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Farmácias têm crescimento no meio online

Setor foi o segundo colocado em volume de pedidos realizados no e-commerce.

O e-commerce chegou inovando e revolucionando o mercado e ganhou espaço muito rápido nos mais diversos nichos. O setor farmacêutico não demorou a descobrir as facilidades e potencialidades do comércio eletrônico, tanto para aumentar a rentabilidade do negócio como para atender com mais comodidade os clientes. Porém, algumas especificações do ramo de atuação, como os medicamentos controlados ou que exigem prescrição médica, suscitaram diversas dúvidas sobre como deveriam proceder as novas lojas virtuais.

Mesmo diante das necessidades de adaptações exigidas no setor, diversas lojas e redes tradicionais abriram empresas com foco exclusivo na internet, esquentando a indústria farmacêutica e apontando a uma nova tendência, que já se confirmou. Segundo relatório da Webshoppers, do E-bit, no primeiro semestre de 2014, o setor de farmácia, perfumaria e cosmético foi o segundo colocado em volumes de pedidos realizados no e-commerce, com 16% do total de vendas, passando à frente dos eletrodomésticos, que ficaram com 11%, demonstrando que a tendência é de crescimento. O primeiro colocado se manteve o setor de moda e acessórios.

A expectativa da entrada do setor farmacêutico nesse tipo de comércio foi grande e gerou apreensão. Agora que já está consolidada, a tendência na visão de empresários e consultores da área é que o mercado ainda está aquém do que pode representar no total das vendas, mesmo com os resultados apresentados pelo Webshoppers. A expectativa é chegar ao primeiro lugar, alcançando maior visibilidade junto aos clientes e maior rentabilidade.

Fonte: Guia da Farmácia

Postado em: Varejo farmacêutico, Oportunidades de mercado

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Farmácias reforçam aposta em produtos de beleza

Executivos do setor dizem que decisão do STF sobre venda de conveniência deu segurança a investimentos no nicho.

A venda de outros tipos de produtos que não medicamentos já é uma realidade em farmácias do Brasil e os itens de higiene e beleza se destacam como uma aposta relevante. Depois de decisão do Supremo Tribunal Federal favorável à venda de itens de conveniência nas lojas, executivos avaliam que aumentou a segurança das empresas para investir nesse nicho, que atrai os empresários de farmácias por seu potencial de crescimento.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), as vendas dessa categoria devem crescer 11,8% na comparação com 2013 nos diferentes canais. Além do potencial do mercado como um todo, atrai o fato de que as farmácias e drogarias vem ganhando uma fatia maior dessas vendas nos últimos anos. De acordo com a Euromonitor, o varejo farmacêutico tinha em 2013 mais de 16% das vendas de beleza e cuidados pessoais, ante um patamar de 9% seis anos antes.

 Para o presidente da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Sérgio Mena Barreto, investimentos das redes em sortimentos de produtos que vão além dos remédios tendem a aumentar depois da decisão do STF. O Supremo julgou Ação Direta de Inconstitucionalidade contra uma lei do Acre que regulamentava a venda de itens de conveniência nas farmácias do Estado e considerou que a lei estadual é constitucional. A venda de itens de conveniência já é regulamentada por diferentes leis estaduais, mas a existência de vários processos na Justiça trazia certa insegurança para que donos de farmácias apostassem em colocar mais produtos nas prateleiras, diz o diretor executivo da Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico (Abcfarma), Renato Tamarozzi.

 A Pague Menos é uma das redes de farmácias conhecidas por apostar num sortimento diversificado de produtos e, para seu presidente Deusmar Queirós, a decisão do STF faz com que até mesmo investimentos em lojas de tamanho maior possam ser considerados. Ainda assim, ele destaca que os itens de higiene e beleza se mantêm como uma prioridade. “Mantemos como um foco investimentos nessa área de higiene e beleza porque ela continua sendo uma das que mais cresce no Brasil”, comentou.

 “O mercado de saúde e beleza é bastante importante, hoje esse é o foco da nossa proposta”, avaliou o presidente da RaiaDrogasil, Marcílio Pousada. Para ele, a decisão do STF não muda a essência da estratégia da companhia, mas ter mais clareza sobre a regulamentação é positivo.

A aposta na venda de itens de conveniência traz a discussão sobre o quanto o mercado brasileiro de farmácias pode se aproximar do modelo de loja dos Estados Unidos, onde a área de vendas é maior e o sortimento de produtos é mais diversificado.

Embora alguns acreditem que há espaço para que as farmácias do Brasil fiquem mais parecidas com as norte-americanas, a realidade nacional ainda é bastante diferente, comenta o professor da Universidade de São Paulo, Nelson Barrizzelli. “Não acredito que vamos ter lojas de mil metros quadrados como nos EUA porque muitas redes já aprenderam a operar com itens de conveniência de outra forma”, comenta.

Entre as particularidades do mercado nacional, está a forte pulverização. As três maiores redes de farmácias do Brasil em faturamento (RaiaDrogasil, DPSP e Pague Menos) têm 23% do total do mercado, segundo calculou o Bank of America Merrill Lynch. Este número é bem menor do que os 76% que possuem as líderes nos Estados Unidos e os 86% na Alemanha. Barrizzelli considera que no Brasil a concentração não deve chegar aos níveis dos Estados Unidos, mas as redes de grande porte tendem continuar conquistando espaço sobre independentes e até mesmo comprando pequenas cadeias de menos de uma dezena de lojas como forma de entrar em novas cidades.

Fonte: DCI

Postado em: Varejo farmacêutico, Oportunidades de mercado, Legislação e regulamentações

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Vendas em farmácias crescem de janeiro a maio de 2014

A categoria que mais teve elevação em vendas foi a de produtos de higiene e cosméticos

As vendas do varejo farmacêutico cresceram 14,22% de janeiro a maio de 2014 na comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). A entidade reportou que o faturamento das grandes redes brasileiras somou R$ 12,7 bilhões nos primeiros cinco meses de 2014.

O indicador revela que as vendas em maio mantiveram o ritmo que vinha sendo registrado até abril, quando o crescimento ante o ano anterior era de 14,74%. Até então, o faturamento havia somado R$ 10 bilhões em quatro meses.

Em nota, o presidente da Abrafarma, Sergio Mena Barreto, afirmou que a expansão nestes cinco primeiros meses superou as expectativas da entidade. “Ficaremos satisfeitos caso consigamos manter o mesmo desempenho e tivermos, no final de 2014, o mesmo crescimento porcentual de 13% obtido no ano passado”, comentou.

Entre as categorias, a que mais teve elevação em vendas foi a de produtos de higiene e cosméticos e outros não-medicamentos. Estes itens tiveram alta de 17,24% nas vendas de janeiro a maio ante igual período de 2013, fechando os cinco primeiros meses do ano com faturamento de R$ 4,211 bilhões.

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