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Dia Mundial do Rim traz alerta sobre o aumento das doenças renais

Dia Mundial do Rim traz alerta sobre o aumento das doenças renais

Mais de 13 milhões de brasileiros sofrem com algum problema renal

No Dia Mundial do Rim (12 de março) a Sociedade Internacional de Nefrologia, apoiada pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), lança a campanha de conscientização sobre a doença renal crônica “Saúde dos rins para todos. Ame seus rins. Dose sua creatinina”. Somente no Brasil, cerca de 13 milhões de pessoas sofrem com algum problema renal, um número duas vezes maior que há dez anos. De acordo com a SBN, 126 mil dos casos estão em estágio grave, no qual o paciente precisa de hemodiálise ou transplante. No mundo, estima-se que 850 milhões de pessoas tenham alguma doença renal.

Uma das principais dificuldades quando se fala em doenças renais é o diagnóstico nos estágios iniciais. Isso porque geralmente a função dos rins pode estar comprometida em cerca de 80% a 90% antes dos sintomas aparecerem.

Exames simples como a dosagem de creatinina e o parcial de urina, realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ajudam no diagnóstico ao indicar condições como insuficiência renal, infecção nos rins, desidratação e até mesmo problemas durante a gravidez.

Para a nefrologista, Dra. Juliana Leme, a necessidade do diagnóstico precoce é essencial. “Exames como dosagem de creatinina e parcial de urina precisam ser uma rotina. As doenças renais atingem pessoas de todas as idades, sem distinção. Os casos de câncer de rim, por exemplo, têm taxas altíssimas de mortalidade”, conta.

Dia mundial do rim

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA) cerca de 6,3 mil novos casos de câncer de rim foram diagnosticados em 2019 no Brasil – 3,8 mil em homens e 2,5 mil em mulheres. O perfil com maior risco de desenvolver alguma doença renal são aqueles com histórico familiar de hipertensão arterial, doença renal, diabetes, obesidade, que fumam, sedentárias ou que passaram dos 40 anos.

A adoção de hábitos saudáveis como ingestão frequente de água, dieta equilibrada, bem como o controle do tabagismo e o rastreio constante de doenças renais por meio de consultas médicas são as principais ferramentas no combate às doenças renais.

“O diagnóstico precoce pode salvar uma vida e a população precisa ser conscientizada sobre como as doenças renais são frequentes e como podem ser evitadas. Prevenção é tudo”, finaliza a médica.

Foto: Shutterstock

Fonte: SBN


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Novo teste diferencia Covid-19 das demais infecções respiratórias

Trabalhando continuamente em recursos inovadores, que auxiliem na pesquisa e diagnóstico na área da saúde, a QIAGEN – multinacional alemã especialista em tecnologia para testes moleculares – apresenta seu sistema de testes sindrômicos para pacientes respiratórios. O QIAstat-Dx é uma ferramenta laboratorial de testagem capaz de identificar e diferenciar uma série de patógenos simultaneamente, e identificar, inclusive, se o indivíduo está contaminado por mais de um agente infeccioso ao mesmo tempo.

Veja também: Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica alerta para o momento crítico da pesquisa clinica no…

‘O objetivo da QIAGEN é auxiliar, principalmente, no diagnóstico correto de doenças que apresentam sintomas parecidos. Essa ferramenta dará as diretrizes para a conduta médica mais adequada, ao eliminar as incertezas no tratamento, com o uso dos medicamentos corretos, proporcionando uma abordagem mais responsável em termos de administração e resistência aos antibióticos’, destaca Paulo Gropp, vice-presidente da QIAGEN na América Latina.

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Ao apresentar sintomas clínicos parecidos, como febre, tosse, dor de cabeça, entre outras, as doenças respiratórias impõem dificuldade ao diagnóstico baseado apenas na avaliação médica dos pacientes, consequentemente, ao tratamento mais adequado para combater determinada infecção. Por isso, a proposta do QIAstat-Dx é permitir a testagem de um painel respiratório do paciente, ao identificar qual dentre 22 principais agentes, entre bactérias e vírus, é o causador dos sintomas, incluindo o SARS-Cov-2, o novo coronavírus.

