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Máscara de tecido ainda é eficaz contra a Covid-19

máscara

(Texto atualizado em 26/07/2021 às 04:59 pm)

O surgimento de novas variantes do coronavírus está preocupando ainda mais a população, justamente pela alta taxa de transmissão.  Com isso, as dúvidas sobre medidas de proteção voltaram à tona, principalmente em relação às máscaras.

Especialistas afirmam que as máscaras de pano ainda são eficazes contra a Covid-19, desde que tenham ao menos três camadas de tecido. Já as do tipo PFF2 e N95 são indicadas para profissionais da saúde e devem ser utilizadas por quem está na linha de frente ou em ambientes com grande concentração de pessoas.

Os médicos dizem quem as máscaras de tecido oferecem proteção de 70%, enquanto o nível de segurança da N95 e da PFF2 chegam a 95%.

O fato é, que o nariz ainda é uma das principais vias de contaminação, o que torna ainda mais relevante o uso adequado da máscara. Ela deve estar bem ajustada e cobrir bem o nariz, queixo e boca.

Fonte: Panorama Farmacêutico


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Ministério da Saúde entregará 230,7 milhões de doses de vacinas da Covid-19 até julho

Ministério da Saúde entregará 230,7 milhões de doses de vacinas da Covid-19 até julho

(Texto atualizado em 15/07/2021 às 02:48 pm)

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, apresentou em reunião virtual com governadores o cronograma de entregas, a quantidade de imunizantes e os contratos para compra de mais vacinas. Pazuello mostrou que, do final de fevereiro até julho, serão distribuídas aos estados mais de 230,7 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19, que garantem a continuidade da vacinação da população brasileira de forma igualitária e gratuita.

“Totalizaremos até 31 de julho quase 231 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19, ou seja, o suficiente para dar tranquilidade de proteção à população contra essa doença”, afirmou o ministro.

As próximas entregas aos estados acontecem ainda em fevereiro: serão 2 milhões de doses da AstraZeneca/Fiocruz, importadas da Índia, e 9,3 milhões da Sinovac/Butantan, produzidas no Brasil. Em março, a pasta também aguarda a chegada de 18 milhões de doses da vacina do Butantan e mais 16,9 milhões da vacina da AstraZeneca.

O cronograma do primeiro semestre apresentado pelo ministro também leva em conta as negociações com os laboratórios União Química/Gamaleya e Precisa/Bharat Biotech, que garantirão ao Brasil a chegada da vacina russa Sputnik V e da indiana Covaxin, respectivamente. A previsão é de que o contrato com os dois laboratórios seja assinado ainda nesta semana.

Confira, abaixo, o cronograma de entregas e quantidades previstas em contratos:

Fundação Oswaldo Cruz (vacina AstraZeneca/Oxford)

Janeiro: 2 milhões (entregues)
Fevereiro: 2 milhões (importadas da Índia)
Março: 4 milhões (importadas da Índia) + 12.900.000 (produção nacional com IFA importado)
Abril: 4 milhões (importadas da Índia) + 27,3 milhões (produção nacional com IFA importado)
Maio: 28,6 milhões (produção nacional com IFA importado)
Junho: 28,6 milhões (produção nacional com IFA importado)
Julho: 3 milhões (produção nacional com IFA importado)

Total primeiro semestre: 112,4 milhões de doses

A partir do segundo semestre, com a incorporação da tecnologia da produção da matéria-prima (IFA), a Fiocruz deverá entregar mais 110 milhões de doses, com produção 100% nacional.

Fundação Butantan (vacina Coronavac/Sinovac)

Janeiro: 8,7 milhões (entregues)
Fevereiro: 9,3 milhões
Março: 18,1 milhões
Abril: 15,9 milhões
Maio: 6 milhões
Junho: 6 milhões
Julho: 13,5 milhões

Total: 77,6 milhões de doses

 Até setembro, serão entregues mais de 22,3 milhões de doses da Coronavac, totalizando os 100 milhões contratados pelo Ministério da Saúde.

Covax Facility

Março: 2,6 milhões (vacina importada da AstraZeneca/Oxford)
Até junho: 8 milhões (vacina importada da AstraZeneca/Oxford)

Total: 10,6 milhões de doses

União Química (vacina Sputnik V/Instituto Gamaleya/RUS) 

Março: 400 mil (importadas da Rússia)
Abril: 2 milhões 
(importadas da Rússia)
Maio: 7,6 milhões 
(importadas da Rússia)

Total: 10 milhões de doses

Com a incorporação da tecnologia da produção do IFA, a União Química deverá produzir, no Brasil, 8 milhões de doses por mês.

Precisa Medicamentos (vacina Covaxin/Barat Biotech/IND)

Março: 8 milhões (importadas da Índia)
Abril: 8 milhões (importadas da Índia)
Maio: 4 milhões (importadas da Índia)

Total: 20 milhões de doses


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Papel do distribuidor e desafios do canal farma: impactos na jornada de compra em tempos de Covid-19

Expectativas para o varejo farmacêutico em 2020

A Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan) realizou o Webinar Papel do Distribuidor e Desafios do Canal Farma: Impactos na Jornada de Compra em Tempos de Covid-19, em parceria com a Mind Shopper, na última terça-feira (23/06).

O evento faz parte de uma série de iniciativas que a Abradilan tem realizado durante a pandemia ocasionada pelo novo coronavírus. “Temos o compromisso de debater temas relevantes, que ajudem os associados a se orientarem e enxergarem os caminhos para se lidar com as circunstâncias que têm envolvido a todos de forma única e inesperada”, explica o presidente da Abradilan, Vinicius Andrade.

Diante desse contexto, a Mind Shopper apresentou com exclusividade à Abradilan, os principais insights de uma pesquisa inédita e exclusiva, sobre as emoções sentidas e vivenciadas pelos consumidores brasileiros no que diz respeito à ida ao ponto de venda (PDV) e, sobretudo sobre a nova dinâmica de compras. O estudo aponta quais os caminhos que os distribuidores devem seguir no que diz respeito à orientação de seus clientes, para que farmácias e drogarias realizem a melhor prestação de serviços possível. 

Os desdobramentos estão voltados às novas expectativas em relação às compras, elementos racionais e emocionais que influenciam as escolhas, diversificação de canais, inputs e forecast das indústrias, revisão e ajustes na parametrização dos estoques, negociações comerciais para ajudar a viabilização os preços, orientação e venda consultiva (o que comprar, quanto comprar, como trabalhar o trade mix) e outras oportunidades, como e-commerce e canais digitais. 

“Com certeza o coronavírus desconstruiu alguns hábitos e pede adaptações importantes. Então, quanto mais nos unirmos em busca de conteúdo de qualidade e relevância, mais fortalecidos estaremos para enfrentar os novos desafios, que têm sido diários”, diz a sócia fundadora da Mind Shopper, Alessandra Lima. Ela revela que ter um olhar sob a experiência do consumidor mostra o que afeta diretamente a atuação do distribuidor. 

Entender o impacto da pandemia na jornada de compra dos consumidores e, consequentemente, nos canais que que ele faz suas compras, é importante. “A gente está falando, cada vez menos, de canal de compra e, cada vez mais, em ambiente de varejo. Falamos tanto do físico quanto do digital”, pontua. 

É um consenso que fazer compras deixou de ser algo automático, prazeroso e que fazia parte da rotina do dia a dia dos brasileiros. Essa ação traz uma experiência inédita ao shopper. Hoje, ele pisa na loja, realiza a compra exatamente do que necessita e sai. Ao chegar em casa precisa se higienizar e higienizar os itens comprados, fato que causa muito desconforto, irritação e cansaço. “Essa experiência passa a ser muito diferente do que a gente estava habituado e, detalhe, de um dia para o outro. Embora estivéssemos acompanhando a trajetória do vírus ao redor do mundo, quando de fato chegou ao Brasil, não estávamos 100% preparados”, comenta Alessandra.
 

Sentimentos como confusão e estresse são observados, mas o que predomina são a ansiedade e o medo. As pessoas estão com a sensação de insegurança; falta de controle frente às incertezas; medo de adoecer e de perder as pessoas próximas; medo de perder os meios de subsistência; e da demissão. A executiva revela que tudo isso está diretamente relacionado à falta de expectativa com o que vem depois. “Não há uma linha de horizonte para saber quando a pandemia vai acabar, qual é o desdobrando disso.” 

