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ABComm estima que comércio eletrônico vai gerar R$ 106 bi em 2020

(Texto atualizado em 09/11/2020 às 11:29 am)

Segundo as estimativas da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), até 2020, as vendas brasileiras de comércio eletrônico crescerão 18%. Assim atingindo R$ 106 bilhões. Esse número é 18% superior ao do ano anterior.

A entidade afirmou que mercados, microempresas e bens adquiridos por meio de smartphones foram os principais fatores que contribuíram para esse resultado. A tarifa média é de cerca de 310 reais, com aproximadamente 68 milhões de consumidores. E cerca de 342 milhões de pedidos movimentados.

De acordo com o presidente da ABComm, Maurício Salvador, até o final deste ano, haverá aproximadamente 135.000 lojas de comércio eletrônico ativas no Brasil. A maioria delas pequenas e pequenas empresas (PMEs), que estarão nas áreas de marketing e logística digital Abra muitas vagas. E tecnologia.

Contudo, a previsão da ABComm é que 37% das transações do comércio eletrônico sejam feitas via smartphones. E o mercado de transações representará 38% de todas as vendas.

“Nossa loja virtual brasileira ainda tem a oportunidade de vender produtos a consumidores estrangeiros. Pois a taxa de câmbio de exportação é favorável”, afirmou El Salvador.

Mas outro fator que pode ter um impacto positivo no setor de comércio eletrônico é a ratificação da Lei Complementar 148/2019 (PLP). Ela trata de questões multicanais e facilitará a vida dos consumidores que podem comprar pela Internet e escolher um próximo.

“Se o projeto for aprovado no primeiro semestre do ano, o crescimento da receita será mais expressivo”, afirmou El Salvador.

O PLP 148/2019, preparado pelo vice-primeiro-ministro Enrico Misasi (PV / SP), ainda está em consideração no Parlamento e foi aprovado pelas principais comissões. Agora, há uma votação.

Fonte: Eu Quero Investir


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Vendas genéricos cresce 11% no 3º trimestre de 2020

genericos medicamentos

O desempenho do setor foi duas vezes maior que o conquistado pelo mercado total de medicamentos. Apesar do resultado, indústria sofre pressão de custos com alta do dólar e aumento do preço de matérias primas no mercado internacional.

A indústria de medicamentos genéricos registrou vendas de 423 milhões de unidades no varejo farmacêutico no terceiro trimestre deste ano, consolidando crescimento de 11,08% frente ao mesmo período do ano anterior.

O desempenho dos genéricos foi superior ao registrado pelo mercado farmacêutico total, que cresceu 5,36% em unidades no mesmo período. Os dados são da PróGenéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos), com base em levantamento do IQVIA, empresa que audita o varejo farmacêutico no país.

Em faturamento, o setor de genérico registrou alta de 20% no terceiro trimestre, frente ao período de 2019, atingindo a marca de R$ 3.119 bilhões, já considerados os descontos concedidos ao varejo. O crescimento é reflexo do aumento de volume e da expansão das vendas de genéricos de maior valor agregado, caso dos produtos voltados para o tratamento do sistema nervoso central, por exemplo.

“O mercado de genéricos cresceu o dobro do mercado total de medicamentos. Esses dados comprovam que os genéricos seguiram cumprindo seu papel de fortalecer o acesso a medicamentos neste momento de pandemia. Os consumidores, em virtude do preço, qualidade e eficácia, buscaram refúgio nos genéricos para dar continuidade a seus tratamentos”, explica Telma Salles, presidente da PróGenéricos.

Apesar do crescimento importante, Salles aponta que, ainda por conta da pandemia, a indústria enfrenta forte pressão nos custos com a alta do dólar e dos preços praticados no mercado internacional e refletidos nos insumos adquiridos para produção medicamentos. “Vendas e faturamento cresceram, mas a indústria segue pressionada na ponta pelos custos”, avalia a executiva.

Acumulado do ano: janeiro a setembro de 2020

No acumulado do ano, a indústria de medicamentos genéricos registrou crescimento de 13% no número de unidades vendidas no período de janeiro a setembro de 2020 se comparado com o mesmo período de 2019. No total, foram comercializadas 1.237 bilhões de unidades, de acordo com balanço da PróGenéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos).

