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Governo do RJ confirma transmissão local de variantes brasileira e britânica do coronavírus

Governo do RJ confirma transmissão local de variantes brasileira e britânica do coronavírus
  • Homem de 55 anos, de Belford Roxo — morte.
  • Homem de 46 anos, de Manaus — morte.
  • Homem de 40 anos, do Rio.
  • Homem de 30 anos, do Rio.

 

VOC 202012/01, a variante do Reino Unido:

Nas últimas semanas, dezenas de pessoas diagnosticadas com Covid-19 em Manaus (AM) foram trazidas, então, para o Rio.

As transferências ocorreram em meio ao colapso do sistema de saúde amazonense.

Após recorde das internações por coronavírus e com uma nova variante do coronavírus circulando no estado.

Assim, um dos pacientes transferido para o Rio é um homem de 46 anos, que estava com a nova variante da doença, faleceu.

Recuo de contaminação em 27 regiões

A maior parte do Rio recuou, assim, para risco moderado para Covid-19.

O sétimo boletim de avaliação por regiões administrativas, divulgado nesta sexta-feira (19) pela prefeitura, mostra que 27 áreas saíram, portanto, do risco alto e desceram um grau na escala.

Quase toda a Zona Sul, porém, ficou , então, pela quinta semana seguida, no risco alto.

Todavia, apesar da melhora dos índices na maioria dos bairros, o prefeito Eduardo Paes decidiu, então, manter as restrições do risco alto para toda a cidade.

Na prática, o Rio inteiro está laranja, segundo a escala.

Fonte: G1

Foto: Shutterstock


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Vacina particular: clínica pode comprar vacinas anti-COVID?

Na quarta-feira, 7 de março, a câmara de deputados aprovou uma forma alternativa para acelerar a vacinação contra o COVID-19. A expectativa é acelerar o ritmo atual de aplicação das doses e o retorno às atividades comerciais. Assim, sua empresa pode participar da compra de vacina particular? Saiba neste artigo.

A crise do coronavírus tem deixado marcas profundas na sociedade brasileira. Segundo a PUC-RS, o nível de desigualdade social cresceu como nunca durante esse período.

Dessa forma, todas as medidas que visam reverter esse quadro são bem-vindas.  A mais recente é a vacinação para a rede privada.

vacinação particular: empresas privadas recebem aval da câmara para comprar doses de vacina anti-COVID
A Câmara de Deputados aprovou a compra de vacinas anti-COVID por empresas privadas

Como se trata de um projeto de lei recente, muitas empresas ainda têm dúvidas a respeito.

Como vai acontecer? A vacinação nas empresas pode atrapalhar a vacinação pública? Assim, reunimos conteúdos de especialistas em saúde para explicar essas e outras questões.

Portanto, entenda tudo que você precisa saber sobre vacina particular anti-COVID agora mesmo:

Vacina particular: entenda a lei que permite a compra de imunizantes anti-COVID por empresas particulares

Nos últimos meses, o governo tem se movimentado para reiniciar a atividade comercial plena o mais rápido possível. Assim, surge o interesse em vacinar os trabalhadores dos diversos setores do mercado.

Essa proposta encontrou apoio na Câmara de Deputados. Essa casa aprovou a PL 948/2021, a qual permite a compra de vacinas anti-COVID pelo setor privado.

Esse foi um sinal positivo e muito comemorado pelos donos de empresas que estão de portas fechadas há meses.

O projeto ainda deve ser encaminhado e votado no Senado para entrar em vigor definitivamente.

Entenda os tramites legais para liberação de vacinas pelo setor privado.
A compra de vacinas anti-coronavírus precisa ser autorizada pelo Senado Federal.

Além das empresas do setor comercial, as clínicas e farmácias também comemoraram essa primeira vitória na Câmara. Foi a primeira etapa para permitir a vacinação particular contra o vírus.

No entanto, o projeto tem condições especiais as quais receberam críticas das empresas de saúde.

Desse modo, acompanhe o artigo para entender os detalhes do texto aprovado na Câmara. Além disso, saiba o que fazer para conseguir as vacinas para sua empresa, clínica ou farmácia.

O que muda se a PL 948/2021 for aprovada?

A lei em vigor (Lei 14.125/21) já permite a compra de vacina por empresas privadas. No entanto, todas as doses compradas devem ser integralmente doadas ao Sistema Único de Saúde (SUS).

O projeto de lei aprovado na Câmara permite que apenas metade das doses compradas sejam doadas.

Assim, a empresa ficaria com 50% do total adquirido para vacinar seus funcionários. Inclusive, esse foi um ponto muito criticado pela Associação Brasileira das Clínicas de Vacina (ABCVAC).

A Lei atrapalha a campanha de vacinação atualmente em curso?

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética, Raul Canal, não. Desse modo, a lei diminuirá as filas e aumentará o estoque de vacinas à disposição do governo.

As empresas concorrerão com o governo para comprar vacinas?

Ainda segundo Raul Canal, não. Com efeito, os estoques produzidos para governos e países são diferentes. Dessa forma, as empresas não alterarão a disponibilidade de doses para compra pelo Governo brasileiro.

A ABCVAC, associação com mais de 600 clínicas parceiras, negocia um lote de 5 milhões de doses desde novembro do ano passado.

A vacina particular afetará o programa de imunização que já está sendo desenvolvido pelo Governo brasileiro?
As empresas privadas concorrerão com o governo pelas doses de vacina?

O presidente da associação, Geraldo Barbosa, afirma que o lote foi produzido exclusivamente para empresas privadas.

Quanto uma clínica ou empresa pagará por cada vacina particular?

Os valores variam de acordo com fabricante e estão em negociação. No entanto, o ABCVAC negocia comprar a  Covaxin, do laboratório indiano Bharat Biotech, por US $44,00.

Na cotação atual, esse valor é equivalente a R$ 247,45. A quantia não inclui despesas com armazenamento e transporte.

As empresas e clínicas poderão definir os próprios critérios de aplicação da vacina particular?

Não. As empresas que comprarem vacina particular deverão obedecer a ordem do PNI (Programa Nacional de Imunização). Tal programa ordena a aplicação de acordo com a idade e públicos de risco.

A empresa que infringir alguma das regras está sujeita a multa de dez vezes o valor da compra das doses.

As empresas estão livres para negociar com qualquer laboratório?

Não. As empresas deverão optar por vacinas aprovadas pela Anvisa, ou liberadas temporariamente para casos de emergência.

Contudo, podem comprar imunizantes não aprovados pela Anvisa, desde que sejam certificados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Como funciona o processo e a documentação necessária para importar as doses de vacina anti-COVID?

O processo de importação de qualquer medicamento é complexo. Se sua clínica não tem experiência no assunto, recomendamos fortemente que contrate um serviço de assessoria jurídica especializado no tema.

Para mais detalhes sobre documentação e processo de importação entre em contato com a equipe do M2 Farma clicando aqui.


