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EMS lança primeiro anti-inflamatório nanomolecular do Brasil

PFARMA

(Texto atualizado em 30/03/2021 às 04:27 pm)

A EMS, maior laboratório farmacêutico no Brasil, anuncia o lançamento do Bexai, o primeiro anti-inflamatório com nanopartículas do Brasil, uma tecnologia inovadora que deve revolucionar o tratamento para a dor. Com uma dosagem menor, garante a mesma eficácia e potência que os medicamentos com doses mais altas no mercado no combate à dor aguda, inflamação e osteoartrite, com menos efeitos colaterais. A previsão de chegada ao mercado do produto, cujo desenvolvimento está alinhado à missão da companhia de cuidar das pessoas, é a segunda quinzena de agosto. Por meio desse e de outros três medicamentos de inovação incremental a serem lançados ainda este ano, a Unidade de Prescrição Médica da EMS prevê faturar R$ 2,2 bilhões até o final de 2020.

Criado sob o conceito norte-americano The Science of Less, que significa “quantidade mínima e máxima efetividade” da medicação, o Bexai traz mais segurança para o paciente no uso prolongado. “A tecnologia deste medicamento é única e faz parte da Medicina do futuro, pois trabalha com partículas ultramicronizadas que oferecem uma dissolução muito mais rápida no organismo e garantem o alívio da dor aguda, trazendo eficácia analgésica e anti-inflamatória com baixíssima dose. Com essa novidade, podemos dizer que estamos inaugurando uma nova era dos anti-inflamatórios não-esteroidais ou AINEs”, explica Joaquim Alves, diretor da unidade de negócios de Prescrição Médica da EMS.

O laboratório prevê, ainda, o lançamento de mais três medicamentos inovadores na área de Prescrição Médica desenvolvidos pelo próprio Centro de Pesquisa & Desenvolvimento da companhia no Brasil, o mais moderno da América Latina. Os fármacos, que atenderão diversas classes terapêuticas, como neurologia e ortopedia, irão ampliar o escopo de possibilidades de tratamentos para a classe médica e o acesso dos pacientes à saúde. Cerca de R$200 milhões estão voltados para essa ampliação de portfólio.

Essa é a primeira vez que 40% dos lançamentos desta unidade de negócios são inovações, consolidando um processo iniciado em 2013 com suas iniciativas pioneiras em inovação incremental para a área de Prescrição Médica.

Para o triênio 2021-2023, a EMS prevê alcançar o percentual de 60% a 70% de lançamentos inovadores no portfólio de Prescrição. Para atingir esse patamar, a empresa seguirá aportando em estudos clínicos. São mais de 50 novos produtos em diversas etapas de desenvolvimento, que chegarão nos próximos 2 a 5 anos ao mercado.

Além dos lançamentos inéditos e exclusivos em inovação incremental, a EMS apresentará ao mercado, ainda em 2020 outros seis medicamentos também na área de Prescrição, para tratamento de hipertensão, alívio dos sintomas gastrintestinais, deficiência e manutenção de vitamina D3, tratamento e prevenção de náuseas e vômitos, tratamento de infecções das vias aéreas superiores e inferiores e de infecções de pele e tecidos moles.

Representatividade

A EMS está entre os três principais laboratórios nacionais em Prescrição Médica no Brasil (fonte: IQVIA) e conta com um portfólio de cerca de 80 medicamentos e mais de 250 SKUs nesta categoria. Os produtos que são carros-chefes da empresa no segmento, como Patz SL e Toragesic–medicamentos inovadores -, faturam acima de R$ 150 milhões anuais cada um. Além deles e de Bexai, o Nivux, apresentado à classe médica no final de 2019, é considerado uma das grandes iniciativas da companhia para este ano. Desenvolvido pelos pesquisadores do laboratório, é um potente anti-inflamatório em conjunto com a ação gastroprotetora de um inibidor de bomba de prótons, uma associação de nimesulida com pantoprazol que atua no combate à inflamação e na proteção gástrica simultaneamente.

Nivux trouxe um enorme impacto em todo o mercado de anti-inflamatórios, grupo de medicamentos mais utilizado no mundo, que, só no Brasil, fatura R$ 2,5 bilhões/ano. Além de toda a classe de AINEs, impacta diretamente o mercado de nimesulida (R$ 1,1 bi/ano), que é o anti-inflamatório mais consumido e prescrito do país, trazendo mais segurança e proteção para todos os milhões de pacientes que consomem esse medicamento. A expectativa é que o produto fature R$ 50 milhões já em seu segundo ano de comercialização.

