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Denise Santos, CEO da BP, é eleita Empreendedora do Ano pela EY

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Denise Santos, CEO da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, foi eleita nesta terça-feira (27) uma das ganhadoras da 23ª edição do programa Empreendedor do Ano, tradicional premiação da empresa de consultoria EY. Homenageada na categoria Executivo Empreendedor, que consagra lideranças que tenham impulsionado o crescimento de empresas consagradas, Denise teve a trajetória à frente da BP reconhecida pelo júri independente responsável pela definição dos ganhadores.

Desde 2103 à frente da instituição, reconhecida pela Newsweek como uma das melhores do mundo, Denise vem promovendo importantes mudanças na BP, resgatando a posição de destaque da instituição no mercado e preparando a empresa para liderar os futuros movimentos no segmento.

“Fico muito feliz por esse reconhecimento, vindo de uma empresa séria, com uma atuação global e excelente reputação no mercado. Há mais de um ano temos enfrentado um dos maiores desafios que a humanidade já se deparou e tenho acompanhado de perto o empenho e a dedicação dos nossos mais de 7 mil colaboradores e 3 mil médicos no combate à pandemia de Covid-19. É uma honra liderar esse time enorme, que dia pós dia se desdobra para oferecer o melhor cuidado e fazer a diferença na vida das pessoas”, afirma a executiva.

A sólida jornada de transformação digital trilhada pela BP preparou a instituição para oferecer rapidamente inovação no momento exato em que ela foi necessária: telemedicina, drive-thru de exames, check-in eletrônico, entre outros, foram soluções oferecidas para assistir os clientes na continuidade dos cuidando com a saúde, mesmo num momento difícil como este atual. “O setor de Saúde não será o mesmo após a pandemia e a inovação na forma de fazer saúde terá um papel fundamental nesse novo cenário. Hoje temos um portfólio importante de saúde digital que nos permite estar mais presentes na vida dos clientes, oferecendo não apenas serviços de qualidade, mas condições para que cada indivíduo seja o protagonista da própria saúde”, explica a CEO.

A intensa profissionalização nos últimos 10 anos preparou a BP para os desafios atuais e também para novos cenários, especialmente em termos de expansão dos negócios. “O planejamento estratégico como ferramenta de gestão nos permite desenhar cenários, rever caminhos e colocar de pé projetos que impulsionam a BP para o futuro. Não tenho dúvida de que estamos no caminho certo, que nos trouxe até aqui e nos levará ainda mais longe”, conclui Denise.


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LGPD: Aceite de termo no Funcional Card e convênios PBM

A nova Lei Geral de Proteção de Dados mudou a forma como o comércio e a propaganda online acontecem. Com efeito, a LGPD é de 2018. No entanto, só entrou em vigor a partir de novembro de 2020. Dessa forma, muitos programas farmacêuticos tiveram que se adaptar a nova regra.

Entenda o que a LGPD muda no dia a dia das farmácias
Entenda o que a Lei Geral de Proteção de Dados muda no dia a dia das farmácias

Assim, criamos um artigo para que, farmacêutico ou dono de farmácia, possa atender a essa nova demanda. Destarte, as atualizações da lei são muito importantes para os clientes. Dessa maneira, é muito importante que você saiba como orientá-los.

Deste modo, acompanhe este artigo e saiba o que muda nas farmácias com a vigência da Lei nº 13.709:

LGPD: Aceite de termo no Funcional Card e convênios PBM

A nova LGPD já em vigor mudou a forma como as empresas devem cuidar dos dados dos seus clientes. Em resumo, a lei atual combate a onda de vazamento e uso indevido de dados pessoais. Dessa forma, esse instrumento legal criou estruturas mais rígidas para o armazenamento e manipulação de informações.

Com efeito, na maioria dos sites que acessamos, algum tipo de informação é gerada a nosso respeito. Em algumas páginas, é necessário informar dados pessoais, como CPF, endereço, e-mail, telefone, cartões de crédito, conta bancária e outros. Além disso, outros sites armazenam informações sobre nós sem que percebamos.

Esse segundo tipo pode guardar informações sobre buscas e sites acessados. Com efeito, esse tipo de informação é muito utilizada para gerar propagandas individualizadas e específicas para um determinado usuário. No entanto, esses dados estão guardados em lugar seguro? Você autoriza que eles sejam criados?

A LGPD altera a forma como os convênios PBM funcionam. Entenda.
O objetivo da lei é garantir uma maior clareza na geração e manipulação dos dados pessoais

São esses os principais pontos em que a LGPD atua. Dessa forma, o seu objetivo é tornar a criação e manipulação de dados mais clara. A Partir dele, toda empresa informará como gera os dados que possui. Além disso, é necessário indicar quem terá acesso a esses e que instituição os protegerá.

Essa nova dinâmica impacta todo o mercado. Por conseguinte, até o setor farmacêutico precisou se adaptar à nova realidade. Dessa forma, muitos programas de benefícios já informaram seus clientes sobre a modificação nos seus serviços. Com efeito, o programa Viver Mais (GSK) e Viva (Sanfoni) são exemplos.

No entanto, esses não são os únicos. Destarte, os programas Funcional Card e Convênios PBM já anunciaram suas novas diretrizes. Assim, para saber o que fazer, leia o próximo tópico. Nós explicaremos como os seus clientes devem proceder para continuarem tendo acesso a esses programas:

O que muda nos programas de benefícios de farmácias com a nova lei de proteção dos dados?

A Lei Geral de Proteção de Dados veio para tornar o processo de geração e utilização de informações mais claro. Mormente, empresas armazenavam e manipulados dados sem o conhecimento do usuário. Esse é um dos principais pontos que mudará a partir da aprovação da lei.

Após novembro de 2020, os dados pessoais só serão armazenados e manipulados mediante uma autorização de usuário. Com efeito, essa regra vale para clientes já cadastrados em programas de benefícios ou que pretendem cadastrar-se.

Assim, para cumprir essas determinações, os programas Funcional Card e Convênios PBM já tomaram providências. Dessa forma, para continuar com o cadastro ativo, o usuário deve ir ao site do programa que participa, ler e aceitar os termos propostos.

O que os atendentes de farmácia precisam saber sobre a nova LGPD?
O que os atendentes de farmácia precisam saber sobre a nova LGPD?

Dessa maneira, caso o cliente não manifeste o aceite aos termos, pode ficar com o cadastro bloqueado temporariamente. Nessa situação, o usuário do programa não terá acesso aos descontos na compra de remédios e demais vantagens que o seu convênio dá.

Portanto, é extremamente importante que balconistas e atendentes orientem seus  clientes. A aceitação dos termos é um processo simples e rápido. Com efeito, basta que o usuário entre na plataforma como seu login e senha. Uma vez logado, busque os termos de política de proteção de dados e clique no botão de aceite.

Assim, garantirá a validade do seu convênio e não perderá nenhuma de suas vantagens. É possível realizar esse procedimento por celular, em aplicativos ou pelo navegador da internet, ou pelo computador. Só necessidade de fazer esse procedimento uma única vez.


Garante que o seu cliente não perderá as vantagens que possui e o fidelize-o estreitando os laços de comunicação! Caso precise de mais informações, clique aqui e entre em contato com a nossa equipe.


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Legislação e regulamentações, PBM





DPSP inaugura segunda dark store em São Paulo

O Grupo DPSP, que conta com as redes Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, inaugurou no dia 31 de maio a sua segunda dark store, localizada na zona norte da cidade de São Paulo (SP).

A saber, a empresa já conta com uma unidade em Belo Horizonte (MG), inaugurada no mês de setembro de 2020. E, dessa maneira, no final de junho terá uma terceira operação sediada em São Cristóvão (RJ).

As unidades irão atender as vendas realizadas pelos canais digitais, que atualmente já representam 7% do negócio da companhia.

A nova unidade deve gerar cerca de 35 novas vagas de emprego até o final do mês de junho. Esse movimento está, portanto, alinhado com o plano de expansão qualificada e orgânica da empresa pelo país. Que antecipou em três anos as metas de participação em vendas para o seu canal digital.

Dark stores

As dark stores irão armazenar os produtos das redes Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco e a expectativa é que, a partir do mês de julho, a unidade de São Paulo fique responsável por separar e distribuir 4 mil pedidos feitos pelos clientes de todo o Brasil.

O objetivo, portanto, é o de garantir uma agilidade ainda maior no processo de entrega.

‘Como parte fundamental de nossa estratégia de omnicanalidade, estamos inaugurando uma de nossas maiores operações de dark store na cidade de São Paulo. Evoluímos muito o nosso e-commerce, que se tornou um canal importante de vendas e de complementaridade as nossas lojas físicas. Com este modelo de operação, vamos caminhar para entregar um nível de serviço melhor e mais rápido aos nossos clientes’, afirma o diretor de Operações, Expansão e Engenharia do Grupo DPSP, Felipe Zogbi.

Investimentos

A empresa tem investido em novas soluções.

E, no último ano, passou a contar com uma plataforma de prescrição eletrônica, sendo que mais de 200 mil receitas já foram realizadas pelo método digital.

