Arquivo do blog

Vice-presidente da ABIMIP explica ações para o Dia Internacional do Autocuidado

Vice-presidente da ABIMIP explica ações para o Dia Internacional do Autocuidado

No sábado, 24/07, acontece o Dia Internacional do Autocuidado e a ABIMIP – Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição – vem organizando uma série de ações em relações ao tema, proporcionando levar à população conhecimento de grande relevância.

Além de discutir os 7 pilares do autocuidado, como parte das ações, acontecerá uma Live muito especial com participação do Dr. Drauzio Varella. Para explicar melhor esse e outros importantes pontos relacionados ao tema, Marli Martins Sileci, vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip), respondeu algumas questões relevantes ao portal da Febrafar:

  1. Quais são as ações que a ABIMIP programou para essa data?

A ABIMIP – Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição – teve a iniciativa de adotar ações no sentido de promover a prática do autocuidado, tendo como principal objetivo informar e divulgar a importância de se ter atenção e autocuidado com a saúde durante 24 horas por dia, sete dias por semana.

E isso será feito por meio da divulgação de conteúdos que conscientizem a sociedade como um todo, incentivando uma postura ativa e responsável, dentro dos seguintes pilares: Conhecimento e informação confiável em saúde; Bem-estar mental e autoconsciência; Atividade física; Alimentação saudável; Consciência de atitudes de risco (cigarro, álcool, má alimentação); Boa higiene e o Uso racional de produtos e serviços de saúde, que inclui a utilização responsável de medicamentos isentos de prescrição (MIPs).

Além disso, uma ação com uma embaixadora nas redes foi planejada. Izabella Camargo, que é jornalista, palestrante com foco em saúde mental, bem-estar, gestão do tempo, produtividade sustentável e autocuidado, foi a personalidade escolhida para esta ação. Por meio dela, serão divulgados os valores e a missão da ABIMIP, além de informações ao público sobre autocuidado, ponto focal da campanha. Ela engajará o público a parar e pensar sobre a importância do autocuidado dentro dos 7 pilares.

Além disso, será realizada uma live, no dia 24/07, com o Dr. Drauzio Varella, tendo Izabella como intermediadora para esse bate-papo. A transmissão ocorrerá às 11h no Instagram da jornalista (@izabellacamargoreal).

  1. Em um cenário de muitas desinformações e Fake News, como as pessoas devem buscar informações seguras sobre a necessidade do Autocuidado?

Ao lado de dados concretos e verdadeiros que estão na internet, ainda há um grande volume de informações imprecisas e falsas que podem prejudicar a saúde dos seus leitores. Por isso, fontes éticas, alinhadas aos principais órgãos de saúde do País, são as principais indicações para combater a chamada “infodemia” ou a “pandemia de informação”, falsa ou verdadeira, do momento.

Atualmente, além de sites de saúde em geral e vários órgãos públicos, como o Ministério da Saúde, a Organização Mundial da Saúde e a Organização Panamericana de Saúde já dispõem em seus sites informações para o chamado “fact checking” ou a checagem de fatos divulgados por redes sociais, sites e aplicativos de mensagens.

Na verdade, segundo sites de verificação de notícias, como Boatos.org, Saúde sem Fake News e Fato ou Fake, já é possível tirar dúvidas sobre a autenticidade de uma informação de saúde.  Mas, mesmo se para muitos o cuidado foi redobrado depois de 17 meses de pandemia, a divulgação das chamadas fake news continua atrapalhando a luta pelo fim da pandemia. O indivíduo tem direito à informação correta sobre saúde e esse pilar de autocuidado representa muito. É preciso que a população entenda que toda notícia deve ser checada, antes de ser compartilhada e, se for falsa, ela pode pôr em risco uma vida.

  1. Quais as principais orientações que você pode passar sobre o tema e como melhorar a saúde?

O cuidado com a saúde de cada um, neste momento tão crucial do combate à pandemia, se torna ainda mais importante quando se sabe que atitudes simples, como lavar as mãos, evitar aglomerações e privilegiar a higiene, entre outras medidas, podem significar a vida.

