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Software de serialização contribui para minimizar perdas com falsificação de medicamentos

(Texto atualizado em 27/08/2020 às 09:08 pm)

rastreabilidade medicamentos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente 10% dos medicamentos em todo o mundo são falsificados. O número é ainda mais alarmante nos países emergentes, girando em torno de 30% a 40%.

Com um software de serialização, a indústria minimiza os riscos de falsificação e imprevistos, durante o processo de distribuição. Mas como escolher essa tecnologia? A rfxcel, líder global em soluções de segurança e rastreabilidade da cadeia de suprimentos farmacêuticos, elencou três fatores primordiais para essa decisão.

Dica 1: Analise três áreas importantes

Considere os requisitos técnicos e o atendimento do fornecedor, em seguida o processo de implementação do produto e, por fim, a equipe e a parceria de longo prazo.

Dica 2: Tecnologia

Além dos recursos, os clientes devem avaliar a capacidade do software de manipular dados. É importante verificar se a tecnologia dispõe de validação e verificação continuas de informações. Um produto com essa característica permite a correção de erros que podem surgir durante o processo.

Outra preocupação a ser levada em conta é a hospedagem do sistema. Boa parte das companhias mantém os programas em uma nuvem de acesso público e com recursos computacionais compartilhados, o que força o cliente a aceitar atualizações de acordo com a conveniência do fornecedor. Neste caso, deve-se optar por uma hospedagem privada, na qual o contratante tem total autonomia para gerenciar os recursos, configurações e realizações de testes específicos.

Dica 3: Processo e Produto

Certifique-se que a equipe de fornecedor ofereça um sistema totalmente validado. Vale requisitar ao seu time de qualidade a revisão de todos os documentos e processos antes da implementação, pois muitas companhias mudam esses procedimentos, o que pode causar problemas com atrasos.

Antes da contratação, examine cuidadosamente o modelo de precificação de serviços. Muitos cobram por duração do projeto, o que gera taxas extras na fatura final. O contrato deve ter preço fixo com um cronograma previamente estipulado.


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





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