Outro lançamento foi o Portal de Serviços Farmacêuticos, que possibilita fazer agendamentos para a testagem de Covid-19, assim como demais serviços farmacêuticos e vacinas.

Os clientes também podem acessar, portanto, com descontos exclusivos do programa de relacionamento, Viva Saúde, consultas com especialistas, apoio psicológico e também assistência médica por meio da telemedicina.

Fonte: SBVC – Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo


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SPACs: investem bilhões nas startups de Saúde

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No tempo das cavernas, em algum momento alguém se cansou do frio e da comida crua e de forma instintiva descobriu o fogo. Como esse indivíduo conseguiu divergir da maioria e se atreveu a experimentar algo diferente? Por que ele fez isso? Na época do homem primitivo a mudança era evitada sempre que possível: a conformidade com a maioria mantinha o ser humano vivo e seguro. Como esse indivíduo especial convenceu a maioria? É difícil dizer, mas o psicólogo romeno Serge Moscovici (1928-2014) se consagrou no século XX ao afirmar que “esse homem singular, minoritário, conseguiu sustentar uma opinião diferente porque era uma ideia que beneficiava a todos e, acima de tudo, porque ele foi convincente. Ou seja, sem a influência persuasiva da minoria sobre a maioria não haveria progresso no mundo”. No século XXI, nunca houve tantas minorias aconselhando as maiorias à novos caminhos. Nos dias de hoje, o Mercado de Capitais repete Moscovici e mostra que alguém convincente (minoria) pode apresentar um novo modelo capaz de beneficiar a muitos (maioria).

Um exemplo são as SPACs (Special Purpose Acquisition Companies), que em tradução livre significa “empresas com propósito específico de aquisição”. Uma SPAC em geral é uma holding (empresa de participações societárias), constituída especificamente para levantar fundos via IPO para depois, e só depois, adquirir uma empresa que exista no “mundo-real-produtivo”. Embora já existam desde a década de 1990, as SPACs cresceram sobremaneira nos meses pandêmicos. Elas não produzem nada, vendem menos ainda, não tem funcionários e não possuem qualquer carteira própria de produtos, sendo tão somente ‘águias que sobrevoam as savanas da inovação em busca de oportunidades’. Trata-se, enfim, de um grupo de investidores de alta credibilidade e histórico empreendedor que desenvolve um IPO para captar investimentos, tendo posteriormente dois anos para adquirir ou se fundir a outra companhia (de preferência semelhante a um unicórnio”, as estrelas com valor superior a US$ 1 bilhão). O capital levantado no IPO pela SPAC fica inacessível em uma conta garantia (escrow-account), sendo liberado somente quando houver a aquisição. Se ela deixar de adquirir a empresa durante esse biênio “será extinta, tendo que devolver os recursos aos investidores”.

Por motivos óbvios a Covid-19 fez o segmento de digital health ser um dos preferidos das SPACs. A Sharecare, por exemplo, uma consolidada empresa do mercado de saúde digital, anunciou em fevereiro de 2021 seus planos de ingressar no mercado público (IPO) por meio de fusão com a Falcon Capital Acquisition Corp, uma SPAC. O resultado será uma combinação avaliada em US$ 3,9 bilhões. A transação deverá ser concluída no segundo trimestre de 2021, quando a Sharecare será listada na Nasdaq como ‘SHCR’. Em maio último, Jeff Arnold, CEO e fundador da Sharecare, confirmou o acordo, selando a coalização que deverá consagrar a empresa no topo das healthtechs mundiais (a Falcon Capital deverá deter perto 20% da nova empresa). Dezenas de acordos semelhantes estão sendo costurados no mercado de saúde, confirmando que o modelo SPAC deverá ser um novo ‘norte’ no setor de venture capital.

A SEC (Securities and Exchange Commission), órgão regulador do mercado de capitais nos EUA, explica que uma “SPAC é criada especificamente para reunir fundos a fim de financiar uma fusão ou oportunidade de aquisição dentro de um prazo definido”, mas as calçadas de Wall Street se acostumaram a chamar as SPACs de blank-check-companies (“empresa de cheque em branco”). Elas arrecadaram mais de US$ 38 bilhões nas primeiras 6 semanas de 2021, com uma média de US$ 296 milhões por aporte em 128 IPOs (o montante é quase a metade de todo o dinheiro arrecadado por SPACs em 2020). Grande parte dessas “partidas de capital” estão sendo direcionadas as startups de saúde (healthtechs), tendo, segundo a CB Insights, potencial de aumentar seu volume em 60% a cada trimestre. Na realidade, a base de ‘convencimento da minoria’ parte de um princípio bastante elementar: as SPACs são mais fáceis, baratas e rápidas de serem criadas, podendo captar recursos de grande envergadura (segundo relatório da PWC, um IPO tradicional leva mais de 15 meses em todo o seu processo, ao passo que via SPAC o tempo médio é de 3 a 4 meses).

O CEO da Health Assurance Acquisition Corp (HAAC), Hemant Taneja, uma organização pioneira no conceito de SPAC, explica que o setor de saúde é “uma categoria emergente, com serviços orientados a dados e centrada no consumidor, sendo capaz de dobrar uma curva de ‘care-value’ rapidamente, o que nos deixa muito satisfeitos”. Após seu IPO (US$ 500 milhões em novembro de 2020), a empresa se transformou numa voraz rastreadora de companhias inovadoras no segmento de saúde. A FS Development Corp II, outro exemplo, já está em sua segunda operação de SPAC e se baseou no sucesso da primeira, com a Gemini Therapeutics (arrecadação de US$ 175 milhões), para preparar a segunda. Mais experiente, a FS tem agora como alvo as healthtechs de biotecnologia e life science. Até março de 2021, a empresa já tinha levantado US$ 250 milhões para seu novo voo bienal. Outra transação SPAC, divulgada em maio pela Bloomberg, envolve a britânica Babylon, uma das mais exitosas startups de connect-care, que negocia com a spac Alkuri Global Acquisition Corp (Qatar) sua abertura de capital, podendo gerar uma nova companhia com valuation de US$ 3,5 bilhões.

A popularidade do conceito de SPAC tem aumentado rapidamente: havia 35 vezes mais SPACs operando em 2020 do que em 2010, e essas empresas parecem cada vez mais preparadas para grandes saltos. O modelo não é uma unanimidade, tendo várias correntes que até o ridicularizam. Mas a pressão pandêmica e a imposição que uma economia em crise exerce sobre o mercado de funding, fez com que o ano de 2021 já seja considerado “o ano das SPACs em saúde”, de acordo com Marissa Schlueter, analista sênior da CB Insights. “Com base nas atividades já apuradas, os IPOs de Saúde podem aumentar 10% em 2021, com as fusões e aquisições crescendo 35% e as negociações em SPAC se ampliando em 47%”, explicou Schlueter. Também de acordo com o SPAC Track, em 2021 já existem mais de 50 SPACs buscando ativamente empresas-alvo nos setores de saúde e ciências biológicas.

Como as SPACs são um elemento relativamente novo, também sofrem fortes oscilações, dependendo dos humores da economia. Dados da agência Spac Research, mostra que até o final de maio 422 SPACs, que arrecadaram US$ 134,4 bilhões, ainda estavam procurando empresas para se fundir (dentro do prazo legal de 2 anos). Há risco? Certamente, mas nada que a racionalidade do Stock-Market não possa tolerar, ou que a sua irracionalidade não deixe de ambicionar. Katherine Andersen, executiva do Silicon Valley Bank, explica que as SPACs são particularmente atraentes para as healthcare-startups que enfrentam questões regulatórios ou financeiras. “O modelo oferece às empresas mais flexibilidade para compartilhar projeções de lucros futuros, o que pode tornar o negócio mais atraente, especialmente para empresas em pré-faturamento”, ressalta Andersen.

“No momento há muitas SPACs por aí em busca da história certa na hora certa”, explica Veronique Ameye, vice-presidente executiva da Lumiradx, uma fabricante de ‘testes diagnósticos’ para a Covid-19 que está sendo incorporada a spac CA Healthcare Acquisition Corp, gerando um negócio avaliado em US$ 5 bilhões. Depois de entrar com um tradicional pedido de IPO, a empresa foi assediada por várias SPACs em busca de acordo. Com a escala de produção crescendo (Covid-19), a Lumiradx teve necessidade de mais financiamento de curto espaço, uma situação propicia ao “espírito-spac”. A Owlet Baby Care era outra medtech se preparando para o IPO tradicional. “O plano era abrir o capital no final de 2021 e não estávamos procurando SPACs”, explica Kurt Workman, presidente executivo. De forma inesperada, a empresa foi abordada pela Sandbridge Capital, uma SPAC que fez a Owlet economizar tempo e recursos para o lançamento de seus novos produtos.

Na realidade, os investidores antes de formarem uma SPAC já mapearam o mercado, rastrearam as oportunidades, conversaram com os targets e quando “entram em campo” já têm vários interessados, ou um único com boa atratividade. Em junho de 2021, a spac Jaws Acquisition Corp anunciou que seus acionistas aprovaram a combinação com a Cano Health, uma operadora de Centros de Atenção Primária que ocupa a 39ª posição entre as empresas privadas dos EUA. Um namoro antigo, depurado em meses de conversação, cujas ações da ‘entidade-combinada’ começam a ser negociadas na NYSE em junho com o nome de “CANO.WS” (veja exemplo de um edital SPAC). Em novembro de 2020, quando as tratativas iniciaram, o valor empresarial do negócio já era estimado em US$ 4,4 bilhões.

