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João Tavares Neto da ANVISA comenta tendências do mercado de perfumaria e cosméticos

| João Tavares Neto da ANVISA comenta sobre tendências e perspectivas sobre o mercado cosmético no Brasil

(Texto atualizado em 27/03/2019 às 01:30 pm)

João Tavares Neto é Gerente de Produtos de Higiene, Perfumes, Cosméticos e Saneantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA. Bacharel em Farmácia e Mestre em Ciência de Alimentos pela Universidade Federal de Minas Gerais e Especialista em Vigilância Sanitária pela Fundação Oswaldo Cruz. Servidor público desde 2005 na carreira de Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária da Anvisa, onde exerceu os cargos de Coodenador de Bioequivalência na Gerência Geral de Medicamentos (2011-2014); Superintentende de Correlatos e Alimentos, supervisionando a Gerência Geral de Cosméticos (2014-2016); Assessor do Diretor Presidente (2016); e Gerente de Cosméticos (2016-2017); Presidiu o décimo primeiro ciclo da Cooperação Internacional em Regulação de Cosméticos: ICCR-11 (2016/2017), composto pelas autoridades sanitárias do Brasil, Canadá, Japão, Estados Unidos e União Europeia. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





Laboratórios nacionais dominam vendas de medicamentos no Brasil

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(Texto atualizado em 11/03/2019 às 02:17 pm)

Os laboratórios nacionais têm abocanhado fatia crescente nas vendas de medicamentos no varejo farmacêutico e hoje já fornecem mais de dois terços do volume comercializado no país. Em receita, a participação das farmacêuticas brasileiras também é superior à das multinacionais, mas menor do que a presença em unidades: 58%, ante 67%.

É o que mostra uma extensa análise produzida pela Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac), com base em dados da consultoria IMS Health relativos ao desempenho do varejo farmacêutico de janeiro a setembro deste ano. Nesse intervalo, as vendas de medicamentos nas farmácias brasileiras cresceram 12,4%, para R$ 37 bilhões. Em número de doses, a alta foi de 4,9%, a 109 bilhões.

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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica





Asma mata três pessoas por dia no Brasil

Pneumologistas defendem revisão de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas, com a inclusão urgente de remédios biológicos na lista do governo federal, mas o Ministério da Saúde não prevê mudanças rápidas. Doença afeta quase 20 milhões de pessoas no Brasil. Internações custam R$ 537 milhões por ano ao SUS. Mobilização e educação de pacientes e profissionais de saúde podem mudar o cenário nacional. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





Modelo de farmácias populares vem conquistando espaço em todo país

A aposta em um modelo de farmácias atrativas, com aparências chamativas, instalações práticas e preços competitivos, fez com que as lojas das redes populares ligadas a Farmarcas conquistassem um expressivo crescimento no mercado.

Somando todas as lojas dessas redes populares – Ultra Popular, Super Popular e Maxi Popular – se obtém um índice de crescimento orgânico no faturamento de 83,44%, chegando ao montante de R$683.314.990,00, em 2015 o faturamento foi de R$372.500.855,00. Esses números resultam da soma do crescimento no número das lojas e do aumento do faturamento individuais. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





Lei nº 6.437: Legislação brasileira sobre infrações sanitárias

Um estabelecimento que não cumpre as normas sanitárias está infringindo a legislação sanitária federal.  Ela configura tais infrações, estabelece as punições e define inúmeros detalhes relacionados à segurança sanitária no Brasil.

Você pode conferir na íntegra a Lei nº 6.437 existente desde 20 de Agosto de 1977, que regulamenta infrações sanitárias no território brasileiro, abaixo:

 

LEI Nº 6.437, DE 20 DE AGOSTO DE 1977.

Configura infrações à legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências.

  O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

TÍTULO I

DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES

        Art . 1º – As infrações à legislação sanitária federal, ressalvadas as previstas expressamente em normas especiais, são as configuradas na presente Lei.

