontuarei os mais relevante na minha opinião.

De que forma o Conselho nos defendem, as ações do Conselho Regional contribuem para nossa defesa junto à sociedade. Fiscalização do exercício profissional, caso haja estabelecimento sem o responsável técnico o Conselho Regional solicita a contratação rapidamente.

O fato de nós estarmos presente frente ao estabelecimento configura uma maior segurança para a sociedade, para utilizar nossos serviços farmacêuticos. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Como a experiência de compra aumenta as vendas

Como a experiência de compra aumenta as vendas

(Texto atualizado em 11/09/2020 às 06:46 pm)

Você aplica os conceitos da Gestão de Categorias (GC) na sua farmácia? Apesar dela comumente ser resumida como “a arrumação dos produtos nas prateleiras”, sua definição é bem mais ampla e depende de vários outros fatores. Hoje já não é o suficiente apenas expor os produtos e oferecer bons preços.

A exigência dos consumidores aumentou,  muito motivado pela rescente concorrência, que cada vez mais oferece opções de experiências na hora da compra, como personalização da vitrine, iluminação, cor, aromas, sons, layoutização e atendimento. Muitos gestores souberam entender esse “ecossistema” que envolve a decisão do consumidor no momento da compra, e isso fez com que a Gestão de Categorias se tornasse decisiva para a farmácia garantir bons resultados nas vendas.   Leia mais ›


Palavras-chave , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Teste rápido em farmácias fortalece luta contra Covid-19

Teste rápido em farmácias fortalece luta contra Covid-19

 Autorização da Anvisa para a utilização de testes rápidos no diagnóstico de Covid-19 em farmácias, amplia estratégias para o combate à pandemia

A possibilidade de os brasileiros conseguirem fazer testes rápidos nas farmácias pode contribuir para que o País reduza seu déficit em relação à recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de aferir da maneira mais ampla possível o nível de contágio da população, como forma de conter a Covid-19. Também é importante para, paulatinamente, se definir o percentual de pessoas já imunes à doença, para se estabelecerem as estratégias de quarentena, isolamento horizontal e vertical ou lockdown.

A prestação desse serviço em farmácias, explica Frederico Theobaldo, gerente do projeto da Assistência Farmacêutica da MedLevensohn, empresa que disponibiliza testes rápidos para farmácia e COVID aprovados pela Anvisa no Brasil, exige que haja profissional capacitado no estabelecimento para realizar o procedimento, conforme definiu a Anvisa.

Ele pontua ainda que, através de uma parceria com o ClinicarX, laboratório que possui uma plataforma na WEB, pode oferecer os laudos digitais dos resultados, garantindo o registro e o direcionamento dos casos suspeitos para o atendimento nos Serviços de Saúde.

Testes rápidos a preços mais acessíveis

Para popularizar o acesso da população aos testes rápidos, a Medlevensohn lança uma iniciativa para reduzir o preço desses insumos em farmácias.

O consumidor final poderá adquirir e realizar o Medteste Coronavírus nestes locais por um valor em torno de R$ 120, podendo já sair com o laudo em mãos (quando o exame é feito em locais onde já exista uma parceria com o ClinicarX).

“Nosso objetivo com essa iniciativa é, justamente, garantir que mais pessoas tenham acesso aos testes rápidos, permitindo um mapeamento mais exato da epidemia e a aplicação eficaz de políticas de controle da doença, além de oferecer condições atrativas para que as farmácias comercializem nosso produto em seu portfólio”, afirma Frederico Theobaldo.

Com esta campanha, a Medlevensohn espera que sejam vendidos às farmácias cerca de 500 mil testes (2 mil kits). A empresa oferece também uma caixa de lancetas a cada 4 kits comercializados. As lancetas são utilizadas na aplicação dos testes rápidos.

Especificações do MedTeste Coronavírus

O MedTeste Coronavírus exige apenas uma gota de sangue coletada da ponta do dedo e realiza o teste por imunocromatografia de fluxo lateral, tecnologia já disponível para determinação de diversos outros parâmetros clínicos. Sua utilidade principal está na velocidade em se obter o resultado e na possibilidade de realização de testes no ato do atendimento ao paciente, permitindo obtenção de informações rápidas que apoiam o processo do diagnóstico médico na detecção dos casos suspeitos da doença e também daqueles pacientes já diagnosticados com o vírus e que desenvolveram a imunidade.

Os requisitos estabelecidos em resolução específica da Anvisa relativa à liberação de testes rápidos de Covid-19 no mercado brasileiro são exatamente os constantes do MedTeste Coronavírus, que identifica se a pessoa está com a doença ou já teve, desde que o teste seja feito após pelo menos 7 dias do início dos sintomas. Apresenta resultado em 10 minutos, e não exige estrutura laboratorial complexa para coleta do sangue, podendo ser realizado em ambiente de atenção a saúde por um profissional habilitado, como é o caso do profissional farmacêutico no ambiente da Clínica farmacêutica.