  1. Muitas pessoas confundem o consumo de MIP com a automedicação, isso é um erro? Por qual motivo?

O termo automedicação é utilizado no Brasil de uma forma diferente do resto do mundo. Aqui o termo é frequentemente confundido com a autoprescrição, essa sim uma prática danosa (e incorreta) de comprar e utilizar remédios tarjados sem a apresentação de uma receita/prescrição de um médico, às vezes até por indicação de um parente ou vizinho. Por outro lado, quando o indivíduo utiliza, para alívio de seus sintomas menores,  um medicamento isento de prescrição (MIP), que não necessita de receita médica, está praticando a automedicação, que, inclusive, é um dos pilares do Autocuidado. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), Autocuidado consiste na autonomia e informação sobre as escolhas individuais em relação à própria saúde.

  1. Quais ações projetadas pela ABIMIP para os próximos meses?

A ABIMIP segue em sua missão de difundir conhecimento sobre o Autocuidado e, paralelamente, segue como agente facilitador na implementação de projetos de interesse do Segmento que representa, trabalhando para alcançar as metas eleitas por seus Associados, gerando valor para os mesmos.


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Dia Mundial da Saúde: saiba de que forma a Hilab está contribuindo para diminuir os impactos da pandemia

Dia Mundial da Saúde: saiba de que forma a Hilab está contribuindo para diminuir os impactos da pandemia

(Texto atualizado em 15/07/2021 às 02:45 pm)

Hoje, dia 07 de abril, celebramos o Dia Mundial da Saúde e relembramos o nosso propósito e missão: democratizar o acesso à saúde

Desde o início da pandemia, nosso time fez tudo o que estava ao alcance para levar os exames de COVID-19 ao maior número de pessoas no Brasil. 

Trabalhamos incansavelmente levando mais saúde para a população, visando minimizar os danos causados pela pandemia. Nossos exames contribuíram para que milhares de pessoas cumprissem com mais cuidado as medidas de isolamento domiciliar, evitando a transmissão da doença aos familiares e outras pessoas. Fizemos o que podíamos para ajudar a conter essa doença impiedosa que tivemos o desprazer de conhecer. 

Neste artigo, relembramos as principais ações que desenvolvemos ao longo dos últimos meses. Confira. 

Fomos uma das primeiras empresas a disponibilizar testes de COVID-19 no Brasil

A Hilab foi uma das primeiras empresas brasileiras a desenvolver Testes Laboratoriais Remotos para auxiliar no diagnóstico da COVID-19 no nosso país. O primeiro exame lançado foi o Coronavírus IgM e IgG, que detecta os anticorpos produzidos pelo organismo para combater a infecção. Em seguida veio o exame de antígeno, ideal para estratégias de rastreamento de contatos (contact tracing), fundamentais para reduzir a transmissão e controlar a pandemia do coronavírus. Neste ano, ampliamos o nosso portfólio e lançamos o Hilab molecular, um equipamento especialmente desenvolvido para realizar exames desta modalidade. 

Participamos do projeto Favela sem Corona

O projeto Favela sem Corona foi criado com o objetivo de diminuir o impacto da epidemia de coronavírus nas favelas do município do Rio de Janeiro, atuando nas áreas de prevenção e apoio ao diagnóstico. A Hilab testou mais de 400 moradores da comunidade. 

Participamos da Missão Kayapó 

Em novembro de 2020, a Hilab ingressou em um projeto encabeçado pelo Governo Federal – com participação dos Ministérios da Defesa, Saúde, Minas e Energia – que tem como objetivo ampliar o acesso à saúde e reforçar o combate à COVID-19 em locais com pouco ou nenhum acesso, principalmente nas fronteiras brasileiras e em comunidades indígenas: a Missão Kayapó.

Com o projeto, foram realizados cerca de 700 exames para a detecção da COVID-19 e mais de 5.000 procedimentos gerais de saúde nas aldeias Turedjam, Kikretum, Kokraimoro, Moikarako, Kubenkrãnkrehn e Gorotire. Os atendimentos foram feitos por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e veterinários da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.

Estamos participando do Projeto S

Em fevereiro deste ano, o Instituto Butantan e a prefeitura de Serrana, em São Paulo, lançaram o Projeto S, um ensaio clínico inédito que tem por intuito avaliar a efetividade da vacina CoronaVac e seu impacto na transmissão do vírus. 

