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Termo contribui para adequação à lei de logística reversa

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Documento prevê o compartilhamento de informações e esforços que possam contribuir com o cumprimento das legislações ambientais acerca da logística reversa de produtos eletroeletrônicos e suas embalagens

Mais um passo foi dado pela ABIMED – Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde na busca por contribuir com seus associados ao atendimento à lei de obrigatoriedade da implantação de sistemas de logística reversa em âmbito nacional. Foi firmado um acordo de cooperação entre a entidade e a ABREE – Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos, visando facilitar o atendimento às necessidades individuais dos associados, de acordo com o disposto na legislação pertinente, tais como a implantação de um sistema de logística reversa de eletroeletrônicos e suas embalagens e o acompanhamento das demandas ambientais relacionadas ao gerenciamento de resíduos sólidos.

A parceria também busca proporcionar mais conhecimento sobre a lei por meio da oferta de palestras, seminários, compilação de materiais, reuniões, dentre outras atividades nas esferas pública e privada.

“Esta ação tem o objetivo de contribuir para que os associados da ABIMED possam se adequar ao disposto nas legislações ambientais acerca da logística reversa de produtos eletroeletrônicos e suas embalagens, sendo que a Associação reforça a recomendação de que cada associado gerador de resíduos de equipamentos eletromédicos, que não sejam os eletroeletrônicos definidos na lei, adotem e executem as ações previstas em seu respectivo programa de gestão de resíduos sólidos”, diz o gerente de Ralações Institucionais e Governamentais Regional São Paulo da ABIMED, Fabio F. Mazza.

“A parceria com a ABIMED é muito importante para a ABREE, que é a mais representativa entidade gestora do setor, sendo responsável por definir e organizar o gerenciamento de resíduos sólidos de 152 marcas do mercado brasileiro. Com mais de 1.300 pontos de recebimento espalhados por todo o Brasil para dar alternativas para os consumidores criarem a cultura de descartar corretamente seus produtos pós-consumo e por meio de parcerias estratégicas, como esta, trabalhamos para a criação de um ecossistema sustentável de logística reversa no Brasil”, afirma a gerente executiva da ABREE, Mara Ballam.

Sobre a ABIMED

A Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde (ABIMED) congrega empresas nacionais e multinacionais que representam cerca de 65% do setor de equipamentos e dispositivos médicos no Brasil (0,6% do PIB nacional). A Associação tem como princípio contribuir para a promoção de um ambiente saudável, sustentável e propício à inovação tecnológica e à competitividade de suas associadas nos mercados local e global, bem como contribuir para o desenvolvimento do setor de saúde no Brasil, com foco no paciente, propiciando à população brasileira acesso a tecnologias de saúde inovadoras e de alta performance. A ABIMED possui em seu DNA a ética e a transparência que pautam sua atuação na representação da indústria, sendo a primeira entidade do setor a lançar um Código de Conduta para seus associados.

Sobre a ABREE

Fundada em 2011, a ABREE, ou Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos, é uma entidade gestora sem fins lucrativos, que define e organiza o gerenciamento de resíduos sólidos, implementando sistemas coletivos de logística reversa e promovendo economia de grande escala ao reduzir os custos operacionais e de transações. Com 44 Associados, que representam 152 marcas, a ABREE é responsável pelo gerenciamento do sistema através da contratação, fiscalização e auditoria dos serviços prestados por terceiros, para a implementação de sistemas coletivos de logística reversa, além de contribuir com informações para todos os envolvidos da cadeia que são responsáveis para a viabilização da logística reversa de eletroeletrônicos e eletrodomésticos no país.


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





SP pode punir fabricante sem logística reversa

(Texto atualizado em 11/03/2019 às 01:46 pm)

A partir de hoje começa a valer em São Paulo uma regra que pune empresas instaladas no Estado que não tenham apresentado ao governo um plano com informações detalhadas para a coleta do lixo resultante de seus produtos ou embalagens, bem como a destinação correta desses itens. Entre as penalidades, está o bloqueio da licença ambiental para companhias que não tenham o chamado programa de logística reversa.

Além disso, a empresas irregular será alvo de penas progressivas: começando por advertência, passando por multa e embargo, chegando à suspensão das atividades.

Os setores empresariais atingidos por esse regulamento são os mais diversos – fabricantes de alimentos, bebidas, produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, produtos de limpeza e afins, e de tintas imobiliárias; óleo lubrificante automotivo e embalagens plásticas; baterias automotivas; pilhas e baterias portáteis; lâmpadas; pneus; agrotóxicos; óleo comestível; filtro de óleo lubrificante automotivo; produtos eletroeletrônicos de uso doméstico; medicamentos. Leia mais ›


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