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Pandemia trouxe novo olhar sobre os padrões de beleza para 80% das brasileiras

Pandemia trouxe novo olhar sobre os padrões de beleza para 80% das brasileiras – ABIHPEC

Levantamento da Avon, #OlhadeNovo, mapeia mudanças de hábitos e transformações na autoestima de mulheres de norte a sul do país

As profundas mudanças causadas pela pandemia de COVID-19 na sociedade brasileira também se refletem nos hábitos de beleza no país, que hoje é quarto maior mercado consumidor desse segmento no mundo, segundo dados da Abihpec. Para ouvir as mulheres sobre esse momento, a Avon realizou um levantamento inédito, com 1.000 entrevistas de norte a sul, em parceria com a consultoria Grimpa. O estudo mostrou a transformação, a ressignificação e os novos olhares para diversos temas como: autoestima, maquiagem, cuidados com a pele, fragrâncias, e a relação emocional das consumidoras com essas categorias em tempos desafiadores.

Produtos de beleza tiveram um papel emocional para 8 em cada 10 mulheres durante o isolamento
Mais de 80% das respondentes disseram que produtos de beleza foram aliados em tempos de pandemia e isolamento social para aumentar a sensação de bem-estar em alguns momentos do cotidiano. Isso mostra a importância da rede de mulheres que se conectam e dão suporte umas às outras, por meio de suas Representantes da Beleza.
A pesquisa faz parte da campanha #OlhadeNovo, que marca o reposicionamento da Avon e convida a sociedade a ampliar os olhares sobre a marca, mas também sobre a beleza e as mulheres, para que todos e todas vejam as pessoas além dos seus corpos, comemorando suas trajetórias e conquistas.

Na pandemia, beleza significa saúde e valorização pessoal
A pesquisa #OlhadeNovo mostrou que 60% das mulheres passaram a ficar mais em casa, o que levou a um momento de descolamento dos padrões estéticos e maior sensação de liberdade: 80% das entrevistadas afirmam que, na pandemia, a autoestima se tornou muito mais uma questão de bem-estar do que de padrões. O dado revela um movimento voltado para o interior, valorizando a saúde (69%) e a as qualidades pessoais (24%) como fatores importantes de um novo olhar para a própria imagem.

Período de transformações também derruba antigas crenças sobre maquiagem
E, nesse quesito, velhos olhares ficaram para trás: 78% afirmaram que o batom vermelho é algo que uma mulher usa para ela se sentir bem – e não para chamar a atenção de outras pessoas – e 74% dizem que maquiagem colorida, brilho e perfume também podem ser usados dentro de casa.

Brasileiras ficaram mais focadas em itens de cuidados para a pele que viram nas redes sociais
Os cuidados com a pele do rosto e do corpo foram o foco:  especialmente entre as mulheres que passaram a ficar mais tempo em casa (41%), houve maior compra desses itens, com o intuito de cuidar mais de si mesma (34%) ou testar produtos que viram nas redes sociais (28%) – sendo que o e-commerce se tornou o principal canal de compras para 67% das consumidoras.

Máscara de proteção facial mudou a forma como as mulheres cuidam do rosto e maquiam lábios e olhos
O uso das máscaras de proteção contra a COVID-19 transformou os hábitos de cuidados com a face de seis em cada 10 mulheres: 35% passaram a usar produtos para proteger a pele, 33% focaram mais na maquiagem dos olhos e 21% trocaram o batom pelos produtos de hidratação dos lábios.

Maquiagem passou a ser usada apenas alguns dias por semana, mas melhorou o humor de 80% das mulheres
Esses cosméticos foram aplicados de uma a duas vezes por semana em média, tanto em compromissos presenciais (32%) quanto online (22%), mas também para a mulher se sentir mais bonita (23%) ou para melhorar dias em que ela se sentia desanimada (17%).  A categoria revelou ter um papel transformador para elas durante a pandemia, ajudando a melhorar o humor de 80% das entrevistadas.

Fragrâncias transportaram usuárias para lugares e momentos felizes
Os perfumes revelaram seu poder de evocar boas memórias e afastar a sensação de isolamento: 46% das respondentes afirmaram que eles as transportam para outros lugares ou fazem lembrar de momentos felizes.

Mulheres querem usar mais perfume, batom e máscara de cílios quando a pandemia acabar
Pensando no futuro, quando a pandemia estiver controlada, as participantes da pesquisa #OlhadeNovo também responderam algumas perguntas sobre como devem ser os hábitos de beleza quando puderem sair mais de casa: perfume (65%), batom (62%) e máscara de cílios (58%) são os itens que passarão a ser usados com mais frequência nesse novo contexto.

Segundo a Avon, a pesquisa #OlhadeNovo ajudou a empresa a enxergar ainda melhor o papel da marca como aliada das mulheres brasileiras, até em momentos mais desafiadores como o atual. Os resultados dialogam com o reposicionamento da Avon e serão traduzidos para as pessoas em novos produtos ainda mais voltados para sua beleza genuína e bem-estar.


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Prescrições eletrônicas serão aceitas pelas farmácias brasileiras

PRESCRIÇÃO ELETRÔNICA

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se manifestou favorável à utilização de assinatura digital em receituários de medicamentos que contenham substâncias da Lista C1 e C5 e dos adendos das Listas A1, A2 e B1 da Portaria SVS/MS n° 344/98, bem como para a prescrição de medicamentos antimicrobianos.

A aceitação das receitas eletrônicas, inclusive de alguns medicamentos controlados pelas farmácias brasileiras, é um marco para todo o setor.  “A partir de agora, receitas legíveis e acessáveis contribuirão para aumentar a segurança ao processo de prescrição/dispensação”, declara Walter da Silva Jorge João, presidente do CFF.

Em 10 de dezembro de 2019, representantes da Anvisa participaram de uma das reuniões do Grupo Interinstitucional de Trabalho (GIT) de Farmácia Digital, do CFF, durante a qual foram debatidos temas relacionados a prescrição eletrônica de medicamentos controlados. “Na ocasião, dialogamos sobre o conteúdo da Nota Técnica em elaboração e a mesma foi enviada, por e-mail, no dia 18 de dezembro, para a Gerência de Produtos Controlados”, detalha a vice-coordenadora do GIT e assessora da presidência do CFF, Josélia Frade. Durante a reunião, também foram apresentadas experiências com prescrição eletrônica.

No final de janeiro (30/01), representantes do GIT estiveram na Anvisa e prosseguiram com a discussão sobre o tema em questão. No dia 20 de fevereiro de 2020, a Anvisa encaminha ao CFF o Ofício nº 7/2020 que responde a consulta realizada pela instituição informando sobre a possibilidade de utilização de assinatura digital, em receituários de medicamentos sujeitos a controle especial.

A Anvisa destaca não haver restrição à utilização de receitas assinadas digitalmente para os medicamentos antimicrobianos  e para substâncias da Lista C1 e C5 e dos adendos das Listas A1, A2 e B1 da Portaria SVS/MS n° 344/98. Todas as receitas digitais, para serem válidas, deverão estar assinadas digitalmente usando a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras (ICP-Brasil).

O coordenador do GIT/Farmácia Digital do CFF, Eugênio Zimmer Neves, destaca que será preparado um material informativo para esclarecer sobre as formas de proceder durante a recepção, validação, dispensação e guarda das prescrições eletrônicas.

Para o presidente do CFF, os farmacêuticos precisam se empenhar muito nas iniciativas de transformação digital da saúde. “No GIT/Farmácia Digital temos contado com a participação de muitas instituições, permitindo um diálogo muito enriquecedor para a profissão. Para fazer gestão em saúde e prestar serviços é cada vez mais necessário ter padrões definidos que permitam troca de  informações. Os farmacêuticos brasileiros estão e estarão empenhados em tornar os tratamentos ainda mais seguros e efetivos por meio da aplicação das tecnologias”.

Veja o posicionamento recebido pelo CFF, da Gerência-Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (GGMON) sobre a possibilidade de assinatura digital em receituários de medicamentos sujeitos controle especial.

