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Serviços farmacêuticos em alta

Serviços farmacêuticos em alta. - Dr.Farmaceuticos

População manifesta em pesquisas sua aprovação às ações clínicas dos profissionais

Pesquisas de opinião pública vêm mostrando a aprovação aos serviços farmacêuticos pela sociedade brasileira. Uma delas, encomendada pela Abimip (Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição), ouviu 2 mil pessoas de todas as regiões do País e apurou que 77% dos entrevistados responderam que o farmacêutico é “importante ou muito importante” como fonte de informação sobre uso de MIPs.

A sondagem foi realizada, em 2018, pela Iqvia, empresa multinacional americana que atende indústrias de tecnologia da informação em saúde e pesquisa clínica.

O Conselho Federal de Farmácia tomou conhecimento da pesquisa, por meio de diretores da Abimip, quando estes fizeram uma visita de cortesia à sede do CFF, em Brasília, no dia 09.08.2019, e foram recebidos pelo presidente do órgão, Walter Jorge João.

O objetivo da pesquisa da Abmip era entender o nível de conhecimento dos brasileiros sobre os medicamentos isentos de prescrição e a sua relação com esses produtos. O levantamento apurou, ainda, que essa categoria de medicamentos é a primeira opção para o tratamento de sintomas de problemas menores e que eles não mascaram doenças, vez que os usuários aguardam, até três dias, pelo desaparecimento dos sintomas.

Do contrário, buscam o médico”.“Todos os diretores da Abimip, também, têm respeito pela capacidade técnica e pelo papel social do farmacêutico”, disse o presidente da Associação, Rodolfo Hrosz (Sanofi), ao presidente do CFF, Walter Jorge João. Hrosz estava acompanhado de Rodrigo Garcia e Marli Sileci, vice-presidente e vice-presidente executiva da Abimip.

Na ocasião, o presidente do CFF conclamou a Abimip a se engajar em um esforço em favor da prescrição farmacêutica.O CFF insiste em que medicamentos isentos de prescrição somente devem ser dispensados, mediante a orientação farmacêutica, para garantir o seu uso correto, livrando o paciente de riscos.

Dr. Walter Jorge lembrou aos diretores da entidade que MIPs podem gerar, entre outros problemas, graves interações com diferentes medicamentos. Ele citou o caso do uso concomitante do antitérmico e analgésico ácido acetilsalicílico, de venda livre, com varfarina, anticoagulante indicado na prevenção das tromboses. “A associação dos dois pode desencadear grave hemorragia, com risco de morte”, alertou Dr. Walter Jorge.

SUBNOTIFICAÇÃO – Odirigente do CFF denunciou que grande parte das interações e de outros riscos causados pelo uso de MIPs não é notificada, fazendo com que autoridades sanitárias, pesquisadores e população não tomem conhecimento do problema. A subnotificação, segundo Walter Jorge, “é uma realidade preocupante, pois, entre outras consequências, contribui para a expansão do uso irracional de MIPs e seus consequentes riscos”. Por isto, ele defende que os medicamentos isentos de prescrição recebam uma tarja azul e sejam dispensados, mediante a orientação obrigatória do farmacêutico. Gabriel Amorim Farmacêutico

FONTE:
Pharmacia Brasileira


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Farmacêuticos podem negar dispensa de medicamentos para Covid-19

Farmacêuticos podem negar dispensa de medicamentos para Covid-19

O Conselho Federal de Farmácia se manifestou oficialmente sobre o assunto, visando resguardar a categoria e a segurança do paciente

Em meio à pandemia do novo coronavírus e o uso de medicamentos fora da bula para tratamento da doença, o Conselho Federal de Farmácia emitiu uma nota técnica em que manifesta formalmente a possibilidade do farmacêutico negar a dispensação de um medicamento, mesmo com prescrição médica. O documento foi liberado nesta quinta-feira (04/05) e visa resguardar a categoria e a segurança do paciente.

