Arquivo do blog

Blau Farmacêutica atinge receita líquida de R$ 303 milhões

PFARMA

Blau Farmacêutica atinge receita líquida de R$ 303 milhões no 3o trimestre de 2020 e chega a R$ 1,1 bilhão nos últimos 12 meses

A Blau Farmacêutica, uma das principais indústrias farmacêuticas brasileiras do segmento hospitalar, anunciou no dia 09 de outubro seus resultados consolidados para o 3o trimestre de 2020 (3T20) e para os nove meses do ano (9M20). Os resultados demonstram a resiliência da Companhia com 14% de aumento da receita líquida quando comparado ao mesmo período do ano anterior, forte lucratividade, atingindo 25% de margem líquida; e geração de fluxo de caixa. Ainda nesse trimestre, as vendas do mercado privado representaram 77% da receita total, ultrapassando, já no mês de agosto, a venda total do ano de 2019 no mercado privado. Nos últimos 12 meses, a receita líquida totalizou R$ 1,1 bilhão no 3T20.

“Em momentos desafiadores como esse, devido à pandemia COVID-19, manter o foco em criação de valor para os clientes, na capacidade de fornecer medicamentos críticos para a saúde e no compromisso inabalável com nossos colaboradores e com nossos valores, faz toda a diferença. Os constantes investimentos aos longos dos anos em aumento de capacidade produtiva com flexibilidade operacional nos trouxeram a possiblidade de aumentar a produção de diversos produtos de acordo à necessidade dos hospitais, mantendo o abastecimento de medicamentos essenciais nas áreas de unidade de terapia intensiva, anestesiologia, imunologia, hematologia e clínica geral. O resultado está́ impactado pelo mix de produtos, que, mesmo com o aumento de diversos insumos, conseguimos ter expansão de margem. Seguimos aumentando as vendas no mercado privado e ampliando o acesso”, afirma Marcelo Hahn, CEO da Blau Farmacêutica.

Outro fator somado ao crescimento da Blau foi o ritmo de investimentos em PD&I, novos negócios e M&A, além dos investimentos na ampliação de capacidade produtiva, tanto nas unidades fabris já em operação, como nas duas novas plantas em construção. “A aquisição da Pharma Limírio, que realizamos durante a pandemia, mostrou capacidade do time da Blau de identificar oportunidades estratégicas e sermos eficientes na execução e integração. Além desta aquisição, montamos uma subsidiária nos Estados Unidos dedicada a investimentos em centros de coleta de plasma, em linha com a estratégia de verticalização de insumos estratégicos para nossa independência produtiva. E também concluímos a instalação de todos os equipamentos das plantas de insumos biotecnológicos, dentro desta mesma linha de execução da estratégia de verticalização”, destaca Hahn.

Alinhado aos investimentos em PD&I, a Companhia segue registrando novos produtos em todos os países. Do começo do ano até hoje, a Blau registrou nove novos produtos na Anvisa e 20 novos produtos na América Latina, totalizando 193 produtos registrados na Latam.

Fonte: Blau Farmacêutica


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Eurofarma é eleita a melhor farmacêutica pela Época Negócios 360º

eurofarma laboratorio

Companhia também se destacou na primeira posição nas dimensões Sustentabilidade e Visão de Futuro

A Eurofarma sagrou-se campeã da edição 2020 da Época Negócios 360º na categoria Indústria Farmacêutica e Cosméticos, premiação conduzida pela revista Época Negócios,em parceria com a Fundação Dom Cabral.

