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Butantan será parceiro para vacina contra o coronavírus em fase final de testes

Doria anuncia que Butantan será parceiro para vacina contra o coronavírus em fase final de testes

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 05:52 pm)

Segundo o governo, empresa fornecerá ao Instituto Butantan doses da vacina para a realização de testes clínicos em voluntários no Brasil

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou, na manhã desta quinta-feira (11), que o Instituto Butantan será parceiro de um laboratório chinês para a produção de uma vacina contra o coronavírus que está em fase final de testes.

“Hoje é um dia histórico para São Paulo e para o Brasil, assim como para a ciência mundial. O Instituto Butantã fechou acordo de tecnologia com a gigante farmacêutica Sinovac Biotec para a produção da vacina contra o coronavírus. (…) Os estudos indicam que ela estará disponível no primeiro semestre de 2021, ou seja, até junho do próximo ano. E com essa vacina nós poderemos imunizar milhões de brasileiros”, disse Doria em coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, na tarde desta quinta (11).

O anúncio foi feito uma semana após o governo iniciar o plano de flexibilização da quarentena no estado.

Segundo o governo, a empresa fornecerá ao Instituto Butantan as doses da vacina para a realização de testes clínicos da fase 3 em voluntários no Brasil.

“O acordo prevê a participação de São Paulo na realização de testes clínicos dessa vacina, com o acompanhamento de 9 mil voluntários brasileiros a partir do próximo mês de julho, dentro, portanto, de 3 semanas 9 mil voluntários já estarão sendo testados aqui no Brasil”, afirmou o governador.

Ainda segundo o governo, outros acordos com Sinovac estão sendo feitos para garantir o fornecimento do produto ao país enquanto a tecnologia de produção da vacina é transferida para o Butantan. Se bem sucedida nos testes, a vacina poderá ser produzida nacionalmente e disponibilizada aos brasileiros.

Os estudos clínicos no Brasil serão iniciados após a aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e dos comitês de ética em pesquisa.

A vacina da Sinovac Biotech já foi aprovada para testes clínicos na China. Ela usa uma versão do vírus inativado. Isso quer dizer que não há a presença do coronavírus Sars-Cov-2 vivo na solução, o que reduz os riscos deste tipo de imunização.

Vacinas inativadas são compostas pelo vírus morto ou por partes dele. Isso garante que ele não consiga se duplicar no sistema. É o mesmo princípio das vacinas contra a hepatite e a influenza (gripe).

Ela implanta uma espécie de memória celular responsável por ativar a imunidade de quem é vacinado. Quando entra em contato com o coronavírus ativo, o corpo já está preparado para induzir uma resposta imune.

Cientistas chineses chegaram à fase clínica de testes – ensaios em humanos – em outras três vacinas. Uma produzida por militares em colaboração com a CanSino Biologics, e mais duas desenvolvidas pela estatal China National Biotec.

Butantan contra o coronavírus: etapas

A Sinovach Biotech, empresa citada por Doria, é uma afiliada do estatal Grupo Farmacêutico Nacional da China, sediada em Pequim. O laboratório obteve autorização para começar testes em humanos em abril. E é alvo de investigação na China.

Além desta iniciativa, há ao menos 133 candidatas a vacina contra o vírus causador da Covid-19, sendo que dez delas estão na fase clínica, ou seja, sendo testadas em humanos.

Ainda assim, especialistas acreditam que a vacina estará disponível apenas em 2021.


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Santa Casa será campo de pesquisa para medicamentos novos

(Texto atualizado em 11/11/2019 às 11:05 am)

A presidente da Comissão, Helena Villalba Medeiros Bráz, apresentou, em detalhes, os passos a serem dados na preparação do Hospital para atuação na pesquisa e explicou o funcionamento do serviço e sua relação com laboratórios e autoridades públicas de saú

A presidente da Comissão, Helena Villalba Medeiros Bráz, apresentou, em detalhes, os passos a serem dados na preparação do Hospital para atuação na pesquisa e explicou o funcionamento do serviço e sua relação com laboratórios e autoridades públicas de saúde.