Para o presidente do CFF, Walter da Silva, o ato de dispensar um medicamento é revestido de responsabilidade profissional por todos os riscos que o uso de medicamentos sem a específicas precauções representa. “É por este motivo que o CFF tem alertado insistentemente as pessoas de que não se trata de uma simples entrega de um produto, uma mercadoria. Medicamentos salvam vidas, porém, se utilizados com displicência, representam riscos às vezes maiores do que a própria doença”, justificou ao Correio.

As recomendações que o conselho adotou buscam reconhecer que, diante da situação de emergência sanitária atual, assim como demais profissionais da saúde, o farmacêutico é peça integrante do processo decisório de tratamento e a forma de condução implica diretamente na saúde e na segurança das pessoas. Assim, para resguardá-lo e, ao mesmo tempo, alertá-lo da responsabilidade, o CFF decidiu recomendar a assinatura de um termo para o registro de dispensação para os medicamentos prescritos nas terapias contra a covid-19.

Dispensa de medicamentos para a Covid-19

A interpretação é que a documentação “reconhece e resguarda a autonomia do profissional para decidir dentro da competência e das atribuições como profissional da saúde, especialista no conhecimento sobre os usos e efeitos dos medicamentos”, explicou o presidente.

O registro pode ser efetuado mediante a lavratura de um termo de ciência e responsabilidade a ser pactuado com o paciente, modelo de documento disponibilizado no site do conselho. O termo deve ser lavrado e assinado em duas vias, devendo a primeira ser retida pelos farmacêuticos. “O CFF ressalta que o modelo de termo pode e deve ser utilizado para registrar o ato de dispensação de outros medicamentos de uso off-label para a Covid-19 ou não, assim, bastando substituir os nomes dos fármacos e as informações técnicas a eles relacionadas”, recomenda a entidade.

Tanto o conselho federal quanto as seccionais de cada região disponibilizarão um canal para que os farmacêuticos possam comunicar formalmente as situações em que se sentirem cerceados ou prejudicados quanto ao livre exercício profissional. “A partir do registro dessas ocorrências, o Sistema CFF/CRFs tomará as medidas cabíveis no seu âmbito de atuação e, desse modo, quando for o caso, encaminhará denúncia formal às autoridades competentes para providências”.

Foto: Shutterstock


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Lei define número de farmacêuticos conforme o faturamento das farmácias

Lei define número de farmacêuticos conforme o faturamento das farmácias

Pela primeira vez, foi definido em uma lei, ainda que estadual, a necessidade de um profissional farmacêutico de acordo com o faturamento do estabelecimento

A Governadora do Estado do Rio Grande do Norte (RN), Maria de Fátima Bezerra (PT), acaba de sancionar a lei estadual 10.694/20, que estabelece a contratação de um farmacêutico para cada R$ 100 mil de faturamento da farmácia. Assim, visando a eficiência e o controle na qualidade do atendimento.

O documento, divulgado em 14 de fevereiro no Diário Oficial da União (D.O.U.), dispõe sobre as ações e serviços de assistência farmacêutica executados, isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas físicas ou jurídicas conforme o faturamento.

Nesse aspecto, a legislação traz um detalhe inédito, pois, pela primeira vez, foi definido em uma lei, ainda que estadual, a necessidade de um profissional farmacêutico de acordo com o faturamento do estabelecimento. Entretanto, é necessário frisar que a lei federal 13021/14 define, em seu artigo 6º, que deve haver a presença do farmacêutico durante todo o horário de funcionamento. Isso independentemente do faturamento do estabelecimento.

O ponto mais polêmico da lei 10.694/20 se dá porque muitas farmácias, principalmente as de pequeno porte, podem permanecer abertas por um período de mais de 12 horas. Assim, exigindo a presença de dois farmacêuticos (com atuação de oito horas cada, de acordo com a lei 13021/14). No entanto, seu faturamento pode ficar próximo de R$ 100 mil, exigindo apenas um profissional presente.

