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Laboratório Teuto disponibiliza Bissulfato de Clopidogrel

Laboratório Teuto disponibiliza Bissulfato de Clopidogrel

O Laboratório Teuto disponibilizou em dezembro/2020, a nova versão genérica do Bissulfato de Clopidogrel 75mg, na apresentação com 30 comprimidos revestidos. O medicamento é usado para a prevenção secundária dos eventos aterotrombóticos, como infarto agudo do miocárdio (IM), acidente vascular cerebral (AVC) e morte vascular em pacientes adultos. A apresentação pertencente ao grupo de medicamentos conhecidos como antiplaquetários, atuando através da inibição da agregação das plaquetas, o que facilita a circulação do sangue e evita a formação de trombo, coagulação de sangue no interior do vaso sanguíneo.

Thiago Lobo Matos, farmacêutico supervisor de mercado do Teuto alerta que o medicamento só pode ser usado com orientação e receita médica. “O Bissulfato é contraindicado caso o paciente apresente alergia ou intolerância ao clopidogrel ou a qualquer outro componente do produto. Também não deve ser utilizado caso tenha úlcera péptica (lesão no estômago) ou hemorragia intracraniana (sangramento dentro do cérebro). Sendo vendido somente com receita e orientação médica”, alerta.

Segundo Thiago, o uso repetido do medicamento pode causar alguns efeitos colaterais. “O consumo produz inibição substancial na agregação plaquetária a partir do primeiro dia, aumentando progressivamente até atingir o estado de equilíbrio entre o terceiro e o sétimo dia de tratamento. Uma vez descontinuado o tratamento, a agregação plaquetária e o tempo de sangramento retornam gradualmente aos valores apresentados antes do início do tratamento dentro de 5 dias, em geral”, exemplifica o especialista.

O farmacêutico conta ainda que para o mercado nacional, o Clopidogrel vende mais de 620 mil unidades por mês. “O mercado em unidades de medicamento vem crescendo em média 5% ao ano nos últimos 4 anos. Isso resulta em um faturamento de R$ 463 milhões, se considerarmos o período de Setembro/2019 a Setembro/2020, segundo as informações da Close Up”, finaliza Thiago, em relação à venda do genérico.

Lançamentos

Solução completa em saúde, o Laboratório Teuto, que há mais de sete décadas é sinônimo de qualidade e confiança, alcançou recentemente a marca de 17 produtos considerados como “Medicamentos/Apresentações de Referência”. O reconhecimento dos produtos é realizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que divulga em seu site (www.portal.anvisa.gov.br/registros-e-autorizacoes/medicamentos/produtos/medicamentos-de-referencia/lista) a lista completa dos medicamentos.

Atualmente, a companhia possui mais de 750 apresentações de medicamentos, entre medicamentos de referência, genéricos, genéricos de marca (similares equivalentes – EQ’s), MIP’s (medicamentos isentos de prescrição), linha hospitalar, suplementos alimentares, cosméticos e produtos para a saúde. Nos próximos anos, está programado o lançamento de mais de 180 novas apresentações.

Sobre o Teuto

Há mais de sete décadas no coração do Brasil, com o mais completo parque farmacêutico da América Latina e solução completa em saúde, o Teuto é referência para o mercado nacional e internacional.  A companhia, que é sinônimo de qualidade e confiança, proporciona mais qualidade de vida aos seus fornecedores, colaboradores, clientes, parceiros e pacientes, por meio da excelência no desenvolvimento, produção e comercialização de seus produtos, e valoriza a responsabilidade socioambiental, reafirmando que “Se é Teuto, é de confiança”.


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Ticket amplia benefícios em parceria com a Pague Menos

Guia da Farmácia

A parceria permite que usuários da Ticket tenham descontos em medicamentos e produtos de perfumaria e higiene nas rede Pague Menos

A Ticket, marca de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, faz parceria com a Pague Menos e amplia, dessa forma, acordos com redes de farmácias e drogarias em todo o Brasil.

A partir deste mês, os trabalhadores que possuem ao menos um dos cartões de benefícios da marca (Ticket Alimentação, Ticket Restaurante ou Ticket Cultura) terão acesso a descontos em produtos medicamentos e itens de perfumaria e higiene também nas mais de 1.100 unidades da rede Pague Menos.

“Estamos sempre em busca de novas parcerias que nos permitam multiplicar as possibilidades de benefícios para os empregados e, ao mesmo tempo, facilitar o dia a dia de todos os clientes. A nova parceria reforça nosso pioneirismo na oferta de soluções dinâmicas e que atendam às diversas necessidades de nossos públicos, especialmente no que diz respeito à saúde e ao bem-estar. Com os descontos, os medicamentos passam a ter preços mais acessíveis e, como não há limite de compras durante o mês, o trabalhador tem mais tranquilidade para cuidar de sua saúde”, ressalta a Diretora de Produtos da Ticket, Adriana Serra.

A nova parceria multiplica os benefícios dos usuários dos cartões, que desde 2019 já contavam com descontos nas lojas da Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco. Para usufruir das parcerias, basta informar que é cliente da Ticket e indicar o CPF na hora do pagamento.

Os descontos são para medicamentos comuns ou genéricos, tarjados, de venda livre e isentos de prescrição, além de ofertas de produtos de perfumaria e higiene pessoal em todas as lojas físicas das redes parceiras.

Para conferir os itens com preços especiais, basta acessar o link https://www.ticket.com.br/meus-servicos/descontos-em-drogarias/.

Pague Menos oferece descontos de até 90% na Black Friday 

Em parceria com ePharma, Alelo lança programa de desconto em medicamentos 

Foto: Shutterstock

Fonte: Ticket


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Febrafar está atendendo home office

Febrafar está atendendo home office

A Febrafar está atenta à realidade que estamos passando em relação ao Coronavírus – COVID 19. Pensando nisso, aconteceram algumas alterações em nossa rotina de trabalho que deve perdurar pelos próximos dias:

Atendimento às redes e associados

Toda nossa equipe trabalhará em modelo de home office, minimizando a chance de proliferação desse vírus. Os números de telefone de atendimento não se alterarão, nem mesmo o horário de trabalho (das 08 às 17 horas).
O mais importante é que, mesmo com essas alterações momentâneas, não haverá alteração nenhuma na qualidade no serviço que prestamos. Os processos de trabalhos continuarão no mesmo modelo e todos os atendimentos se manterão conforme modelo apresentado acima.

Reuniões

As realizações de reuniões com nossa equipe passarão a ser no modelo online, minimizando ao máximo o contato entre as pessoas. Também estamos cancelando o agendamento de reservas para nossas salas de reuniões e auditórios para os próximos dias. As salas não poderão ser usadas mesmo por quem já fez reserva.

Eventos

Os eventos da Febrafar foram modificados, cancelamos o Encontro Febrafar de abril, adiamos do Jantar Anual Febrafar e os Encontros Regionais. Outras agendas poderão ser ajustadas em caso de persistir o problema com a pandemia do Coronavírus.

Viagens

As viagens (aéreas e terrestres estão sendo) estão suspensas.

Essas diretrizes foram tomadas por precaução, seguindo as orientações do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. Contamos com a compreensão de todos e tão logo a situação se normalize informaremos sobre novas decisões.


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Drogaria Venancio oferece vacinação contra a gripe

Drogaria Venancio oferece vacinação contra a gripe

Ação é em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro

A Drogaria Venancio vai oferecer gratuitamente a vacina contra a gripe em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, entre os dias 27 e 30 de abril. A campanha, que acontecerá das 10h às 16h, é voltada exclusivamente para portadores de doenças crônicas e não transmissíveis* e que tenham entre 15 e 59 anos.

É imprescindível que as pessoas apresentem documento com foto, além do pedido médico, exame laboratorial ou a receita da medicação (prescrição de medicamentos de uso contínuo) com data e emissão de no máximo um ano, de forma que comprove que o paciente faz parte do grupo que se enquadra na campanha.

A vacinação será realizada em 13 filiais da rede nas salas de atendimento farmacêutico com toda infraestrutura e segurança necessárias para a realização da aplicação da vacina e a tudo que tange os cuidados com o cenário atual do Coronavírus. Para acesso à loja é obrigatório que o paciente esteja utilizando máscara, seguindo o decreto municipal vigente.