De acordo com o médico intensivista do Hospital das Clínicas, Daniel Joelsons, os testes sindrômicos são fundamentais, principalmente, para os profissionais que atuam na linha de frente da Covid-19. ‘Essas ferramentas são de extrema importância para concluirmos o diagnóstico do paciente. Caso a infecção seja por bactéria, já iniciamos a administração de antibióticos. Se o paciente estiver contaminado pelo novo coronavírus, providenciamos seu isolamento e tratamento adequado. Os testes sindrômicos facilitam o trabalho da equipe médica e reduzem os efeitos colaterais dos medicamentos desnecessários’, declara o especialista.

Voltado ao diagnóstico clínico e com registro ativo na ANVISA, o QIAstat-Dx realiza, de forma rápida e sem necessidade de manipulação, o diagnóstico direto de amostras de swab nasofaríngeo de pacientes com suspeita de infecção respiratória, e libera o resultado da análise em até uma hora. Sua tecnologia tem o potencial de diminuir o tempo de permanência do paciente no hospital, evitar internações desnecessárias e identificar pacientes que, dependendo da contaminação, precisam de isolamento ou demais medidas de controle da infecção.

‘A utilização da ferramenta oferece ganhos para o paciente, que recebe o tratamento correto e eficaz, se recupera e se reestabelece mais rápido. Tanto para o sistema de saúde, evitando uso de medicamentos incorretos, diminuição do tempo e internação, reduzindo custos e aumentam-se as vagas para os pacientes que precisam de fato de uma internação, para acompanhamento dos casos mais críticos’, finaliza Paulo Gropp.

Fonte: Medicina S/A


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Interfarma defende segurança das vacinas contra Covid-19

A suspensão temporária de vacinas contra a covid-19, em março, na Europa trouxe algumas questões e receios sobre sua segurança. Toda vacina licenciada para uso passa por um rigoroso processo de produção e avaliação, desde estudos e pesquisas, com a realização de inúmeros testes até ser validada e disponibilizada para a população. A segurança de uma vacina é prioridade máxima e isso não é diferente para as vacinas contra a covid-19. Além disso, no Brasil, todos os imunizantes são avaliados e aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), órgão vinculado ao Ministério da Saúde. E mesmo depois de licenciadas, o acompanhamento de eventos adversos é constante, permitindo a continuidade de monitoramento da segurança do produto.

Veja também: Por que a Indústria Farmacêutica está Pagando Tanto pelo CRM?

‘É importante que as pessoas entendam que um dos maiores avanços contra as doenças são as vacinas e que, mesmo sendo questionadas, a imunização em massa é a principal ação sanitária que pode combater um surto ou uma pandemia’, explica Elizabeth de Carvalhaes, presidente da Interfarma. ‘O cenário de uma pandemia exige uma ação rápida e graças a colaboração entre laboratórios, startups e institutos de pesquisas, foi possível desenvolver uma resposta eficaz em um curto período. Foi um compromisso assumido por todos, com um único propósito, o de criar uma vacina para salvar vidas’ continua.

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As vacinas desenvolvidas contra a covid-19 seguiram todas as fases necessárias. Nenhuma delas foi aprovada e disponibilizada no país até que sua segurança tenha sido comprovada pelas agências reguladoras. Da mesma forma, a Organização Mundial da Saúde (OMS) não inclui nenhum imunizante em sua lista para uso emergencial até que tenha analisado todos os dados dos ensaios clínicos. Sendo assim, apenas os que mostram eficácia e segurança são aprovados para uso na população.

