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Venda de genéricos contra câncer cresce 31%

(Texto atualizado em 03/12/2015 às 09:59 am)

cresce venda de medicamentos contra o cancerAs vendas de medicamentos genéricos utilizados no tratamento de cânceres cresceram 30,8% entre julho de 2014 e julho de 2015 e atingiram R$ 102 milhões, de acordo com a ProGenéricos (associação do setor).

Em volume, foram comercializadas 554,8 mil caixas, o que significa uma alta de 13,6%. Um levantamento da entidade, feito com base em dados da consultoria IMS Health, indica um avanço de 518% nas vendas desde julho de 2009.

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Farmácias driblam dificuldades e crescem em ritmo acelerado

farmácias driblam dificuldades crise crescem aceleradoCom faturamento de R$ 1,48 bilhão em 2014 no Litoral de São Paulo, setor se beneficia da crise econômica

Enquanto o comércio varejista vê suas vendas despencarem em quase todos os segmentos, o setor de farmácia e perfumaria consegue crescimento expressivo, movido por diversos fatores, que vão da necessidade por produtos básicos até o desenvolvimento do setor de cosméticos.

O faturamento do setor cresceu cerca de 8% em um ano. Em 2014, o varejo farmacêutico faturou R$ 1,48 bilhão no Litoral de São Paulo, que agrupa 23 municípios da Baixada Santista, Litoral Norte e Vale do Ribeira. Em 2013, esse montante chegou a R$ 1,37 bilhão.

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Venda de medicamentos no país surpreende e cresce 12% no 1º trimestre

(Texto atualizado em 05/06/2015 às 04:58 pm)

venda de medicamentos cresceSÃO PAULO – As vendas de medicamentos no varejo farmacêutico nacional superaram as expectativas ao longo do primeiro trimestre e cresceram 12%, na comparação anual, para R$ 10,7 bilhões, segundo dados do IMS Health compilados pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma).

No mesmo intervalo do ano passado, o crescimento havia sido de 14%, com faturamento de R$ 9,6 bilhões.

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Lucro da Hypermarcas cresce 0,5% no primeiro trimestre

lucro hypermarcas primeiro trimestreA Hypermarcas teve lucro líquido de R$ 90,7 milhões no primeiro trimestre do ano, leve alta de 0,5% na comparação anual. O resultado ficou aquém dos R$ 103,5 milhões indicados pela média das projeções de Itaú BBA, Morgan Stanley e Citi.

Segundo a companhia, o lucro não foi maior por causa do crescimento de 23% nas despesas financeiras. “Esse incremento foi influenciado especialmente pelo crescimento do IPCA [índice de preços ao consumidor] no período, que gerou despesa adicional de R$ 13,7 milhões, na mesma base de comparação”, afirmou a companhia.

A receita líquida da companhia cresceu 12,2%, para R$ 1,187 bilhão, praticamente em linha com as estimativas, que indicavam receita de R$ 1,17 bilhão. Segundo a companhia, a expansão da receita foi consistente nas divisões de consumo (15%) e Farma (16,2%).

O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado por despesas não recorrentes e outras despesas não caixa somou R$ 286,9 milhões. O montante representou alta de 10,8% na comparação anual e veio acima dos R$ 276,4 milhões esperados pelos analistas.

Fonte: Extra


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Drogarias externas da Coop completam dois anos com crescimento de 20%

aumento drogarias coopPara 2015 estão previstas cinco unidades com investimentos de R$ 3,060 milhões

Criadas como parte do plano estratégico da Cooperativa de Consumo (Coop), que prevê a diversificação dos seus negócios, as primeiras drogarias externas acabaram de completar dois anos com ótimo desempenho operacional.

Atualmente são seis unidades externas e de acordo com a gerente de Negócios de Drogarias, Rosângela Prado, no segundo semestre de 2014, em comparação ao mesmo período de 2013, essas drogarias apresentaram crescimento de 20%. Para este ano, estão previstas mais cinco unidades com investimentos na ordem de R$ 3,060 milhões.

“Com essas drogarias, a Coop está ainda mais próxima da comunidade e, ao mesmo tempo, eleva a fidelização de nossos cooperados por meio de um mix variado e ótima qualidade no atendimento”, explica o diretor-presidente da Cooperativa, Marcio Francisco Blanco do Valle. Além das drogarias externas, a Coop possui outras 28 internas, todas com mix completo de medicamentos e ampla linha de perfumaria, higiene pessoal, infantil e puericultura.

Fonte: Maxpress Net


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MasterCard Spending Pulse: Vendas no varejo crescem 4,1% em março

(Texto atualizado em 01/06/2015 às 09:10 am)

MasterCard Spending Pulse Vendas varejoSegundo o relatório, as vendas no e-commerce cresceram 17,1% no comparativo com o mesmo período do ano passado.

O SpendingPulse, relatório de vendas do comércio varejista brasileiro desenvolvido pela MasterCard Advisors, mostra que as vendas totais no varejo durante o mês de março (excluindo automóveis e materiais de construção) aumentaram 4,1%, quando comparadas com o mesmo período do ano passado, fechando o primeiro trimestre de 2015 com 0,1% de queda em relação ao último trimestre de 2014 (0,9%).
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Vendas em farmácia crescem 14,9% em janeiro 2014 e somam R$ 4,9 bi

O mercado farmacêutico brasileiro comercializou cerca de R$ 4,9 bilhões em medicamentos no primeiro mês deste ano.

Na comparação com janeiro de 2013, a alta é de 14,9%, segundo dados da consultoria IMS Health, que audita o setor em todo o mundo.”É um número bom, dentro do que o setor esperava. A projeção para 2014 é de um crescimento nas vendas entre 12% e 15%”, diz o presidente do Sindusfarma (sindicato da indústria de São Paulo), Nelson Mussolini.

Em janeiro do ano passado, no entanto, a expansão havia chegado a 21,6%
“Se você comparar com o Brasil, que está crescendo 2%, continua sendo um resultado excelente”, afirma.O executivo prevê que o preço dos medicamentos suba, em média, de 2,5% a 3% neste ano.

O valor dos remédios de segmentos em que ainda não há participação de genéricos, como os anticoncepcionais, porém, não deve avançar mais de 1%.Os de mercados em que há concorrência com genéricos –anti-inflamatórios, por exemplo– devem registrar uma alta similar à do IPCA.

“A lógica do governo é que, onde tem genérico, tem disputa de preço. Então, pode permitir um crescimento maior dos preços, porque não será colocado em prática.”A expansão dos valores, porém, não acompanha o aumento dos custos das empresas, que variou entre 13% e 15% em 2013, segundo Mussolini. A alta do dólar prejudicou o setor, que importa grande parte dos insumos.

 

Veículo: Folha de S. Paulo


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