Outro fator de preocupação é o econômico e de que forma o bolso da população e dos empresários é impactado. Retração do Produto Interno Bruto (PIB), alta do dólar, queda da bolsa, desemprego aumentando cada vez mais, retração na produção industrial, somam um conjunto de fatores que realmente atestam que se se de um momento crítico e é preciso se reinventar para continuar. 

Sendo assim, qual é o papel de quem está na linha de frente das vendas? Qual o novo papel do vendedor? Sai um vendedor que era muito mais tirador de pedido, que tinha uma atuação de reabastecimento e passa a figurar um vendedor mais consultivo. “Isso é uma oportunidade e um caminho sem volta. É um ganho, surge com cada vez mais força um consultor de vendas, que deixa de vender um produto para oferecer uma solução, deixa de tirar um pedido para oferecer uma proposta de valor e acima de tudo, é colaborativo.” 

Fornecer informações para que o cliente possa gerir o seu negócio como um todo é um diferencial do distribuidor, pois ao desenvolver o cliente, ajudando-o a prosperar, as vendas aumentam e todo mundo fica com lucro em cima da mesa, que é a principal busca dentro de uma relação comercial. 

Diante do novo comportamento de consumo da população, o distribuidor pode auxiliar o varejista nos seguintes pontos: 

  • Sortimento e estoque: deixe de oferecer todo o portfólio e faça com que ele tenha uma compra mais estratégica. Não significa que vá comprar menos, significa que vai comprar certo.
  • Itens de prevenção: o consumo de vitamina C aumentou 65% nos últimos três meses. Foque em itens de prevenção e tratamentos de curto prazo, como antigripais e analgésicos. Antes, o consumidor comprava vitaminas somente quando já estava adoecendo. Mas hoje, passa a consumir de forma recorrente, frequente e da forma correta, se cuidando contra doenças que possam surgir.
  • Aumento de demanda: leve essa informação ao cliente, para que ele passe alinhar os novos parâmetros de abastecimento dele. Ajude na tomada de decisão mais assertiva na hora de comprar, priorizando o que não pode faltar.
  • Faça você mesmo: a população está com dificuldade de acionar alguns serviços e está em busca de soluções que possam fazer em casa, como tingir o cabelo, por exemplo. O shopper está ansioso, com medo, não fica circulando muito tempo nas lojas, ele é muito mais certeiro, mais pragmático. Se o lojista deixar esses itens escondidos, não vão ser vistos e uma oportunidade de venda pode ser desperdiçada.
  • Mercado de vizinhança: as pessoas passaram a comprar, de fato, em estabelecimentos próximos de suas residências, então não existe mais um deslocamento tão grande. A farmácia de bairro precisa dar conta dessa nova demanda. Ao criar esse hábito e educar o shopper a comprar na redondeza, talvez ele passe a ter esse hábito quando ocorrer a retomada total pós-pandemia.
  • Vendas online: o local de compra continua o mesmo, mas muitos migrarão para o online e esse é um desafio, principalmente para médias e pequenas lojas. Esse é um movimento que dificilmente irá retroceder, olhar para o digital como canal importante de desdobramento para compras. Muitos consumidores passaram a considerar a farmácia como local perigoso, já que acreditam que lá é onde circulam a maioria dos doentes. Dispor de canais digitais, delivery, e até fazer parte de um market place são ações imprescindíveis e que devem ser pensadas.

Metodologia da pesquisa 

A pesquisa Jornada de Compra em Tempos de Covid-19 foi realizada com entrevistas em profundidade e com uma diversidade na amostra, tanto no que diz respeito a gênero, idade e profissão, mas sobretudo em qual era o papel do shopper na compra da casa. Foram ouvidos solteiros, jovens, profissionais de saúde, recém-casados, autônomos, homens que eram os principais responsáveis pela compra da casa, pessoa que contraiu Covid-19, dona de casa, profissional do varejo e mãe que trabalha fora. Além disso, foram realizadas algumas curadorias dentro dos principais institutos e fontes de informação do País, para traçar um contraponto, entre o que os entrevistados trouxeram nas entrevistas e a prática.

SOBRE A ABRADILAN (http://www.abradilan.com.br)

Constituída em 1998, a Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan) é formada por empresas distribuidoras de medicamentos, produtos para a saúde, artigos de higiene pessoal e cosméticos no mercado. Com cerca de 143 empresas associadas, tem como missão contribuir para o desenvolvimento e fortalecimento do mercado e de seus membros, promovendo a melhoria contínua e eficaz de seus serviços.

SOBRE A MIND SHOPPER (http://www.mindshopper.com.br)

A Mind Shopper é uma consultoria especializada em soluções para ponto de venda (PDV). Atua desde a pesquisa de shopper, até o planejamento, desenvolvimento e execução dos planos de trade marketing e Gerenciamento por Categorias (GC).


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Novo teste diferencia Covid-19 das demais infecções respiratórias

Trabalhando continuamente em recursos inovadores, que auxiliem na pesquisa e diagnóstico na área da saúde, a QIAGEN – multinacional alemã especialista em tecnologia para testes moleculares – apresenta seu sistema de testes sindrômicos para pacientes respiratórios. O QIAstat-Dx é uma ferramenta laboratorial de testagem capaz de identificar e diferenciar uma série de patógenos simultaneamente, e identificar, inclusive, se o indivíduo está contaminado por mais de um agente infeccioso ao mesmo tempo.

Veja também: Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica alerta para o momento crítico da pesquisa clinica no…

‘O objetivo da QIAGEN é auxiliar, principalmente, no diagnóstico correto de doenças que apresentam sintomas parecidos. Essa ferramenta dará as diretrizes para a conduta médica mais adequada, ao eliminar as incertezas no tratamento, com o uso dos medicamentos corretos, proporcionando uma abordagem mais responsável em termos de administração e resistência aos antibióticos’, destaca Paulo Gropp, vice-presidente da QIAGEN na América Latina.

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Ao apresentar sintomas clínicos parecidos, como febre, tosse, dor de cabeça, entre outras, as doenças respiratórias impõem dificuldade ao diagnóstico baseado apenas na avaliação médica dos pacientes, consequentemente, ao tratamento mais adequado para combater determinada infecção. Por isso, a proposta do QIAstat-Dx é permitir a testagem de um painel respiratório do paciente, ao identificar qual dentre 22 principais agentes, entre bactérias e vírus, é o causador dos sintomas, incluindo o SARS-Cov-2, o novo coronavírus.

De acordo com o médico intensivista do Hospital das Clínicas, Daniel Joelsons, os testes sindrômicos são fundamentais, principalmente, para os profissionais que atuam na linha de frente da Covid-19. ‘Essas ferramentas são de extrema importância para concluirmos o diagnóstico do paciente. Caso a infecção seja por bactéria, já iniciamos a administração de antibióticos. Se o paciente estiver contaminado pelo novo coronavírus, providenciamos seu isolamento e tratamento adequado. Os testes sindrômicos facilitam o trabalho da equipe médica e reduzem os efeitos colaterais dos medicamentos desnecessários’, declara o especialista.

Voltado ao diagnóstico clínico e com registro ativo na ANVISA, o QIAstat-Dx realiza, de forma rápida e sem necessidade de manipulação, o diagnóstico direto de amostras de swab nasofaríngeo de pacientes com suspeita de infecção respiratória, e libera o resultado da análise em até uma hora. Sua tecnologia tem o potencial de diminuir o tempo de permanência do paciente no hospital, evitar internações desnecessárias e identificar pacientes que, dependendo da contaminação, precisam de isolamento ou demais medidas de controle da infecção.

‘A utilização da ferramenta oferece ganhos para o paciente, que recebe o tratamento correto e eficaz, se recupera e se reestabelece mais rápido. Tanto para o sistema de saúde, evitando uso de medicamentos incorretos, diminuição do tempo e internação, reduzindo custos e aumentam-se as vagas para os pacientes que precisam de fato de uma internação, para acompanhamento dos casos mais críticos’, finaliza Paulo Gropp.

Fonte: Medicina S/A


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Farmácia dos EUA aplica soro em vez de vacina contra Covid-19 por engano

Uma farmácia dos Estados Unidos aplicou doses de soro fisiológico no lugar de vacinas contra a Covid-19 por engano. O equívoco ocorreu em uma unidade da rede de drogarias Walgreens no município de Monroe, na Carolina do Norte.

A Walgreens não deu detalhes de quantas doses de soro foram aplicadas por engano, mas afirmou que um ‘número limitado’ de pessoas está envolvido no erro.

