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Denise Santos, CEO da BP, é eleita Empreendedora do Ano pela EY

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Denise Santos, CEO da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, foi eleita nesta terça-feira (27) uma das ganhadoras da 23ª edição do programa Empreendedor do Ano, tradicional premiação da empresa de consultoria EY. Homenageada na categoria Executivo Empreendedor, que consagra lideranças que tenham impulsionado o crescimento de empresas consagradas, Denise teve a trajetória à frente da BP reconhecida pelo júri independente responsável pela definição dos ganhadores.

Desde 2103 à frente da instituição, reconhecida pela Newsweek como uma das melhores do mundo, Denise vem promovendo importantes mudanças na BP, resgatando a posição de destaque da instituição no mercado e preparando a empresa para liderar os futuros movimentos no segmento.

“Fico muito feliz por esse reconhecimento, vindo de uma empresa séria, com uma atuação global e excelente reputação no mercado. Há mais de um ano temos enfrentado um dos maiores desafios que a humanidade já se deparou e tenho acompanhado de perto o empenho e a dedicação dos nossos mais de 7 mil colaboradores e 3 mil médicos no combate à pandemia de Covid-19. É uma honra liderar esse time enorme, que dia pós dia se desdobra para oferecer o melhor cuidado e fazer a diferença na vida das pessoas”, afirma a executiva.

A sólida jornada de transformação digital trilhada pela BP preparou a instituição para oferecer rapidamente inovação no momento exato em que ela foi necessária: telemedicina, drive-thru de exames, check-in eletrônico, entre outros, foram soluções oferecidas para assistir os clientes na continuidade dos cuidando com a saúde, mesmo num momento difícil como este atual. “O setor de Saúde não será o mesmo após a pandemia e a inovação na forma de fazer saúde terá um papel fundamental nesse novo cenário. Hoje temos um portfólio importante de saúde digital que nos permite estar mais presentes na vida dos clientes, oferecendo não apenas serviços de qualidade, mas condições para que cada indivíduo seja o protagonista da própria saúde”, explica a CEO.

A intensa profissionalização nos últimos 10 anos preparou a BP para os desafios atuais e também para novos cenários, especialmente em termos de expansão dos negócios. “O planejamento estratégico como ferramenta de gestão nos permite desenhar cenários, rever caminhos e colocar de pé projetos que impulsionam a BP para o futuro. Não tenho dúvida de que estamos no caminho certo, que nos trouxe até aqui e nos levará ainda mais longe”, conclui Denise.


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Telemedicina completa um ano em exercício no Brasil

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No dia 31 de março de 2020, o Senado Brasileiro aprovou em caráter emergencial o projeto que autorizava o uso da telemedicina durante a pandemia da Covid-19. Sancionada em abril pelo presidente Jair Bolsonaro, a prática ajudou e ajuda médicos a realizarem consultas à distância enquanto durar a crise do novo coronavírus. O atendimento feito através de vídeo chamada evitou aglomerações em hospitais, postos e clínicas de saúde, minimizando o caos na saúde.

Passado um ano deste marco, a Telemedicina cresceu e ganhando cada vez mais espaço no Brasil. Pesquisas apontam que empresas deste segmento já movimentam 3 trilhões de dólares no mundo, e tem uma demanda que passa pelo barateamento e a democratização das novas tecnologias, empoderamento do paciente, impacto na prevenção, a mudança do perfil das doenças e do próprio comportamento do consumidor. “Estamos em uma grande e contínua expansão no mercado de telemedicina no Brasil, onde vem sendo agregados diversos novos serviços e funcionalidades. No entanto, estamos a espera de uma legislação atual que possibilite a inovação no segmento”, reflete Jorge Ferro, CEO do Grupo de Telemedicina Iron .

