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Funcionalidade nos sites de orgãos públicos

Funcionalidade nos sites de orgãos públicos

Você já tentou acessar o link de algum site público atualmente, seja ele da ANVISA, INMETRO, Ministério da Agricultura, Governo Federal ou outro qualquer?

É impressionante o volume de links que simplesmente não funcionam ou que guiam o interessado para um assunto totalmente diverso daquele pra o qual ele busca informações.

Quando esse tipo de evento acontece, é de se imaginar que ao informar o responsável pelo site ou pelas informações ou pelo departamento responsável, a funcionalidade do link será restaurada e as informações ou formulários ou seja lá qual for o destino a que o link deveria levar o interessado será restaurado, correto?

Não. Por incrível que pareça, os usuários têm que insistir por semanas a fio até que alguém atente e resolva ou, ao menos, enderece o problema.

Muitas vezes, esse tipo de problema acontece porque as Agências ou Ministérios ou Institutos alteram a aparência dos sites e simplesmente desconsideram a manutenção da funcionalidade dos links. Outras vezes, pode ser um erro de sistema.

De qualquer forma, o tempo que os interessados têm que esperar por uma solução simplesmente é inadmissível. Especialmente considerando-se que muitos processos tornaram-se 100% dependentes de tais acessos. Não tê-los equivale e não realizar as tarefas necessárias.

Tratar esse tipo de assunto com o habitual descaso a que estamos acostumados a ver o serviço público responder às demandas do mercado e da sociedade civil organizada, em geral, não torna o Brasil mais atraente a investidores e não anima os empresários locais a investir.

É obrigação dos entes públicos a manutenção da funcionalidade dos sites (com seus links), devidamente municiados de informações confiáveis e relevantes. É o mínimo que a sociedade pode esperar do Poder Público.

Fonte: Saúde Business


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Mercado farmacêutico





77% dos brasileiros se automedicou nos últimos 6 meses

77% dos brasileiros se automedicou nos últimos 6 meses

Também foi observado que 22% dos entrevistados que utilizaram medicamentos nos últimos seis meses tiveram dúvidas, mesmo em relação aos medicamentos prescritos

Uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), por meio do Instituto Datafolha, constatou que a automedicação é um hábito comum a 77% dos brasileiros que fizeram uso de medicamentos nos últimos seis meses. Quase metade (47%) se automedica pelo menos uma vez por mês, e um quarto (25%) o faz todo dia ou pelo menos uma vez por semana. Inédita na história dos conselhos de Farmácia, a pesquisa investigou o comportamento dos brasileiros em relação à compra e ao uso de medicamentos, e servirá para subsidiar uma campanha nacional de conscientização, em comemoração ao dia 5 de maio, o Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos.

Leia o relatório completo aqui.

O estudo detectou ainda uma modalidade diferente de automedicação, a partir de medicamentos prescritos. Nesse caso, a pessoa passou pelo profissional da saúde, tem um diagnóstico, recebeu uma receita, mas não usa o medicamento conforme orientado, alterando a dose receitada. Esse comportamento foi relatado pela maioria dos entrevistados (57%), especialmente homens (60%) e jovens de 16 a 24 anos (69%). A principal alteração na posologia foi a redução da dose de pelo menos um dos medicamentos prescritos (37%). O principal motivo alegado foi a sensação de que “o medicamento fez mal” ou “a doença já estava controlada”. Além disso, para 17%, o motivo que justificou a atitude foi o custo do medicamento – “ele é muito caro”.

Dúvidas e automedicação

Também foi observado que 22% dos entrevistados que utilizaram medicamentos nos últimos seis meses tiveram dúvidas, mesmo em relação aos medicamentos prescritos, principalmente no que diz respeito à dose (volume e tempo) e a alguma contraindicação contida na bula. O mais grave é que cerca de um terço dos entrevistados não procurou esclarecer as dúvidas e, desses a maioria parou de usar o medicamento. Depois do médico, a internet e a bula são as principais fontes de informação para sanar dúvidas relacionadas ao uso de medicamentos. Os farmacêuticos (que prescreveram ou dispensaram o medicamento) foram a quarta fonte mais consultada, tendo sido citados por 6% dos entrevistados.

Ainda em relação ao uso de medicamentos sem prescrição, a frequência da automedicação é maior entre o público feminino. Isso porque mais da metade das entrevistadas (53%) informou utilizar medicamento por conta própria, pelo menos uma vez ao mês. Os mais conscientes em relação à importância de se orientar com um profissional da saúde antes de usar qualquer medicamento são os moradores da Região Sul, onde 29% dos entrevistados declaram não utilizar medicamentos por conta própria, sem prescrição. A maioria das pessoas entrevistadas afirmou que se automedica quando já usou o mesmo medicamento antes (61%). A facilidade de acesso ao medicamento foi outro fator determinante, principalmente entre o público jovem, de 16 a 24 anos (70%).

Familiares, amigos e vizinhos foram citados como os principais influenciadores na escolha dos medicamentos usados sem prescrição, nos últimos seis meses (25%), embora, 21% dos entrevistados tenham citado as farmácias como a segunda fonte de informação e indicação. “Vamos trabalhar para que a população entenda que ela tem ao seu alcance, nas farmácias, um profissional da saúde especialista em medicamentos, que é o farmacêutico. Muita gente não sabe, mas o farmacêutico pode inclusive prescrever os medicamentos isentos de prescrição (MIPs). É sempre mais seguro contar com o auxílio desses profissionais do que utilizar medicamentos por conta própria”. Assim, comenta o presidente do Conselho Federal de Farmácia, Walter da Silva Jorge João.

Medicamentos mais usados

Por meio da pesquisa foram identificados, também, os medicamentos mais utilizados pelos brasileiros nos últimos seis meses. É surpreendente o alto índice de utilização de antibióticos (42%), somente superado pelo porcentual declarado para analgésicos e antitérmicos (50%). Em terceiro lugar ficaram os relaxantes musculares (24%). O uso de antibióticos foi maior nas regiões Centro-Oeste e Norte (50%). Os medicamentos utilizados nos últimos seis meses com prescrição, em sua maioria, foram indicados pelos médicos (69%), mas a prescrição farmacêutica, regulada pelo Conselho Federal da Farmácia (CFF) em 2013, pela Resolução/CFF n° 586/2013, foi citada por 5% dos entrevistados.

Aquisição e descarte dos medicamentos

A maioria dos brasileiros (88%) compra os medicamentos que utiliza, sendo que 30% consegue esses produtos na rede pública/SUS. Outras maneiras citadas foram o uso de amostras grátis ou doações. Contudo, a obtenção de medicamentos na rede pública/SUS é maior entre pessoas com mais de 60 anos (50%) e entre moradores da Região Sul (41%). Com exceção dos medicamentos para diabetes (insulina, hipoglicemiantes orais), é mais comum a compra dos demais.

Além disso, a pesquisa apurou também qual é a forma mais usual de descarte dos medicamentos que sobram ou vencem, e 76% dos entrevistados indicaram maneiras incorretas para a destinação final desses resíduos. Pelos resultados da pesquisa, a maioria da população descarta sobras de medicamentos ou medicamentos vencidos no lixo comum. Quase 10% afirmaram que jogam os restos no esgoto doméstico (pias, vasos sanitários e tanque.

O perigo da automedicação dos idosos contra o coronavírus 

Foto: Shutterstock

Fonte: CFF


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Impacto da quarentena nos setores de cuidados pessoais no Brasil

Impacto da quarentena nos setores de cuidados pessoais no Brasil

Levantamento da Kantar mostra ainda como os brasileiros têm se comportado no último mês, quando o primeiro caso de Covid-19 foi registrado no País

Com as atuais medidas de contenção da pandemia COVID-19 e a recomendação de quarentena, o mundo inteiro está se precavendo para amenizar os efeitos do vírus e mudanças nos hábitos de consumo e compra têm surgido. A 2º Edição do Termômetro de Consumo da Kantar, aponta que 78% dos brasileiros buscam sair de casa somente para o necessário, além de estarem mais preocupados com a saúde.

Por exemplo, em janeiro e fevereiro de 2020, em comparação com o mesmo período do ano anterior, 784 mil lares a mais compraram analgésicos, 330 mil passaram a comprar vitaminas, especialmente a C, e 224 mil lares se tornaram compradores de antigripais. Além disso, 27% dos brasileiros alegam buscar alimentos saudáveis e 22% buscam por produtos de limpeza. Neste cenário, novas formas de consumo surgem e deliveries de supermercados se tornam uma escolha para 7% da população nacional.

Impacto da quarentena: menos maquiagem e lavagem dos cabelos

Outra mudança importante é o aumento do home office: 23% dos brasileiros já dizem estar trabalhando remotamente e essa ação traz consequências em hábitos já muito estabelecidos, como os de cuidado pessoal. Se mensurarmos os impactos, podemos dizer que mais de um bilhão de ocasiões estão em risco, já que 21% das ocasiões de uso dessa cesta são voltadas para o ato de se arrumar para ir ao trabalho ou à escola e 4% voltadas para o ato de sair e socializar. Por exemplo, nos Estados Unidos, a maquiagem enfrenta potencial de perda nas ocasiões de uso devido aos diferentes hábitos de quem trabalha dentro e fora de casa. Só lá, pode ser de 402 milhões de ocasiões a menos. Além disso, outros costumes como lavar o rosto e os cabelos poderão sofrer algumas mudanças. Na China, por exemplo, a hashtag #NoHairWash tornou-se popular.

Na divisão por gênero, as diferenças são ainda mais relevantes, onde 15 categorias voltadas para mulheres têm potencial para serem impactadas, como sabonetes líquidos e em barra, maquiagens e removedores, cremes dentais, hidratantes faciais e corporais, depiladores e lâminas, desodorantes, fragrâncias e demais produtos para estilização, cuidado íntimo e banho. Já entre os homens, somente sete categorias devem perder ocasiões de uso: xampus, produtos para banho, creme dental, ferramentas para estilização, fio dental, fragrância e antisséptico bucal. “As mudanças nos hábitos em relação à barba tendem a ser importantes, considerando que 32% dos homens afirmam se barbear estritamente por motivos profissionais. O consumo de desodorantes também está em risco, considerando que 40% de suas ocasiões de consumo no Brasil são relacionadas a se preparar para trabalhar ou ir à escola”, analisa a Managing Director Brasil da Kantar, Elen Wedemann.

Expectativas do período pós quarentena

O que vai diferenciar o impacto negativo no consumo dessas categorias não será somente o tempo de duração da quarentena, mas como o shopper irá ressurgir após passar por essa experiência transformadora. De acordo com dados da Kantar na China, os legados dessa crise trarão atitudes mais conservadoras. Além da maior atenção aos benefícios dos produtos e busca por aparelhos desinfetantes, surgem novas atitudes e comportamentos que irão permear o consumo a partir de agora, alinhadas com conceitos como economia para tempos difíceis, redução de gastos desnecessários, busca por prazeres instantâneos e valorização de momentos e ações que não podem ser comprados. Entre eles, mais tempo com a família e amigos, maior espiritualização e melhora como ser humano.

A pesquisa da Kantar na China sinaliza as despesas que podem aumentar são as com prevenção contra epidemias, vestuário, cosméticos, remédios, alimentos, bebidas, ginástica, salões de beleza, limpeza doméstica, seguros de vida e médicos, suplementos nutricionais, cuidados pessoais, refeições e entretenimento fora de casa, turismo e ações ou gestão de patrimônio.

A Kantar está acompanhando de perto esse momento de transformação. Veja as publicações disponibilizadas de forma contínua no site https://br.kantar.com/covid-19/.