A rede de farmácias também disse que fez contato com as pessoas para que voltassem ao local e recebessem a vacina contra a Covid-19 o mais rápido possível. A causa do erro ainda está sendo apurada pela empresa.

Nos Estados Unidos, farmácias e até supermercados fazem parte dos pontos de vacinação contra a doença causada pelo novo Coronavírus. A rede Walgreens, que tem mais de 9 mil unidades no país, vem aplicando doses da vacina da Pfizer/BioNTech e também da Moderna.

Fonte: Portal Giro


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Interfarma defende segurança das vacinas contra Covid-19

A suspensão temporária de vacinas contra a covid-19, em março, na Europa trouxe algumas questões e receios sobre sua segurança. Toda vacina licenciada para uso passa por um rigoroso processo de produção e avaliação, desde estudos e pesquisas, com a realização de inúmeros testes até ser validada e disponibilizada para a população. A segurança de uma vacina é prioridade máxima e isso não é diferente para as vacinas contra a covid-19. Além disso, no Brasil, todos os imunizantes são avaliados e aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), órgão vinculado ao Ministério da Saúde. E mesmo depois de licenciadas, o acompanhamento de eventos adversos é constante, permitindo a continuidade de monitoramento da segurança do produto.

Veja também: Por que a Indústria Farmacêutica está Pagando Tanto pelo CRM?

‘É importante que as pessoas entendam que um dos maiores avanços contra as doenças são as vacinas e que, mesmo sendo questionadas, a imunização em massa é a principal ação sanitária que pode combater um surto ou uma pandemia’, explica Elizabeth de Carvalhaes, presidente da Interfarma. ‘O cenário de uma pandemia exige uma ação rápida e graças a colaboração entre laboratórios, startups e institutos de pesquisas, foi possível desenvolver uma resposta eficaz em um curto período. Foi um compromisso assumido por todos, com um único propósito, o de criar uma vacina para salvar vidas’ continua.

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As vacinas desenvolvidas contra a covid-19 seguiram todas as fases necessárias. Nenhuma delas foi aprovada e disponibilizada no país até que sua segurança tenha sido comprovada pelas agências reguladoras. Da mesma forma, a Organização Mundial da Saúde (OMS) não inclui nenhum imunizante em sua lista para uso emergencial até que tenha analisado todos os dados dos ensaios clínicos. Sendo assim, apenas os que mostram eficácia e segurança são aprovados para uso na população.

A imunização contra a covid-19 não é a única preocupação na saúde pública do Brasil. O receio da população diante da segurança das vacinas traz à tona uma importante discussão: a queda da cobertura vacinal. Desde 2015, o Brasil não atinge as metas estipuladas pelo Ministério da Saúde nas vacinas do Calendário Nacional de Vacinação.

‘A queda no índice de vacinação deveria ser também uma preocupação de todos, pois há possibilidade de doenças, que até então estavam erradicadas ou controladas, aparecerem novamente. Um dos maiores avanços contra as doenças são as vacinas’, afirma Elizabeth.

Para ajudar a levar conhecimento sobre a importância e segurança das vacinas em geral, a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa, Interfarma, com apoio da SBMF (Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica), começou o movimento ‘Esquadrão da Vacina’, uma campanha de conscientização de abrangência nacional, com foco nas comunidades do Brasil.

O ‘Esquadrão da Vacina’ terá quatro meses de duração, com ações de conscientização focadas em 12 comunidades do país, com veiculação de outdoor e panfletagem, spots em rádios comunitárias, carros de som e displays em 120 pontos comerciais das comunidades. Além disso, durante todo este período a associação disponibilizará um serviço de esclarecimento de dúvidas via WhatsApp.

‘A vacinação é crucial para termos um país mais saudável, livre de surtos e epidemias. Este é o fator principal que nos faz realizar a campanha Esquadrão da Vacina’, conclui a presidente da Interfarma.

Fonte: JustMi


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Vacina particular: clínica pode comprar vacinas anti-COVID?

Na quarta-feira, 7 de março, a câmara de deputados aprovou uma forma alternativa para acelerar a vacinação contra o COVID-19. A expectativa é acelerar o ritmo atual de aplicação das doses e o retorno às atividades comerciais. Assim, sua empresa pode participar da compra de vacina particular? Saiba neste artigo.

A crise do coronavírus tem deixado marcas profundas na sociedade brasileira. Segundo a PUC-RS, o nível de desigualdade social cresceu como nunca durante esse período.

Dessa forma, todas as medidas que visam reverter esse quadro são bem-vindas.  A mais recente é a vacinação para a rede privada.

vacinação particular: empresas privadas recebem aval da câmara para comprar doses de vacina anti-COVID
A Câmara de Deputados aprovou a compra de vacinas anti-COVID por empresas privadas

Como se trata de um projeto de lei recente, muitas empresas ainda têm dúvidas a respeito.

Como vai acontecer? A vacinação nas empresas pode atrapalhar a vacinação pública? Assim, reunimos conteúdos de especialistas em saúde para explicar essas e outras questões.

Portanto, entenda tudo que você precisa saber sobre vacina particular anti-COVID agora mesmo:

Vacina particular: entenda a lei que permite a compra de imunizantes anti-COVID por empresas particulares

Nos últimos meses, o governo tem se movimentado para reiniciar a atividade comercial plena o mais rápido possível. Assim, surge o interesse em vacinar os trabalhadores dos diversos setores do mercado.

Essa proposta encontrou apoio na Câmara de Deputados. Essa casa aprovou a PL 948/2021, a qual permite a compra de vacinas anti-COVID pelo setor privado.

Esse foi um sinal positivo e muito comemorado pelos donos de empresas que estão de portas fechadas há meses.

O projeto ainda deve ser encaminhado e votado no Senado para entrar em vigor definitivamente.

Entenda os tramites legais para liberação de vacinas pelo setor privado.
A compra de vacinas anti-coronavírus precisa ser autorizada pelo Senado Federal.

Além das empresas do setor comercial, as clínicas e farmácias também comemoraram essa primeira vitória na Câmara. Foi a primeira etapa para permitir a vacinação particular contra o vírus.

No entanto, o projeto tem condições especiais as quais receberam críticas das empresas de saúde.

Desse modo, acompanhe o artigo para entender os detalhes do texto aprovado na Câmara. Além disso, saiba o que fazer para conseguir as vacinas para sua empresa, clínica ou farmácia.

O que muda se a PL 948/2021 for aprovada?

A lei em vigor (Lei 14.125/21) já permite a compra de vacina por empresas privadas. No entanto, todas as doses compradas devem ser integralmente doadas ao Sistema Único de Saúde (SUS).

O projeto de lei aprovado na Câmara permite que apenas metade das doses compradas sejam doadas.

Assim, a empresa ficaria com 50% do total adquirido para vacinar seus funcionários. Inclusive, esse foi um ponto muito criticado pela Associação Brasileira das Clínicas de Vacina (ABCVAC).

A Lei atrapalha a campanha de vacinação atualmente em curso?

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética, Raul Canal, não. Desse modo, a lei diminuirá as filas e aumentará o estoque de vacinas à disposição do governo.

As empresas concorrerão com o governo para comprar vacinas?

Ainda segundo Raul Canal, não. Com efeito, os estoques produzidos para governos e países são diferentes. Dessa forma, as empresas não alterarão a disponibilidade de doses para compra pelo Governo brasileiro.

A ABCVAC, associação com mais de 600 clínicas parceiras, negocia um lote de 5 milhões de doses desde novembro do ano passado.

A vacina particular afetará o programa de imunização que já está sendo desenvolvido pelo Governo brasileiro?
As empresas privadas concorrerão com o governo pelas doses de vacina?

O presidente da associação, Geraldo Barbosa, afirma que o lote foi produzido exclusivamente para empresas privadas.

Quanto uma clínica ou empresa pagará por cada vacina particular?

Os valores variam de acordo com fabricante e estão em negociação. No entanto, o ABCVAC negocia comprar a  Covaxin, do laboratório indiano Bharat Biotech, por US $44,00.

Na cotação atual, esse valor é equivalente a R$ 247,45. A quantia não inclui despesas com armazenamento e transporte.

As empresas e clínicas poderão definir os próprios critérios de aplicação da vacina particular?

Não. As empresas que comprarem vacina particular deverão obedecer a ordem do PNI (Programa Nacional de Imunização). Tal programa ordena a aplicação de acordo com a idade e públicos de risco.

A empresa que infringir alguma das regras está sujeita a multa de dez vezes o valor da compra das doses.

