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Brasil tem maior taxa de contágio de covid-19 no mundo

Brasil tem maior taxa de contágio de covid-19 no mundo

O estudo foi feito pelo Imperial College de Londres e estima que número de óbitos por coronavírus no país pode chegar a 5 mil novas mortes em uma semana

Um novo estudo feito pelo Imperial College de Londres, uma das universidades mais respeitadas do mundo, estima que o Brasil tem a maior taxa de transmissão da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Segundo o estudo, assinado por 47 pesquisadores, a taxa de transmissão do país é R2,81. Ou seja, em média no Brasil, cada pessoa com covid-19 passa a doença para outras três.

O país também enfrenta um cenário de crescimento no número de mortes por doenças respiratórias e de óbitos registrados em cartórios, dados que indicam forte subnotificação de casos de covid-19.

Medidas de relaxamento da quarentena são indicadas para países que têm R1 ou menos, como é o caso da Alemanha, que tem taxa de transmissão R0,8. Na Grécia, em média, cada pessoa infectada também transmite o vírus para menos de um indivíduo.

Taxa de contágio

Brasil e Estados Unidos são países que ainda passam por uma fase difícil da pandemia. Os países podem registrar 5 mil mortes na próxima semana em decorrência de complicações da covid-19. No total, dez países integram o grupo classificado de “muito alto” em relação às possíveis mortes ocasionadas pelo coronavírus. Outros 22 integram a classificação de “relativamente baixo” risco de morte, com cerca de 100 estimadas para a próxima semana. A transmissão do vírus está em queda em países muito afetados pela pandemia, como Espanha e Itália, que adotaram medidas para estimular o distanciamento social.

Vale notar que quanto maior for a taxa de transmissibilidade do vírus em um país, maior é o risco de colapso no sistema de saúde. No Brasil, a tendência ainda é de crescimento no número de novos casos da doença. O mesmo cenário é indicado pelo estudo em outros oito países, são eles: Canadá, Índia, Irlanda, México, Paquistão, Peru, Polônia e Rússia.

Israel foi considerado o país que melhor reportou casos de covid-19, sendo o único a atingir 100%. O estudo avaliou dados de 48 países.

Mundialmente até 29 de abril, mais de 3,1 milhões de pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus e 227 mil morreram, segundo dados da Universidade Johns Hapkins.

Foto: Shutterstock

Fonte: Exame


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Oferta de leitos hospitalares no Brasil traz resultados reveladores da nossa Saúde

Em recente estudo da área de Saúde que realizamos focado na disponibilidade de leitos hospitalares no Brasil, observamos que o país não alcança os números recomendados pelo próprio Ministério da Saúde. Mas quando analisamos os dados referentes ao segmento da saúde suplementar, constatamos que vários estados apresentam resultados comparáveis a países desenvolvidos.

No Brasil, o número de leitos por mil habitantes é de 2,2, inferior à recomendação (revogada em 2015, mas ainda assim um parâmetro de comparação) do Ministério da Saúde de 2,5 leitos para cada mil habitantes. No entanto, considerando as grandes dimensões geográficas brasileiras, além das diferenças econômicas, sociais e populacionais, a análise do número de leitos por mil habitantes para cada estado é mais coerente.

Observando os números, percebemos que apenas 3 dos 27 estados brasileiros alcançam a recomendação do Ministério da Saúde de 2,5 leitos para cada mil habitantes, sendo eles o Distrito Federal, Rondônia e o Rio Grande do Sul. Os números obtidos ainda nos permitem realizar alguns insights a fim de termos padrões comparativos com outros países.

Rondônia, o estado brasileiro de maior número de leitos a cada mil habitantes, possui índice semelhante à Turquia (2,65) e superior a outros países em desenvolvimento como México e Peru (1,5 e 1,6 respectivamente). Sergipe, o estado cujo número de leitos a cada mil habitantes é o menor no Brasil, conta com números semelhantes ao de países como Paraguai (1,3), Quênia (1,4) e Indonésia (1,2). Já São Paulo, o estado mais populoso, tem índice semelhante ao do Chile, outro país latino-americano em desenvolvimento (2,2).

Mas o cenário muda na saúde suplementar, quando consideramos apenas o segmento privado. Nesta situação, 24 dos 27 estados brasileiros alcançam a recomendação do Ministério da Saúde – apenas Amazonas, Rio Grande do Norte e São Paulo mostram números aquém da recomendação. Se radiografamos apenas a saúde suplementar do Brasil, o estado com o maior número de leitos a cada mil habitantes é o Tocantins, com o número de 8,13. Em seguida, aparecem Rondônia, com 6,94 leitos/1000 habitantes e, em terceiro lugar, Goiás, com 5,41.