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Abradilan Conexão Farma é adiado por coronavírus

Abradilan Conexão Farma é adiado por coronavírus

(Texto atualizado em 05/01/2021 às 04:22 pm)

Declaração de pandemia fez entidade a suspender evento que seria realizado na próxima semana, em São PauloA Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan) acaba de divulgar um comunicado oficial cancelando o Abradilan Conexão Farma, evento da próxima semana no Expo Center Norte, em São Paulo. Confira a carta Conselho Deliberativo da entidade na íntegra.

“A Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan) informa que tomou a decisão de suspender a realização do evento Abradilan Conexão Farma, que ocorreria entre os dias 17, 18 e 19 de março, no Expo Center Norte-SP.

Estávamos monitorando diariamente as orientações do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo e os acontecimentos sobre o Corona Vírus – COVID 19 e decidimos, por precaução, e em nome da saúde e segurança publica não realizar o evento neste momento.

Pedimos desculpas aos nossos associados, sócios colaboradores, expositores, patrocinadores, fornecedores e palestrantes e todos os convidados pela decisão, mas a declaração de Pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em combinação com a piora de cenário, especialmente em São Paulo foram imperativos na decisão.

Nos próximos dias daremos mais detalhes.”

Fonte: Guia da Farmácia Foto: divulgação


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Testes de coronavírus, saiba tudo

Esclareça dúvidas sobre os testes de coronavírus- Guia da Farmácia

As instruções também têm como objetivo alertar a população sobre a importância de se ter critérios ao solicitar o teste COVID-19 e de como é realizado o procedimento

Muitas são as orientações que os especialistas, por meio da mídia, têm passado à sociedade sobre os cuidados e prevenção da propagação do COVID-19. Porém, o que poucas pessoas sabem é como são feitos os exames laboratoriais quando a infecção é diagnosticada e em que momento os resultados são divulgados ao paciente.

Com o intuito de sanar algumas dúvidas, a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML), entidade médica que representa os laboratórios clínicos, responde seis questões importantes sobre o procedimento:

Posso ir diretamente ao laboratório e solicitar o teste?

Não. O teste só poderá ser feito mediante o encaminhamento médico. O profissional de saúde precisa avaliar o paciente, constatar que ele apresenta indicação clínica e solicitar a realização do teste.

Os testes para o coronavírus são feitos apenas em hospitais privados ou os públicos também atendem a essa demanda?

Diversos hospitais do sistema público e privado, além de centenas de laboratórios de análises clínicas do Brasil já coletam o teste.

Como os testes para o coronavírus são feitos?O procedimento é demorado?

O procedimento de coleta do teste é rápido e simples. Com hastes flexíveis chamadas de swabs, o profissional de saúde colhe três amostras de secreção: uma da narina direita, outra da esquerda e, por fim, da mucosa da garganta. É fundamental que o profissional que estiver fazendo a coleta utilize todos os equipamentos de proteção, como luvas, óculos, avental e máscaras. Depois disso, o material é encaminhado aos laboratórios de análise.

Em quanto tempo o paciente recebe o resultado e diagnóstico?

O tempo de entrega dos resultados varia de laboratório para laboratório. Alguns disponibilizam em até 24h, outros em até sete dias. É importante ressaltar que não se trata de um teste simples. O resultado oficial fica disponível para o paciente pela internet, nos laboratórios em que este serviço é disponível e para o médico no sistema do hospital de atuação.

Os laboratórios brasileiros estão preparados para atender a população?

Os laboratórios brasileiros estão ajustando sua capacidade produtiva, e os insumos para realização do teste do COVID-19 são limitados, por isso a recomendação de que seja utilizado de maneira a atender os casos com recomendação médica. A SBPC/ML junto com outras entidades de classe estão trabalhando em conjunto com Ministério da Saúde e Órgãos reguladores para avaliar a incorporação de novos testes diagnósticos que permitam ampliar este atendimento à população.

Quais cuidados os profissionais de saúde devem ter no momento que fazem o exame na pessoa infectada pelo COVID-19?

Se para a população todo o cuidado é pouco, essa premissa torna-se ainda maior para os médicos e enfermeiros. Como estão em contato direto com o paciente infectado, eles precisam estar devidamente protegidos, utilizando aventais descartáveis e de manga longa, máscaras, óculos ou escudos de proteção, calçar luvas descartáveis após a higienização adequada das mãos.

Estamos falando de um vírus com alto poder de contágio. Sabemos que o povo brasileiro é muito afetivo; abraços, beijos e apertos de mãos fazem parte da rotina de todos. Porém, mesmo esses pequenos gestos podem trazer grandes problemas. Portanto, evitá-los pode ser importante na prevenção. Lavar constantemente as mãos com água e sabão, utilizar álcool gel 70% para a higienização ao usar transporte público, restaurantes, entre outros, usar produtos de limpeza nos ambientes, como água sanitária, sabão e álcool, são atitudes que podem minimizar os impactos da transmissão do Coronavírus. Se cada um de nós fizer a nossa parte, todos serão beneficiados.

Foto: Shutterstock Fonte: SBPC/ML e Lab Tests Online


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Butantan será parceiro para vacina contra o coronavírus em fase final de testes

Doria anuncia que Butantan será parceiro para vacina contra o coronavírus em fase final de testes

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 05:52 pm)

Segundo o governo, empresa fornecerá ao Instituto Butantan doses da vacina para a realização de testes clínicos em voluntários no Brasil

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou, na manhã desta quinta-feira (11), que o Instituto Butantan será parceiro de um laboratório chinês para a produção de uma vacina contra o coronavírus que está em fase final de testes.

“Hoje é um dia histórico para São Paulo e para o Brasil, assim como para a ciência mundial. O Instituto Butantã fechou acordo de tecnologia com a gigante farmacêutica Sinovac Biotec para a produção da vacina contra o coronavírus. (…) Os estudos indicam que ela estará disponível no primeiro semestre de 2021, ou seja, até junho do próximo ano. E com essa vacina nós poderemos imunizar milhões de brasileiros”, disse Doria em coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, na tarde desta quinta (11).

O anúncio foi feito uma semana após o governo iniciar o plano de flexibilização da quarentena no estado.

Segundo o governo, a empresa fornecerá ao Instituto Butantan as doses da vacina para a realização de testes clínicos da fase 3 em voluntários no Brasil.

“O acordo prevê a participação de São Paulo na realização de testes clínicos dessa vacina, com o acompanhamento de 9 mil voluntários brasileiros a partir do próximo mês de julho, dentro, portanto, de 3 semanas 9 mil voluntários já estarão sendo testados aqui no Brasil”, afirmou o governador.

Ainda segundo o governo, outros acordos com Sinovac estão sendo feitos para garantir o fornecimento do produto ao país enquanto a tecnologia de produção da vacina é transferida para o Butantan. Se bem sucedida nos testes, a vacina poderá ser produzida nacionalmente e disponibilizada aos brasileiros.

Os estudos clínicos no Brasil serão iniciados após a aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e dos comitês de ética em pesquisa.

A vacina da Sinovac Biotech já foi aprovada para testes clínicos na China. Ela usa uma versão do vírus inativado. Isso quer dizer que não há a presença do coronavírus Sars-Cov-2 vivo na solução, o que reduz os riscos deste tipo de imunização.

