Arquivo do blog

Grupo Tapajós implementa e-commerce e automatiza processos nas farmácias

PFARMA

Plataforma oferece imagens e informações de produtos para os verejistas

Líder do varejo farmacêutico na Região Norte, o Grupo Tapajós dá mais um passo no processo de transformação digital com a implantação de seu sistema de e-commerce. Para auxiliar nessa jornada, a companhia acaba de fechar uma parceria com a Simplus, empresa de tecnologia especializada em automação de cadastro de produtos, que fornece informações e imagens de produtos de mais de 5 mil marcas.

Para agilizar a criação do canal e oferecer uma experiência de compra aprimorada, a plataforma disponibiliza fotos em diversos formatos, além da descrição completa dos medicamentos e produtos de higiene e beleza. “Estamos apostando em inovações digitais para consolidar nossa posição de referência no Norte do país. E a rica base de dados do Simplus nos ajudará a acelerar esse processo”, comemora Fernando Ferreira, diretor de marketing, vendas e consumer experience do Grupo Tapajós.

Com a tecnologia Simplus, a companhia também terá a informações como, relatório de verificação do código de barras, dados fiscais (CEST e NCM), logísticos e comerciais dos produtos. Sempre que um descritivo ou imagem sofrer alguma alteração, o Grupo Tapajós será comunicado por e-mail, para que possa atualizar seu e-commerce.

“As marcas atualizam cerca de 20% do portfólio por ano, por isso nós desenvolvemos um processo de manutenção, que mantém a última versão do produto na nossa plataforma. Com isso, garantimos a distribuição correta e atualizada das informações e imagens do portfólio dos nossos clientes para que os consumidores tenham a melhora experiência de compra em todos os canais de vendas. Isso gera mais receita para a indústria e para o varejo, pois previne trocas, devoluções e insatisfação dos clientes”, ressalta Wellington Machado, CEO da Simplus.

Sobre o Grupo Tapajós 

Líder no mercado farmacêutico na Região Norte do país, o Grupo Tapajós atua no setor de distribuição, com seis centros instalados nas cidades de Manaus, Belém, Porto Velho e Boa Vista. No varejo, mantém as redes de drogarias Santo Remédio, FlexFarma e FarmaBem. São mais de 125 lojas com produtos e serviços exclusivos, como salas clínicas e espaços dedicados à beleza, a dermocosméticos e os segmentos pet e fitness. Além disso, oferece os programas de fidelidade Mais Descontos e o Clube+, com mais de 900 mil clientes cadastrados.

Sobre a Simplus

A Simplus é a primeira  empresa de tecnologia especializada em automação do cadastro, que acelera negócios entre mais de 5 mil marcas e 800 varejos de todo o país, dos segmentos alimentício, construção e homecenter, eletroeletrônico e farmacêutico. Por meio da plataforma, centraliza informações completas e imagens de mais de 70 mil produtos, somando 4 milhões de atributos cadastrados em 1800 categorias acessadas por mais de 20 mil usuários.


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Farmácias já oferecem mais de 20 exames rápidos à população

PFARMA

Soluções tecnológicas da Clinicarx permitem implementar salas de atendimento para oferta de serviços clínicos.

As farmácias brasileiras já estão oferecendo mais de 20 tipos de exames e testes rápidos por meio de soluções tecnológicas como as da startup Clinicarx. A plataforma digital especializada em serviços de saúde disponibiliza uma solução completa de implantação de serviços farmacêuticos, gestão, consultoria, marketing, protocolos, treinamento e laboratório clínico de apoio para estabelecimentos que desejam implementar salas de atendimento clínico.

Os testes já estão disponíveis para mais de 2.300 farmácias e podem auxiliar os estabelecimentos em mais de 2 milhões de atendimentos feitos anualmente. “Além de representar uma alternativa mais econômica para o consumidor, contribui para o rastreamento da saúde populacional e garante o acompanhamento clínico de pacientes com doenças crônicas”, garante Cassyano Correr, fundador e CEO da Clinicarx.

As opções de serviços incluem exames beta-HCG, perfil lipídico, hemoglobina glicada, PSA, além de testes rápidos para doenças infecciosas, como dengue, hepatite C, sífilis, influenza, Covid-19 e HIV. São dezenas de exames padronizados, cobrindo as melhores metodologias e fornecedores do mercado, o que garante mais segurança e confiabilidade.

Ampliação e legislação

Recentemente, parcerias entre a startup e fornecedores como Abbott, ECO Diagnóstica e MedLevensohn, entre outros, permitiram a execução segura de testes da Covid-19 em milhares de farmácias de todo país. A Clinicarx foi destaque por sua atuação durante a pandemia, disponibilizando treinamento gratuito, chatbot para pacientes, ferramentas de triagem clínica e protocolo de testagem rápida para mais de 20 mil profissionais farmacêuticos.

Os estabelecimentos interessados solicitam à Clinicarx a ativação do serviço e recebem todo o suporte para implantação, incluindo software, aplicativo mobile para o paciente e conectividade com o laboratório clínico para emissão de laudo. Os profissionais de saúde também são contemplados com treinamento e suporte técnico-científico. As farmácias adquirem os equipamentos e insumos diretamente dos fornecedores.

