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Pazuello garante compra de vacina da Janssen

(Texto atualizado em 14/04/2021 às 09:52 am)

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, nesta quinta-feira (7), que o governo federal vai comprar doses da vacina contra a Covid-19 que estão sendo produzidas pela norte-americana Janssen, divisão farmacêutica  da Johnson & Johnson.

Em pronunciamento no Palácio do Planalto, Pazuello fez elogios ao imunizante que está sendo desenvolvido pela Janssen, destacando que seus técnicos afirmam se tratar da “melhor negociação”. Contudo, ele disse que “infelizmente” só foram oferecidas 3 milhões de doses ao Brasil a partir do abril ou maio. “Para não deixar dúvida, nós comparemos a vacina da Janssen”, ressaltou.

O ministro disse também que o governo federal está em negociação com o laboratório Moderna, mas citou que a dose do imunizante é de US$ 37 –seriam necessárias duas por pessoa — e que a previsão inicial de entrega a partir de outubro de 2021. Em comparação, o custo da vacina da AstraZeneca negociada pelo governo federal, que será produzida pela Fiocruz, é de US$ 3.

Assim como fez em pronunciamento na véspera em cadeia nacional de rádio e TV, Pazuello novamente se queixou das exigências da Pfizer para a venda ao Brasil. Ele citou quatro condicionantes apresentadas, entre elas a isenção de responsabilidade por eventuais efeitos colaterais pela vacina, e ainda mencionou a baixa quantidade de doses que poderiam ser ofertadas.

“Isso tudo obviamente faz com que a gente não consiga contratar a Pfizer”, avaliou. “Queremos que a Pfizer nos dê o tratamento compatível com o nosso país, amenize essas cláusulas. Não podemos assinar dessa forma”, reforçou. Em nota, a Pfizer afirmou que as cláusulas que estão sendo negociadas “estão em linha com os acordos que fechamos em outros países do mundo – inclusive na América Latina.

O ministro disse ainda que está em negociações com a União Química a fim de que a vacina russa Sputnik V possa vir a ser fabricada no Brasil e comprada pelo governo. Ele não deu detalhes sobre as quantidades que estão sendo discutidas.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Abradilan garante abastecimento de farmácias de forma ininterrupta

Abradilan garante abastecimento de farmácias

A Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan) informou que os seus 141 associados, que constituem 81 grupos farmacêuticos, cobrem 90% dos municípios brasileiros e atendem 90% das farmácias do País.

Vinicius Andrade, presidente da entidade, fala sobre a atuação dos associados: “Aproximadamente 65% de tudo o que é comercializado pelo varejo farmacêutico passa pela Abradilan. Quando falamos em medicamentos genéricos e similares, 45% de tudo que é comercializado no Brasil é abastecido pela Abradilan. O crescimento é constante e muitos associados estão expandindo e atuando em até nove estados”.

De acordo com o executivo, o diferencial da empresa é que ela conhece a fundo a regionalidade dos mercados e garante que os medicamentos cheguem aos pontos de venda, de forma que as farmácias abasteçam o consumidor final ininterruptamente.

Além disso, o distribuidor vende mais do que a caixa de medicamento, se preocupando com a saúde financeira da farmácia, investindo na qualificação do varejista. Essa atenção faz parte do planejamento estratégico da Abradilan há anos, já que o desafio das independentes é justamente a gestão e o acesso à informação.

“O distribuidor é o grande elo e o grande transportador de informação. Precisamos atuar como verdadeiros consultores para prosperar e gerar valor ao cliente, fornecedor e funcionários. Não pode ser uma relação transacional, só de compra e venda”, completa Andrade.

Em relação à inadimplência no setor de distribuição, o presidente da Abradilan informa que está no melhor momento, o que significa que a saúde financeira das farmácias independentes está melhor do que antes e foi impulsionada pela pandemia.

Veja também: Conferência da Febrafar em parceria com Abradilan é adiada para 14 e 15 de abril

Fonte: Revista da Farmácia


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Laboratório espanhol garante que descobriu como retardar Alzheimer

(Texto atualizado em 22/09/2020 às 05:51 pm)

O laboratório espanhol Grifols anunciou esta manhã num congresso de ensaios clínicos, a decorrer em Barcelona, ter encontrado uma fórmula que retarda a doença deAlzheimer a doentes que tenham ainda um diagnóstico moderado.

De acordo com a empresa, o ensaio clínico chamado Ambar, que dura há mais de uma década e que tem sido levado a cabo em Barcelona, Espanha, e nos EUA, revelou resultados muito positivos, demonstrando grande significância estatística.

“Os resultados nos doentes com Alzheimer moderado demonstraram um abrandamento na progressão da doença de 61%, atingindo dois objetivos principais: eficácia estabelecida, melhoria cognitiva, e a capacidade de realizar atividades da vida diária durante os 14 meses de tratamento “, revelou a empresa num comunicado que emitiu e que foi já publicado na comunicação social espanhola.

“No grupo de doentes em estado leve de Alzheimer, os resultados também sugerem uma desaceleração no progresso da doença, embora esta diferença não alcance tanta significância estatística como a anterior”, sublinhou a farmacêutica.

A investigação dos catalães demonstrou ser possível estabilizar a progressão da doença neurodegenerativa através da remoção periódica de plasma do doente, utilizando a técnica de plasmaferese, substituindo assim o uso de uma solução de albumina, um processo conhecido como troca de plasma, explicou a empresa.

“Este tratamento baseia-se na hipótese de que a maioria do beta-amilóide, uma proteína que se acumula nos cérebros de pessoas com Alzheimer, circula no plasma ligado à albumina. Ao remover a depuração plasmática do péptido beta-amilóide que seria conseguida a partir do cérebro para o plasma, seria possível limitar o efeito da doença sobre as funções cognitivas”, refere a empresa.

“Estes resultados abrem uma nova era no tratamento da doença de Alzheimer. Continuaremos a explorar o potencial das proteínas plasmáticas e da renovação do plasma em estudos posteriores “, disse Víctor Grífols Roura, presidente da Grifols.

“Estamos muito felizes com os resultados tanto pelo progresso que fizemos como pelo que representam para a sociedade”.

O projeto Ambar está em estudo há mais de uma década. A última fase contou com a participação de 496 pacientes de 41 hospitais (20 na Espanha e 21 nos Estados Unidos).

Cerca de 50 milhões de pessoas sofrem de demência e cerca de 10 milhões de novos casos são registados a cada ano, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, e a doença de Alzheimer, que é a forma mais comum de demência, é responsável por 60% dos casos.

Em 2050, espera-se que afete 152 milhões de pessoas. Atualmente não há tratamento que possa curar essa patologia ou reverter sua evolução progressiva.

Fonte: Diário de Notícias


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