A Hilab, em parceria com o Instituto Butantan, está fazendo parte deste grande projeto e desenvolveu, em parceria com o instituto, a plataforma Tainá, que controla todo o estudo clínico. Antes do início do estudo, essa plataforma já compilava os dados dos resultados de todos os exames de PCR realizados nas Unidades Básicas de Saúde da cidade. 

Estima-se que cerca de 30 mil pessoas acima de 18 anos serão vacinadas, com exceção de mulheres grávidas ou em amamentação e portadores de doenças graves. Para participar do estudo, todas as mulheres precisam realizar um exame de Beta-hCG para saber se estão ou não grávidas. A Hilab foi escolhida por oferecer um serviço de Testes Laboratoriais Remotos que entrega um resultado em poucos minutos em tempo real. Com o nosso serviço o município não precisou montar uma grande estrutura laboratorial para processar as amostras, o que trouxe mais agilidade para todo o processo.

Democratizar o acesso à saúde: essa é a nossa missão

A Hilab reconhece a importância de democratizar o acesso à saúde. Hoje relembramos essa data tão importante e continuamos na missão de levar o mesmo exame laboratorial, seja para o morador de um grande centro urbano, seja para o morador de aldeia indígena do interior do Brasil. Agradecemos a todos os pacientes, colaboradores e profissionais da saúde que compartilham com a gente o sonho de tornar a saúde cada vez mais acessível. 

Sobre a Hilab 

A Hilab é pioneira em Testes Laboratoriais Remotos no Brasil. Somos um laboratório de análises clínicas que há mais de 16 anos atua no mercado de tecnologia médica. 

Nós unimos o conhecimento dos melhores profissionais de saúde a tecnologias como a Inteligência Artificial (IA) e Internet das Coisas para garantir garantir resultados ágeis e de alta confiabilidade. 

Além da análise feita por profissionais da saúde do laboratório de análises clínicas Hilab, trabalhamos com um modelo de Inteligência Artificial criado pela própria empresa que também analisa os resultados. Esta IA gera um resultado para os exames que são realizados no Hilab e o compara com os resultados fornecidos pelo analista do laboratório. Esta dupla verificação aumenta a segurança e a confiabilidade do resultado que enviamos para você.


Palavras-chave , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Anvisa abre Consulta Pública sobre gases medicinais

consulta publica

consulta publica

 

Foi aberto na última quinta-feira (2/1) o prazo para o envio de contribuições à Consulta Pública (CP) 759, que trata da proposta da Anvisa sobre boas práticas de distribuição, armazenagem, transporte e dispensação de gases medicinais. O texto ficará disponível para comentários e sugestões durante 60 dias.   

Os gases medicinais ou mistura de gases são aqueles destinados a tratar ou prevenir doenças em humanos ou administrados para fins de diagnóstico médico. Também são utilizados para restaurar, corrigir ou modificar funções fisiológicas. Entre os exemplos estão o oxigênio medicinal (O2) e o nitrogênio medicinal (N2).   A CP 759 foi publicada no Diário Oficial da União (D.O.U.) do dia 26 de dezembro.   

 

Como participar? 

O primeiro passo é conhecer a proposta de Resolução da Diretoria Colegiada (RDC), que já está disponível na área de consultas públicas do portal da Anvisa. Depois da leitura e avaliação do texto, sugestões poderão ser enviadas eletronicamente, por meio do preenchimento de um formulário específico.  

As contribuições recebidas são consideradas públicas e estarão disponíveis a qualquer interessado, por meio de ferramentas contidas no menu “resultado” do formulário eletrônico, inclusive durante o processo de consulta.

Ao término do preenchimento do formulário, será disponibilizado ao interessado o número de protocolo do registro de sua participação, sendo dispensado o envio postal ou protocolo presencial de documentos.

Aqueles que não têm acesso à internet também podem participar. Nesse caso, as sugestões e comentários podem ser enviados por escrito, para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Gerência Geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária (GGFIS), SIA, Trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP 71.205-050.   

Excepcionalmente, contribuições internacionais poderão ser encaminhadas em meio físico, para o mesmo endereço, mas direcionadas especificamente à Assessoria de Assuntos Internacionais (Ainte).

Após o término da CP, a Agência fará a análise das contribuições e poderá, conforme necessidade e razões de conveniência e oportunidade, articular-se com órgãos e entidades envolvidos com o assunto, bem como aqueles que tenham manifestado interesse na matéria, para subsidiar posteriores discussões técnicas e a deliberação final da Diretoria Colegiada (Dicol). 