Os testes rápidos são aqueles realizados fora da área de um laboratório, no ponto de atendimento do paciente e com uso de equipamentos portáteis, com resultado e laudo rápido a partir de pequenas quantidades de amostra biológica. Esses serviços são respaldados pela Lei n° 13.021/2014, Resolução CFF 585/2013 e RDC 302/2005 da Anvisa. Atualmente, a Anvisa prepara uma nova RDC que irá ampliar essa prestação de serviços, tanto em farmácias, como em consultórios e clínicas.


Palavras-chave , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Bex Experience da EMS terá show do DJ Alok e lançamento do Bexai

Bex Experience da EMS terá show do DJ Alok e lançamento do Bexai

A EMS promoverá no próximo dia 25 de setembro, sexta-feira, às 20h30, o BEX Experience – Desenhando o futuro dos anti-inflamatórios (Bexai) –, um evento on-line exclusivo com show do DJ Alok. O encontro é restrito à classe médica e profissionais ligados à área da saúde, entre eles, o varejo farmacêutico brasileiro, que é de extrema importância para a companhia.

O grande objetivo da Live é comemorar o lançamento de Bexai, o primeiro com nanopartículas do Brasil, uma tecnologia inovadora para o tratamento da dor. Criado sob o conceito norte-americano The Science of Less, que significa “quantidade mínima e máxima efetividade” da medicação, o medicamento traz mais segurança para o paciente no uso prolongado. A tecnologia faz parte da Medicina do Futuro, pois trabalha com partículas ultramicronizadas que oferecem uma dissolução muito mais rápida no organismo e garantem o alívio da dor aguda, trazendo eficácia analgésica e anti-inflamatória com baixíssima dose.

Dez minutos antes do show começar, às 20h20, o Diretor de Inovação do Grupo NC, Pedro Dias, fará uma apresentação de todos os projetos inovadores em andamento na EMS. “Será uma pílula de muito conteúdo e é uma honra que os varejistas estejam conosco neste momento especial”, diz o executivo.

O acesso será feito única e exclusivamente por meio de identificação individual e intransferível a partir do cadastro eletrônico que deverá ser feito previamente.

Enquanto o dia do evento não chega, o Alok preparou uma playlist especial para você curtir!

______________________________________________________________
Serviço

Inscrições: bexexperience.com.br/varejista

Data do evento: 25 de setembro de 2020

Horário: 20h20 (pílula de conteúdo projetos EMS) / 20h30 (início do show)


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





OMS aposta que doses possam ser produzidas este ano

OMS aposta que doses possam ser produzidas este ano

Organização já prepara protocolo com diretrizes para eventual distribuição

A Organização Mundial da Saúde (OMS) espera que centenas de milhões de doses da vacina contra o coronavírus possam ser produzidas ainda este ano e outras 2 bilhões de doses até o final de 2021, afirmou nesta quinta-feira a cientista-chefe da organização Soumya Swaminathan. Otimista, a organização também está elaborando diretrizes para ajudar a decidir quem deve receber as primeiras doses assim que a vacina for aprovada.

A prioridade, anunciou a cientista, deve ser dada a trabalhadores da linha de frente, como médicos, que seriam os primeiros a serem vacinados, seguidos daqueles que são vulneráveis por causa da idade ou de outras doenças e os que trabalham ou vivem em ambientes de alta transmissão, como prisões e casas de repouso.

– Estou esperançosa, sou otimista. Mas o desenvolvimento de vacinas é um empreendimento complexo, com muita incerteza – afirmou. – O bom é que temos tentativas de muitas vacinas em diferentes plataformas; mesmo que a primeira falhe ou a segunda falhe, não devemos perder a esperança, não devemos desistir.

Cerca de 10 vacinas em potencial contra o novo coronavírus já estão sendo testadas em humanos. Diversos países já começaram a fazer acordos com empresas farmacêuticas para pedir doses.

OMS fala sobre a vacina para a Covid-19

Além disso, Swaminathan descreveu ainda a meta de se conseguir uma vacina no fim do ano ou em 2021 como otimista. Ela acrescentou que os dados de análise genética coletados até o momento mostram que o novo coronavírus ainda não sofreu mutação capaz de alterar significativamente a gravidade da doença que causa em humanos.

O site G1 publicou também que a cientista foi questionada, durante coletiva de imprensa, sobre o uso da hidroxicloroquina para tratar a Covid-19. Os ensaios clínicos da OMS com a substância foram suspensos, pela segunda vez, depois de os especialistas concluírem que o uso dela não trouxe benefícios contra a doença.

No Brasil, a droga continua sendo recomendada pelo Ministério da Saúde. Nesta semana, a pasta inclusive ampliou a orientação de uso da substância, para incluir grávidas e crianças. Swaminathan reiterou que está claro que ela não reduz a mortalidade de pacientes hospitalizados com a Covid-19, mas afirmou que ainda existe uma lacuna sobre o papel desse tipo de medicamento para prevenir a infecção ou minimizar a gravidade da doença num estágio inicial.

A cientista-chefe lembrou, ainda, que os ensaios “Recovery”, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, também não viram benefícios no uso da droga contra o novo coronavírus. Swaminathan deixou claro que países, incluindo o Brasil, têm a liberdade de decidir seus protocolos, mas frisou que eles devem ser baseados em evidências científicas.