Fonte: Comunicação do CFF

O Manual ONA das Organizações Prestadoras de Serviços de Saúde, em sua Versão 2018, trouxe inúmeros requisitos novos aplicáveis às subseções de Atendimento ao Cliente, em especial à Assistência Farmacêutica, que precisam ser incorporados pelas organizações de saúde (que já estão Acreditadas ou buscam pela Acreditação).

Conhecer quais são as ações e a serem implementadas pela equipe assistencial e da Farmácia/Almoxarifado é primordial para que a organização esteja alinhada ao que será exigido nos próximos 4 anos de vigência desta versão do manual.

O profissional que investir em sua capacitação em relação a este tema será considerado referência em sua organização, pois terá o conhecimento do significado de cada requisito e o que é exigido nas visitas de avaliação em relação à Internação.


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ANVISA atualizada relação de Denominações Comuns Brasileiras – DCB

PFARMA

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 08:22 pm)

Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa, publicada nesta quarta-feira (12/8), incluiu 22 novas nomenclaturas à relação de DCBs.

Mais 22 nomenclaturas passam a fazer parte da relação de Denominações Comuns Brasileiras (DCBs). A inclusão dessas denominações à lista foi oficializada com a publicação, no Diário Oficial da União (D.O.U.) desta quarta-feira (12/8), da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 411/2020. A atualização é realizada periodicamente pela Anvisa e está prevista na Agenda Regulatória 2017-2020.

Denominação Comum Brasileira é o nome dado ao fármaco – ou princípio farmacologicamente ativo – aprovado pelo órgão federal responsável pela vigilância sanitária, no caso do Brasil, a Anvisa. A partir da introdução do registro eletrônico, a DCB adquiriu uma concepção mais ampla, com a inclusão da denominação de insumos inativos, soros hiperimunes e vacinas, radiofármacos, plantas medicinais, substâncias homeopáticas e biológicas.

Essas denominações são utilizadas nos processos de registro, rotulagens, bulas, licitação, importação, exportação, comercialização, propaganda, publicidade, informação, prescrição, dispensação e em materiais de divulgação didáticos, técnicos e científicos em todo o país.

No portal da Agência, há um ambiente dedicado ao tema, que disponibiliza a relação consolidada das Denominações Comuns Brasileiras e também o Manual das DCBs, com informações sobre regras e padrões das denominações utilizadas no país.

Acesse a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 411/2020 e conheça as 22 novas nomenclaturas – http://portal.anvisa.gov.br/legislacao#/visualizar/429072

Fonte: Anvisa


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Regulamentação da telemedicina faz disparar o uso da prescrição digital nas drogarias brasileiras

Regulamentação da telemedicina faz disparar o uso da prescrição digital nas drogarias brasileiras

Mais de 22 mil farmácias já aderiram à plataforma de prescrição digital da Memed desde o início da pandemia

A pandemia provocou uma série de mudanças importantes, entre elas, a forma como os médicos fazem as prescrições e também como as pessoas compram seus medicamentos de uso contínuo ou que são receitados após uma teleconsulta, modalidade que emergiu nesse cenário. As farmácias também tiveram que se adaptar para receberem a receita digital e dispensarem os medicamentos usando o novo formato do documento. De acordo com a Memed , heathtech de prescrição digital, o que antes era somente um piloto, restrito às grandes redes, já é uma realidade em mais de 22 mil drogarias em todo país. A plataforma da Memed é 100% gratuita para médicos e drogarias e suas receitas podem ser assinadas por diversos tipos de certificados padrão ICP-Brasil , seguindo todos os padrões e orientações do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Farmácia (CFF).

A adesão à receita digital não é uma exclusividade das grandes redes detentoras das principais bandeiras de farmácias do Brasil, abrange também as chamadas redes independentes. São já 867 diferentes bandeiras no Brasil. São Paulo é Estado com maior número de bandeiras aceitando (318), Minas Gerais aparece na segunda colocação (124), seguido de Paraná (101) e Rio Grande do Sul (100). No caso das farmácias independentes, 49 das 58 lojas (84,48%) associadas à Febrafar (Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias) já fazem uso da plataforma da Memed. Leia mais ›


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