        Art . 2º – Sem prejuízo das sanções de natureza civil ou penal cabíveis, as infrações sanitárias serão punidas, alternativa ou cumulativamente, com as penalidades de:

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Legislação e regulamentações





EUA pedem que Brasil apresse registro de medicamentos

O Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) cobrou maior celeridade nos procedimentos para registro de patentes de medicamentos no Brasil num relatório em que mantém o país em lista negativa sobre proteção de propriedade intelectual. Leia mais ›


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Indústria farmacêutica, ANVISA





Fraudes e desperdício consomem quase R$ 22,5 bilhões das despesas da saúde suplementar do Brasil, aponta IESS

Trabalho inédito produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) estima que cerca de R$ 22,5 bilhões dos gastos das operadoras de planos de saúde do País com contas hospitalares e exames, em 2015, foram gerados indevidamente, decorrendo de fraudes e desperdícios com procedimentos desnecessários. Isso representa 19% do total das despesas assistenciais realizadas pelas operadoras de planos de saúde. A projeção é baseada em estudos técnicos a partir da revisão bibliográfica de trabalhos internacionais e brasileiros sobre o tema, em um esforço do IESS para dimensionar o impacto das fraudes no sistema de saúde suplementar do Brasil e apontar experiências bem-sucedidas no combate às práticas inadequadas nesse setor.

A íntegra do estudo está disponível em https://pt.scribd.com/document/341069405/php3BB7-tmp#fullscreen&from_embed

“As despesas assistenciais das operadoras médico-hospitalares somaram R$ 117,24 bilhões, em 2015. Portanto, os gastos de R$ 22,5 bilhões com fraudes e desperdícios significam quase 19% desses gastos e foram consumidos por fraudes e desperdícios, algo que compromete fortemente as finanças das operadoras e onera quem contrata um plano de saúde”, analisa Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS.

No estudo “Evidências de práticas fraudulentas em sistemas de saúde internacionais e no Brasil”, o IESS identificou que de 12% a 18% das contas hospitalares apresentam itens indevidos e de 25% a 40% dos exames laboratoriais não são necessários. Observa, ainda, com base em relatório da Controladoria Geral da União (CGU), que o problema também é de grandes proporções no sistema público de saúde: entre 2002 e 2015, foram detectadas irregularidades de desvio de dinheiro em aproximadamente R$ 5,04 bilhões, o que equivaleu a 27,3% do total de irregularidades em todas as áreas do governo.

Embora ressalve que a corrupção e a fraude são difíceis de serem detectadas na área da saúde – uma vez que a cadeia produtiva desse setor contempla diversos segmentos e particularidades em cada um deles, inclusive com distinção entre os sistemas públicos e privados –, o estudo aponta que, na saúde privada, as principais formas de abuso se concentram em tratamentos excessivos e desnecessários ou baixa qualidade no atendimento; comercialização inadequada de medicamentos e de dispositivos médicos e sonegação de tributos.

Tais práticas inadequadas se originam e são mantidas principalmente, diz o documento, pela ausência de mecanismos de transparência, por exemplo, para explicitar as relações entre os agentes do setor de saúde (por exemplo, se um profissional da área recebeu um benefício ou uma comissão de um fornecedor de materiais e medicamentos). Legislações da Alemanha e dos Estados Unidos indicam que todos os pagamentos e benefícios entre agentes do setor de saúde devem ser tornados públicos. A União Europeia e os Estados Unidos também instituíram marcos regulatórios com punições severas para atos de corrupção, indica o estudo.

No Brasil, falta transparência nos sistemas de precificação de insumos e serviços de saúde e também no modelo de pagamento por serviços prestados na saúde, o que inviabiliza a comparação e o controle de custos nas distintas etapas que envolvem o atendimento ao paciente e abrem espaço para práticas inadequadas, como atos de corrupção.

Isso acontece principalmente por causa do modelo recorrentemente usado para pagamentos de serviços de saúde, a chamada “conta aberta” (ou fee-for-service). Nesse caso, a conta de serviços absorve todos custos, insumos, procedimentos e usos dos equipamentos, mesmo quando há falhas e desperdícios e, até mesmo, corrupção.

Um dos requisitos para combater tais práticas nocivas ao setor seria modernizar os sistemas de pagamento, por meio da premiação à eficiência e o melhor desfecho clínico ao paciente, e punindo o desperdício e a contratação de exames desnecessários, assim como reinternações ou agravamento dos quadros clínicos causados por falhas assistenciais.

“O modelo brasileiro de remuneração de serviços de saúde está mais de 30 anos atrasado em relação aos outros países. É fundamental que avancemos em um padrão de transparência de informações, permitindo comparações baseadas em indicadores de qualidade e segurança assistencial dos pacientes, e também sobre as relações entre os envolvidos no setor, identificando os conflitos de interesse e práticas abusivas. Só assim será possível ter um sistema mais eficiente e que onere menos as operadoras e quem contrata um plano de saúde”, avalia Luiz Augusto Carneiro.