Foto: Shutterstock

Fonte: Globo online


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Blau registra receita liquida acima de R$1 Bilhão

Blau registra receita liquida acima de R$1 Bilhão

Com margens saudáveis e sólido balanço patrimonial, a Companhia atingiu pela primeira vez receita líquida em 12 meses acima de R$1 bilhão

O ano de 2020 começou com grandes perspectivas de crescimento econômico para o país. Porém o mundo foi surpreendido pela pandemia do COVID-19, e de um momento para ao outro, o cenário passou a ser desafiador para todos. A Blau Farmacêutica é uma das companhias que tem conseguido manter seu plano de crescimento e ainda contratar novos colaboradores.

“Apesar do cenário atual, seguindo as orientações da OMS e das autoridades sanitárias do País, mantivemos a execução de nosso planejamento anual, e estamos em pleno funcionamento de nossa produção, comercialização, logística, cadeia de suprimentos. Somente neste período contratamos mais de 40 colaboradores para início imediato e ainda temos mais vagas abertas. Assim, demostrando a capacidade, em um momento de crise, de manter o foco na nossa missão de disponibilizar, da forma mais ampla possível, medicamentos que propiciem melhor qualidade de vida e maior longevidade”, afirma o CEO da Blau Farmacêutica, Marcelo Hahn. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Anvisa aprova venda de produtos à base de cannabis em farmácias

cannabis farmacia uso medicinal

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:16 pm)

 A Anvisa aprovou por unaminidade a resolução que dispõe sobre o uso medicinal da Cannabis no Brasil e sua venda em farmácia. Os diretores vetaram e arquivaram a proposta sobre cultivo de cannabis exclusivamente para fins medicinais e científicos

A Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou, nesta terça-feira (3/12), o novo regulamento para produtos derivados de Cannabis. O texto elenca os requisitos necessários para a regularização desses produtos no país, estabelecendo parâmetros de qualidade. A regulamentação aprovada será publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias e passará a viger 90 dias após a publicação.

– Confira a RDC 327/2019 – que dispõe sobre a regulamentação de produtos à base de Cannabis

A decisão da Diretoria estabelece que a norma, denominada Resolução da Diretoria Colegiada (RDC), deverá ser revisada em até três anos após a publicação no Diário Oficial da União, justamente em razão do estágio técnico-científico em que se encontram os produtos à base de Cannabis mundialmente. As empresas não devem abandonar as suas estratégias de pesquisa para comprovação de eficácia e segurança das suas formulações, pois pelo atual conhecimento estamos diante de uma situação em transição regulatória, uma vez que as propostas para os produtos derivados de Cannabis se assemelham às mesmas estratégias terapêuticas de um medicamento.

O desafio da Agência para regulamentar o tema foi o de encontrar uma forma para garantir o acesso, pela via da assistência farmacêutica, assegurando um mínimo de garantia para os usuários dos produtos, seja no sentido de eficácia (efeitos maiores e melhores do que aqueles advindos das terapias disponíveis) e segurança (mínimo de conhecimento que permita dizer quais as potenciais adversidades dos produtos ). Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





O que devemos saber sobre a Legislação Farmacêutica

O que devemos saber sobre a Legislação Farmacêutica, não podemos esquecer a 3.

(Texto atualizado em 11/09/2020 às 06:25 pm)

Já passou por isso, ficar sem saber ao menos o básico da nossa legislação ?

Hoje vou falar para vocês sobre as leis mais básicas que devemos saber, portanto serei o mais breve possível e pontuarei os mais relevante na minha opinião.

De que forma o Conselho nos defendem, as ações do Conselho Regional contribuem para nossa defesa junto à sociedade. Fiscalização do exercício profissional, caso haja estabelecimento sem o responsável técnico o Conselho Regional solicita a contratação rapidamente.

O fato de nós estarmos presente frente ao estabelecimento configura uma maior segurança para a sociedade, para utilizar nossos serviços farmacêuticos. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Como a experiência de compra aumenta as vendas

Como a experiência de compra aumenta as vendas

(Texto atualizado em 11/09/2020 às 06:46 pm)

Você aplica os conceitos da Gestão de Categorias (GC) na sua farmácia? Apesar dela comumente ser resumida como “a arrumação dos produtos nas prateleiras”, sua definição é bem mais ampla e depende de vários outros fatores. Hoje já não é o suficiente apenas expor os produtos e oferecer bons preços.

A exigência dos consumidores aumentou,  muito motivado pela rescente concorrência, que cada vez mais oferece opções de experiências na hora da compra, como personalização da vitrine, iluminação, cor, aromas, sons, layoutização e atendimento. Muitos gestores souberam entender esse “ecossistema” que envolve a decisão do consumidor no momento da compra, e isso fez com que a Gestão de Categorias se tornasse decisiva para a farmácia garantir bons resultados nas vendas.   Leia mais ›


Palavras-chave , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Teste rápido em farmácias fortalece luta contra Covid-19

Teste rápido em farmácias fortalece luta contra Covid-19

 Autorização da Anvisa para a utilização de testes rápidos no diagnóstico de Covid-19 em farmácias, amplia estratégias para o combate à pandemia

A possibilidade de os brasileiros conseguirem fazer testes rápidos nas farmácias pode contribuir para que o País reduza seu déficit em relação à recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de aferir da maneira mais ampla possível o nível de contágio da população, como forma de conter a Covid-19. Também é importante para, paulatinamente, se definir o percentual de pessoas já imunes à doença, para se estabelecerem as estratégias de quarentena, isolamento horizontal e vertical ou lockdown.