A pesquisa, considerada uma das mais completas em excelência empresarial do Brasil, avalia as companhias em seis dimensões: Inovação, Sustentabilidade, Visão de Futuro, Governança Corporativa, Pessoas e Desempenho Financeiro. Nesta edição 2020, as empresas avaliadas estão organizadas em 24 setores da economia, cada um com a sua campeã. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Abradilan divulga nota de esclarecimento sobre Operação Monte Cristo

PFARMA

(Texto atualizado em 06/10/2020 às 05:54 pm)

Em relação a Operação Monte Cristo, realizada pelo MP-SP (Ministério Público do Estado de São Paulo), nesta quinta-feira, a Abradilan divulgou a seguinte nota de esclarecimento (reproduzida na íntegra abaixo):

NOTA OFICIAL DE ESCLARECIMENTO/POSICIONAMENTO

A Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan) vem a público esclarecer e se posicionar à respeito da operação deflagrada que está acontecendo hoje (01º de outubro de 2020) pelo Ministério Público de São Paulo, Polícia Federal e Secretaria da Fazenda, que investiga casos de fraude fiscal e sonegação no setor farmacêutico e cita o nome da entidade no envolvimento de fraudes cometidas por grupos empresariais responsáveis pela distribuição de medicamentos no estado de São Paulo e pelo comércio varejista, a partir de redes de farmácias.

A medida contra a Abradilan é um equívoco por parte das autoridades envolvidas. A Abradilan não é uma entidade comercial, mas uma entidade representativa de classe, que tem mais de 140 empresas associadas. A Abradilan não vende, não compra, não estoca produtos, não incentiva qualquer prática não tendo qualquer envolvimento nas ações comerciais de seus membros.

A Abradilan ressalta que apoia toda e qualquer medida que contribua para a transparência no mercado farmacêutico, mas não pode deixar de manifestar surpresa e estranheza com o seu nome no mencionado neste processo.

Conselho Diretivo
Fonte: Abradilan


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Lei dos 30 Dias não é cumprida por falta de regulamentação do Ministério da Saúde

(Texto atualizado em 06/10/2020 às 05:56 pm)

cancer celulas

Responsabilidade é de estados e municípios, mas governo federal não regulamentou a lei com portaria específica, demonstrando descaso com a oncologia

Câncer é uma doença de rápida evolução e que não faz quarentena nem jogo político. Os riscos de morte são maiores e os custos, muito mais altos quando os casos chegam em estágios avançados. Uma das leis a favor de pacientes, a Lei dos 30 Dias, estabelece que exames para a confirmação do diagnóstico de câncer devam ser realizados em até um mês. Seu objetivo é o diagnóstico precoce, o que aumenta as chances de cura e de a doença nunca mais voltar, além de diminuir o impacto na gestão de pacientes oncológicos, com menos tratamentos, gastos e processos judiciais.

A Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA) atua junto ao poder público para garantir os direitos de pacientes, já que as leis não são cumpridas e as taxas de mortalidade na oncologia continuam altas.

Segundo publicação do Diário Oficial, a regulamentação da Lei dos 30 Dias deveria ser feita pelo Ministério da Saúde até 28 de abril, o que nunca aconteceu. A justificativa foi o coronavírus. Mas mesmo antes da pandemia, a auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou espera de até 200 dias para o diagnóstico de câncer, quase sete vezes mais do que a lei garante ao paciente.

Ao ser questionado pela FEMAMA, o Ministério respondeu que já era subentendido que a lei estaria regulamentada por portarias anteriores, como a que institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer, e que a responsabilidade era, agora, dos estados e municípios. Isso realmente é verdade, mas vale reforçar que é responsabilidade do Ministério da Saúde dar direcionamento para que os níveis regionais de poder possam ter uma atuação unificada e garantam aos cidadãos seus direitos ao diagnóstico e tratamento do câncer de forma precoce. Nenhuma das portarias mencionadas pelo Governo Federal, por exemplo, versa sobre um prazo de 30 dias.

A falta dessa orientação deixa dúvidas cruciais como em que parte da jornada do paciente começa e onde termina o prazo dos 30 dias; quem fica responsável pelo registro, notificação, fiscalização e monitoramento da lei; qual é o sistema que unificará e quando ele entrará em operação. Isso tudo inviabiliza a aplicação da lei no sistema público de saúde.

Levantamento com estados e municípios mostra despreparo na oncologia

A realidade é que pacientes esperam por muito tempo para fazer exames e biópsias e os gestores insistem em dizer que não há fila de espera. Essa incongruência veio à tona com o questionamento formal feito pela FEMAMA a estados e municípios por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) após a terceirização de responsabilidade pelo Ministério da Saúde. O resultado, decepcionante, já era esperado por conta do relato de muitos pacientes: há um despreparo das instâncias regionais de poder, que não sabem como implementar a lei, apesar de terem ciência da responsabilidade que lhes foi repassada e da necessidade de diminuir a espera dos pacientes com queixas suspeitas de câncer.

Para entender o tamanho da desorganização, alguns não responderam dentro do prazo, de outros a resposta era vaga e prolixa, citando todos os esforços que realizam continuamente pelo bem de pacientes sem citar especificamente o que foi feito para se ter o diagnóstico precoce. Ainda foram encontrados casos onde o site para registrar reclamações ficou sem funcionar por um período. Poucos realizaram esforços específicos para a Lei dos 30 Dias funcionar. A impressão que fica é que nada foi feito e pacientes continuam tendo que aguardar por meses por seu diagnóstico.

Entre os 17 estados respondentes, somente 47% disseram que estão investindo em melhorias administrativas, de processos e infraestrutura de acesso para atender a lei. A notícia positiva é que, além destes, dois estados (12%) apontaram ter criado um programa de navegação de pacientes – Ceará e Maranhão. O levantamento também consultou diretamente 24 capitais, das quais 12 responderam. Quatro capitais afirmam estar atendendo no prazo de 30 dias – Belém, Fortaleza, Porto Alegre e São Paulo. Embora a maioria alegue que está fazendo o possível para aplicar o prazo correto da lei, quase 30% delas negam a responsabilidade, atribuindo-a ao estado. Embora o estudo seja menos robusto, mostra o empurra-empurra que vem acontecendo.

A FEMAMA possui 70 ONGs associadas em todo Brasil e, ao consultá-las, foi possível identificar que as respostas de alguns dos entes federados discordam das situações relatadas por pacientes. Criciúma (SC) é um exemplo de município que alegou que não há demanda reprimida, filas ou que prazo máximo está sendo respeitado. O caso de uma paciente atendida por uma ONG associada local mostra o contrário. Ela está há quase um mês tentando, sem sucesso, agendar sua consulta com mastologista após uma mamografia que identificou um nódulo. A justificativa do momento é o coronavírus. Nesse meio tempo, ela se mudou para Bento Gonçalves (RS) e, lá, saiu com uma consulta agendada para duas semanas depois, no SUS. Todo processo já ultrapassou 60 dias.

No Rio de Janeiro (RJ), o tempo médio para realização da biópsia até a disponibilização do resultado é de 29 a 35 dias. Porto Alegre (RS) alega que a consulta é marcada antes dos 30 dias, mas o que a lei deveria contemplar é todo o período até o diagnóstico, não só o da consulta nem só o do resultado. Alguns estados até mesmo dizem estar tentando “se virar”, cada um à sua maneira, já que não há um acordo ou investimento nacional partindo do Ministério da Saúde. A solução dada pela maioria dos estados e municípios é que, no caso de o prazo não ser cumprido, pacientes devem procurar a Unidade de Saúde em que foram atendidos e depois recorrerem às Ouvidorias dos Estados e do SUS. Ou seja, um ciclo vicioso sem resolução e sem um mecanismo unificado de fiscalização de cumprimento.

O sistema privado de saúde consegue oferecer diagnóstico e tratamento em um período muito inferior ao estabelecido, mas pacientes do SUS com suspeita de câncer têm uma jornada muito difícil, sem respaldo. Como resultado, a Covid-19 aumentou ainda mais a distância entre os pacientes oncológicos do sistema público e os da rede privada em relação à chance de cura do câncer. Se essa situação não for combatida, tanto os governos estaduais e municipais como o federal serão responsabilizados por essas vítimas. Pacientes não podem esperar o jogo político ficar mais ameno para cuidar de si e tratar do câncer.

Sobre a FEMAMA

A Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama é uma organização sem fins econômicos que trabalha para reduzir os índices de mortalidade por câncer de mama em todo o Brasil, lutando por mais acesso a diagnóstico e tratamento ágeis e adequados. Com foco em advocacy, a instituição busca influenciar a formação de políticas públicas para defender direitos de pacientes, ao lado de mais de 70 ONGs de apoio a pacientes associadas em todo o país. Conheça nosso trabalho: www.femama.org.br


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Grupo Tapajós implementa e-commerce e automatiza processos nas farmácias

PFARMA

Plataforma oferece imagens e informações de produtos para os verejistas

Líder do varejo farmacêutico na Região Norte, o Grupo Tapajós dá mais um passo no processo de transformação digital com a implantação de seu sistema de e-commerce. Para auxiliar nessa jornada, a companhia acaba de fechar uma parceria com a Simplus, empresa de tecnologia especializada em automação de cadastro de produtos, que fornece informações e imagens de produtos de mais de 5 mil marcas.

Para agilizar a criação do canal e oferecer uma experiência de compra aprimorada, a plataforma disponibiliza fotos em diversos formatos, além da descrição completa dos medicamentos e produtos de higiene e beleza. “Estamos apostando em inovações digitais para consolidar nossa posição de referência no Norte do país. E a rica base de dados do Simplus nos ajudará a acelerar esse processo”, comemora Fernando Ferreira, diretor de marketing, vendas e consumer experience do Grupo Tapajós.

Com a tecnologia Simplus, a companhia também terá a informações como, relatório de verificação do código de barras, dados fiscais (CEST e NCM), logísticos e comerciais dos produtos. Sempre que um descritivo ou imagem sofrer alguma alteração, o Grupo Tapajós será comunicado por e-mail, para que possa atualizar seu e-commerce.

“As marcas atualizam cerca de 20% do portfólio por ano, por isso nós desenvolvemos um processo de manutenção, que mantém a última versão do produto na nossa plataforma. Com isso, garantimos a distribuição correta e atualizada das informações e imagens do portfólio dos nossos clientes para que os consumidores tenham a melhora experiência de compra em todos os canais de vendas. Isso gera mais receita para a indústria e para o varejo, pois previne trocas, devoluções e insatisfação dos clientes”, ressalta Wellington Machado, CEO da Simplus.

Sobre o Grupo Tapajós 

Líder no mercado farmacêutico na Região Norte do país, o Grupo Tapajós atua no setor de distribuição, com seis centros instalados nas cidades de Manaus, Belém, Porto Velho e Boa Vista. No varejo, mantém as redes de drogarias Santo Remédio, FlexFarma e FarmaBem. São mais de 125 lojas com produtos e serviços exclusivos, como salas clínicas e espaços dedicados à beleza, a dermocosméticos e os segmentos pet e fitness. Além disso, oferece os programas de fidelidade Mais Descontos e o Clube+, com mais de 900 mil clientes cadastrados.

Sobre a Simplus

A Simplus é a primeira  empresa de tecnologia especializada em automação do cadastro, que acelera negócios entre mais de 5 mil marcas e 800 varejos de todo o país, dos segmentos alimentício, construção e homecenter, eletroeletrônico e farmacêutico. Por meio da plataforma, centraliza informações completas e imagens de mais de 70 mil produtos, somando 4 milhões de atributos cadastrados em 1800 categorias acessadas por mais de 20 mil usuários.


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





ANVISA atualizada relação de Denominações Comuns Brasileiras – DCB

PFARMA

Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa, publicada nesta quarta-feira (12/8), incluiu 22 novas nomenclaturas à relação de DCBs.

Mais 22 nomenclaturas passam a fazer parte da relação de Denominações Comuns Brasileiras (DCBs). A inclusão dessas denominações à lista foi oficializada com a publicação, no Diário Oficial da União (D.O.U.) desta quarta-feira (12/8), da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 411/2020. A atualização é realizada periodicamente pela Anvisa e está prevista na Agenda Regulatória 2017-2020.

Denominação Comum Brasileira é o nome dado ao fármaco – ou princípio farmacologicamente ativo – aprovado pelo órgão federal responsável pela vigilância sanitária, no caso do Brasil, a Anvisa. A partir da introdução do registro eletrônico, a DCB adquiriu uma concepção mais ampla, com a inclusão da denominação de insumos inativos, soros hiperimunes e vacinas, radiofármacos, plantas medicinais, substâncias homeopáticas e biológicas.

Essas denominações são utilizadas nos processos de registro, rotulagens, bulas, licitação, importação, exportação, comercialização, propaganda, publicidade, informação, prescrição, dispensação e em materiais de divulgação didáticos, técnicos e científicos em todo o país.

No portal da Agência, há um ambiente dedicado ao tema, que disponibiliza a relação consolidada das Denominações Comuns Brasileiras e também o Manual das DCBs, com informações sobre regras e padrões das denominações utilizadas no país.

Acesse a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 411/2020 e conheça as 22 novas nomenclaturas – http://portal.anvisa.gov.br/legislacao#/visualizar/429072

Fonte: Anvisa


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Johnson & Johnson recebeu 13 prêmios relacionados ao ambiente de trabalho em 2019

(Texto atualizado em 06/07/2020 às 02:51 pm)

johnson e johnson j e j

Em 2019 a Johnson & Johnson recebeu 13 prêmios por criar um ambiente de trabalho feliz, saudável e diverso para aqueles que trabalham com a missão de transformar a história da saúde na humanidade.

Dentre eles estão:

TOP Companies LinkedIn
TOP 50 Companies Open Startups
22 empresas mais humanizadas do Brasil
GPTW For All Mulher
GPTW 10 empresas que se destacam em políticas LGBTQI+
GPTW Melhores empresas para se trabalhar no Brasil
GPTW Primeira Infância
GPTW 10 melhores empresas para PCDs
GPTW Melhores empresas para se trabalhar em SP
InfoJobs Best CEO
InfoJobs Best Place to Work
Gartner Supply Chain
TOP 10 Carreira dos sonhos – Média e Alta liderança


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Importação de produtos farmacêuticos cresce 77% em Goiás

PFARMA

(Texto atualizado em 16/04/2020 às 12:01 pm)

Os produtos farmacêuticos lideraram a lista de importações em Goiás no mês de janeiro e dados da balança comercial brasileira apontaram que a indústria farmoquímica no Estado está mais aquecida em 2020.

Segundo os índices divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, do montante de US$ 324,9 milhões gastos nas importações do Estado, US$ 115,7 milhões são insumos do setor farmacêutico. O valor representa um crescimento de 77,35% em relação ao mês de janeiro do ano passado.

Goiás sedia o segundo maior pólo farmoquímico do Brasil. Localizado a 60km de Goiânia, em Anápolis, o distrito abriga seis indústrias farmacêuticas e outras 17 do setor químico. O grande potencial da região atrai investidores de todas as partes do país, como é o caso da Distribuidora de Medicamentos e Produtos de Saúde – FUTURA, com sede no Rio de Janeiro. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica





Reajuste do preço dos medicamentos 2020

(Texto atualizado em 14/03/2020 às 02:38 pm)

custo medicamentos

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) deve aprovar um reajuste entre 3,15% e 5,13% para os medicamentos em 2020.

No dia 9 de março foi publicado em Diário Oficial da União (DOU) o Fator de Ajuste de Preços Relativos Entre Setores (Fator Y) em 1,20%.

O índice definido pela CMED vale a partir de abril. O percentual não é um aumento automático nos preços, mas uma definição de teto permitido de reajuste, ou seja, cada empresa pode optar pela aplicação do índice total ou menor, a depender das estratégias comerciais.