Em contrapartida, de acordo com a nova lei de RN, uma farmácia com um faturamento acima de R$ 100 mil também terá que ter uma quantidade equivalente de profissionais. Exemplo: no caso, um estabelecimento que fature R$ 500 mil, obrigatoriamente, teria que ter, ao menos, cinco farmacêuticos.

Número de farmacêuticos conforme o faturamento das farmácias

A nova lei estadual do RN ainda ressalta, no artigo 5º, que para o funcionamento das farmácias de qualquer natureza exigem-se a autorização e o licenciamento da autoridade competente, além apresentar condições de localização conveniente, sob o aspecto sanitário.

No artigo 6º da lei 10.694/20, o texto enfatiza que o farmacêutico e o proprietário dos estabelecimentos farmacêuticos agirão sempre solidariamente, realizando todos os esforços para promover o uso racional de medicamentos.

O artigo 7º ainda reitera que o proprietário da farmácia não poderá desautorizar ou desconsiderar as orientações técnicas emitidas pelo farmacêutico. Em um parágrafo único define: “É responsabilidade do estabelecimento [farmácia] fornecer condições adequadas ao perfeito desenvolvimento das atividades profissionais do farmacêutico”.

Por fim, a medida fala sobre as atribuições dos profissionais nas farmácias, orientando que obriga-se o farmacêutico, no exercício de suas atividades, a:

– notificar os profissionais de saúde e os órgãos sanitários competentes, bem como o laboratório industrial, dos efeitos colaterais, das reações adversas, das intoxicações, voluntárias ou não, e da farmacodependência observados e registrados na prática da farmacovigilância;

– organizar e manter cadastro atualizado com dados técnico-científicos das drogas, fármacos e medicamentos disponíveis na farmácia;

– prestar orientação farmacêutica, com vistas a esclarecer ao paciente a relação benefício e risco, a conservação e a utilização de fármacos e medicamentos inerentes à terapia, bem como as suas interações medicamentosas e a importância do seu correto manuseio; e

– art. 10. Cabe ao farmacêutico, na dispensação de medicamentos, visando a garantir a eficácia e a segurança da terapêutica prescrita, observar os aspectos técnicos e legais do receituário.

Confira o documento da lei aqui.

Foto: Shutterstock Fonte: ICTQ


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Importação de produtos farmacêuticos cresce 77% em Goiás

PFARMA

(Texto atualizado em 16/04/2020 às 12:01 pm)

Os produtos farmacêuticos lideraram a lista de importações em Goiás no mês de janeiro e dados da balança comercial brasileira apontaram que a indústria farmoquímica no Estado está mais aquecida em 2020.

Segundo os índices divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, do montante de US$ 324,9 milhões gastos nas importações do Estado, US$ 115,7 milhões são insumos do setor farmacêutico. O valor representa um crescimento de 77,35% em relação ao mês de janeiro do ano passado.

Goiás sedia o segundo maior pólo farmoquímico do Brasil. Localizado a 60km de Goiânia, em Anápolis, o distrito abriga seis indústrias farmacêuticas e outras 17 do setor químico. O grande potencial da região atrai investidores de todas as partes do país, como é o caso da Distribuidora de Medicamentos e Produtos de Saúde – FUTURA, com sede no Rio de Janeiro. Leia mais ›


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Farmacêuticos chamados para cadastro obrigatório para combate ao Coronavírus COVID-19

ATENÇÃO TODOS FARMACÊUTICOS!

A PORTARIA Nº 639, de 31 de março de 2020 Dispõe sobre a Ação Estratégica “O Brasil Conta Comigo – Profissionais da Saúde”, voltada à capacitação e ao cadastramento de profissionais da área de saúde, para o enfrentamento à pandemia do coronavírus (COVID-19).