 


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Importação de vacinas flexibilizada após RDC emergencial

(Texto atualizado em 05/07/2021 às 05:18 pm)

Somos especialistas em trâmites regulatórios e podemos ajudar na importação de vacinas.

A ANVISA publicou a Resolução RDC Nº 483, em 19 de Março de 2021, flexibilizando o processo de importação de vacinas e dispositivos médicos, considerados prioritários para o tratamento contra o COVID.

Os produtos foram dispensados da necessidade de regularização sanitária por parte da ANVISA, desde que atendam aos critérios mínimos da RDC e desde que as empresas importadoras possam garantir as condições de qualidade, segurança e eficácia dos produtos importados.

Confira a RDC na íntegra:

RESOLUÇÃO RDC Nº 483, DE 19 DE MARÇO DE 2021

Dispõe, de forma extraordinária e temporária, sobre os requisitos para a importação de dispositivos médicos novos e medicamentos identificados como prioritários para uso em serviços de saúde, em virtude da emergência de saúde pública internacional relacionada ao SARS-CoV-2.

O Diretor-Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 47, IV, aliado ao art. 53, VI do Regimento Interno aprovado pela Resolução de Diretoria Colegiada – RDC nº 255, de 10 de dezembro de 2018, resolve, ad referendum, adotar a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e determinar a sua publicação.

Art. 1º Esta Resolução dispõe, de forma extraordinária e temporária, sobre os requisitos para a importação de dispositivos médicos novos e medicamentos identificados como prioritários para uso em serviços de saúde, em virtude da emergência de saúde pública internacional relacionada ao SARS-CoV-2.

Art. 2º Os medicamentos e dispositivos médicos listados no Anexo I desta Resolução poderão ser importados em caráter excepcional e temporário por órgãos e entidades públicas e privadas, incluindo os estabelecimentos e servic27os de sau01de.

§ 1º Os produtos importados nos termos desta Resolução estão dispensados de regularização sanitária pela Anvisa.

§ 2º Os produtos previstos no caput podem ser importados, desde que atendam aos critérios desta Resolução e que o importador garanta a sua procedência, qualidade, segurança e eficácia.

Art. 3º A dispensa de regularização dos produtos objeto desta Resolução não exime o importador:

I – de cumprir as demais exigências aplicáveis ao controle sanitário de medicamentos ou dispositivos médicos e normas técnicas que lhes são aplicáveis; e

II – de realizar monitoramento pós-mercado e cumprir regulamentação aplicável ao pós-mercado.

Art. 4º O importador é responsável por garantir a qualidade, a segurança e a eficácia dos produtos importados em conformidade com esta Resolução.

§ 1º Os produtos importados nos termos desta Resolução estão sujeitos ao monitoramento analítico da qualidade por parte da Rede Nacional de Laboratórios de Vigilância Sanitária – RNLVISA e dos laboratórios credenciados nos termos da Resolução de Diretoria Colegiada – RDC nº 390, 26 de maio de 2020.

§ 2º As empresas devem garantir a rastreabilidade dos produtos importados e permitir a identificação dos responsáveis pela distribuição.

Art. 5º Os medicamentos e dispositivos médicos poderão ser importados com embalagens, rótulos e bulas nos padrões e idiomas estabelecidos pela autoridade sanitária estrangeira responsável pela aprovação da sua regularização.

§ 1º Caberá ao importador a adoção de ações de mitigação de risco considerando as diferenças de informações e formatos entre as embalagens, rótulos e bulas originais em comparação com as diretrizes regulatórias nacionais.

§ 2º O importador deverá disponibilizar às unidades de saúde as informações de rótulos e instruções de uso, quando importantes para o uso correto do produto, no idioma português.