Para chegar ao índice, a CMED observa fatores como a inflação dos últimos 12 meses (IPCA), a produtividade das indústrias de medicamentos (X), custos não captados pela inflação, como o câmbio e tarifa de energia elétrica (Y) e a concorrência de mercado (Z).

Para exercer o direito ao ajuste, as empresas fabricantes devem encaminhar as informações de vendas realizadas no segundo semestre do ano passado e informar qual percentual de ajuste pretendem aplicar, não podendo ultrapassar o máximo autorizado para cada classe de medicamentos.

A CMED publica, mensalmente, no site da Anvisa, a lista com os preços de medicamentos nas diferentes alíquotas de ICMS incidentes. Em caso de descumprimento dos preços máximos permitidos ou de aplicação de ajuste em um índice superior ao máximo definido, as empresas infratoras ficam sujeitas a penalidades que podem variar entre 649 a 9,7 milhões de reais.

Preço do Medicamento

Desde 2015, o Ministério da Saúde, a Anvisa e os demais Ministérios que compõem a CMED adotam critérios para melhor adequar o índice à realidade do mercado farmacêutico, favorecendo a concorrência. A fórmula de cálculo, aprovada por consulta pública, garante maior transparência, por detalhar toda metodologia de cálculo do ajuste; segurança, por utilizar apenas fontes oficiais e públicas; previsibilidade, por determinar datas de divulgação dos fatores; e maior racionalidade, por estimar com precisão a concorrência de mercado e por usar fontes que refletem melhor todo o mercado brasileiro de medicamentos.

CMED

Criada em 2003, a CMED é um órgão interministerial, presidido pelo Ministério da Saúde, que tem, dentre outras atribuições, a competência para definir diretrizes e procedimentos relativos à regulação econômica do mercado de medicamentos, estabelecer critérios para a fixação e ajuste de preços, bem como zelar pela proteção dos interesses do consumidor desses produtos, podendo, inclusive, decidir sobre aplicação de penalidades.

A CMED estabelece limites para preços de medicamentos, adota regras que estimulam a concorrência no setor, monitora a comercialização e aplica penalidades quando suas regras são descumpridas, garantindo assim o direito do consumidor de obter o melhor preço de medicamentos no país. Além disso, ela é responsável também pela fixação e monitoramento da aplicação do desconto mínimo obrigatório para compras públicas.

Fonte: CMED


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Segmento farmacêutico para pet cresce e mira canal online

medicamento veterinario pet

Delegar ou “Delargar”? - ASCOFERJDentro do faturamento total de R$ 20,3 bilhões do mercado pet no ano passado, um dos segmentos que mais cresceu foi o de medicamentos para animais de estimação – registrando alta de 7% ante 2016. Com isso, farmácias de manipulação para este nicho elaboram estratégias para alavancar vendas físicas e online.

Segundo os dados publicados pela Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o gasto com remédios para os pets representou 7,7% da receita bruta desse mercado no ano passado – o equivalente a R$ 1,5 bilhão.

Quem tenta aproveitar este mercado em alto é a rede de farmácias DrogaVet. Com pretensão de chegar a 50 contratos de franquias fechados até o final do ano – hoje são 28 unidades abertas –, a sócia-fundadora do negócio, Sandra Schuster, conta que o movimento de expansão das operações se dará pelos canais físicos e online. “Há um e meio em desenvolvimento, nosso e-commerce está entrando em vigor agora com produtos oftalmológicos”, afirmou a executiva.

Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico





Seja bem-vindo(a) ao blog da M2Farma.

Neste espaço reunimos notícias sobre assuntos regulatórios e o varejo farmacêutico.

Nosso trabalho é facilitar a burocracia técnica, saiba mais.

Siga-nos:

📫 Receba por e-mail

Receba as últimas notícias sobre varejo farmacêutico, ANVISA, Farmácia Popular e Convênios PBM direto no seu e-mail:





Do NOT follow this link or you will be banned from the site!

📬 Receba as últimas notícias sobre o varejo farmacêutico, Farmácia Popular, ANVISA, convênios PBM e mais: