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Transformação digital na área da saúde: bom para gestores e pacientes

Transformação digital na área da saúde: bom para gestores e pacientes

A tecnologia vem ganhando um papel estratégico e central no planejamento de ações em organizações, públicas e privadas. Mais que simplesmente inserir um negócio ou serviço em âmbito virtual, esse movimento sinaliza um importante fenômeno: a adoção de tecnologias de ponta
na otimização da gestão, processos e desempenho de equipes em prol de um melhor alcance dos resultados, seja do negócio em si ou em benefício dos usuários que estão direta ou indiretamente a ele associados. No caso do segmento da saúde, a transformação digital auxilia não apenas negócios que atuam na área — como as operadoras de saúde, hospitais, clínicas e consultórios —, mas principalmente seus pacientes.

E quais seriam esses benefícios? Melhoria no tempo destinado às ações, seja do negócio em si e, consequentemente, dos pacientes que precisam de atendimento, até o dinheiro gasto em todo esse processo. De acordo com dados da Associação Médica Americana e do Instituto de Estudos de Saúde Complementar, 20 a 30% dos gastos de saúde são desperdiçados. Desde exames que não são buscados pelos usuários até consultas que não são eficazes por não serem na especialidade correta, modelo assistencial focado na doença e não na saúde, entre outras inúmeras situações. É aí que entra a tecnologia, para auxiliar gestores a empregar tempo e dinheiro de forma adequada, amparando a organização e melhorando seus resultados, impactando diretamente aqueles que são assistidos por ela.

Existem diversos exemplos de como a tecnologia, auxiliada pelo fator humano, pode gerar retornos positivos para as pessoas. Dentre elas, é possível citar os softwares de inteligência usados na análise de dados. Um deles é o Dictas, idealizado por uma equipe especialista em ciência de dados, com conhecimento e experiência em gestão de saúde. Por meio dele, é possível otimizar os custos de operadoras que, em retorno, aumentam a eficácia dos serviços ofertados aos usuários. A ferramenta
fornece um acesso a painéis com indicadores, usando Machine Learning, Big Data e Advanced Analytics, além de inteligência artificial, para detectar gastos desnecessários e que não beneficiam os assistidos pelos planos. Por meio de uma investigação minuciosa, a tecnologia realiza simulações, mapeia os dados coletados e/ou cruzados e recomenda, de forma preditiva, intervenções a serem feitas pelos gestores do sistema. Vai além: também pode ser usada na medicina preventiva, classificando os pacientes por grupos de riscos, sugerindo grupos por tipo de patologia crônica e identificando exames que poderiam ser realizados antecipadamente pelos usuários para evitar o aparecimento e o desenvolvimento de possíveis doenças.

Ou seja, além de prover recursos para melhorar questões operacionais voltadas para a gestão de um negócio com foco em saúde, por meio de ferramentas tecnológicas é possível entregar saúde, identificando beneficiários que não realizam exames preventivos por meio de algoritmos e, em contrapartida, sugerir medidas preventivas, para garantir um bom estado de saúde do usuário, de acordo com as necessidades do paciente. Em todo esse contexto, há uma maior racionalidade no processo de entregas de saúde, com foco em prevenção e não apenas em reparação de um problema que, muitas vezes, sequer consegue ser remediado.

 
 
 
 


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Mercado farmacêutico





EMS inova e lança sistema de propaganda médica digital

EMS inova e lança sistema de propaganda médica digital

Proposta é adotar formatos virtual e presencial ao mesmo tempo, chegando a um modelo híbrido diferenciado de abordagem no Brasil

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, processos corporativos ligados ao digital, que estavam em fase embrionária ou mesmo em planejamento, tiveram seu desenvolvimento e implementação acelerados, principalmente no setor de saúde. Na EMS não foi diferente. Uma dessas soluções era a propaganda médica virtual, que estava em estudo na empresa, mas, por conta da nova realidade de isolamento social, acabou sendo antecipada e implementada em um tempo recorde de duas semanas, tendo recebido aporte de R$500 mil em investimentos.

Em parceria com a Close-Up, auditoria mundial da área de Prescrição Médica, a nova visitação médica eletrônica permite ao propagandista apresentar ao profissional de saúde as novidades da farmacêutica sem nenhum dos dois precisar se deslocar, assim, conferindo um novo ritmo ao processo com um todo. A ferramenta foi customizada pela e para a empresa e é integrada ao sistema já utilizado pelo laboratório para gestão das visitas físicas, o que vai permitir que as ações se complementem, de modo que os formatos digital e presencial passem a coexistir, em um modelo híbrido e inovador de abordagem em propaganda médica no Brasil.

