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A transformação digital não é somente uma escolha

(Texto atualizado em 29/07/2020 às 04:49 pm)

transformacao digital industria farmaceutica

A Covid-19, entre outras coisas, evidenciou a importância que a tecnologia tem para as empresas e as pessoas, servindo como a ponte que permite o funcionamento dos acessos e negócios em um momento de absoluto distanciamento social. Essa pandemia deixou claro também que para um negócio ou uma nação permanecerem competitivos é essencial buscarem atualização com a tecnologia corrente.

No e-commerce, por exemplo, pudemos testemunhar o crescimento exponencial do consumo através deste canal, onde muitas empresas de varejo já estavam prontas para atender ao mercado, enquanto outras tiveram que rapidamente ajustar sua estratégia para não perderem uma fatia relevante de sua participação no mercado, assim como restaurantes já preparados para o atendimento online garantiram a continuidade parcial dos negócios com maior facilidade.

A tecnologia digital também permitiu que muitas empresas pudessem continuar operando de forma remota em algumas áreas através do home-office. Reuniões passaram a acontecer de forma virtual, negócios continuaram sendo celebrados, apesar de sem o tradicional aperto de mãos. Reuniões familiares também passaram a ser feitas de forma remota, incluindo almoços aos domingos, só que cada um na segurança do seu lar e com uma interação tão empolgante quanto diferente.

Não fosse a tecnologia atual, passar por este momento desafiador seria muito mais difícil, as distâncias foram encurtadas e as pessoas conseguem estar próximas mesmo distantes.

Agora, quando olhamos para o segmento da indústria, a importância da tecnologia digital não é diferente. Antes da pandemia, a quarta revolução industrial (indústria 4.0), era uma área de grande interesse para os gestores, era um tópico atraente que mirava a vantagem competitiva, redução de custos, produtividade, sustentabilidade e inovação. O objetivo era fazer o bom se tornar melhor.

Com a Covid-19, essa evolução passa a ser também, motivo fundamental para se manter no jogo. O ponto é que até então essa mudança vinha em um passo gradativo, dentro da estratégia, capacidade financeira e prioridades de cada empresa e, agora, apesar da compreensão de que essa evolução deveria ser acelerada, a realidade é que a maioria dos gestores, senão todos, tem como primeiro objetivo manter o negócio ileso a essa crise e depois, o de trazer o negócio para a normalidade o mais rápido possível.

No Brasil, a situação é ainda mais desafiadora, duramente afetada há anos, a indústria brasileira enfrentou a redução da atividade da economia internacional, a concorrência estrangeira e os altos custos da produção no país. Todos, até então, lutavam para sobreviver enquanto, de forma criativa, buscavam implementar novas tecnologias digitais.

Superar os desafios da Indústria 4.0 não é uma tarefa simples, mas é essencial para que as empresas no Brasil consigam dar um salto tecnológico e fazer parte dessa nova revolução industrial. É preciso destacar que, estamos atrasados e quanto mais rápido esse processo for retomado e priorizado, mais as organizações poderão se beneficiar, além de se manterem competitivas no mercado. Não é mais questão de escolha, é mandatório.

Autor: Gimenes Silva é Diretor da Centralpack Embalagens. Graduado em Ciências Contábeis pela Faculdade Padre Anchieta, com MBA em Finanças, Contabilidade e Impostos (FGV) e extensão Executiva pela Fundação Dom Cabral, Kellogg Business School. O profissional possui experiência em planejamento estratégico comercial, governança corporativa, gestão de pessoas, novos negócios, desenvolvimento de novos mercados, reestruturação organizacional, diversificação de portfólio de produtos e vasto conhecimento na área de finanças.


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Regulamentação da telemedicina faz disparar o uso da prescrição digital nas drogarias brasileiras

Regulamentação da telemedicina faz disparar o uso da prescrição digital nas drogarias brasileiras

Mais de 22 mil farmácias já aderiram à plataforma de prescrição digital da Memed desde o início da pandemia

A pandemia provocou uma série de mudanças importantes, entre elas, a forma como os médicos fazem as prescrições e também como as pessoas compram seus medicamentos de uso contínuo ou que são receitados após uma teleconsulta, modalidade que emergiu nesse cenário. As farmácias também tiveram que se adaptar para receberem a receita digital e dispensarem os medicamentos usando o novo formato do documento. De acordo com a Memed , heathtech de prescrição digital, o que antes era somente um piloto, restrito às grandes redes, já é uma realidade em mais de 22 mil drogarias em todo país. A plataforma da Memed é 100% gratuita para médicos e drogarias e suas receitas podem ser assinadas por diversos tipos de certificados padrão ICP-Brasil , seguindo todos os padrões e orientações do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Farmácia (CFF).

A adesão à receita digital não é uma exclusividade das grandes redes detentoras das principais bandeiras de farmácias do Brasil, abrange também as chamadas redes independentes. São já 867 diferentes bandeiras no Brasil. São Paulo é Estado com maior número de bandeiras aceitando (318), Minas Gerais aparece na segunda colocação (124), seguido de Paraná (101) e Rio Grande do Sul (100). No caso das farmácias independentes, 49 das 58 lojas (84,48%) associadas à Febrafar (Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias) já fazem uso da plataforma da Memed. Leia mais ›


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Legislação e regulamentações, ANVISA





Revolução digital é realidade e não expectativa futura

(Texto atualizado em 27/03/2019 às 01:26 pm)

Indústria farmacêutica precisa utilizar os dados que têm em mãos de maneira estratégica, para antever necessidades que nem seus clientes sabem que têm

Por Gustavo Godoy

A era digital é agora e não uma realidade distante de um filme de ficção científico. Com um universo inteiro à distância de um clique, já mudamos o modo como consumimos, nos deslocamos, nos hospedamos e até como buscamos novos relacionamentos afetivos. Ainda assim, há quem resista à urgente necessidade de adaptação.

Enquanto os motoristas de táxi continuam esbravejando contra o Uber, o Aplicativo (app) e concorrentes semelhantes seguem ganhando adeptos, sem se abalar com os protestos. Cada setor, empresário ou executivo deve escolher a postura que terá diante de uma transformação digital já vigente. O que devemos fazer então? Fincar os pés nos tempos analógicos ou ser o agente da mudança que invariavelmente irá chegar? Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





Uso de termômetros de mercúrio no país será proibido em 2019

Uso de termômetros de mercúrio no país será proibido em 2019

(Texto atualizado em 27/12/2018 às 05:03 pm)

Uma mudança cultural, em nome da saúde, vai atingir pais e mães de todo o país. O tradicional termômetro de mercúrio – aliado de muitas famílias brasileiras na hora de checar a temperatura das crianças – não poderá mais ser produzido ou vendido por aqui a partir de 1º de janeiro de 2019.

A decisão é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), tomada no ano passado, como resultado da convenção de Minamata. Nela, 140 países fixaram acordos para diminuir o uso do mercúrio, uma substância tóxica.
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Mercado farmacêutico





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