Vacinas inativadas são compostas pelo vírus morto ou por partes dele. Isso garante que ele não consiga se duplicar no sistema. É o mesmo princípio das vacinas contra a hepatite e a influenza (gripe).

Ela implanta uma espécie de memória celular responsável por ativar a imunidade de quem é vacinado. Quando entra em contato com o coronavírus ativo, o corpo já está preparado para induzir uma resposta imune.

Cientistas chineses chegaram à fase clínica de testes – ensaios em humanos – em outras três vacinas. Uma produzida por militares em colaboração com a CanSino Biologics, e mais duas desenvolvidas pela estatal China National Biotec.

Butantan contra o coronavírus: etapas

A Sinovach Biotech, empresa citada por Doria, é uma afiliada do estatal Grupo Farmacêutico Nacional da China, sediada em Pequim. O laboratório obteve autorização para começar testes em humanos em abril. E é alvo de investigação na China.

Além desta iniciativa, há ao menos 133 candidatas a vacina contra o vírus causador da Covid-19, sendo que dez delas estão na fase clínica, ou seja, sendo testadas em humanos.

Ainda assim, especialistas acreditam que a vacina estará disponível apenas em 2021.


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GSK anuncia estratégias para a pandemia de coronavírus

GSK anuncia estratégias para a pandemia de coronavírus

A farmacêutica britânica contou sobre as estratégias e recomendações para o período

“É tempo de cuidarmos de nós, porque é cuidando de nós que estamos cuidando do próximo, da família, dos amigos, da economia e da sociedade. Nós, da GSK no Brasil, estamos somando esforços para continuar zelando pela saúde dos brasileiros”. Com esse lema, José Carlos Felner, GM no Brasil da GSK, maior produtora de vacinas do mundo e líder em saúde respiratória, foca sua gestão para superar esse momento que o mundo está passando.

A GSK tem por missão ser uma empresa que faz com que as pessoas façam mais, sintam-se melhor e vivam mais. Nesse período de pandemia não poderia ser diferente. “Priorizamos a saúde e o bem-estar dos nossos colaboradores, com home office para 100% dos que possuem funções administrativas, suspendemos todos os contatos proativos da nossa força de vendas com profissionais de Saúde, reforçamos higienização em nossas dependências, montamos um comitê de crise, mantemos nossos funcionários informados e antecipamos a campanha de vacinação contra gripe para todos nossos funcionários e familiares”, enfatiza Felner.

Produção de medicamentos e vacinas

A GSK é a maior produtora de vacinas do mundo e é referência no tratamento de doenças respiratórias. Portanto, a produção desse time crítico não pode parar. Eles são fundamentais para garantir o abastecimento confiável de produtos, medicamentos e vacinas, tão importantes para a sociedade.

No Campo da Pesquisa&Desenvolvimento, a GSK também está na luta ao COVID-19. A empresa colocou à disposição dos cientistas da CEPI – instituição que atua no desenvolvimento de vacinas para controlar surtos – sua plataforma de adjuvantes, mesma tecnologia já utilizada com sucesso na pandemia de gripe. “Essa semana expandimos nossas colaborações e agora estamos trabalhando com cinco empresas parceiras e grupos de pesquisa em todo o mundo, inclusive nos EUA e na China, além da Universidade de Queensland e a Clover Biofarmaceuticals”, complementa Felner. Outras oportunidades de colaboração com várias outras empresas e instituições estão sendo estudadas.

As primeiras indicações do benefício do adjuvante foram relatadas nos primeiros experimentos pré-clínicos por uma das colaborações. Com essa tecnologia, é possível reduzir a quantidade de antígeno por dose, o que permite a oferta de mais doses de vacinas para mais pessoas, além de possibilitar uma imunização mais potente e duradoura. Isso, em um cenário de pandemia como o atual, pode fazer toda diferença. A GSK espera que os dados sejam relatados pelas várias colaborações nos próximos três meses. Assim, esses dados informarão os próximos passos para o desenvolvimento clínico das vacinas candidatas.

“O momento é de colaboração e mobilização. Sabemos que o processo de produção de vacinas é muito complexo, o que pode demorar um pouco. Porém, está na hora de unirmos esforços para tornar a vacina realidade no menor espaço de tempo possível”, completa Felner.

Grupos de risco – Doenças respiratórias e HIV

Embora ainda não tenhamos muitas informações sobre o vírus SARS-CoV-2, os dois grupos de maior risco são o de pessoas idosas, acima de 60 anos, e o de portadores de doenças crônicas como asma, DPOC, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer, Aids, entre outras. É importante que pacientes crônicos tomem todas as medidas de proteção e prevenção estabelecidas pelo Ministério de Saúde, como o confinamento social, lavagem frequente e correta das mãos, utilização de álcool gel 70% na limpeza pessoal e de ambientes, bem como evitar aglomerações de pessoas.

“Como temos um portfólio completo, que inclui tratamentos para Asma, Asma Grave, Rinite Alérgica e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e fornecemos medicamentos de primeira linha para pessoas com Aids em tratamento pelo SUS para mais de 250 mil pacientes, não podemos parar. Esse é o nosso compromisso com a sociedade.”, completa Felner.

GSK diante da pandemia de coronavírus: Gestão em tempos de crise

É tempo de se cuidar, cuidar do próximo, de parar e pensar no bem mais importante para todos os seres: a saúde. Quem puder ficar em casa, siga as recomendações de médicos e órgãos do governo. Quem trabalhar com insumos de primeira necessidade, deve se proteger e focar em levar o melhor para todos. “Tenho clareza de que uma boa gestão para garantir a segurança e o bem-estar de nossos funcionários, bem como como o acesso a medicamentos de suma importância para a população, além da busca constante de ações efetivas de combate a Covid-19, será o que fará a diferença ao passarmos por essa crise. É uma situação em constante evolução, que necessita ser mantida sob revisão e atualização periódicas. Seguimos monitorando a questão e em estreita comunicação com os governos globais e local, para auxiliar em todas as áreas que pudermos”, conclui Felner.

Foto: Shutterstock
Fonte: GSK


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Ações de farmacêutica Moderna disparam após anúncio de vacina contra coronavírus » Panorama Farmacêutico

Após anúncio do início dos testes de uma vacina contra o coronavírus, as ações da farmacêutica norte-americana Moderna dispararam na última terça-feira, 25 de fevereiro, com uma alta de 27%.

De acordo com o Wall Street Journal, a empresa entregou ao National Institute of Allergy and Infectious Deseases um pacote com as vacinas para que eles comecem a fazer testes em humanos, o que deve ter início em abril.

No mundo todo, pesquisadores têm enfrentado uma corrida contra o tempo para descobrir uma vacina eficaz.  Nesta terça, o governo dos Estados Unidos informou que investirá cerca de US$ 1 bilhão em pesquisas de uma vacina para o coronavírus.

Na China, em Hong Kong, pesquisadores afirmaram que já desenvolveram um tipo de vacina, mas que o período de testes em animais deverá levar alguns meses. A nova vacina seria uma modificação da vacina da gripe que se propõe a proteger tanto do coronavírus da China quanto de gripes comuns.

No britânico Imperial College, as primeiras versões de uma vacina contra o coronavírus já têm sido testadas em ratos. Os testes começaram no começo do mês e devem terminar até o fim do ano.

Autoridades de saúde dos EUA disseram também nesta terça-feira que começou um primeiro experimento clínico para testar o medicamento antiviral experimental da Gilead Sciences, o remdesivir, em pacientes hospitalizados com o coronavírus.

O primeiro participante do experimento é um norte-americano que foi repatriado após ter sido colocado em quarentena no navio de cruzeiro Diamond Princess e o estudo está sendo conduzido no Centro Médico da Universidade de Nebraska em Omaha, de acordo com o National Institutes of Health (NIH), agência do governo dos EUA para pesquisa médica.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

Leia também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2020/02/03/vacina-para-coronavirus-pode-sair-em-tempo-recorde/


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Sobre o uso do Ibuprofeno, Cortisona e tiazolidinediona em infecções por Coronavírus

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 08:22 pm)

medicamento ibuprofeno coronavirus

Um artigo publicado pela revista científica The Lancet, divulgado no dia 11 de março, revelou que três estudos feitos em doentes infectados com o novo coronavírus evidenciaram que a classe de anti-inflamatórios não esteróides (conhecidos como AINE’s) aumenta a expressão de enzimas conversoras de angiotensina 2 (ACE2), recetores que existem em células epiteliais dos pulmões, intestinos, rins e vasos sanguíneos, e aos quais o SARS-CoV-2 se liga para infectar o organismo humano.

De acordo com os mesmos estudos, a gravidade da infeção também pode ser influenciada pelo uso de substâncias ou a ingestão de medicamentos para combater a diabetes mellitus tipo 2, cuja substância ativa são as tiazolidinedionas (TZD’s), que também aumentam a expressão dos recetores ACE2 e facilitam a entrada do novo coronavírus no organismo humano.

Os investigadores responsáveis pelos estudos apontam ainda que, caso a influência do ACE2 seja confirmada, será gerado um conflito devido à influência que o recetor tem nos tratamentos para reduzir inflamação e em terapias para curar doenças respiratórias, cancer, diabetes e hipertensão.

Outro fator é que o uso de medicamentos da classe AINE, como iboprufeno e cortisona, pode afetar a capacidade de reação do sistema imunitário, responsável por combater o vírus do coronavírus.

Ministério da Saúde da França desaconselha o uso de ibuprofeno e cortisona em pacientes infectados com Coronavírus COVID-19

ibuprofeno coronavirus

Aviso foi feito pelo ministro da Saúde francês, mas DGS e OMS não disseram ainda nada sobre o tema.

O ministro da Saúde francês, médico neurologista Olivier Véran, usou suas redes para orientar que quem suspeitasse estar infetado com o novo coronavírus para não tomar anti-inflamatórios como o ibuprofeno, dando preferência ao paracetamol para tratamentos dos sintomas.

Ele repetia assim as recomendações do Diretor-Geral de Saúde da Francês, Jérôme Salomon, que desaconselha o uso destes medicamentos para o coronavírus.

Segundo o ministro francês, vários médicos mencionaram casos de pacientes jovens infectados pelo Covid-19, sem outras patologias conhecidas, que se encontraram em estado grave depois de tomar ibuprofeno para baixar a febre provocada pela novo coronavírus.

A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) publicou uma nota de esclarecimento no dia 13 de março com a seguinte orientação.

“Em vistas ao conhecimento do envolvimento da enzima conversora de angiotensina 2 (ECA-2) na fisiopatologia da infecção pelo coronavírus, especula-se que a modulação dessa via poderia ser uma alternativa a ser explorada no manejo desses pacientes. A utilização de fármacos como os inibidores de enzima conversora de angiotensina (iECA) e os bloqueadores de receptores de angiotensina (BRA), assim como o uso de tiazolidinodionas e de ibuprofeno resultam em elevação dos níveis da ECA-2. Os dados disponíveis até o momento alertam que os pacientes infectados com o novo coronavírus que tenham diabetes ou hipertensão ou insuficiência cardíaca e estejam em uso de iECA ou BRA devam ser acompanhados adequadamente. Em não havendo evidências definitivas a respeito da associação entre o uso desses fármacos e maior risco da doença, a SBC recomenda a avaliação individualizada do paciente em relação ao risco cardiovascular da suspensão dos fármacos versus o risco potencial de complicações da doença.”

ibuprofeno covid19 the lancet

Imagem: Matéria publicada pela revista científica The Lancet

O Artigo continua abaixo com informações sobre os medicamentos.

Sobre o Ibuprofeno

O Ibuprofeno é um anti- inflamatório não-esteroide, derivado do ácido propiônico . Ele tem atividade anti- inflamatória, analgésica e antitérmica. Ajuda no controle da febre e tem utilidade no tratamento de dores leves e moderadas.Ele atua reduzindo a síntese de prostaglandinas pela inibição das enzimas ciclo-oxigenases (COX-1 e COX-2).

Encontra-se disponível sob diversas denominações comerciais, incluindo Advil, Motrin e Nurofen.

Sobre o Cortisona

A cortisona, também conhecida por corticosteroide, é um hormônio produzido pelas glândulas supra-renais, que exerce ação anti-inflamatória, sendo, por isso, muito utilizada no tratamento de problemas crônicos como asma, alergias, artrite reumatoide, lúpus, casos de transplante de rim ou problemas dermatológicos, por exemplo.

Sobre os medicamentos IECA e ARA II

O medicamentos anti-hipertensivos das classes dos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA) e os antagonistas do receptor da angiotensina II (ARA II) estão entre os mais utilizados para o tratamento da hipertensão arterial.

Os IECA e os ARA II são classes diferentes de drogas, porém com mecanismo de ação na redução da pressão arterial semelhante.

Tanto os IECA quanto os ARA II têm como objetivo impedir a ação de um hormônio chamado angiotensina II. Os IECA impedem a sua formação, enquanto os ARA II impedem o seu funcionamento.

Sobre os medicamentos Tiazolidinedionas

As tiazolidinedionas (TZDs), também conhecidas como glitazonas, são uma classe de fármacos usados no tratamento de diabetes mellitus tipo 2 e outras enfermidades relacionadas. As tiazolidinedionas melhoram a sensibilidade dos tecidos brancos à insulina por atuar como agonistas seletivos de receptores da insulina localizados no núcleo celular. Os exemplos de fármacos mais utilizados dessa classe são pioglitazona, rosiglitazona, troglitazona e ciglitazona.

Fonte: https://Pfarma.com.br


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Quais os medicamentos controlados para coronavírus segundo a lei?

Em virtude da pandemia de coronavírus diversos estudos sobre medicamentos para tratar a COVID-19 têm sido feitos.
Porém, até hoje, nenhum medicamento se mostrou realmente eficaz no combate à doença ou ao vírus causador.

Entretanto, os médicos precisam tratar as pessoas doentes na tentativa de salvar o máximo de vidas possíveis e minimizar o sofrimento de seus pacientes. Os médicos valem-se do uso de drogas que agora tornaram-se medicamentos controlados pelo coronavírus.