As empresas estão livres para negociar com qualquer laboratório?

Não. As empresas deverão optar por vacinas aprovadas pela Anvisa, ou liberadas temporariamente para casos de emergência.

Contudo, podem comprar imunizantes não aprovados pela Anvisa, desde que sejam certificados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Como funciona o processo e a documentação necessária para importar as doses de vacina anti-COVID?

O processo de importação de qualquer medicamento é complexo. Se sua clínica não tem experiência no assunto, recomendamos fortemente que contrate um serviço de assessoria jurídica especializado no tema.

Para mais detalhes sobre documentação e processo de importação entre em contato com a equipe do M2 Farma clicando aqui.


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Brasil registra 1.075 mortes pela covid-19, maior balanço diário desde setembro

Os registros de mortes por covid-19 nas últimas 24 horas chegaram a 1.075, o maior para um só dia desde 15 de setembro, de acordo com o consórcio de veículos de imprensa. Já a média móvel de mortes, que contabiliza as oscilações dos últimos sete dias e elimina distorções entre um número alto de meio de semana e baixo de fim de semana, ficou em 633.

No total, o Brasil registrou 192,716 mortes por covid-19 e 7.564.117 pessoas contaminadas, segundo o balanço mais recente do consórcio formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde. Os dados foram divulgados às 20h.

De acordo com o Ministério da Saúde, 6.647.358 pessoas se recuperaram da doença.

Consórcio dos veículos de imprensa

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

Fonte: IstoÉ


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Farmácias ultrapassam 2 milhões de testes rápidos da COVID-19 em 2021

Os testes rápidos de COVID-19, que podem ser feitos em farmácias, ultrapassaram os 2 milhões no Brasil, só em 2021. Esse número, em três meses, é maior do que 2020 inteiro.

Além disso, segundo a CNN, a taxa de resultados positivos está chegando a 25%. O número passou de 15% para 23%.

Entre 1 de janeiro e 14 de março, foram 2,045 milhões de testes. Em 2020, esse valor foi inferior, chegando a apenas 13 mil.

Os dados são da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), divulgados pela CNN Brasil.

O teste rápido é feito apenas com algumas gotas de sangue do dedo. Elas são colocadas num objeto pequeno de plástico, que são levados até o reagente para detectar o vírus.

O reagente é usado pois quando entra em contato com a substância, é capaz de mudar a cor, indicando a presença de anticorpos do vírus. Por isso, se a pessoa tiver tido contato com o vírus, produzirá anticorpos.

Assim, o resultado vai ser positivo e deve aparecer duas faixas no mostrador do objeto. Se aparecer só uma, o resultado é negativo. Se não aparecer nenhuma faixa, o teste deverá ser refeito.

Fonte: Rádio Metropolitana FM


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Covid-19: Conselho de Farmácia refuta cruzada sobre uso de ivermectina

Nas redes sociais há uma cruzada para que a população use a ivermectina para salvar o Covid-19. O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) alerta que não há evidências clínicas de que este medicamento esteja auxiliando no remédio Covid-19. a empresa farmacêutica MSD (Merck Sharp e Dohme), que produz ivermectina, disse em entrevista ao portal UOL em fevereiro deste ano que ainda não havia evidências de que a droga tenha algum benefício ou seja eficaz no remédio do covid-19.

O presidente da CRF/AL, Robert Nicio, expressou medo de replicar dados falsos que estimulem a automedicação, representa uma ameaça à aptidão da população. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estima que 18% dos óbitos por intoxicação no Brasil podem ser atribuídos à automedicação.

‘A automedicação é um desafio em nosso país. A ivermectina é uma praga de baixa toxicidade desde que seja indicada e usada corretamente, no entanto, o que tem sido observado é o uso indiscriminado desse medicamento e o resultado tem sido hepatite medicamentosa em alguns pacientes’, ressaltou.

Em segundo lugar, o presidente, o que tem acontecido, é que diante de tantos dados sobre os remédios medicamentosos do covid-19, a população vai à farmácia comprar a droga, sem a intervenção de um profissional de fitness e usa-a incorretamente. A prevenção consiste em seguir medidas de aptidão física da distância social, lavagem das mãos, uso de álcool gel e não aglomeração’, enfatizou.

E alerta que ao receber tais informações, o público busca a veracidade do profissional de aptidão em que confia, bem como páginas de confiança, como o site do Ministério da Saúde, a página do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas e o Conselho Federal de Farmácia. ‘Evite que as mídias sociais sejam informadas sobre medicamentos, remédios e doenças’, aconselhou.

Fonte: Nas Notícias


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Secretaria de Saúde do DF alerta para golpe envolvendo vacina contra a Covid-19

(Texto atualizado em 22/02/2021 às 07:43 pm)

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal fez um alerta sobre um golpe envolvendo a vacina contra a Covid-19. Segundo a pasta, criminosos estão aproveitando o momento de distribuição dos imunizantes pelo país para enganar pessoas. As informações são do G1.

O golpe funciona da seguinte forma: suspeitos se passam por servidores de saúde e ligam para vítimas oferecendo um falso agendamento de vacinação contra a Covid-19. Em seguida, mandam um código para o celular da pessoa e pedem que ela informe os números enviados, ou clique em algum link para confirmar.

Segundo a SES-DF, os golpistas usam essas informações para clonar aplicativos de mensagem e conseguir acesso ao celular. Em uma postagem nas redes sociais, a pasta ressaltou que não telefona para agendar a vacinação, nem pede confirmação por mensagem (veja abaixo). O Ministério da Saúde também fez um alerta sobre o golpe.

O delegado Wisllei Salomão, da Coordenação de Repressão a Fraudes (Corf), afirma que, caso a vítima informe o código enviado pelo golpista, o criminoso pode ter acesso às informações do celular e até conversar com amigos e familiares para pedir dinheiro, em nome do dono do aparelho.

O delegado afirma que golpistas usam da lábia e se aproveitam da falta de atenção das pessoas. Ele orienta os usuários a desconfiarem sempre de qualquer serviço, facilidade ou solicitação diferente.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Paciente de COVID-19 é tratado com Kevzara (sarilumabe) em estudo

Paciente de COVID-19 é tratado com Kevzara (sarilumabe) em estudo

Kevzara inibe a IL-6, que pode desempenhar um papel na evolução da resposta imune inflamatória que causa a síndrome do desconforto respiratório agudo observada em pacientes com infecção grave por COVID-19

Um primeiro paciente fora dos Estados Unidos foi tratado como parte do programa clínico global que está avaliando o Kevzara (sarilumabe), em pacientes graves de COVID -19. O programa foi iniciado na Itália, Espanha, Alemanha, França, Canadá, Rússia e Estados Unidos, países que foram gravemente impactados pelo COVID-19.

Este é o segundo estudo, Fase 2/3, multicêntrico e duplo-cego, do programa clínico do Kevzara COVID-19. As empresas continuam trabalhando com autoridades de saúde de todo o mundo para iniciar o projeto em locais adicionais, seguindo o anúncio da Sanofi e da Regeneron, no início de março, sobre o começo dos primeiros testes, baseados em solo norte-americano.

“A Sanofi e a Regeneron estão trabalhando incansavelmente para iniciar estudos em todo o mundo que ajudarão a determinar se o sarilumabe tem o potencial de desempenhar seu papel nesta crise de saúde global do COVID-19. Esses estudos fornecerão dados importantes para determinar se o medicamento ameniza as complicações que ameaçam a vida da infecção causada pelo sars-cov-19, combatendo a resposta inflamatória exacerbada dos pulmões quando debilitados pelo vírus. Nestes tempos sem precedentes, somos profundamente gratos pela colaboração diária com as autoridades de saúde que nos permitem realizar esse trabalho clínico tão rapidamente,” disse John Reed, chefe global de pesquisa e desenvolvimento da Sanofi. “Além deste ensaio clínico com o objetivo de ajudar pacientes críticos com COVID-19, nosso trabalho para produzir uma vacina para prevenção da doença continua. Isso juntamente com os esforços para fornecer outros medicamentos importantes da Sanofi que podem ajudar pacientes afetados pelo novo coronavírus”.

Sarilumabe contra o COVID-19

Sarilumabe é um anticorpo monoclonal humano que inibe a via da interleucina-6 (IL-6) ligando-se e bloqueando o receptor da IL-6. A IL-6 pode desempenhar um papel na evolução da resposta inflamatória hiperativa nos pulmões de pacientes gravemente doentes com COVID-19. O papel da IL-6 é apoiado por dados preliminares de um estudo de braço único na China, usando outro inibidor receptor de IL-6.

