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A gestão correta dos resíduos dos serviços de saúde (RSS)

(Texto atualizado em 03/06/2019 às 12:25 pm)

Infectious waste must be disposed of in the trash bag

Quanto aos riscos ao meio ambiente destaca-se o potencial de contaminação do solo, das águas superficiais e subterrâneas pelo lançamento de resíduos de serviços de saúde em lixões ou aterros controlados que também proporciona riscos aos catadores, principalmente por meio de lesões provocadas por materiais cortantes e/ou perfurantes, e por ingestão de alimentos contaminados, ou aspiração de material particulado contaminado em suspensão.

Os resíduos de serviços de saúde são os produzidos pelas atividades de unidades de serviços de saúde (hospitais, ambulatórios, postos de saúde, etc.). Incluem os resíduos infectantes (classe A) como culturas, vacinas vencidas, sangue e hemoderivados, tecidos, órgãos, perfurocortantes, animais contaminados, fluídos orgânicos; os resíduos especiais (classe B), rejeito radioativo, resíduos farmacêuticos e resíduos químicos; e os resíduos comuns (classe C), das áreas administrativas, das limpezas de jardins, etc.

Eles constituem os resíduos sépticos os que contêm ou potencialmente podem conter germes patogênicos. São produzidos em serviços de saúde, tais como: hospitais, clínicas, laboratórios, farmácias, clínicas veterinárias, postos de saúde, etc. Este resíduo é constituído de agulhas, seringas, gazes, bandagens, algodões, órgãos e tecidos removidos, meios de culturas, animais usados em teste, sangue coagulado, luvas descartáveis, filmes radiológicos, etc.

Para o Estado, são definidos como geradores de resíduos de serviços de saúde todos os serviços relacionados com o atendimento à saúde humana ou animal, inclusive os serviços de assistência domiciliar e de campo; laboratórios analíticos de produtos para a saúde; necrotérios, funerária e serviços onde se realizem atividades de embalsamamento, serviços de medicina legal, drogarias e farmácias inclusive as de manipulação; estabelecimentos de ensino e pesquisa na área da saúde, centro de controle de zoonoses; distribuidores de produtos farmacêuticos, importadores, distribuidores, produtores de materiais e controles para diagnóstico in vitro, unidades móveis de atendimento à saúde; serviços de acupuntura, serviços de tatuagem, dentre outros similares.

NBR 12807 de 05/2013 – Resíduos de serviços de saúde – Terminologia define os termos empregados em relação aos resíduos de serviços de saúde. O acondicionamento é o ato de embalar resíduos de serviços de saúde, de acordo com a natureza e classe de risco, de forma a garantir ou oferecer segurança em todas as etapas de gerenciamento intra e extraunidade. O agente infectante ou infeccioso é um agente biológico, micro-organismo ou parasita, capaz de produzir infecção ou doença infecciosa e o agente biológico são as bactérias, fungos, vírus, clamídias, riquétsias, micoplasmas, príons, parasitas, linhagens celulares, outros organismos e toxinas.

O agente carcinogênico é uma substância, mistura, agente físico, químico ou biológico cuja inalação, ingestão ou absorção cutânea possa desenvolver câncer ou aumentar sua frequência. A contaminação é a presença de organismos patogênicos, substâncias tóxicas ou outros agentes, em condições que possam afetar a saúde humana, animal e o meio ambiente e os contaminantes químicos de interesse à saúde são a substância química presente no solo acima dos valores de referência nacionais ou internacionais. Se a substância química for provável, possível ou comprovadamente carcinogênica, ou apresentar efeitos tóxicos agudos e/ou crônicos à saúde conhecidos, deve ser considerada um contaminante químico de interesse. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





Anvisa suspende venda de sabonetes de duas marcas | Brasil

Anvisa suspende venda de sabonetes de duas marcas | Brasil

(Texto atualizado em 23/04/2019 às 10:44 am)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a suspensão da distribuição, divulgação e comercialização de dez produtos da marca Biotec Cosméticos Indústria e Comércio Ltda. A empresa notificada é responsável por itens da Needs, marca exclusiva de beleza e saúde da Drogasil, e pela BioHair.

Como resultado, foi determinado o recolhimento do estoque que já está exposto em farmácias. A decisão foi motivada pela inspeção sanitária realizada na empresa.

Segundo a Anvisa, a fabricação dos produtos não estava de acordo com as normas do órgão de inspeção. Foram registradas divergências qualiquantitativas de formulações e ausência de ingredientes. Foi constatado ainda que os produtos tinham sido liberados para venda antes da conclusão de todos os ensaios microbiológicos. Alterações nas fórmulas também não tinham sido notificadas. Leia mais ›


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ANVISA





Rede CVS é autorizada a fundir operação de farmácias com plano de saúde

(Texto atualizado em 04/12/2018 às 12:52 pm)

A CVS Health, uma das maiores redes de farmácias do mundo, consolidou sua fusão com a empresa de planos de saúde Aetna, nos Estados Unidos. A fusão movimenta 69 bilhões de dólares e foi aprovada pela justiça americana com algumas condições.