Desde o dia 03 de fevereiro de 2020 , o Ministério da Saúde decretou “Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional, em decorrência da infecção humana pelo novo coronavírus, COVID-19.

Essa medida do governo brasileiro considera a necessidade de mobilização da força de trabalho em saúde para a atuação serviços ambulatoriais e hospitalares do SUS para responder à situação emergencial.

 

Profissionais que devem se cadastrar obrigatóriamente

Todos os profissionais ativos da áreas listadas abaixo devem se cadastrar segundo o governo. Veja a lista:

I – serviço social;
II – biologia;
III – biomedicina;
IV – educação física;
V – enfermagem;
VI – farmácia;
VII – fisioterapia e terapia ocupacional;
VIII – fonoaudiologia;
IX – medicina;
X – medicina veterinária;
XI – nutrição;
XII – odontologia;
XIII – psicologia; e
XIV – técnicos em radiologia.

Estes Profissionais devem se cadastrar obrigatoriamente e, em caráter emergencial, e, depois de treinados, poderão ser convocados a atuar.

A capacitação do MS será no formato EaD e os participantes receberão certificação do órgão. Todos os farmacêuticos, devidamente registrados no Conselho de Regional de Farmácia, poderão participar da capacitação.

Antes de qualquer convocação, os farmacêuticos e outros profissionais de saúde citados acima precisarão preencher o formulário eletrônico REGISTRA RH. Durante o cadastro, o profissional informará SE DESEJA FAZER PARTE DA AÇÃO ESTRATÉGICA DO MINISTÉRIO “O Brasil Conta Comigo – Profissionais da Saúde”. Após registrar os dados, receberá um e-mail para se cadastrar na plataforma do curso online.

 

Veja mais detalhes no texto oficla que você pode encontrar na integra nos links:


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ANVISA





CFF obtém parecer favorável à insalubridade para farmacêuticos em atuação na oncologia

(Texto atualizado em 02/01/2020 às 12:12 pm)

A partir de uma demanda do Conselho Federal de Farmácia (CFF) apresentada ao Ministério do Trabalho na 87ª Reunião Ordinária da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP) do órgão, a Fundação Jorge Duprat e Figueiredo (Fundacentro) emitiu parecer reconhecendo como devido o pagamento de insalubridade em grau máximo aos farmacêuticos expostos aos quimioterápicos antineoplásicos.

O presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, comemora e anuncia os próximos passos. “Com base nesse parecer, vamos cobrar, do Ministério do Trabalho, que sejam tomadas todas as medidas para que o documento efetivamente se reverta na efetiva compensação trabalhista”, comenta.

No parecer, a Fundacentro recomenda que sejam envidados esforços para que as medidas de controle e proteção previstas na legislação vigente, nas diretrizes internacionais e recomendadas pelas instituições ou organizações com reconhecida competência na área, sejam adequadamente implantadas em todos os serviços de saúde que possuam serviços de quimioterapia ou que manuseiem essas substâncias. “Nesta recomendação, a fundação cita conselhos de classe e sindicatos envolvidos. Asseguro aos colegas especialistas na área que faremos a nossa parte!”

Fonte: Comunicação do CFF


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Farmacêuticos discutem particularidades da Nota Técnica 914/2017

Jornal do Oeste | Farmacêuticos discutem particularidades da Nota Técnica 914/2017

Durante o encontro foram discutidas estratégias de implantação dos planos municipais
(Foto: Divulgação)

O Conselho de Farmácia do Paraná e farmacêuticos do município de Toledo e da 20ª Regional de Saúde participaram de uma reunião na quarta-feira (24). O tema principal do encontro foi a Nota Técnica 914/2017 e a elaboração dos planos municipais.

“A Nota determina que, em quatro anos, todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) que dispensem medicamentos tenham um profissional de farmácia para prestar os atendimentos. Isso gerou dúvidas nos secretários de saúde, por isso, aproveitamos a presença de membros do Conselho para discutirmos o assunto”, explica a chefe da 20ª Regional de Saúde Nissandra Karsten.