Art. 6º Para a importação de medicamentos e dispositivos médicos nos termos desta Resolução devem ser cumpridos os seguintes requisitos:

I – Peticionamento eletrônico de importação, nos termos da Resolução de Diretoria Colegiada – RDC nº 81, de 5 de novembro de 2008;

II – A descrição da mercadoria na licença de importação deve conter a inscrição “AUTORIZADA CONFORME A RDC nº XXX, DE 2021;

III – Certificado de liberação do lote, incluindo o laudo analítico de controle de qualidade do produto acabado e, quando existir, do diluente, emitido pelo fabricante;

IV – Conhecimento de carga embarcada;

V – Licenciamento de importação (LI) registrado no SISCOMEX;

VI – Autorização de Funcionamento (AFE) do importador, quando couber;

VII – No caso de medicamentos, comprovante de pré-qualificação pela OMS ou de regularização válido em país cuja autoridade regulatória competente seja membro do Conselho Internacional para Harmonização de Requisitos Técnicos de Produtos Farmacêuticos de Uso Humano (International Council for Harmonisation of Technical Requirements for Pharmaceuticals for Human Use – ICH);

VIII – No caso de dispositivos médicos, comprovante de pré-qualificação pela OMS ou de regularização válido em país cuja autoridade regulatória seja membro do International Medical Devices Regulators Forum – IMDRF;

IX – Comprovante de cumprimento de boas práticas de fabricação, ou documento equivalente, do país;

X – Declaração que ateste a adoção das estratégias de monitoramento e cumprimento das diretrizes de farmacovigilância ou tecnovigilância, conforme modelo constante no Anexo II desta Resolução;

XI – Declaração atestando tratar-se de importação de medicamento ou dispositivo médico essencial para auxiliar no combate à Covid-19, regularizado em autoridade sanitária estrangeira e autorizado à distribuição em seu respectivo país, conforme modelo Anexo III a esta Resolução; e

XII – Declaração da pessoa jurídica detentora da regularização do produto junto à Anvisa autorizando a importação por terceiros, nos termos da Resolução de Diretoria Colegiada – RDC nº 81, de 2008, quando se tratar de produtos regularizados no país.

§ 1º Fica dispensada a apresentação dos demais documentos previstos na Resolução de Diretoria Colegiada – RDC nº 81, de 2008, exceto para bens e produtos sujeitos ao controle especial de que trata a Portaria SVS/MS nº 344, de 12 de maio de 1998, e suas atualizações, em suas listas “A1”, “A2”, “A3”, “B1”, “B2”, “C3” e “D1”.

§ 2º A análise e anuência do processo de importação dos produtos descritos no Anexo I desta Resolução ficará restrita à verificação da documentação estabelecida neste artigo, pela área responsável pela anuência do Licenciamento de Importação.

§ 3º Os requisitos estabelecidos nos incisos VII a IX estão dispensados de análise técnica, ficando restritos à verificação da declaração do inciso XI.

§ 4º No caso de medicamentos contenham substâncias sujeitas a controle especial, sujeitos ao Procedimento 1 da Resolução de Diretoria Colegiada – RDC nº 81, de 2008, é necessária a apresentação de Autorização de Importação Específica emitida pela área competente na ANVISA, na forma prevista pela Resolução de Diretoria Colegiada – RDC nº 367, de 6 de abril de 2020.

§ 5º As Autorizações de Importação Especificas estão isentas da obtenção prévia de Cota de Importação, e de autorização prévia favorável de embarque, conforme previsto pela RDC nº 367, de 2020.

§ 6º No pedido de Autorização de Importação Específica, solicita-se que o importador apresente a previsão das importações subsequentes, de modo a permitir a antecipação da gestão das estimativas de consumo de substâncias entorpecentes e psicotrópicas junto à Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes.

§ 7º O código de assunto a ser utilizado no peticionamento de Autorização de Importação Específica é o 7690 – PRODUTOS CONTROLADOS – Autorização de Importação Específica de Substância/Medicamento para órgãos de repressão a drogas, entidade importadora de controle de dopagem, laboratório de referência analítica, instituição de ensino ou pesquisa.

§ 8º Para os casos excepcionais em que houver a necessidade de alteração do quantitativo ou de unidades de produto para valor inferior ao autorizado, o importador deve requerer, junto à Anvisa, a Autorização para Fim de Desembaraço Aduaneiro (ADA), conforme previsto pela Resolução de Diretoria Colegiada – RDC nº 367, de 2020.

Art. 7º A importação de medicamentos e dispositivos médicos nos termos desta Resolução somente se efetivará mediante deferimento de Licenciamento de Importação junto ao SISCOMEX.