O MedTeste Coronavírus, utilizado inicialmente em hospitais, laboratórios e unidades básicas de saúde, já está também disponível para as farmácias, constituindo-se, assim, em “arma” eficaz para a linha de frente na guerra contra a pandemia. É um teste que pode ser realizado de forma simples e rápida, ao contrário de outros exames, que exigem coleta da secreção oro-nasofaríngea e/ou volume maior de sangue, requerem estrutura laboratorial mais complexa e levam mais tempo para serem realizados.

Teste rápido no combate à Covid-19

Para a realização do teste da MedLevensohn, que identifica a existência de anticorpos, demonstrando se a pessoa está acometida ou já teve a enfermidade, basta um volume mínimo de sangue colhido através de uma pequena picada na ponta do dedo, utilizando uma lanceta descartável. Esse tipo de coleta propicia exposição muito menor do profissional da saúde, contribuindo para reduzir seu risco de contaminação, é menos invasivo e praticamente indolor para os pacientes. Os exames que necessitam de estrutura laboratorial, anteriormente citados, demoram vários dias para apresentar resultados e identificam o antígeno, ou seja, o micro-organismo causador da infecção, sendo portanto adequados para o diagnóstico definitivo nos serviços de saúde.

Diferenciais nos testes

“Neste aspecto está um dos diferenciais do MedTeste: identifica a IgM (Imunoglobulina M) e a IgG (Imunoglobulina G), dois tipos de anticorpos que o organismo produz quando atacado por um micro-organismo invasor, assim, possibilitando determinar se a pessoa está com a doença ou já teve, o que é fundamental para o enfrentamento da Covid-19 e até mesmo para a paulatina volta à rotina normal de quem já está imune”. 

Desse modo, “se ambos os indicadores derem negativo, é sinal de que o indivíduo não está com a doença ou ainda não desenvolveu os anticorpos, por isto é importante que a coleta seja feita após pelo menos 7 dias do início dos sintomas; Resultado IgG negativo e IgM positivo indica infecção aguda; IgG positivo e IgM positivo, infecção presente e recente; IgG positivo e IgM negativo, infecção mais antiga, apontando que já houve o contato com o vírus com produção de anticorpos com possível imunidade”, explicou. 

Se um exame aponta apenas a IgG, por exemplo, revela somente a detecção tardia, não sendo indicado para a triagem inicial proposta pela OMS e o Ministério da Saúde do Brasil. Esta questão é relevante, pois há maior possibilidade de resultados falso negativos, pela não detecção de anticorpos IgM. Isso faz com que o paciente não seja colocado em quarentena domiciliar, tornando-se, assim um transmissor potencial. Além disso, há o risco de essa pessoa evoluir para um quadro grave da doença, que poderia ser mais bem controlada a partir do diagnóstico precoce correto.

Teste Covid-19: protocolos corretos

Todos os testes, para se obter o melhor desempenho possível, devem ser utilizados de acordo com os protocolos corretos. Esse cuidado é importante para reduzir o percentual de erros e potencializar os atributos e qualidades de cada tipo de exame.

Outro diferencial do MedTeste Coronavirus, testado em 181 pacientes (acima da amostra de confiança, que é de 100), é que ele apresentou alta sensibilidade e especificidade para a IgM (sens.=86,8% e esp.= 98,6%) e para a IgG (sens.=97,4% e esp.=99,3%) Produtos que foram testados em amostragem abaixo de 100 pacientes não são tão confiáveis quanto a resultados verdadeiramente positivos ou negativos. O MedTeste Coronavirus oferece portanto confiabilidade em relação ao Padrão Ouro Laboratorial, que no caso é o RT-PCR (do inglês Real Time Polymerase Chain Reaction, ou Metodologia da Reação em Cadeia pela Polimerase em Tempo Real), normalmente realizado pelos Laboratórios Clínicos e de maior complexidade para sua realização.

Recomenda-se que, antes da compra de qualquer teste, se confira se o produto tem registro e aprovação da Anvisa. A consulta é simples e pode ser feita diretamente neste link:
http://consultas.anvisa.gov.br/#/saude/q/?nomeTecnico=coronav%C3%ADrus

Foto e fonte: Medlevensohn


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Crescimento de 18,3% – o segredo do associativismo farmacêutico

Crescimento de 18,3% - o segredo do associativismo farmacêutico

Em meio à crise gerada pela pandemia do COVID-19 um ponto de destaque no varejo continuam sendo o associativismo farmacêutico que seguem crescendo de forma diferenciada do mercado. A prova do sucesso do modelo é facilmente detectada, bastando olhar para os números relacionados ao mercado farmacêutico.