“Os dados de um estudo de braço único realizado na China sugerem que a via da interleucina-6 pode desempenhar um papel importante na resposta inflamatória exacerbada nos pulmões de pacientes com COVID-19. Apesar dessa descoberta encorajadora é imperativo realizar um estudo randomizado adequadamente projetado para entender o verdadeiro impacto do sarilumabe. Assim como o que estamos fazendo agora neste programa global de ensaios clínicos,” disse George D. Yancopoulos, co-fundador, presidente e diretor científico da Regeneron. “Além do sarilumabe, a Regeneron continua a avançar rapidamente com um novo coquetel de anticorpos para a prevenção e tratamento do COVID-19”.

Uso do medicamento fora dos EUA

O estudo fora dos Estados Unidos avaliará a segurança e a eficácia da administração de uma dose intravenosa única de sarilumabe adicional aos cuidados de suporte habituais, em comparação com os cuidados de suporte e placebo. O projeto tem um protocolo adaptável com duas partes e prevê a inclusão de aproximadamente 300 pacientes. Serão recrutados pacientes hospitalizados de vários países, em estado grave do COVID-19.

Cientistas possuem evidências preliminares de que a IL-6 pode desempenhar um papel fundamental na evolução da resposta imune inflamatória que causa a síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) em pacientes do COVID-19 em estado grave. Em uma série inicial de casos não revisados por pares da China, um grupo de 21 pacientes com COVID-19 tiveram a febre reduzida rapidamente e 75% (15 em 20) reduziram a necessidade de oxigênio suplementar poucos dias após o recebimento de outro anticorpo receptor de IL-6 (tocilizumabe). Com base nesses resultados, a China atualizou suas diretrizes de tratamento do COVID-19 e aprovou o uso desse inibidor de IL-6 para tratar pacientes com doença grave ou crítica.

O uso de sarilumabe para tratar os sintomas do COVID-19 é experimental e não foi avaliado por nenhuma autoridade reguladora.

Sobre o estudo

Este estudo de fase 2/3, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo utiliza um protocolo adaptativo para avaliar a segurança e eficácia de sarilumabe em adultos hospitalizados com complicações graves de COVID-19. Para ser elegível ao estudo, os pacientes devem apresentar quadros de pneumonia e estar hospitalizados com COVID-19 confirmado em laboratório, classificado como grave ou crítico, ou que sofrem de disfunção de múltiplos órgãos. Após receber a dose do estudo, os pacientes serão avaliados por 60 dias, ou até a alta hospitalar ou morte.

Na fase 2 do estudo, os pacientes serão randomizados 2:2:1 em três grupos: dose mais alta de sarilumabe, dose mais baixa de sarilumabe e placebo.

Os resultados da Fase 2 serão utilizados de maneira adaptativa para determinar a transição para a Fase 3. Assim, ajudando a determinar conclusões, número de pacientes e doses. Se o estudo continuar com todos os três grupos de tratamento até o final, espera-se incluir aproximadamente 300 pacientes, dependendo do status do surto de COVID-19 e da proporção de pacientes com COVID-19 grave.

Sobre Kevzara® (sarilumabe) injetável para o COVID-19

Atualmente, o Kevzara(sarilumabe) está aprovado em vários países para tratar adultos com artrite reumatoide moderada a severamente ativa, que não responderam ou toleraram terapia anterior. Vale ressaltar que, até o momento, o Kevzara não tem autorização de comercialização local pela Autoridade regulatória brasileira.

O Kevzara foi desenvolvido em conjunto pela Sanofi e pela Regeneron sob um acordo de colaboração global. Kevzara é um anticorpo monoclonal totalmente humano, que se liga especificamente ao receptor de IL-6 e demonstrou inibir a sinalização mediada por IL-6. A IL-6 é uma proteína do sistema imunológico produzida em quantidades aumentadas em pacientes com artrite reumatoide. A proteína tem sido associada à atividade da doença, destruição das articulações e outros problemas sistêmicos.

O sarilumabe está sendo investigado por sua capacidade de reduzir a resposta imune inflamatória exacerbada associada ao COVID-19, com base em evidências de níveis marcadamente elevados de IL-6 em pacientes gravemente enfermos infectados com coronavírus.

Foto: Shutterstock

Fonte: Sanofi


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Compare as 4 vacinas contra a Covid-19 que já apresentaram eficácia

Guia da Farmácia

Os dados foram divulgados pelas próprias desenvolvedoras:

A AstraZeneca/Oxford foi, então, a 1ª a publicar resultados preliminares de fase 3 em revista científica. As informações sobre as outras três desenvolvedoras também são preliminares.

No entanto, fora a de Oxford, nenhuma outra vacina teve análise do seu atual estágio de testes publicado em revista científica.

O Brasil ainda não fez acordo para adquirir esse imunizante — e, em princípio, ele estaria fora dos planos do Ministério da Saúde.

Isso porque o plano preliminar de imunização divulgado pela pasta no dia 1º de dezembro não prevê, por exemplo, o uso de vacinas que exijam baixíssimas temperaturas de armazenamento — esse o caso da vacina da Pfizer.

Em nota divulgada no dia 2 de dezembro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disse ter sido informada pela Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos para a Saúde do Reino Unido sobre o que chamou de “autorização temporária” para a vacina da Pfizer/BioNTech.

“Trata-se de autorização emergencial, nos termos de legislação do Reino Unido, para um lote específico, devendo futuros lotes ser objeto de autorização específica posterior. Não se trata de registro definitivo, nem de autorização para comercialização da vacina no mercado britânico”, afirma o comunicado.

O plano nacional de imunização do Brasil só deverá ficar pronto quando houver vacina registrada na Anvisa. No momento, não há nenhum registro no Brasil.

Veja, abaixo, um comparativo da taxa de eficáciasegurançalogística e produção e previsão de distribuição no Brasil:

Vacinas contra a Covid-19 e suas eficácias

  • Pfizer + BioNTech: 95% de eficácia e mais de 94% eficaz em idosos acima de 65 anos, segundo dados preliminares da fase 3.
  • Moderna: 94,5% de eficácia, segundo dados preliminares da fase 3.
  • AstraZeneca + Universidade de Oxford: 70% de eficácia, com uma variação de 62% a 90% de acordo com a dose aplicada.
  • Sputnik V: 92% de eficácia, segundo o governo da Rússia.
  • Pfizer + BioNTech: as empresas disseram que, até agora, não encontraram nenhuma preocupação séria de segurança. O que houve foram reações adversas leves – e menos frequentes em idosos que em outras faixas etárias. Elas destacaram que foram alcançados todos os dados de segurança exigidos pela agência americana de saúde, a Food and Drug Administration (FDA), para a Autorização de Uso de Emergencial. No último dia 1º, a farmacêutica pediu o uso emergencial da vacina na Europa e, no dia 2, obteve, então, aprovação no Reino Unido.
  • Moderna: a empresa afirmou que um estudo de eventos adversos indicou que a vacina foi bem tolerada, sem problemas significativos de segurança. Os efeitos foram leves ou moderados. Com base nessa análise provisória, nesta terça-feira (1º), a Moderna pediu o uso emergencial da vacina na Europa.
  • AstraZeneca + Universidade de Oxford: a farmacêutica apresentou um estudo da fase 2 no dia 19 de novembro na revista “The Lancet”, informando que a sua vacina se mostrou segura e consegue uma resposta dos anticorpos. Houve reações adversas leves – e menos frequentes em idosos que em outras faixas etárias.
  • Sputnik V: o governo russo informou que não houve eventos adversos inesperados durante os ensaios da vacina. No entanto, a comunidade científica aguarda a publicação dos resultados em revistas da área para ter mais segurança com relação ao imunizante.
      • Pfizer + BioNTech: as empresas têm o imunizante que envolverá maiores problemas de logística, uma vez que precisa ser transportado em uma temperatura de -70°C. Isso pode, no entanto, se tornar um grande empecilho, principalmente em regiões remotas ou muito quentes. A farmacêutica americana informou que pretende, no entanto, resolver o problema com uma embalagem especial com temperatura controlada, que utiliza gelo seco para manter a condição de armazenamento por até 15 dias.
  • Moderna: sua vacina também oferece desafio de logística por causa da temperatura de armazenamento, que precisa ficar em torno de -20º C durante todo o transporte. Ponto positivo: é possível mantê-la em geladeira por até um mês.
  • AstraZeneca + Oxford: apesar de ter a menor porcentagem de eficácia (média de 70%), a vacina é a mais barata e, entao, mais fácil de armazenar e ser transportada para todas as regiões do mundo. Isso porque ela não precisa estar em temperaturas muito baixas e pode ser armazenada em geladeiras comuns.
  • Sputnik: o governo russo ainda não apresentou informações sobre condições de armazenamento e transporte da vacina. No dia 9 de novembro, o Instituto Gamaleya afirmou que espera publicar esse e outros dados sobre a vacina em um “futuro próximo”.
  • A CoronaVac também promete evitar desafios de transporte. Segundo um estudo publicado em 17 de novembro na revista “The Lancet”, ela pode ser armazenada em refrigeração padrão (assim como a vacina da gripe) e por até três anos, o que representaria, dessa maneira, algumas vantagens de distribuição. Os estudos de fase 3 serão cruciais para comprovar todas essas informações preliminares.