A área de Prescrição da empresa faturou R$ 1,7 bilhão em 2019 e representa 9,2% do mercado brasileiro de Prescrição Médica dos Laboratórios Nacionais (Fonte: IQVIA – MAT PF Dezembro 2019). No ano passado, o mercado total de Prescrição evoluiu cerca de 9%. Para 2020, a previsão da unidade é crescer 20% em faturamento.


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Brasileiros desenvolvem drágea que libera dois medicamentos diferentes

dragea dois medicamentos

(Texto atualizado em 24/03/2021 às 03:28 pm)

dragea dois medicamentos

Um material polimérico e com características de hidrogel desenvolvido por pesquisadores brasileiros pode ajudar a responder a um dos desafios atuais da indústria farmacêutica: criar um sistema que permita a liberação controlada no organismo de moléculas com diferentes atividades farmacológicas contidas em uma única drágea.

Em um estudo apoiado pela FAPESP e divulgado na revista Applied Bio Materials, da American Chemical Society, cientistas das universidades de Franca (Unifran) e do Estado de Minas Gerais (UEMG) testaram o uso de uma classe de material conhecida como siloxano-poliéter – ou “ureasil” – para liberar no organismo de forma simultânea um anticancerígeno e um anti-inflamatório. Além de ações terapêuticas distintas, os fármacos usados na pesquisa também apresentam diferentes graus de afinidade por água.

“Conseguimos desenvolver um sistema para liberação simultânea de dois fármacos incorporados a uma mesma matriz polimérica [plástica]”, disse Eduardo Ferreira Molina, professor da Unifran e coordenador do projeto, à Agência FAPESP.

Flexível e transparente, a matriz polimérica é composta de segmentos em escala nanométrica (bilionésima parte do metro) de siloxano e de um poliéter (PEO). Com características de hidrogel (gel formado por uma rede rígida tridimensional de polímeros), o material é capaz de absorver volumes elevados de água em seus interstícios sem se dissolver e, por isso, é considerado ideal para liberação controlada de fármacos.

Por meio de um processo denominado sol-gel – no qual ocorre a transformação de um líquido com partículas em suspensão (“sol”) em um gel –, os pesquisadores conseguiram incorporar à matriz o anti-inflamatório naproxeno e o anticancerígeno 5-fluorouracil simultaneamente.

“A ideia foi incorporar dois agentes terapêuticos sem alterar as propriedades físico-químicas da matriz polimérica ou dos fármacos”, explicou Molina.

O anti-inflamatório naproxeno tem caráter hidrofóbico, ou seja, não absorve água. Já o 5-fluorouracil é hidrofílico e, portanto, tem maior afinidade com o líquido. A incorporação de ambos à matriz de poliéter foi possível devido aos grupos funcionais presentes no material.

“Isso possibilitou a ‘solubilização’ do naproxeno e do 5-fluorouracil”, explicou Molina.

Teste de liberação

A fim de testar e medir a liberação dos medicamentos foram feitos ensaios in vitro em que o material foi imerso em água com temperatura e nível de acidez (pH) similares aos encontrados no intestino humano.

A quantidade de medicamentos liberada na solução foi medida por espectroscopia no ultravioleta visível. Os resultados mostraram que o material foi capaz de liberar os medicamentos em quantidades iguais e manter a liberação ao longo do tempo.

“Esses resultados são inéditos. Até então, não havia nenhum relato na literatura científica da aplicação dessa classe de materiais para liberar de forma controlada dois agentes terapêuticos simultaneamente, na mesma quantidade, e manter isso ao longo do tempo”, disse Molina.

Efeito sinérgico contra o câncer

De acordo com o pesquisador, a ideia é que o material seja usado como drágea para encapsular e liberar controladamente uma série de agentes terapêuticos, entre eles quimioterápicos usados no combate ao câncer.

Uma das limitações dos quimioterápicos usados hoje é a quimiorresistência – a resistência de determinadas células cancerosas à ação do composto ativo. Sistemas de entrega de fármacos como esse descrito no artigo podem retardar o desenvolvimento da quimiorresistência, além de melhorar a eficácia terapêutica e diminuir os efeitos colaterais. Isso porque a combinação de diferentes agentes terapêuticos em um mesmo fármaco tende a promover um efeito sinérgico ou combinado, apontou Molina.

“Além de combater o câncer, um medicamento com esse sistema de liberação contendo um quimioterápico e outro agente terapêutico poderia diminuir os efeitos colaterais do tratamento”, disse. O trabalho também recebeu financiamento da FAPESP por meio de uma bolsa de mestrado.

O artigo “Ureasil organic−inorganic hybrid as a potential carrier for combined delivery of anti-inflammatory and anticancer drugs” (DOI: 10.1021/acsabm.8b00798), de Beatriz B. Caravieri, Natana A. M. de Jesus, Lilian K. de Oliveira, Marina D. Araujo, Gabriele P. Andrade e Eduardo F. Molina, pode ser lido por assinantes da revista Applied Bio Materials em https://pubs.acs.org/doi/10.1021/acsabm.8b00798.

Fonte: Agência FAPESP
[Imagem: Eduardo Molina]


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Sanofi anuncia novo diretor de Aceleração Digital

sanofi aceleracao digital

(Texto atualizado em 08/03/2021 às 03:14 pm)

A Sanofi, maior multinacional farmacêutica do mercado brasileiro, anuncia Marcelo Nadruz como novo diretor de Aceleração Digital para o Brasil e a América Latina. O executivo tem o papel de definir a estratégia e as abordagens digitais em ambas as regiões.

Estão sob a direção de Nadruz importantes projetos focados em diferentes públicos, como pacientes e profissionais de saúde, incluindo a promoção de cultura e inovação digital, e atuando também como elo entre as áreas de suporte e as unidades de negócios da empresa.

Formado em Engenharia de Controle e Automação, com pós-graduação no Insper e no Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, Nadruz está na Sanofi desde 2014, onde ingressou como gerente de Tecnologia no Brasil. Antes da Sanofi, esteve por 12 anos na Accenture, onde atuou como gerente sênior em consultoria de Negócio e Tecnologia.

SOBRE A SANOFI

A Sanofi se dedica a apoiar as pessoas ao longo de seus desafios de saúde. Somos uma companhia biofarmacêutica global com foco em saúde humana. Prevenimos doenças por meio de nossas vacinas e proporcionamos tratamentos inovadores para combater dor e aliviar sofrimento. Nós estamos ao lado dos poucos que convivem com doenças raras e dos milhões que lidam com doenças crônicas.

Com mais de 100 mil pessoas em 100 países, a Sanofi está transformando inovação científica em soluções de cuidados com a saúde em todo o mundo.

Sanofi, Empowering Life, uma aliada na jornada de saúde das pessoas.

Fonte: Assessoria de Imprensa Sanofi 
Foto: Shutterstock


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Os efeitos do uso longo de anticoncepcional sobre a fertilidade

anticoncepcional masculino

(Texto atualizado em 08/03/2021 às 03:14 pm)

Você passou alguns anos evitando uma gravidez. Mas agora decidiu que é hora de ter filhos. Então, se pergunta: será que ter usado anticoncepcional por muito tempo afetou minha fertilidade? Ao contrário do que você provavelmente imaginou, depende do tipo de anticoncepcional, suas chances de engravidar são ainda maiores.

Segundo um estudo publicado na revista Human Reproduction, se você usou anticoncepcionais orais por mais de quatro anos, não precisa se preocupar. Você tem mais chances de engravidar dentro do período de um ano do que mulheres que tomaram anticoncepcionais por um período de dois anos. Na verdade, segundo o estudo, quem tomou anticoncepcionais por mais de 12 anos têm ainda mais chances de engravidar.

ANTICONCEPCIONAL ORAL MANTÉM A FERTILIDAD

A pílula oral é feita de hormônios parecidos com os produzidos pelo corpo: estrogênio e progesterona. Ela impede a ovulação, além de dificultar a passagem dos espermatozoides para dentro do útero.

O estudo publicado na revista Human Reproduction também diz que as mulheres que usaram esse método por mais de cinco anos têm mais chances de engravidar em um período curto de tempo do que as mulheres que usaram a pílula por pouco tempo. Isso porque quanto mais tempo você usar as pílulas, menos ovulações você vai ter e, assim, sua fertilidade será mais preservada.

GRAVIDEZ DEPOIS DE USAR O DIU

O dispositivo intrauterino (DIU) impede que o espermatozoide chegue ao óvulo. Ele diminui para menos 0,5% a chance de gravidez, mas pode causar aumento do sangramento menstrual, da duração da menstruação e da incidência das cólicas.

Estudo realizado na Inglaterra e Escócia mostrou que mulheres que usaram o DIU por pouco tempo tiveram mais dificuldade de engravidar durante um ano depois de parar com esse método, em relação as mulheres que usaram métodos de barreira (camisinha masculina e feminina). Mas depois de um ano, as chances ficaram iguais para todas. Já as que usaram DIU por mais tempo já tinham as chances iguais logo que param de usar.