Em um rápido comparativo, as redes associativistas ligadas à Febrafar apresentaram juntas, nos últimos 12 meses, um crescimento no faturamento de 18,3%, em comparação com o mesmo período do ano anterior, crescimento muito maior que qualquer outro setor desse mercado, segundo dados da IQVIA.

Já na análise de 2016 até 2020, o mercado farmacêutico no geral cresceu 36,5%, já a Febrafar cresceu 77,9%, ou seja, mais do que o dobro. Atualmente, fazem parte da Febrafar 58 redes que representam 10.204 lojas, distribuídas em 2.832 municípios em praticamente todo o País. O faturamento dessas lojas anual é atualmente de R﹩ 14,6 bilhões.

Assim, em um primeiro momento, a união de empresas de um mesmo ramo de atuação pode não parecer lógica, já que, estas devem ser da competência. Mas, o modelo de associativismo que vem sendo desenvolvido pela Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar) está mostrando uma outra realidade, em que a união, faz com que se tornem mais competitivas e crescer em conjunto.

O que é o associativismo e como possibilita tantos benefícios?

O associativismo é uma metodologia aplicável em empresas de qualquer segmento econômico, já que utilizam a mesma matéria-prima, vendem os mesmos produtos ou prestam o mesmo tipo de serviço.

Para isso, é necessário um conjunto mínimo de empresas que, após os estudos de viabilidade econômica, possa suportar os custos de implantação e manutenção de uma central de negócios, marketing e serviços, apresenta-se, assim, como uma solução inovadora para resolver os problemas das pequenas e médias empresas.

“De maneira geral, empresas sozinhas não podem fazer frente à concorrência das grandes corporações. Por isso, o voluntariado surge para fortalecer os pequenos e médios negócios, tornando-os mais competitivos, a fim de elevar o padrão de qualidade de seus produtos e serviços, reduzindo custos e possibilitando seu acesso a novos mercados consumidores”, explica o presidente da Febrafar, Edison Tamascia.

O dito popular “a união faz a força” se encaixa perfeitamente na definição do que é a cooperação – colaboração entre empresas com interesses em comum, com o fim de obter vantagens econômicas e de administração, por meio da ajuda mútua.

Juntos, os parceiros que integram o modelo de associações trabalham para reduzir os custos operacionais, obter melhores condições de prazo e preço, estratégias de vendas e estimular o desenvolvimento técnico e profissional dos empregados e empregadores.

Pontos relacionados com o associativismo

Parcerias: as parcerias com os fornecedores são essenciais para a implementação de ações promocionais nos estabelecimentos. Mas fortalecê-las é fundamental para o desenvolvimento do modelo de associativismo.

Conceito da loja: as recomendações da rede de associações em relação ao design dos estabelecimentos têm proporcionado uma melhora significativa no conceito de loja” dos empresários, desde a fachada, o design interno e externo, passando pela uniformização e a aparência dos funcionários, até a informatização e modernização de processos.

Competitividade: ao comprar bem e barato, ampliar e diversificar o mix de produtos, a compreensão das reais necessidades dos clientes, superar suas expectativas, capacitar-se gerencialmente, viabilizar treinamento para a equipe de funcionários e organizar melhor o estabelecimento como um todo, as lojas que trabalham com o voluntariado se tornam mais competitivas e ganhar visibilidade no mercado.


Palavras-chave , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Setor farmacêutico vê com preocupação possível fim do Farmácia Popular

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:14 pm)

farmacia popular

Governo cogita extinguir o Programa Farmácia Popular para viabilizar o novo Renda Brasil, o que afetaria o acesso de 21 milhões de brasileiros a medicamentos.

A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), que representa 45% da venda de medicamentos no Brasil, vê com extrema apreensão o possível fim do Farmácia Popular. O governo federal cogita extinguir o programa para viabilizar o novo Renda Brasil.

O Farmácia Popular está em vigor desde 2004 e, mensalmente, atende cerca de 21 milhões de brasileiros que utilizam medicamentos de uso contínuo para o tratamento de doenças como asma, diabetes e hipertensão. Desse total, cerca de 2/3 (14,2 milhões) utilizaram, entre janeiro e julho deste ano, as grandes redes de farmácia para obter esses medicamentos com descontos de até 90%. O movimento total chegou a R$ 457,5 milhões, índice 17% superior ao do mesmo período do ano passado.

Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Significado das Siglas dos Medicamentos

Significado das Siglas dos Medicamentos Medicamentos –

Muitas vezes nos deparamos com várias abreviações presentes nas embalagens dos medicamentos porém, nem sempre sabemos o significado das siglas dos medicamentos ou porque estão lá.