Na Europa, as SPACs também agitam, sendo que em 2021 as transações já movimentaram US$ 768,3 milhões, enquanto em todo o ano de 2020 foram de US$ 539,9 milhões (fonte: Dealogic). O Brasil namora o conceito, dá sinais de adesão, mas ainda não é possível abrir uma SPAC no país, embora a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tenha até criado uma consulta pública para avaliar a viabilidade do modelo no mercado nacional. Enquanto isso, e apesar da ranhetice da economia nacional em 2021, várias empresas brasileiras já levantaram recursos nos EUA via SPACs. A Valor Capital, por exemplo, levantou US$ 230 milhões em oferta pública de SPAC na Nasdaq, com ancoragem do Softfank, sendo seu alvo investir nos próximos 2 anos em empresas nacionais, inclusive na área de healthtechs.

O fato é que a Covid-19 fomenta o ‘instinto animal dos investidores’ na direção do segmento de digital health. Segundo a Rock Health Consulting, já existe em 2021 pelo menos 52 SPACs voltadas à saúde em busca de alvos, sendo que o segmento de ‘saúde conectada’ já foi alvo de 13 fusões-SPACs, anunciadas nos últimos 15 meses (11 delas concluídas ou com previsão de fechamento em 2021). Todos ficam antenados quando um novo modelo emerge de forma tão surpreendente no Mercado de Capitais, principalmente quando a tradicional equação se inverte: outrora as startups pegavam a sua malinha e giravam pelo mundo em busca de financiadores. Agora, são as SPACs que correm pelas mesmas estradas em busca de uma healthtech para chamar de sua. Bom trabalho das minorias.

Guilherme S. Hummel

Scientific Coordinator – [email protected]

Head Mentor – eHealth Mentor Institute (EMI)


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Vai para a praia? Urologista alerta para os principais cuidados para evitar a infeção urinária

Vai para a praia? Urologista alerta para os principais cuidados para evitar a infeção urinária

 

O verão é um período em que as pessoas associam calor, férias, dias de sol, praia. Mas nem tudo são flores; a diversão pode ser prejudicada já que há um aumento dos casos de infecção urinária, comumente observados nesta época.

Na estação, crescem as chances de infecção de urina em razão da presença anormal de bactérias nas regiões do trato urinário.

A doença é muito mais comum no sexo feminino, com até 90% dos casos. “Isso se deve, principalmente, ao fato da uretra feminina ser mais curta (cerca de 5 cm) em relação a do homem e também por ser muito próxima ao ânus – moradia das principais bactérias urinárias” afirma o urologista e Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), Dr. Danilo Galante.

Para aproveitar o que o verão oferece de melhor, o especialista listou 4 principais cuidados que, ao serem adotados, livram qualquer um de sofrer com este desconforto!

Cuidado com a desidratação

O calor também aumenta a desidratação (principal razão para o aumento dos casos de infecção e a ingestão insuficiente de líquidos). Galante recomenda consumir pelo menos dois litros de água por dia.

Biquíni molhado

A exposição à umidade, com uso de roupas de banho molhadas durante o dia todo favorece a infecção por fungos como a candidíase; que acomete homens e mulheres. Este tipo de infecção facilita o processo de infecção urinária por bactérias (ambas acontecem com frequência de forma associada). Galante recomenda secar-se bem após sair da água e trocar o biquíni molhado por uma peça de roupa seca, além de evitar o uso de lingeries com tecidos sintéticos, bem como roupas justas demais, que dificultam a ventilação da região genital.

Alimentação desregrada

A adoção de uma dieta desequilibrada por conta das festas de fim de ano e do período de férias pode ocasionar uma queda da resistência, desequilibrando o organismo e baixando sua proteção, o que favorece a infeção urinária. O especialista aconselha uma alimentação saudável, evitando o consumo em excesso de bebidas alcoólicas.

Não prender a urina

Galante finaliza prescrevendo urinar logo após relações sexuais e não “prender” a urina quando surgir a vontade de ir ao banheiro.

 

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Leia também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2021/01/20/plataforma-da-sandoz-ja-capacitou-mais-de-27-mil-profissionais-do-pdv/


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Vacinas na rede privada podem afetar o SUS

Países como Estados Unidos, Israel e Reino Unido começaram a vacinar a população de forma gratuita no final do ano passado. No Brasil, onde a vacina contra o coronavírus está prevista para chegar no fim de janeiro, clínicas de vacinação privada debatem a possibilidade de oferecer a vacina também.

O anúncio de que as clínicas privadas estão negociando a compra de 5 milhões de doses da vacina indiana contra a Covid-19 tem provocado debates éticos. Por um lado, há um entendimento de especialistas em saúde pública de que, por se tratar de vacina ainda pouco disponível no mundo, a oferta no setor privado pode criar uma disputa com o Sistema Único de Saúde (SUS), aumentando as desigualdades e atrasando a imunização dos grupos prioritários.

Por outro lado, as clínicas privadas argumentam que o objetivo não é competir, mas, sim, complementar a oferta prevista no SUS, atendendo, por exemplo, empresas que querem oferecer a vacina a empregados que não estão hoje nos grupos prioritários previstos pelo Plano Nacional de Imunização.

Segundo Geraldo Barbosa, presidente da Associação Brasileira das Clínicas de Vacina (ABCVac), é uma falácia a alegação de que o setor privado vá concorrer com a rede pública. “Sempre fomos complementares ao SUS, sempre colaboramos com a cobertura vacinal”, disse ele na última segunda-feira, antes de embarcar para a Índia, onde visitará a farmacêutica indiana Bharat Biotech, fabricante da vacina Covaxin.

Barbosa afirma que o objetivo é usar o capital da indústria que pode pagar a vacina aos seus empregados que não estão inicialmente nos grupos prioritários. “Vamos ajudar muito mais do que atrapalhar, vamos ajudar a diminuir a circulação do vírus. Nosso papel é ajudar o governo”, afirmou.

Especialistas em saúde pública, porém, veem na iniciativa um risco de competição. “Hoje há uma escassez absoluta de vacina. O que for para o mercado é o que vai deixar de ir para o público. É diferente de casos em que o mercado aumenta a oferta”, analisa o advogado e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Daniel Wang.

Segundo Barbosa, o setor tomou o cuidado de não negociar com farmacêuticas comprometidas com o governo brasileiro. Também não haveria conflito em relação ao volume de doses. “Por isso a gente conseguiu só 5 milhões de doses. O quantitativo está limitado para o mercado privado.”

O médico, advogado e professor de medicina da Escola de Ciências da Saúde da Universidade Anhembi Morumbi Daniel de Araújo Dourado, diz que as clínicas particulares têm o direito de comprar as vacinas. “Mas se isso acontecer antes de existirem doses suficientes na rede pública, as autoridades podem requisitar essas vacinas para serem distribuídas no SUS”, complementa. A chamada Lei da Covid (Lei 13.979/20) atribui essa prerrogativa tanto ao Ministério da Saúde quanto aos gestores locais de saúde.

Clínicas particulares esperam Anvisa e ABCVac

As clínicas particulares de vacinação em Porto Alegre pensam em começar a debater o assunto somente depois da liberação da Anvisa. A Unimed Porto Alegre afirmou, em nota, que precisa saber, primeiramente, o retorno da Anvisa sobre quais serão as vacinas disponíveis para a comercialização na rede privada antes de fazer o planejamento.

A Clínica Vacine, no bairro Menino Deus, também afirma estar aguardando a liberação da Anvisa. “Não tem como ter uma ideia de quando isso vai acontecer e como vai ser organizado. Não sabemos nem se vai haver essa possibilidade de vacinação pelas clínicas privadas. Mas acho que sim, até porque a rede pública vai ter dificuldade de vacinar todos e as clínicas particulares vão ajudar nessa demanda”, complementa a sócia farmacêutica Andiara Gitz

Por outro lado, a Clínica Imunitá, no bairro Tristeza, já começou a pensar na logística. “O mecanismo de atendimento vai ser definido de acordo com a faixa etária da vacina e o número de doses que vamos adquirir.

Em princípio, irem os atender de forma similar à campanha de gripe: por ordem de chegada e com distribuição de senhas”, explica a enfermeira técnica responsável Danielle Abadi. Ela acredita que, dependendo do laboratório, a compra pode ser facilitada. “Se for algum laboratório que já tem contato, tipo a Pfizer, porque trabalhamos com outras vacinas deles, talvez fique mais viável.”

