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As doenças ginecológicas recorrentes no verão. Candidíase não está sozinha

Sem os devidos cuidados, o verão nem sempre pode ser amigo da saúde feminina, especialmente quando doenças como candidíase resolvem

(Texto atualizado em 12/03/2021 às 12:47 pm)

Sem os devidos cuidados, o verão nem sempre pode ser amigo da saúde feminina, especialmente quando doenças como candidíase resolvem dar as caras.

Para evitar esses desconfortos, o ginecologista Domingos Mantelli tem algumas dicas. “Trocar os biquínis úmidos por secos, apostar em roupas leves como saias e vestidos e, principalmente, buscar orientação médica sempre que notar algo errado”, aconselha.

Mas vamos entender um pouco mais das quatro principais doenças ginecológicas que costumam trazer incômodo para as mulheres na época mais quente do ano.

Candidíase

Mesmo não sendo considerada uma doença sexualmente transmissível (DST), o fungo do gênero “cândida”, causador da candidíase, pode ser transmitido no ato sexual.

Alguns dos sintomas são coceira e dores vaginais, tanto no ato de urinar quanto no ato sexual. Também pode ocorrer corrimento de cor branca e com um odor cítrico.

O tratamento requer o uso de medicação antifúngica, presente nas apresentações oral e creme.

Tricomoníase

O parasita Trichomonas vaginalis é o causador da doença, com transmissão por meio do ato sexual, um corrimento de cheiro ruim e cor amarelo-esverdeada. Também causa inflamação na vagina.

Caso não haja tratamento, que é feito por via oral, a doença pode levar à infertilidade e ao câncer no colo do útero.

Vaginose bacteriana

O principal sinal do contágio é um corrimento que pode aparecer nas cores amarela ou branco-acinzentada. Esse muco, que possui cheiro forte, tende a piorar durante as relações sexuais e no período menstrual.

A vaginose causa ardor e coceira, com tratamento por via oral ou creme.

Infecção urinária

Com a possibilita de atingir qualquer parte do sistema urinário, a infeção é comum nas mulheres devido ao tamanho da uretra. Alguns dos sintomas são ardência ao urinar, muita vontade de ir ao banheiro, urina escura e com cheiro forte, dores pélvicas e retais. Em casos graves, pode sair sangue no ato de urinar.

Como evita-las

Agora que você já conhece essas doenças na teoria, está na hora de aprender como não precisar conhecê-las na prática. Para isso, veja as dicas.

-Prefira utilizar calcinhas de algodão e roupas frescas, como saias e vestidos

-Mantenha os pelos pubianos baixos para facilitar a higienização

-Também não descuide da higiene íntima, usando sabonete neutro ou íntimo e indicado por seu ginecologista

-O uso regular e descuidado de papel higiênico pode causar irritação

-Não deixe suas calcinhas secando em lugar fechado e úmido, prefira áreas onde for possível secar ao sol

-Não dívida objetos de uso individual, como sabonete, lingerie e toalhas

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





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