Podemos destacar então que a unidade da Federação com maior número de leitos por 1000 habitantes, o Tocantins, mostra índice semelhante ao de países como Alemanha (8,27) e Rússia (8,17). O Amazonas, estado cujo número de leitos por 1000 habitantes é o menor do país, traz um número semelhante ao de países como Botsuana (1,8), Peru (1,6) e Zimbábue (1,7).

São Paulo, com maior número de beneficiários de planos de saúde do país, projeta números próximos ao recomendado pelo Ministério da Saúde, e pode ser comparado a países europeus como a Dinamarca (2,5), Irlanda (2,76) e outros países em desenvolvimento, como a África do Sul (2,8).

Por fim, esses dados, levantados junto ao DataSUS e ao site da Organização Mundial da Saúde (WHO), nos permite concluir que a saúde no Brasil precisa evoluir no aspecto de disponibilidade de leitos hospitalares, mas que o cenário comparado a outros países não é tão negativo quanto a percepção obtida através da imprensa pode sugerir. Por outro lado, restringindo o estudo ao cenário da saúde suplementar, o Brasil conquistou um padrão positivo que deveria ser perseguido também pela saúde pública.

Sobre o autor

Adriel Branco é diretor da XVI Finance e Adriano B. Rodarte é analista da XVI Finance.


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Plataforma viabiliza Telemedicina para todas as regiões do Brasil

Plataforma viabiliza Telemedicina para todas as regiões do Brasil

A Telemedicina é uma realidade em diversos países mundo afora. Nos EUA, por exemplo, onde existem muitas companhias no setor, é possível não só realizar o atendimento médico online, como também identificar diagnósticos e fazer prescrições a partir da eficiência de um ambiente tecnológico. Neste segmento atua a Teldoctor, empresa brasileira que nasce com capacidade para realizar 150 mil atendimentos mensais em todo o país.

Fundado pelo médico Luis Henrique Leonardo Pereira, o empreendimento utilizará um modelo de plataforma tecnológica no ar há oito anos no Brasil, e que já atendeu mais de 375 mil pacientes nas áreas de cardiologia, medicina preventiva e saúde sexual. Recentemente, a plataforma foi aprimorada com uma Inteligência Artificial vinda dos EUA, o que permite a ampliação do corpo clínico e o atendimento a diversas especialidades médicas.

Para alçar este patamar, em 2018, a Teldoctor firmou parceria com a empresa americana M.A.I.A.S. Partners, responsável por investimentos em plataformas de tecnologia de diferentes países, com sedes em Miami e Dubai, e que agora amplia o seu know-how, dando início às operações da Teldoctor no Brasil.

Com investimento estimado, até agora, em mais de R$13 milhões, o sistema utiliza o fundamento da inteligência artificial para filtrar as informações, e direcionar o paciente ao médico que fará o teleatendimento humanizado e personalizado. Os dados dos pacientes são armazenados sempre de forma sigilosa, e disponibilizados no prontuário eletrônico para que a equipe médica tenha acesso independentemente da localidade de ambos.

Segundo o CEO do projeto, Marcelo Callegari Co-Funder da empresa americana M.A.I.A.S. Partners, o setor tem grande potencial de crescimento e a empresa está preparada para contribuir com este cenário. “Estamos com um novo investimento previsto de mais US$ 1,5 milhão para aprimorar as funcionalidades da plataforma, e garantir um atendimento ainda mais rápido e preciso”, afirma Callegari.

Inicialmente, o programa terá a função de organizar as informações e facilitar o atendimento diário de 3 a 4 mil pacientes. Segundo Marcelo, o objetivo é que, em até um ano, a plataforma amplie esta capacidade e passe a atender mais de 1 milhão de pessoas por mês. Para isso, a empresa planeja instalar totens em diversos estabelecimentos, o que facilitaria atender, além de pacientes diretos, planos corporativos para empresas e cooperativas.

A Teldoctor segue o padrão estabelecido pelo modelo de Telemedicina americano, com a finalidade de estimular a medicina preventiva e agilizar as consultas e prescrições médicas, além de viabilizar o acesso ao atendimento médico rápido e confortável àqueles que vivem a rotina insana das grandes metrópoles e, até mesmo, às pessoas que estão nas regiões mais remotas do país.

Para utilizar o serviço, o paciente entra em contato com a equipe médica por meio da plataforma e preenche uma ficha clínica. Esta ficha chega ao médico, que analisa o caso, e, por meio da Telemedicina, pode solicitar uma videoconferência, exames, além de indicar tratamentos e emitir laudos.

O programa, que tem como base tecnologia americana, recebeu adaptações às Normas Legais brasileiras, e conta com todas autenticações legais e digitais necessárias para exercer a Telemedicina no país, além de seguir as regras estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SIBS).