    No dia 1º, o Ministério da Saúde afirmou, no entanto, que a vacina que será administrada no Brasil precisa ser termoestável, ou seja, que não precise de baixíssimas temperaturas de armazenamento, como ocorre com candidatas da Pfizer e da Moderna, por exemplo.

    A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) já havia, então, alertado que países nas Américas não estão prontos para receber vacinas contra a Covid-19 baseadas em RNA (material genético), que precisam ser armazenadas em temperaturas muito baixas.

    Demais vacinas em testes em humanos

    • Sinopharm: laboratório chinês, ele tem dois projetos de vacinas com institutos de pesquisas do país. A Sinopharm e os outros laboratórios preveem uma capacidade de produção de até 610 milhões de doses por ano das várias vacinas chinesas contra a Covid-19.
    • Bharat Biotech: a empresa indiana começou a recrutar em novembro cerca de 26 mil pessoas para a sua “COVAXIN”, desenvolvida com o apoio do governo, e aposta em uma vacina disponível no primeiro semestre de 2021.
    • Johnson & Johnson:  iniciou dois testes clínicos de sua candidata, composta por um adenovírus modificado, uma de apenas uma dose e a outra com duas doses. Os resultados são aguardados para o primeiro trimestre de 2021.
    • CanSino Biological: a empresa chinesa desenvolveu a “Ad5-nCoV” em conjunto com o exército, uma vacina baseada em adenovírus. Os testes de fase 3 acontecem  no México, Rússia e Paquistão.
    • Novavax: trabalha em uma vacina chamada “subunitária” recombinante. A empresa de biotecnologia americana iniciou em setembro o teste clínico de fase 3 no Reino Unido e no fim de novembro deve começar um teste nos Estados Unidos, segundo a France Press. Dados preliminares são aguardados para o primeiro trimestre de 2021.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há no total 222 vacinas contra a Covid-19 sendo desenvolvidas.

    Fonte: G1

    Foto: Shutterstock

Fonte: Guia da Farmácia


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ANVISA, Covid-19





EUA aprovam remédio para tratamento da Covid-19

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, afirmou, ontem, que a Administração de Alimentos e Medicamentos aprovou o uso do medicamento cloroquina, utilizado contra a malária, para o tratamento do novo coronavírus. No Brasil, segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), não há pedidos de registro ou de estudos clínicos para o uso destes medicamentos no tratamento da Covid-19.

Embora a agência norte-americana não tenha informado a aprovação do medicamento, Pence informou que estão trabalhando “para aprovar o uso de remédios existentes contra a Covid-19”, e que já existem no país muitos estudos para o desenvolvimento de uma vacina contra a doença, que, de acordo com ele, deve ficar pronta em cerca de um ano e meio.
O vice-presidente revelou ainda que o pacote discutido no Congresso inclui US$ 100 bilhões para hospitais, que deverão cancelar cirurgias eletivas. Pence disse ainda que o governo está expandindo o uso de testes para exame da enfermidade e que 250 mil norte-americanos já foram testados.

No Brasil, a Anvisa ressaltou que o medicamento cloroquina – ou hidroxicloroquina –, tem autorização de uso no Brasil somente para tratamento de artrite, lúpus, doenças fotossensíveis e malária.

Ainda de acordo com a agência, “não existem estudos conclusivos que comprovam o uso desses medicamentos para o tratamento da Covid-19”, e reforçam que não há recomendação da Anvisa no momento para a sua utilização em pacientes infectados ou mesmo como forma de prevenção à contaminação do novo vírus.

Deste que a cloroquina apareceu como possível medicação contra a Covid-19, a Anvisa decidiu passar a exigir apresentação de receita médica em farmácias para liberação do medicamento. O órgão afirma que a medida vai permitir que pacientes que já utilizam o medicamento não fiquem sem tratamento.

Fonte: Diário do Grande ABC


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Indústria farmacêutica, Covid-19





Vacina de Oxford contra Covid-19 tem eficácia de até 90%

Guia da Farmácia

Segundo os pesquisadores, diferente de outros imunizantes, este pode ser armazenado na geladeira, o que é um fator importante para a logística de distribuição e armazenamento

O laboratório AstraZeneca e a Universidade de Oxford anunciaram nesta segunda-feira, 23, que a vacina contra a Covid-19 que estão desenvolvendo alcançou eficácia de 90%.

Segundo os pesquisadores, diferente de outros imunizantes, este pode ser armazenado na geladeira, o que é um fator importante para a logística de distribuição e armazenamento especialmente em países como o Brasil.

Nos testes, a vacina de Oxford foi administrada de duas formas diferentes:

Na primeira delas, os voluntários receberam, dessa forma, metade de uma dose e, um mês depois, uma dose completa. Nesse grupo de voluntários, a eficácia foi de 90%.

Já no segundo grupo, que recebeu duas doses completas da vacina, a eficácia foi reduzida a 62%. 

Esses dois resultados permitiram, dessa maneira, obter eficácia média de 70%.

Essas conclusões foram possíveis a partir dos testes de fase 3 – a última etapa dos estudos – realizados na Inglaterra e no Brasil. 

As fases 1 e 2 dos estudos já haviam apontado que a vacina é segura e induz a produção de anticorpos e a resposta imune das células T em todas as faixas etárias, incluindo idosos.

Eficácia da vacina de Oxford

Nenhum evento grave relacionado à segurança da vacina foi confirmado e o imunizante não apresentou efeitos colaterais graves em nenhuma das duas formas de aplicação.

A eficácia e segurança desta vacina confirmam, então, que será muito competente contra a Covid-19 e que terá um impacto imediato nesta emergência de saúde pública”, disse o CEO da AstraZeneca, Pascal Soriot.

Os resultados sugerem que as duas aplicações – com metade da dose ou as duas doses completas – podem prevenir a transmissão do vírus, evidenciada, portanto, pelo número pequeno de infecções assintomáticas entre os vacinados.

Segundo comunicado de Oxford, vacinas baseadas na mesma tecnologia já são usadas há décadas e são estáveis, fáceis de produzir, transportar e estocar.

Os imunizantes podem, todavia, ser conservados em temperaturas de geladeiras domésticas, de 2ºC a 8ºC, o que facilita a distribuição, pois pode ser facilmente armazenada.

A análise interina foi possível a partir do registro de 131 casos de Covid-19 entre os participantes.

Um grupo de voluntários recebeu a vacina contra a Covid-19 e outro recebeu uma vacina já aprovada contra meningite.

Embora a eficácia da vacina de Oxford seja um pouco menor que a das concorrentes norteamericanas, os dados apresentados aumentam, dessa maneira, a expectativa sobre as chances de desenvolver várias vacinas eficazes, utilizando, portanto, diferentes abordagens.

Especialistas em saúde pública dizem, portanto, que o mundo vai precisar de muitas vacinas para atender a demanda global.

Testes

Dos 24 mil voluntários dos estudos clínicos, cerca de 10 mil são brasileiros.

Os testes estão sendo realizados no Brasil desde junho, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Natal, Porto Alegre e Santa Maria.

Em outubro, um dos voluntários brasileiros morreu em decorrência da Covid-19. Os especialistas concluÍram, então, que não havia risco para os voluntários e, por isso, os testes não foram interrompidos.

Em setembro, os testes chegaram, então, a ser suspensos em todo o mundo, após ser registrado um evento adverso grave entre um dos voluntários.

Sobretudo, o jornal The New York Times revelou, todavia, que o participante teve mielite transversa, síndrome inflamatória que afeta a medula espinhal e costuma ser desencadeada por infecções virais.