E O IMPLANTE, INTERFERE NA FERTILIDADE?
Já os implantes anticoncepcionais, que podem ser aplicados com uma injeção no braço, perdem a validade assim que eles são removidos. E os hormônios que eram liberados no seu corpo também desaparecem. Mulheres que param de usar implantes conseguem engravidar tão rápido quanto as que não usaram métodos não-hormonais.

REFERÊNCIAS

http://www.brasil.gov.br/saude/2011/09/inform-se-sobre-como-funcionam-oito-metodos-anticoncepcionais – acessado em 17/06/2019

http://humrep.oxfordjournals.org/content/early/2013/02/20/humrep.det023.abstract – acessado em 17/06/2019

https://www.guttmacher.org/about/journals/ipsrh/2001/09/first-pregnancy-may-be-difficult-achieve-after-long-term-use-iud – acessado em 17/06/2019

http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1471-0528.2001.00075.x/full – acessado em 17/06/2019

http://www.ippf.org/our-work/what-we-do/contraception/myths/Implants – acessado em 17/06/2019

http://www.imss.gob.mx/salud-en-linea/planificacion-familiar/implante-subdermico – acessado em 17/06/2019

Fonte: Pfizer


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Médico para Atividades Regulatórias

prescricao eletronica

(Texto atualizado em 08/03/2021 às 03:14 pm)

 A mais recente versão do Dicionário Médico para Atividades Regulatórias (Medical Dictionary for Regulatory Activities – MedDRA) traz, entre outras novidades, traduções para o português brasileiro. A versão 23.0 inclui também termos em espanhol, português ibérico, chinês, tcheco, holandês, francês, alemão, húngaro, italiano, japonês, coreano e russo. A geração 23.0 em inglês já está disponível. As outras poderão ser acessadas a partir de 15 de março.

O MedDRA é uma terminologia médica altamente específica e padronizada que facilita o intercâmbio internacional de informações regulatórias sobre produtos médicos usados por seres humanos. Foi desenvolvido no final dos anos 90 pelo Conselho Internacional de Harmonização de Requisitos Técnicos para Registro de Medicamentos de Uso Humano (International Council for Harmonisation of Technical Requirements for Pharmaceuticals for Human Use), o ICH.

A cobertura da terminologia MedDRA inclui medicamentos, produtos biológicos, vacinas e produtos resultantes da combinação de medicamentos com dispositivos médicos. Trata-se de uma poderosa ferramenta que pode ser utilizada no registro, na documentação e no monitoramento da segurança de produtos médicos, antes e depois do registro do produto.

A utilização do MedDRA por autoridades reguladoras, empresas farmacêuticas, organizações de pesquisa clínica e profissionais de saúde vem crescendo internacionalmente. Esse aumento é de fundamental relevância, uma vez que contribui para a proteção da saúde dos pacientes em escala global.

A disponibilização da versão em português brasileiro é resultado da parceria da área de farmacovigilância da Anvisa com especialistas convidados e a organização de serviços de suporte e manutenção ao MedDRA, o chamado MedDRA MSSO (MedDRA Maintenance and Support Services Organization).

Acesse o site oficial do MedDRA.

Anvisa no ICH

Desde 2016, o Brasil é membro do Conselho Internacional de Harmonização de Requisitos Técnicos para Registro de Medicamentos de Uso Humano, o ICH. Em 2019, a Anvisa foi eleita para ocupar a última vaga disponível no Comitê Gestor do ICH.

Como membro do Comitê Gestor, a Agência ganhou poder decisório, tendo o direito de participar das discussões e realizar proposições sobre temas prioritários para harmonização, eleição de novos membros e supervisão dos grupos de trabalho, treinamentos, entre outros. Além disso, a posição alcançada favoreceu maior alinhamento da legislação brasileira de medicamentos às melhores práticas internacionais, promovendo mais segurança à sociedade e competitividade para o mercado nacional.

A Anvisa é a única autoridade da América Latina membro do ICH e participante do Comitê Gestor do ICH. O Comitê Gestor do ICH é composto pelos membros permanentes – Estados Unidos, União Europeia, Japão, Canadá e Suíça – e mais quatro vagas para membros eleitos (hoje ocupadas pela Coreia do Sul, China e Singapura, além do Brasil).