Fonte: Saude Business


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Brasil tem 46 mortes e 2.201 casos de confirmados de coronavírus

Brasil tem 46 mortes e 2.201 casos de confirmados de coronavírus

As 46 mortes registradas oficialmente ao Ministério da Saúde estão nos estados de São Paulo (40) e Rio de Janeiro (6)

Subiu para 2.201 o número de casos confirmados de coronavírus (Covid-19) no Brasil, de acordo com as informações repassadas pelos estados ao Ministério da Saúde nesta segunda-feira (24). Até o momento, 46 mortes estão confirmadas, sendo 40 no estado de São Paulo e seis no Rio de Janeiro.

Atualmente, todos os estados do país registram casos da doença, mas nem todas as regiões apresentam o mesmo nível de transmissão. A região norte, por exemplo, tem 3,7% do total de casos do Brasil. Na outra ponta, a região Sudeste representa o maior percentual, na ordem de 58,1%.

Para garantir um esforço coletivo de todos os brasileiros para reduzir a velocidade de transmissão do coronavírus, na última sexta-feira (20), o Ministério da Saúde reconheceu a transmissão comunitária da Covid-19 em todo o Brasil. Assim, a medida é uma estratégia para que todo o Brasil se una contra o vírus.

Em termos práticos, a declaração é um comando do Ministério da Saúde para que todos os gestores nacionais adotem medidas para promover o distanciamento social e evitar aglomerações. Estas medidas são conhecidas como medidas não farmacológicas, ou seja, que não envolvem o uso de medicamentos ou vacinas.

Além disso, o Ministério da Saúde anunciou que pretende fornecer 22,9 milhões de testes para a doença e que a curva de crescimento da doença está dentro da expectativa.

Coronavírus: quando considerar um caso suspeito?

Foto: Shutterstock

Fonte: Ministério da Saúde/ Guia da Farmácia


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Impacto da quarentena nos setores de cuidados pessoais no Brasil

Impacto da quarentena nos setores de cuidados pessoais no Brasil

Levantamento da Kantar mostra ainda como os brasileiros têm se comportado no último mês, quando o primeiro caso de Covid-19 foi registrado no País

Com as atuais medidas de contenção da pandemia COVID-19 e a recomendação de quarentena, o mundo inteiro está se precavendo para amenizar os efeitos do vírus e mudanças nos hábitos de consumo e compra têm surgido. A 2º Edição do Termômetro de Consumo da Kantar, aponta que 78% dos brasileiros buscam sair de casa somente para o necessário, além de estarem mais preocupados com a saúde.

Por exemplo, em janeiro e fevereiro de 2020, em comparação com o mesmo período do ano anterior, 784 mil lares a mais compraram analgésicos, 330 mil passaram a comprar vitaminas, especialmente a C, e 224 mil lares se tornaram compradores de antigripais. Além disso, 27% dos brasileiros alegam buscar alimentos saudáveis e 22% buscam por produtos de limpeza. Neste cenário, novas formas de consumo surgem e deliveries de supermercados se tornam uma escolha para 7% da população nacional.

Impacto da quarentena: menos maquiagem e lavagem dos cabelos

Outra mudança importante é o aumento do home office: 23% dos brasileiros já dizem estar trabalhando remotamente e essa ação traz consequências em hábitos já muito estabelecidos, como os de cuidado pessoal. Se mensurarmos os impactos, podemos dizer que mais de um bilhão de ocasiões estão em risco, já que 21% das ocasiões de uso dessa cesta são voltadas para o ato de se arrumar para ir ao trabalho ou à escola e 4% voltadas para o ato de sair e socializar. Por exemplo, nos Estados Unidos, a maquiagem enfrenta potencial de perda nas ocasiões de uso devido aos diferentes hábitos de quem trabalha dentro e fora de casa. Só lá, pode ser de 402 milhões de ocasiões a menos. Além disso, outros costumes como lavar o rosto e os cabelos poderão sofrer algumas mudanças. Na China, por exemplo, a hashtag #NoHairWash tornou-se popular.

Na divisão por gênero, as diferenças são ainda mais relevantes, onde 15 categorias voltadas para mulheres têm potencial para serem impactadas, como sabonetes líquidos e em barra, maquiagens e removedores, cremes dentais, hidratantes faciais e corporais, depiladores e lâminas, desodorantes, fragrâncias e demais produtos para estilização, cuidado íntimo e banho. Já entre os homens, somente sete categorias devem perder ocasiões de uso: xampus, produtos para banho, creme dental, ferramentas para estilização, fio dental, fragrância e antisséptico bucal. “As mudanças nos hábitos em relação à barba tendem a ser importantes, considerando que 32% dos homens afirmam se barbear estritamente por motivos profissionais. O consumo de desodorantes também está em risco, considerando que 40% de suas ocasiões de consumo no Brasil são relacionadas a se preparar para trabalhar ou ir à escola”, analisa a Managing Director Brasil da Kantar, Elen Wedemann.