Alguns municípios já foram vistoriados pelo Conselho. Após a visita, a cidade tem o prazo de 60 dias para apresentar o plano municipal de assistência farmacêutica. Nissandra pontua que a elaboração desse planejamento era um dos fatores de questionamentos dos gestores.

 

APLICAÇÃO

“A lei apresenta o texto, contudo, não aponta a maneira como deve ser aplicada. Sabemos que os municípios possuem dificuldades para contratação do quadro funcional. Durante o encontro foram citadas sugestões de estratégias que podem ser adotadas de acordo com a particularidade e realidade de cada cidade. A reunião foi muito produtiva. Também tivemos a certeza de que o Conselho tem noção das dificuldades que irão surgir nesse processo”, relata a chefe.

Na reunião foram citados pontos que as secretarias municipais de saúde devem analisar como a necessidade de dispensar medicamentos em todas as UBS’s, profissionais com flexibilidade de horário para atuarem em duas unidades (uma de manhã e outra à tarde, por exemplo), escolher as UBS’s que ofereçam mais condições sanitárias para armazenar os medicamentos, entre outras sugestões.


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Encontro reúne jovens para debater legados farmacêuticos

5º Encontro de Jovens Farmacêuticos ocorreu no auditório da Faculdade Ibeco, na capital

(Texto atualizado em 25/10/2019 às 10:15 am)

O Comitê Jovem do CRF-SP realizou no sábado (20), no auditório da Faculdade Ibeco, na capital, o 5º Encontro de Jovens Farmacêuticos. Nesta edição, o evento destacou o tema “Legados Farmacêuticos – Como Construir sua Carreira Profissional”, com a participação de farmacêuticos experientes contando suas trajetórias de sucesso em áreas distintas da profissão como farmácia magistral, indústria, cuidados em diabetes e análises clinicas, além de assuntos ligados ao desenvolvimento pessoal como liderança e competências que o mercado busca para contratar farmacêuticos.

O Dr. Thomas Waeny Correa, coordenador do Comitê Jovem, foi o mestre de cerimônias, apresentou as atividades do Comitê para o público e sua importância para os jovens farmacêuticos, além de destacar os ensinamentos oferecidos no evento. “Os palestrantes são profissionais bem-sucedidos, mas nem sempre foi assim, conquistaram muitas coisas, mas também tiveram muitas perdas. São pessoas que têm personalidades e características muito diferentes entre si, mas têm uma coisa em comum, que é a forma de pensar, pois nunca desistiram e sempre acreditaram que conseguiriam o que buscavam”, ressaltou.

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Atenção, farmacêuticos: Anvisa revisa regras para troca de medicamentos biológicos na dispensação

Atenção, farmacêuticos: Anvisa revisa regras para troca de medicamentos biológicos na dispensação

Nesta quinta-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma nova nota! Embora a Agência não tenha alterado sua posição sobre o uso de medicamentos biossimilares, ela esclareceu alguns pontos importantes sobre o tema.

Para tal, a Anvisa revisou a Nota de Esclarecimento 003/2017/GPBIO/GGMED/ANVISA, divulgada em 2017. A nota revisada traz de forma mais clara o emprego de alguns conceitos referentes à intercambialidade e à substituição entre medicamentos biossimilares e produtos comparadores, além de explicar melhor quais outros aspectos adicionais precisam ser considerados em um cenário em que a troca ou substituição de um produto por outro é vislumbrada. Descubra o que se manteve:

  • Visão de que a avaliação médica e a adequada atenção farmacêutica são imprescindíveis no caso de trocas de produtos biossimilares e comparadores;
  • Necessidade do monitoramento adequado pós-mercado dos pacientes que utilizaram esses produtos.

O que mudou?