Fonte: Jornal do Comércio – RS

Leia também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2021/01/11/o-impacto-devastador-da-pandemia-nos-profissionais-de-saude/


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Gestão Hospitalar na pandemia | saudebusiness.com

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Jamais esqueceremos o ano de 2020. A vida de todos foi alterada abruptamente. As empresas precisaram se adaptar ao home office e descobrir novas formas de entregar produtos e serviços, escolas aceleraram o processo de ensino a distância, que ainda era distante para muitas delas, e por aí vai… Mas essas práticas são mais difíceis de serem implantadas na área da assistência médica. Acostumados com consultas presenciais, tivemos a entrada da Telemedicina, que nos ajudou a chegar na casa das pessoas sem que elas precisassem ir ao hospital. Mas, o contato com o paciente, na maioria das vezes, é imprescindível – ainda mais quando falamos em um ambiente hospitalar. Mas, nos adaptarmos à nova doença (e à nova realidade que ela impõe) foi nosso maior desafio.

Para a gestão, uma preocupação permanente foi com os colaboradores. O primeiro passo foi mapear o chamado ‘grupo de risco’ e afastar esses profissionais das atividades. Desse grupo, apenas uma parcela pequena tem condições de realizar o trabalho remoto – quase nenhum ligado diretamente ao cuidado com os pacientes. Em poucos dias, foi necessário um remanejamento de profissionais e a elaboração de um novo fluxo de atendimento. A equipe precisou ser treinada para o atendimento de uma doença que não conhecíamos. 

Novos profissionais foram contratados e treinados. Alguns, infelizmente, acabaram infectados pelo novo coronavírus e precisaram ser afastados. Nesses casos, o afastamento é de, no mínimo, 15 dias. A complexidade dos casos, a sobrecarga e a tensão constante também acabam levando outros colaboradores a pedirem desligamento. É praticamente impossível substituir esses profissionais na mesma velocidade. Aliás, gente especializada para atender casos de Covid-19 está cada vez mais escassa e o processo de contratação e treinamento é demorado, já que deve ser feito com o máximo cuidado. Estamos falando da vida de milhares de pessoas que todos os dias chegam aos hospitais em busca de assistência.

Quando o vírus parecia dar uma trégua, as pessoas se sentiram mais confiantes para sair de casa e as restrições impostas pelos governos ficaram mais brandas. Mas, infelizmente, o que vimos ao longo desses 12 meses é que, quando menos esperamos, tudo recomeça. É um looping infinito de stress e pressão extremas. Que só acabará quando uma parcela significativa da população for imunizada. 

Talvez pelo excesso de confiança de muitos, que deixam de usar  máscaras e higienizar constantemente as mãos, ou por cansaço do isolamento e distanciamento social, estejamos com tamanha dificuldade para controlar essa doença. Com as novas cepas do vírus,os casos de reinfecção aumentaram. Duas semanas após feriados prolongados ou momentos de recesso, hospitais voltam a ficar lotados, cirurgias eletivas são canceladas, leitos de unidade de terapia intensiva ficam lotados e a escassez de profissionais reaparece. 

Ainda bem que a ciência tem conseguido dar respostas rápidas sobre o novo coronavírus. Profissionais que antes se dedicavam apenas ao cuidado dos pacientes, se desdobraram para dar a sua contribuição para as pesquisas, que agora continuam tão relevantes e importantes como no início da pandemia. A cada descoberta, um novo sopro de esperança, assim como novos treinamentos e novas práticas de cuidado implementadas. 

Em menos de 12 meses, foram criadas vacinas, mas, infelizmente, a capacidade de produção é pequena se comparada à demanda. Ainda precisamos de calma, resiliência e cuidado. Falta muito para termos o ‘efeito rebanho’ e ficarmos minimamente protegidos. A máscara, o álcool em gel e o distanciamento devem continuar fazendo parte do cotidiano das pessoas por um bom tempo. Assim como a dedicação dos profissionais nos hospitais devido à complexidade dos casos. Muito se aprendeu sobre o novo coronavírus e mais ainda sobre a força e a capacidade de adaptação dessas equipes. A integração desses profissionais, de tantas especialidades, e a união de pesquisa e prática são os alicerces que devem nos fazer seguir ao longo dos próximos meses. 

Olhando para trás, vemos o quanto já avançamos e, ao mesmo tempo, lamentamos por ainda não estarmos onde gostaríamos. São as dores e as conquistas de quem está vivendo a pandemia de dentro, no olho do furacão.

Sobre o autor

Rogério Fraga é médico urologista e gerente técnico do Hospital Marcelino Champagnat.


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Prescrições eletrônicas serão aceitas pelas farmácias brasileiras

PRESCRIÇÃO ELETRÔNICA

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se manifestou favorável à utilização de assinatura digital em receituários de medicamentos que contenham substâncias da Lista C1 e C5 e dos adendos das Listas A1, A2 e B1 da Portaria SVS/MS n° 344/98, bem como para a prescrição de medicamentos antimicrobianos.

A aceitação das receitas eletrônicas, inclusive de alguns medicamentos controlados pelas farmácias brasileiras, é um marco para todo o setor.  “A partir de agora, receitas legíveis e acessáveis contribuirão para aumentar a segurança ao processo de prescrição/dispensação”, declara Walter da Silva Jorge João, presidente do CFF.

Em 10 de dezembro de 2019, representantes da Anvisa participaram de uma das reuniões do Grupo Interinstitucional de Trabalho (GIT) de Farmácia Digital, do CFF, durante a qual foram debatidos temas relacionados a prescrição eletrônica de medicamentos controlados. “Na ocasião, dialogamos sobre o conteúdo da Nota Técnica em elaboração e a mesma foi enviada, por e-mail, no dia 18 de dezembro, para a Gerência de Produtos Controlados”, detalha a vice-coordenadora do GIT e assessora da presidência do CFF, Josélia Frade. Durante a reunião, também foram apresentadas experiências com prescrição eletrônica.

No final de janeiro (30/01), representantes do GIT estiveram na Anvisa e prosseguiram com a discussão sobre o tema em questão. No dia 20 de fevereiro de 2020, a Anvisa encaminha ao CFF o Ofício nº 7/2020 que responde a consulta realizada pela instituição informando sobre a possibilidade de utilização de assinatura digital, em receituários de medicamentos sujeitos a controle especial.

A Anvisa destaca não haver restrição à utilização de receitas assinadas digitalmente para os medicamentos antimicrobianos  e para substâncias da Lista C1 e C5 e dos adendos das Listas A1, A2 e B1 da Portaria SVS/MS n° 344/98. Todas as receitas digitais, para serem válidas, deverão estar assinadas digitalmente usando a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras (ICP-Brasil).

O coordenador do GIT/Farmácia Digital do CFF, Eugênio Zimmer Neves, destaca que será preparado um material informativo para esclarecer sobre as formas de proceder durante a recepção, validação, dispensação e guarda das prescrições eletrônicas.

Para o presidente do CFF, os farmacêuticos precisam se empenhar muito nas iniciativas de transformação digital da saúde. “No GIT/Farmácia Digital temos contado com a participação de muitas instituições, permitindo um diálogo muito enriquecedor para a profissão. Para fazer gestão em saúde e prestar serviços é cada vez mais necessário ter padrões definidos que permitam troca de  informações. Os farmacêuticos brasileiros estão e estarão empenhados em tornar os tratamentos ainda mais seguros e efetivos por meio da aplicação das tecnologias”.

Veja o posicionamento recebido pelo CFF, da Gerência-Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (GGMON) sobre a possibilidade de assinatura digital em receituários de medicamentos sujeitos controle especial.

Fonte: Comunicação do CFF

O Manual ONA das Organizações Prestadoras de Serviços de Saúde, em sua Versão 2018, trouxe inúmeros requisitos novos aplicáveis às subseções de Atendimento ao Cliente, em especial à Assistência Farmacêutica, que precisam ser incorporados pelas organizações de saúde (que já estão Acreditadas ou buscam pela Acreditação).

Conhecer quais são as ações e a serem implementadas pela equipe assistencial e da Farmácia/Almoxarifado é primordial para que a organização esteja alinhada ao que será exigido nos próximos 4 anos de vigência desta versão do manual.

O profissional que investir em sua capacitação em relação a este tema será considerado referência em sua organização, pois terá o conhecimento do significado de cada requisito e o que é exigido nas visitas de avaliação em relação à Internação.


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Mielite transversa aguda

(Texto atualizado em 17/05/2021 às 02:31 pm)

Geralmente, os sintomas da mielite transversa aguda começam de repente, com dor nas costas e um aperto como se fosse uma faixa em volta da área afetada do corpo (como tórax ou abdômen). As pessoas com esse transtorno também podem ter dor na cabeça ou no pescoço.

Em algumas horas, até alguns dias, formigamento, torpor e fraqueza muscular se desenvolvem nos pés e sobem. A micção fica difícil, embora algumas pessoas sintam uma necessidade urgente de urinar (urgente). Os sintomas podem se agravar no espaço de vários dias e podem se tornar graves, dando lugar a paralisia, perda da sensibilidade e perda do controle dos intestinos e da bexiga.

O grau de invalidez depende da localização (nível) da inflamação da medula espinhal e da sua gravidade.


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Farmacêutica decide pedir à Anvisa autorização para testes da fase 3 de vacina indiana

Farmacêutica decide pedir à Anvisa autorização para testes da fase 3 de vacina indiana

Na semana passada, a Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (Abcvac) assinou contrato com a Precisa Medicamentos de intermediação das suas associadas para a aquisição de 5 milhões de doses da Covaxin.