Os testes foram retomados após ser constatada que a relação risco e benefício ainda era favorável.

A vacina de Oxford é a principal aposta do governo brasileiro, que investiu cerca de R$ 2 bilhões para viabilizar a compra, processamento e distribuição de 100 milhões de doses do imunizante.

O recurso foi destinado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que tem um acordo com a Universidade de Oxford e a AstraZeneca, e já se prepara para começar a produção de 210 milhões de doses do imunizante em janeiro de 2021.

A Anvisa faz análise contínua dos resultados das pesquisas da vacina de Oxford.

Os estudos pré-clínicos, feitos em animais e laboratórios, já foram analisados pela agência, o que pode, portanto, acelerar o processo de aprovação do imunizante no País.

Fonte: Estadão


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Mercado farmacêutico





Hospitais privados de SP registram aumento de internações por Covid-19

Guia da Farmácia

HCor, Albert Einstein e Sírio Libanês divulgaram números do aumento do número de internação por Covid-19 desde a semana passada

Hospitais privados da capital paulista registraram novo aumento nos índices de internação por Covid-19 nesta semana em relação à anterior. O Hospital do Coração (HCor) informou hoje, 18 de novembro, que está com 88% dos leitos de UTI ocupados, com 13 pacientes diagnosticados com a doença. Além disso, outros 28 estão em unidade de internação (UI), sendo um caso suspeito. Na semana passada, a unidade tinha sete internações em UTI.

O Hospital Israelita Albert Einstein informa que  há 93 leitos ocupados por pacientes com diagnóstico confirmado da doença. Da última semana de setembro ao dia 12 de novembro, a média de internações oscilou entre 50 e 55 pacientes infectados pelo vírus.

Com o aumento de internação por Covid-19 é preciso ficar em alerta

Contudo, a instituição diz que “os novos números são insuficientes para projetar qualquer evolução da pandemia no Brasil. Estes dados, porém, alertam para a necessidade da manutenção das medidas de prevenção”, segundo nota divulgada.

Em situação semelhante à da semana anterior, o Hospital Sírio-Libanês afirmou que atualmente tem 124 pacientes internados com o diagnóstico de Covid-19, patamar semelhante ao de abril, quando a unidade atingiu o pico de internações. Na última quinta-feira, dia 12, eram 128 e setembro e outubro, esse número oscilou entre 80 e 110 pacientes.

Desse modo, o governador João Doria  decidiu adiar em duas semanas a reclassificação do Plano São Paulo, que colocaria quase 90% do estado na fase verde, de maior flexibilidade da quarentena e de reabertura econômica.

Fonte: UOL


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ANVISA





Comissão defende novas medidas contra Covid-19; tabelamento de preços está em discussão

Os deputados da comissão externa da Câmara dos Deputados que discute ações contra o avanço do novo coronavírus no Brasil propuseram

Os deputados da comissão externa da Câmara dos Deputados que discute ações contra o avanço do novo coronavírus no Brasil propuseram nesta quarta-feira (18) uma série de novas medidas legislativas, como a regulamentação da telemedicina (atendimento à distância), o atestado médico eletrônico e o tabelamento de preços de itens essenciais ao combate da Covid-19, como álcool gel.

Este último ponto deverá ser alvo de um projeto de lei, que será elaborado pela equipe que presta consultoria ao colegiado. A medida é defendida pelo coordenador da comissão, deputado Dr. Luiz Antônio Teixeira Jr. (PP-RJ). “Eu prego a liberdade econômica, mas nesse momento não tem outra forma”, afirmou.

Segundo ele, há relatos em todo o País de preços abusivos de álcool gel e máscaras descartáveis.

Essa e outras propostas ainda serão discutidas com os membros da comissão e poderão ser pautadas para votação no Plenário da Câmara, desde que haja consenso dos líderes partidários.

Nesta terça, o Plenário da Câmara aprovou três projetos de lei recomendados pela comissão externa.

Comitê de crise

Além das medidas legislativas, a relatora da comissão, deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC) propôs que o colegiado negocie com o governo a participação dos integrantes da comissão externa no Comitê de Crise para Supervisão e Monitoramento dos Impactos da Covid-19, criado por decreto presidencial na segunda (16).

O comitê é formado apenas por membros do Poder Executivo e teve ontem a sua primeira reunião. O decreto faculta a participação de outros poderes, desde que convidados e sem direito a voto nas decisões.

Outras propostas

A comissão externa se reuniu nesta quarta para ouvir, por meio de videoconferência, pesquisadores e representantes de hospitais privados. Durante o debate, vários parlamentares apresentaram outras sugestões.

O deputado Dr. Zacharias Calil (DEM-GO) defendeu a quarentena como meio de reduzir o contágio de pessoas dentro do País (a chamada transmissão comunitária). “El Salvador não teve nenhum caso porque eles anteciparam a quarentena”, disse.

O deputado Jorge Solla (PT-BA) quer que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) contrate, temporariamente, pessoas para trabalhar nos aeroportos. “Nós temos que cobrar da Anvisa que faça contratação emergencial. Eles não têm quadro”, afirmou.

O deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) propôs que o governo distribua máscaras descartáveis e álcool gel para a população. “A gente tem uma política pública para distribuir preservativos no Carnaval. Então, está na hora de ter atitude e distribuir máscara e álcool gel. Não dá para ficar refém da boa vontade de estoques”, disse.

Já o deputado Hiran Gonçalves (PP-RR) mostrou-se favorável ao uso da teleconsulta especificamente para combater a Covid-19, desde que as consultas à distância sejam isentas de cobrança. “Se não vai virar negócio”, afirmou.

Fonte: Agência Câmara de Notícias


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Teste rápido em farmácias fortalece luta contra Covid-19

Teste rápido em farmácias fortalece luta contra Covid-19

 Autorização da Anvisa para a utilização de testes rápidos no diagnóstico de Covid-19 em farmácias, amplia estratégias para o combate à pandemia

A possibilidade de os brasileiros conseguirem fazer testes rápidos nas farmácias pode contribuir para que o País reduza seu déficit em relação à recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de aferir da maneira mais ampla possível o nível de contágio da população, como forma de conter a Covid-19. Também é importante para, paulatinamente, se definir o percentual de pessoas já imunes à doença, para se estabelecerem as estratégias de quarentena, isolamento horizontal e vertical ou lockdown.

A prestação desse serviço em farmácias, explica Frederico Theobaldo, gerente do projeto da Assistência Farmacêutica da MedLevensohn, empresa que disponibiliza testes rápidos para farmácia e COVID aprovados pela Anvisa no Brasil, exige que haja profissional capacitado no estabelecimento para realizar o procedimento, conforme definiu a Anvisa.

Ele pontua ainda que, através de uma parceria com o ClinicarX, laboratório que possui uma plataforma na WEB, pode oferecer os laudos digitais dos resultados, garantindo o registro e o direcionamento dos casos suspeitos para o atendimento nos Serviços de Saúde.

Testes rápidos a preços mais acessíveis

Para popularizar o acesso da população aos testes rápidos, a Medlevensohn lança uma iniciativa para reduzir o preço desses insumos em farmácias.

O consumidor final poderá adquirir e realizar o Medteste Coronavírus nestes locais por um valor em torno de R$ 120, podendo já sair com o laudo em mãos (quando o exame é feito em locais onde já exista uma parceria com o ClinicarX).

“Nosso objetivo com essa iniciativa é, justamente, garantir que mais pessoas tenham acesso aos testes rápidos, permitindo um mapeamento mais exato da epidemia e a aplicação eficaz de políticas de controle da doença, além de oferecer condições atrativas para que as farmácias comercializem nosso produto em seu portfólio”, afirma Frederico Theobaldo.

Com esta campanha, a Medlevensohn espera que sejam vendidos às farmácias cerca de 500 mil testes (2 mil kits). A empresa oferece também uma caixa de lancetas a cada 4 kits comercializados. As lancetas são utilizadas na aplicação dos testes rápidos.

Especificações do MedTeste Coronavírus

O MedTeste Coronavírus exige apenas uma gota de sangue coletada da ponta do dedo e realiza o teste por imunocromatografia de fluxo lateral, tecnologia já disponível para determinação de diversos outros parâmetros clínicos. Sua utilidade principal está na velocidade em se obter o resultado e na possibilidade de realização de testes no ato do atendimento ao paciente, permitindo obtenção de informações rápidas que apoiam o processo do diagnóstico médico na detecção dos casos suspeitos da doença e também daqueles pacientes já diagnosticados com o vírus e que desenvolveram a imunidade.