Por: Ascom/Anvisa


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Medicamentos biológicos lideram lista de novas propostas de PDP na ANVISA

(Texto atualizado em 03/02/2021 às 12:37 pm)

pesquisa clinicaOs medicamentos biológicos, produzidos a partir de organismos vivos, foram os produtos que despertaram o maior interesse por parte de laboratórios públicos e privados na fase de apresentação de propostas da seleção de 2015 das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP). Foram 23 projetos dos 39 apresentados, até 30 de abril desde ano. As propostas atendem o novo marco regulatório da política, apresentado em dezembro de 2014. A lista final dos selecionados será divulgada até dezembro deste ano.

Do total de projetos, 34 tiveram como objeto a produção de medicamentos e cinco produtos de saúde. As principais propostas tiveram como objeto de interesse os medicamentos Adalimumabe, Infliximabe, Rituximabe, Somatropina e Filgrastima para o tratamento de artrite reumatóide, doenças autoimune, oncologia, hormônio do crescimento e neutropenia. Além dos medicamentos, o rol de produtos conta com equipamentos destinados a procedimentos cirúrgicos, cardíacos, oftalmológicos e neurológicos.

“Com a divulgação de uma lista anual de produtos estratégicos para o SUS, o Ministério da Saúde inverteu a lógica da apresentação de propostas: agora, é o governo que diz à indústria quais produtos são prioritários e que define o calendário para a submissão dos projetos. Isso dá ainda mais transparência a todo o processo e colocando em pé de igualdade todos os laboratórios interessados”, garantiu o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Entre as principais mudanças do novo marco estão a definição, por parte do Ministério da Saúde, de uma lista anual com produtos considerados estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS). Para 2015, foi produzida uma lista com 21 produtos – 11 medicamentos e 10 equipamentos de saúde –, sendo seis biológicos. Juntos, os medicamentos biológicos movimentam aproximadamente R$ 1,3 bilhão ao ano. As PDP, firmadas entre laboratórios públicos e privados, têm como meta garantir a autossuficiência do mercado nacional, uma vez que atualmente todos os 21 produtos são importados.

Outra mudança importante se refere ao aprimoramento do processo de desenvolvimento produtivo na área da saúde, com definição de prazos para apresentação de propostas de transferência tecnológica, maior monitoramento do governo e garantia de segurança. Para isso, foram instituídas a Comissão Técnica de Avalição (CTA) e Comitê Deliberativo (CD) – formados por representantes dos ministérios da Saúde, Ciência e Tecnologia, e Desenvolvimento, Indústria e Comércio – e que são responsáveis pelas análises das propostas.

“Vamos, acima de tudo, garantir aos usuários do SUS acesso aos medicamentos mais caros e mais complexos, além de estimular o complexo industrial da saúde, com a transferência de tecnologia principalmente em um segmento tão inovador que é o de medicamentos biológicos, além de promover o fortalecimento dos laboratórios públicos”, afirmou o ministro Chioro.

De acordo com o novo marco regulatório também foram definidas as fases de uma PDP, sendo a Fase III definida como início de aquisição do produto, previsto para fase III. As fases I e II serão destinadas, respectivamente, a apresentação da proposta e implementação da mesma. A fase IV corresponde a pela finalização do processo de transferência de tecnologia.

O prazo máximo para a conclusão do projeto, com a finalização da transferência de tecnologia, será de até dez anos. O monitoramento será contínuo, com análises de relatórios enviados a cada quatro meses pela instituição pública e visitas técnicas anuais nas unidades fabris públicas e privadas e pelo Comitê Técnico Regulatório estabelecido pela Anvisa com participação o Ministério da Saúde. Todos os projetos, aprovados ou não, terão seus resultados divulgados na página do Ministério da Saúde.

Da lista total de produtos, o Ministério da Saúde não recebeu propostas para a produção de Micofenelato de Mofetila, L-asparaginase, Dactinomicina, Stent Arterial, Grampeador Cirúrgico, Monitor Multiparamétrico, Conjunto de Equipamentos de Oftalmologia, Maquina de Hemodiálise e Espirais de Plantina. Eles poderão ser reapresentados na seleção de 2016, caso estejam na lista de produtos estratégicos.

“Essas parcerias também tem como objetivo a economia de recursos públicos. De 2010 até agora, o Ministério da Saúde economizou cerca de R$ 2,5 bilhões com produtos adquiridos por meio das PDP. Isso significa que quanto maior o sucesso das parcerias, mais economia teremos. O país vai se desenvolver tecnologicamente com um impacto importante para o SUS”, avaliou o então secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (SCTIE), Jarbas Barbosa, hoje, presidente da Anvisa.