Em reunião nesta quinta-feira, (25), a Santa Casa iniciou negociações para aderir à pesquisa clínica. Reuniram-se com a diretoria da Santa Casa o Secretário Nacional de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Osnei Okumoto, a presidente da Fundação Osvaldo Cruz – FIOCRUZ/MS, Jislaine Guilhermino, os membros da Comissão de Incentivo à Pesquisa Clínica do Conselho Regional de Farmácia de MS e técnicos do hospital.

O presidente da Santa Casa de Campo Grande, Dr. Esacheu Nascimento, recebeu os técnicos e ressaltou o interesse da Instituição em participar das pesquisas. “Para nós é muito importante ter o hospital como campo de pesquisa de novas tecnologias, porque além de contribuirmos com a sociedade, ainda teremos acesso rápido a novas descobertas”, disse, e seguiu desejando boas-vindas aos técnicos.

A presidente da Comissão, Helena Villalba Medeiros Bráz, apresentou, em detalhes, os passos a serem dados na preparação do Hospital para atuação na pesquisa e explicou o funcionamento do serviço e sua relação com laboratórios e autoridades públicas de saúde. “Todos os passos são previamente aprovados pelo Ministério”, disse. Com o ingresso na pesquisa clínica, a Santa Casa poderá atuar junto com outros hospitais espalhados pelo mundo nos testes de resultados de novos medicamentos e materiais de uso em medicina. Todos os testes obedecem severas regras internacionais de garantia da segurança do paciente e buscam aprovar para o mercado novos princípios ativos e materiais inovadores na área.

O Acordo de Cooperação Técnico-Científico entre a Santa Casa e a FIOCRUZ já está com o hospital e deve ser firmado nos próximos dias. Além dos citados, estavam presentes na reunião os membros da Comissão de Incentivo à Pesquisa Clínica do Conselho Regional de Farmácia de MS Camila Amato Montalbano, Clayton Rodrigo Honorio de Godoy, Helena Villalba Medeiros Bráz, Silvia Cristina Heredia Vieira, Vanessa Teresinha Gubert de Matos, a assessora da FIOCRUZ Dinaci Marques Ranzi, a diretora técnica da Santa Casa, Dra. Ana Teresa Alcântara, a Gerente Técnica Marília Ribeiro, o Gerente de Ensino e Pesquisa, Amilton Obino de Abreu e os membros da diretoria da Santa Casa Gracita Barbosa, Arly Rosa Serra, Marcos Alceu Villalba e Alcides dos Santos.

 


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Notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas não será mais pelo NOTIVISA

Notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas não será mais pelo NOTIVISA

(Texto atualizado em 19/09/2019 às 11:07 am)

Em nota publicada esta semana pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), estabeleceu-se uma mudança de sistema para notificações de eventos adversos resultantes do uso de medicamentos e vacinas: do NOTIVISA para o VigiMed.

Esta substituição se deu por meio de um contrato entre a Agência e o Uppsala Monitoring Centre (UMC), Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Monitoramento Internacional de Medicamentos, no último dia 18.

Este feito também é resultante da parceria entre a Gerência Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (GGMON) com o UMC, um centro vinculado à OMS o qual é responsável por operacionalizar o programa de gerenciamento de medicamentos internacional.

O VigiMed é uma versão do sistema VigiFlow, adotado pela OMS, o qual recebe as notificações dos eventos adversos. A nova ferramenta adotada funcionará como um software de farmacovigilância focada nos medicamentos, a qual trará os seguintes benefícios:

  • Melhor organização do fluxo de notificações;
  • Maior precisão nos relatórios brasileiros relativos à notificação de eventos adversos com medicamentos.

O VigiMed substituirá o sistema NOTIVISA apenas em questão da notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas. E tal mudança será feita gradualmente, sendo prevista para ter início até o final deste ano.

Fonte: ANVISA


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