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Sindusfarma lança ‘impostômetro’ para medicamentos

impostômetro sindusfarma tributos medicamentosO Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma) vai lançar um “impostômetro” nos próximos dias para medir o volume de impostos pagos pelos brasileiros na aquisição de medicamentos, por classe terapêutica e Estado. Desenvolvida em parceria com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a ferramenta estará disponível no site da entidade e poderá ser consultada pelos consumidores. “Vamos mostrar imposto por imposto, Estado por Estado”, disse o presidente-­executivo do Sindusfarma, Nelson Mussolini.

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Medicamentos terão novo reajuste

novo reajuste medicamentosFarmacêuticos não esperavam mais um aumento para 2015

A indústria farmacêutica diminuirá o repasse dos descontos para as farmácias e nos próximos 60 dias o consumidor pagará mais caro pelos medicamentos. A medida é resultado da alta de custos de produção impulsionado pela alta do dólar, da gasolina e dos gastos com energia. No mês de abril, a Cmed autorizou reajuste, que varia de 4% e 7%, nos preços dos produtos. Os farmacêuticos não esperavam mais um aumento para este ano.

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Sindusfarma avalia que aumento de 193% em taxas da Anvisa impacta mercado e poderá reduzir descontos nas farmácias

reajuste anvisa taxas reduzir descontosO reajuste de até 193,55% nas taxas cobradas das indústrias farmacêuticas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), determinado ontem (2/9) pelo governo, pressiona ainda mais os custos das empresas e poderá reduzir os descontos nos preços dos medicamentos nas farmácias. A avaliação é do Sindusfarma – Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo, entidade que representa 206 empresas nacionais e internacionais que detêm mais de 95% do mercado de medicamentos no país.

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Mudança no PIS/Cofins pode elevar em 6,18% preço de medicamentos

medida provisória mercado farmacêuticoA medida provisória 668, que eleva a alíquota do PIS/Cofins sobre produtos importados, poderá causar um aumento de 6,18% no preço de medicamentos, segundo a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma).

O texto, que integra o pacote de ajuste fiscal do governo federal, deverá ser votado a partir da próxima terça-feira (19/05) pela Câmara dos Deputados. Leia mais ›


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Reajuste no preço de medicamentos varia de 5% a 7,7%

reajuste aumento preço remédiosA decisão tem validade para mais de nove mil produtos

Foi publicado nesta terça-feira (31/03) no Diário Oficial da União resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) estabelecendo reajuste de 5% a 7,7%, de acordo com o produto.
A Cmed determinou três faixas de aumento. O reajuste mais alto, de 7,7%, será para medicamentos da classe em que a participação dos genéricos no faturamento é igual ou superior a 20%. Mais da metade dos medicamentos está nessa categoria.
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Reajuste nos medicamentos já é sentido no bolso do consumidor

reajuste preço  medicamentos bolso consumidorA regulação atinge 9.120 medicamentos e definiu três níveis de ajustes

As farmacêuticas estão autorizadas a adotar a prática desde a última terça-feira (31/03), quando a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) publicou resolução no Diário Oficial da União. A regulação atinge 9.120 medicamentos e definiu três níveis de ajustes: 7,7% (um); 6,35% (dois); e 5% (três).

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Redes absorvem aumento para conquistar clientes

(Texto atualizado em 06/07/2015 às 05:02 pm)

tecnicas_vendasApós o reajuste de 5% a 7,7% no Preço Máximo ao Consumidor (PMC) de medicamentos em abril, muitas farmácias ainda mantêm valores próximos aos praticados antes. O índice regula o teto a ser cobrado por remédios, mas, para atrair clientes, várias redes repassam apenas uma parcela do acréscimo para o consumidor final. Os dados são da MultiFarmas, plataforma que monitora preços do setor na internet.

Segundo David Almeida, sócio da empresa, a maioria dos varejistas limitou a alta em 50% a 70% do reajuste permitido. “Comprar pela internet ficou ainda mais interessante nesse momento, quando os e-commerces conseguem segurar o aumento”, explica David Almeida, sócio da MultiFarmas. Para as farmácias, manter os preços mais baixos significa conquistar novos clientes e fidelizar antigos. Em geral, a medida é adotada enquanto os estoques ainda não foram repostos.

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Farmácias seguram reajuste dos medicamentos

(Texto atualizado em 01/06/2015 às 09:10 am)

Farmácias seguram reajustePesquisa mostra que só 50% do aumento foi repassado para o consumidor

Após o reajuste de 5% a 7,7% no Preço Máximo ao Consumidor (PMC) de medicamentos em abril, muitas farmácias ainda mantêm valores próximos aos praticados antes. O índice regula o teto a ser cobrado por medicamentos, mas, para atrair clientes, várias redes repassam apenas uma parcela do acréscimo para o consumidor final. Os dados são da plataforma que monitora preços do setor na internet, MultiFarmas.

Segundo o sócio da empresa, a maioria dos varejistas limitou a alta em 50% a 70% do reajuste permitido. “Comprar pela internet ficou ainda mais interessante nesse momento, quando os e-commerces conseguem segurar o aumento”, explica. Para as farmácias, manter os preços mais baixos significa conquistar novos clientes e fidelizar antigos. Em geral, a medida é adotada enquanto os estoques ainda não foram repostos.
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Entenda as mudanças no reajuste de preço dos medicamentos

(Texto atualizado em 01/06/2015 às 08:53 am)

mudanças reajuste preço medicamentosSaiba explicar o aumento no valor dos produtos para seus clientes

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (CMED) fixou em 6% o ajuste anual médio do preço máximo dos medicamentos. O índice se mantém abaixo da inflação dos últimos 12 meses, cujo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado de março de 2014 até fevereiro de 2015 foi de 7,7%. Para a fixação do valor são seguidos critérios técnicos definidos na Lei Federal 10.742/2003, que consideram a produtividade da indústria, a variação de custos dos insumos e a concorrência dentro do setor, além da inflação do período.

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Aumento dos preços dos medicamentos do Farmácia Popular

(Texto atualizado em 29/01/2016 às 10:13 am)

o-preco-valor-dos-remedios-medicamentos-do-farmacia-popular-aumentaram-subiramO recente reajuste de preços dos medicamentos, que chegou até a 5,68% levantou dúvidas sobre os produtos que participam do programa Aqui Tem Farmácia Popular.
A grande questão é se os remédios que fazem parte do programa sofrerão também alteração de valores.

A informação oficial, emitida pela equipe responsável pelo Farmácia Popular em Brasília, é de que Leia mais ›


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