Expectativas do período pós quarentena

O que vai diferenciar o impacto negativo no consumo dessas categorias não será somente o tempo de duração da quarentena, mas como o shopper irá ressurgir após passar por essa experiência transformadora. De acordo com dados da Kantar na China, os legados dessa crise trarão atitudes mais conservadoras. Além da maior atenção aos benefícios dos produtos e busca por aparelhos desinfetantes, surgem novas atitudes e comportamentos que irão permear o consumo a partir de agora, alinhadas com conceitos como economia para tempos difíceis, redução de gastos desnecessários, busca por prazeres instantâneos e valorização de momentos e ações que não podem ser comprados. Entre eles, mais tempo com a família e amigos, maior espiritualização e melhora como ser humano.

A pesquisa da Kantar na China sinaliza as despesas que podem aumentar são as com prevenção contra epidemias, vestuário, cosméticos, remédios, alimentos, bebidas, ginástica, salões de beleza, limpeza doméstica, seguros de vida e médicos, suplementos nutricionais, cuidados pessoais, refeições e entretenimento fora de casa, turismo e ações ou gestão de patrimônio.

A Kantar está acompanhando de perto esse momento de transformação. Veja as publicações disponibilizadas de forma contínua no site https://br.kantar.com/covid-19/.

 

Foto: Shutterstock

Fonte: Kantar

 


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Brasil amplia diagnóstico para o coronavírus

Brasil amplia diagnóstico para o coronavírus

(Texto atualizado em 14/04/2020 às 10:56 am)

Ministério da Saúde distribuirá 30 mil kits para diagnóstico para todas as regiões do país. Atualmente, os estados do RJ, SP, PA e GO realizam o teste. Brasil monitora 433 casos suspeitos

O Ministério da Saúde vai ampliar a capacidade laboratorial para diagnóstico do coronavírus em todo o território nacional. Nas próximas semanas, serão distribuídos 30 mil kits para teste diagnóstico (protocolo de Berlim) específico para o COVID-19. Depois, gradativamente, serão ampliados para todos os 27 Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACENs) do País. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (2) pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante coletiva de imprensa, em Brasília (DF), para atualizar a situação do coronavírus no Brasil.

Inicialmente, serão distribuídos dez mil kits de diagnóstico aos LACENs dos estados do Amazonas, Pará, Roraima, Bahia, Ceará, Pernambuco, Sergipe, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, contemplando todas as regiões do país. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, por meio do laboratório de Biomanguinhos, iniciará a produção e distribuição dos testes ainda nesta quarta-feira (04/03). Leia mais ›


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Fibrose cística ganha medicamento inédito no Brasil

(Texto atualizado em 02/01/2020 às 12:12 pm)

A Anvisa aprovou nesta segunda-feira (23/7) o registro de um medicamento novo para o tratamento da fibrose cística. A nova alternativa de tratamento é o Orkambi® (lumacaftor + ivacaftor), que até o momento não estava disponível no país.

A fibrose cística é uma doença de origem genética e ainda incurável que provoca o acúmulo de muco no pulmão, levando a inflamações e infecções que podem causar insuficiência respiratória.

De acordo com a bula do medicamento, o uso do Orkambi® resulta em melhorias rápidas e prolongadas da função pulmonar, reduzindo as situações de hospitalização dos pacientes. Outro efeito positivo do medicamento é a melhora nas avaliações nutricionais das pessoas que se submeteram ao tratamento.

O medicamento será oferecido na forma de comprimido nas concentrações de 100mg + 125mg e 200mg + 125mg.

O medicamento aprovado pela Anvissa será produzido pelas empresas Aesica Queenborough Ltda, localizada em Queenborough, Reino Unido, e Vertex Pharmaceuticals Inc., localizada em Boston, EUA. A dona do registro no Brasil é a empresa Vertex Farmacêutica do Brasil Ltda, que é a responsável por trazer o produto para o mercado nacional.

Como funciona o Orkambi® (lumacaftor + ivacaftor)

O medicamento é indicado para pacientes acima de 6 anos de idade e adultos para o tratamento da Fibrose Cística (FC) contendo mutação F508del no gene regulador de condutância transmembrana da fibrose cística (CFTR).

ORKAMBI® (lumacaftor + ivacaftor) é uma formulação em comprimidos de uma combinação em dose fixa de lumacaftor, um ativo corretor de CFTR, e ivacaftor, um agente potencializador de CFTR, de modo que ORKAMBI® (lumacaftor + ivacaftor) atua na causa subjacente de FC para aqueles pacientes que possuem os dois genes CFTR com mutação F508del.

Fonte: Anvisa

 


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Imposto sobre medicamentos: Brasil lidera ranking

Imposto sobre medicamentos: Brasil lidera ranking

Na América do Sul, País é seguido pela Argentina e Chile. Um estudo da consultoria chilena de assuntos farmacêuticos InHouse mostrou o Brasil é o país da América do Sul com o maior imposto sobre medicamentos (28%). A tributação avaliada na pesquisa é o Imposto sobre Valor Agregado (IVA). O País é acompanhado pela Argentina (com imposto de 21%) e pelo Chile (com 19%).

Vale lembrar que, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), a carga tributária em cima dos medicamentos é ainda maior, de 33,87%.A análise da consultoria InHouse propõe que em países com imposto sobre medicamentos maiores ou similares ao Chile, sejam aplicadas medidas protecionistas, como descontos; fixação de faixas de preços; e distinção ou isenção de impostos para evitar que os custos afetem os pacientes.

A reportagem publicada no portal da Associação Industrial de Laboratórios Farmacêuticos do Chile (Asilfa), exemnplifica que, “na Argentina, existem pacotes de medicamentos são subsidiados ao consumidor, não em produtos de alto custo que são caros, mas em produtos mais gerais, e para isso existe uma cesta básica de produtos que são mais baratos “, conforme mostrou o diretor da InHouse, Stephan Jarpa.

Enquanto isso, o Brasil foi pioneiro na América Latina na fixação de preços de referência externos. “Se um novo produto é reconhecido como tendo forte evidência de superioridade em relação à terapia padrão disponível, os preços de referência externos são aplicados”, explicou o especialista da InHouse. No Peru, apesar de ter um imposto semelhante ao chileno, eles estabeleceram que os medicamentos para doenças oncológicas e HIV/ AIDS estão isentos de impostos. No Uruguai, há um imposto de 10% para medicamentos, especialidades farmacêuticas, carne, peixe, entre outros.

No Chile, por sua vez, embora existam outras ações, como fundos de farmácias dando medicamentos gratuitos aos pacientes em clínicas, não há medicamentos isentos de impostos e, no momento, a ideia é descartada pelo governo.

Fonte: Asilfa/ Guia da Farmácia

 


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Concursos públicos para farmacêuticos no Brasil

(Texto atualizado em 19/09/2019 às 11:13 am)

Concursos publicos para farmaceuticos

No Brasil, um farmacêutico possui uma área profissional muito diversa, que vai muito além da tradicional atividade em drogarias, farmácias, distribuidoras ou indústrias. O profissional da farmácia também pode concorrer a vagas disponibilizadas em concursos públicos estaduais, municipais e federais.

Uma vaga em concurso público atrai a muitos pois em muitos cargos os salários são atraentes e existe uma grande estabilidade no emprego, além do renome e status que é visto com orgulho por muitas pessoas, quando num cargo público concursado. 

Confira nesse post algumas das possibilidades para farmas atuarem em cargos públicos, junto com detalhes sobre as especialidades e atuação no trabalho.

 

Concurso do Exército Brasileiro para farmacêuticos

Os concursos do Exército Brasileiro estão entre os mais desejados, visto que a carreira militar é bastante reconhecida e os salários batem a média de R$ 8.000,00. 

As atribuições de Farmacêuticos na Farmácia Hospitalar ou Indústria Farmacêutica Militar são atuando com a distribuição e manipulação de medicamentos para os soldados, trabalhando na desinfestação ambiental, atuando em operações militares realizando acompanhamento das tropas.

Ainda estão entre as possíveis atividade, ações de defesa civil e saúde pública junto à comunidade; análise química de medicamentos e análise da água consumida, além de atividades hospitalares em hospitais do exército.

Informações sobre as provas e como se inscrever porem ser encontradas no site da instituição: www.essex.eb.mil.br

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Carreiras e oportunidades





Permitidos no Brasil e proibidos lá fora. De olho nos cosméticos e produtos de higiene

Permitidos no Brasil e proibidos lá fora. De olho nos cosméticos e produtos de higiene

Quando fazemos uso de itens de higiene achamos que eles irão nos ajudar, certo? Pois na fórmula de muitos desses produtos escondem-se inúmeros perigos para a nossa saúde.

São vários os tipos de produtos que entram em contato com a nossa pele diariamente, como sabonete, xampu, creme hidratante, maquiagem, creme dental, etc. Mas os componentes químicos encontrados nesses itens de higiene pessoal e cosméticos podem ser bastante nocivos.

De acordo com uma reportagem da BBC, a União Europeia proibiu 1,3 mil substâncias. Já a Anvisa, que também tem a sua própria lista de substâncias proibidas baseada na listagem europeia, nem sempre incorpora esses itens imediatamente.

Confira, a seguir, algumas substâncias que, embora nocivas para a saúde, são encontradas nos cosméticos brasileiros.

 

Substâncias perigosas

Sabemos que é difícil ler os rótulos dos produtos e, ainda mais, compreendê-los. Mas esteja atento porque informação é um “remédio” fundamental para cuidarmos da saúde.

