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PEC da Febrafar movimenta meio bilhão de reais em outubro

PEC da Febrafar movimenta meio bilhão de reais em outubro

O Programa de Estratégias Competitivas (PEC) desenvolvido pela Febrafar, um dos mais amplos programas de fidelidade do país criado para as redes de farmácias afiliadas, obteve números significativos em outubro.

Resultados de outubro

O programa ultrapassou 30 milhões de cadastros na base total, com mais de 1,5 milhão de novos CPFs registrados. Além disso, as vendas gerais registradas no PEC somaram mais de R$ 555 milhões de reais, em 7,9 milhões de transações que tiveram um tíquete médio de mais de R$ 70.

O diretor operacional da Febrafar, Ney Santos, comenta: “O PEC está prestes a completar uma década de existência e, nesse período, ele se modernizou, sempre pensando em oferecer a melhor experiência para os clientes das farmácias e resultados efetivos nos negócios das farmácias. Atingir essas metas apenas comprovam que os esforços foram acertados”.

Programa de fidelidade (PEC)

O programa de fidelidade tem como objetivo oferecer uma política de preços competitiva por meio da concessão individualizada dos descontos, considerando as características específicas de cada medicamento.  Ele é operado por um sistema de CRM com milhões de clientes cadastrados, o que permite a realização de ações de relacionamento e gestão da fidelidade.

Além disso, a Febrafar também oferece às redes a possibilidade de uso de um aplicativo integrado ao sistema que permite aos consumidores receberem ofertas exclusivas, cupons de descontos e a realização de pedidos de medicamentos e demais produtos para entrega.

Veja também: Venda de genéricos cresce 11% no terceiro trimestre de 2020

Fonte – Revista da Farmácia


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Os resíduos de medicamentos e os danos ao meio ambiente e à saúde

O Brasil está entre os países do mundo inteiro onde mais se acumulam resíduos de medicamentos, nas residências. O pior é que o seu descarte, em ampla maioria, é feito de forma incorreta. As consequências disto são os danos ao meio ambiente e consequentemente à saúde. Os resíduos químicos dos medicamentos, quando liberados no sistema de esgoto pelos usuários, contaminam a água que, depois, retorna à população.

Já quando ganham o lixo comum, os resíduos vão parar no aterro, comprometendo a qualidade do solo. E, mais uma vez, é a água que sofre perdas e as repassa à população. Isto, porque os componentes químicos descartados no lixo não raramente alcançam os lençóis freáticos, poluindo os seus reservatórios. As autoridades estão preocupadas com a resistência microbiana associada ao descarte incorreto de medicamentos. A logística reversa é a alternativa para a solução do problema, segundo expectativas do governo brasileiro.

Os resíduos de medicamentos (danos ao meio ambiente e à saúde) são o tema da “Entrevista Farmacêutica”. Para falar sobre resíduos medicamentosos e seus danos à saúde, convidamos o DR. JOSÉ LUIS MALDONADO. Farmacêutico formado pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e doutorando em Saúde Pública, com foco em Farmacoterapia Baseada em Evidências, DR. MALDONADO possui experiência na área regulatória e em produção de medicamentos, com ênfase em controle de qualidade. Ele é o coordenador técnico do Conselho Federal de Farmácia (CFF). Leia mais ›


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Legislação e regulamentações





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