Os requisitos estabelecidos em resolução específica da Anvisa relativa à liberação de testes rápidos de Covid-19 no mercado brasileiro são exatamente os constantes do MedTeste Coronavírus, que identifica se a pessoa está com a doença ou já teve, desde que o teste seja feito após pelo menos 7 dias do início dos sintomas. Apresenta resultado em 10 minutos, e não exige estrutura laboratorial complexa para coleta do sangue, podendo ser realizado em ambiente de atenção a saúde por um profissional habilitado, como é o caso do profissional farmacêutico no ambiente da Clínica farmacêutica.

O MedTeste Coronavírus, utilizado inicialmente em hospitais, laboratórios e unidades básicas de saúde, já está também disponível para as farmácias, constituindo-se, assim, em “arma” eficaz para a linha de frente na guerra contra a pandemia. É um teste que pode ser realizado de forma simples e rápida, ao contrário de outros exames, que exigem coleta da secreção oro-nasofaríngea e/ou volume maior de sangue, requerem estrutura laboratorial mais complexa e levam mais tempo para serem realizados.

Teste rápido no combate à Covid-19

Para a realização do teste da MedLevensohn, que identifica a existência de anticorpos, demonstrando se a pessoa está acometida ou já teve a enfermidade, basta um volume mínimo de sangue colhido através de uma pequena picada na ponta do dedo, utilizando uma lanceta descartável. Esse tipo de coleta propicia exposição muito menor do profissional da saúde, contribuindo para reduzir seu risco de contaminação, é menos invasivo e praticamente indolor para os pacientes. Os exames que necessitam de estrutura laboratorial, anteriormente citados, demoram vários dias para apresentar resultados e identificam o antígeno, ou seja, o micro-organismo causador da infecção, sendo portanto adequados para o diagnóstico definitivo nos serviços de saúde.

Diferenciais nos testes

“Neste aspecto está um dos diferenciais do MedTeste: identifica a IgM (Imunoglobulina M) e a IgG (Imunoglobulina G), dois tipos de anticorpos que o organismo produz quando atacado por um micro-organismo invasor, assim, possibilitando determinar se a pessoa está com a doença ou já teve, o que é fundamental para o enfrentamento da Covid-19 e até mesmo para a paulatina volta à rotina normal de quem já está imune”. 

Desse modo, “se ambos os indicadores derem negativo, é sinal de que o indivíduo não está com a doença ou ainda não desenvolveu os anticorpos, por isto é importante que a coleta seja feita após pelo menos 7 dias do início dos sintomas; Resultado IgG negativo e IgM positivo indica infecção aguda; IgG positivo e IgM positivo, infecção presente e recente; IgG positivo e IgM negativo, infecção mais antiga, apontando que já houve o contato com o vírus com produção de anticorpos com possível imunidade”, explicou. 

Se um exame aponta apenas a IgG, por exemplo, revela somente a detecção tardia, não sendo indicado para a triagem inicial proposta pela OMS e o Ministério da Saúde do Brasil. Esta questão é relevante, pois há maior possibilidade de resultados falso negativos, pela não detecção de anticorpos IgM. Isso faz com que o paciente não seja colocado em quarentena domiciliar, tornando-se, assim um transmissor potencial. Além disso, há o risco de essa pessoa evoluir para um quadro grave da doença, que poderia ser mais bem controlada a partir do diagnóstico precoce correto.

Teste Covid-19: protocolos corretos

Todos os testes, para se obter o melhor desempenho possível, devem ser utilizados de acordo com os protocolos corretos. Esse cuidado é importante para reduzir o percentual de erros e potencializar os atributos e qualidades de cada tipo de exame.

Outro diferencial do MedTeste Coronavirus, testado em 181 pacientes (acima da amostra de confiança, que é de 100), é que ele apresentou alta sensibilidade e especificidade para a IgM (sens.=86,8% e esp.= 98,6%) e para a IgG (sens.=97,4% e esp.=99,3%) Produtos que foram testados em amostragem abaixo de 100 pacientes não são tão confiáveis quanto a resultados verdadeiramente positivos ou negativos. O MedTeste Coronavirus oferece portanto confiabilidade em relação ao Padrão Ouro Laboratorial, que no caso é o RT-PCR (do inglês Real Time Polymerase Chain Reaction, ou Metodologia da Reação em Cadeia pela Polimerase em Tempo Real), normalmente realizado pelos Laboratórios Clínicos e de maior complexidade para sua realização.

Recomenda-se que, antes da compra de qualquer teste, se confira se o produto tem registro e aprovação da Anvisa. A consulta é simples e pode ser feita diretamente neste link:
http://consultas.anvisa.gov.br/#/saude/q/?nomeTecnico=coronav%C3%ADrus

Foto e fonte: Medlevensohn


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Anvisa realiza novas reuniões sobre vacina contra Covid-19

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:14 pm)

anvisa agencia nacional vigilancia santiraria

Anvisa discute com instituições sobre o registro de imunobiológicos para o enfrentamento ao novo coronavírus no país.

A Anvisa cumpriu mais duas agendas de reuniões com instituições interessadas no registro de vacinas contra a Covid-19. Nesta quinta-feira (27/8), o encontro foi com membros do governo do estado do Paraná, representado pelo chefe da Casa Civil, Guto Silva, pelo diretor do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Jorge Callado, e pelo Capitão Wilson Baptista Honório Alves, da Casa Militar do estado. O tema foi o processo de registro da vacina desenvolvida pela Rússia.

Representando a Agência, estavam o diretor-presidente, Antonio Barra Torres, o adjunto da Primeira Diretoria, Juvenal de Souza Brasil Neto, a assessora Samia Rocha de Oliveira Melo, o titular da Gerência Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED), Gustavo Mendes, e a equipe técnica da GGMED.

A reunião com os representantes do governo do Paraná teve caráter preliminar. Ela acontece antes da submissão documental do pedido de anuência para o desenvolvimento do produto. Segundo a Tecpar, em cerca de 20 dias os primeiros documentos serão protocolados junto à Anvisa, que já está mobilizada para o acompanhamento da solicitação. Leia mais ›


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Brasil tem maior taxa de contágio de covid-19 no mundo

Brasil tem maior taxa de contágio de covid-19 no mundo

O estudo foi feito pelo Imperial College de Londres e estima que número de óbitos por coronavírus no país pode chegar a 5 mil novas mortes em uma semana

Um novo estudo feito pelo Imperial College de Londres, uma das universidades mais respeitadas do mundo, estima que o Brasil tem a maior taxa de transmissão da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Segundo o estudo, assinado por 47 pesquisadores, a taxa de transmissão do país é R2,81. Ou seja, em média no Brasil, cada pessoa com covid-19 passa a doença para outras três.

O país também enfrenta um cenário de crescimento no número de mortes por doenças respiratórias e de óbitos registrados em cartórios, dados que indicam forte subnotificação de casos de covid-19.

Medidas de relaxamento da quarentena são indicadas para países que têm R1 ou menos, como é o caso da Alemanha, que tem taxa de transmissão R0,8. Na Grécia, em média, cada pessoa infectada também transmite o vírus para menos de um indivíduo.

Taxa de contágio

Brasil e Estados Unidos são países que ainda passam por uma fase difícil da pandemia. Os países podem registrar 5 mil mortes na próxima semana em decorrência de complicações da covid-19. No total, dez países integram o grupo classificado de “muito alto” em relação às possíveis mortes ocasionadas pelo coronavírus. Outros 22 integram a classificação de “relativamente baixo” risco de morte, com cerca de 100 estimadas para a próxima semana. A transmissão do vírus está em queda em países muito afetados pela pandemia, como Espanha e Itália, que adotaram medidas para estimular o distanciamento social.

Vale notar que quanto maior for a taxa de transmissibilidade do vírus em um país, maior é o risco de colapso no sistema de saúde. No Brasil, a tendência ainda é de crescimento no número de novos casos da doença. O mesmo cenário é indicado pelo estudo em outros oito países, são eles: Canadá, Índia, Irlanda, México, Paquistão, Peru, Polônia e Rússia.

Israel foi considerado o país que melhor reportou casos de covid-19, sendo o único a atingir 100%. O estudo avaliou dados de 48 países.

Mundialmente até 29 de abril, mais de 3,1 milhões de pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus e 227 mil morreram, segundo dados da Universidade Johns Hapkins.

Foto: Shutterstock

Fonte: Exame


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