Vale ressaltar que um número limitado de doses é liberado diariamente pela Secretaria Municipal da Saúde. Será considerada a ordem de chegada para o atendimento.

Lojas da rede Venancio participantes da vacinação contra a gripe

Zona Norte

  • Ilha do Governador: Estrada da Cacuia, 203 A
  • Madureira: Estrada do Portela, 17 LJ
  • Méier: Rua Dias da Cruz, 110
  • Tijuca: Av. Maracanã, 834
  • Vila Isabel: Av. Professor Manuel de Abreu, 693

Zona Oeste

  • Barra da Tijuca: Av. das Américas, 500 / Bloco 8, lojas 119 a 122
  • Barra da Tijuca: Av. Ayrton Senna, 2541 / Bloco A
  • Taquara: Rua Apiacás, 372

Zona Sul

  • Botafogo: Rua Voluntários da Pátria, 128
  • Copacabana: Av. Nossa Senhora de Copacabana, 791
  • Flamengo: Rua Marquês de Abrantes, 88
  • Ipanema: Rua Visconde de Pirajá, 414
  • Jardim Botânico: Rua Jardim Botânico, 726, lojas A e B

Importante ficar atento às situações em que a vacina não deve ser aplicada. É o caso daqueles que apresentem febre aguda, pessoas com antecedentes de alergia grave a componentes do ovo ou que tenham tido algum tipo de reação a outras vacinas. Nestes casos, recomenda-se adiar a vacinação até modificação do quadro, para não se atribuir à vacina as manifestações da doença. Dor e vermelhidão no local são sintomas comuns após a aplicação. Algumas pessoas, às vezes, também apresentam febre e dores de cabeça, o indicado é utilizar compressas frias no local.

Vale lembrar que a vacina contra a gripe não evita o Coronavírus, mas protege os grupos de risco contra a influenza.

*Doença respiratória crônica, doença cardíaca crônica, doença renal crônica, doença hepática crônica, doença neurológica crônica, diabetes, imunossupressão, obesidade e pessoas que portem trissomia ou sejam transplantadas.

Campanha da gripe: como tomar a vacina em tempos de coronavírus 

Foto: Shutterstock

Fonte: Venancio


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Abradilan Conexão Farma é adiado por coronavírus

Abradilan Conexão Farma é adiado por coronavírus

(Texto atualizado em 05/01/2021 às 04:22 pm)

Declaração de pandemia fez entidade a suspender evento que seria realizado na próxima semana, em São PauloA Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan) acaba de divulgar um comunicado oficial cancelando o Abradilan Conexão Farma, evento da próxima semana no Expo Center Norte, em São Paulo. Confira a carta Conselho Deliberativo da entidade na íntegra.

“A Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan) informa que tomou a decisão de suspender a realização do evento Abradilan Conexão Farma, que ocorreria entre os dias 17, 18 e 19 de março, no Expo Center Norte-SP.

Estávamos monitorando diariamente as orientações do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo e os acontecimentos sobre o Corona Vírus – COVID 19 e decidimos, por precaução, e em nome da saúde e segurança publica não realizar o evento neste momento.

Pedimos desculpas aos nossos associados, sócios colaboradores, expositores, patrocinadores, fornecedores e palestrantes e todos os convidados pela decisão, mas a declaração de Pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em combinação com a piora de cenário, especialmente em São Paulo foram imperativos na decisão.

Nos próximos dias daremos mais detalhes.”

Fonte: Guia da Farmácia Foto: divulgação


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CRF-SP debate ações na área farmacêutica na vacinação

Guia da Farmácia

O CRF-SP tem se preocupado em munir o farmacêutico com ferramentas de capacitação com uma área específica sobre Covid-19 no portal

O Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CRF-SP)  realizou via You Tube, no último dia 10, o Fórum: Vacina na cadeia farmacêutica da logística ao serviço de imunização, onde discutiu, principalmente, a logística da vacina contra a Covid-19.

Além da diretoria do CRF-SP, o Fórum contou também com a participação de representantes da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sincofarma/SP) e do coordenador do Grupo Técnico de Trabalho de Logística de Produtos de Interesse à Saúde do CRF-SP, Dr. Kleber Fernandes.

Ao abrir a discussão, Dr. Marcos Machado, presidente do CRF-SP, destacou que apesar do impacto econômico da pandemia já ser de mais de US$ 1 trilhão de dólares no mundo, a preocupação é principalmente com a saúde da população.

Dr. Marcos ressaltou que a vacina nesse momento é o assunto mais importante no mundo.

“Nada é mais importante para o retorno da vida das pessoas. Precisamos o quanto antes de uma definição em relação à disponibilização da vacina no Brasil”.

O presidente do CRF-SP destacou ainda a lei 13.021/14 que possibilita o serviço de imunização nas farmácias. “Acredito que de imediato o governo deva assumir essa demanda e as farmácias possam, dessa maneira, entrar como pontos de apoio por se tratar de um problema de saúde pública emergencial”.

Ações do CRF-SP

O CRF-SP tem se preocupado em munir o farmacêutico com ferramentas de capacitação com uma área específica sobre Covid-19 no portal com informações, materiais técnicos, além da realização de campanhas de educação em saúde.

Outro diferencial é o curso “Cuidado farmacêutico na imunização e administração de vacinas”, disponível gratuitamente na Academia Virtual de Farmácia.

Mesmo os farmacêuticos que não estão na linha de frente é importante que façam o curso e conheçam todos os aspectos relacionados às vacinas. O CRF-SP também enviou um ofício à Secretaria de Saúde solicitando que os farmacêuticos sejam incluídos como profissionais de saúde prioritários para serem vacinados imediatamente assim que se iniciar a vacinação no estado de São Paulo e atuarem com segurança”, enfatizou Dr. Marcos.

Vacinação nas farmácias

Com a consolidação dos serviços farmacêuticos nas farmácias ao longo dos últimos anos, inclusive com a recente discussão da reformulação da RDC 44/09, por meio da consulta pública 911/20, o farmacêutico ganhou, dessa maneira, força e mostrou também que é possível fazer mais.

Foi o que apresentou o CEO da Abrafarma, Sergio Mena Barreto.

“As vacinas já são uma realidade e fazem parte da construção da nova farmácia. Hoje, temos potencial para disponibilizar 1953 salas de aplicação de injetáveis, por se tratar de uma situação emergencial e até 3500 profissionais, incluindo o farmacêutico para o serviço de imunização e outros funcionários para organização de filas e procedimentos. Tudo sem custo ao Estado ou para a população, com possibilidade de imunização de mais de 1 milhão de pessoas por semana”.

Mena Barreto ressaltou que a pandemia reforçou a importância da farmácia e do farmacêutico. “Não me canso de aplaudir os farmacêuticos, vivemos algo inédito. Pela primeira vez, as farmácias vão ser usadas em larga escala. Todos são bem-vindos e devem se engajar para superar as dificuldades e voltarmos a uma vida normal”.

CRF-SP discute a vacinação contra a Covid-19

O processo de logística começou a amadurecer nos últimos dez anos quando a legislação começou, então, a se organizar.

Essa a foi a frase de abertura da apresentação do Dr. Kleber Fernandes, coordenador do Grupo Técnico de Trabalho de Logística de Produtos de Interesse à Saúde do CRF-SP e Diretor de Qualidade e Gestão Técnica na Solistica.

Dr. Kleber citou, também, o sistema de vacinação que funcionou perfeitamente em meio a pandemia de H1N1, no entanto, ressaltou que nem todos quiseram tomar a vacina e não houve sobrecarga.

“No entanto, o grande problema da vacina de Covid-19 é a expectativa, o que sobrecarrega qualquer sistema de distribuição. Não será uma distribuição única, consolidada. A aproximação entre os elos da cadeia é, portanto, que vai fazer com que a gente ganhe o jogo”.

Outro ponto importante alertado no Fórum foi o investimento em segurança para evitar furto, roubo, extravio ou a possibilidade de falsificação da vacina.