 

Fonte: Saúde Business


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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico





Venda de medicamentos sobe 6,38%, diz associação

Schlecker To Shut Fewer Stores Than Previously AnnouncedA venda de medicamentos em unidades no Brasil cresceu 6,38% no mês de julho na comparação com igual período do ano passado, segundo dados do IMS Health divulgados pela Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan). No mês, foram comercializadas 274.898.803 unidades. Na comparação com junho deste ano, a alta foi de 9,2%.

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Mercado farmacêutico





Vendas de medicamentos crescem 5,5% em volume no 2º tri

Vendas-de-medicamentos-crescem-em-volume-no-2º triAs vendas de medicamentos em volume cresceram 5,5% no segundo trimestre de 2014 na comparação com igual período do ano anterior, de acordo com dados do IMS Health divulgados na tarde desta terça-feira, 15, pela Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan).

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Mercado farmacêutico





Gratuidade de medicamentos para diabetes, hipertensão e asma beneficia 14 milhões de pessoas no país

Gratuidade-de-medicamentos-para-diabetes-hipertensão-e-asmaO programa Saúde Não Tem Preço, que tornou gratuita a distribuição de 14 medicamentos para diabetes, hipertensão e asma no país, completa nesta sexta-feira (15) dois anos, alcançando a marca de 14 milhões de pessoas beneficiadas.

A gratuidade impulsionou também a retirada dos outros itens ofertados com até 90% de desconto pelo programa Farmácia Popular, do Ministério da Saúde, em que são oferecidos, ao todo, 113 medicamentos nas farmácias próprias e 25 nas drogarias conveniadas. A média mensal de pessoas atendidas pela ação mais que quadruplicou.

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Mercado farmacêutico





Rede de farmácias CVS volta às compras no País

Rede-farmácias-CVS-volta-as-compras-no-PaísApós comprar a rede de farmácias Onofre, marcando sua entrada no Brasil, o CVS Caremark, maior grupo de varejo farmacêutico e serviços de saúde dos Estados Unidos, está de olho em novos ativos no mercado brasileiro. A gigante americana contratou o Pátria Investimentos para prospectar negócios.

Executivos do grupo americano tiveram conversas com Drogaria São Paulo/Pacheco, formada pela fusão da rede paulista e carioca, com o grupo Raia Drogasil, também fruto de fusão, e com BR Pharma, do BTG, segundo fontes familiarizadas com o assunto.

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Mercado farmacêutico





Sindusfarma diz que Copa do Mundo afetou venda de medicamentos em junho

queda-vendas-medicamentos-copa-do-mundoAs vendas de medicamentos apresentaram recuo de 6,9% em junho, sobre o mês de maio, totalizando 251,5 milhões de unidades. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve crescimento de 7%. No acumulado do primeiro semestre, contudo, a expansão foi de 7,6%, com 1,491 bilhão de unidades vendidas.

Segundo Nelson Mussolini, presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma), a queda de junho foi reflexo da Copa do Mundo, com menos dias úteis por causa do evento. “As indústrias se estocaram em maio”, disse ele.

Em receita, as vendas da indústrias farmacêuticas alcançaram R$ 5,3 bilhões, 6,3% abaixo do resultado de maio. No primeiro semestre, contudo, o faturamento bruto das indústrias somou R$ 30,964 bilhões (sem considerar os descontos concedidos no varejo), alta de 13,2%. “A expectativa é de que o setor cresça 13% este ano”, afirmou Mussolini.

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Mercado farmacêutico





Brasil possui poucos farmacêuticos

Os estados com mais farmacêuticos são São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

De acordo com dados da pesquisa sobre uso indiscriminado de medicamentos, feita pelo Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), o Brasil conta com 176.963 farmacêuticos, devidamente registrados nos Conselhos Regionais de Farmácia. Levando em consideração os números usados no estudo, dá uma média de um farmacêutico para cada dois mil habitantes.

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Mercado farmacêutico, Legislação e regulamentações





Brasil Pharma inaugura Centro de Distribuição em Canoas – RS

brasil-pharma-abre-centro-de-distribuicao-em-canoas-rio-grande-do-sulA Brasil Pharma, maior rede do varejo farmacêutico do País, inaugurou ontem seu novo Centro de Distribuição na cidade de Canoas, no Rio Grande do Sul. Com investimento de R$ 9 milhões, o espaço vai otimizar a operação logística na região Sul, onde a empresa atua com a rede de farmácias Mais Econômica. O CD ocupa uma área de 12.500 mil m² e irá ampliar em mais de 50% a capacidade de armazenagem da Mais Econômica, o que resultará em maior oferta de medicamentos e produtos de beleza e bem-estar disponíveis nas lojas.

Fonte: Jornal DCI


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