Mas, qual o significado das Siglas dos medicamentos?

Há vários medicamentos que são desenvolvidos para liberar seu princípio ativo diretamente no intestino. Isso pode  acontecer por diversos motivos como: princípio ativo (fármaco), pode ser sensível ao ácido do estômago; obter uma melhor absorção do medicamento ou ainda, para proteger o estômago de efeitos irritantes do medicamento.

Outros medicamentos são desenvolvidos para que o intervalo entre as doses possa ser maior, uma forma de facilitar a adesão ao tratamento pelo paciente que tem de tomar menos doses por dia. Esses são chamados de medicamentos de liberação modificada por isso, as indústrias farmacêuticas utilizam essas siglas nos momes dos medicamentos para identificar o tipo de liberação ou  mesmo a forma que o medicamento vai agir no organismo. Leia mais ›


Palavras-chave , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Resolução determina recolhimento de ranitidina

Biolab Farmacêutica fortalece atuação contra doenças do Sistema Nervoso Central

Foi publicada no Diário Oficial da União (27.08.20) a Resolução-RE n° 3.259, de 26 de agosto de 2020, da Gerência-Geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária – ANVISA. Essa resolução proíbe a comercialização, distribuição, fabricação, importação, manipulação e propaganda de todas as empresas, independentemente da natureza da atividade, de todos os lotes e de todas as apresentações do medicamento de uso humano cloridrato de ranitidina.

Essa proibição foi motivada pela possibilidade de formação da substância N-nitrosodimetilamina (NDMA) nos medicamentos contendo o insumo farmacêutico ativo cloridrato de ranitidina. Diante da publicação orientamos aos associados verificar com os fabricantes como proceder com eventuais estoques nas farmácias e drogarias.

RESOLUÇÃO-RE Nº 3.259, DE 26 DE AGOSTO DE 2020

O Gerente-Geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária, no uso das atribuições que lhe confere o art. 171, aliado ao art. 54, I, § 1º do Regimento Interno aprovado pela Resolução de Diretoria Colegiada – RDC n° 255, de 10 de dezembro de 2018, resolve:

Art. 1º Adotar a(s) medida(s) preventiva(s) constante(s) no ANEXO.

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

RONALDO LUCIO PONCIANO GOMES

ANEXO

  1. Empresa: Todas as empresas, independentemente da Natureza da atividade, de Medicamentos de uso humano

Produto – Apresentação (Lote): CLORIDRATO DE RANITIDINA – Todas as apresentações (Todos os lotes)

Tipo de Produto: Medicamento

Expediente nº: 2796223/20-7

Assunto: 70351 – MEDIDA PREVENTIVA- Ações de Fiscalização em Vigilância Sanitária

Ações de fiscalização: Proibição – Comercialização, Distribuição, Fabricação, Importação, Manipulação, Propaganda.

Motivação: Possibilidade de formação da substância N-nitrosodimetilamina (NDMA) nos medicamentos contendo o insumo farmacêutico ativo cloridrato de ranitidina, originada pela degradação da própria molécula, de forma espontânea, dentro das formulações, não sendo até o momento identificada uma possibilidade para a estabilização da molécula frente a essa degradação.


Palavras-chave , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Anvisa retira Ivermectina e Nitazoxanida do controle

Anvisa retira Ivermectina e Nitazoxanida do controle

Essa medida foi tomada na terça feira dia 01/09/20, sendo assim todos os medicamentos contendo essas substâncias, e que haviam entrado no controle pela RDC 405/2020 onde era necessário para dispensação a receita especial em 2 vias, agora estão liberadas sob prescrição médica simples, sem necessidade de retenção de receita.

Para os farmacêuticos que utilizam o SNGPC para escrituração eletrônica, não será mais necessária a escrituração desses dois produtos, nem a entrada e nem a saída, haja visto a dispensação agora que será feita com receita simples.

A equipe do SNGPC/Anvisa nada informou sobre a necessidade de retirada desses produtos do inventário do SNGPC. Sendo assim estamos informando aos nossos clientes a NÃO OBRIGATORIEDADE da retirada desses produtos do inventário.

Ficando a critério de cada um fazer o ajuste ou não do inventário.

Obs : A retenção de receita e escrituração continua obrigatória para a Cloroquina e Hidroxicloroquina.