 

Foto: Shutterstock

Fonte: Kantar

 


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Vida acelerada dos consumidores impacta nos negócios

(Texto atualizado em 14/04/2020 às 10:57 am)

Pesquisa aponta como consumidores e empresários encaram a era da conectividade

Grandes mudanças estão acontecendo no plano pessoal e social e as pessoas estão passando por transformações drásticas em seus valores, percepções e formas de relacionar com si e com o mundo. Que tipo de ser humano está sendo construído nesse novo contexto de transformação digital e qual impacto esse cenário provoca no consumo e relacionamento com as marcas? Para trazer essas respostas, a Officina Sophia Minds & Hearts, empresa pertencente à HSR Specialist Researchers, desenvolveu a pesquisa Uma Vida Conectada para entender como as pessoas estão se relacionando com a velocidade das transformações e se estão se sentindo beneficiadas com esse novo cenário.

Para a maior parte das 2.650 pessoas entrevistadas em todo o Brasil, com idade entre 18 e 49 anos, das classes ABC, a velocidade não é inimiga da perfeição. O estudo detectou que 60% dos respondentes admitem que estão fazendo as coisas de forma mais rápida e melhor do que há cinco anos, e este índice eleva-se entre os mais jovens (69%). Mais do que isso, elas acreditam que, de maneira geral, estamos todos nos sentindo beneficiados e nos transformando com o momento atual. Leia mais ›


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CFF abre Consulta Pública sobre Cuidado Farmacêutico nos Suplementos Alimentares

(Texto atualizado em 22/10/2019 às 06:33 pm)

O Plenário do Conselho Federal de Farmácia (CFF), reunido em Brasília/DF, durante a 474ª Sessão Plenária realizada nos dias 27 e 28 de setembro de 2018, no primeiro dia deliberou, por unanimidade, submeter à Consulta Pública (nº 05/2018), a proposta de elaboração de uma Proposta de Resolução que dispõe sobre o cuidado farmacêutico relacionado a suplementos alimentares e demais categorias de alimentos na farmácia comunitária, consultório farmacêutico e estabelecimentos comerciais de alimentos.

As opiniões e sugestões devem ser encaminhadas em formulário próprio até o dia 12 de outubro de 2018


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Permitidos no Brasil e proibidos lá fora. De olho nos cosméticos e produtos de higiene

Permitidos no Brasil e proibidos lá fora. De olho nos cosméticos e produtos de higiene

Quando fazemos uso de itens de higiene achamos que eles irão nos ajudar, certo? Pois na fórmula de muitos desses produtos escondem-se inúmeros perigos para a nossa saúde.

São vários os tipos de produtos que entram em contato com a nossa pele diariamente, como sabonete, xampu, creme hidratante, maquiagem, creme dental, etc. Mas os componentes químicos encontrados nesses itens de higiene pessoal e cosméticos podem ser bastante nocivos.

De acordo com uma reportagem da BBC, a União Europeia proibiu 1,3 mil substâncias. Já a Anvisa, que também tem a sua própria lista de substâncias proibidas baseada na listagem europeia, nem sempre incorpora esses itens imediatamente.

Confira, a seguir, algumas substâncias que, embora nocivas para a saúde, são encontradas nos cosméticos brasileiros.

 

Substâncias perigosas

Sabemos que é difícil ler os rótulos dos produtos e, ainda mais, compreendê-los. Mas esteja atento porque informação é um “remédio” fundamental para cuidarmos da saúde.

 

Ftalatos

São um tipo de substância usada para deixar os plásticos mais maleáveis. Na cosmetologia, são encontrados em esmaltes, a fim de que a sua cobertura não fique quebradiça. Também podem ser usados como fixadores e estabilizantes em desodorantes.

O problema é que não existem garantias de que os ftalatos sejam seguros. Aliás, há evidências de que eles interfiram na produção de hormônios, visto que a sua exposição a longo prazo tem um efeito cumulativo.

A União Europeia já baniu os ftalatos da produção de cosméticos, sendo aceitos apenas traços dessa substância, que é quando ela migra para o produto, em baixíssima concentração, por ter sido usada na embalagem.

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