§ 1º A critério da autoridade sanitária, devido à necessidade de apresentação de informação complementar, a saída do produto da área alfandegada poderá ocorrer por meio de sujeição a Termo de Guarda e Responsabilidade, por lote, registrada no campo referente ao texto da situação do licenciamento de importação: “PRODUTO SOB EXIGÊNCIA SANITÁRIA. A LIBERAÇÃO À INDUSTRIALIZAÇÃO, EXPOSIÇÃO À VENDA OU ENTREGA AO CONSUMO DAR-SE-Á MEDIANTE MANIFESTAÇÃO EXPRESSA DA AUTORIDADE SANITÁRIA”.

§ 2º Na situação prevista no §1º, a utilização dos produtos apenas pode ocorrer após liberação do Termo de Guarda e Responsabilidade.

§ 3º O importador deve realizar o pedido de liberação do produto mediante a apresentação da petição de liberação de Termo de Guarda e Responsabilidade.

Art. 8º Caberá ao importador:

I – peticionar junto à Anvisa o processo de importação, em tempo hábil, com antecedência à chegada da carga ao Brasil;

II – responsabilizar-se pela procedência, qualidade, eficácia e segurança do medicamento ou dispositivo médico a ser importado;

III – assegurar e monitorar as condições da cadeia de transporte;

IV – assegurar que os produtos importados estejam com o prazo de validade vigente;

V – estabelecer mecanismos para garantir condições gerais e manutenção da qualidade dos medicamentos e dispositivos médicos importados e o seu adequado armazenamento;

VI – no caso de medicamentos e dispositivos médicos que requeiram armazenamento sob refrigeração, assegurar o monitoramento da temperatura de conservação e transporte, durante o trânsito internacional, desde o momento do embarque até a chegada ao local de armazenamento do importador e notificar à Anvisa, imediatamente, caso tenha ocorrido excursão de temperatura que possa comprometer a qualidade do produto;

VII – responsabilizar-se pela avaliação das excursões de temperatura que venham a ocorrer durante o transporte dos produtos importados;

VIII – prestar orientações aos serviços de saúde sobre uso e cuidados de conservação dos produtos importados;

IX – deixar público que o produto não foi avaliado pela Anvisa quanto aos critérios de qualidade, eficácia e segurança, e que o referido produto possui aprovação em agência reguladora sanitária estrangeira; e

X – fornecer cópia dos métodos analíticos utilizados pelo fabricante, em até 48 (quarenta e oito) horas, quando solicitado pela autoridade sanitária.

Art. 9º No que se refere às ações de vigilância pós-distribuição e pós-uso dos produtos importados, caberá ao importador:

I – estabelecer mecanismos para a realização de monitoramento de queixas técnicas e eventos adversos dos produtos importados;

II – disponibilizar aos pacientes e usuários instruções sobre notificações de queixas técnicas e eventos adversos associados aos medicamentos e dispositivos médicos importados, seguindo as diretrizes de Farmacovigilância ou Tecnovigilância;

III – notificar, por meio do Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária (Notivisa), desvios de qualidade relacionados à medicamentos, bem como, eventos adversos e queixas técnicas de dispositivos médicos;

IV – notificar eventos adversos associados aos medicamentos por meio do Sistema VigiMed.

a) os eventos adversos graves devem ser notificados em até 72 (setenta e duas) horas de seu conhecimento;

b) os demais eventos adversos e as queixas técnicas devem ser notificados em até 5 (cinco) dias de seu conhecimento;

V – responsabilizar-se pelo recolhimento do produto importado quando determinado pela Anvisa ou sempre que houver indícios suficientes ou comprovação de que o produto não atende aos requisitos essenciais de qualidade, segurança e eficácia;

VI – comunicar a ação de recolhimento voluntário à Anvisa;

VII – oferecer assistência técnica, quando couber, durante a vida útil do produto importado; e

VIII – responsabilizar-se pela inutilização e destinação final do produto importado, respeitadas as normas vigentes relativas à destinação de resíduos.

Parágrafo único. Entende-se por evento adverso grave, aquele que se enquadra em pelo menos uma das seguintes situações:

a) leva a óbito;

b) causa deficiência ou dano permanente em uma estrutura do organismo;

c) requer intervenção médica ou cirúrgica a fim de prevenir o comprometimento permanente de uma função ou estrutura do organismo;

d) exige hospitalização do paciente ou prolongamento da hospitalização; e

e) leva a perturbação ou risco fetal, morte fetal ou a uma anomalia congênita.