“Mantemos o nosso compromisso de apresentar ao mercado soluções diferenciadas para o setor e, mais uma vez, a EMS está na vanguarda dos processos farmacêuticos, pretendendo se consolidar também no universo digital. Apesar do tempo recorde, tudo foi feito com muita cautela e planejamento para que a nova proposta seja assertiva e garanta que os nossos quase dois mil colaboradores da área de propaganda médica acompanhem essa revolução digital de maneira segura. O colaborador entendeu que o processo digital não é uma tecnologia de substituição e sim de complementação”, afirma Joaquim Alves, diretor da unidade de negócios de Prescrição Médica da EMS.

Propaganda médica digital

O ambiente virtual pode ser acessado por meio de qualquer dispositivo com conexão de internet, e já está em uso há 6 semanas por gerentes distritais e regionais da EMS, que têm estabelecido contato com médicos, bem como formadores de opinião, das principais cidades de vários Estados brasileiros. O sistema se destaca também pela segurança. Cada “visita” gera um código individual e o médico só consegue acessar a sala de conferência com o propagandista por meio dessa “chave de entrada” única. Novas abordagens de comunicação, oferecendo conteúdos que despertem o interesse do médico e criem maior engajamento, são uma parte importante das mudanças que ocorrerão com essa nova plataforma.

 “Ampliamos o nosso olhar, fomos além do setor. Buscamos inspirações em segmentos tecnologicamente a frente do nosso, do ponto de vista de inovação digital. Aproveitamos os ensinamentos e os adaptamos para o ramo farmacêutico. Assim, pretendemos incrementar a área de propaganda médica com o aval e engajamento dos próprios profissionais de Medicina, nas mais diversas especialidades, ganhando um diferencial competitivo no mercado”, complementa Joaquim Alves.

A expectativa é aumentar o alcance do laboratório, que hoje atinge entre 30% e 40% dos 530 mil médicos do País e, desse modo, levar de maneira ágil e interativa ainda mais soluções inovadoras à classe médica, além de ampliar o acesso da população à saúde.  Com esse novo modelo de trabalho, a média de visitas médicas por mês deve aumentar em 20%.

EMS realiza live no Dia do Genérico 

Foto e fonte: EMS


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A transformação digital não é somente uma escolha

(Texto atualizado em 29/07/2020 às 04:49 pm)

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A Covid-19, entre outras coisas, evidenciou a importância que a tecnologia tem para as empresas e as pessoas, servindo como a ponte que permite o funcionamento dos acessos e negócios em um momento de absoluto distanciamento social. Essa pandemia deixou claro também que para um negócio ou uma nação permanecerem competitivos é essencial buscarem atualização com a tecnologia corrente.

No e-commerce, por exemplo, pudemos testemunhar o crescimento exponencial do consumo através deste canal, onde muitas empresas de varejo já estavam prontas para atender ao mercado, enquanto outras tiveram que rapidamente ajustar sua estratégia para não perderem uma fatia relevante de sua participação no mercado, assim como restaurantes já preparados para o atendimento online garantiram a continuidade parcial dos negócios com maior facilidade.

A tecnologia digital também permitiu que muitas empresas pudessem continuar operando de forma remota em algumas áreas através do home-office. Reuniões passaram a acontecer de forma virtual, negócios continuaram sendo celebrados, apesar de sem o tradicional aperto de mãos. Reuniões familiares também passaram a ser feitas de forma remota, incluindo almoços aos domingos, só que cada um na segurança do seu lar e com uma interação tão empolgante quanto diferente.

Não fosse a tecnologia atual, passar por este momento desafiador seria muito mais difícil, as distâncias foram encurtadas e as pessoas conseguem estar próximas mesmo distantes.

Agora, quando olhamos para o segmento da indústria, a importância da tecnologia digital não é diferente. Antes da pandemia, a quarta revolução industrial (indústria 4.0), era uma área de grande interesse para os gestores, era um tópico atraente que mirava a vantagem competitiva, redução de custos, produtividade, sustentabilidade e inovação. O objetivo era fazer o bom se tornar melhor.

Com a Covid-19, essa evolução passa a ser também, motivo fundamental para se manter no jogo. O ponto é que até então essa mudança vinha em um passo gradativo, dentro da estratégia, capacidade financeira e prioridades de cada empresa e, agora, apesar da compreensão de que essa evolução deveria ser acelerada, a realidade é que a maioria dos gestores, senão todos, tem como primeiro objetivo manter o negócio ileso a essa crise e depois, o de trazer o negócio para a normalidade o mais rápido possível.