A prestação desse serviço em farmácias, explica Frederico Theobaldo, gerente do projeto da Assistência Farmacêutica da MedLevensohn, empresa que disponibiliza testes rápidos para farmácia e COVID aprovados pela Anvisa no Brasil, exige que haja profissional capacitado no estabelecimento para realizar o procedimento, conforme definiu a Anvisa.

Ele pontua ainda que, através de uma parceria com o ClinicarX, laboratório que possui uma plataforma na WEB, pode oferecer os laudos digitais dos resultados, garantindo o registro e o direcionamento dos casos suspeitos para o atendimento nos Serviços de Saúde.

Testes rápidos a preços mais acessíveis

Para popularizar o acesso da população aos testes rápidos, a Medlevensohn lança uma iniciativa para reduzir o preço desses insumos em farmácias.

O consumidor final poderá adquirir e realizar o Medteste Coronavírus nestes locais por um valor em torno de R$ 120, podendo já sair com o laudo em mãos (quando o exame é feito em locais onde já exista uma parceria com o ClinicarX).

“Nosso objetivo com essa iniciativa é, justamente, garantir que mais pessoas tenham acesso aos testes rápidos, permitindo um mapeamento mais exato da epidemia e a aplicação eficaz de políticas de controle da doença, além de oferecer condições atrativas para que as farmácias comercializem nosso produto em seu portfólio”, afirma Frederico Theobaldo.

Com esta campanha, a Medlevensohn espera que sejam vendidos às farmácias cerca de 500 mil testes (2 mil kits). A empresa oferece também uma caixa de lancetas a cada 4 kits comercializados. As lancetas são utilizadas na aplicação dos testes rápidos.

Especificações do MedTeste Coronavírus

O MedTeste Coronavírus exige apenas uma gota de sangue coletada da ponta do dedo e realiza o teste por imunocromatografia de fluxo lateral, tecnologia já disponível para determinação de diversos outros parâmetros clínicos. Sua utilidade principal está na velocidade em se obter o resultado e na possibilidade de realização de testes no ato do atendimento ao paciente, permitindo obtenção de informações rápidas que apoiam o processo do diagnóstico médico na detecção dos casos suspeitos da doença e também daqueles pacientes já diagnosticados com o vírus e que desenvolveram a imunidade.

Os requisitos estabelecidos em resolução específica da Anvisa relativa à liberação de testes rápidos de Covid-19 no mercado brasileiro são exatamente os constantes do MedTeste Coronavírus, que identifica se a pessoa está com a doença ou já teve, desde que o teste seja feito após pelo menos 7 dias do início dos sintomas. Apresenta resultado em 10 minutos, e não exige estrutura laboratorial complexa para coleta do sangue, podendo ser realizado em ambiente de atenção a saúde por um profissional habilitado, como é o caso do profissional farmacêutico no ambiente da Clínica farmacêutica.

O MedTeste Coronavírus, utilizado inicialmente em hospitais, laboratórios e unidades básicas de saúde, já está também disponível para as farmácias, constituindo-se, assim, em “arma” eficaz para a linha de frente na guerra contra a pandemia. É um teste que pode ser realizado de forma simples e rápida, ao contrário de outros exames, que exigem coleta da secreção oro-nasofaríngea e/ou volume maior de sangue, requerem estrutura laboratorial mais complexa e levam mais tempo para serem realizados.

Teste rápido no combate à Covid-19

Para a realização do teste da MedLevensohn, que identifica a existência de anticorpos, demonstrando se a pessoa está acometida ou já teve a enfermidade, basta um volume mínimo de sangue colhido através de uma pequena picada na ponta do dedo, utilizando uma lanceta descartável. Esse tipo de coleta propicia exposição muito menor do profissional da saúde, contribuindo para reduzir seu risco de contaminação, é menos invasivo e praticamente indolor para os pacientes. Os exames que necessitam de estrutura laboratorial, anteriormente citados, demoram vários dias para apresentar resultados e identificam o antígeno, ou seja, o micro-organismo causador da infecção, sendo portanto adequados para o diagnóstico definitivo nos serviços de saúde.

Diferenciais nos testes

“Neste aspecto está um dos diferenciais do MedTeste: identifica a IgM (Imunoglobulina M) e a IgG (Imunoglobulina G), dois tipos de anticorpos que o organismo produz quando atacado por um micro-organismo invasor, assim, possibilitando determinar se a pessoa está com a doença ou já teve, o que é fundamental para o enfrentamento da Covid-19 e até mesmo para a paulatina volta à rotina normal de quem já está imune”. 

Desse modo, “se ambos os indicadores derem negativo, é sinal de que o indivíduo não está com a doença ou ainda não desenvolveu os anticorpos, por isto é importante que a coleta seja feita após pelo menos 7 dias do início dos sintomas; Resultado IgG negativo e IgM positivo indica infecção aguda; IgG positivo e IgM positivo, infecção presente e recente; IgG positivo e IgM negativo, infecção mais antiga, apontando que já houve o contato com o vírus com produção de anticorpos com possível imunidade”, explicou. 