Assim, cerca de 300 clínicas associadas à ABCVAC poderão firmar acordos individuais com a representante da Bharat Biotech no Brasil para a compra de doses.

Para conseguir a aprovação da Anvisa para uso emergencial de alguma vacina, o laboratório precisa ter feito testes da fase 3 no Brasil.

A Covaxin é produzida na Índia pela Bharat Biotech e no dia 3 de janeiro, teve aprovado seu uso emergencial.

Além disso, no mesmo dia, a Abcvac informou que começou a negociar com o laboratório indiano a compra das 5 milhões de doses para clínicas particulares vinculadas à associação.

Estudos

Os primeiros estudos clínicos com a Covaxin na Índia, mostraram que o imunizante não gera efeitos colaterais graves e produz anticorpos para a Covid-19.

A saber, a aprovação do uso emergencial no país ocorreu, entretanto, antes da conclusão da fase 3 de testes.

Em 12 de janeiro, a Precisa afirmou então, que a Bharat Biotech produz quantidades separadas de vacinas para os setores público e privado.

Isso significa, então, que, de acordo com a empresa, que a destinação de parte da produção para venda privada não afetaria a disponibilidade para o setor público.

O presidente Jair Bolsonaro disse que o governo federal não vai “criar problema” para clínicas privadas comprarem doses de vacinas contra a Covid-19.

Indiana Bharat Biotech vai fornecer a vacina Covaxin para o Brasil

Fonte: G1

Foto: Shutterstock


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Plantão de farmácia: tudo o que você precisa saber

Desde de 1973 o Plantão de Farmácia é obrigatório em todo o país. Com efeito, por lei, todas as cidades precisam possuir farmácias abertas 24 horas. A medida permite a aquisição de remédios a qualquer hora do dia. No entanto, essa lei pode funcionar de formas diferentes dependendo da região.

Dessa forma, você, farmacêutico ou proprietário de farmácias ou drogaria, deve entender o que a  Lei no 5.991 define. Assim, seu negócio estará cumprindo a o regimento e prestando o melhor serviço possível para a sociedade. Para tanto, continue lendo este artigo.

Os plantão de farmácia é obrigatório desde 1973. Entenda como essa lei é cumprida no país.
Desde de 1973, a lei brasileira obriga farmácias e drogarias a revezarem-se em plantões.

Nele, você encontrará informações seguras sobre esse dispositivo legal. Além disso, entenderá como funciona o plantão de farmácia em algumas regiões do país. Dessa maneira, você lerá sobre:

  • Como funciona o plantão de farmácia;
  • Plantão Farmacêutico no Estado do Rio de Janeiro;
  • Plantão de Farmácia na Grande São Paulo;
  • Obrigação de plantão farmacêutico no Distrito Federal;
  • Plantão de farmácia em Salvador (BA).

Plantão de Farmácia: tudo o que você precisa saber

A partir de dezembro de 1973 entrou em vigor a Lei 5991. Esse texto dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, e outras providências. Além de dar definições gerais sobre a atividade do setor, define como devem ocorrer os plantões em farmácias.

Desse modo, o trecho do texto que aborda esse tema é o artigo de número 56. Esse define que as farmácias são obrigadas a fazer plantão. No entanto, nem todos os estabelecimentos são obrigados a prestar esse serviço ao mesmo tempo. A lei, portanto, define de qual forma os plantões devem acontecer.

Assim, o artigo define que deve ser empregada uma política de rodízios. Dessa forma, todas as unidades de um mesmo município devem entrar em consenso a respeito dos dias que farão plantão. A ideia é que existam farmácias abertas ininterruptamente.

Entenda como a lei de plantões de farmácias funciona no Brasil.
Em todo o pais, farmácias e drogarias são obrigadas a atenderem o público por meio de escalas de rodízio.

Contudo, a lei não dispõe sobre a forma com a qual esse rodízio é feito. Essa responsabilidade é, pois, repassada a Estados, Distrito Federal, Territórios e Municípios. Cada uma dessas repartições controla o cumprimento da lei.

Dessa maneira, é comum que municípios ou estados diferentes adotem medidas distintas para manutenção desse rodízio. Você, proprietário de farmácias ou drogarias deve cumprir as definições criadas pela câmara de vereadores no seu município de atividade.

Assim, caso a câmara de vereadores não disponha sobre essa lei, você deve cumprir as definições do seu Estado de atuação. A seguir, entenda como a Lei 5991 é cumprida em algumas cidades e municípios:

Plantão de farmácia no Estado do Rio de Janeiro

No estado do Rio de Janeiro, o plantão de farmácia é previsto pela Lei nº 1562, de 09 de novembro de 1989. Além do rodízio, as farmácias em plantão devem manter sinais luminosos para indicar essa atividade. Os demais estabelecimentos devem manter o endereço das unidades em funcionamento afixados à porta.

A lei estadual do Rio de Janeiro obriga farmácias e drogarias a sinalizarem sua atividade de plantão com sinais luminosos.
No Rio da Janeiro, as farmácias em plantão devem, obrigatoriamente, indicar sua atividade por meio de sinais luminoso.

Ademais, a escala de rodízio é de responsabilidade do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária. Com efeito, esse órgão é uma subdivisão da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro.

Farmácia de plantão na grande São Paulo

Na capital de São Paulo, a escala de rodízio de plantão de farmácias é definida pela Secretaria de Saúde. O órgão deve criar o documento em consenso com o Sindicato de Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos (SINCOFARMA). Na cidade, as diretrizes para plantões estão descritas no decreto nº 28.058.

O sindicado dos farmacêutico da grande São Paulo é responsáveis por criar as escalas para cumprimento dos plantões.
Na grande São Paulo, o rodízio de farmácias em plantão é definido pelo sindicato local da classe.

SINCOFARMA divulga o calendário anual de rodízios em seu site. Ademais, as farmácias que não estão citadas na escala não poderão abrir suas portas nos momentos de rodízio.

Plantões farmacêuticos no Distrito Federal

O decreto nº 35.239, de 19 de março de 2014 define como devem ser os plantões no Distrito Federal. O documento define que, no mínimo, 10% das drogarias e farmácias precisam estar em plantão. O sindicado da classe é responsável por criar a escala. Após isso, a Secretaria Estadual de Saúde deve homologar esse documento.

Entenda como funciona a lei que regula os plantões farmacêuticos no Distrito Federal.
No Distrito Federal, no mínimo, 10% das farmácias devem permanecer em plantão.

Em localidades onde há apenas uma drogaria ou farmácia, essa deve seguir aberta ininterruptamente. Publica-se a escala anual no diário oficial todo mês de março.

Platão Obrigatório para farmácias e drogarias em Salvador

A lei nº 3410, de 07 de novembro de 1984 define como os plantão devem ocorrer na capital da Bahia. O documento define que a Secretaria Municipal de Saúde deve criar a escala. A cidade foi dividida em zonas para bem atender a população.

Desse modo, cada zona deve permanecer com, no mínimo, uma farmácia ou drogaria aberta. As demais devem manter-se com as portas fechadas e afixar cartazes com o endereço da farmácia ativa durante o plantão.

Entenda como funciona a lei que regula os plantões de farmácia em Salvador.
Em Salvador, a ordem dos rodízios são definidos pela Secretaria de Saúde da cidade.

Essas foram algumas das leis que definem o plantão de farmácias pelo Brasil.

Tem dúvidas sobre o cumprimento dessa determinação? Entre em contato com a nossa equipe clicando aqui. Estaremos prontos para te ajudar.


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Fiscais flagram a venda irregular de anticoncepcionais fracionados no centro de Imbituba

Uma farmácia localizada na área central de Imbituba foi flagrada na tarde desta sexta-feira (07) vendendo anticoncepcionais (Diminut e Cerazette) de forma fracionada. Esse tipo de medicamento, que já vem em caixa fechada com 63 comprimidos (três cartelas com 21 drágeas cada), não pode ser fracionável.

Veja também: Farmácia Itinerante levará medicamentos a diferentes regiões de São Sepé

Foram apreendidas 23 caixas violadas de anticoncepcionais. Isso significa que 1449 comprimidos estavam sendo vendidos de forma fracionada. Os fiscais fizeram um auto de intimação e determinaram o descarte imediato dos medicamentos.

A ação ocorreu durante uma inspeção, solicitada pelo próprio estabelecimento, para a liberação de alvará sanitário.

Segundo a Vigilância em Saúde, uma farmácia pode vender remédios fracionados, mas, não anticoncepcionais. Para que um estabelecimento possa vender medicamentos fracionáveis, é necessário seguir alguns pré-requisitos, tais como, a indicação do fabricante, o número de lote, a validade do produto e cada cartela precisa ter uma bula específica.

Em Imbituba, nenhuma drogaria está apta a vender, de forma fracionada, qualquer tipo de medicamento.

Fonte: Site Rádio 89 FM


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Marketing farmacêutico: o que é preciso para conquistar o público?

A crise econômica tem afetado vários segmentos do mercado, incluindo o de farmácias e o de drogarias. E, além desse problema, o aumento da concorrência vem forçando uma mudança de atitude por parte desses setores.

