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Venda de medicamentos sobe 6,38%, diz associação

A venda de medicamentos em unidades no Brasil cresceu 6,38% no mês de julho na comparação com igual período do ano passado, segundo dados do IMS Health divulgados pela Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan). No mês, foram comercializadas 274.898.803 unidades. Na comparação com junho deste ano, a alta foi de 9,2%.

Os medicamentos genéricos tiveram um crescimento de vendas mais acelerado. Em julho, foram 77.787.896 unidades, alta de 11,8% na comparação anual. Já na comparação com junho, a expansão foi de 11,46%.

A Abradilan calcula que seus associados são responsáveis pela distribuição de 19% das unidades de medicamentos vendidos em todo o País. Eles atendem 79% das 72,7 mil farmácias e drogarias do Brasil.

Fonte: Diário de Pernambuco

Postado em: Varejo farmacêutico, Oportunidades de mercado

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Anvisa define normas para volta dos emagrecedores ao mercado

Agência proibiu remédios em 2011, mas Congresso suspendeu decisão.

Para voltarem a ser vendidos, medicamentos precisarão de novos registros.

A Anvisa aprovou, nesta terça-feira (23), uma resolução que estabelece as normas para a volta dos inibidores de apetite ao mercado. Os medicamentos femproporex, anfepramona e mazindol deixaram de ser vendidos no Brasil em 2011, quando a Anvisa os proibiu. No início do mês, porém, o Senado suspendeu essa decisão, liberando os remédios novamente.

Agora, a Anvisa definiu as regras para a volta da comercialização desses produtos. A resolução deve ser publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (26), de acordo com o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano. “Acaba a proibição. O problema é que os registros estão cancelados, então as empresas vão ter que pedir novos registros. A norma indica que, enquanto não houver um novo registro, as farmácias de manipulação não vão poder manipular”, diz Barbano.

Senado aprova liberação de inibidor de apetite; texto vai à promulgação
Entre as exigências para o registro, estão a apresentação de estudos que comprovem a segurança e a eficácia das drogas.”Estamos cumprindo a decisão do Congresso, mas não vamos permitir que produtos que não tenham comprovação de eficácia e segurança fiquem no mercado.”
Barbano acrescentou que, quando voltarem ao mercado, esses medicamentos estarão sob o mesmo tipo de controle que a sibutramina. Ou, seja, para comprá-los, o paciente deverá apresentar uma receita especial, com validade de 30 dias. Além disso, médico e paciente terão de assinar um termo de responsabilidade.

Sobre a decisão do Congresso Nacional, que suspendeu a proibição definida pela Anvisa, Barbano observa que o Congresso tem soberania para tomar a decisão. “Eu acho apenas que é uma decisão perigosa para ser tomada no Congresso, mas ele pode tomar essa decisão. Se ela é totalmente constitucional e legal, é outra discussão. À Anvisa, cabe continuar fazendo o que ela sempre fez, que é fazer com que os produtos que estão à disposição das pessoas tenham sido avaliados em relação à segurança e à eficácia.”
O diretor-presidente da Anvisa esteve em São Paulo nesta terça-feira para um evento da Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Equipamentos, Produtos e Suprimentos Médico-Hospitalares (Abimed).

Fonte: G1 Globo

Postado em: Legislação e regulamentações

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Consumidor já encontra medicamento com desconto

Drogas de tarjas preta e vermelha são beneficiadas.

Os 174 medicamentos que tiveram a isenção de PIS/Cofins anunciada no final de junho já podem ser encontrados com descontos nas farmácias e drogarias do país. A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), responsável por estabelecer os preços dos produtos, publicou nesta semana a lista com os valores, que estão até 12% mais baratos.

Os consumidores deverão pagar menos em medicamentos de tarjas preta e vermelha para tratar doenças como câncer, arritmia, infecções e diabetes, por exemplo. A lista completa está no portal da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – http://portal.anvisa.gov.br

Segundo o Ministério da Saúde, quando a Cmed determina os novos valores, as empresas não podem cobrar mais que o estabelecido. Para o presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo(Sindusfarma), Nelson Mussolini, a medida é muito positiva, pois a carga tributária dos medicamentos no Brasil é uma das mais altas do mundo, chegando a 33,9%.

“Mesmo com a isenção do PIS/Cofins, os preços continuam altos. A maior luta do sindicato é pela redução dos impostos estaduais”, explica. No Estado de São Paulo, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) representa 18% do valor dos medicamentos vendidos. Com a medida do governo federal, agora, são mais de mil substâncias isentas. No início do mês, o governo estadual anunciou a mudança na base de cálculo do ICMS de oito substâncias, como o paracetamol e o ibuprofeno, usadas nos analgésicos e anti-inflamatórios. Mesmo não sendo redução de impostos, há queda de 18% para 7% no valor dos medicamentos.

Fonte: Correio do Estado

Postado em: Varejo farmacêutico, Oportunidades de mercado

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