ADEQUAÇÕES

As Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) apresentadas até 2014 também precisaram se adequar às novas regras. Sendo assim, 107 projetos foram enviados com as alterações, sendo que a mesma proposta pode ter recebido mais de um pedido. No entanto, nove PDP não encaminharam a documentação necessária e correm o risco de serem excluídos.

Atualmente, 98 parcerias estão vigentes – 62 em fase II e 27 em fase III –, além de nove Parcerias de Pesquisa e Desenvolvimento (P & D). Esses acordos preveem o desenvolvimento de 91 itens, sendo 61 medicamentos, 19 produtos, seis vacinas e cinco equipamentos. A PDP referente à produção da Vacina de Influenza, imunobiológico produzido pelo Instituto Butantan, já atingiu fase final de desenvolvimento, passando a ser fornecida para o SUS.

Do total de PDPs vigentes, entre 2011 e 2015, foram registrados 33 produtos pelas instituições públicas, no âmbito das PDP, entre os quais 27 estão sendo adquiridos pelo Ministério da Saúde.

Fonte: Ministério da Saúde

 


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ANVISA





Vaga Farmacêutico Analista de Produção Jr

merck sharp e dohme

(Texto atualizado em 23/12/2020 às 02:38 pm)

merck sharp e dohme

Nossa equipe da Cadeia de Suprimentos garante que o estoque esteja consistentemente disponível para atender à demanda do cliente. Coordenamos todos os aspectos de suprimento por meio do planejamento de suprimentos, fornecimento, fabricação, gestão de estoque, embalagem e entrega. Fazemos parcerias entre as organizações de Marketing, Finanças e Fabricação Manufatura para construir uma demanda robusta e um plano de fornecimento, e para garantir que obtenhamos produtos para o cliente certo, no local e no momento certo.

Requerimentos:

Mandatório:

Formação Superior: Farmacia, Engenharia Química e Engenharia de Produção
Pacote Office – Excel (Tabela Dinâmica / Filtros / Gráficos
Habilidade de Resolução de problemas
Vivência anterior em sistemas ERP.
Inglês – Intermediário – Importante conseguir comunicar-se

Desejável

Conhecimento em SAP.
Vivência anterior em empresa Farmaceutica / Saúde animal / Alimenticia.
Inglês Fluente.

Atividades:

SAP (Software ERP integrado): Monitorar diariamente erros das ordens de Produção (Manufatura e Embalagem), em relação ao apontamento de fases, consumo de material e criação de estoque no inventário. Monitorar fechamento das ordens, garantindo o cumprimento das métricas (Schedule Adherence).
Investigação e gerenciamento de notificações de qualidade (desvios) e Reclamações de Mercado da Área da Produção;
Agendamento e acompanhamento de Quality Hour (reunião destinada a alinhamento de estratégia de investigação de notificação de qualidade) para Produção;
Auxilio nas atividades relacionadas a TR (Controle de Mudança de Equipamentos);
Gerenciamento de desvios para o controle em Reuniões (abertura, fechamento e status de envio à Qualidade).
Dar suporte à área de produtos médicos.
Suporte às auditorias internas da nossa empresa na área de Produção em relação às Boas Práticas de Manufatura (GMP), coletando os pontos observados e auxiliando no encaminhamento e resolução dos mesmos.
Executar e controlar mudanças em documentações GMP (SOPs, MPDs, PPDs, logbooks, PLs e PSs)
Buscar fornecedores e fazer processos de compras de materiais e serviços, dentro do limite estabelecido.
Dar suporte à programação de produção e ao gerenciamento lean (emissão de ordens de fabricação, atualização de quadros visuais, controle de cycle time, controle de TR).

Nossa Divisão de Fabricação Manufatura e Fornecimento está comprometida em ser o fornecedor mais confiável de bioprodutos farmacêuticos em todo o mundo. Nossas instalações, juntamente com nossos prestadores de serviço externos, fornecedores e parceiros, criam uma rede de fabricação global interdependente, que tem o compromisso de entregar suprimentos de alta qualidade e confiáveis a clientes e pacientes, na hora certa e todas as vezes.


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GSK/ViiV Healthcare lança doc-reality sobre HIV na MTV

PFARMA

Em projeto inédito, pessoas que vivem com HIV vão compartilhar suas histórias de superação do estigma e discriminação

Rio de Janeiro, novembro de 2020 – Na próxima terça-feira, dia 1 de dezembro, é celebrado o Dia Mundial do HIV/AIDS. No Brasil, a pandemia da COVID-19 trouxe um desafio adicional no enfrentamento da doença, com a diminuição da testagem para o HIV. Segundo dados do Ministério da Saúde, até julho, houve um decréscimo de 17% no número de pessoas que iniciaram o tratamento na rede pública em comparação ao mesmo período do ano passado1.

