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Atualização: regra da quantidades máxima de medicamentos controlados

Atualização das Regras para as Quantidades Máximas de Medicamentos Sujeitos a Controle Especial Legislação –

Atualização das Regras para as Quantidades Máximas de Medicamentos Sujeitos a Controle Especial em Decorrência da Pandemia de COVID-19

Em virtude da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), relacionada ao novo Coronavírus (SARS-CoV-2), a A Anvisa e o Ministério da Saúde publicaram no dia 24/03/2020 a RESOLUÇÃO – RDC Nº 357, DE 24 DE MARÇO DE 2020 que estabeleceu Novas Regras para as Quantidades Máximas de Medicamentos Sujeitos a Controle Especial. Leia mais ›


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Significado das Siglas dos Medicamentos

Significado das Siglas dos Medicamentos Medicamentos –

Muitas vezes nos deparamos com várias abreviações presentes nas embalagens dos medicamentos porém, nem sempre sabemos o significado das siglas dos medicamentos ou porque estão lá.

Mas, qual o significado das Siglas dos medicamentos?

Há vários medicamentos que são desenvolvidos para liberar seu princípio ativo diretamente no intestino. Isso pode  acontecer por diversos motivos como: princípio ativo (fármaco), pode ser sensível ao ácido do estômago; obter uma melhor absorção do medicamento ou ainda, para proteger o estômago de efeitos irritantes do medicamento.

Outros medicamentos são desenvolvidos para que o intervalo entre as doses possa ser maior, uma forma de facilitar a adesão ao tratamento pelo paciente que tem de tomar menos doses por dia. Esses são chamados de medicamentos de liberação modificada por isso, as indústrias farmacêuticas utilizam essas siglas nos momes dos medicamentos para identificar o tipo de liberação ou  mesmo a forma que o medicamento vai agir no organismo. Leia mais ›


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Lei define número de farmacêuticos conforme o faturamento das farmácias

Lei define número de farmacêuticos conforme o faturamento das farmácias

Pela primeira vez, foi definido em uma lei, ainda que estadual, a necessidade de um profissional farmacêutico de acordo com o faturamento do estabelecimento

A Governadora do Estado do Rio Grande do Norte (RN), Maria de Fátima Bezerra (PT), acaba de sancionar a lei estadual 10.694/20, que estabelece a contratação de um farmacêutico para cada R$ 100 mil de faturamento da farmácia. Assim, visando a eficiência e o controle na qualidade do atendimento.

O documento, divulgado em 14 de fevereiro no Diário Oficial da União (D.O.U.), dispõe sobre as ações e serviços de assistência farmacêutica executados, isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas físicas ou jurídicas conforme o faturamento.

Nesse aspecto, a legislação traz um detalhe inédito, pois, pela primeira vez, foi definido em uma lei, ainda que estadual, a necessidade de um profissional farmacêutico de acordo com o faturamento do estabelecimento. Entretanto, é necessário frisar que a lei federal 13021/14 define, em seu artigo 6º, que deve haver a presença do farmacêutico durante todo o horário de funcionamento. Isso independentemente do faturamento do estabelecimento.

O ponto mais polêmico da lei 10.694/20 se dá porque muitas farmácias, principalmente as de pequeno porte, podem permanecer abertas por um período de mais de 12 horas. Assim, exigindo a presença de dois farmacêuticos (com atuação de oito horas cada, de acordo com a lei 13021/14). No entanto, seu faturamento pode ficar próximo de R$ 100 mil, exigindo apenas um profissional presente.

Em contrapartida, de acordo com a nova lei de RN, uma farmácia com um faturamento acima de R$ 100 mil também terá que ter uma quantidade equivalente de profissionais. Exemplo: no caso, um estabelecimento que fature R$ 500 mil, obrigatoriamente, teria que ter, ao menos, cinco farmacêuticos.

Número de farmacêuticos conforme o faturamento das farmácias

A nova lei estadual do RN ainda ressalta, no artigo 5º, que para o funcionamento das farmácias de qualquer natureza exigem-se a autorização e o licenciamento da autoridade competente, além apresentar condições de localização conveniente, sob o aspecto sanitário.

No artigo 6º da lei 10.694/20, o texto enfatiza que o farmacêutico e o proprietário dos estabelecimentos farmacêuticos agirão sempre solidariamente, realizando todos os esforços para promover o uso racional de medicamentos.

O artigo 7º ainda reitera que o proprietário da farmácia não poderá desautorizar ou desconsiderar as orientações técnicas emitidas pelo farmacêutico. Em um parágrafo único define: “É responsabilidade do estabelecimento [farmácia] fornecer condições adequadas ao perfeito desenvolvimento das atividades profissionais do farmacêutico”.

Por fim, a medida fala sobre as atribuições dos profissionais nas farmácias, orientando que obriga-se o farmacêutico, no exercício de suas atividades, a:

– notificar os profissionais de saúde e os órgãos sanitários competentes, bem como o laboratório industrial, dos efeitos colaterais, das reações adversas, das intoxicações, voluntárias ou não, e da farmacodependência observados e registrados na prática da farmacovigilância;

– organizar e manter cadastro atualizado com dados técnico-científicos das drogas, fármacos e medicamentos disponíveis na farmácia;

– prestar orientação farmacêutica, com vistas a esclarecer ao paciente a relação benefício e risco, a conservação e a utilização de fármacos e medicamentos inerentes à terapia, bem como as suas interações medicamentosas e a importância do seu correto manuseio; e

– art. 10. Cabe ao farmacêutico, na dispensação de medicamentos, visando a garantir a eficácia e a segurança da terapêutica prescrita, observar os aspectos técnicos e legais do receituário.

Confira o documento da lei aqui.

Foto: Shutterstock Fonte: ICTQ


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Sandoz conclui aquisição das operações da Aspen no Japão

Sandoz conclui aquisição das operações da Aspen no Japão

A aquisição bem-sucedida das operações e ativos da Aspen reforça o foco estratégico da Sandoz no Japão, o terceiro maior mercado mundial de medicamentos genéricos e não patenteados

A Sandoz, divisão do Grupo Novartis, anuncia que concluiu com êxito a aquisição dos negócios da Aspen Global Incorporated (AGI) no Japão, uma subsidiária integral da Aspen Pharmacare Holdings Limited. A Sandoz adquiriu todas as ações da Aspen Japan K.K*. e ativos associados mantidos pela AGI.

“A conclusão bem-sucedida da aquisição das operações japonesas da Aspen promete fortalecer significativamente nossa posição no Japão, um mercado estável e crescente”. Assim, avalia o CEO da Sandoz, Richard Saynor. “Estamos fazendo movimentos ousados no mercado para cumprir nosso objetivo de ampliar o acesso aos pacientes. Assim, ajudando a atender às necessidades de pacientes e clientes do Japão”.

A aquisição permite à Sandoz expandir sua presença no mercado do Japão, o terceiro maior em medicamentos genéricos e sem patente em todo o mundo. Também fortalece a presença da Sandoz no canal hospitalar. Desse modo, complementando o amplo portfólio e o fluxo de produtos genéricos e biossimilares hospitalares no Japão com uma organização dedicada de vendas, marketing e medicina.

O portfólio da Aspen no Japão consiste em aproximadamente 20 produtos de medicamentos não patenteados, com foco em anestésicos (incluindo Xylocaine®) e marcas especializadas (incluindo Imuran®) e marcas locais. Além disso, a Sandoz firmou um contrato de fabricação e fornecimento de cinco anos (com uma opção adicional de dois anos) com a AGI; para o fornecimento, pela AGI, de ingredientes farmacêuticos ativos, produtos semiacabados e acabados relacionados ao portfólio de produtos adquiridos pela Sandoz através da transação.

*Aspen Japan K.K. era uma subsidiária integral da AGI e fazia parte do Grupo Aspen, com sede em Durban, África do Sul. As vendas do ano fiscal encerrado em 2019 foram de 130 milhões de euros.

Foto: Shutterstock
Fonte: Sandoz


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O que os brasileiros esperam das marcas durante a pandemia?

o que os brasileiros esperam das marcas durante a pandemia?

(Texto atualizado em 09/04/2020 às 09:18 am)

Duas atitudes importantes: serem exemplos e liderarem a mudança; e serem práticas e realistas

Tempos de crise como a pandemia do COVID-19 que afeta o mundo atualmente leva o medo à população e força muitas marcas a refletirem sobre que tipo de comunicação devem ter e como devem agir. Uma pesquisa da Kantar, realizada entre os dias 13 e 16 de março, revelou que o coronavírus já preocupava 80% dos brasileiros.

Com isso, a população espera diferentes posicionamentos das marcas. Os brasileiros esperam que elas: sirvam de exemplo e guiem a mudança (25%); sejam práticas e realistas e ajudem consumidores no dia a dia (21%); ataquem a crise e demonstrem que ela pode ser derrotada (20%); usem seu conteúdo para explicar e informar (18%); reduzam a ansiedade e entendam as necessidades dos consumidores (11%); por último, que sejam otimistas e pensem de formas não convencionais (3%).

“Por ser um momento sensível, mensagens podem ser mal interpretadas, conteúdos podem gerar desserviços e peças criativas podem estimular o sentimento errado”, afirma o CEO de insights na Kantar Brasil, Valkiria Garre. “Ainda assim, as marcas devem continuar investindo de forma estratégica para conseguir crescimento a longo prazo.”

A pesquisa também questionou que tipo de publicidade deve continuar sendo feita pelas marcas brasileiras: mais de 80% dos entrevistados concordam completamente que elas devem comunicar principalmente seus esforços para enfrentar a situação e sobre como podem ser úteis nesse novo dia a dia, assim como evitar explorar a situação do coronavírus para promover suas marcas.

O que os consumidores esperam das empresas?

Outra informação apontada pela pesquisa é o que os consumidores esperam das empresas como organizações. Na opinião dos brasileiros o mais fundamental nesse momento é se preocupar com a saúde de seus colaboradores, higienizando os locais de trabalho (67%) e possibilitando os horários flexíveis (18%).

“Estamos vivendo um momento delicado da nossa história e devemos prezar primeiramente pela saúde da população. Toda e qualquer outra decisão deve ser pautada no uso de dados e informações para que os resultados sejam os mais benéficos possíveis”, diz Valkiria.

Para mais informações, clique aqui.

Foto: Shutterstock

Fonte: Kantar


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A Merck anuncia venda das plataformas Amnis® e Guava® para a Luminex Corporation

Todos os reagentes associados a essas marcas foram incluídos na negociação. O acordo estratégico permite à Luminex aumentar sua presença no mercado de citometria de fluxo multibilionário. Espera-se fechar o negócio no final de 2018.

Darmstadt, Alemanha — A Merck, a vibrante empresa de ciência e tecnologia, anunciou no dia 18 de outubro(quinta-feira), a assinatura de um acordo definitivo para vender sua unidade de citometria de fluxo para a Luminex Corporation por € 62,5 milhões.1 O fechamento da transação, previsto para o final de 2018, está sujeito às condições habituais de negociação. Leia mais ›


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