No mesmo período, o mercado farmacêutico total registrou expansão menor do que o mercado de genérico. Entre janeiro a setembro de 2020, o mercado farmacêutico total cresceu 8,79% se comparado com 2019. Foram comercializados 3.529 bilhões de unidades.

De acordo com o balanço da PróGenéricos, as vendas do segmento registraram crescimento de 19,42%, somando R$ 8.643 bilhões nos nove primeiros meses de 2020, também considerando os descontos concedidos ao varejo.

Com o resultado, os genéricos representam mais de 1/3 do mercado total de medicamentos, em unidades. O índice corresponde apenas às vendas realizadas no varejo e não compreende as vendas para hospitais e setor público.

Economia e benefício para o consumidor

Ainda de acordo com o balanço da PróGenéricos, desde que chegaram ao mercado, em 2000, os genéricos geraram uma economia superior a R$ 169,3 bilhões em gastos com medicamentos para os consumidores brasileiros. O valor é potencialmente maior, uma vez que esse indicador só considera o desconto de 35% previsto em lei.

“O desempenho dos genéricos se deve basicamente à combinação do binômio qualidade e preço. Os consumidores sabem que os genéricos são eficazes e muito mais baratos que os medicamentos de referência”, complementa Telma.

Atualmente, 87 laboratórios comercializam medicamentos genéricos no país. O mercado tem 3.325 registros válidos de genéricos e mais de 21,7 mil apresentações, de acordo com a Anvisa.

Os genéricos são largamente utilizados para no tratamento de doenças crônicas, aquelas que necessitam de uso contínuo de medicamentos. Algumas dessas doenças, como o diabetes, se mostraram agravantes para os riscos do novo coronavírus. Isso fez com que o consumidor redobrasse cuidados, o que se refletiu nas vendas. Os genéricos mais vendidos em 2020 são: Losartana, Hidroclorotiazida, Dipirona Sodica, Sildenafila e Atenolol.

Fonte: Pfarma


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Drogaria Total planeja 550 farmácias em 2020

Drogaria Total planeja alcançar o marco de 550 farmácias em 2020

(Texto atualizado em 18/06/2020 às 04:57 pm)

A Drogaria Total, rede associativista do Grupo Total – formado por 467 farmácias tradicionais, oito Drogarias Total Popular e a Coopertotal, uma cooperativa de compras – espera até o final do ano abrir mais três unidades populares, todas localizadas no estado de São Paulo (SP), e 72 lojas tradicionais em diferentes localidades. Assim, visando totalizar 550 farmácias pelo Brasil em 2020.

Só no estado de São Paulo, o Grupo está presente em mais de 280 cidades e também conta com lojas em Minas Gerais e no Paraná. Leia mais ›


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Suspensão da Abradilan Conexão Farma 2020

Abradilan Conexão Farma terá conteúdo exclusivos e de alta performance

A Conselho Diretivo da Abradilan comunicou na noite da última quinta-feira (12) a suspensão da Abradilan Conexão Farma, que aconteceria nos dias 17, 18 e 19 de março, e o Encontro de Líderes, que aconteceria no dia 17 de março e contaria com a participação do presidente da Febrafar Edison Tamascia.

A decisão se deu em função dos últimos acontecimentos relacionados ao Corona Vírus – COVID 19, visando assim a segurança de todos relacionados ao evento.

Segue abaixo o comunicado oficial da Abradilan:

“COMUNICADO ABRADILAN 

São Paulo, 12 de março de 2020.   A Abradilan – Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos informa que tomou a decisão de suspender a realização do evento Abradilan Conexão Farma, que ocorreria entre os dias 17,18 e 19 de março, no Expo Center Norte-SP.

Estávamos monitorando diariamente as orientações do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo e os acontecimentos sobre o Corona Vírus – COVID 19 e decidimos, por precaução, e em nome da saúde e segurança publica não realizar o evento neste momento.

Pedimos desculpas aos nossos associados, sócios colaboradores, expositores, patrocinadores, fornecedores e palestrantes e todos os convidados pela decisão, mas a declaração de Pandemia pela OMS em combinação com a piora de cenário, especialmente em São Paulo foram imperativos na decisão.   Nos próximos dias daremos mais detalhes.

Atenciosamente,

Conselho Diretivo da Abradilan”

A diretoria da Febrafar apoia incondicionalmente a decisão da Abradilan, sabedora que essa é a mais acertada para o momento e dará todo apoio para que o evento seja retomado o mais breve possível e com toda a grandeza que é característica.


