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Genéricos representam 23,7% do faturamento de indústrias farmacêuticas

(Texto atualizado em 31/07/2015 às 08:09 am)

genéricos  faturamento industria farmaceuticaÉ o que aponta levantamento exclusivo da PróGenéricos

As vendas de medicamentos genéricos responderam por 23,7% do faturamento das 10 maiores indústrias farmacêuticas em operação no Brasil. É o que aponta levantamento exclusivo da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos), que analisou os dados de mercado dessas empresas entre janeiro de 2014 e janeiro de 2015.

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Teva vira gigante de genéricos com oferta de US$ 40 bi

Teva-pharmaceuticalsA oferta da Teva Pharmaceuticals de US$ 40 bilhões pela Mylan coloca em evidência uma empresa que há muito é um pilar da economia israelense e um nome dominante no mercado mundial de medicamentos genéricos de baixo custo. Caso seja bem-sucedido, o negócio vai reforçar sua liderança no mercado de genéricos – versões que são cópias de medicamentos de marca, mais caros – e protegê-la da perda de patente, em breve, de seu medicamento de maiores vendas, o Copaxone, contra a esclerose múltipla.

A Agência de Remédios e Alimentos americana (FDA, na sigla em inglês) deu luz verde na semana passada para a primeira versão genérica do Copaxone, que representou 20% da receita da Teva e quase metade do lucro em 2014, o que aumentou a pressão sobre a empresa israelense para encontrar novas fontes de crescimento.

Assim como a Teva, a Mylan combina forte presença nos genéricos com seu próprio produto com direitos registrados, de maior margem de lucro – o EpiPen, um tratamento emergencial para reações alérgicas, que também enfrenta a competição de genéricos.
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Lucro da Hypermarcas cresce 0,5% no primeiro trimestre

lucro hypermarcas primeiro trimestreA Hypermarcas teve lucro líquido de R$ 90,7 milhões no primeiro trimestre do ano, leve alta de 0,5% na comparação anual. O resultado ficou aquém dos R$ 103,5 milhões indicados pela média das projeções de Itaú BBA, Morgan Stanley e Citi.

Segundo a companhia, o lucro não foi maior por causa do crescimento de 23% nas despesas financeiras. “Esse incremento foi influenciado especialmente pelo crescimento do IPCA [índice de preços ao consumidor] no período, que gerou despesa adicional de R$ 13,7 milhões, na mesma base de comparação”, afirmou a companhia.

A receita líquida da companhia cresceu 12,2%, para R$ 1,187 bilhão, praticamente em linha com as estimativas, que indicavam receita de R$ 1,17 bilhão. Segundo a companhia, a expansão da receita foi consistente nas divisões de consumo (15%) e Farma (16,2%).

O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado por despesas não recorrentes e outras despesas não caixa somou R$ 286,9 milhões. O montante representou alta de 10,8% na comparação anual e veio acima dos R$ 276,4 milhões esperados pelos analistas.

Fonte: Extra


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Farmácias são destaque do varejo em ano ruim para bens duráveis

(Texto atualizado em 01/06/2015 às 09:02 am)

farmacias destaque ano ruimOs indicadores macroeconômicos e o comportamento dos consumidores, que estão mais cautelosos na hora de ir às compras, tiveram impacto diferente nas diversas empresas que compõem o amplo segmento de consumo no país.
Guilherme Assis, analista do Brasil Plural, destaca farmácias como as companhias mais bem colocadas do setor, enquanto as que vendem bens duráveis são as que têm os maiores desafios para crescer no cenário atual.

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Medicamentos isentos de prescrição dobraram faturamento

vendas-de-medicamentos-isentos-de-prescrição-quase-dobrou-nos-últimos-cinco-anosO faturamento das vendas de medicamentos isentos de prescrição médica quase dobrou nos últimos cinco anos.

Nos 12 meses encerrados em setembro deste ano, foram comercializados R$ 18,4 bilhões, segundo dados da IMS Health levantados pelo Sindusfarma (sindicato da indústria farmacêutica no Estado de São Paulo). No mesmo período terminado em 2010, foram R$ 9,98 bilhões.

A participação desses remédios no mercado, porém, é estável. Ficou em 29% neste ano –0,25 ponto percentual a menos que em 2010.

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