“Ouvimos falar apenas em controle de temperatura, no entanto, há outras questões peculiares como o contrabando e, por isso, a necessidade de gestão do farmacêutico em toda a cadeia”. Dr. Kleber se atentou ainda à questões como a logística reversa, ou seja, para onde vão as devoluções e as incinerações? Como será feita a rastreabilidade do produto que foi incinerado, tudo isso somado ao desafio de se vacinar a população no menor tempo possível.

Fonte: CRF-SP

Foto:  Shutterstock


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Crescimento das Drogarias Max chega à média de 40%

Crescimento das Drogarias Max chega à média de 40%

Os produtos que contribuíram para o crescimento no faturamento da Drogarias Max foram os multivitamínicos e os itens de proteção e higiene pessoal

Durante a pandemia, o varejo farmacêutico foi resiliente e espera crescer 12% em 2020, de acordo com dados da Close-up International, empresa que audita o setor.

Algumas redes de farmácias tiveram desempenho muito mais expressivo durante a pandemia, como é o caso da franquia Drogarias Max, cujo percentual de crescimento atingiu a média de 40% no período de março a novembro de 2020, atingindo a receita total de R$ 253 milhões.

Em unidade, as vendas subiram 29% em relação ao mesmo período de 2019.

Produtos que ajudaram a Drogarias Max a ter um maior crescimento

“Ninguém planejava um crescimento de 40%. A nossa projeção era a mesma do mercado, prevista no início de 2020 para ficar entre 8% a 10%. Mas a pandemia mudou o cenário e fez com que as vendas de determinados produtos disparassem, principalmente em março e abril”, observa o gerente de Negócios da Max, Lucas Procópio.

Entre os produtos que mais contribuíram para essa disparada no faturamento estão os multivitamínicos – as pessoas passaram a se prevenir mais – e os itens de proteção e higiene pessoal, como máscaras, luvas, álcool em gel, bem como sabonetes antissépticos, entre outros.

Na categoria de medicamentos, azitromicina e nitazoxanida também tiveram participação relevante nesse resultado porque passaram a ser prescritos para tratar a Covid-19.

Estratégias da Drogaria Max

Paralelamente ao crescimento provocado pela pandemia, a rede já vinha aplicando estratégias para alavancar sua participação de mercado.

Entre elas, parceria com dois grandes fornecedores, bem como o aumento do portfólio de produtos e também melhorias na jornada de reposição do franqueado.

“Hoje, um franqueado pode realizar suas reposições por aplicativo conectado diretamente ao fornecedor 24 horas por dia, 7 dias por semana. Rápido, prático e eficiente”, de acordo com Procópio.

Vale citar, inclusive, a consultoria especializada que oferece indicadores de gestão do PDV; comparativos de performance de mercado e também pesquisa de preço dos 80 produtos mais vendidos da região para uma precificação adequada.

Expectativas para 2021

São as melhores possíveis, pois a rede acaba de lançar o seu Plano Estratégico de Expansão 2020/2021, com um modelo de adesão alternativo e mais flexível, voltado ao varejo independente.

“Para ajudar o independente a crescer e, ao mesmo tempo, oferecer um modelo mais flexível sem perder o foco da franquia; criamos o Selo Max, cujo valor da mensalidade é de apenas R$ 699,00 durante os primeiros 12 meses”, informa o gerente da Max. Com o novo plano de expansão, a Max espera aumentar em 25% o número atual de lojas.

Drogarias Max planeja expansão com selo para farmácia independente

Fonte: Drogarias Max

Foto: Divulgação/Drogarias Max


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Nutricosméticos na rotina capilar

Nutricosméticos na rotina capilar - Guia da Farmácia

O uso dos nutricosméticos melhora a saúde dos fios. A farmacêutica e gerente de qualidade da Maxinutri, Geisa Valério, explica seus benefícios

Os nutricosméticos são grandes aliados da saúde e da beleza dos cabelos. Eles são compostos por substâncias que atuam na saúde dos fios, como vitaminas e minerais.

Qual a composição desses produtos?

Eles apresentam um mix com várias vitaminas, sendo a maioria do complexo B e vitaminas A e C, que possuem efeitos benéficos na saúde dos fios. Algumas vitaminas estimulam a multiplicação celular, ajudando o fio a crescer mais rápido; outras melhoram a circulação sanguínea do couro cabeludo e regulam a produção de sebo, melhorando o fornecimento de nutrientes para o cabelo; e outras evitam a queda e quebra dos fios. Efeitos que propiciam o crescimento saudável”, conta a farmacêutica e gerente de qualidade da Maxinutri, Geisa Valério.

Quais os benefícios?

Quando associados, estes ativos estimulam o crescimento dos fios e a manutenção da força e resistência; também auxiliam o organismo a produzir componentes, como colágeno, ácido hialurônico e substâncias antioxidantes que deixam os fios saudáveis.

O que o mercado oferece?

De acordo com Geisa, os suplementos de uso oral conseguem agir de diferentes maneiras, sendo diretamente no fio, ou no couro cabeludo, ou por meio do fornecimento de nutrientes via corrente sanguínea. “Os nossos suplementos em específico têm vitaminas que, quando associadas, promovem um efeito estrondoso. A linha Supreme possui mais o ácido hialurônico e D-pantenol que agem intensificando os benefícios para os fios. Os produtos de uso tópico acabam por possuir uma ação limitada ao local de aplicação (apenas couro cabeludo, comprimento ou pontas)”, diz.

Quais os resultados esperados?

Geisa explica que por se tratar de suplementos que possuem, em sua composição, vitaminas, minerais e substâncias específicas que possuem afinidade, a tendência é de que se observe um crescimento mais rápido e forte dos fios e diminuição da queda.

Como explorar os dermocosméticos e nutricosméticos nas farmácias?

Fonte: Guia da Farmácia

Foto: Shutterstock


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Veja os 5 passos da aprovação de uma vacina pela Anvisa

Veja os 5 passos da aprovação de uma vacina pela Anvisa

A CoronaVac, por exemplo, não pode ser aplicada porque ainda não cumpriu todo o caminho necessário até a aprovação final da vacina pela Anvisa

Antes de chegar à população, medicamentos e vacinas, no Brasil, pela aprovação da  Agência Nacional de Saúde (Anvisa) precisam passar por estudos realizados pelas empresas que desenvolvem os produtos para a comprovação de sua qualidade, segurança e eficácia.

De acordo com a Anvisa, o Instituto Butantan, que vai produzir a Coronavac no Brasil, por exemplo, ainda não encaminhou os dados da terceira e última fase de testes clínicos da vacina. Além disso, a agência diz que falta o relatório da inspeção na fábrica da farmacêutica chinesa Sinovac.

Entenda o passo a passo da aprovação de qualquer vacina no Brasil.

1. Estudos pré-clínicos

Essa fase ocorre antes dos testes em humanos. Envolve a pesquisa, por exemplo, de como os vírus agridem o organismo do hospedeiro. Pode demorar vários anos até que esse corpo de conhecimento seja sólido o suficiente para avançar para a próxima etapa.

2. Autorização para estudos em humanos

Para realização de qualquer pesquisa clínica envolvendo seres humanos, é obrigatória a aprovação dos Comitês de Ética em Pesquisa e/ou da Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisa).

3. Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamentos (DDCM)

A realização de estudos em humanos com objetivo de registro de medicamentos e vacinas deve ser aprovada antes pela Anvisa. A empresa deve, então, submeter à agência o Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamentos (DDCM), que traz informações detalhadas sobre o produto e o estudo.
Na pandemia de Covid-19, a Anvisa criou o Comitê de Avaliação de Estudos Clínicos, Registro e Pós-Registro de Medicamentos para prevenção ou tratamento da doença, o que inclui também as vacinas.

Ele é responsável por analisar os pedidos de início de estudos clínicos de produtos para prevenção e tratamento da Covid-19, de forma prioritária, no prazo médio de até 72 horas.

4. Estudos em humanos

Depois de cumprir as etapas da fase pré-clínica, a empresa deve realizar estudos clínicos em três fases (1, 2 e 3) para avaliar e determinar a segurança e a eficácia do uso da vacina em humanos. Cada etapa cumpre objetivos específicos para o desenvolvimento do produto.