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Reajuste do preço dos medicamentos 2020

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 08:25 pm)

custo medicamentos

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) deve aprovar um reajuste entre 3,15% e 5,13% para os medicamentos em 2020.

No dia 9 de março foi publicado em Diário Oficial da União (DOU) o Fator de Ajuste de Preços Relativos Entre Setores (Fator Y) em 1,20%.

O índice definido pela CMED vale a partir de abril. O percentual não é um aumento automático nos preços, mas uma definição de teto permitido de reajuste, ou seja, cada empresa pode optar pela aplicação do índice total ou menor, a depender das estratégias comerciais.

Para chegar ao índice, a CMED observa fatores como a inflação dos últimos 12 meses (IPCA), a produtividade das indústrias de medicamentos (X), custos não captados pela inflação, como o câmbio e tarifa de energia elétrica (Y) e a concorrência de mercado (Z).

Para exercer o direito ao ajuste, as empresas fabricantes devem encaminhar as informações de vendas realizadas no segundo semestre do ano passado e informar qual percentual de ajuste pretendem aplicar, não podendo ultrapassar o máximo autorizado para cada classe de medicamentos.

A CMED publica, mensalmente, no site da Anvisa, a lista com os preços de medicamentos nas diferentes alíquotas de ICMS incidentes. Em caso de descumprimento dos preços máximos permitidos ou de aplicação de ajuste em um índice superior ao máximo definido, as empresas infratoras ficam sujeitas a penalidades que podem variar entre 649 a 9,7 milhões de reais.

Preço do Medicamento

Desde 2015, o Ministério da Saúde, a Anvisa e os demais Ministérios que compõem a CMED adotam critérios para melhor adequar o índice à realidade do mercado farmacêutico, favorecendo a concorrência. A fórmula de cálculo, aprovada por consulta pública, garante maior transparência, por detalhar toda metodologia de cálculo do ajuste; segurança, por utilizar apenas fontes oficiais e públicas; previsibilidade, por determinar datas de divulgação dos fatores; e maior racionalidade, por estimar com precisão a concorrência de mercado e por usar fontes que refletem melhor todo o mercado brasileiro de medicamentos.

CMED

Criada em 2003, a CMED é um órgão interministerial, presidido pelo Ministério da Saúde, que tem, dentre outras atribuições, a competência para definir diretrizes e procedimentos relativos à regulação econômica do mercado de medicamentos, estabelecer critérios para a fixação e ajuste de preços, bem como zelar pela proteção dos interesses do consumidor desses produtos, podendo, inclusive, decidir sobre aplicação de penalidades.

A CMED estabelece limites para preços de medicamentos, adota regras que estimulam a concorrência no setor, monitora a comercialização e aplica penalidades quando suas regras são descumpridas, garantindo assim o direito do consumidor de obter o melhor preço de medicamentos no país. Além disso, ela é responsável também pela fixação e monitoramento da aplicação do desconto mínimo obrigatório para compras públicas.

Fonte: CMED


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O que vai bombar no mercado de beleza em 2020 – e render muito dinheiro

O que vai bombar no mercado de beleza em 2020 – e render muito dinheiro – ABIHPEC

O mercado de beleza e bem-estar cresceu cerca de 10% ao ano nos últimos dez anos, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). Além disso, estima-se que 1,5% do orçamento das famílias seja destinado a gastos em produtos e serviços do setor.

É cada vez maior o número de salões de beleza e estética, ou produtos destinados aos cuidados pessoais incluídos na cesta de compras das famílias. De acordo com dados levantandos pelo Sebrae, entre 2009 e 2016, o segmento (que inclui corte e tratamento de cabelos, manicure, pedicure, atividades de estética e outros serviços relacionados) recebeu cerca de 645 mil novos MEIs e mais 26 mil MEs e EPPs.

Segundo a Abihpec, o consumidor se transformou nos últimos anos e exige produtos e serviços feitos sob medida para suas necessidades. Segundo uma pesquisa realizada pela agência internacional Mintel, 40% das mulheres americanas que usam maquiagem, entre idades de 25 a 34 anos, dizem estar frustradas porque não encontram produtos que combinam com o tom de pele delas.