A imunização contra a covid-19 não é a única preocupação na saúde pública do Brasil. O receio da população diante da segurança das vacinas traz à tona uma importante discussão: a queda da cobertura vacinal. Desde 2015, o Brasil não atinge as metas estipuladas pelo Ministério da Saúde nas vacinas do Calendário Nacional de Vacinação.

‘A queda no índice de vacinação deveria ser também uma preocupação de todos, pois há possibilidade de doenças, que até então estavam erradicadas ou controladas, aparecerem novamente. Um dos maiores avanços contra as doenças são as vacinas’, afirma Elizabeth.

Para ajudar a levar conhecimento sobre a importância e segurança das vacinas em geral, a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa, Interfarma, com apoio da SBMF (Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica), começou o movimento ‘Esquadrão da Vacina’, uma campanha de conscientização de abrangência nacional, com foco nas comunidades do Brasil.

O ‘Esquadrão da Vacina’ terá quatro meses de duração, com ações de conscientização focadas em 12 comunidades do país, com veiculação de outdoor e panfletagem, spots em rádios comunitárias, carros de som e displays em 120 pontos comerciais das comunidades. Além disso, durante todo este período a associação disponibilizará um serviço de esclarecimento de dúvidas via WhatsApp.

‘A vacinação é crucial para termos um país mais saudável, livre de surtos e epidemias. Este é o fator principal que nos faz realizar a campanha Esquadrão da Vacina’, conclui a presidente da Interfarma.

Fonte: JustMi


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Crescimento das Drogarias Max chega à média de 40%

Crescimento das Drogarias Max chega à média de 40%

Os produtos que contribuíram para o crescimento no faturamento da Drogarias Max foram os multivitamínicos e os itens de proteção e higiene pessoal

Durante a pandemia, o varejo farmacêutico foi resiliente e espera crescer 12% em 2020, de acordo com dados da Close-up International, empresa que audita o setor.

Algumas redes de farmácias tiveram desempenho muito mais expressivo durante a pandemia, como é o caso da franquia Drogarias Max, cujo percentual de crescimento atingiu a média de 40% no período de março a novembro de 2020, atingindo a receita total de R$ 253 milhões.

Em unidade, as vendas subiram 29% em relação ao mesmo período de 2019.

Produtos que ajudaram a Drogarias Max a ter um maior crescimento

“Ninguém planejava um crescimento de 40%. A nossa projeção era a mesma do mercado, prevista no início de 2020 para ficar entre 8% a 10%. Mas a pandemia mudou o cenário e fez com que as vendas de determinados produtos disparassem, principalmente em março e abril”, observa o gerente de Negócios da Max, Lucas Procópio.

Entre os produtos que mais contribuíram para essa disparada no faturamento estão os multivitamínicos – as pessoas passaram a se prevenir mais – e os itens de proteção e higiene pessoal, como máscaras, luvas, álcool em gel, bem como sabonetes antissépticos, entre outros.

Na categoria de medicamentos, azitromicina e nitazoxanida também tiveram participação relevante nesse resultado porque passaram a ser prescritos para tratar a Covid-19.

Estratégias da Drogaria Max

Paralelamente ao crescimento provocado pela pandemia, a rede já vinha aplicando estratégias para alavancar sua participação de mercado.

Entre elas, parceria com dois grandes fornecedores, bem como o aumento do portfólio de produtos e também melhorias na jornada de reposição do franqueado.

“Hoje, um franqueado pode realizar suas reposições por aplicativo conectado diretamente ao fornecedor 24 horas por dia, 7 dias por semana. Rápido, prático e eficiente”, de acordo com Procópio.

Vale citar, inclusive, a consultoria especializada que oferece indicadores de gestão do PDV; comparativos de performance de mercado e também pesquisa de preço dos 80 produtos mais vendidos da região para uma precificação adequada.

Expectativas para 2021

São as melhores possíveis, pois a rede acaba de lançar o seu Plano Estratégico de Expansão 2020/2021, com um modelo de adesão alternativo e mais flexível, voltado ao varejo independente.