Como uma das ações para aumentar a conscientização sobre o HIV, diagnóstico e combater o estigma e a discriminação, a GSK/ViiV Healthcare, ao lado dos coprodutores Vbrand e CineGroup, estreia na  MTV o doc-reality “Deu Positivo”, protagonizado por pessoas que vivem com HIV. Em três episódios, os participantes vão contar suas histórias reais permeando os temas indetectável = intransmissível, sorofobia e rede de afeto para levar informação à população.

“Ao longo dos anos, a GSK/ViiV Healthcare tem desenvolvido diversas ações para desmistificar questões em torno do tema HIV, especialmente para jovens, entre os quais há um aumento do número de infecções. Com a série “Deu Positivo”, mostramos através de histórias reais que é possível viver com HIV com qualidade de vida e não transmitir o vírus, desde que esteja em tratamento e com carga viral indetectável. Projetos como esse trazem à tona a importância do tema para o enfrentamento do HIV/AIDS no país”, comenta Gunnar Riediger, Diretor da Unidade de Negócios BioTech da GSK Brasil.

“Quando idealizamos o projeto sabíamos a relevância do entretenimento audiovisual para se conectar, de forma autêntica, com a geração Z, na sensibilização da causa do HIV. O resultado dessa jornada de cocriação, de brand entertainment na essência, é essa série emocionante” , explica Fernanda Menegotto, sócia-diretora da Vbrand.

Na estreia, o doc-reality conta a história de Victor Bebiano, um multiartista de 23 anos que, recentemente, tornou público que vive com HIV. Victor namora há dois anos com o cenógrafo e aderecista Guilherme Custódio, formando um casal sorodiscordante. Além do projeto visual encabeçado pelos dois, Victor decidiu gravar uma música e produzir um clipe que apresenta, em formato artístico, a pluralidade de corpos e rostos de pessoas que vivem com HIV. “Enquanto a gente não botar nossa cara e mostrar quem a gente é, mostrar os nossos corpos, nossos rostos, mostrar como a gente vive, as pessoas vão continuar mantendo aquele estereótipo do passado”, afirma ele.

“Nos enche de orgulho contar essas histórias, de estar ao lado dessas pessoas que, acima de tudo, são corajosas, são inspiradoras. E que certamente têm um papel fundamental na conscientização sobre o HIV/AIDS, não apenas no que diz respeito à transmissão do vírus, mas também por contribuírem na destruição da sorofobia a cada dia que passa” comenta Luciana Pires, produtora executiva da Cinegroup.

“A MTV sempre destacou a importância e se manteve envolvida em ações de prevenção ao HIV e, mais do que isso, com foco no combate ao preconceito que existe ao redor dessa questão ainda hoje. Entrar como parceiro desse projeto, reforça nosso compromisso em trazer esclarecimento e informação”, afirma Tiago Worcman, vice-presidente sênior de Marcas de Música e Entretenimento da ViacomCBS América Latina.

Além do doc-reality, a GSK/ViiV Healthcare promove ainda outras ações abordando a importância da testagem e o diagnóstico precoce, como a Campanha “Abrace a Positividade” com a participação de influenciadores para discutir sobre o tema. Outra iniciativa inédita será a Jornada Participathivos, um evento virtual no dia 03 de dezembro, que contará com a presença de profissionais de saúde e um participante do doc-reality “Deu Positivo”. A GSK/ViiV Healthcare também atua com apoiadora de projetos de terceiros para público leigo e profissionais de saúde sobre a conscientização do HIV e para a melhoria do cuidado às pessoas vivendo com HIV.

Sobre o HIV no Brasil

Um dos objetivos da GSK/ViiV Healthcare também é suportar a progressão dos indicadores em relação à meta 90-90-90 da UNAIDS no mundo todo, inclusive no Brasil. Dados do Relatório do Monitoramento Clínico do HIV publicado pelo Ministério da Saúde em 2019 mostram que, em 2018, das pessoas que vivem com HIV no Brasil, 85% já fizeram teste; destas, 78% estão em tratamento e, desse percentual, 93% apresentam supressão viral2.

  • 900 mil pessoas vivem com o vírus no Brasil2 e 87% das pessoas que iniciaram o tratamento em 2018 estão em uso do antirretroviral dolutegravir3;
  • O SUS oferece gratuitamente testes para diagnóstico de HIV. Existem, no Brasil, dois tipos de testes: os exames laboratoriais e os testes rápidos. Os testes rápidos são práticos e de fácil execução; podem ser realizados com a coleta de uma gota de sangue ou com fluido oral, e fornecem o resultado em até 30 minutos4;
  • O Brasil garante acesso universal ao tratamento para HIV e foi reconhecido pela ONU como referência mundial no controle da AIDS5;
  • Cerca de 731 mil pessoas que vivem com o HIV no país fazem uso da terapia antirretroviral em unidades da rede pública de saúde1;
  • Ainda há mais de 134 mil pessoas que ainda não sabem que estão infectadas pelo vírus2.

Doc-reality ‘Deu Positivo’

Estreia: 1º, 2 e 3 de dezembro, às 20h, só na MTV.

Nota de esclarecimento:  As gravações da série Deu Positivo respeitaram os protocolos de segurança de produções audiovisuais, as recomendações das autoridades de saúde e as normas vigentes do poder público para conter a pandemia do Covid-19 em 2020. Toda a equipe e os personagens participantes da série fizeram testes clínicos e todos os exames apresentaram resultado negativo.

Sobre a GSK ViiV Healthcare

A GSK é uma empresa global de saúde com foco em ciência e com um propósito especial de ajudar as pessoas a fazer mais, sentir-se melhor e viver mais. Temos três negócios globais que pesquisam, desenvolvem e fabricam medicamentos inovadores, vacinas e produtos de saúde. Somos uma das empresas de saúde mais inovadoras, confiáveis e com o melhor desempenho do mundo. Para mais informações, acesse www.gsk.com.br

A ViiV Healthcare foi criada em 2009, a partir de uma joint venture entre a GSK e a Pfizer, formando uma companhia global dedicada exclusivamente a tratamentos para o HIV. Em 2012, a japonesa Shionogi completou a sociedade. Atualmente, a GSK detém 76,5% de participação na empresa. Como líder em pesquisa e desenvolvimento de tratamentos para o HIV, a ViiV Healthcare possui operações em mais de 50 países. A GSK é o distribuidor da ViiV Healthcare no Brasil.

Referências:

  1. BRASIL. Ministério da saúde. Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. OFÍCIO CIRCULAR Nº 16/2020/.DCCI/SVS/MS. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/system/tdf/legislacao/2020/portarias_e_oficios_ministeriais/oficio_circular_n_16.2020.dcci_.svs_.ms_.pdf?file=1&type=node&id=67264&force=1>. Acesso em: 01 out. 2020.
  2. BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Relatório de Monitoramento Clínico do HIV 2019. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/system/tdf/pub/2016/67063/relatorio_de_monitoramento_clinico2.pdf?file=1&type=node&id=67063&force=1> Acessado em: 01 out. 2020
  3. PASCOM AR. Ministério da Saúde. Experience with dolutegravir in first line. 1-18;2019.
  4. BRASIL. Ministério da saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Testagem. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/prevencao-combinada/testagem>. Acesso em: 28 ago. 2020.
  5. BRASIL. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Boletim Epidemiológico de HIV/Aids 2019. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2019/boletim-epidemiologico-de-hivaids-2019>. Acesso em: 28 ago. 2020.

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Laboratórios Farmacêuticos, Marketing Farmacêutico





Segmento farmacêutico para pet cresce e mira canal online

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Delegar ou “Delargar”? - ASCOFERJDentro do faturamento total de R$ 20,3 bilhões do mercado pet no ano passado, um dos segmentos que mais cresceu foi o de medicamentos para animais de estimação – registrando alta de 7% ante 2016. Com isso, farmácias de manipulação para este nicho elaboram estratégias para alavancar vendas físicas e online.

Segundo os dados publicados pela Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o gasto com remédios para os pets representou 7,7% da receita bruta desse mercado no ano passado – o equivalente a R$ 1,5 bilhão.

Quem tenta aproveitar este mercado em alto é a rede de farmácias DrogaVet. Com pretensão de chegar a 50 contratos de franquias fechados até o final do ano – hoje são 28 unidades abertas –, a sócia-fundadora do negócio, Sandra Schuster, conta que o movimento de expansão das operações se dará pelos canais físicos e online. “Há um e meio em desenvolvimento, nosso e-commerce está entrando em vigor agora com produtos oftalmológicos”, afirmou a executiva.

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