5. Pedido de registro de vacinas

As empresas farmacêuticas são quem devem iniciar esse processo, pedindo o registro.

A documentação exigida pela Anvisa consta na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 55/2010, que trata do registro de produtos biológicos, como é o caso dos imunizantes.

Segundo a norma, além de apresentar documentos como Certificação de Boas Práticas de Fabricação (CBPF), Autorização de Funcionamento (AFE), justificativa para o registro, plano de farmacovigilância.

E também informações gerais sobre o produto, a empresa deve entregar relatório com dados sobre as matérias-primas utilizadas na vacina, entre outros dados.

Para a aprovação de uma vacina pela Anvisa, a empresa pode solicitar, portanto, a avaliação de registro de produtos com estudos da fase 3 em andamento, desde que seja demonstrada uma alta eficácia terapêutica ou preventiva e/ou não exista outra terapia ou droga alternativa comparável.

A solicitação de registro de uma vacina só é aceita se a empresa apresentar toda a documentação exigida pela Anvisa.

Além disso, quem desenvolve o produto deve garantir pesquisas pós-comercialização, como forma de monitoramento, por exemplo, de novas reações adversas não detectadas nos estudos.

Prazos para a aprovação de uma vacina pela Anvisa

A Anvisa afirma ter reforçado a priorização de análises na pandemia com a publicação da RDC 348/2020, definindo critérios extraordinários e temporários para pedidos de registro.

De acordo com a agência, o prazo para a primeira manifestação sobre o pedido de registro de vacinas é de até 60 dias.

Neste período, a Anvisa pode conceder o registro, solicitar informações complementares para análise ou, ainda, indeferir o pedido – este prazo refere-se exclusivamente ao registro.

No entanto, a Anvisa promoveu mudanças para tentar acelerar o processo de concessão do registro.

Uma delas foi, por exemplo, a adoção do modelo de submissão contínua dos documentos.

Antes, os laboratórios interessados esperavam o término dos testes clínicos para reunir toda a documentação e encaminhar de uma única vez, para análise.

Com o novo modelo, a documentação vai sendo enviada aos poucos, para que a análise dos técnicos da agência comece enquanto os testes ainda estão em andamento.

O objetivo é, então, reduzir no final do processo o tempo de avaliação.

Além disso, a Anvisa anunciou que passaria a conceder autorização de uso emergencial para vacinas contra a Covid-19.

Diferentemente do registro, que é concedido após o término dos testes clínicos, essa autorização de caráter excepcional é concedida para imunizações ainda em fase de testes e mais rapidamente.

No entanto, as vacinas que obtiverem a autorização de uso emergencial podem ser aplicadas apenas em uma parcela da população e não ser usada para uma imunização em massa. Além disso, podem ser usadas apenas na rede pública.

Anvisa aprova regras para uso emergencial de vacinas contra Covid-19

Fonte: Folha de Pernambuco

Foto: Shutterstock


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Comitê define fator para reajuste de preços de medicamentos em 2021

Comitê define fator para reajuste de preços de medicamentos em 2021

O Fator X é o mecanismo que permite repassar aos consumidores, por meio dos preços dos medicamentos, as projeções de ganhos de produtividade das empresas produtoras de medicamentos

O Comitê Técnico-Executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) definiu em 3,29% o fator de produtividade (Fator X) para o reajuste de preços de medicamentos em 2021. A resolução com a decisão do colegiado foi publicado dia 25 de novembro no Diário Oficial da União.

O Fator X é o mecanismo que permite repassar aos consumidores, por meio dos preços dos medicamentos, as projeções de ganhos de produtividade das empresas produtoras de medicamentos.

Ele é calculado, então, por meio da análise de séries temporais da indústria farmacêutica.

Conforme a Lei 10.742, de 2003, que define normas de regulação para o setor.

O ajuste de preços de medicamentos tem por base um modelo de teto de preços calculado por meio de um índice de preços, de um fator de produtividade (Fator X) e de uma parcela de fator de ajuste de preços relativos entre setores (Fator Y) e intrassetor (Fator Z).

O ajuste ocorre em 31 de março de cada ano.

Assim, é utilizado é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é a inflação oficial do país calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nesse caso, é utilizado, então, o índice acumulado no período dos 12 meses anteriores à publicação do ajuste de preços.

Cálculo dos fatores Y e Z

O Fator Y tem como objetivo ajustar os preços relativos entre o setor farmacêutico e os demais setores da economia, para minimizar o impacto dos custos não recuperados pela aplicação do IPCA.

Ele é calculado, portanto, com base na variação dos custos dos insumos.

Já o Fator Z visa a promover a concorrência nos diversos mercados de medicamentos, ajustando, portanto, preços relativos entre os mercados com menor concorrência e os mais competitivos.

Para isso, é aplicado uma metodologia de cálculo do nível de concentração de mercado e um índice com base em informações de comercialização prestadas pelas empresas.

Preço de medicamentos sobem 11,36% na pandemia

Fonte: Agência Brasil

Foto: Shutterstock


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Atuação farmacêutica na saúde mental

Diário Farma

Tempo de leitura: 7 minutos

Rachel Bedatt Silva é Farmacêutica formada pela Universidade de Brasília (UnB) e especialista em Saúde Mental pelo Programa de Residência Multiprofissional da Secretaria de Saúde do DF. Cursando pós-graduação em Farmácia Clínica. Membro da Regional do Distrito Federal da Sociedade Brasileira de Farmácia Clínica. Atualmente atua como Farmacêutica Clínica no Hospital DF Star.

Área de atuação

Saúde Mental

1- Em linhas gerais, como é a sua área de atuação?

O cuidado ampliado compreende a pessoa de forma integral e singular, os seus valores, seu meio social, o seu psíquico e o seu biológico. Na Saúde Mental essa prática é a essência dos profissionais de saúde. Se não houver equilíbrio entre essas três esferas (biopsicossocial), não há saúde mental e, consequentemente, não há saúde. O que nos leva a uma percepção de cuidado ampliado, centrado na pessoa, considerando toda a sua singularidade. O cuidado interdisciplinar passa a ser imprescindível para atender de forma mais assertiva à complexidade exigida. 

2- Explique-nos resumidamente sobre as principais atividades farmacêuticas que você desenvolve diariamente:

O farmacêutico apresenta-se como parte da equipe de saúde mental, contribuindo principalmente com os seus conhecimentos em farmacologia, fisiologia, química e gestão farmacêutica, que somados às habilidades desenvolvidas na área de Saúde Mental, é possível realizar atividades como: escuta qualificada, acolhimento, intervenção em crise, oficinas e grupos terapêuticos, práticas integrativas, avaliação de condição da saúde, análise de risco, Redução de Danos, mapeamento de rede, visita domiciliar e, principalmente, trabalho em equipe.

De modo geral, o cuidado farmacêutico e a escuta qualificada são as bases das atividades desenvolvidas diariamente pelo farmacêutico na Saúde Mental. Algumas pesquisas mostram que as pessoas atribuem significados aos seus medicamentos e isso torna a abordagem do farmacêutico muito mais complexa. Pesquisadoras renomadas no Brasil abordam este tema, como a Profa. Dra. Rosana Onocko Campos e a Profa. Dra. Djenane Ramalho de Oliveira e suas respectivas equipes, por exemplo. Elas mostram que o profissional de saúde fica restrito em esclarecer a prescrição médica e/ou se esforçam para que a pessoa a cumpra, sem oferecê-la um espaço real de escuta, que a permita falar dos seus medos/angústias/desabafos/crenças em relação aos seus medicamentos. Espaços de escuta como estes, permitem que a pessoa seja parte ativa do processo terapêutico, promovendo o uso racional dos medicamentos.

Na saúde mental realizam-se atendimentos individuais e em grupos, sendo o acompanhamento farmacoterapêutico um destes atendimentos. Trata-se do processo em que o farmacêutico acompanha a experiência da pessoa com os seus medicamentos e busca estratégias em conjunto com ela para aprimorar o tratamento. Neste acompanhamento estão incluídas as práticas de educação em saúde, adesão medicamentosa, gestão de condição de saúde, onde ocorre a avaliação de reações adversas (RAM) etc., planejamento e encaminhamentos e/ou atendimento em conjunto com outros profissionais e especialidades necessárias para colaborar com o tratamento. Uma ferramenta muito utilizada na saúde mental, é o Guia de Gestão Autônoma da Medicação (Guia GAM), uma estratégia que busca a participação ativa do usuário no seu tratamento.

Também são realizadas oficinas e grupos terapêuticos compreendendo que estes espaços de convivência, identificação com os pares e ferramentas que permitem o acompanhamento mais próximo da pessoa em sofrimento são essenciais para compor o plano terapêutico. Nestes espaços são realizadas diversas atividades, podendo ser produção cultural (teatro, dança, música, pinturas…), práticas integrativas (Reiki, automassagem, yoga…), entre outras.

A intervenção em crise, uma prática realizada por qualquer membro da equipe de saúde mental, trata-se do atendimento imediato à pessoa que está em situação de crise, seja ela uma crise psicótica, crise de ansiedade ou uma ideação suicida. Nestes casos, são utilizadas técnicas para tranquilizar a pessoa e direcioná-la ao equilíbrio.

No campo álcool e outras drogas, estão as práticas de redução de danos, que se baseiam na redução dos danos que uso abusivo de álcool e outras drogas pode causar, oferecendo um cuidado centrado na pessoa e não unicamente no uso destas substâncias. Outro cuidado oferecido é a cessação do tabagismo, por meio de um programa estruturado e com acompanhamento interdisciplinar.

Visitas domiciliares também é uma das atividades desenvolvidas, onde é possível compreender o contexto familiar, o território que a pessoa está inserida, sua rede de apoio e seu meio social.

3- Como funciona a transdiciplinariedade ?

São atividades praticadas nos serviços de Saúde Mental que ultrapassam as especialidades. Elas permitem que diferentes profissionais atuem em conjunto de forma igualitária, sem delimitar as suas atribuições que são muitas e, é claro que o profissional sempre terá uma visão voltada para a sua formação de origem, porém a sua atuação será mais ampla, permitindo uma visão holística da pessoa que está sendo atendida. São exemplos destas abordagens: as Práticas Integrativas e Complementares, como Terapia Comunitária, Floralterapia, Reiki, Yoga, acupuntura, entre outras. Atualmente, faço parte de uma equipe que aborda este tema com mais profundidade e tem como objetivo aproximar e capacitar profissionais/estudantes à estas práticas. Se quiser conhecer mais, veja a página no Instagram @equipe.interativas.

4- Como funciona a rotina de saúde mental no contexto hospitalar?

Como a rotina hospitalar é diferente da comunitária, achei importante adicionar um tópico específico sobre ela. Primeiro, seguimos com o mesmo princípio, um atendimento centrado na pessoa. E para isso, é importantíssima a integração com as diversas especialidades envolvidas.  Sabendo-se que em sua maioria a escolha do medicamento psiquiátrico é baseada na tolerabilidade das reações adversas pelo paciente, somados aos seus sintomas, o farmacêutico fica responsável principalmente em conhecer o histórico medicamentoso do paciente, questionando-o se já tomou outros medicamentos psiquiátricos anteriormente (se sim, por que trocou?), se sentiu melhora com a atual farmacoterapia, se sente algum mal-estar associado, entre outras e se faz uso de Substâncias Psicoativas (SPAs). Além disso, durante a internação, é o momento de realizar a escuta qualificada, farmacoeducação, monitorar possíveis RAM e avaliar síndrome de abstinência em caso de descontinuação de alguma substância. No momento da alta, orientar a pessoa e a família, assim como avaliar a necessidade de vigilância dos mesmos, em caso de ideação suicida.

5- Quais são as perspectivas dessa área de atuação?

A atenção em Saúde mental é necessária em todo e qualquer lugar que necessite atendimento à uma pessoa. Mas para elucidar quais são os equipamentos que compõem a Rede de Atenção Psicossocial e que podem ser área de atuação para os farmacêuticos, estão os Centros de Atenção Psicossociais (CAPS), serviços especializados que atendem os sofrimentos psíquicos graves e persistentes, Hospitais Gerais, Atenção Básica, SAMU, residências terapêuticas, atendimentos domiciliares, entre outros.

6- Quais cursos e dicas você poderia recomendar para os profissionais que desejam atuar nesse segmento farmacêutico?

Para uma atuação em Saúde Mental ser de qualidade é essencial unir a teoria com a prática, nesse caso, programas de residência multiprofissionais em saúde mental são mais recomendados para quem deseja atuar na área. Além disso, recomenda-se cursos complementares de farmácia clínica/cuidado farmacêutico, psicofarmacologia, leituras e grupos de estudos sobre escuta e atendimento na Saúde Mental, as bases de atuação do farmacêutico clínico nesta área.

Rachel Bedatt

@rachelbedatt
@equipe.interativas


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GSK lança plataforma de capacitação sobre vacinas

GSK lança plataforma de capacitação sobre vacinas

A plataforma oferece informações sobre vacinas através de textos, vídeos e infográficos. Com 25 horas de conteúdo, cursos se estendem aos profissionais de saúde

A GSK lançou uma plataforma de capacitação online e gratuita para profissionais de saúde, com treinamento 100% focado em vacinas. O conteúdo é dividido em três módulos, entre eles, Imunologia e Vacinologia, e Doenças Imunopreveníveis.

A capacitação oferece, assim, uma imersão no tema através de textos, vídeos e infográficos que trazem assuntos como erros e mitos, calendário vacinal, especial gestante e doenças imunopreveníveis causadas por bactérias e vírus.

Ao todo, são 25 horas de conteúdo sobre a importância da vacinação para o controle da disseminação de doenças como a Covid-19.

O treinamento, inicialmente projetado para enfermeiros e farmacêuticos dos mais de 30 mil clientes da GSK, também é aberto aos demais profissionais de saúde interessados.

No entanto, é preciso acessar a plataforma através do www.escoladevacinasgsk.com.br e fazer o cadastro e colocar o número do conselho correspondente. O participante receberá certificado ao final do curso.

“Queremos colaborar cada vez mais com os profissionais que lidam diretamente com a vacinação, oferecendo conhecimento e qualificação. Criamos a plataforma com conteúdo de qualidade para os nossos clientes, mas sem excluir os demais profissionais interessados no tema, desse modo, entendemos ser um avanço na busca da ampliação do conhecimento sobre a importância da vacinação e da cobertura vacinal no país“, explica o gerente de marketing de vacinas da GSK, Vitor Araújo.

Fonte: GSK  Foto: Shutterstock


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Uso de antibióticos em animais domésticos

medicamento veterinario pet

(Texto atualizado em 18/12/2020 às 02:55 pm)

A população de animais de estimação, os chamados ‘pets’, cresce no Brasil. Em 2013, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), publicado em seu relatório População de animais de estimação no Brasil, o país tinha 132,4 milhões de ‘pets’, sendo o terceiro país no mundo em animais de estimação; o segundo em número de cães, gatos e aves canoras e ornamentais. Dados recentes do Instituto Pet Brasil informam que, em 2018, a população estimada de ‘pets’ era de 139,3 milhões.

Para se ter uma ideia, o crescimento da população brasileira entre 2013 e 2018, conforme os dados do IBGE, foi de 4,25%, já o de animais de estimação para o mesmo período foi de 5,21%. E esse aumento se reflete na indústria, que movimentou em 2018 , 20,3 bilhões de reais, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).

E quando se fala na saúde dos animais, para o período de 2017-2018, esse aumento foi de 10% para o chamado ‘Pet Vet’, que compreende “as indústrias e integrantes da cadeia de distribuição de medicamentos veterinários” (e não estão incluídos nisso os atendimentos veterinários, os chamados ‘Pet Serv’, que abrangem o comércio e serviços para animais de estimação).

Saúde animal

Doenças como otites, infecção renal, Erlichiose (a doença do carrapato), dentre outras, são extremamente comuns aos ‘pets’ e o receituário de antibióticos se faz necessário. Contudo, a automedicação de antibióticos feita pelos donos de animais pode induzir a uma falsa cura e piorar a saúde dos ‘pets’. Para falar sobre o tema, o projeto Fiocruz no Ar ouviu o médico veterinário e pesquisador da Fiocruz, Paulo Abílio, que explicou os riscos do uso abusivo de antibióticos nos ‘pets’.

Fonte: Fiocruz


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Número de farmácias no País apresenta forte queda

Número de farmácias no País apresenta forte queda

Esta é a primeira vez, nos últimos cinco anos, que acontece essa queda expressiva, onde o número de farmácias fechadas supera o de novas abertas

De acordo com a Close-Up, empresa que audita o setor de farmácias apesar do crescimento do mercado farmacêutico em 2020 o número de farmácias apresenta uma forte queda no Brasil.

Em 2019, eram 86.116 farmácias e agora, em 2020, são 81.539.

Esta é a primeira vez, nos últimos cinco anos, que o número de farmácias fechadas supera o número de novas abertas.

Foram 3.786 farmácias abertas ao longo do ano, e, em contrapartida, 8.363 fechadas.

Sobre o número de farmácias queda, as associativistas foram o único canal com aumento no número de lojas entre 2019 e 2020, com 267 novas unidades, contra 167 fechamentos.

Já nas independentes, foram 3.056 abertas e 6.580 fechadas.

Além disso, todas as regiões do Brasil tiveram uma diminuição na quantidade de pontos de venda (PDVs), sendo que as cidades de Maceió, Manaus, Recife e Salvador foram as cidades que tiveram o maior índice de lojas fechadas em 2020.

Já as pequenas cidades do Brasil impulsionaram o crescimento do mercado farmacêutico total (MFT).

Assim, cidades com até 300 mil habitantes representam 47% do MFT e estão com crescimento médio superior a 15% em 2020.

Fonte: Guia da Farmácia Foto: Shutterstock


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Resolução autoriza reajuste de medicamentos

Resolução autoriza reajuste de medicamentos

(Texto atualizado em 14/12/2020 às 02:33 pm)

Confira o conteúdo publicado na edição de ontem do Diário Oficial da União

Resolução Nº 1, de 1º de junho de 2020, diz que:

“Dispõe sobre a forma de definição do Preço Fabricante (PF) e do Preço Máximo ao Consumidor (PMC) dos medicamentos em 31 de maio de 2020, estabelece a forma de apresentação do Relatório de Comercialização à Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos – CMED, disciplina a publicidade dos preços dos produtos farmacêuticos e define as margens de comercialização para esses produtos.

O secretário executivo, substituto, faz saber que o Conselho de Ministros da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, no uso das competências que lhe conferem os incisos I, II, X e XIII do artigo 6º da Lei nº 10.742, de 6 de outubro de 2003 e o inciso I do artigo 4º do Decreto nº 4.766, de 26 de junho de 2003, em obediência ao disposto no artigo 4º,capute parágrafos 1º a 8º da Lei nº 10.742, de 2003, e no Decreto nº 4.937, de 29 de dezembro de 2003, e considerando:

A Resolução CMED nº 1, de 23 de fevereiro de 2015, retificada pela Resolução CMED nº 5, de 12 de novembro de 2015, que estabelece os critérios de composição de fatores para o ajuste de preços de medicamentos;

O Comunicado CMED nº 08, de 27 de novembro de 2019, que definiu, para o ano de 2020, o Fator de Produtividade (Fator X) em 1,98% (um inteiro e noventa e oito centésimos por cento);

O Comunicado CMED nº 09, de 19 de dezembro de 2019, que divulgou o índice de concentração de mercado por subclasse terapêutica para o estabelecimento dos três níveis do Fator Z a serem utilizados no ajuste de preços de 2020;

O Comunicado CMED nº 01, de 05 de março de 2020, que definiu, para o ano de 2020, o Fator de Ajuste de Preços Relativos Entre Setores (Fator Y) em 1,20% (um inteiro e vinte centésimos por cento);

A publicação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 11 de março de 2020, acumulando um percentual de 4,01% (quatro inteiros e um centésimo por cento) no período compreendido entre março de 2019 e fevereiro de 2020;

A publicação da Medida Provisória nº 933, de 31 de março de 2020, que suspendeu pelo prazo de 60 (sessenta) dias, a contar da data de sua publicação, o ajuste anual de preços de medicamentos para o ano de 2020; deliberou expedir a seguinte Resolução:

Art. 1º As empresas produtoras de medicamentos poderão ajustar os preços de seus medicamentos em 31 de maio de 2020, nos termos desta Resolução.

Parágrafo único. O ajuste de preços de medicamentos, de que trata ocaputdeste artigo, terá como referência o mais recente Preço Fabricante (PF) publicado na lista de preços constante da página da CMED no Portal da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): http://portal.anvisa.gov.br.

Art. 2º O ajuste de preços de medicamentos, de que trata o artigo 1º, é baseado em um modelo de teto de preços calculado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em um fator de produtividade, em uma parcela de fator de ajuste de preços relativos intrassetor e em uma parcela de fator de ajuste de preços relativos entre setores, nos termos da Resolução CMED nº 1, de 23 de fevereiro de 2015, retificada pela Resolução CMED nº 5, de 12 de novembro de 2015.

Parágrafo único. Para o ano de 2020, o ajuste máximo de preços permitido será o seguinte:

I – Nível 1: 5,21% (cinco inteiros e vinte e um centésimos por cento);

II – Nível 2: 4,22% (quatro inteiros e vinte e dois centésimos por cento); e

III – Nível 3: 3,23% (três inteiros e vinte e três centésimos por cento).

Art. 3º Para fazerem jus ao ajuste de preços, as empresas produtoras de medicamentos deverão apresentar à Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), até 05 de junho de 2020, Relatório de Comercialização, a ser preenchido de acordo o Manual de Instrução do Sistema de Acompanhamento do Mercado de Medicamentos (Sammed), disponível no Portal da Anvisa.

§ 1º A Secretaria-Executiva poderá solicitar documentos ou informações adicionais para confirmação de dados ou esclarecimento de dúvidas advindas da apresentação do Relatório de Comercialização.

§ 2º As informações contidas no Relatório de Comercialização serão objeto de tratamento confidencial, na forma da lei.

Art. 4º O Preço Máximo ao Consumidor (PMC) será obtido por meio da divisão do Preço Fabricante (PF) pelos fatores constantes da tabela abaixo, observadas as cargas tributárias do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual, Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) praticadas nos Estados de destino e a incidência da contribuição ao Programa de Integração Social (PIS), ao Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS), conforme o disposto na Lei nº 10.147, de 21 de dezembro de 2000.

ICMS

Lista Positiva

Lista Negativa

Lista Neutra

0%

0,723358

0,745454

0,740214

12%

0,723358

0,748624

0,742604

17%

0,723358

0,750230

0,743812

17,5%

0,723358

0,750402

0,743942

18%

0,723358

0,750577

0,744072

20%

0,723358

0,751296

0,744613

Parágrafo único. Nos Estados de destino onde a carga tributária do ICMS for diferente das previstas na tabela acima, o Preço Máximo ao Consumidor (PMC) deverá ser calculado de acordo com os fatores de conversão divulgados em Comunicado da Secretaria-Executiva da CMED.

Art. 5º As unidades produtoras e as de comércio atacadista ou intermediário de medicamentos repassarão, obrigatoriamente, às unidades varejistas, a diferença de alíquota de ICMS entre o estado de origem e o de destino, bem como colocarão os produtos CIF no destinatário.

Art. 6º As empresas produtoras deverão dar ampla publicidade aos preços de seus medicamentos, por meio de publicações em mídias especializadas de grande circulação, não podendo ser superior aos preços publicados pela CMED no Portal da Anvisa.

Art. 7º As unidades de comércio varejista deverão manter à disposição dos consumidores e dos órgãos de proteção e defesa do consumidor as listas dos preços de medicamentos atualizadas, calculados nos termos desta Resolução.

Parágrafo único. A divulgação do PMC, de que trata ocaputdeste artigo, deverá contemplar os diferentes preços decorrentes da incidência das cargas tributárias de ICMS praticadas nos estados de destino.

Art. 8º O PF e o PMC, obtidos a partir dos cálculos previstos nesta Resolução, serão expressos com duas casas decimais, com arredondamento a partir da terceira casa decimal, conforme disposto no item “7. Arredondamento de Dado Numérico”, da publicação “Normas de Apresentação Tabular” do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Art. 9º A apresentação do Relatório de Comercialização, de que trata o artigo 3º desta Resolução, é obrigatória a todas as empresas detentoras de registro de medicamentos, independente da aplicação do ajuste de preços, e o seu não envio, incompletude, inconsistência ou intempestividade sujeitará as empresas à aplicação das sanções previstas na Lei nº 10.742, de 6 de outubro de 2003 e na Resolução CMED nº 02, de 16 de abril de 2018.

Parágrafo único. A empresa autorizada a realizar importação de medicamentos deve também apresentar Relatório de Comercialização com os dados de faturamento e a quantidade vendida, por apresentação.

Art. 10. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Fernando de Moraes Rêgo”

Entretanto, o Diário Oficial da União do dia 27 de maio afirmava que o reajuste seria adiado por mais 60 dias.

Foto: Shutterstock

Fonte: Diário Oficial da União


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Hapvida e Roche anunciam funcionamento de super laboratório

Guia da Farmácia

O polo da Roche em parceria com o sistema Hapvida, tem capacidade para processar com eficiência cerca de 2,6 milhões de análises por mês

A Roche Diagnóstica Brasil em parceria com sistema Hapvida inauguraram um laboratório em Recife (PE).

Com investimento de R$46 milhões o Núcleo Técnico Operacional (NTO) é uma central inteligente de controle e gestão de produção e qualidade integrado com capacidade para processar com eficiência 95% dos exames realizados mensalmente pela rede – cerca de 2,6 milhões de análises por mês.

NTO é, dessa maneira, o primeiro projeto desta proporção da Roche fora da Europa. Dia 18 de novembro, os diretores das duas empresas estiveram no Recife para visitar as instalações no bairro da Imbiribeira.

O polo leva inovação e automação laboratorial integrada deste porte ao Nordeste do País. Portanto, isso resulta em mais agilidade, controle e qualidade às análises, processamentos e logísticas de exames laboratoriais de atendimento do Sistema Hapvida.

Roche e Hapvida

As novas instalações são automatizadas e irão reduzir custos e integrar os resultados dos testes com o sistema de registros médicos eletrônicos proprietários do Hapvida.

“O NTO tem capacidade para processar rapidamente tanto testes mais simples quanto os mais complexos, aumentando o nível de verticalização de exames laboratoriais e otimizando a utilização de nossa capacidade produtiva, sem qualquer intervenção humana, aumentando a confiabilidade dos resultados”, afirma o CEO do Hapvida, Jorge Pinheiro.

“Esta parceria permitirá fortalecer a colaboração entre as empresas não só na parte de diagnóstico como também no acompanhamento da saúde dos usuários da rede. É um grande avanço para a saúde no Brasil e estamos muito orgulhosos em poder ampliar o acesso da população a este tipo de inovação, que proporciona o olhar integrado e mais eficiente dos cuidados com a saúde”, comenta o presidente da Roche Diagnóstica Brasil, Antonio Vergara.

Medicamento da Roche ajuda em casos mais graves de Covid-19 

Roche alerta para expectativas muito altas por vacinas ainda neste ano 

Fonte: Roche

Foto: Shutterstock


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Compare as 4 vacinas contra a Covid-19 que já apresentaram eficácia

Guia da Farmácia

Os dados foram divulgados pelas próprias desenvolvedoras:

A AstraZeneca/Oxford foi, então, a 1ª a publicar resultados preliminares de fase 3 em revista científica. As informações sobre as outras três desenvolvedoras também são preliminares.

No entanto, fora a de Oxford, nenhuma outra vacina teve análise do seu atual estágio de testes publicado em revista científica.

O Brasil ainda não fez acordo para adquirir esse imunizante — e, em princípio, ele estaria fora dos planos do Ministério da Saúde.

Isso porque o plano preliminar de imunização divulgado pela pasta no dia 1º de dezembro não prevê, por exemplo, o uso de vacinas que exijam baixíssimas temperaturas de armazenamento — esse o caso da vacina da Pfizer.

Em nota divulgada no dia 2 de dezembro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disse ter sido informada pela Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos para a Saúde do Reino Unido sobre o que chamou de “autorização temporária” para a vacina da Pfizer/BioNTech.

“Trata-se de autorização emergencial, nos termos de legislação do Reino Unido, para um lote específico, devendo futuros lotes ser objeto de autorização específica posterior. Não se trata de registro definitivo, nem de autorização para comercialização da vacina no mercado britânico”, afirma o comunicado.

O plano nacional de imunização do Brasil só deverá ficar pronto quando houver vacina registrada na Anvisa. No momento, não há nenhum registro no Brasil.

Veja, abaixo, um comparativo da taxa de eficáciasegurançalogística e produção e previsão de distribuição no Brasil:

Vacinas contra a Covid-19 e suas eficácias

  • Pfizer + BioNTech: 95% de eficácia e mais de 94% eficaz em idosos acima de 65 anos, segundo dados preliminares da fase 3.
  • Moderna: 94,5% de eficácia, segundo dados preliminares da fase 3.
  • AstraZeneca + Universidade de Oxford: 70% de eficácia, com uma variação de 62% a 90% de acordo com a dose aplicada.
  • Sputnik V: 92% de eficácia, segundo o governo da Rússia.
  • Pfizer + BioNTech: as empresas disseram que, até agora, não encontraram nenhuma preocupação séria de segurança. O que houve foram reações adversas leves – e menos frequentes em idosos que em outras faixas etárias. Elas destacaram que foram alcançados todos os dados de segurança exigidos pela agência americana de saúde, a Food and Drug Administration (FDA), para a Autorização de Uso de Emergencial. No último dia 1º, a farmacêutica pediu o uso emergencial da vacina na Europa e, no dia 2, obteve, então, aprovação no Reino Unido.
  • Moderna: a empresa afirmou que um estudo de eventos adversos indicou que a vacina foi bem tolerada, sem problemas significativos de segurança. Os efeitos foram leves ou moderados. Com base nessa análise provisória, nesta terça-feira (1º), a Moderna pediu o uso emergencial da vacina na Europa.
  • AstraZeneca + Universidade de Oxford: a farmacêutica apresentou um estudo da fase 2 no dia 19 de novembro na revista “The Lancet”, informando que a sua vacina se mostrou segura e consegue uma resposta dos anticorpos. Houve reações adversas leves – e menos frequentes em idosos que em outras faixas etárias.
  • Sputnik V: o governo russo informou que não houve eventos adversos inesperados durante os ensaios da vacina. No entanto, a comunidade científica aguarda a publicação dos resultados em revistas da área para ter mais segurança com relação ao imunizante.
      • Pfizer + BioNTech: as empresas têm o imunizante que envolverá maiores problemas de logística, uma vez que precisa ser transportado em uma temperatura de -70°C. Isso pode, no entanto, se tornar um grande empecilho, principalmente em regiões remotas ou muito quentes. A farmacêutica americana informou que pretende, no entanto, resolver o problema com uma embalagem especial com temperatura controlada, que utiliza gelo seco para manter a condição de armazenamento por até 15 dias.
  • Moderna: sua vacina também oferece desafio de logística por causa da temperatura de armazenamento, que precisa ficar em torno de -20º C durante todo o transporte. Ponto positivo: é possível mantê-la em geladeira por até um mês.
  • AstraZeneca + Oxford: apesar de ter a menor porcentagem de eficácia (média de 70%), a vacina é a mais barata e, entao, mais fácil de armazenar e ser transportada para todas as regiões do mundo. Isso porque ela não precisa estar em temperaturas muito baixas e pode ser armazenada em geladeiras comuns.
  • Sputnik: o governo russo ainda não apresentou informações sobre condições de armazenamento e transporte da vacina. No dia 9 de novembro, o Instituto Gamaleya afirmou que espera publicar esse e outros dados sobre a vacina em um “futuro próximo”.
  • A CoronaVac também promete evitar desafios de transporte. Segundo um estudo publicado em 17 de novembro na revista “The Lancet”, ela pode ser armazenada em refrigeração padrão (assim como a vacina da gripe) e por até três anos, o que representaria, dessa maneira, algumas vantagens de distribuição. Os estudos de fase 3 serão cruciais para comprovar todas essas informações preliminares.

    No dia 1º, o Ministério da Saúde afirmou, no entanto, que a vacina que será administrada no Brasil precisa ser termoestável, ou seja, que não precise de baixíssimas temperaturas de armazenamento, como ocorre com candidatas da Pfizer e da Moderna, por exemplo.

    A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) já havia, então, alertado que países nas Américas não estão prontos para receber vacinas contra a Covid-19 baseadas em RNA (material genético), que precisam ser armazenadas em temperaturas muito baixas.

    Demais vacinas em testes em humanos

    • Sinopharm: laboratório chinês, ele tem dois projetos de vacinas com institutos de pesquisas do país. A Sinopharm e os outros laboratórios preveem uma capacidade de produção de até 610 milhões de doses por ano das várias vacinas chinesas contra a Covid-19.
    • Bharat Biotech: a empresa indiana começou a recrutar em novembro cerca de 26 mil pessoas para a sua “COVAXIN”, desenvolvida com o apoio do governo, e aposta em uma vacina disponível no primeiro semestre de 2021.
    • Johnson & Johnson:  iniciou dois testes clínicos de sua candidata, composta por um adenovírus modificado, uma de apenas uma dose e a outra com duas doses. Os resultados são aguardados para o primeiro trimestre de 2021.
    • CanSino Biological: a empresa chinesa desenvolveu a “Ad5-nCoV” em conjunto com o exército, uma vacina baseada em adenovírus. Os testes de fase 3 acontecem  no México, Rússia e Paquistão.
    • Novavax: trabalha em uma vacina chamada “subunitária” recombinante. A empresa de biotecnologia americana iniciou em setembro o teste clínico de fase 3 no Reino Unido e no fim de novembro deve começar um teste nos Estados Unidos, segundo a France Press. Dados preliminares são aguardados para o primeiro trimestre de 2021.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há no total 222 vacinas contra a Covid-19 sendo desenvolvidas.

    Fonte: G1

    Foto: Shutterstock

Fonte: Guia da Farmácia


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ANVISA, Covid-19





Falhas no atendimento de idosos nas farmácias

Guia da Farmácia

Para valorizar o público idoso na hora das compras é preciso que não haja falhas no atendimento. A CEO da Connect Shopper, Fátima Merlin explica como

Os idosos são um público assíduo das farmácias e exigem um bom atendimento do farmacêutico, sendo necessário atenção para evitar falhas.

Isso porque algumas atitudes podem fazer com que o público idoso se irrite e tenha sua experiência de compras dificultada.

É importante estar atento para alguns pontos, que devem ser eliminados, como os orientados pela CEO da Connect Shopper e idealizadora do grupo Mulheres do Varejo, Fátima Merlin:

  • Ter pressa durante o atendimento
  • Não ter paciência para esclarecer dúvidas;
  • Utilizar termos técnicos para explicar questões que são de conhecimento essencial para o paciente;
  • Não ter acessibilidade para uso de cadeiras de rodas ou estacionamento;
  • Desorganização;
  • Dificuldade para encontrar o que foi buscar;
  • Falta de atendimento personalizado;
  • Etiquetas de preços pequenas e/ou mal escritas;
  • Produtos expostos em prateleiras baixas.

Fonte: Guia da Farmácia Foto: Shutterstock


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ANVISA, Marketing Farmacêutico





Lote com insumos para fabricação da vacina CoronaVac chega a SP

Guia da Farmácia

O governador de São Paulo, João Doria esteve no Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, ao lado do diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e do secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, para acompanhar a chegada do material.

Hoje recebemos insumos para 1 milhão de doses da vacina. Assim, somados aos 20 mil que já recebemos, agora temos 1 milhão e 120 mil doses da vacina“, afirmou Doria.

Ainda segundo o governador, até o início do próximo ano, o governo deve receber as mais de 46 milhões de doses previstas.

“Até o final deste mês de dezembro, estaremos aqui recebendo no Aeroporto de Guarulhos mais seis milhões de doses da vacina, totalizando 7 milhões 120 mil doses da vacina. E no próximo mês de janeiro, até o dia 15 de janeiro, mais 40 milhões de doses da vacina..”

A carga de insumos, que pode, dessa maneira, virar até 1 milhão de doses de vacinas contra a Covid-19, chegou às 5h27 no aeroporto de Guarulhos.

Segunda remessa

Todavia, essa é a segunda remessa de encomendas do governo estadual do laboratório chinês. A primeira foi com as 120 mil doses de vacinas prontas, em 19 de novembro.

O lote será, então, transportado para o Butantan, em um veículo que terá escolta especial.

Os insumos são os “ingredientes” necessários para a finalização da vacina no país. Caberá, portanto, ao Butantan concluir a etapa final de fabricação.

Ao todo, pelo acordo fechado, o Butantan receberá do laboratório chinês 6 milhões de doses prontas para o uso.

E vai, portanto, formular e envasar outras 40 milhões de doses.

Sobretudo, a vacina Coronavac está na fase final de testes e aguarda registro e autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso.

Fonte: G1


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Anvisa recebe pedido para avaliação de estudos da vacina da Janssen para coronavírus

Guia da Farmácia

Técnicos da Anvisa têm 20 dias para fazer a avaliação da vacina da farmacêutica Janssen que protocolou o primeiro pacote de dados dos estudos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu na última sesta sexta-feira (27) o pedido de submissão contínua da vacina da Covid-19 em desenvolvimento pela Janssen, a AD26.COV2.S.

Com a urgência da pandemia, a agência reguladora passou a utilizar a modalidade de “submissão contínua” para agilizar o registro dos imunizantes. Bem como a Anvisa fez com a avalição da vacina da Janssen.

Dessa forma, os fabricantes podem enviar os documentos dos estudos aos poucos, não necessariamente de uma vez só. Assim, a Anvisa avalia a situação durante o processo e, caso esteja tudo certo, consegue aprovar a última parte dos testes em humanos com mais rapidez.

De acordo com a agência, a Janssen já protocolou o primeiro pacote de dados com informações sobre a vacina nesta sexta-feira. Os técnicos terão até 20 dias para analisar os documentos.

O que já sabemos sobre a vacina para Covid-19 da Johnson & Jonhson anvisa avaliação vacina Janssen 

A vacina candidata da Janssen/Johnson & Johnson, a Ad26.COV2.S, também é uma das quatro que receberam autorização para testes de fase 3 (a última) no Brasil. As outras são a de Oxford, a da Pfizer-BioNTech e a da Sinovac.

O estudo da Johnson no país está sendo conduzido em 11 estados, com previsão de envolver até 7.560 pessoas com mais de 18 anos.

Modalidade submissão contínua

No dia 18 de novembro, a Anvisa autorizou que empresas interessadas em registrar uma vacina enviassem os dados técnicos sobre os testes de forma contínua.

Contudo, as medidas só valem para vacinas contra a Covid-19 e não se aplicam a nenhum outro medicamento ou vacina. Os imunizantes também precisam estar em fase 3 de ensaios clínicos.

Além disso, outro pré-requisito para enviar os dados de forma contínua é que a empresa interessada tenha um Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamento (DDCM) protocolado na Anvisa.

O dossiê é, portanto, um conjunto de documentos que dão informações detalhadas sobre a vacina e sobre os estudos clínicos de fases 1, 2, e 3.

Fases de testes de uma vacina

Nos testes de uma vacina (normalmente divididos em fase 1, 2, e 3) os cientistas tentam identificar efeitos adversos graves e se a imunização foi capaz de induzir uma resposta imune, ou seja, uma resposta do sistema de defesa do corpo.

Os testes de fase 1 costumam envolver dezenas de voluntários; os de fase 2, centenas; e os de fase 3, milhares. Essas fases costumam, todavia, ser conduzidas separadamente, mas, por causa da urgência em achar uma imunização da Covid-19, várias empresas têm realizado mais de uma etapa ao mesmo tempo.

Antes de começar os testes em humanos, as vacinas, no entanto, são testadas em animais – normalmente em camundongos e, depois, em macacos.

Fonte: G1 Foto: Shutterstock


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