“Para ajudar o independente a crescer e, ao mesmo tempo, oferecer um modelo mais flexível sem perder o foco da franquia; criamos o Selo Max, cujo valor da mensalidade é de apenas R$ 699,00 durante os primeiros 12 meses”, informa o gerente da Max. Com o novo plano de expansão, a Max espera aumentar em 25% o número atual de lojas.

Drogarias Max planeja expansão com selo para farmácia independente

Fonte: Drogarias Max

Foto: Divulgação/Drogarias Max


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Atualização: regra da quantidades máxima de medicamentos controlados

Atualização das Regras para as Quantidades Máximas de Medicamentos Sujeitos a Controle Especial Legislação –

Atualização das Regras para as Quantidades Máximas de Medicamentos Sujeitos a Controle Especial em Decorrência da Pandemia de COVID-19

Em virtude da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), relacionada ao novo Coronavírus (SARS-CoV-2), a A Anvisa e o Ministério da Saúde publicaram no dia 24/03/2020 a RESOLUÇÃO – RDC Nº 357, DE 24 DE MARÇO DE 2020 que estabeleceu Novas Regras para as Quantidades Máximas de Medicamentos Sujeitos a Controle Especial. Leia mais ›


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Significado das Siglas dos Medicamentos

Significado das Siglas dos Medicamentos Medicamentos –

Muitas vezes nos deparamos com várias abreviações presentes nas embalagens dos medicamentos porém, nem sempre sabemos o significado das siglas dos medicamentos ou porque estão lá.

Mas, qual o significado das Siglas dos medicamentos?

Há vários medicamentos que são desenvolvidos para liberar seu princípio ativo diretamente no intestino. Isso pode  acontecer por diversos motivos como: princípio ativo (fármaco), pode ser sensível ao ácido do estômago; obter uma melhor absorção do medicamento ou ainda, para proteger o estômago de efeitos irritantes do medicamento.

Outros medicamentos são desenvolvidos para que o intervalo entre as doses possa ser maior, uma forma de facilitar a adesão ao tratamento pelo paciente que tem de tomar menos doses por dia. Esses são chamados de medicamentos de liberação modificada por isso, as indústrias farmacêuticas utilizam essas siglas nos momes dos medicamentos para identificar o tipo de liberação ou  mesmo a forma que o medicamento vai agir no organismo. Leia mais ›


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Lei define número de farmacêuticos conforme o faturamento das farmácias

Lei define número de farmacêuticos conforme o faturamento das farmácias

Pela primeira vez, foi definido em uma lei, ainda que estadual, a necessidade de um profissional farmacêutico de acordo com o faturamento do estabelecimento

A Governadora do Estado do Rio Grande do Norte (RN), Maria de Fátima Bezerra (PT), acaba de sancionar a lei estadual 10.694/20, que estabelece a contratação de um farmacêutico para cada R$ 100 mil de faturamento da farmácia. Assim, visando a eficiência e o controle na qualidade do atendimento.

O documento, divulgado em 14 de fevereiro no Diário Oficial da União (D.O.U.), dispõe sobre as ações e serviços de assistência farmacêutica executados, isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas físicas ou jurídicas conforme o faturamento.

Nesse aspecto, a legislação traz um detalhe inédito, pois, pela primeira vez, foi definido em uma lei, ainda que estadual, a necessidade de um profissional farmacêutico de acordo com o faturamento do estabelecimento. Entretanto, é necessário frisar que a lei federal 13021/14 define, em seu artigo 6º, que deve haver a presença do farmacêutico durante todo o horário de funcionamento. Isso independentemente do faturamento do estabelecimento.

O ponto mais polêmico da lei 10.694/20 se dá porque muitas farmácias, principalmente as de pequeno porte, podem permanecer abertas por um período de mais de 12 horas. Assim, exigindo a presença de dois farmacêuticos (com atuação de oito horas cada, de acordo com a lei 13021/14). No entanto, seu faturamento pode ficar próximo de R$ 100 mil, exigindo apenas um profissional presente.