 

Ftalatos

São um tipo de substância usada para deixar os plásticos mais maleáveis. Na cosmetologia, são encontrados em esmaltes, a fim de que a sua cobertura não fique quebradiça. Também podem ser usados como fixadores e estabilizantes em desodorantes.

O problema é que não existem garantias de que os ftalatos sejam seguros. Aliás, há evidências de que eles interfiram na produção de hormônios, visto que a sua exposição a longo prazo tem um efeito cumulativo.

A União Europeia já baniu os ftalatos da produção de cosméticos, sendo aceitos apenas traços dessa substância, que é quando ela migra para o produto, em baixíssima concentração, por ter sido usada na embalagem.

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ANVISA





Tecnologia de análise de dados confirma predominância do diabetes no Brasil

(Texto atualizado em 26/08/2019 às 12:19 pm)

Lançado em 2006, o projeto ELSA-Brasil (Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto) tem como objetivo investigar o desenvolvimento e os fatores de risco para quatro das principais doenças crônicas não-transmissíveis e presentes na vida da população entre 35 e 74 anos de idade.

Em particular as enfermidades cardiovasculares e o diabetes. Outra meta do projeto é contribuir para a qualificação dos especialistas em epidemiologia de doenças crônicas e melhora da pesquisa científica nessa área do conhecimento.

Para aprimorar esse trabalho, os pesquisadores do ELSA-Brasil decidiram fazer uso da tecnologia do SAS, líder global em softwares e serviços de análise de dados, resultando em estudos cada vez mais relevantes para o entendimento do perfil das principais doenças que afetam o país.

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Roche inicia nova fase no Brasil e vai dobrar lançamentos em 2019

Abbott lança plataforma colaborativa de saúdeMaior fabricante do mundo de tratamentos contra o câncer, a farmacêutica Roche está iniciando uma nova fase no país. Ao mesmo tempo em que a Roche Farma Brasil foi promovida ao grupo seleto de oito países que se reportam diretamente à matriz, na Suíça, a presidência local passou a ser ocupada pelo executivo suíço Patrick Eckert, que estava à frente da diretoria de oncologia e hematologia no país. “É uma chance para a matriz compreender melhor os desafios e oportunidades do mercado brasileiro”, disse Eckert ao Valor. Antes da mudança, a Roche Farma Brasil estava sob o guarda-chuva da crescer “um dígito alto” em 2018

América Latina e o diálogo com a sede não necessariamente ocorria de forma direta. Com foco em inovação, a farmacêutica está no país há 87 anos e teve vendas de R$ 3,1 bilhões no ano passado. O aumento do portfólio de medicamentos de inovação teve papel fundamental para a expansão dos negócios com ritmo superior ao do mercado farmacêutico nacional, o sexto maior do mundo.

O ano em curso tem imposto mais desafios, com a maior concorrência entre as farmacêuticas. Ainda assim, o desempenho da operação brasileira é positivo e os planos de investimento estão sendo cumpridos. Em 2015, a multinacional anunciou que aplicaria R$ 300 milhões em cinco anos para modernizar a fábrica de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, capacitando-a a produzir medicamentos em escala global. O projeto segue em curso e, em 2018, os desembolsos totalizam R$ 40 milhões. Leia mais ›


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Merck Brasil adota novo modelo de comunicação visual

Merck Brasil adota novo modelo de comunicação visual- Guia da Farmácia

(Texto atualizado em 25/06/2019 às 09:58 am)

Em 2018, a Merck – empresa alemã líder mundial em ciência e tecnologia – celebrou seus 350 anos com um novo website. Mais otimizado, responsivo e com conteúdo adaptado para SEO, o site faz parte da nova linguagem da empresa que está mais emocional e vibrante. Um processo que começou em outubro de 2015 com o lançamento de um novo branding desenvolvido com a agência Future Brand que tem como mote central “ciência e tecnologia vibrantes” e inspirado nas formas e cores vistas a partir das lentes do microscópio.  “O novo site ajuda aproximar nossa imagem da identidade corajosa, ousada e vibrante já consolidada internamente”, explica head de comunicação corporativa da Merck Brasil, Erica Smith.

No www.merck.com.br o internauta poderá visualizar a essência curiosa da empresa e ver o DNA da Merck, representado em pesquisas e produtos que refletem a descoberta de novos medicamentos e tecnologias que ajudam a criar, melhorar e prolongar a vida. “Curiosidade é o mote da campanha mundial e o combustível da Merck para encontrar respostas para perguntas ainda não feitas ao progresso humano”, conclui Erica. Os conteúdos de Curiosidade podem ser encontrados no canal global e local de Facebook da Merck e também no Hub de Curiosidade.