  • Esclarece alguns conceitos relativos à intercambialidade e substituição entre medicamentos biossimilares e produtos comparadores;
  • Explica aspectos adicionais que devem ser levados em consideração na troca ou substituição de um produto por outro.

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Exame de proficiência para farmacêuticos: consulta pública do CFF

Está em andamento uma consulta pública do Conselho Federal de Farmácia, em conjunto com os Conselhos Regionais de Farmácia, a respeito da possibilidade de implantação do exame de proficiência para farmacêuticos recém formados.

Nos moldes da conhecida prova da OAB, para bacharéis de direito, um graduado em farmácia apenas seria considerado farmacêutico e poderia obter seu registro no CRF e atuar no mercado, após a aprovação na avaliação de proficiência.

Os órgãos estão coletando as opiniões dos farmacêuticos brasileiros através de um formulário online, disponível neste link: http://goo.gl/79z6vt

Qual sua opinião sobre uma prova de conhecimentos e proficiência para recém formados em farmácia? Participe da consulta, responda o formulário: http://goo.gl/79z6vt

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Serviços farmacêuticos recebem investimento de R$ 5,8 milhões

Qualifar-SUS

Recursos, liberados pelo Ministério da Saúde, serão distribuídos para 968 municípios nas cinco regiões do País

O Ministério da Saúde vai investir mais R$ 5,8 milhões nos serviços farmacêuticos de 968 municípios brasileiros. A iniciativa faz parte do Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica no âmbito do Sistema Único de Saúde (Qualifar-SUS). A portaria de liberação financeira foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). Leia mais ›


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Remédio similar pode gerar economia de até 50% ao consumidor

(Texto atualizado em 20/01/2015 às 09:31 am)

Remédio-similar-pode-gerar-economia-ao-consumidorOs farmacêuticos vão poder oferecer os medicamentos similares como uma opção aos de referência.

A partir de janeiro de 2015 os consumidores poderão comprar medicamentos até 50% mais baratos, após a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) Nº 58/2014, da Anvisa, que estabelece os procedimentos para a possibilidade de troca de medicamentos similares com o medicamentos de referência.

Pela resolução, de outubro último, os remédios similares que já tenham comprovado equivalência farmacêutica com o medicamento de referência da categoria poderão declarar na bula que são substitutos ao de marca. Ou seja, deve conter na bula dos similares a frase: “Este medicamento é equivalente ao de referência”.

Por se tratar de assunto tão relevante como a promoção de saúde, o advogado Cândido Sá, especialista em direito do consumidor orienta que o cidadão tenha mais atenção na hora da compra. Leia mais ›


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Farmacêuticos serão obrigatórios em drogarias

farmaceuticos-obrigatorios-em-farmacias-por-leiProjeto aprovado no Senado torna obrigatória a presença de farmacêuticos em drogarias durante todo o período de funcionamento

O Senado aprovou projeto que torna obrigatória a presença de um farmacêutico em drogarias, durante todo o horário de funcionamento. O presidente do Conselho Federal de Farmácia, Walter Jorge João, explica que, após a sanção da lei, as farmácias deixarão de ser apenas estabelecimentos comerciais e passarão à condição de prestadoras de serviços de assistência à saúde.

Medir pressão, glicemia, aplicar soro e vacinas estão entre os exemplos de serviços que o Projeto de Lei do Senado 41/1993, aprovado no dia 16, permite que sejam prestados nas farmácias. Walter Jorge explica que a legislação vigente não proíbe que os farmacêuticos prestem os serviços, porém, a vigilância sanitária impede a execução.

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Brasil possui poucos farmacêuticos

Os estados com mais farmacêuticos são São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

De acordo com dados da pesquisa sobre uso indiscriminado de medicamentos, feita pelo Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), o Brasil conta com 176.963 farmacêuticos, devidamente registrados nos Conselhos Regionais de Farmácia. Levando em consideração os números usados no estudo, dá uma média de um farmacêutico para cada dois mil habitantes.

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