Até o momento, não existem evidências robustas que possibilitem a indicação de uma terapia farmacológica específica para a COVID-19.

Desde o final de 2019 estão sendo conduzidos estudos que buscam alternativas para o tratamento da doença. Alguns estudos avaliaram medicamentos antivirais, corticosteroides, antimaláricos e anti-hipertensivos como inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA) e bloqueadores do receptor de angiotensina. Leia mais ›


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Novartis no combate ao novo coronavírus

Novartis no combate ao novo coronavírus

(Texto atualizado em 20/07/2020 às 06:01 pm)

A empresa atua promovendo suporte, prevenção e proteção à sociedade no combate à crise de saúde e econômica causada pelo Covid-19

Inspirado em seu propósito, que é estender e melhorar a vida das pessoas, o Grupo Novartis reforça o seu comprometimento com a sociedade brasileira e estabelece ações consistentes de prevenção e proteção em prol da saúde de toda a comunidade.

A empresa está disponibilizando o equivalente a R$ 5,5 milhões em doses de medicamentos ao estado do Paraná, ao município de São Paulo e ao Governo Federal, a fim de ajudar na estabilização do sistema de saúde.

Adicionalmente, houve doação de cerca de R$ 5 milhões para 45 instituições brasileiras não governamentais, cuidadosamente selecionadas, para ampliarem os cuidados e atenção aos pacientes e assim gerenciarem os desafios impostos pela pandemia nas comunidades mais vulneráveis.

Apoio a profissionais de linha de frente

A Novartis também doou cerca de 100 mil máscaras e 50 mil luvas a profissionais da linha de frente de atuação da crise, através da Anvisa. Por fim, a Novartis disponibilizou a Carreta Novartis da Saúde (tradicionalmente utilizada para o combate à hanseníase) à Secretaria de Saúde do Distrito Federal para apoiar a campanha de vacinação contra a gripe.

Novartis contra o coronavírus: compromisso irrestrito com seus colaboradores durante a crise

A Novartis oferece ainda uma licença extra de 12 dias úteis, para os casos em que nossos funcionários necessitem dar suporte a filhos e parentes próximos. A saúde de nossos colaboradores e familiares é de extrema prioridade para a empresa, que promoveu entre outras ações uma campanha de vacinação gratuita, incluindo 4 mil pessoas, entregou um kit contendo 50 máscaras aos seus colaboradores, bem como ofereceu ajuda psicológica a funcionários e familiares. Além disso, para estimular a curiosidade e educação neste período, a Novartis ofereceu recursos de aprendizagem e 3.800 módulos de cursos online.

Compromisso com os nossos pacientes

Com intuito de esclarecer dúvidas de pacientes e cuidadores, e desta forma, auxiliar na aderência de recomendações médicas, os Programas de Suporte ao Paciente seguem ativos com atendimento virtual. Serviços que visam a contínua segurança, menor exposição dos pacientes a riscos de contaminação e ao mesmo tempo viabilizam a continuidade de tratamentos atuais; alguns exemplos de ações realizadas são: aplicações domiciliares de algumas de nossas terapias com suporte de enfermeiras especializadas, treinamento e disponibilização de serviço de telemedicina seguro para continuidade de consultas médicas, entre outras ações de conveniência disponíveis aos pacientes. E o mais importante, a Novartis não antecipa interrupções na produção e entrega de seus medicamentos a pacientes e prestadores de serviços de saúde, assim, arcando com custos logísticos mais altos, quando necessário.

Vencendo o vírus através de nossa ciência e inovação

À medida que o COVID-19 se espalha por todo mundo, médicos e pacientes esperam ansiosos por opções de tratamento. Como parte de seu compromisso de pesquisa e desenvolvimento, a Novartis formou uma equipe de investigação clínica para avaliar medicamentos já aprovados para outras doenças ou em fase de desenvolvimento que possam ser úteis e eficazes no tratamento da COVID-19.

Foto: Shutterstockb Fonte: Novartis


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CFF suspende fiscalização em razão da pandemia por coronavírus

PFARMA

(Texto atualizado em 29/05/2020 às 05:43 pm)

Por causa da pandemia de COVID-19, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) baixou resolução suspendendo os procedimentos de fiscalização externa e os prazos processuais no âmbito dos conselhos de farmácia. Os conselhos regionais de farmácia deverão adotar os atos necessários ao seu funcionamento durante o período de pandemia do novo Coronavírus e conforme a sua situação local. Com efeito, a fiscalização continuará sob a forma orientativa e colaborativa, encaminhando-se as autoridades as matérias que não for de sua competência, nos termos do artigo 10 da Lei Federal n. 3820/60. A medida foi publicada no Diário Oficial da União de hoje e tem validade indeterminada, podendo ser revogada a qualquer momento.

A justificativa do CFF é a de que os fiscais, ao visitar farmácias, laboratórios e outros estabelecimentos de saúde onde hajam farmacêuticos em atuação, podem favorecer a proliferação do vírus, diante da dificuldade de acesso aos equipamentos de proteção individual, em falta no mercado. A fiscalização diária envolve visitas a diversos estabelecimentos, o que tornaria o fiscal um potencial vetor do vírus, na contramão das atuais determinações do Ministério da Saúde. Além disso, durante a fiscalização das atividades farmacêuticas, o profissional teria de reservar parte do seu tempo para atendimento ao fiscal, o que poderia atrapalhar o atendimento à população. Conforme prevê a conforme prevê a Lei Federal nº 13.021/14, as farmácias são postos avançados de assistência à saúde e têm sido muito requisitadas nesse momento.

O CFF reforça a necessidade da presença do farmacêutico durante todo o tempo de funcionamento das farmácias, especialmente agora. Mais do que nunca a expertise técnica desse profissional é imprescindível nos estabelecimentos de saúde onde atuam, principalmente nas farmácias. “Além das atividades privativas, que como o nome diz são intransferíveis, o farmacêutico, com seu conhecimento, é que vai garantir que todas as medidas de contenção da proliferação do vírus  serão tomadas”, alerta o presidente da Comissão de Fiscalização do CFF, Romeu Cordeiro.

O presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, destaca que a suspensão da fiscalização não deve resultar no afastamento por parte do Sistema CFF/CRFs. Pelo contrário! Ele destaca que os conselhos regionais estão orientados a acompanhar a situação em suas jurisdições e atuar de forma a garantir o funcionamento dos estabelecimentos de saúde conforme os preceitos éticos e legais.

Além disso, respeitando suas atribuições legais, os conselhos têm atuado fortemente no sentido de garantir as condições adequadas de trabalho aos farmacêuticos nesse momento. O próprio CFF reforçou ao Ministério da Saúde a necessidade de medidas que venham garantir a normalização do abastecimento de EPIs no mercado e, por meio do Plano de Resposta à Pandemia de COVID-19 para a Farmácias Privadas e Públicas da Atenção Primária, divulgado na semana passada, reforçou aos farmacêuticos que eles têm o direito de acesso a esses equipamentos. O plano também traz orientações como a de demarcação do espaço de atendimento, respeitando 2 metros para filas de pacientes sem máscara ou 1 metro para aqueles com máscara. Veja o plano aqui –

“O momento que estamos vivendo é extremamente delicado e exige adequações emergenciais e muito empenho para evitarmos o agravamento da pandemia. E nesse sentido quero agradecer a todos os colegas farmacêuticos, que estão na linha de frente, no atendimento à clientela das farmácias e demais estabelecimentos de saúde, e também na retaguarda, em atividades como abastecimento de medicamentos e a pesquisa de vacinas e da cura. Quero reiterar que estamos juntos e que os conselhos de Farmácia continuarão cumprindo o seu papel para que todos consigamos superar a pandemia da melhor maneira possível”, disse o presidente do CFF.