Em contrapartida, de acordo com a nova lei de RN, uma farmácia com um faturamento acima de R$ 100 mil também terá que ter uma quantidade equivalente de profissionais. Exemplo: no caso, um estabelecimento que fature R$ 500 mil, obrigatoriamente, teria que ter, ao menos, cinco farmacêuticos.

Número de farmacêuticos conforme o faturamento das farmácias

A nova lei estadual do RN ainda ressalta, no artigo 5º, que para o funcionamento das farmácias de qualquer natureza exigem-se a autorização e o licenciamento da autoridade competente, além apresentar condições de localização conveniente, sob o aspecto sanitário.

No artigo 6º da lei 10.694/20, o texto enfatiza que o farmacêutico e o proprietário dos estabelecimentos farmacêuticos agirão sempre solidariamente, realizando todos os esforços para promover o uso racional de medicamentos.

O artigo 7º ainda reitera que o proprietário da farmácia não poderá desautorizar ou desconsiderar as orientações técnicas emitidas pelo farmacêutico. Em um parágrafo único define: “É responsabilidade do estabelecimento [farmácia] fornecer condições adequadas ao perfeito desenvolvimento das atividades profissionais do farmacêutico”.

Por fim, a medida fala sobre as atribuições dos profissionais nas farmácias, orientando que obriga-se o farmacêutico, no exercício de suas atividades, a:

– notificar os profissionais de saúde e os órgãos sanitários competentes, bem como o laboratório industrial, dos efeitos colaterais, das reações adversas, das intoxicações, voluntárias ou não, e da farmacodependência observados e registrados na prática da farmacovigilância;

– organizar e manter cadastro atualizado com dados técnico-científicos das drogas, fármacos e medicamentos disponíveis na farmácia;

– prestar orientação farmacêutica, com vistas a esclarecer ao paciente a relação benefício e risco, a conservação e a utilização de fármacos e medicamentos inerentes à terapia, bem como as suas interações medicamentosas e a importância do seu correto manuseio; e

– art. 10. Cabe ao farmacêutico, na dispensação de medicamentos, visando a garantir a eficácia e a segurança da terapêutica prescrita, observar os aspectos técnicos e legais do receituário.

Confira o documento da lei aqui.

Foto: Shutterstock Fonte: ICTQ


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Sandoz conclui aquisição das operações da Aspen no Japão

Sandoz conclui aquisição das operações da Aspen no Japão

A aquisição bem-sucedida das operações e ativos da Aspen reforça o foco estratégico da Sandoz no Japão, o terceiro maior mercado mundial de medicamentos genéricos e não patenteados

A Sandoz, divisão do Grupo Novartis, anuncia que concluiu com êxito a aquisição dos negócios da Aspen Global Incorporated (AGI) no Japão, uma subsidiária integral da Aspen Pharmacare Holdings Limited. A Sandoz adquiriu todas as ações da Aspen Japan K.K*. e ativos associados mantidos pela AGI.

“A conclusão bem-sucedida da aquisição das operações japonesas da Aspen promete fortalecer significativamente nossa posição no Japão, um mercado estável e crescente”. Assim, avalia o CEO da Sandoz, Richard Saynor. “Estamos fazendo movimentos ousados no mercado para cumprir nosso objetivo de ampliar o acesso aos pacientes. Assim, ajudando a atender às necessidades de pacientes e clientes do Japão”.

A aquisição permite à Sandoz expandir sua presença no mercado do Japão, o terceiro maior em medicamentos genéricos e sem patente em todo o mundo. Também fortalece a presença da Sandoz no canal hospitalar. Desse modo, complementando o amplo portfólio e o fluxo de produtos genéricos e biossimilares hospitalares no Japão com uma organização dedicada de vendas, marketing e medicina.

O portfólio da Aspen no Japão consiste em aproximadamente 20 produtos de medicamentos não patenteados, com foco em anestésicos (incluindo Xylocaine®) e marcas especializadas (incluindo Imuran®) e marcas locais. Além disso, a Sandoz firmou um contrato de fabricação e fornecimento de cinco anos (com uma opção adicional de dois anos) com a AGI; para o fornecimento, pela AGI, de ingredientes farmacêuticos ativos, produtos semiacabados e acabados relacionados ao portfólio de produtos adquiridos pela Sandoz através da transação.

*Aspen Japan K.K. era uma subsidiária integral da AGI e fazia parte do Grupo Aspen, com sede em Durban, África do Sul. As vendas do ano fiscal encerrado em 2019 foram de 130 milhões de euros.

Foto: Shutterstock
Fonte: Sandoz


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O que os brasileiros esperam das marcas durante a pandemia?

o que os brasileiros esperam das marcas durante a pandemia?

(Texto atualizado em 09/04/2020 às 09:18 am)

Duas atitudes importantes: serem exemplos e liderarem a mudança; e serem práticas e realistas

Tempos de crise como a pandemia do COVID-19 que afeta o mundo atualmente leva o medo à população e força muitas marcas a refletirem sobre que tipo de comunicação devem ter e como devem agir. Uma pesquisa da Kantar, realizada entre os dias 13 e 16 de março, revelou que o coronavírus já preocupava 80% dos brasileiros.

Com isso, a população espera diferentes posicionamentos das marcas. Os brasileiros esperam que elas: sirvam de exemplo e guiem a mudança (25%); sejam práticas e realistas e ajudem consumidores no dia a dia (21%); ataquem a crise e demonstrem que ela pode ser derrotada (20%); usem seu conteúdo para explicar e informar (18%); reduzam a ansiedade e entendam as necessidades dos consumidores (11%); por último, que sejam otimistas e pensem de formas não convencionais (3%).

“Por ser um momento sensível, mensagens podem ser mal interpretadas, conteúdos podem gerar desserviços e peças criativas podem estimular o sentimento errado”, afirma o CEO de insights na Kantar Brasil, Valkiria Garre. “Ainda assim, as marcas devem continuar investindo de forma estratégica para conseguir crescimento a longo prazo.”

A pesquisa também questionou que tipo de publicidade deve continuar sendo feita pelas marcas brasileiras: mais de 80% dos entrevistados concordam completamente que elas devem comunicar principalmente seus esforços para enfrentar a situação e sobre como podem ser úteis nesse novo dia a dia, assim como evitar explorar a situação do coronavírus para promover suas marcas.

O que os consumidores esperam das empresas?

Outra informação apontada pela pesquisa é o que os consumidores esperam das empresas como organizações. Na opinião dos brasileiros o mais fundamental nesse momento é se preocupar com a saúde de seus colaboradores, higienizando os locais de trabalho (67%) e possibilitando os horários flexíveis (18%).

“Estamos vivendo um momento delicado da nossa história e devemos prezar primeiramente pela saúde da população. Toda e qualquer outra decisão deve ser pautada no uso de dados e informações para que os resultados sejam os mais benéficos possíveis”, diz Valkiria.

Para mais informações, clique aqui.

Foto: Shutterstock

Fonte: Kantar


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A Merck anuncia venda das plataformas Amnis® e Guava® para a Luminex Corporation

Todos os reagentes associados a essas marcas foram incluídos na negociação. O acordo estratégico permite à Luminex aumentar sua presença no mercado de citometria de fluxo multibilionário. Espera-se fechar o negócio no final de 2018.

Darmstadt, Alemanha — A Merck, a vibrante empresa de ciência e tecnologia, anunciou no dia 18 de outubro(quinta-feira), a assinatura de um acordo definitivo para vender sua unidade de citometria de fluxo para a Luminex Corporation por € 62,5 milhões.1 O fechamento da transação, previsto para o final de 2018, está sujeito às condições habituais de negociação. Leia mais ›


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