Para que se una à rede de farmácias, a Aetna será obrigada a abrir mão da parceria que tem com o governo americano para fornecer medicamentos ao Medicare, gerido pelo estado.

A CVS é a última grande varejista de medicamentos dos Estados Unidos a firmar acordo com planos de saúde. Em setembro, o Departamento de Justiça americano aprovou a fusão entre a seguradora Cigna e uma das maiores concorrentes da CVS, a Express Scripts.

O The New York Times destacou que a onda de fusões entre seguradoras e varejistas de medicamentos pode significar uma melhora no atendimento e reduzir o custo para as empresas. Por outro lado, há críticas relacionadas a um possível aumento no preço dos remédios com a concentração do mercado (e dos dados captados pelas empresas) na mão de poucos players. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





Inteligência Artificial na gestão dos planos de saúde é lançada

(Texto atualizado em 28/11/2018 às 02:34 pm)

Black Friday tem promoções em farmácias, autoescolas e até funerárias no Sul de MG | Sul de MinasAs inovações tecnológicas vêm revolucionando o setor de saúde. De acordo com a previsão da Accenture Analysis, o mercado de inteligência artificial na saúde deve ultrapassar os 6,6 bilhões de dólares de investimentos em 2020, contra 600 milhões em 2014. As soluções tecnológicas que usam IA podem melhorar não apenas o atendimento aos pacientes, como também os processos de gestão. Pensando nisso, a Softplan, referência no país no desenvolvimento de softwares, vem investindo em aplicações para a saúde. A empresa criou o software Dictas, que utiliza inteligência artificial para otimizar os custos das operadoras de saúde e aumentar a eficácia dos serviços, ampliando os benefícios aos seus assistidos. O Dictas será lançado nacionalmente durante a Convenção Nacional da Unimed, evento que ocorre nesta semana, com a proposta de debater os desafios do setor de saúde. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





Anvisa proíbe venda de remédio para emagrecer, sem registro, vendido pela internet

Vendido pela internet como medicamento auxiliar na perda de peso, o Sibuterol teve fabricação e venda proibidas pelo fato de não ter nenhum registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A reguladora lembra que qualquer produto que diz ter ações terapêuticas é considerado medicamento e precisa de registro para ser fabricado e comercializado. Sem passar por esse processo, não há garantia de eficicácia e qualidade do produto, além de alto risco à saúde.

A Anvia determinou ainda a apreensão e a inutilização, em todo o território nacional, das unidades do produto disponíveis no mercado.

Divergências qualitativas e quantitativas de formulações e ausência de ingredientes, em desacordo com a fórmula do produto, o que pode afetar sua eficiência foi um dos motivos que levaram a Anvisa a decidir pela suspensão da distribuição, divulgação e comercialização de dez produtos cosméticos fabricados pela Biotec Cosméstivos. A fabricante será obrigada a recolher do mercado os produtos notificados. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, ANVISA





Cresce pressão por advertências em alimentos como ocorreu com cigarro

(Texto atualizado em 11/12/2017 às 12:42 pm)

Contra o avanço da obesidade no país, cresce a mobilização de entidades e do governo para que sejam aplicadas em alimentos industrializados medidas semelhantes às que hoje valem para o cigarro.

A ideia, assim, é criar advertências mais visíveis na embalagem sobre o alto teor de ingredientes “nocivos”, aumentar a tributação e restringir a oferta e publicidade –sobretudo para crianças. Leia mais ›


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Legislação e regulamentações, ANVISA





Investir na gestão de saúde corporativa melhora o desempenho, aponta especialista

Para Ricardo de Marchi, médico e consultor em saúde, é preciso promover um estilo de vida saudável dentro e fora das empresas

A saúde corporativa demanda há tempos por produtos e serviços com desenhos e abordagens inovadores, que contribuam para enfrentar custos crescentes, para manter a qualidade, da atenção para o engajamento do empregado e para o do retorno do investimento nesse benefício. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





CFF busca espaço para atuação farmacêutica em planos de saúde

No dia 04 de abril, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) apresentará em reunião promovida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), proposta de carteira de serviços farmacêuticos a idosos. O objetivo é buscar a inserção do modelo de cuidado farmacêutico preconizado pelo CFF no projeto Idoso Bem Cuidado como uma estratégia para minimizar a morbimortalidade relacionada a medicamentos, nesta população. O projeto foi lançado no mês de maio do ano passado, com o objetivo de melhorar a assistência à saúde prestada a essa parcela dos usuários de planos. Estarão presentes à reunião, os representantes de diversas entidades nacionais que aderiram ao projeto proposto pela ANS (operadoras e prestadores de serviços). Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





Fraudes e desperdício consomem quase R$ 22,5 bilhões das despesas da saúde suplementar do Brasil, aponta IESS

Trabalho inédito produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) estima que cerca de R$ 22,5 bilhões dos gastos das operadoras de planos de saúde do País com contas hospitalares e exames, em 2015, foram gerados indevidamente, decorrendo de fraudes e desperdícios com procedimentos desnecessários. Isso representa 19% do total das despesas assistenciais realizadas pelas operadoras de planos de saúde. A projeção é baseada em estudos técnicos a partir da revisão bibliográfica de trabalhos internacionais e brasileiros sobre o tema, em um esforço do IESS para dimensionar o impacto das fraudes no sistema de saúde suplementar do Brasil e apontar experiências bem-sucedidas no combate às práticas inadequadas nesse setor.