RESOLUÇÃO Nº 681, DE 20 DE MARÇO DE 2020

Adota procedimentos “ad referendum” do Plenário em decorrência do novo Coronavírus (COVID-19).

O Conselho Federal de Farmácia (CFF), no uso de suas atribuições previstas na Lei Federal nº 3.820, de 11 de novembro 1960, por sua Diretoria, “ad referendum” do Plenário;

Considerando a declaração de emergência em saúde pública de importância internacional pela Organização Mundial da Saúde em 30 de janeiro de 2020, em decorrência da infecção humana pelo novo Coronavírus (COVID-19);

Considerando a Portaria nº 188/GM/MS, de 4 de fevereiro de 2020, que declara emergência em saúde pública de importância nacional (ESPIN), em decorrência da infecção humana pelo referido vírus;

Considerando a classificação pela Organização Mundial de Saúde, no dia de 11 de março de 2020, como pandemia do novo Coronavírus;

Considerando a Lei Federal nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, determinando procedimentos para o enfretamento de emergência de saúde pública de importância nacional decorrente do novo Coronavírus;

Considerando o pedido da Organização Mundial de Saúde para que os países redobrem o comprometimento contra a pandemia do novo Coronavírus;

Considerando que a situação demanda o emprego urgente de medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, a fim de evitar a disseminação da doença; resolve:

Art. 1º – Ficam suspensos todos os prazos processuais no âmbito dos conselhos de farmácia, bem como os procedimentos de fiscalização externa.

Art. 2º – Os conselhos regionais de farmácia deverão adotar os atos necessários ao seu funcionamento durante o período de pandemia do novo Coronavírus e conforme a sua situação local.

Art. 3º – Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.

WALTER DA SILVA JORGE JOÃO
Presidente do Conselho

Fonte: Comunicação do CFF

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– Alta do dólar e coronavírus podem fazer medicamento ficar mais caro no Brasil

– Índia limita exportação de medicamentos por causa do Coronavírus

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Pesquisadores brasileiros conseguem isolar e cultivar coronavírus em laboratório

PFARMA

(Texto atualizado em 29/05/2020 às 05:43 pm)

Pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) conseguiram isolar e cultivar em laboratório o coronavírus SARS-CoV-2 obtido dos dois primeiros pacientes brasileiros diagnosticados com a doença no Hospital Israelita Albert Einstein.

Os vírus serão distribuídos para grupos de pesquisa e laboratórios clínicos públicos e privados em todo o país com o objetivo de ampliar a capacidade de realização de testes diagnósticos e avançar em estudos sobre como a doença é causada e se propaga.

“A disponibilização de amostras desse vírus cultivados em células permitirá aos laboratórios clínicos terem controles positivos para validar os testes de diagnóstico, de modo a assegurar que realmente funcionem”, disse à Agência FAPESP Edison Luiz Durigon, professor do ICB-USP e coordenador do projeto, apoiado pela FAPESP.

De acordo com o pesquisador, a falta dessas amostras do vírus para serem usadas como controles positivos era um dos fatores que limitavam o diagnóstico de coronavírus no Brasil.

Como o SARS-CoV-2 surgiu no exterior, as amostras de vírus que têm sido utilizadas como controle positivo nas técnicas de diagnóstico empregadas por laboratórios brasileiros nesse início do surto no país são importadas da Europa e dos Estados Unidos, a um custo que varia entre R$ 12 mil e R$ 14 mil.

Por isso, o diagnóstico de casos da doença no país tem sido feito principalmente por laboratórios privados e laboratórios de referência no setor público que têm recebido os casos suspeitos.

Na rede pública, quatro laboratórios de referência nacional realizam os testes atualmente: Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo; Instituto Evandro Chagas, no Pará; Fiocruz, no Rio de Janeiro; e Laboratório Central de Goiás, que foi capacitado para realização do exame específico para coronavírus dos brasileiros repatriados da China.

O primeiro teste tem sido feito pelos hospitais de referência de cada estado e o material coletado é então encaminhado para um desses quatro laboratórios para contraprova.

“Os vírus que conseguimos cultivar em laboratório poderão ser usados em um kit para diagnóstico que o Ministério da Saúde distribuirá para os Laboratórios Centrais de Saúde Pública [Lacens] em todo o país. Com isso, todos os estados estarão aptos a realizar o diagnóstico”, disse Durigon.

Os vírus serão distribuídos para os laboratórios clínicos inativados, ou seja, sem a capacidade de infectar células, e em temperatura ambiente. Os vírus importados hoje pelos laboratórios brasileiros têm de ser transportados sob refrigeração, em gelo seco, o que encarece muito o frete, explicou o pesquisador.

Os laboratórios clínicos receberão alíquotas com mais ou menos 1 mililitro (ml) de vírus inativado. O ácido nucleico dessas amostras será então extraído e usado como controle positivo em exame baseado na técnica conhecida como RT-PCR (reação em cadeia da polimerase em tempo real, na sigla em inglês).

Essa técnica permite amplificar o genoma do vírus em uma amostra clínica, aumentando em milhões o número de cópias do RNA do coronavírus. Dessa forma, é possível detectá-lo e quantificá-lo em uma amostra clínica.

“O PCR permite fazer o diagnóstico em até quatro horas. Mas ainda são poucos os laboratórios no país que têm o equipamento disponível”, disse Durigon.

A fim de superar essa limitação, os pesquisadores também pretendem desenvolver outros testes de diagnóstico baseados em outras técnicas mais acessíveis, como análise por imunofluorescência – método que permite visualizar antígenos em uma amostra por meio de corantes fluorescentes.

“Se conseguirmos validar um teste desse tipo específico para o coronavírus seria possível que outros laboratórios e hospitais que não têm o equipamento para o exame por RT-PCR também façam diagnóstico”, avaliou Durigon.

O legado do zika

Segundo o pesquisador, o isolamento e a reprodução do coronavírus em laboratório foram possíveis por meio de recursos obtidos da FAPESP para a instalação no ICB-USP de dois laboratórios de nível de biossegurança 3, destinados à manipulação de agentes com potencial de causar doenças graves ou infecção letal. A infraestrutura foi inicialmente criada para o cultivo do vírus zika.

A construção desses laboratórios no início de 2016, no auge da epidemia do vírus zika no país, tem permitido cultivar, agora, não só o coronavírus, mas também o influenza (causador da gripe) e outros, a fim de avançar no diagnóstico de vírus emergentes, ressaltou Durigon.