A Abihpec, em parceria com o Sebrae, elaborou um caderno de tendências sobre o que vai bombar em 2020 neste mercado, que só tende a crescer. PEGN separou sete tendências para ficar de olho e que podem ajudar pequenos negócios a ganhar muito dinheiro.

Confira:

1 – Personalização e diversidade
A categoria de “cabelos” foi a que mais rápido se adaptou a atender às necessidades individuais dos consumidores, de acordo com o estudo. Como exemplo, eles citam a Salon Line, que identificou o anseio dos consumidores por produtos específicos para cabelos crespos, cacheados e ondulados e criou um extensa linha de cuidados.

Outro exemplo é a marca de cosméticos Negra Rosa, que desenvolveu bases e batons em tonalidades pensadas especificamente para a pele negra e suas nuances.

Em outro exemplo mencionado pelo estudo, a Avon chamou a cantora transexual Candy Mel, a atriz Bruna Linzmeyer, que é ativista, LGBT, bissexual assumida, e a funkeira MC Carol para o lançamento de uma máscara para cílios. A Natura, por sua vez, chamou a drag queen Penelopy Jean para protagonizar um vídeo chamado Primeira Vez, que faz parte da campanha #todabelezapodeser.

Além disso, não se pode ignorar que os homens estão mais atentos aos cuidados com a beleza.  De acordo com um estudo da Euromonitor, nos últimos cinco anos, as vendas de produtos de cuidados para o público masculino cresceram 70%. O valor saltou de R$ 11,6 bilhões, em 2012, para R$ 19,8 bilhões em 2017. Os itens mais vendidos são para barba, banho e pele.

 Microinfluencers

Pessoas com um número médio de seguidores, mas com alto poder de influência, são a nova geração de influenciadores que as marcas procuram. O estudo indica que muitas grandes companhias já têm trazido os influencers para sua estratégia, com tratamento especial, prioridade para testar produtos ou ofertas de kits de produtos e viagens.

A rede de franquias L’Occitane au Brésil, por exemplo, levou um grupo de microinfluenciadoras até Olinda (PE) para apresentar a linha Olinda de Viver.

3 Produtos Naturais

O veganismo e vegetarianismo não são tendências apenas nos pratos dos consumidores, mas nos hábitos de consumo em geral. A beleza com foco em ingredientes de origem natural é a nova aposta para clientes que buscam por produtos ecofriendly.

A Abihpec cita a possibilidade de buscar a certificação de institutos internacionais, já que ainda não existe uma normatização oficial nacional, e ter uma comunicação clara e transparente com o consumidor. De acordo com a entidade, essa tem sido a forma adotada pelas marcas para se posicionar bem nesse segmento.

4 – Longevidade

empreendedor do ramo da beleza e bem-estar precisa ter no radar que o consumidor está envelhecendo – e que quer fazer isso da melhor forma possível. Uma pesquisa recente da Euromonitor International identificou que para 63% dos entrevistados com mais de 60 anos, a hidratação foi o benefício mais desejado para um produto de cuidados para a pele. Um dado interessante é que o antienvelhecimento foi citado por apenas 38% dos entrevistados.

5 – Energia

De acordo com levantamento da Mintel Global New Products Database (GNPD), produtos faciais com indicação para melhorar ou recuperar a energia da pele representaram 12% dos lançamentos globais entre janeiro e outubro de 2015.

No mesmo período, produtos para cabelo que tinham o mesmo apelo subiram de 2,7% para 3,2%. A Abihpec lembra que já existem formulações que estimulam a energia das células, mas que também é possível buscar soluções ainda mais avançadas com pesquisa e tecnologia.

Um exemplo é a japonesa Kanebo, de cuidados com a pele. A empresa criou um produto com tecnologia avançada de carga de energia, que promete potencializar a atividade celular e ajudar na produção de energia da pele.

Fonte: Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios


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Mercado farmacêutico





Acesse a lista de preços de medicamentos da CMED

(Texto atualizado em 05/01/2021 às 04:27 pm)

Um dos papéis da Anvisa é monitorar os preços dos medicamentos no mercado com objetivo de auxiliar na precificação de novos medicamentos a serem lançados. Esse trabalho é feito através da CMED e sua secretaria executiva. A CMED é o órgão responsável por regular o mercado e estabelecer os critérios para definição e ajustes nos preços de medicamentos no Brasil, onde os ajustes acontecem anualmente.

Através da divulgação da sua lista de preços com valores PMC e de custo, a ANVISA compartilha a informação permitindo que todo cidadão e empresa brasileira possa conhecer a tabela da preços de medicamentos vigente no país de forma gratuita.

Reuniremos neste post a informação mais recente e atualizada de 2021 com a lista para consulta do preço máximo de venda e custo dos medicamentos, que pode vir a ser útil para pacientes, farmácias e drogarias. Os arquivos estão em ordem de princípio ativo, forma farmacêutica e concentração e são de fácil consulta e pesquisa.

Faça o download em PDF ou em XLS para abrir no Excel:

🖹 Lista de Preços da CMED 2021 – abrir em PDF / abrir em XLS

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Mercado farmacêutico





Lista de genéricos atualizada 2021

(Texto atualizado em 05/01/2021 às 04:29 pm)

Os medicamentos genéricos possuem os mesmos princípios ativos, mesma forma farmacêutica, mesma dosagem e claro, as mesmas indicações de uso do medicamento original – de referência – que foi inicialmente desenvolvido. São medicamentos que podem ser intercambiáveis em relação ao medicamento de referência, ou seja, uma receita com a prescrição de um medicamento de referência pode ser trocada pelo produto genérico.

Lista completa e atualizada

A pesquisa por todos os itens genéricos disponíveis pode se tornar confusa e para facilitar essa consulta, disponibilizamos neste post a lista completa de medicamentos genéricos atualizada para o ano de 2021 em PDF, oficial conforme regulamentado pela ANVISA.

Acesse as listas em PDF abaixo:
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ANVISA





Lista de similares intercambiáveis atualizada 2021

(Texto atualizado em 05/01/2021 às 06:43 pm)

similares-intercambiaveis-atual

Publicada desde 2014 após a exigência da RDC 58/2014, a lista de medicamentos similares sujeitos à intercambialidade tem a finalidade de facilitar o acesso à informação por parte da população e profissionais da saúde.

Considerando a relativa dificuldade em encontrar a lista de medicamentos similares intercambiáveis mais atual e completa, manteremos a listagem mais atual neste post no blog M2Farma, com o intuito de facilitar a pesquisa.

Confira aqui a lista dos similares intercambiáveis mais recente:  https://goo.gl/Ntzqz8

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Legislação e regulamentações





Valor da Anuidade do CRF para farmacêutico em 2020

Pela primeira vez na história o Conselho Federal de Farmácia, em sua 488ª Reunião Plenária, o Plenário do Conselho Federal de Farmácia (CFF) deliberou pelo reajuste zero nas anuidades devidas ao Sistema CFF/CRFs.
Em 2020, o valor previsto será o mesmo pago em 2019, ou seja, R$ 543,08 para os farmacêuticos. Os valores também foram mantidos os mesmos de 2019 para estabelecimentos farmacêuticos e para os técnicos.

Outra novidade é que o vencimento, quando parcelado, será o no 5º dia útil do mês subsequente. Foram mantidos os descontos sobre o valor integral de 15%, em janeiro, e 10%, em fevereiro, e o parcelamento do valor integral em até 6 vezes. A resolução com a deliberação do plenário será publicada nos próximos dias.

Valores da Anuidade:

  • Farmacêutico: R$ 543,08
  • Profissionais de Nível Médio: R$ 271,53

Recém Inscritos (1ª inscrição): 50% dos respectivos valores para nível superior e para nível médio.

Fonte: PFarma


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Legislação e regulamentações





Renovar cadastro no Farmácia Popular em 2021

(Texto atualizado em 05/01/2021 às 07:32 pm)

Para o Farmácia Popular continuar funcionando, as empresas credenciadas precisam renovar seus cadastros, de forma a comprovar estarem em dia com a documentação obrigatória (ANVISA, CND, CRF, Alvarás Sanitários). Após apresentar os documentos, a agência da CAIXA faz a renovação do RTA (Requerimento e Termo de Adesão) para o novo ano de exercício

O período de renovação costuma acontecer sempre no início de cada ano, em 2017 aconteceu entre os dias 2 de maio e 31 de julho. Para 2021, a data ainda não foi divulgada. Leia mais ›


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Farmácia Popular





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