Notícias do varejo farmacêutico brasileiro

Posts Tagged varejo farmacêutico

Drogarias registram lucro líquido de R$ 520 milhões em 2013

As principais redes de farmácias do País, entre elas as drogarias São Paulo, Pacheco, Pague Menos e Onofre, apresentaram lucro líquido de R$ 520,5 milhões no ano passado, como informou a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma).

Segundo a instituição, o resultado corresponde a uma margem de 1,81% sobre as vendas líquidas da categoria e supera em 26,3% o desempenho do setor em 2013. Os números são resultados de uma pesquisa feita pela Abrafarma em parceria a Fundação Instituto de Administração (FIA- USP). De acordo com o levantamento, as vendas líquidas atingiram a marca de R$ 27,8 bilhões no ano passado, o que corresponde a incremento de 15,3%, ante o mesmo período de 2012.

“Estes indicadores refletem a consolidação do varejo farmacêutico, que apresenta crescimento de dois dígitos há vários anos. Mesmo diante do cenário atual da economia brasileira, nossa previsão é fechar 2014 com crescimento em torno de 14%”, contou o presidente executivo da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto.

Tributação

Os impostos e contribuições incidentes do setor superaram os R$ 887,8 milhões, um aumento de 3,09% na relação com as vendas líquidas. “O índice foi um dos fatores que mais condicionou a alta de 37,3% no custo da mercadoria vendida”, disse Barreto.

No período os custos com mercadorias somaram mais de R$ 20 bilhões, cerca de 70% do total das vendas. Já os gastos com mão de obra ficou em R$ 3,7 bilhões ou 13,13% do total das vendas.

Ainda de acordo com a instituição, o resultado operacional do setor foi de R$ 892 milhões, um incremento de 3,11%, na comparação com 2013. “A despeito do ônus gerado pela carga tributária em torno de 36% e pelos custos operacionais, mantivemos o investimento em expansão e mão de obra.”

Fonte: DCI

Postado em: Varejo farmacêutico, Oportunidades de mercado

Deixe um comentário (0) →

Farmácias reforçam aposta em produtos de beleza

Executivos do setor dizem que decisão do STF sobre venda de conveniência deu segurança a investimentos no nicho.

A venda de outros tipos de produtos que não medicamentos já é uma realidade em farmácias do Brasil e os itens de higiene e beleza se destacam como uma aposta relevante. Depois de decisão do Supremo Tribunal Federal favorável à venda de itens de conveniência nas lojas, executivos avaliam que aumentou a segurança das empresas para investir nesse nicho, que atrai os empresários de farmácias por seu potencial de crescimento.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), as vendas dessa categoria devem crescer 11,8% na comparação com 2013 nos diferentes canais. Além do potencial do mercado como um todo, atrai o fato de que as farmácias e drogarias vem ganhando uma fatia maior dessas vendas nos últimos anos. De acordo com a Euromonitor, o varejo farmacêutico tinha em 2013 mais de 16% das vendas de beleza e cuidados pessoais, ante um patamar de 9% seis anos antes.

 Para o presidente da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Sérgio Mena Barreto, investimentos das redes em sortimentos de produtos que vão além dos remédios tendem a aumentar depois da decisão do STF. O Supremo julgou Ação Direta de Inconstitucionalidade contra uma lei do Acre que regulamentava a venda de itens de conveniência nas farmácias do Estado e considerou que a lei estadual é constitucional. A venda de itens de conveniência já é regulamentada por diferentes leis estaduais, mas a existência de vários processos na Justiça trazia certa insegurança para que donos de farmácias apostassem em colocar mais produtos nas prateleiras, diz o diretor executivo da Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico (Abcfarma), Renato Tamarozzi.

 A Pague Menos é uma das redes de farmácias conhecidas por apostar num sortimento diversificado de produtos e, para seu presidente Deusmar Queirós, a decisão do STF faz com que até mesmo investimentos em lojas de tamanho maior possam ser considerados. Ainda assim, ele destaca que os itens de higiene e beleza se mantêm como uma prioridade. “Mantemos como um foco investimentos nessa área de higiene e beleza porque ela continua sendo uma das que mais cresce no Brasil”, comentou.

 “O mercado de saúde e beleza é bastante importante, hoje esse é o foco da nossa proposta”, avaliou o presidente da RaiaDrogasil, Marcílio Pousada. Para ele, a decisão do STF não muda a essência da estratégia da companhia, mas ter mais clareza sobre a regulamentação é positivo.

A aposta na venda de itens de conveniência traz a discussão sobre o quanto o mercado brasileiro de farmácias pode se aproximar do modelo de loja dos Estados Unidos, onde a área de vendas é maior e o sortimento de produtos é mais diversificado.

Embora alguns acreditem que há espaço para que as farmácias do Brasil fiquem mais parecidas com as norte-americanas, a realidade nacional ainda é bastante diferente, comenta o professor da Universidade de São Paulo, Nelson Barrizzelli. “Não acredito que vamos ter lojas de mil metros quadrados como nos EUA porque muitas redes já aprenderam a operar com itens de conveniência de outra forma”, comenta.

Entre as particularidades do mercado nacional, está a forte pulverização. As três maiores redes de farmácias do Brasil em faturamento (RaiaDrogasil, DPSP e Pague Menos) têm 23% do total do mercado, segundo calculou o Bank of America Merrill Lynch. Este número é bem menor do que os 76% que possuem as líderes nos Estados Unidos e os 86% na Alemanha. Barrizzelli considera que no Brasil a concentração não deve chegar aos níveis dos Estados Unidos, mas as redes de grande porte tendem continuar conquistando espaço sobre independentes e até mesmo comprando pequenas cadeias de menos de uma dezena de lojas como forma de entrar em novas cidades.

Fonte: DCI

Postado em: Varejo farmacêutico, Oportunidades de mercado, Legislação e regulamentações

Deixe um comentário (0) →

Consumidor já encontra medicamento com desconto

Drogas de tarjas preta e vermelha são beneficiadas.

Os 174 medicamentos que tiveram a isenção de PIS/Cofins anunciada no final de junho já podem ser encontrados com descontos nas farmácias e drogarias do país. A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), responsável por estabelecer os preços dos produtos, publicou nesta semana a lista com os valores, que estão até 12% mais baratos.

Os consumidores deverão pagar menos em medicamentos de tarjas preta e vermelha para tratar doenças como câncer, arritmia, infecções e diabetes, por exemplo. A lista completa está no portal da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – http://portal.anvisa.gov.br

Segundo o Ministério da Saúde, quando a Cmed determina os novos valores, as empresas não podem cobrar mais que o estabelecido. Para o presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo(Sindusfarma), Nelson Mussolini, a medida é muito positiva, pois a carga tributária dos medicamentos no Brasil é uma das mais altas do mundo, chegando a 33,9%.

“Mesmo com a isenção do PIS/Cofins, os preços continuam altos. A maior luta do sindicato é pela redução dos impostos estaduais”, explica. No Estado de São Paulo, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) representa 18% do valor dos medicamentos vendidos. Com a medida do governo federal, agora, são mais de mil substâncias isentas. No início do mês, o governo estadual anunciou a mudança na base de cálculo do ICMS de oito substâncias, como o paracetamol e o ibuprofeno, usadas nos analgésicos e anti-inflamatórios. Mesmo não sendo redução de impostos, há queda de 18% para 7% no valor dos medicamentos.

Fonte: Correio do Estado

Postado em: Varejo farmacêutico, Oportunidades de mercado

Deixe um comentário (0) →

Vendas em farmácias crescem de janeiro a maio de 2014

A categoria que mais teve elevação em vendas foi a de produtos de higiene e cosméticos

As vendas do varejo farmacêutico cresceram 14,22% de janeiro a maio de 2014 na comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). A entidade reportou que o faturamento das grandes redes brasileiras somou R$ 12,7 bilhões nos primeiros cinco meses de 2014.

O indicador revela que as vendas em maio mantiveram o ritmo que vinha sendo registrado até abril, quando o crescimento ante o ano anterior era de 14,74%. Até então, o faturamento havia somado R$ 10 bilhões em quatro meses.

Em nota, o presidente da Abrafarma, Sergio Mena Barreto, afirmou que a expansão nestes cinco primeiros meses superou as expectativas da entidade. “Ficaremos satisfeitos caso consigamos manter o mesmo desempenho e tivermos, no final de 2014, o mesmo crescimento porcentual de 13% obtido no ano passado”, comentou.

Entre as categorias, a que mais teve elevação em vendas foi a de produtos de higiene e cosméticos e outros não-medicamentos. Estes itens tiveram alta de 17,24% nas vendas de janeiro a maio ante igual período de 2013, fechando os cinco primeiros meses do ano com faturamento de R$ 4,211 bilhões.

(mais…)

Postado em: Oportunidades de mercado

Deixe um comentário (0) →

Crescimento de 16,7% nas vendas em farmácias em 2014

As vendas no varejo farmacêutico cresceram 16,74% no primeiro trimestre de 2014 ante igual período do ano anterior, segundo dados divulgados nesta quarta-feira, 23, pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma).

O maior crescimento foi na comercialização de itens de higiene e beleza. A receita com esses produtos subiu 20% na comparação anual, somando R$ 2,5 bilhões.

Já a categoria de medicamentos cresceu 15,15%, encerrando o trimestre com R$ 4,9 bilhões em vendas.

Dentro da categoria “medicamentos”, os genéricos tiveram vendas 10,93% mais altas que as de janeiro a março de 2013, no total de R$ 875,4 milhões.

Segundo a Abrafarma, as redes associadas cresceram em número de lojas, encerrando março com 5.159 estabelecimentos abertos, aumento de 7,7% na comparação com 2013. A Abrafarma reúne as 29 maiores redes de farmácias do país.

Fonte: Revista Exame

Postado em: Varejo farmacêutico, Oportunidades de mercado

Deixe um comentário (0) →
M2Farma - Soluções para Farmácias