“Quando houve o surto de zika, no final de 2015, fomos pegos de surpresa e conseguimos, com recursos da FAPESP, também ser os primeiros a isolá-lo e cultivá-lo em laboratório para disponibilizá-lo para os laboratórios e grupos de pesquisa”, disse.

Por meio de um projeto denominado “Genoma Vírus”, também apoiado pela FAPESP, iniciado em 2003, foi possível formar e capacitar uma rede de 18 laboratórios no Estado de São Paulo para fazer diagnóstico de vírus respiratório por RT-PCR e sequenciamento de genoma.

Com o surgimento do vírus zika, a rede foi acionada e permitiu avançar no diagnóstico e na compreensão da doença no país, afirmou Durigon.

“Por isso o financiamento contínuo à pesquisa é importante. Em razão dos investimentos feitos no passado há uma infraestrutura de pesquisa em São Paulo que permitirá responder mais rapidamente às demandas, sem sair do zero”, disse. O grupo de pesquisadores da USP tem monitorado a circulação sazonal de quatro outros coronavírus nos país. Os resultados dos estudos indicaram que a circulação acontece principalmente no inverno.

“É provável que São Paulo e Rio Grande do Sul tenham maior número de casos de infecção no inverno porque são os estados mais frios”, afirmou Durigon.

Fonte: Elton Alisson | Agência FAPESP


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Brasil tem 46 mortes e 2.201 casos de confirmados de coronavírus

Brasil tem 46 mortes e 2.201 casos de confirmados de coronavírus

As 46 mortes registradas oficialmente ao Ministério da Saúde estão nos estados de São Paulo (40) e Rio de Janeiro (6)

Subiu para 2.201 o número de casos confirmados de coronavírus (Covid-19) no Brasil, de acordo com as informações repassadas pelos estados ao Ministério da Saúde nesta segunda-feira (24). Até o momento, 46 mortes estão confirmadas, sendo 40 no estado de São Paulo e seis no Rio de Janeiro.

Atualmente, todos os estados do país registram casos da doença, mas nem todas as regiões apresentam o mesmo nível de transmissão. A região norte, por exemplo, tem 3,7% do total de casos do Brasil. Na outra ponta, a região Sudeste representa o maior percentual, na ordem de 58,1%.

Para garantir um esforço coletivo de todos os brasileiros para reduzir a velocidade de transmissão do coronavírus, na última sexta-feira (20), o Ministério da Saúde reconheceu a transmissão comunitária da Covid-19 em todo o Brasil. Assim, a medida é uma estratégia para que todo o Brasil se una contra o vírus.

Em termos práticos, a declaração é um comando do Ministério da Saúde para que todos os gestores nacionais adotem medidas para promover o distanciamento social e evitar aglomerações. Estas medidas são conhecidas como medidas não farmacológicas, ou seja, que não envolvem o uso de medicamentos ou vacinas.

Além disso, o Ministério da Saúde anunciou que pretende fornecer 22,9 milhões de testes para a doença e que a curva de crescimento da doença está dentro da expectativa.

Coronavírus: quando considerar um caso suspeito?

Foto: Shutterstock

Fonte: Ministério da Saúde/ Guia da Farmácia


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Brasil amplia diagnóstico para o coronavírus

Brasil amplia diagnóstico para o coronavírus

(Texto atualizado em 14/04/2020 às 10:56 am)

Ministério da Saúde distribuirá 30 mil kits para diagnóstico para todas as regiões do país. Atualmente, os estados do RJ, SP, PA e GO realizam o teste. Brasil monitora 433 casos suspeitos

O Ministério da Saúde vai ampliar a capacidade laboratorial para diagnóstico do coronavírus em todo o território nacional. Nas próximas semanas, serão distribuídos 30 mil kits para teste diagnóstico (protocolo de Berlim) específico para o COVID-19. Depois, gradativamente, serão ampliados para todos os 27 Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACENs) do País. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (2) pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante coletiva de imprensa, em Brasília (DF), para atualizar a situação do coronavírus no Brasil.

Inicialmente, serão distribuídos dez mil kits de diagnóstico aos LACENs dos estados do Amazonas, Pará, Roraima, Bahia, Ceará, Pernambuco, Sergipe, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, contemplando todas as regiões do país. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, por meio do laboratório de Biomanguinhos, iniciará a produção e distribuição dos testes ainda nesta quarta-feira (04/03). Leia mais ›


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Farmacêuticos chamados para cadastro obrigatório para combate ao Coronavírus COVID-19

ATENÇÃO TODOS FARMACÊUTICOS!

A PORTARIA Nº 639, de 31 de março de 2020 Dispõe sobre a Ação Estratégica “O Brasil Conta Comigo – Profissionais da Saúde”, voltada à capacitação e ao cadastramento de profissionais da área de saúde, para o enfrentamento à pandemia do coronavírus (COVID-19).

Desde o dia 03 de fevereiro de 2020 , o Ministério da Saúde decretou “Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional, em decorrência da infecção humana pelo novo coronavírus, COVID-19.

Essa medida do governo brasileiro considera a necessidade de mobilização da força de trabalho em saúde para a atuação serviços ambulatoriais e hospitalares do SUS para responder à situação emergencial.

 

Profissionais que devem se cadastrar obrigatóriamente

Todos os profissionais ativos da áreas listadas abaixo devem se cadastrar segundo o governo. Veja a lista:

I – serviço social;
II – biologia;
III – biomedicina;
IV – educação física;
V – enfermagem;
VI – farmácia;
VII – fisioterapia e terapia ocupacional;
VIII – fonoaudiologia;
IX – medicina;
X – medicina veterinária;
XI – nutrição;
XII – odontologia;
XIII – psicologia; e
XIV – técnicos em radiologia.

Estes Profissionais devem se cadastrar obrigatoriamente e, em caráter emergencial, e, depois de treinados, poderão ser convocados a atuar.

A capacitação do MS será no formato EaD e os participantes receberão certificação do órgão. Todos os farmacêuticos, devidamente registrados no Conselho de Regional de Farmácia, poderão participar da capacitação.

Antes de qualquer convocação, os farmacêuticos e outros profissionais de saúde citados acima precisarão preencher o formulário eletrônico REGISTRA RH. Durante o cadastro, o profissional informará SE DESEJA FAZER PARTE DA AÇÃO ESTRATÉGICA DO MINISTÉRIO “O Brasil Conta Comigo – Profissionais da Saúde”. Após registrar os dados, receberá um e-mail para se cadastrar na plataforma do curso online.

 

Veja mais detalhes no texto oficla que você pode encontrar na integra nos links:


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Robôs 5G ajudam a combater o novo coronavírus

Robôs 5G ajudam a combater o novo coronavírus

Como parte de seu esforço para conter a disseminação do COVID-19, a China está utilizando robôs de patrulha 5G desenvolvidos pela Guangzhou Gosuncn Robot Co., Ltd, que possui tecnologia Advantech, para monitorar o uso de máscaras e temperatura do corpo em locais públicos.

