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Regulamentação da telemedicina faz disparar o uso da prescrição digital nas drogarias brasileiras

Regulamentação da telemedicina faz disparar o uso da prescrição digital nas drogarias brasileiras

Mais de 22 mil farmácias já aderiram à plataforma de prescrição digital da Memed desde o início da pandemia

A pandemia provocou uma série de mudanças importantes, entre elas, a forma como os médicos fazem as prescrições e também como as pessoas compram seus medicamentos de uso contínuo ou que são receitados após uma teleconsulta, modalidade que emergiu nesse cenário. As farmácias também tiveram que se adaptar para receberem a receita digital e dispensarem os medicamentos usando o novo formato do documento. De acordo com a Memed , heathtech de prescrição digital, o que antes era somente um piloto, restrito às grandes redes, já é uma realidade em mais de 22 mil drogarias em todo país. A plataforma da Memed é 100% gratuita para médicos e drogarias e suas receitas podem ser assinadas por diversos tipos de certificados padrão ICP-Brasil , seguindo todos os padrões e orientações do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Farmácia (CFF).

A adesão à receita digital não é uma exclusividade das grandes redes detentoras das principais bandeiras de farmácias do Brasil, abrange também as chamadas redes independentes. São já 867 diferentes bandeiras no Brasil. São Paulo é Estado com maior número de bandeiras aceitando (318), Minas Gerais aparece na segunda colocação (124), seguido de Paraná (101) e Rio Grande do Sul (100). No caso das farmácias independentes, 49 das 58 lojas (84,48%) associadas à Febrafar (Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias) já fazem uso da plataforma da Memed. Leia mais ›


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Legislação e regulamentações, ANVISA





Brasileiro gastou R$ 121 bi nas farmácias em 2019

Brasileiro gastou R$ 121 bi nas farmácias em 2019

Em 2019 os brasileiros gastaram R$ 121 bilhões nas farmácias. Desse total, R$ 84 bi foi com medicamentos. O restante foram produtos para higiene pessoal, bem-estar, cosméticos e demais produtos vendidos nas chamadas “drugstore”. Com esse volume de vendas no ano passado, o faturamento das farmácias cresceu 7,6% em relação à 2018.

Os dados são do Estudo de Mercado Institucional da IQVIA, analisados pela Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar). A estimativa para 2020 é de que o crescimento seja de 10% sobre 2019. Ainda de acordo com o levantamento, 30% dos medicamentos vendidos são aqueles que não precisam de prescrição médica.

Na opinião do presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado de Pernambuco (Sincofarma-PE), Oséas Gomes, o setor de farmácias tem crescido por causa da incapacidade dos governos em oferecer saúde à população. “O que mais se vê são pessoas em busca de medicamentos nas farmácias públicas. Se elas não encontram precisam comprar. É uma questão de vida ou morte. Enquanto os governos não oferecerem saúde de qualidade, o setor irá crescer”, analisa Gomes. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Resolução do CFF regulamenta a publicidade nas atividades profissionais do farmacêutico

(Texto atualizado em 06/08/2019 às 10:33 am)

No Diário Oficial da União (DOU) do último dia 02.10, o Conselho Federal de Farmácia publicou a Resolução 658, discutida previamente em Plenário e que disciplina os limites éticos da propaganda, publicidade e anúncios profissionais do farmacêutico. Nesse caso, considera-se propaganda, publicidade ou anúncio, qualquer divulgação relativa à atividade profissional oriunda ou promovida pelo farmacêutico, independentemente do meio de divulgação.

E, conforme previsto pelo Art. 2 da Resolução, é obrigação do farmacêutico observar os princípios éticos de sua profissão na publicidade, propaganda ou anúncio. O profissional inserido nas propagandas, publicidades ou nos anúncios apresentados em todas as formas de comunicação conhecida, seja escrita, falada, audiovisual, digital, virtual e afins, deverá solicitar a inserção obrigatória de seu nome e inscrição profissional de forma clara, explícita, legível ou audível, observadas a sua integridade e consistência visual, evitando-se alterações ou interferências que gerem interpretação, compreensão ou visualização confusa ou inadequada.

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O farmacêutico pode divulgar os cursos, capacitações e atualizações que participou e títulos que possua em área de atuação reconhecida pelo Conselho Federal de Farmácia. E a participação do farmacêutico na divulgação de assuntos de seu âmbito profissional requer que o conteúdo apresente evidências científicas, e objetive o esclarecimento, a educação da população e o interesse público.

O CFF estabeleceu vedações ao farmacêutico no âmbito da publicidade, propaganda ou anúncio de suas atividades profissionais, como:

Divulgar especialidade ou área de atuação não reconhecida pelo CFF;

Anunciar títulos científicos que não possa comprovar e/ou especialidade e área de atuação para a qual não esteja qualificado;

Anunciar ou divulgar técnicas, terapias de tratamento e área da atuação, que não apresentem evidências científicas, assim como instalações e equipamentos que não tenham seu registro validado pelos órgãos competentes;

Adulterar dados visando beneficiar-se individualmente ou a instituição/ estabelecimento que representa, assessora ou integra;

Acumpliciar-se a práticas lesivas ao consumidor e à saúde;

Fazer afirmações e citações ou exibir tabelas e ilustrações relacionadas a informações que não tenham sido extraídas ou baseadas em publicações de órgãos e entidades oficiais, de uso tradicional reconhecido, de valor acadêmico com fundamento em literatura consolidada e/ou baseada em publicações ou evidências científicas;

Deixar de prover o cliente ou seu responsável de informação de qualidade, confiável e rastreável cientificamente;
Omitir a declaração de conflitos de interesses quando palestrante em eventos, sendo obrigatório informar o recebimento de apoio e patrocínios de órgãos e empresas.

Confira a Resolução na íntegra clicando aqui.

Fonte: CFF com informações do CRF


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Mercado farmacêutico





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