Palavras-chave , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Cinco tendências em telemedicina

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:16 pm)

prescricao medica digital

O uso da telemedicina durante o isolamento social evidenciou que ela é um caminho sem volta. Foi regulamentada com o intuito de atender a este período de exceção, mas os resultados obtidos servirão como excelente parâmetro para que as autoridades tenham mais condições de avaliar e determinar suas regras de utilização depois que a fase de emergência sanitária terminar, pois a tendência é haver expansão na cobertura à telemedicina. Isso ocorrerá à medida que os consumidores ganhem experiência com a tecnologia e exijam cada vez mais acesso a serviços baseados nesse sistema. A telemedicina tem potencial de, assim, melhorar a experiência do paciente, além de proporcionar redução de custos a eles e às operadoras de saúde.

Veja cinco tendências que devem se popularizar:

1 – Teleconsulta

É a face mais conhecida da telemedicina e provavelmente será a que se expandirá mais rapidamente. Plataformas e aplicativos oferecem a possibilidade de o médico ter um “consultório virtual”, que agenda consultas, permite prescrição eletrônica e até pagamento por meio da solução. Este precisa ter apenas conexão de internet compatível com videoconferência. Agiliza atendimento a residentes de regiões longínquas.

2 – Monitoramento remoto e engajamento

A tendência é reforçar a digitalização da jornada do paciente, principalmente o crônico, para permitir melhores formas de acompanhamento por meio de aplicativos e de tecnologias em nuvem. Big data e IoT podem ser ainda mais utilizados para possibilitar interação e comunicação segura e em tempo real entre todos. Uma equipe monitora os sinais vitais e interage com os pacientes por videoconferência, chat, ou mesmo por telefone, oferecendo orientações. É uma maneira de também contribuir para elevar o engajamento ao tratamento.

3 – Parcerias internacionais

A criação de laços entre operadores de saúde locais com hospitais e instituições internacionais de prestígio vão ampliar as possibilidades de atendimento não presencial por clínicas ou hospitais com grande especialização e reconhecimento. Outra vertente de parcerias é permitir que pesquisadores médicos contem com a participação de grandes populações ao redor do globo, o que pode render ensaios clínicos mais rápidos e consistentes.

4 – Telediagnóstico e laudos a distância

O uso de plataformas em nuvem expande as possibilidades de laudos feitos remotamente, permitindo que especialistas renomados que se encontram em locais distantes possam analisar imagens, gráficos e dados para dar um parecer seguro sobre o exame e o diagnóstico. Este modelo permite também que médico receba, diretamente, os resultados.

5 – Telecirurgia

Neste caso, o procedimento acontece em um local onde o cirurgião não está presente, por meio de teleconferência ou com o uso de um robô, que é guiado a distância. A vantagem é contar com especialistas em qualquer lugar do mundo, desde que tenham acesso a equipamentos e conexões potentes, também necessários no hospital onde será feito o procedimento. No entanto, sua disseminação será mais lenta, pela alta complexidade envolvida.

Fonte: PFarma


Palavras-chave , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Anvisa realiza novas reuniões sobre vacina contra Covid-19

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:14 pm)

anvisa agencia nacional vigilancia santiraria

Anvisa discute com instituições sobre o registro de imunobiológicos para o enfrentamento ao novo coronavírus no país.

A Anvisa cumpriu mais duas agendas de reuniões com instituições interessadas no registro de vacinas contra a Covid-19. Nesta quinta-feira (27/8), o encontro foi com membros do governo do estado do Paraná, representado pelo chefe da Casa Civil, Guto Silva, pelo diretor do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Jorge Callado, e pelo Capitão Wilson Baptista Honório Alves, da Casa Militar do estado. O tema foi o processo de registro da vacina desenvolvida pela Rússia.

Representando a Agência, estavam o diretor-presidente, Antonio Barra Torres, o adjunto da Primeira Diretoria, Juvenal de Souza Brasil Neto, a assessora Samia Rocha de Oliveira Melo, o titular da Gerência Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED), Gustavo Mendes, e a equipe técnica da GGMED.

A reunião com os representantes do governo do Paraná teve caráter preliminar. Ela acontece antes da submissão documental do pedido de anuência para o desenvolvimento do produto. Segundo a Tecpar, em cerca de 20 dias os primeiros documentos serão protocolados junto à Anvisa, que já está mobilizada para o acompanhamento da solicitação. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Como as grandes redes de farmácias têm ampliado a oferta de serviços para fidelizar clientes?

como redes de farmácia estão fidelizando clientes

As farmácias brasileiras estão em ritmo intenso e planejam crescimento acelerado para os próximos anos, conforme dados da Abrafarma – Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias. Essa previsão mostra que a indústria farmacêutica está em plena expansão e saber se diferenciar da concorrência tornou-se um desafio ainda maior para os donos de estabelecimentos farmacêuticos. 

É por isso que muitas redes de farmácias, acompanhando esse movimento e também a própria modificação dos hábitos do consumidor, estão buscando meios de diversificar serviços e fidelizar seus clientes.  Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Software de serialização contribui para minimizar perdas com falsificação de medicamentos

(Texto atualizado em 27/08/2020 às 09:08 pm)

rastreabilidade medicamentos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente 10% dos medicamentos em todo o mundo são falsificados. O número é ainda mais alarmante nos países emergentes, girando em torno de 30% a 40%.

Com um software de serialização, a indústria minimiza os riscos de falsificação e imprevistos, durante o processo de distribuição. Mas como escolher essa tecnologia? A rfxcel, líder global em soluções de segurança e rastreabilidade da cadeia de suprimentos farmacêuticos, elencou três fatores primordiais para essa decisão.

Dica 1: Analise três áreas importantes

Considere os requisitos técnicos e o atendimento do fornecedor, em seguida o processo de implementação do produto e, por fim, a equipe e a parceria de longo prazo.

Dica 2: Tecnologia

Além dos recursos, os clientes devem avaliar a capacidade do software de manipular dados. É importante verificar se a tecnologia dispõe de validação e verificação continuas de informações. Um produto com essa característica permite a correção de erros que podem surgir durante o processo.

Outra preocupação a ser levada em conta é a hospedagem do sistema. Boa parte das companhias mantém os programas em uma nuvem de acesso público e com recursos computacionais compartilhados, o que força o cliente a aceitar atualizações de acordo com a conveniência do fornecedor. Neste caso, deve-se optar por uma hospedagem privada, na qual o contratante tem total autonomia para gerenciar os recursos, configurações e realizações de testes específicos.

Dica 3: Processo e Produto

Certifique-se que a equipe de fornecedor ofereça um sistema totalmente validado. Vale requisitar ao seu time de qualidade a revisão de todos os documentos e processos antes da implementação, pois muitas companhias mudam esses procedimentos, o que pode causar problemas com atrasos.

Antes da contratação, examine cuidadosamente o modelo de precificação de serviços. Muitos cobram por duração do projeto, o que gera taxas extras na fatura final. O contrato deve ter preço fixo com um cronograma previamente estipulado.


Palavras-chave , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Febrafar é apoiadora do Prêmio POPAI Brasil

Febrafar é apoiadora do Prêmio POPAI Brasil

(Texto atualizado em 26/08/2020 às 04:56 pm)

A Febrafar é Apoiadora Institucional da maior premiação de marketing de Varejo, o Prêmio POPAI Brasil que é a edição nacional da única premiação criada para reconhecer os mais originais e eficazes projetos de arquitetura comercial, visual merchandising, comunicação visual, displays e materiais de comunicação no Ponto de Venda.

O objetivo do Prêmio é incentivar, recompensar e compartilhar as melhores práticas do setor. Mostrar inovação em design e fabricação.

Facilitar a interação entre varejistas, agências, marcas e produtores/ fornecedores. Pela primeira vez na história, o evento será 100% virtual.

E no ano em que completam 20 anos da realização no Brasil, a premiação reserva muitas novidades para você.

Maiores informações e inscrições a partir de 17.08 pelo site: premio.popaibrasil.com.br

Sobre o Prêmio

Premiação considerada o “Oscar do Varejo“, é o maior e mais duradouro concurso do segmento em todo o mundo, contando com mais de 50 edições nos Estados Unidos da América. Há 2 décadas o Prêmio POPAI Brasil tem a missão de reconhecer os melhores materiais, ações e projetos de merchandising no país.

A cada ano se consolida e vem destacando a importância das ações e materiais de merchandising no ponto de venda.

Ao longo desses anos, já foram mais de 6 mil inscritos, +3 mil troféus entregues para +400 empresas e mais duas mil marcas envolvidas.


Palavras-chave , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Varejo farmacêutico registra R$ 1,09 bilhão de lucro líquido em 2019

(Texto atualizado em 26/08/2020 às 04:37 pm)

mercado farmaceutico

Margem de 2019 tem ligeira queda em relação ao ano anterior, mas Ebitda cresce e confirma eficiência operacional do setor.

As 26 maiores redes do varejo farmacêutico nacional, filiadas à Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), registraram um lucro líquido de R$ 1,09 bilhão, já descontada a provisão do Imposto de Renda. O valor correspondeu a uma margem de 2,04% sobre as vendas brutas, percentual ligeiramente inferior aos 2,34% de 2018. No entanto, o Ebitda passou de 5,70% para 6,46%.

Ainda de acordo com o levantamento, compilado pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA-USP), as vendas brutas aumentaram 8,9% e contabilizaram R$ 53,70 bilhões.

O custo de mercadoria, que antes equivalia a 67,56% desse montante, caiu para 67,16%. Em contrapartida, os impostos e contribuições diretas saltaram de R$ 1,7 bilhão para R$ 1,9 bilhão, enquanto as despesas operacionais chegaram a R$ 14 bilhões, contra R$ 12,9 bilhões de 2018.

“Por estar vinculada ao controle de preços de medicamentos pelo governo, a indústria farmacêutica pode ter diminuído a margem de negociações de custos com o varejo. Os números das grandes farmácias e drogarias, porém, vêm demonstrando uma sólida eficiência operacional e continua focado em novos investimentos”, argumenta Sergio Mena Barreto, CEO da Abrafarma. “O setor conseguiu adequar seus valores e estruturas e, com essa decisão, garantiu a retenção dos consumidores e a manutenção dos indicadores positivos de vendas”, acrescenta.

CATEGORIA

RESULTADO 2019

Vendas brutas

R$ 53.701.157.192,52

Custo de mercadoria

R$ 36.068.193.899,70

Despesas operacionais

R$ 14.016.219.272,61

Impostos e contribuições

R$ 1.960.335.413,43

Resultado Operacional

R$ 2.264.614.146,46

Lucro antes da provisão do IR

R$ 1.227.184.972,77

Lucro após a provisão do IR

R$ 1.094.662.159,97

Margem de lucro

2,04%

* Fonte: FIA-USP


Palavras-chave , , , , , , ,
Indústria farmacêutica, Marketing Farmacêutico





Aumenta em 35,5% número de consumidores de antidepressivos em MG

PFARMA

(Texto atualizado em 26/08/2020 às 04:35 pm)

transtorno mental coronavirus

O número de usuários de medicamentos para o tratamento de depressão e ansiedade cresceu 35,5% em Minas Gerais, nos últimos dois anos. É o que aponta um estudo da ePharma, health tech pioneira no gerenciamento de planos de benefícios de medicamentos (PBM).

No primeiro semestre de 2020, 2.978 mineiros consumiram remédios desse gênero, 780 usuários a mais que no mesmo período de 2018. A pesquisa leva em conta o número de beneficiários de programas empresariais de PBM no estado. Entre janeiro e junho deste ano, 13.939 caixas de medicamentos foram consumidas – o que equivale a uma média de 4,7 unidades para cada usuário.


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Aspen Pharma foca na estratégia de fortalecer atual portfólio

Aspen Pharma foca na estratégia de fortalecer atual portfólio

A farmacêutica Aspen Pharma Brasil teve um crescimento de 12% em faturamento e 30% em EBITDA, de 2018 para 2019. A aquisição e a estratégia de lançamento da Magnésia Bisurada foram alicerces para esse crescimento. “Aliado a isso, o foco nos produtos OTC e em toda linha de anestésicos foi crucial para enfrentar alguns grandes desafios, como a desvalorização do Real e impacto no suprimento de alguns produtos”, pontuou o CEO da Aspen Pharma Brasil, Alexandre França.

De acordo com ele, a pandemia fará com que reavaliem as estratégias frequentemente. “O cenário se apresenta dinâmico e hoje é difícil olhar o longo prazo. De qualquer forma, é importante ter uma linha de atuação claramente definida. A Aspen Pharma é uma empresa que vai continuar investindo no segmento de anestésicos e OTCs que são nossos produtos mais importantes. São unidades de negócio bem diferentes entre si mas que carregam nosso DNA. O que significa, ser agressivo, focado, atuar com ética e sempre procurando melhorar. Temos marcas maduras de prescrição que tem um forte apelo de recordação e ainda que recebam menos investimentos tem nosso cuidado e atenção. Atualmente os impactos que percebemos são a redução média da demanda, limitação da capacidade de produção e principalmente a subida do câmbio”, contou o executivo. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





ANVISA atualizada relação de Denominações Comuns Brasileiras – DCB

PFARMA

Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa, publicada nesta quarta-feira (12/8), incluiu 22 novas nomenclaturas à relação de DCBs.

Mais 22 nomenclaturas passam a fazer parte da relação de Denominações Comuns Brasileiras (DCBs). A inclusão dessas denominações à lista foi oficializada com a publicação, no Diário Oficial da União (D.O.U.) desta quarta-feira (12/8), da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 411/2020. A atualização é realizada periodicamente pela Anvisa e está prevista na Agenda Regulatória 2017-2020.

Denominação Comum Brasileira é o nome dado ao fármaco – ou princípio farmacologicamente ativo – aprovado pelo órgão federal responsável pela vigilância sanitária, no caso do Brasil, a Anvisa. A partir da introdução do registro eletrônico, a DCB adquiriu uma concepção mais ampla, com a inclusão da denominação de insumos inativos, soros hiperimunes e vacinas, radiofármacos, plantas medicinais, substâncias homeopáticas e biológicas.

Essas denominações são utilizadas nos processos de registro, rotulagens, bulas, licitação, importação, exportação, comercialização, propaganda, publicidade, informação, prescrição, dispensação e em materiais de divulgação didáticos, técnicos e científicos em todo o país.

No portal da Agência, há um ambiente dedicado ao tema, que disponibiliza a relação consolidada das Denominações Comuns Brasileiras e também o Manual das DCBs, com informações sobre regras e padrões das denominações utilizadas no país.

Acesse a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 411/2020 e conheça as 22 novas nomenclaturas – http://portal.anvisa.gov.br/legislacao#/visualizar/429072

Fonte: Anvisa


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Laboratório Teuto alcança marca de 17 produtos referência pela Anvisa

Laboratório Teuto alcança marca de 17 produtos referência pela Anvisa

Destaque no setor farmacêutico, o Laboratório Teuto alcançou em julho de 2020, a marca de 17 produtos considerados como “Medicamentos/Apresentações de Referência”, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Há 73 anos, a indústria farmacêutica é reconhecida pela excelência no desenvolvimento, produção e comercialização de seus produtos. O Canditrat – creme vaginal foi a apresentação mais nova a compor a lista de referências da Anvisa.

O medicamento trata-se de um creme de tratamento íntimo, composto pelo princípio ativo Nistatina, um antifúngico eficiente no combate de um tipo de fungo chamado Candida Albicans, responsável pelo surgimento da Candidíase, uma das infecções ginecológicas mais frequentes nas mulheres em que causa sintomas ginecológicos desconfortáveis.

No site da Anvisa http://portal.anvisa.gov.br/registros-e-autorizacoes/medicamentos/produtos/medicamentos-de-referencia/lista é possível conferir a lista completa dos medicamentos referências do Teuto, que são: Amicacina (sulfato) sol. injet. 50mg/ml; Amicacina (sulfato) sol. injet. 125mg/ml; Amicacina (sulfato) sol. injet. 250mg/ml; Aminofilina 100mg comp.; Aminofilina 200mg comp.; Ampicilina sódica 1 g pó sol. injet.; Carbidol comp. 25mg + 250mg; Canditrat 100.000UI/ml susp. Oral; Cimetidina 150mg/ml sol.injet.; Dexason 1mg/g creme dermatológico; Metoclopramida (cloridrato) 5mg/ml sol. injet.; Metoclopramida (cloridrato) 4mg/ml sol. Oral; Canditrat Creme Vaginal 25.000 UI/g bisnaga c/ 60g + 14 aplicadores de 4g; Miconazol (nitrato) 20mg/g creme vag.; Naproxeno 250mg comp.; Naproxeno 500mg comp. e Oxacilina sódica 500mg pó sol. injet.

Segundo a supervisora de treinamentos do Teuto, Magali Tamas, os medicamentos de referência servem de modelo e comparação para a produção tanto dos genéricos quanto dos similares equivalentes. “Isto quer dizer que qualquer medicamento que possua o mesmo princípio ativo e a mesma apresentação precisa comprovar, por meio de testes de qualidade, que são iguais aos nossos para serem aprovados pela Anvisa.

Cada vez mais o Teuto se posiciona como uma solução completa em saúde”, afirma. Lançamentos O Laboratório Teuto, que há mais de sete décadas é sinônimo de qualidade e confiança, torna-se uma solução completa em saúde. A companhia possui mais 750 apresentações de medicamentos, entre genéricos, medicamentos referência, genéricos de marca (similares equivalentes – EQ’s), MIP’s (medicamentos isentos de prescrição), linha hospitalar, suplementos alimentares, cosméticos e produtos para saúde.

Nos próximos anos, está programado o lançamento de mais de 180 novas apresentações. Sobre o Teuto Há mais de sete décadas no coração do Brasil, com o mais completo parque farmacêutico da América Latina e solução completa em saúde, o Teuto é referência para o mercado nacional e internacional.

A companhia, que é sinônimo de qualidade e confiança, proporciona mais qualidade de vida aos seus colaboradores, clientes e parceiros, por meio da excelência no desenvolvimento, produção e comercialização de seus produtos, e valoriza a responsabilidade socioambiental, reafirmando que “Se é Teuto, é de confiança”.


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Seja bem-vindo(a) ao blog da M2Farma.

Neste espaço reunimos notícias sobre assuntos regulatórios e o varejo farmacêutico.

Nosso trabalho é facilitar a burocracia técnica, saiba mais.

Siga-nos:

📫 Receba por e-mail

Receba as últimas notícias sobre varejo farmacêutico, ANVISA, Farmácia Popular e Convênios PBM direto no seu e-mail:





Do NOT follow this link or you will be banned from the site!

📬 Receba as últimas notícias sobre o varejo farmacêutico, Farmácia Popular, ANVISA, convênios PBM e mais: