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Prescrições eletrônicas serão aceitas pelas farmácias brasileiras

PRESCRIÇÃO ELETRÔNICA

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se manifestou favorável à utilização de assinatura digital em receituários de medicamentos que contenham substâncias da Lista C1 e C5 e dos adendos das Listas A1, A2 e B1 da Portaria SVS/MS n° 344/98, bem como para a prescrição de medicamentos antimicrobianos.

A aceitação das receitas eletrônicas, inclusive de alguns medicamentos controlados pelas farmácias brasileiras, é um marco para todo o setor.  “A partir de agora, receitas legíveis e acessáveis contribuirão para aumentar a segurança ao processo de prescrição/dispensação”, declara Walter da Silva Jorge João, presidente do CFF.

Em 10 de dezembro de 2019, representantes da Anvisa participaram de uma das reuniões do Grupo Interinstitucional de Trabalho (GIT) de Farmácia Digital, do CFF, durante a qual foram debatidos temas relacionados a prescrição eletrônica de medicamentos controlados. “Na ocasião, dialogamos sobre o conteúdo da Nota Técnica em elaboração e a mesma foi enviada, por e-mail, no dia 18 de dezembro, para a Gerência de Produtos Controlados”, detalha a vice-coordenadora do GIT e assessora da presidência do CFF, Josélia Frade. Durante a reunião, também foram apresentadas experiências com prescrição eletrônica.

No final de janeiro (30/01), representantes do GIT estiveram na Anvisa e prosseguiram com a discussão sobre o tema em questão. No dia 20 de fevereiro de 2020, a Anvisa encaminha ao CFF o Ofício nº 7/2020 que responde a consulta realizada pela instituição informando sobre a possibilidade de utilização de assinatura digital, em receituários de medicamentos sujeitos a controle especial.

A Anvisa destaca não haver restrição à utilização de receitas assinadas digitalmente para os medicamentos antimicrobianos  e para substâncias da Lista C1 e C5 e dos adendos das Listas A1, A2 e B1 da Portaria SVS/MS n° 344/98. Todas as receitas digitais, para serem válidas, deverão estar assinadas digitalmente usando a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras (ICP-Brasil).

O coordenador do GIT/Farmácia Digital do CFF, Eugênio Zimmer Neves, destaca que será preparado um material informativo para esclarecer sobre as formas de proceder durante a recepção, validação, dispensação e guarda das prescrições eletrônicas.

Para o presidente do CFF, os farmacêuticos precisam se empenhar muito nas iniciativas de transformação digital da saúde. “No GIT/Farmácia Digital temos contado com a participação de muitas instituições, permitindo um diálogo muito enriquecedor para a profissão. Para fazer gestão em saúde e prestar serviços é cada vez mais necessário ter padrões definidos que permitam troca de  informações. Os farmacêuticos brasileiros estão e estarão empenhados em tornar os tratamentos ainda mais seguros e efetivos por meio da aplicação das tecnologias”.

Veja o posicionamento recebido pelo CFF, da Gerência-Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (GGMON) sobre a possibilidade de assinatura digital em receituários de medicamentos sujeitos controle especial.

Fonte: Comunicação do CFF

O Manual ONA das Organizações Prestadoras de Serviços de Saúde, em sua Versão 2018, trouxe inúmeros requisitos novos aplicáveis às subseções de Atendimento ao Cliente, em especial à Assistência Farmacêutica, que precisam ser incorporados pelas organizações de saúde (que já estão Acreditadas ou buscam pela Acreditação).

Conhecer quais são as ações e a serem implementadas pela equipe assistencial e da Farmácia/Almoxarifado é primordial para que a organização esteja alinhada ao que será exigido nos próximos 4 anos de vigência desta versão do manual.

O profissional que investir em sua capacitação em relação a este tema será considerado referência em sua organização, pois terá o conhecimento do significado de cada requisito e o que é exigido nas visitas de avaliação em relação à Internação.


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





A satisfação do paciente pode ser afetada pelas características do paciente e dimensões de qualidade

Satisfação do paciente

Um estudo publicado na famosa revista International Journal for Quality in Health Care, buscou examinar a relação entre as características dos respondentes e as dimensões percebidas da qualidade dos cuidados de saúde para a satisfação geral do paciente em atendimento ambulatorial.

No projeto, um questionário sobre a percepção da qualidade da assistência à saúde foi enviado a pacientes em atendimento ambulatorial. Todos os centros médicos no condado de Östergötland (Suécia) foram envolvidos.

Um total de 7.245 pacientes com 20 anos ou mais responderam à pesquisa e forneceram suas próprias avaliações do atendimento.

Leia também: A experiência do paciente é diferencial estratégico dos serviços de saúde

A satisfação global do paciente foi a medida considerada principal como avaliação geral do atendimento no centro médico. A relação entre as características dos respondentes, dimensões de qualidade e satisfação global foi examinada por meio de regressão linear.

Estes foram os resultados gerais:

  • Pacientes mais jovens em atendimento de emergência foram o grupo menos satisfeito (54%);
  • Pacientes mais velhos com excelente estado de saúde foram o grupo mais satisfeito (90%).
  • Pacientes com percepção de melhor estado de saúde e pacientes com menos educação estavam mais satisfeitos do que pacientes com mais educação ou pior estado de saúde.
  • As duas dimensões mais fortemente associadas positivamente à satisfação global foram receber a ajuda médica esperada e ser bem tratado pelo médico.
  • Esperar na recepção sem obter informações correlacionou-se negativamente com a satisfação do paciente.
  • A participação na tomada de decisão médica correlacionou-se positivamente.

Ao usar uma população completa de pacientes, incluindo todos os tipos de especialidades médicas, os autores identificaram um conjunto de características comuns de respondentes e dimensões de qualidade que estão relacionadas à satisfação global em atendimento ambulatorial hospitalar.

Tais dados podem ser úteis para melhor compreensão e melhoria da qualidade dos serviços prestados às diferentes populações.




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