No Brasil, a situação é ainda mais desafiadora, duramente afetada há anos, a indústria brasileira enfrentou a redução da atividade da economia internacional, a concorrência estrangeira e os altos custos da produção no país. Todos, até então, lutavam para sobreviver enquanto, de forma criativa, buscavam implementar novas tecnologias digitais.

Superar os desafios da Indústria 4.0 não é uma tarefa simples, mas é essencial para que as empresas no Brasil consigam dar um salto tecnológico e fazer parte dessa nova revolução industrial. É preciso destacar que, estamos atrasados e quanto mais rápido esse processo for retomado e priorizado, mais as organizações poderão se beneficiar, além de se manterem competitivas no mercado. Não é mais questão de escolha, é mandatório.

Autor: Gimenes Silva é Diretor da Centralpack Embalagens. Graduado em Ciências Contábeis pela Faculdade Padre Anchieta, com MBA em Finanças, Contabilidade e Impostos (FGV) e extensão Executiva pela Fundação Dom Cabral, Kellogg Business School. O profissional possui experiência em planejamento estratégico comercial, governança corporativa, gestão de pessoas, novos negócios, desenvolvimento de novos mercados, reestruturação organizacional, diversificação de portfólio de produtos e vasto conhecimento na área de finanças.


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Regulamentação da telemedicina faz disparar o uso da prescrição digital nas drogarias brasileiras

Regulamentação da telemedicina faz disparar o uso da prescrição digital nas drogarias brasileiras

Mais de 22 mil farmácias já aderiram à plataforma de prescrição digital da Memed desde o início da pandemia

A pandemia provocou uma série de mudanças importantes, entre elas, a forma como os médicos fazem as prescrições e também como as pessoas compram seus medicamentos de uso contínuo ou que são receitados após uma teleconsulta, modalidade que emergiu nesse cenário. As farmácias também tiveram que se adaptar para receberem a receita digital e dispensarem os medicamentos usando o novo formato do documento. De acordo com a Memed , heathtech de prescrição digital, o que antes era somente um piloto, restrito às grandes redes, já é uma realidade em mais de 22 mil drogarias em todo país. A plataforma da Memed é 100% gratuita para médicos e drogarias e suas receitas podem ser assinadas por diversos tipos de certificados padrão ICP-Brasil , seguindo todos os padrões e orientações do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Farmácia (CFF).

A adesão à receita digital não é uma exclusividade das grandes redes detentoras das principais bandeiras de farmácias do Brasil, abrange também as chamadas redes independentes. São já 867 diferentes bandeiras no Brasil. São Paulo é Estado com maior número de bandeiras aceitando (318), Minas Gerais aparece na segunda colocação (124), seguido de Paraná (101) e Rio Grande do Sul (100). No caso das farmácias independentes, 49 das 58 lojas (84,48%) associadas à Febrafar (Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias) já fazem uso da plataforma da Memed. Leia mais ›


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Legislação e regulamentações, ANVISA





Revolução digital é realidade e não expectativa futura

(Texto atualizado em 27/03/2019 às 01:26 pm)

Indústria farmacêutica precisa utilizar os dados que têm em mãos de maneira estratégica, para antever necessidades que nem seus clientes sabem que têm

Por Gustavo Godoy

A era digital é agora e não uma realidade distante de um filme de ficção científico. Com um universo inteiro à distância de um clique, já mudamos o modo como consumimos, nos deslocamos, nos hospedamos e até como buscamos novos relacionamentos afetivos. Ainda assim, há quem resista à urgente necessidade de adaptação.

Enquanto os motoristas de táxi continuam esbravejando contra o Uber, o Aplicativo (app) e concorrentes semelhantes seguem ganhando adeptos, sem se abalar com os protestos. Cada setor, empresário ou executivo deve escolher a postura que terá diante de uma transformação digital já vigente. O que devemos fazer então? Fincar os pés nos tempos analógicos ou ser o agente da mudança que invariavelmente irá chegar? Leia mais ›


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Uso de termômetros de mercúrio no país será proibido em 2019

Uso de termômetros de mercúrio no país será proibido em 2019

(Texto atualizado em 27/12/2018 às 05:03 pm)

Uma mudança cultural, em nome da saúde, vai atingir pais e mães de todo o país. O tradicional termômetro de mercúrio – aliado de muitas famílias brasileiras na hora de checar a temperatura das crianças – não poderá mais ser produzido ou vendido por aqui a partir de 1º de janeiro de 2019.

A decisão é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), tomada no ano passado, como resultado da convenção de Minamata. Nela, 140 países fixaram acordos para diminuir o uso do mercúrio, uma substância tóxica.
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