Após o surto de COVID-19, a Guangzhou Gosuncn Robot Co., Ltd, fornecedora líder de produtos e serviços de IoT para cidades inteligentes, atualizou seu robô de patrulha com novos recursos para auxiliar policiais de primeira linha na condução de prevenção de doenças. Como a medição manual da temperatura corporal expõe o pessoal de segurança pública a riscos potenciais à saúde, esses robôs estão equipados com 5 câmeras de alta resolução e termômetros infravermelhos capazes de escanear a temperatura de 10 pessoas simultaneamente em um raio de 5 metros.

Se uma temperatura alta ou a ausência de uma máscara for detectada, os robôs enviam um alerta às autoridades relevantes. Todos os dados podem ser transmitidos para um centro de controle para resposta em tempo real e tomada de decisão. Além disso, embora esses robôs sejam máquinas autônomas, eles também podem ser controlados remotamente, impedindo a infecção cruzada. Não é surpresa, portanto, que esses robôs de patrulha 5G de última geração já tenham sido vistos em aeroportos e shopping centers nas cidades de Guangzhou, Xangai, Xi’an e Guiyang.

Os robôs de patrulha 5G de Gosuncn integram tecnologias de IoT, IA, computação em nuvem e big data para realizar detecção ambiental, tomada de decisão dinâmica, controle autônomo de movimento, bem como detecção e interação comportamental. Para permitir essa computação avançada, os robôs de patrulha 5G são equipados com um computador de borda industrial de alto desempenho (MIC-770), com processador Intel® Core ™ i de 8a geração e GPU iModule (MIC-75G20), voltado para aplicativos de IoT.


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Informativo do CFF sobre o Coronavírus (COVID-19)

(Texto atualizado em 21/03/2020 às 12:15 pm)

Estamos enfrentando uma luta na área da saúde. Em pouco tempo, muito tem acontecido e, para conseguirmos enfrentar mais esta crise, é fundamental que estejamos informados ao máximo sobre o novo Coronavírus. A cada dia, muitas informações são descobertas e compartilhadas, são inúmeros aspectos interligados e que fazem o atual cenário da saúde mundial mudar.

 

É importante ter a conscientização sobre os cuidados pessoais e profissionais. Estamos trabalhando constantemente para informar a todos sobre o que há de mais atualizado em termos de pesquisa, conhecimento e ações em prol da prevenção do COVID-19.

 

Clique aqui e confira o material compilado do CFF com as informações oficiais sobre o vírus, a fim de instruir da melhor maneira possível, como devemos agir diante desta pandemia.

 

Fonte: CFF


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Reajuste de medicamentos em 2020 pode ser adiado por coronavírus

Reajuste de medicamentos pode ser postergado por coronavírusComo medida adicional, alguns insumos poderão ficar isentos de cobranças de impostos de importação.

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, afirmou, nesta segunda-feira (16), que o governo pode postergar os reajustes programados de preços de medicamentos relacionados ao tratamento dos efeitos do novo coronavírus (Covid-19).

Ademais, segundo informações publicadas no Valor Econômico, ele informou que, como medida adicional, esses insumos poderão ficar isentos de cobranças de impostos de importação. Esta decisão que ainda está sendo discutida com equipe do Ministério da Economia.

A reportagem ainda afirma que o governo já decidiu proibir a exportação de equipamentos usados em unidades de tratamento intensivo (UTI), como respiradores mecânicos e monitores.

Reajuste de medicamentos ficaria entre 3,15% e 5,13%

O reajuste de preços nos medicamentos para 2020 já tem uma previsão. A secretaria executiva da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) publicou, no Diário Oficial da União, que o Fator de Ajuste de Preços Relativos Entre Setores (Fator Y) foi fixado em 1,20%.

Considerando que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado entre março de 2019 e fevereiro de 2020 alcançou 3,93%; que o Fator X foi de 1,98% e que o Fator Z foi estipulado em 1,98% para o nível 1; 0,99% para o nível 2; e 0,00% para o nível 3, cálculos preliminares do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) concluíram que, no nível 1, o reajuste deve atingir 5,13%; no nível 2, 4,14% e; no nível, 3,15%.

Desse modo, conclui-se, assim, que o reajuste de preços de 2020 voltará a apresentar três diferentes níveis de reajuste, diferentemente do reajuste linear autorizado em 2019.

Em primeiro lugar, o Nível 1 é categoria com maior participação de genéricos (genéricos têm faturamento igual ou superior a 20%) e, portanto, um teto mais alto de reajuste.

Em segundo lugar, o Nível 2, com partição média de genéricos (representam entre 15% e 20% do faturamento), tem um teto de reajuste médio.

Por fim, o Nível 3 é a categoria com menor participação de genéricos (inferior a 15% do faturamento) e, portanto, com menor concorrência de mercado e mais baixo índice de reajuste.

Fontes: Valor Econômico/ Guia da Farmácia

 


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OMS desaconselha ibuprofeno para tratar o coronavírus

OMS desaconselha ibuprofeno para tratar o coronavírusAs autoridades francesas alertaram que os medicamentos anti-inflamatórios poderiam piorar os efeitos da Covid-19

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou nesta terça-feira que pessoas com sintomas do novo coronavírus não usem ibuprofeno para aliviá-los. Paralelamente, as autoridades francesas alertaram que os medicamentos anti-inflamatórios poderiam piorar os efeitos da covid-19.

As advertências do ministro da Saúde da França, Olivier Veran, no fim de semana, seguiram um estudo recente publicado pela The Lancet na quarta-feira, com a hipótese de que uma enzima estimulada pelo ibuprofeno e outras drogas semelhantes pode facilitar e piorar as infecções por vírus.

O porta-voz da OMS em Genebra, Christian Lindmeier, disse a repórteres que especialistas da ONU “estão analisando o assunto”.

“Enquanto isso, recomendamos o uso de paracetamol e não usar ibuprofeno como automedicação. É importante”, disse.

O ministro francês indicou em um tuíte que o ibuprofeno e outras drogas similares podem ser “um fator agravante” nas infecções por coronavírus.

Fonte: Isto é


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Sanofi e Regeneron testam medicamento para casos graves do coronavírus

kevzara sarilumab A Regeneron Pharmaceuticals e a Sanofi anunciaram o início de um ensaio clínico para avaliar o Kevzara (sarilumab) em pacientes hospitalizados gravemente em consequência de infecção do novo coronavírus COVID-19.

O estudo avaliará a eficácia da adição do uso do Kevzara nos cuidados de suporte usuais, em comparação com o placebo, em até 400 pacientes em 16 locais nos Estados Unidos.

A primeira parte do estudo de duas fases avaliará o impacto do Kevzara na febre e a necessidade de oxigênio suplementar dos pacientes. A segunda parte avaliará a melhoria nos resultados a longo prazo, incluindo a redução da necessidade de ventilação mecânica, oxigênio suplementar, hospitalização e prevenção da morte.

O sarilumabe é um anticorpo monoclonal humano que inibe a expressão de uma citocina pró-inflamatória chamada interleucina-6 (IL-6), bloqueando seu receptor. Acredita-se que a IL-6 desempenhe um papel fundamental na resposta inflamatória hiperativa nos pulmões de pacientes com infecções graves por COVID-19.

Fonte: PFarma


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