Nova estrutura

No Brasil, as mudanças começaram nos ambientes internos com escritórios abertos – no formato open office -, sem salas com divisões hierárquicas. A diversidade é um tema levado a sério com adesão da empresa no Pacto para a Empoderamento das Mulheres, firmado em 2017, com a organização das Nações Unidas para igualdade de gênero no setor privado.

No escritório em São Paulo, passaram a ser adotados o uso de roupas casuais todos os dias; uma sala de descompressão com puffs confortáveis e jogos disponíveis a quem desejar sair da mesa de trabalho para se divertir; uma copa com frutas frescas para os funcionários todos os dias; e sessões de shiatsu semanais para os colaboradores.

Fonte: Merck


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Brasil terá a primeira farmácia da francesa Boiron no mundo

(Texto atualizado em 19/06/2019 às 01:40 pm)

Líder global em medicamentos homeopáticos investiu R$ 2 milhões para responder à demanda de médicos e pacientes por medicamentos eficazes e seguros

Valérie Lorentz-Poinsot, diretora-geral da Boiron: aposta em bons profissionais, diagnósticos e medicamentos para o Brasil (Marcos Bacon/Abril Branded Content)

O mercado global de homeopatia vem crescendo no mundo inteiro. Em 2015, ficou em 3,8 bilhões de dólares e deve chegar a 17,4 bilhões de dólares em 2040, segundo dados da Transparency Market Research, consultoria de inteligência de mercado. Usada por milhares de pacientes em mais de 50 países, a homeopatia já é recomendada por mais de 400 000 médicos e profissionais da saúde no mundo todo. Especialidade médica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina do Brasil desde 1980, ela também tem ganhado espaço no país. Hoje, mais de 10 000 homeopatas atuam por aqui e a demanda de médicos e pacientes por medicamentos homeopáticos fez com que a Boiron, multinacional francesa que está há mais de 80 anos no mercado e é líder mundial do segmento, escolhesse o Brasil para a inauguração da sua primeira farmácia de manipulação no mundo.

O espaço recém-inaugurado tem 450 metros quadrados e fica na Avenida 9 de Julho, na cidade de São Paulo. O desafio foi reproduzir no espaço os mesmos padrões de qualidade das unidades fabris francesas e garantir a rastreabilidade em todo o processo produtivo. Todas as matérias-primas e insumos ativos utilizados na produção dos medicamentos são importados da França. Além disso, a transparência é um conceito central: uma parede de vidro permite que os clientes acompanhem todo o processo de preparação dos medicamentos.

Reconhecida no mundo inteiro pela qualidade, a empresa tem foco em oferecer aos profissionais da saúde medicamentos que sejam eficazes e seguros. “Estamos aqui porque há uma grande demanda por parte dos médicos brasileiros. Um bom tratamento terapêutico tem alguns eixos centrais: bons profissionais, bons diagnósticos e bons medicamentos. A Boiron é conhecida no plano internacional pela qualidade de seus produtos e vamos trazer exatamente isso para o Brasil”, diz Valérie Lorentz-Poinsot, diretora-geral da empresa. Leia mais ›


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Investidores da Anjos do Brasil fazem aporte no app Manipulaê

A Manipulaê, uma plataforma online que facilita a conexão entre pacientes e farmácias de manipulação, onde é possível enviar uma receita para cotação com até três farmácias e comparar todas ofertas em uma mesma tela, foi criada pelo administrador Thiago Colósio e o engenheiro Rafael Angelo. “Ela é online e gratuita para que as pessoas façam a cotação e comprem seus produtos. Fazemos uma triagem com as farmácias para definir o nível de qualidade e só permitimos a entrada de empresas que assinam um termo de compromisso com o consumidor e que atinjam o nível satisfatório”, explica Colósio.

Como funciona a plataforma – O consumidor acessa o site da Manipulaê, envia imagem da sua receita médica que precisa cotar e preenche alguns dados, como nome, e-mail e endereço para entrega. Esse processo pode ser feito pelo celular, tablet ou computador. O sistema envia as informações para as farmácias conectadas na plataforma e o consumidor recebe as cotações dos produtos rapidamente numa mesma tela. Todo processo, da cotação ao pagamento, é feito no site Manipulaê. “O cliente consegue comprar no mesmo dia, com mais de uma farmácia ao mesmo tempo e com apenas alguns cliques. Conseguimos otimizar o valor total da compra e o tempo para realizar todo processo. Alguns clientes já relataram economia de até 40%, e redução de 3 dias no tempo que gastavam antes”, diz Colósio.

Aporte da Anjos do Brasil – De olho nesse mercado é que a rede de da Anjos do Brasil investiu R$ 525 mil na Manipulaê. “O grande potencial da startup é que ela oferece uma solução para um problema dos consumidores com uma oferta estratégica de consolidar dados de um grande mercado que é pouco explorado e conhecido”, diz Ricardo Martinho, consultor de Relações com Investidores da Anjos do Brasil.

Atuando desde fevereiro de 2017, a startup reúne 120 farmácias ativas na plataforma. Elas estão localizadas estrategicamente para atender o Sudeste do país. Com seis colaboradores, gerou R$ 80 mil em vendas para as farmácias da plataforma no ano passado, espera fechar 2018 com R$ 200 mil e estima triplicar o valor em 2019. “O crescimento em escala vai ocorrer porque, com o aporte, vamos investir 60% em equipe e melhorias na plataforma, e 40% na expansão do negócio”, explica Colósio. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





João Tavares Neto da ANVISA comenta tendências do mercado de perfumaria e cosméticos

| João Tavares Neto da ANVISA comenta sobre tendências e perspectivas sobre o mercado cosmético no Brasil

(Texto atualizado em 27/03/2019 às 01:30 pm)

João Tavares Neto é Gerente de Produtos de Higiene, Perfumes, Cosméticos e Saneantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA. Bacharel em Farmácia e Mestre em Ciência de Alimentos pela Universidade Federal de Minas Gerais e Especialista em Vigilância Sanitária pela Fundação Oswaldo Cruz. Servidor público desde 2005 na carreira de Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária da Anvisa, onde exerceu os cargos de Coodenador de Bioequivalência na Gerência Geral de Medicamentos (2011-2014); Superintentende de Correlatos e Alimentos, supervisionando a Gerência Geral de Cosméticos (2014-2016); Assessor do Diretor Presidente (2016); e Gerente de Cosméticos (2016-2017); Presidiu o décimo primeiro ciclo da Cooperação Internacional em Regulação de Cosméticos: ICCR-11 (2016/2017), composto pelas autoridades sanitárias do Brasil, Canadá, Japão, Estados Unidos e União Europeia. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





Laboratórios nacionais dominam vendas de medicamentos no Brasil

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(Texto atualizado em 11/03/2019 às 02:17 pm)

Os laboratórios nacionais têm abocanhado fatia crescente nas vendas de medicamentos no varejo farmacêutico e hoje já fornecem mais de dois terços do volume comercializado no país. Em receita, a participação das farmacêuticas brasileiras também é superior à das multinacionais, mas menor do que a presença em unidades: 58%, ante 67%.

É o que mostra uma extensa análise produzida pela Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac), com base em dados da consultoria IMS Health relativos ao desempenho do varejo farmacêutico de janeiro a setembro deste ano. Nesse intervalo, as vendas de medicamentos nas farmácias brasileiras cresceram 12,4%, para R$ 37 bilhões. Em número de doses, a alta foi de 4,9%, a 109 bilhões.

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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica





Asma mata três pessoas por dia no Brasil

Pneumologistas defendem revisão de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas, com a inclusão urgente de remédios biológicos na lista do governo federal, mas o Ministério da Saúde não prevê mudanças rápidas. Doença afeta quase 20 milhões de pessoas no Brasil. Internações custam R$ 537 milhões por ano ao SUS. Mobilização e educação de pacientes e profissionais de saúde podem mudar o cenário nacional. Leia mais ›


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Modelo de farmácias populares vem conquistando espaço em todo país

A aposta em um modelo de farmácias atrativas, com aparências chamativas, instalações práticas e preços competitivos, fez com que as lojas das redes populares ligadas a Farmarcas conquistassem um expressivo crescimento no mercado.

Somando todas as lojas dessas redes populares – Ultra Popular, Super Popular e Maxi Popular – se obtém um índice de crescimento orgânico no faturamento de 83,44%, chegando ao montante de R$683.314.990,00, em 2015 o faturamento foi de R$372.500.855,00. Esses números resultam da soma do crescimento no número das lojas e do aumento do faturamento individuais. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





Lei nº 6.437: Legislação brasileira sobre infrações sanitárias

Um estabelecimento que não cumpre as normas sanitárias está infringindo a legislação sanitária federal.  Ela configura tais infrações, estabelece as punições e define inúmeros detalhes relacionados à segurança sanitária no Brasil.

Você pode conferir na íntegra a Lei nº 6.437 existente desde 20 de Agosto de 1977, que regulamenta infrações sanitárias no território brasileiro, abaixo:

 

LEI Nº 6.437, DE 20 DE AGOSTO DE 1977.

Configura infrações à legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências.

  O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

TÍTULO I

DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES

        Art . 1º – As infrações à legislação sanitária federal, ressalvadas as previstas expressamente em normas especiais, são as configuradas na presente Lei.

        Art . 2º – Sem prejuízo das sanções de natureza civil ou penal cabíveis, as infrações sanitárias serão punidas, alternativa ou cumulativamente, com as penalidades de:

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Legislação e regulamentações





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