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Quais os medicamentos controlados para coronavírus segundo a lei?

Em virtude da pandemia de coronavírus diversos estudos sobre medicamentos para tratar a COVID-19 têm sido feitos.
Porém, até hoje, nenhum medicamento se mostrou realmente eficaz no combate à doença ou ao vírus causador.

Entretanto, os médicos precisam tratar as pessoas doentes na tentativa de salvar o máximo de vidas possíveis e minimizar o sofrimento de seus pacientes. Os médicos valem-se do uso de drogas que agora tornaram-se medicamentos controlados pelo coronavírus.

Até o momento, não existem evidências robustas que possibilitem a indicação de uma terapia farmacológica específica para a COVID-19.

Desde o final de 2019 estão sendo conduzidos estudos que buscam alternativas para o tratamento da doença. Alguns estudos avaliaram medicamentos antivirais, corticosteroides, antimaláricos e anti-hipertensivos como inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA) e bloqueadores do receptor de angiotensina. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, ANVISA





Notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas não será mais pelo NOTIVISA

Notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas não será mais pelo NOTIVISA

(Texto atualizado em 19/09/2019 às 11:07 am)

Em nota publicada esta semana pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), estabeleceu-se uma mudança de sistema para notificações de eventos adversos resultantes do uso de medicamentos e vacinas: do NOTIVISA para o VigiMed.

Esta substituição se deu por meio de um contrato entre a Agência e o Uppsala Monitoring Centre (UMC), Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Monitoramento Internacional de Medicamentos, no último dia 18.

Este feito também é resultante da parceria entre a Gerência Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (GGMON) com o UMC, um centro vinculado à OMS o qual é responsável por operacionalizar o programa de gerenciamento de medicamentos internacional.

O VigiMed é uma versão do sistema VigiFlow, adotado pela OMS, o qual recebe as notificações dos eventos adversos. A nova ferramenta adotada funcionará como um software de farmacovigilância focada nos medicamentos, a qual trará os seguintes benefícios:

  • Melhor organização do fluxo de notificações;
  • Maior precisão nos relatórios brasileiros relativos à notificação de eventos adversos com medicamentos.

O VigiMed substituirá o sistema NOTIVISA apenas em questão da notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas. E tal mudança será feita gradualmente, sendo prevista para ter início até o final deste ano.

Fonte: ANVISA


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ANVISA





CFF aprova resolução pelo cuidado farmacêutico inclusivo

(Texto atualizado em 16/09/2019 às 12:24 pm)

O Conselho Federal de Farmácia (CFF) aprovou nesta quinta-feira, dia 25 de outubro, a resolução que estabelece as diretrizes para o cuidado farmacêutico às pessoas com deficiência. Com a iniciativa, o CFF espera inserir os farmacêuticos de todo o país no processo de inclusão pelo acesso pelo direito à saúde integral para todos, sem exceção. Na oportunidade, participamos da oficina “Sentindo na pele, a inclusão começa em mim”. De acordo com a Dra. Karla Danielle Luz, que ministrou a oficina ao lado da Dra. Deuzilane Nunes, “o CFF é o primeiro conselho de classe que atenta para a urgência da atuação profissional para as pessoas com deficiência. Isso é histórico, isso precisa ser marcado”.

Os conselheiros foram convidados a vivenciar a experiência das pessoas com deficiência auditiva e visual, que fazem parte da parcela da população que será contemplada com a nova normativa aprovada em plenário. Eles foram convidados a andar em cadeira de rodas e a vendar seus olhos para sentir a dificuldade que essas pessoas têm, por exemplo, ao entrar em uma farmácia ou receber a prescrição de um medicamento, compreender as orientações para utilizá-lo da forma correta.

Karla Luz agradeceu, emocionada, ao apoio e ao trabalho do CFF. “Depois de quase 20 anos lutando pela inclusão é realmente emocionante e muito gratificante viver esse momento aqui. Agora as pessoas que estão lá no interior melhores condições para cuidar da sua saúde. Vocês não têm ideia da dimensão do ato de vocês! É um novo capítulo na história da inclusão no Brasil, e ele foi todo escrito aqui”, completou.

“O farmacêutico tem um papel muito importante no cuidado à saúde e deve estar sensível e envolvido na missão de fazer com que o atendimento que ele realiza seja inclusivo, que faça a diferença no bem-estar e na qualidade de vida de todas as pessoas, sem exceção”, disse o presidente Walter Jorge João.

Fonte: Comunicação do CFF


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Carreiras e oportunidades





Eventos adversos serão notificados pelo VigiMed

(Texto atualizado em 29/05/2019 às 12:32 pm)

Anvisa assina contrato com centro colaborador da OMS para utilização de novo sistema de notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas.

Na última quinta-feira (18/10), a Anvisa assinou um contrato com o Uppsala Monitoring Centre (UMC) — Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Monitoramento Internacional de Medicamentos — para a utilização de um novo sistema de notificação de eventos adversos relacionados ao uso de medicamentos e vacinas, o VigiMed. A previsão é que o início da utilização do sistema ocorra até o final deste ano.

A nova ferramenta funcionará como um software de farmacovigilância com foco em medicamentos. Isto vai permitir organizar melhor o fluxo de notificações, possibilitando a criação de relatórios mais precisos sobre a notificação de problemas com medicamentos no Brasil.

O VigiMed é uma versão do sistema VigiFlow, utilizado pela OMS para o recebimento de notificações de eventos adversos. A adoção do novo sistema pela Anvisa é o resultado de uma parceria da Gerência Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (GGMON) com o UMC, um centro vinculado à OMS que operacionaliza o programa de monitoramento internacional de medicamentos.

Substituição

Coordenado pela Gerência de Farmacovigilância (GFARM), o VigiMed substituirá o Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária (Notivisa), somente em relação à notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas. A transição entre os sistemas ocorrerá de forma gradual. A previsão é que o início da utilização do VigiMed como novo sistema da Anvisa ocorra até o final deste ano.

Fonte: ANVISA


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