A íntegra do estudo está disponível em https://pt.scribd.com/document/341069405/php3BB7-tmp#fullscreen&from_embed

“As despesas assistenciais das operadoras médico-hospitalares somaram R$ 117,24 bilhões, em 2015. Portanto, os gastos de R$ 22,5 bilhões com fraudes e desperdícios significam quase 19% desses gastos e foram consumidos por fraudes e desperdícios, algo que compromete fortemente as finanças das operadoras e onera quem contrata um plano de saúde”, analisa Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS.

No estudo “Evidências de práticas fraudulentas em sistemas de saúde internacionais e no Brasil”, o IESS identificou que de 12% a 18% das contas hospitalares apresentam itens indevidos e de 25% a 40% dos exames laboratoriais não são necessários. Observa, ainda, com base em relatório da Controladoria Geral da União (CGU), que o problema também é de grandes proporções no sistema público de saúde: entre 2002 e 2015, foram detectadas irregularidades de desvio de dinheiro em aproximadamente R$ 5,04 bilhões, o que equivaleu a 27,3% do total de irregularidades em todas as áreas do governo.

Embora ressalve que a corrupção e a fraude são difíceis de serem detectadas na área da saúde – uma vez que a cadeia produtiva desse setor contempla diversos segmentos e particularidades em cada um deles, inclusive com distinção entre os sistemas públicos e privados –, o estudo aponta que, na saúde privada, as principais formas de abuso se concentram em tratamentos excessivos e desnecessários ou baixa qualidade no atendimento; comercialização inadequada de medicamentos e de dispositivos médicos e sonegação de tributos.

Tais práticas inadequadas se originam e são mantidas principalmente, diz o documento, pela ausência de mecanismos de transparência, por exemplo, para explicitar as relações entre os agentes do setor de saúde (por exemplo, se um profissional da área recebeu um benefício ou uma comissão de um fornecedor de materiais e medicamentos). Legislações da Alemanha e dos Estados Unidos indicam que todos os pagamentos e benefícios entre agentes do setor de saúde devem ser tornados públicos. A União Europeia e os Estados Unidos também instituíram marcos regulatórios com punições severas para atos de corrupção, indica o estudo.

No Brasil, falta transparência nos sistemas de precificação de insumos e serviços de saúde e também no modelo de pagamento por serviços prestados na saúde, o que inviabiliza a comparação e o controle de custos nas distintas etapas que envolvem o atendimento ao paciente e abrem espaço para práticas inadequadas, como atos de corrupção.

Isso acontece principalmente por causa do modelo recorrentemente usado para pagamentos de serviços de saúde, a chamada “conta aberta” (ou fee-for-service). Nesse caso, a conta de serviços absorve todos custos, insumos, procedimentos e usos dos equipamentos, mesmo quando há falhas e desperdícios e, até mesmo, corrupção.

Um dos requisitos para combater tais práticas nocivas ao setor seria modernizar os sistemas de pagamento, por meio da premiação à eficiência e o melhor desfecho clínico ao paciente, e punindo o desperdício e a contratação de exames desnecessários, assim como reinternações ou agravamento dos quadros clínicos causados por falhas assistenciais.

“O modelo brasileiro de remuneração de serviços de saúde está mais de 30 anos atrasado em relação aos outros países. É fundamental que avancemos em um padrão de transparência de informações, permitindo comparações baseadas em indicadores de qualidade e segurança assistencial dos pacientes, e também sobre as relações entre os envolvidos no setor, identificando os conflitos de interesse e práticas abusivas. Só assim será possível ter um sistema mais eficiente e que onere menos as operadoras e quem contrata um plano de saúde”, avalia Luiz Augusto Carneiro.

 

Fonte: Saúde Business


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Casos de dengue no Brasil aumentam 240% no primeiro trimestre do ano

(Texto atualizado em 05/06/2015 às 04:58 pm)

aumento casos dengueO número de casos de dengue no país este ano, até o dia 28 de março, aumentou 240,1% em relação ao mesmo período do ano passado, com um total de 460,5 mil, contra 135,3 mil registrados no primeiro trimestre de 2014, conforme balanço divulgado hoje (13) pelo Ministério da Saúde.

O balanço aponta que, até 28 de março, 132 pessoas morreram em decorrência da doença, número 29% maior que em 2014, quando foram 102 as mortes, no mesmo período. Os casos graves também aumentaram: foram registrados 235 este ano, o que representa um aumento 39,1% na comparação de 2014, quando foram registrados 169, também até 28 de março.

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Mercado farmacêutico





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