Se um exame aponta apenas a IgG, por exemplo, revela somente a detecção tardia, não sendo indicado para a triagem inicial proposta pela OMS e o Ministério da Saúde do Brasil. Esta questão é relevante, pois há maior possibilidade de resultados falso negativos, pela não detecção de anticorpos IgM. Isso faz com que o paciente não seja colocado em quarentena domiciliar, tornando-se, assim um transmissor potencial. Além disso, há o risco de essa pessoa evoluir para um quadro grave da doença, que poderia ser mais bem controlada a partir do diagnóstico precoce correto.

Teste Covid-19: protocolos corretos

Todos os testes, para se obter o melhor desempenho possível, devem ser utilizados de acordo com os protocolos corretos. Esse cuidado é importante para reduzir o percentual de erros e potencializar os atributos e qualidades de cada tipo de exame.

Outro diferencial do MedTeste Coronavirus, testado em 181 pacientes (acima da amostra de confiança, que é de 100), é que ele apresentou alta sensibilidade e especificidade para a IgM (sens.=86,8% e esp.= 98,6%) e para a IgG (sens.=97,4% e esp.=99,3%) Produtos que foram testados em amostragem abaixo de 100 pacientes não são tão confiáveis quanto a resultados verdadeiramente positivos ou negativos. O MedTeste Coronavirus oferece portanto confiabilidade em relação ao Padrão Ouro Laboratorial, que no caso é o RT-PCR (do inglês Real Time Polymerase Chain Reaction, ou Metodologia da Reação em Cadeia pela Polimerase em Tempo Real), normalmente realizado pelos Laboratórios Clínicos e de maior complexidade para sua realização.

Recomenda-se que, antes da compra de qualquer teste, se confira se o produto tem registro e aprovação da Anvisa. A consulta é simples e pode ser feita diretamente neste link:
http://consultas.anvisa.gov.br/#/saude/q/?nomeTecnico=coronav%C3%ADrus

Foto e fonte: Medlevensohn


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Crescimento de 18,3% – o segredo do associativismo farmacêutico

Crescimento de 18,3% - o segredo do associativismo farmacêutico

Em meio à crise gerada pela pandemia do COVID-19 um ponto de destaque no varejo continuam sendo o associativismo farmacêutico que seguem crescendo de forma diferenciada do mercado. A prova do sucesso do modelo é facilmente detectada, bastando olhar para os números relacionados ao mercado farmacêutico.

Em um rápido comparativo, as redes associativistas ligadas à Febrafar apresentaram juntas, nos últimos 12 meses, um crescimento no faturamento de 18,3%, em comparação com o mesmo período do ano anterior, crescimento muito maior que qualquer outro setor desse mercado, segundo dados da IQVIA.

Já na análise de 2016 até 2020, o mercado farmacêutico no geral cresceu 36,5%, já a Febrafar cresceu 77,9%, ou seja, mais do que o dobro. Atualmente, fazem parte da Febrafar 58 redes que representam 10.204 lojas, distribuídas em 2.832 municípios em praticamente todo o País. O faturamento dessas lojas anual é atualmente de R﹩ 14,6 bilhões.

Assim, em um primeiro momento, a união de empresas de um mesmo ramo de atuação pode não parecer lógica, já que, estas devem ser da competência. Mas, o modelo de associativismo que vem sendo desenvolvido pela Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar) está mostrando uma outra realidade, em que a união, faz com que se tornem mais competitivas e crescer em conjunto.

O que é o associativismo e como possibilita tantos benefícios?

O associativismo é uma metodologia aplicável em empresas de qualquer segmento econômico, já que utilizam a mesma matéria-prima, vendem os mesmos produtos ou prestam o mesmo tipo de serviço.

Para isso, é necessário um conjunto mínimo de empresas que, após os estudos de viabilidade econômica, possa suportar os custos de implantação e manutenção de uma central de negócios, marketing e serviços, apresenta-se, assim, como uma solução inovadora para resolver os problemas das pequenas e médias empresas.

“De maneira geral, empresas sozinhas não podem fazer frente à concorrência das grandes corporações. Por isso, o voluntariado surge para fortalecer os pequenos e médios negócios, tornando-os mais competitivos, a fim de elevar o padrão de qualidade de seus produtos e serviços, reduzindo custos e possibilitando seu acesso a novos mercados consumidores”, explica o presidente da Febrafar, Edison Tamascia.

O dito popular “a união faz a força” se encaixa perfeitamente na definição do que é a cooperação – colaboração entre empresas com interesses em comum, com o fim de obter vantagens econômicas e de administração, por meio da ajuda mútua.

Juntos, os parceiros que integram o modelo de associações trabalham para reduzir os custos operacionais, obter melhores condições de prazo e preço, estratégias de vendas e estimular o desenvolvimento técnico e profissional dos empregados e empregadores.

Pontos relacionados com o associativismo

Parcerias: as parcerias com os fornecedores são essenciais para a implementação de ações promocionais nos estabelecimentos. Mas fortalecê-las é fundamental para o desenvolvimento do modelo de associativismo.

Conceito da loja: as recomendações da rede de associações em relação ao design dos estabelecimentos têm proporcionado uma melhora significativa no conceito de loja” dos empresários, desde a fachada, o design interno e externo, passando pela uniformização e a aparência dos funcionários, até a informatização e modernização de processos.

Competitividade: ao comprar bem e barato, ampliar e diversificar o mix de produtos, a compreensão das reais necessidades dos clientes, superar suas expectativas, capacitar-se gerencialmente, viabilizar treinamento para a equipe de funcionários e organizar melhor o estabelecimento como um todo, as lojas que trabalham com o voluntariado se tornam mais competitivas e ganhar visibilidade no mercado.


Palavras-chave , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Setor farmacêutico vê com preocupação possível fim do Farmácia Popular

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:14 pm)

farmacia popular

Governo cogita extinguir o Programa Farmácia Popular para viabilizar o novo Renda Brasil, o que afetaria o acesso de 21 milhões de brasileiros a medicamentos.

A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), que representa 45% da venda de medicamentos no Brasil, vê com extrema apreensão o possível fim do Farmácia Popular. O governo federal cogita extinguir o programa para viabilizar o novo Renda Brasil.

O Farmácia Popular está em vigor desde 2004 e, mensalmente, atende cerca de 21 milhões de brasileiros que utilizam medicamentos de uso contínuo para o tratamento de doenças como asma, diabetes e hipertensão. Desse total, cerca de 2/3 (14,2 milhões) utilizaram, entre janeiro e julho deste ano, as grandes redes de farmácia para obter esses medicamentos com descontos de até 90%. O movimento total chegou a R$ 457,5 milhões, índice 17% superior ao do mesmo período do ano passado.

Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Significado das Siglas dos Medicamentos

Significado das Siglas dos Medicamentos Medicamentos –

Muitas vezes nos deparamos com várias abreviações presentes nas embalagens dos medicamentos porém, nem sempre sabemos o significado das siglas dos medicamentos ou porque estão lá.

Mas, qual o significado das Siglas dos medicamentos?

Há vários medicamentos que são desenvolvidos para liberar seu princípio ativo diretamente no intestino. Isso pode  acontecer por diversos motivos como: princípio ativo (fármaco), pode ser sensível ao ácido do estômago; obter uma melhor absorção do medicamento ou ainda, para proteger o estômago de efeitos irritantes do medicamento.

Outros medicamentos são desenvolvidos para que o intervalo entre as doses possa ser maior, uma forma de facilitar a adesão ao tratamento pelo paciente que tem de tomar menos doses por dia. Esses são chamados de medicamentos de liberação modificada por isso, as indústrias farmacêuticas utilizam essas siglas nos momes dos medicamentos para identificar o tipo de liberação ou  mesmo a forma que o medicamento vai agir no organismo. Leia mais ›


Palavras-chave , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Resolução determina recolhimento de ranitidina

Biolab Farmacêutica fortalece atuação contra doenças do Sistema Nervoso Central

Foi publicada no Diário Oficial da União (27.08.20) a Resolução-RE n° 3.259, de 26 de agosto de 2020, da Gerência-Geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária – ANVISA. Essa resolução proíbe a comercialização, distribuição, fabricação, importação, manipulação e propaganda de todas as empresas, independentemente da natureza da atividade, de todos os lotes e de todas as apresentações do medicamento de uso humano cloridrato de ranitidina.

Essa proibição foi motivada pela possibilidade de formação da substância N-nitrosodimetilamina (NDMA) nos medicamentos contendo o insumo farmacêutico ativo cloridrato de ranitidina. Diante da publicação orientamos aos associados verificar com os fabricantes como proceder com eventuais estoques nas farmácias e drogarias.

RESOLUÇÃO-RE Nº 3.259, DE 26 DE AGOSTO DE 2020

O Gerente-Geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária, no uso das atribuições que lhe confere o art. 171, aliado ao art. 54, I, § 1º do Regimento Interno aprovado pela Resolução de Diretoria Colegiada – RDC n° 255, de 10 de dezembro de 2018, resolve:

Art. 1º Adotar a(s) medida(s) preventiva(s) constante(s) no ANEXO.

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

RONALDO LUCIO PONCIANO GOMES

ANEXO

  1. Empresa: Todas as empresas, independentemente da Natureza da atividade, de Medicamentos de uso humano

Produto – Apresentação (Lote): CLORIDRATO DE RANITIDINA – Todas as apresentações (Todos os lotes)

Tipo de Produto: Medicamento

Expediente nº: 2796223/20-7

Assunto: 70351 – MEDIDA PREVENTIVA- Ações de Fiscalização em Vigilância Sanitária

Ações de fiscalização: Proibição – Comercialização, Distribuição, Fabricação, Importação, Manipulação, Propaganda.

Motivação: Possibilidade de formação da substância N-nitrosodimetilamina (NDMA) nos medicamentos contendo o insumo farmacêutico ativo cloridrato de ranitidina, originada pela degradação da própria molécula, de forma espontânea, dentro das formulações, não sendo até o momento identificada uma possibilidade para a estabilização da molécula frente a essa degradação.


Palavras-chave , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Anvisa retira Ivermectina e Nitazoxanida do controle

Anvisa retira Ivermectina e Nitazoxanida do controle

Essa medida foi tomada na terça feira dia 01/09/20, sendo assim todos os medicamentos contendo essas substâncias, e que haviam entrado no controle pela RDC 405/2020 onde era necessário para dispensação a receita especial em 2 vias, agora estão liberadas sob prescrição médica simples, sem necessidade de retenção de receita.

Para os farmacêuticos que utilizam o SNGPC para escrituração eletrônica, não será mais necessária a escrituração desses dois produtos, nem a entrada e nem a saída, haja visto a dispensação agora que será feita com receita simples.

A equipe do SNGPC/Anvisa nada informou sobre a necessidade de retirada desses produtos do inventário do SNGPC. Sendo assim estamos informando aos nossos clientes a NÃO OBRIGATORIEDADE da retirada desses produtos do inventário.

Ficando a critério de cada um fazer o ajuste ou não do inventário.

Obs : A retenção de receita e escrituração continua obrigatória para a Cloroquina e Hidroxicloroquina.


Palavras-chave , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Cinco tendências em telemedicina

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:16 pm)

prescricao medica digital

O uso da telemedicina durante o isolamento social evidenciou que ela é um caminho sem volta. Foi regulamentada com o intuito de atender a este período de exceção, mas os resultados obtidos servirão como excelente parâmetro para que as autoridades tenham mais condições de avaliar e determinar suas regras de utilização depois que a fase de emergência sanitária terminar, pois a tendência é haver expansão na cobertura à telemedicina. Isso ocorrerá à medida que os consumidores ganhem experiência com a tecnologia e exijam cada vez mais acesso a serviços baseados nesse sistema. A telemedicina tem potencial de, assim, melhorar a experiência do paciente, além de proporcionar redução de custos a eles e às operadoras de saúde.

Veja cinco tendências que devem se popularizar:

1 – Teleconsulta

É a face mais conhecida da telemedicina e provavelmente será a que se expandirá mais rapidamente. Plataformas e aplicativos oferecem a possibilidade de o médico ter um “consultório virtual”, que agenda consultas, permite prescrição eletrônica e até pagamento por meio da solução. Este precisa ter apenas conexão de internet compatível com videoconferência. Agiliza atendimento a residentes de regiões longínquas.

2 – Monitoramento remoto e engajamento

A tendência é reforçar a digitalização da jornada do paciente, principalmente o crônico, para permitir melhores formas de acompanhamento por meio de aplicativos e de tecnologias em nuvem. Big data e IoT podem ser ainda mais utilizados para possibilitar interação e comunicação segura e em tempo real entre todos. Uma equipe monitora os sinais vitais e interage com os pacientes por videoconferência, chat, ou mesmo por telefone, oferecendo orientações. É uma maneira de também contribuir para elevar o engajamento ao tratamento.

3 – Parcerias internacionais

A criação de laços entre operadores de saúde locais com hospitais e instituições internacionais de prestígio vão ampliar as possibilidades de atendimento não presencial por clínicas ou hospitais com grande especialização e reconhecimento. Outra vertente de parcerias é permitir que pesquisadores médicos contem com a participação de grandes populações ao redor do globo, o que pode render ensaios clínicos mais rápidos e consistentes.

4 – Telediagnóstico e laudos a distância

O uso de plataformas em nuvem expande as possibilidades de laudos feitos remotamente, permitindo que especialistas renomados que se encontram em locais distantes possam analisar imagens, gráficos e dados para dar um parecer seguro sobre o exame e o diagnóstico. Este modelo permite também que médico receba, diretamente, os resultados.

5 – Telecirurgia

Neste caso, o procedimento acontece em um local onde o cirurgião não está presente, por meio de teleconferência ou com o uso de um robô, que é guiado a distância. A vantagem é contar com especialistas em qualquer lugar do mundo, desde que tenham acesso a equipamentos e conexões potentes, também necessários no hospital onde será feito o procedimento. No entanto, sua disseminação será mais lenta, pela alta complexidade envolvida.

Fonte: PFarma


Palavras-chave , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Anvisa realiza novas reuniões sobre vacina contra Covid-19

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:14 pm)

anvisa agencia nacional vigilancia santiraria

Anvisa discute com instituições sobre o registro de imunobiológicos para o enfrentamento ao novo coronavírus no país.

A Anvisa cumpriu mais duas agendas de reuniões com instituições interessadas no registro de vacinas contra a Covid-19. Nesta quinta-feira (27/8), o encontro foi com membros do governo do estado do Paraná, representado pelo chefe da Casa Civil, Guto Silva, pelo diretor do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Jorge Callado, e pelo Capitão Wilson Baptista Honório Alves, da Casa Militar do estado. O tema foi o processo de registro da vacina desenvolvida pela Rússia.

Representando a Agência, estavam o diretor-presidente, Antonio Barra Torres, o adjunto da Primeira Diretoria, Juvenal de Souza Brasil Neto, a assessora Samia Rocha de Oliveira Melo, o titular da Gerência Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED), Gustavo Mendes, e a equipe técnica da GGMED.

A reunião com os representantes do governo do Paraná teve caráter preliminar. Ela acontece antes da submissão documental do pedido de anuência para o desenvolvimento do produto. Segundo a Tecpar, em cerca de 20 dias os primeiros documentos serão protocolados junto à Anvisa, que já está mobilizada para o acompanhamento da solicitação. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Como as grandes redes de farmácias têm ampliado a oferta de serviços para fidelizar clientes?

como redes de farmácia estão fidelizando clientes

As farmácias brasileiras estão em ritmo intenso e planejam crescimento acelerado para os próximos anos, conforme dados da Abrafarma – Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias. Essa previsão mostra que a indústria farmacêutica está em plena expansão e saber se diferenciar da concorrência tornou-se um desafio ainda maior para os donos de estabelecimentos farmacêuticos. 

É por isso que muitas redes de farmácias, acompanhando esse movimento e também a própria modificação dos hábitos do consumidor, estão buscando meios de diversificar serviços e fidelizar seus clientes.  Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Software de serialização contribui para minimizar perdas com falsificação de medicamentos

(Texto atualizado em 27/08/2020 às 09:08 pm)

rastreabilidade medicamentos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente 10% dos medicamentos em todo o mundo são falsificados. O número é ainda mais alarmante nos países emergentes, girando em torno de 30% a 40%.

Com um software de serialização, a indústria minimiza os riscos de falsificação e imprevistos, durante o processo de distribuição. Mas como escolher essa tecnologia? A rfxcel, líder global em soluções de segurança e rastreabilidade da cadeia de suprimentos farmacêuticos, elencou três fatores primordiais para essa decisão.

Dica 1: Analise três áreas importantes

Considere os requisitos técnicos e o atendimento do fornecedor, em seguida o processo de implementação do produto e, por fim, a equipe e a parceria de longo prazo.

Dica 2: Tecnologia

Além dos recursos, os clientes devem avaliar a capacidade do software de manipular dados. É importante verificar se a tecnologia dispõe de validação e verificação continuas de informações. Um produto com essa característica permite a correção de erros que podem surgir durante o processo.

Outra preocupação a ser levada em conta é a hospedagem do sistema. Boa parte das companhias mantém os programas em uma nuvem de acesso público e com recursos computacionais compartilhados, o que força o cliente a aceitar atualizações de acordo com a conveniência do fornecedor. Neste caso, deve-se optar por uma hospedagem privada, na qual o contratante tem total autonomia para gerenciar os recursos, configurações e realizações de testes específicos.

Dica 3: Processo e Produto

Certifique-se que a equipe de fornecedor ofereça um sistema totalmente validado. Vale requisitar ao seu time de qualidade a revisão de todos os documentos e processos antes da implementação, pois muitas companhias mudam esses procedimentos, o que pode causar problemas com atrasos.

Antes da contratação, examine cuidadosamente o modelo de precificação de serviços. Muitos cobram por duração do projeto, o que gera taxas extras na fatura final. O contrato deve ter preço fixo com um cronograma previamente estipulado.


Palavras-chave , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Febrafar é apoiadora do Prêmio POPAI Brasil

Febrafar é apoiadora do Prêmio POPAI Brasil

(Texto atualizado em 26/08/2020 às 04:56 pm)

A Febrafar é Apoiadora Institucional da maior premiação de marketing de Varejo, o Prêmio POPAI Brasil que é a edição nacional da única premiação criada para reconhecer os mais originais e eficazes projetos de arquitetura comercial, visual merchandising, comunicação visual, displays e materiais de comunicação no Ponto de Venda.

O objetivo do Prêmio é incentivar, recompensar e compartilhar as melhores práticas do setor. Mostrar inovação em design e fabricação.

Facilitar a interação entre varejistas, agências, marcas e produtores/ fornecedores. Pela primeira vez na história, o evento será 100% virtual.

E no ano em que completam 20 anos da realização no Brasil, a premiação reserva muitas novidades para você.

Maiores informações e inscrições a partir de 17.08 pelo site: premio.popaibrasil.com.br

Sobre o Prêmio

Premiação considerada o “Oscar do Varejo“, é o maior e mais duradouro concurso do segmento em todo o mundo, contando com mais de 50 edições nos Estados Unidos da América. Há 2 décadas o Prêmio POPAI Brasil tem a missão de reconhecer os melhores materiais, ações e projetos de merchandising no país.

A cada ano se consolida e vem destacando a importância das ações e materiais de merchandising no ponto de venda.

Ao longo desses anos, já foram mais de 6 mil inscritos, +3 mil troféus entregues para +400 empresas e mais duas mil marcas envolvidas.


Palavras-chave , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Aumenta em 35,5% número de consumidores de antidepressivos em MG

PFARMA

(Texto atualizado em 26/08/2020 às 04:35 pm)

transtorno mental coronavirus

O número de usuários de medicamentos para o tratamento de depressão e ansiedade cresceu 35,5% em Minas Gerais, nos últimos dois anos. É o que aponta um estudo da ePharma, health tech pioneira no gerenciamento de planos de benefícios de medicamentos (PBM).

No primeiro semestre de 2020, 2.978 mineiros consumiram remédios desse gênero, 780 usuários a mais que no mesmo período de 2018. A pesquisa leva em conta o número de beneficiários de programas empresariais de PBM no estado. Entre janeiro e junho deste ano, 13.939 caixas de medicamentos foram consumidas – o que equivale a uma média de 4,7 unidades para cada usuário.


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Seja bem-vindo(a) ao blog da M2Farma.

Neste espaço reunimos notícias sobre assuntos regulatórios e o varejo farmacêutico.

Nosso trabalho é facilitar a burocracia técnica, saiba mais.

Siga-nos:

📫 Receba por e-mail

Receba as últimas notícias sobre varejo farmacêutico, ANVISA, Farmácia Popular e Convênios PBM direto no seu e-mail:





Do NOT follow this link or you will be banned from the site!

📬 Receba as últimas notícias sobre o varejo farmacêutico, Farmácia Popular, ANVISA, convênios PBM e mais: