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Farmácias batem recorde de testes rápidos positivos para Coronavirus

Guia da Farmácia
No acumulado desde abril, quando ocorreu a implantação do serviço, as farmácias computaram 1.226.732 atendimentos, sendo que o diagnóstico foi positivo em 176.914 (14,42%)Os testes positivos para a Covid-19 nas farmácias cresceu. Uma pesquisa da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) mostrou recorde de 12.790 casos de Covid-19 apontados em testes rápidos no varejo farmacêutico entre os dias 16 e 22 de novembro.

O número representou, dessa maneira, 16,6% do total de testagens. Nas duas semanas anteriores, foram detectados, então, 8.775 (14,14%) e 6.912 (14,3%).

O levantamento também aponta que houve novo recorde de 77.031 testes positivos de Covid-19 realizados em farmácias na semana.

Até então, o pico havia sido registrado no fim de julho, com 66.685 testagens.

No acumulado desde abril, quando ocorreu a implantação do serviço, as farmácias computaram 1.226.732 atendimentos, sendo que o diagnóstico foi positivo em 176.914 (14,42%).

Aumento no número de testes positivos de Covid-19 nas farmácias

Cerca de catorze Estados apresentaram porcentuais de casos confirmados acima da média nacional, como Acre (com 27,28% dos testes positivos), Amazonas (26,68%) e Amapá (25,81%).

Também registraram médias maiores Ceará, Paraíba, Rio de Janeiro, Pará, Pernambuco, Bahia, Rondônia, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraná e Minas Gerais.

A Abrafarma reúne as 26 maiores redes de farmácias do País, que contam com mais de 8,3 mil farmácias em todos os Estados e no Distrito Federal.

Fonte: IstoÉ Dinheiro / Estadão Foto: Shuttesrtock


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Mercado farmacêutico, Carreiras e oportunidades, Covid-19, Marketing Farmacêutico





Semana Mundial de Uso Consciente de Antibióticos: recomendações

Semana Mundial de Uso Consciente de Antibióticos: Dia 1 - Mudança de consciência e comportamento

(Texto atualizado em 28/07/2020 às 12:20 pm)

A Semana Mundial de Uso Consciente de Antibióticos foi criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2015 por meio do Plano de Ação Global em Resistência aos Antimicrobianos.

Neste movimento, a entidade faz recomendações aos pacientes e profissionais da saúde, atuantes em diferentes setores, sobre como combater este problema de saúde pública.

Conheça as recomendações aos pacientes:

  • Utilizar antibiótico somente mediante a receita de um profissional habilitado;
  • Não reaproveitar antibióticos que sobraram de tratamentos anteriores;
  • Não dividir o medicamento com outra pessoa, pois as infecções podem ser diferentes;
  • Não tomar antibiótico para gripe, pois é causada por um vírus e não é tratada com esse tipo de medicamento.
  • Sempre consultar um médico antes de consumir medicamentos, pois, na maioria dos casos, eles não são necessários;
  • Terminar o tratamento, conforme a orientação do médico, mesmo que já se sinta melhor;
  • Prevenir infecções com medidas simples, como lavar as mãos, manter a vacinação em dia, cobrir nariz e boca ao espirrar e fazer sexo protegido.

Já para os profissionais responsáveis pela prescrição, as recomendações são:

  • Investigar o tipo de agente que pode estar causando a doença;
  • Buscar evidências clínicas, laboratoriais ou por imagem para o diagnóstico;
  • Verificar qual parte do corpo concentra a infecção;
  • Informar-se sobre o perfil de sensibilidade dos antibióticos utilizados em seu hospital antes de prescrever;
  • Conversar com outros especialistas;
  • Monitorar o paciente e reduzir a prescrição quando possível.

Aos demais profissionais da saúde, tais como enfermeiros e farmacêuticos, recomenda-se:

  • Cuidar da limpeza das mãos, instrumentos de trabalho e ambiente no serviço de saúde;
  • Verificar se os antimicrobianos estão prescritos conforme as diretrizes de tratamento antes de dispensá-los ou administrá-los;
  • Relatar os casos de resistência à comissão de controle de infecção hospitalar;
  • Orientar os pacientes sobre o uso correto dos antimicrobianos e os riscos da automedicação;
  • Conversar com o paciente sobre a prevenção de infecções como vacinação, higiene das mãos, sexo seguro entre outros.

Fique atento! A prevenção é sempre o melhor remédio!

Referência: Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Hora de ajudar na luta contra superbactérias. Novembro de 2017.


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Mercado farmacêutico, Legislação e regulamentações, ANVISA





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