Cada vez mais, os gestores dessas áreas têm sentido a necessidade da implementação de estratégias de marketing farmacêutico mais eficazes para ajudar a maximizar as suas vendas. E você, sabe quais estratégias seriam adequadas para impulsionar o seu negócio?

Neste post, abordaremos algumas dicas para ajudá-lo a conquistar mais clientes e aumentar a sua fidelização. Fique de olho:

Por que preciso investir em marketing farmacêutico?

As ações de marketing farmacêutico são necessárias para que as farmácias e as drogarias consigam se comunicar com um público cada vez mais exigente.

Porém, esse segmento esbarra em algumas normas próprias para divulgação e para publicidade dos seus serviços.

A comunicação com o seu consumidor deve ser diferenciada, seguindo leis e decretos que determinam regras um pouco mais rígidas para o setor — afinal, ele lida com um bem bastante precioso: a saúde das pessoas.

Mas, neste post, não estamos falando de marketing voltado apenas para as vendas em si, mas sim de várias outras ações, como captação, retenção e fidelização de clientes.

A partir dessas ações, você poderá tomar outras decisões que nortearão o direcionamento de estratégias complementares.

O marketing farmacêutico pode contemplar ações que permeiam desde a análise e a escolha de um público-alvo até a comunicação e o ticket médio de cada cliente.

Como fazer marketing farmacêutico na minha empresa?

Faça marketing de relacionamento

Muitas empresas pecam por negligenciar o retorno que uma boa experiência do consumidor pode trazer para a marca.

Nesse sentido, o marketing de relacionamento funciona como uma das mais potentes ferramentas capazes de atrair e fidelizar clientes, tornando-os defensores da sua marca.

Você deve estar se perguntando: é complicado ou caro implementar esse tipo de marketing na minha empresa? Não. Você pode partir de pequenas atitudes que fazem toda a diferença, como:

  • crie um vínculo pessoal com o cliente: começar a chamá-lo pelo nome é um bom começo;
  • seja gentil, ouça e dialogue: mostre interesse pelo problema do cliente e se disponha a ajudá-lo;
  • procure manter o vínculo pós-venda;
  • mantenha uma base de dados dos clientes para felicitá-los em datas importantes;
  • ofereça brindes e benefícios;
  • trate o cliente como você gostaria de ser tratado.

Percebeu como simples atitudes podem ser altamente eficientes para conseguir manter um cliente fiel à sua farmácia ou à sua drogaria?

Invista no marketing de fidelização

Muitos pensam que só porque têm um pequeno estabelecimento não é preciso fazer marketing para fidelizar clientes. Ledo engano! Encantar o comprador e investir na sua fidelização é uma grande chance de aumentar o seu portfólio de clientes.

Criar programas de fidelização (um cartão, por exemplo), é ideal para oferecer descontos ou outras bonificações que deixem o cliente satisfeito. E todos sabem: cliente satisfeito é sinônimo de cliente fiel.

Aproveitando o gancho do marketing de relacionamento, você pode combinar as 2 estratégias e condicionar o cliente a fazer um cadastro para receber o cartão e os benefícios que ele oferece.

O fundamental é que o cliente perceba que, sempre que compra na sua farmácia ou na sua drogaria, ele é recompensado de alguma forma por ter dado preferência aos seus serviços.

Outros benefícios podem ser concedidos com intuito de fidelização, como:

  • serviços de delivery;
  • promoções personalizadas;
  • oferta de conteúdos informativos da área farmacêutica em blogs ou em redes sociais.

Segmente clientes com a geolocalização

Atualmente, várias empresas estão utilizando ferramentas de geolocalização como um instrumento de marketing para segmentar o seu público.

Essa é uma estratégia que torna possível encontrar e se conectar com o seu consumidor por meio de vários canais onde quer que ele esteja.

Como o marketing está sempre evoluindo, você também pode utilizar o geomarketing — uma estratégia de marketing que consiste em inteligência de localização, ou seja, você poderá seguir os passos do seu cliente para localizá-lo no lugar e na hora que achar melhor.

Faça parcerias com profissionais de saúde

Ninguém chega a lugar algum sozinho. Muitas vezes, buscar parcerias com outros profissionais da área de saúde pode ser uma saída barata e eficiente.

Podemos dizer que é um tipo de marketing boca a boca entre parceiros. Você indica um médico especialista, por exemplo, e ele indica a sua farmácia para os seus pacientes.

Faça uma troca: deixe os seus panfletos no consultório e, em contrapartida, você entrega o cartão do médico para os seus clientes. Simples assim.

Há outros meios de ampliar essa parceria com representantes ou com fornecedores de medicamentos e de outros produtos para a sua farmácia. Lembre-se: toda parceria é válida.

Além disso, vários médicos possuem blogs, onde eles publicam conteúdo. Um bom exemplo é o blog Dermatologia Capilar, da Doutora Amanda Gomes. Enviar conteúdo e fazer guest posts nestes blogs, pode ser uma ótima idéia.

Otimize a distribuição de produtos dentro da loja

Pode parecer bobo, mas a forma como os seus produtos estão dispostos nas prateleiras pode influenciar de maneira significativa o aumento do consumo.

Essa estratégia é fantástica, pois, segundo pesquisas, 85% das pessoas tomam sua decisão de compra somente no ponto de venda.

Você também pode fazer merchandising para incentivar o cliente a comprar mais do que ele pretendia quando entrou na sua drogaria. Você conhece o seu público-alvo e sabe o que é mais atraente para ele. Então, não perca a chance de encantá-lo.

Crie um blog

Hoje, ser inovador é o que diferencia os melhores dos piores. Não é porque você considera ter um negócio pequeno, por exemplo, que não pode ter um blog ou interagir nas redes sociais com os seus clientes.

Estudos mostram que mais de 72% dos usuários da internet sempre buscam por conteúdos relacionados à saúde antes mesmo de procurar um médico.

Com um blog bem otimizado, você pode fornecer essas informações para os seus clientes de forma clara e objetiva.

Busque entregar o melhor conteúdo e divulgue os seus produtos — de maneira sutil — para ajudar a solucionar o problema das pessoas.

Invista em vendas online

Não faz muito tempo que a forma de comunicação mudou e que a era digital fez com que o marketing tomasse novos rumos.

As empresas farmacêuticas precisam, urgentemente, adaptar os seus negócios a essa nova realidade. É hora de encarar a realidade digital não como uma inimiga, mas como uma aliada para lidar com o novo perfil de consumidores.

Por que não começar a investir em vendas online e fazer seu marketing farmacêutico nesse ambiente para alcançar mais clientes e potencializar as suas vendas? Esse pode ser o seu diferencial. Pense bem!

Gostou do tema deste post? Então leia este outro texto: “Como trabalhar com marketing digital? Ferramentas, cursos e dicas para quem está começando“.

Fonte: Rockcontent


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Farmacêuticas aumentam preço de 600 medicamentos nos EUA

Farmacêuticas aumentam preço de 600 medicamentos nos EUA

(Texto atualizado em 10/05/2021 às 03:38 pm)

A pandemia da Covid-19 não inviabilizou o reajuste de preços dos medicamentos praticado pela indústria farmacêutica norte-americana. Apesar de mais baixos em comparação com anos anteriores, levantamento da plataforma de pesquisa de preços Good RX relacionou cerca de 600 medicamentos que apresentaram uma média de 4,2% de aumento nos valores. As informações são do portal Fierce Pharma.

A Pfizer elevou os preços de mais de 130 produtos no início do ano, variando de um salto de 0,22% para o antiarrítmico Norpace CR a um aumento de 5,14% para a vacina pneumocócica Prevnar 13 – a mais vendida do mundo. A Allergan, adquirida no ano passado pela AbbVie, aumentou os preços de mais de 30 remédios em 5%. A companhia também promoveu reajustes em percentuais abaixo de um dígito.

Já a Bristol Myers Squibb (BMS) ampliou os valores de 11 medicamentos, sendo que a maior alta foi de 6% para o anticoagulante Eliquis, produzido em parceria com a Pfizer. A GlaxoSmithKline (GSK) reajustou os preços de 31 itens – 7% para o imunizante voltado à herpes zoster Shingrix e 8,59% para a vacina combinada contra difteria, coqueluche e tétano.

As farmacêuticas AstraZeneca, Sanofi, Gilead Sciences e Bayer subiram os preços de mais de dez medicamentos, mas em percentuais abaixo de um dígito. Por outro lado, o reajuste na Teva Pharmaceutical Industries saltou 9% e englobou 16 fármacos. A maior elevação até agora neste ano vem da Vifor Pharma, com elevação de 14,58% do Venofer, usado no tratamento de anemia por deficiência de ferro.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Fiscalização nas farmácias de manipulação: Polícia Federal

Desde de 2019, a fiscalização nas farmácias de manipulação sofreu alterações. Assim, o setor responsável pelas mudanças foi a Polícia Federal.

Com efeito, esse órgão atua diretamente na fiscalização dos insumos e produtos manipulados. Dessa maneira, para evitar problemas legais é bom ficar atento.