Já consolidado na Europa e nos Estados Unidos, o Grupo Iron teve sua entrada no Brasil a partir da sanção do governo. De lá para cá, mais de 500 mil atendimentos já foram realizados pela plataforma, além de uma equipe especializada que compõe o Departamento de Pesquisas para Covid-19, e de 65 mil pacientes que recebem cuidados através do serviço de Atenção Primária à Saúde, possibilitando uma melhor qualidade de vida. “Nossa equipe multidisciplinar fica disponível 24h na plataforma. Temos uma média de resolução em torno de 96% dos casos de atendimento. Os outros casos, que necessitem de uma consulta presencial são orientados e encaminhados para o serviço de saúde adequado”, explica Ferro.

Além das consultas de caráter emergencial, o Grupo Iron terceiriza seus serviços para grandes seguradoras de saúde, como Cassi – plano de saúde para funcionários e beneficiários do Banco do Brasil, e para a Plan Saúde.

A empresa encerrou o ano de 2020 com um crescimento de 65% e acredita que o ano de 2021 vai continuar promissor . “Ainda enfrentamos a maior crise sanitária dos últimos tempos e há muito a se fazer”, complementa o empresário. A expectativa é que o número de atendimentos ultrapasse o marco de 1,5M até o final do ano. Segundo a diretoria da marca, a Telemedicina é um legado do momento que passamos desde o ano passado.


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OMS aposta que doses possam ser produzidas este ano

OMS aposta que doses possam ser produzidas este ano

Organização já prepara protocolo com diretrizes para eventual distribuição

A Organização Mundial da Saúde (OMS) espera que centenas de milhões de doses da vacina contra o coronavírus possam ser produzidas ainda este ano e outras 2 bilhões de doses até o final de 2021, afirmou nesta quinta-feira a cientista-chefe da organização Soumya Swaminathan. Otimista, a organização também está elaborando diretrizes para ajudar a decidir quem deve receber as primeiras doses assim que a vacina for aprovada.

A prioridade, anunciou a cientista, deve ser dada a trabalhadores da linha de frente, como médicos, que seriam os primeiros a serem vacinados, seguidos daqueles que são vulneráveis por causa da idade ou de outras doenças e os que trabalham ou vivem em ambientes de alta transmissão, como prisões e casas de repouso.

– Estou esperançosa, sou otimista. Mas o desenvolvimento de vacinas é um empreendimento complexo, com muita incerteza – afirmou. – O bom é que temos tentativas de muitas vacinas em diferentes plataformas; mesmo que a primeira falhe ou a segunda falhe, não devemos perder a esperança, não devemos desistir.

Cerca de 10 vacinas em potencial contra o novo coronavírus já estão sendo testadas em humanos. Diversos países já começaram a fazer acordos com empresas farmacêuticas para pedir doses.

OMS fala sobre a vacina para a Covid-19

Além disso, Swaminathan descreveu ainda a meta de se conseguir uma vacina no fim do ano ou em 2021 como otimista. Ela acrescentou que os dados de análise genética coletados até o momento mostram que o novo coronavírus ainda não sofreu mutação capaz de alterar significativamente a gravidade da doença que causa em humanos.

O site G1 publicou também que a cientista foi questionada, durante coletiva de imprensa, sobre o uso da hidroxicloroquina para tratar a Covid-19. Os ensaios clínicos da OMS com a substância foram suspensos, pela segunda vez, depois de os especialistas concluírem que o uso dela não trouxe benefícios contra a doença.

No Brasil, a droga continua sendo recomendada pelo Ministério da Saúde. Nesta semana, a pasta inclusive ampliou a orientação de uso da substância, para incluir grávidas e crianças. Swaminathan reiterou que está claro que ela não reduz a mortalidade de pacientes hospitalizados com a Covid-19, mas afirmou que ainda existe uma lacuna sobre o papel desse tipo de medicamento para prevenir a infecção ou minimizar a gravidade da doença num estágio inicial.

A cientista-chefe lembrou, ainda, que os ensaios “Recovery”, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, também não viram benefícios no uso da droga contra o novo coronavírus. Swaminathan deixou claro que países, incluindo o Brasil, têm a liberdade de decidir seus protocolos, mas frisou que eles devem ser baseados em evidências científicas.

Foto: Shutterstock

Fonte: Globo online


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