Conheça que documentos são exigidos pela `Polícia Federal durante a fiscalização nas farmácias de manipulação
Farmácias de manipulação e a fiscalização da Polícia Federal

Assim, para auxiliar os farmacêuticos e empresários do setor, criamos este artigo. Destarte, nosso objetivo é discutir a respeito das exigências de uma fiscalização da Polícia Federal.

Dessa forma, seu negócio estará assegurado e livre de qualquer punição por erro ou descuido.

Para tanto, apresentaremos os documentos exigidos em uma fiscalização da PF. Além disso, trataremos sobre os produtos químicos controlados por esse órgão.

Fiscalização nas farmácias de manipulação: quais são as exigências da Polícia Federal?

A crise do Coronavírus movimentou e muito o setor das farmácias de manipulação no Brasil e no mundo.

Mormente, uma das principais mudanças foi a liberação para a fabricação de álcool em gel. Essa alteração foi imposta pela Anvisa e veio acatar a grande demanda pelo produto.

No mesmo período, a fiscalização nas farmácias de manipulação apresentou aumento considerável.

Com efeito, houveram muitas denúncias de cobranças exorbitantes no valor de produtos básicos como o próprio álcool em gel e até a cloroquina.

Em algumas farmácias de manipulação, o álcool em gel era vendido com acréscimo de 80% do valor. Dessa mesma forma, comprimidos de cloroquina passaram a custar quatro vezes o preço normal.

Entenda como funciona a fiscalização de farmácias de manipulação da polícia federal.
Como a polícia federal atua durante uma fiscalização de farmácias de manipulação.

Além disso, vale ressaltar que a cloroquina é essencial no tratamento de doenças como malária, amebíase, artrite reumatoide e entre outras.

Dessa forma, nunca foi tão importante estar pronto para uma eventual fiscalização da Polícia Federal.

Para tanto, é necessário estar de acordo com as resoluções impostas pela PF através da Portaria N° 240, de 12 de março de 2019. O documento descreve a documentação exigida e todos os trâmites da fiscalização.

A seguir, descreveremos toda a documentação exigida pela PF durante a fiscalização nas farmácias de manipulação.

Dessa forma, continue acompanhando este artigo para verificar se sua empresa incorreria em pendência documental em caso de fiscalização.

Fiscalização nas farmácias de manipulação: documentos exigidos pela Polícia Federal

A Portaria N° 240, de 12 de março de 2019, dispõe de procedimentos para o controle e a fiscalização. Além disso, define que produtos químicos estão sujeitos ao controle da Polícia Federal.

Conheça a lista de documentos exigidos durante a fiscalização das farmácias de manipulação.
Saiba que documentos são exigidos durante uma fiscalização da PF.

O capítulo I, artigo 2° dessa portaria define que documentos serão solicitados durante uma fiscalização da Polícia Federal. Dessa forma, acompanhe abaixo a lista:

Documentos exigidos em uma fiscalização de farmácia de manipulação (Polícia Federal):

  • Certificado de Registro Cadastral;
  • Certificado de Licença de Funcionamento;
  • Autorização Especial;
  • Mapas de Controle;
  • Notas fiscais, manifestos e outros documentos fiscais; e
  • Termo ou documento equivalente que comprove a destruição de produto químico.

Dessa lista, vale ressaltar os documentos Certificado de Registro Cadastral (CRC) e Certificado de Licença de Funcionamento (CLF). Polícia Federal é o órgão responsável pela emissão desses.

O CRC tem como função formalizar a aptidão da pessoa física ou jurídica para manipulação de produtos químicos controlados.

Por sua vez, o CLF é o documento de pessoa jurídica. Esse formaliza a  atividade não eventual de manipulação de produtos químicos sujeitos a controle e fiscalização.

Ambos são disponibilizados por via eletrônica para todo país.

A Portaria n° 240 define que o CLF é renovável anualmente. A não solicitação de renovação em tempo hábil implica no cancelamento automático da licença.

Além de conhecer os documentos exigidos em fiscalização nas farmácias de manipulação, é importante conhecer os produtos controlados.

Assim, continue lendo este artigo para saber que compostos químicos são de uso controlado pela Polícia Federal.

Produtos químicos controlados pela Polícia Federal

A lista de produtos químicos controlados pela Polícia Federal abrange quase toda a atividade das farmácias de manipulação.

Essa está, pois, no Diário Oficial da União – seção 1 – N° 50, quinta-feira, 14 de março de 2019 (ISSN 1677-7042), páginas 44 e 45.

Conheça que produtos químicos utilizados em farmácias de manipulação são controlados pela Polícia Federal .
Conheça que produtos químicos são fiscalizados pela Polícia Federal.

Os produtos químicos desta lista estão sujeitos a controle e fiscalização a partir de 1 grama ou 1 mililitro. Para esse fim, não se considera a concentração em que se encontram.

Ademais, produtos obtidos por importação, exportação ou reexportação estão submetidos às mesmas regras.

Tem dúvidas quanto a fiscalização nas farmácias de manipulação? Entre em contato com a nossa equipe clicando aqui!


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Novo teste diferencia Covid-19 das demais infecções respiratórias

Trabalhando continuamente em recursos inovadores, que auxiliem na pesquisa e diagnóstico na área da saúde, a QIAGEN – multinacional alemã especialista em tecnologia para testes moleculares – apresenta seu sistema de testes sindrômicos para pacientes respiratórios. O QIAstat-Dx é uma ferramenta laboratorial de testagem capaz de identificar e diferenciar uma série de patógenos simultaneamente, e identificar, inclusive, se o indivíduo está contaminado por mais de um agente infeccioso ao mesmo tempo.

Veja também: Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica alerta para o momento crítico da pesquisa clinica no…

‘O objetivo da QIAGEN é auxiliar, principalmente, no diagnóstico correto de doenças que apresentam sintomas parecidos. Essa ferramenta dará as diretrizes para a conduta médica mais adequada, ao eliminar as incertezas no tratamento, com o uso dos medicamentos corretos, proporcionando uma abordagem mais responsável em termos de administração e resistência aos antibióticos’, destaca Paulo Gropp, vice-presidente da QIAGEN na América Latina.

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Ao apresentar sintomas clínicos parecidos, como febre, tosse, dor de cabeça, entre outras, as doenças respiratórias impõem dificuldade ao diagnóstico baseado apenas na avaliação médica dos pacientes, consequentemente, ao tratamento mais adequado para combater determinada infecção. Por isso, a proposta do QIAstat-Dx é permitir a testagem de um painel respiratório do paciente, ao identificar qual dentre 22 principais agentes, entre bactérias e vírus, é o causador dos sintomas, incluindo o SARS-Cov-2, o novo coronavírus.

De acordo com o médico intensivista do Hospital das Clínicas, Daniel Joelsons, os testes sindrômicos são fundamentais, principalmente, para os profissionais que atuam na linha de frente da Covid-19. ‘Essas ferramentas são de extrema importância para concluirmos o diagnóstico do paciente. Caso a infecção seja por bactéria, já iniciamos a administração de antibióticos. Se o paciente estiver contaminado pelo novo coronavírus, providenciamos seu isolamento e tratamento adequado. Os testes sindrômicos facilitam o trabalho da equipe médica e reduzem os efeitos colaterais dos medicamentos desnecessários’, declara o especialista.

Voltado ao diagnóstico clínico e com registro ativo na ANVISA, o QIAstat-Dx realiza, de forma rápida e sem necessidade de manipulação, o diagnóstico direto de amostras de swab nasofaríngeo de pacientes com suspeita de infecção respiratória, e libera o resultado da análise em até uma hora. Sua tecnologia tem o potencial de diminuir o tempo de permanência do paciente no hospital, evitar internações desnecessárias e identificar pacientes que, dependendo da contaminação, precisam de isolamento ou demais medidas de controle da infecção.

‘A utilização da ferramenta oferece ganhos para o paciente, que recebe o tratamento correto e eficaz, se recupera e se reestabelece mais rápido. Tanto para o sistema de saúde, evitando uso de medicamentos incorretos, diminuição do tempo e internação, reduzindo custos e aumentam-se as vagas para os pacientes que precisam de fato de uma internação, para acompanhamento dos casos mais críticos’, finaliza Paulo Gropp.

Fonte: Medicina S/A


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Farmacêuticos alertam para uso irregular de remédios sem receita

De sintomas gripais a dores de cabeça, a população brasileira já está acostumada a se automedicar, no caso de sintomas leves, com medicamentos isentos de prescrição (MIP). Uma pesquisa do Conselho Federal de Farmácia apontou, inclusive, que em 2019, 77% dos brasileiros se automedicavam sem passar pela orientação de médicos ou profissionais de saúde. Contudo, o Conselho Regional de Farmácia (CRF) alerta para o uso irregular dessas substâncias, que podem trazer riscos para a saúde.

Veja também: Com Clinicarx, Drogaria Araujo chega a 95 de lojas com serviços clínicos

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Fonte: O Estado do Maranhão


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A satisfação do paciente pode ser afetada pelas características do paciente e dimensões de qualidade

Satisfação do paciente

Um estudo publicado na famosa revista International Journal for Quality in Health Care, buscou examinar a relação entre as características dos respondentes e as dimensões percebidas da qualidade dos cuidados de saúde para a satisfação geral do paciente em atendimento ambulatorial.

No projeto, um questionário sobre a percepção da qualidade da assistência à saúde foi enviado a pacientes em atendimento ambulatorial. Todos os centros médicos no condado de Östergötland (Suécia) foram envolvidos.

Um total de 7.245 pacientes com 20 anos ou mais responderam à pesquisa e forneceram suas próprias avaliações do atendimento.

Leia também: A experiência do paciente é diferencial estratégico dos serviços de saúde

A satisfação global do paciente foi a medida considerada principal como avaliação geral do atendimento no centro médico. A relação entre as características dos respondentes, dimensões de qualidade e satisfação global foi examinada por meio de regressão linear.

Estes foram os resultados gerais:

  • Pacientes mais jovens em atendimento de emergência foram o grupo menos satisfeito (54%);
  • Pacientes mais velhos com excelente estado de saúde foram o grupo mais satisfeito (90%).
  • Pacientes com percepção de melhor estado de saúde e pacientes com menos educação estavam mais satisfeitos do que pacientes com mais educação ou pior estado de saúde.
  • As duas dimensões mais fortemente associadas positivamente à satisfação global foram receber a ajuda médica esperada e ser bem tratado pelo médico.
  • Esperar na recepção sem obter informações correlacionou-se negativamente com a satisfação do paciente.
  • A participação na tomada de decisão médica correlacionou-se positivamente.

Ao usar uma população completa de pacientes, incluindo todos os tipos de especialidades médicas, os autores identificaram um conjunto de características comuns de respondentes e dimensões de qualidade que estão relacionadas à satisfação global em atendimento ambulatorial hospitalar.

Tais dados podem ser úteis para melhor compreensão e melhoria da qualidade dos serviços prestados às diferentes populações.




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Termo contribui para adequação à lei de logística reversa

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Documento prevê o compartilhamento de informações e esforços que possam contribuir com o cumprimento das legislações ambientais acerca da logística reversa de produtos eletroeletrônicos e suas embalagens

Mais um passo foi dado pela ABIMED – Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde na busca por contribuir com seus associados ao atendimento à lei de obrigatoriedade da implantação de sistemas de logística reversa em âmbito nacional. Foi firmado um acordo de cooperação entre a entidade e a ABREE – Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos, visando facilitar o atendimento às necessidades individuais dos associados, de acordo com o disposto na legislação pertinente, tais como a implantação de um sistema de logística reversa de eletroeletrônicos e suas embalagens e o acompanhamento das demandas ambientais relacionadas ao gerenciamento de resíduos sólidos.

A parceria também busca proporcionar mais conhecimento sobre a lei por meio da oferta de palestras, seminários, compilação de materiais, reuniões, dentre outras atividades nas esferas pública e privada.

“Esta ação tem o objetivo de contribuir para que os associados da ABIMED possam se adequar ao disposto nas legislações ambientais acerca da logística reversa de produtos eletroeletrônicos e suas embalagens, sendo que a Associação reforça a recomendação de que cada associado gerador de resíduos de equipamentos eletromédicos, que não sejam os eletroeletrônicos definidos na lei, adotem e executem as ações previstas em seu respectivo programa de gestão de resíduos sólidos”, diz o gerente de Ralações Institucionais e Governamentais Regional São Paulo da ABIMED, Fabio F. Mazza.

“A parceria com a ABIMED é muito importante para a ABREE, que é a mais representativa entidade gestora do setor, sendo responsável por definir e organizar o gerenciamento de resíduos sólidos de 152 marcas do mercado brasileiro. Com mais de 1.300 pontos de recebimento espalhados por todo o Brasil para dar alternativas para os consumidores criarem a cultura de descartar corretamente seus produtos pós-consumo e por meio de parcerias estratégicas, como esta, trabalhamos para a criação de um ecossistema sustentável de logística reversa no Brasil”, afirma a gerente executiva da ABREE, Mara Ballam.

Sobre a ABIMED

A Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde (ABIMED) congrega empresas nacionais e multinacionais que representam cerca de 65% do setor de equipamentos e dispositivos médicos no Brasil (0,6% do PIB nacional). A Associação tem como princípio contribuir para a promoção de um ambiente saudável, sustentável e propício à inovação tecnológica e à competitividade de suas associadas nos mercados local e global, bem como contribuir para o desenvolvimento do setor de saúde no Brasil, com foco no paciente, propiciando à população brasileira acesso a tecnologias de saúde inovadoras e de alta performance. A ABIMED possui em seu DNA a ética e a transparência que pautam sua atuação na representação da indústria, sendo a primeira entidade do setor a lançar um Código de Conduta para seus associados.

Sobre a ABREE

Fundada em 2011, a ABREE, ou Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos, é uma entidade gestora sem fins lucrativos, que define e organiza o gerenciamento de resíduos sólidos, implementando sistemas coletivos de logística reversa e promovendo economia de grande escala ao reduzir os custos operacionais e de transações. Com 44 Associados, que representam 152 marcas, a ABREE é responsável pelo gerenciamento do sistema através da contratação, fiscalização e auditoria dos serviços prestados por terceiros, para a implementação de sistemas coletivos de logística reversa, além de contribuir com informações para todos os envolvidos da cadeia que são responsáveis para a viabilização da logística reversa de eletroeletrônicos e eletrodomésticos no país.


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Como a tecnologia da NVIDIA está envolvida na descoberta de novos remédios

Quem conhece a NVIDIA somente pela sua fama nas placas de computadores que fazem a alegria dos gamers podem não saber, mas a empresa emprega sua tecnoogia em outras frentes de interesse geral, como remédios, por exemplo. Na semana passada, a NVIDIA Enterprise anunciou parceria estratégica com a Schrödinger, que aproveita os sistemas NVIDIA DGX A100 para expandir ainda mais a velocidade e a precisão da plataforma computacional de descoberta de drogas da Schrödinger e permitir uma avaliação rápida e precisa de bilhões de moléculas para o desenvolvimento potencial terapêutico.

As empresas otimizarão a plataforma de software da Schrödinger, projetada para modelar e calcular as propriedades de novas moléculas, para a NVIDIA DGX SuperPOD, desenvolvido com os sistemas NVIDIA DGX A100 e a rede NVIDIA InfiniBand HDR.

Com a novidade, será possível criar modelos baseados na física no conjunto de produtos da Schrödinger e haverá suporte para a NVIDIA Clara Discovery, uma coleção de frameworks de IA, aplicações e modelos pré-treinados de última geração para a descoberta de medicamentos computacional mais avançada. As empresas também colaborarão em avanços científicos e de pesquisa para adaptar a computação baseada na física e o machine learning à descoberta de medicamentos.

A Schrödinger usa soluções baseadas na física com a maior potência computacional possível para avaliar milhares de moléculas para cada candidato a medicamento em potencial. Essa tarefa exige centenas de horas de uso da GPU em computadores de alto desempenho.

Graças à colaboração, o setor farmacêutico inteiro, que conta com mais de 3 mil empresas, de startups a multinacionais, poderá acelerar a descoberta de medicamentos na escala da supercomputação. A solução desenvolvida em conjunto permitirá que empresas de todos os portes simulem combinações moleculares com física e IA para identificar e otimizar os componentes mais promissores para possível uso terapêutico. As empresas farmacêuticas podem realizar essas pesquisas em clouds privados fáceis de implantar com a plataforma da Schrödinger em execução na NVIDIA DGX SuperPOD, que pode ser instalado no local ou em uma unidade de colocação.

‘O modelo preditivo integrado a nossa plataforma foi criado para ampliar e acelerar significativamente a busca por moléculas terapêuticas de alta qualidade, e a NVIDIA é um parceiro de tecnologia importante nesse projeto’, afirma Patrick Lorton, diretor de tecnologia da Schrödinger. ‘Nosso software computacional avançado ajuda as maiores empresas farmacêuticas do mundo a explorar mais do espaço químico e identificar candidatos de alta qualidade com mais rapidez, com muito menos custo de computação que os métodos tradicionais. Temos orgulho de trabalhar com a NVIDIA para que esse processo corra com ainda mais fluidez.’

As equipes de pesquisa e engenharia da NVIDIA estão trabalhando para melhorar e otimizar o conjunto da Schrödinger para a arquitetura NVIDIA Ampere e sua tecnologia de GPU multi-instância. Os clientes poderão facilmente implementar o software da Schrödinger em um único sistema DGX ou um cluster de 20 ou mais unidades para criar uma DGX SuperPOD. Assim, será possível dimensionar a plataforma da Schrödinger para diversos programas de medicamentos, além da triagem e da avaliação de bilhões de moléculas por semana.

‘Com a combinação avançada de simulação e machine learning da Schrödinger, a descoberta de medicamentos computacional aumentará a precisão’, conta Kimberly Powell, vice-presidente da área da saúde da NVIDIA. ‘Juntos, oferecemos ao setor farmacêutico uma ferramenta científica que proporciona a identificação de compostos com um rendimento extremamente alto, acelerando e contribuindo para o sucesso dos candidatos.’

Fonte: Observatorio de Games


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