Art. 10. Caberá à Anvisa:

I – monitorar o perfil de queixas técnicas e eventos adversos associados aos produtos importados nos termos desta Resolução; e

II – adotar as ações de controle, monitoramento e fiscalização sanitária pertinentes.

Art. 11. Caberá ao serviço de saúde em que o equipamento eletromédico seja instalado, a responsabilidade pela instalação, manutenção, rastreabilidade e monitoramento durante todo o período de vida útil do dispositivo, incluindo seu descarte.

Art. 12. A Anvisa poderá convocar empresas a fornecerem informações sobre produtos importados nos termos desta Resolução.

Art. 13. A Anvisa poderá, observada a legislação vigente, editar Instrução Normativa contendo requisitos complementares aos dispostos nesta Resolução.

Art. 14. Com base em informações provenientes do controle e do monitoramento dos produtos definidos por esta Resolução ou outras informações técnicas ou científicas que venham a ser de conhecimento desta Anvisa, a Agência poderá suspender a importação, distribuição e uso dos medicamentos e dispositivos médicos importados nos termos desta Resolução, além de adotar outras medidas que entender cabíveis conforme legislação vigente.

Art. 15. Ficam ampliados em 1 (um) ano os prazos de validade dos registros e notificações de dispositivos médicos concedidos em conformidade com a Resolução de Diretoria Colegiada – RDC nº 349, de 19 de março de 2020.

Art. 16. O descumprimento das disposições contidas nesta Resolução constitui infração sanitária, nos termos da Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977, sem prejuízo das responsabilidades civil, administrativa e penal cabíveis.

Art. 17. Esta Resolução tem validade de 60 (sessenta) dias, podendo ser renovada por iguais e sucessivos períodos, enquanto reconhecida pelo Ministério da Saúde a emergência de saúde pública relacionada ao SARS-CoV-2.

Art. 18. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

ANTONIO BARRA TORRES

ANEXO

PRODUTOS SUJEITOS À VIGILÂNCIA SANITÁRIA CONSIDERADOS CRÍTICOS NO ENFRENTAMENTO À PANDEMIA

Medicamentos na forma de matéria-prima, produto semi-elaborado, produto a granel ou produto acabado: alfentanil, atracúrio, cisatracúrio, cetamina, desflurano, dexmedetomidina, cloridrato de dextrocetamina, diazepam, enoxaparina sódica, epinefrina, etossuximida, etomidato, fentanil, haloperidol, heparina sódica bovina, heparina sódica suína, isoflurano, lidocaína, midazolam, morfina, óxido nitroso, pancurônio, propofol, norepinefrina, remifentanil, rocurônio, sevoflurano, succinilcolina, sufentanil, sulfato de magnésio, Sal citrato, suxametônio, vancurônio, vecurônio.

Dispositivos Médicos:

Lista de dispositivos médicos definidos como prioritários pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para resposta à Covid-191, bem como suas atualizações2.

ANEXO II

DECLARAÇÃO

Considerando o disposto na Resolução da Diretoria Colegiada – RDC nº , de de __ de 2021, o importador _____, CNPJ ___________, declara cumprir o disposto nas normas sanitárias vigentes para a importação e distribuição de medicamentos e dispositivos médicos.

O importador declara que realiza todos os procedimentos necessários e possui capacidade técnica e administrativa para garantir a qualidade, segurança e eficácia do medicamento ou dispositivo médico objeto da importação, bem como adotará as estratégias de monitoramento e cumprirá as diretrizes de farmacovigilância ou tecnovigilância.

O importador, na pessoa de _______, se responsabiliza pela veracidade e fidedignidade das informações aqui prestadas e declara que está ciente de que é responsável pela qualidade, segurança e eficácia do dispositivo médico, bem como assegura que este está adequado aos fins a que se destina e cumpre os requisitos legais e sanitários.

Declaro ter ciência que os produtos objetos desta importação se destinam ao uso em serviços de saúde

Declaro estar ciente que o descumprimento das disposições contidas nesta Resolução e nas demais vinculadas constitui infração sanitária, nos termos da Lei nº 6437, de 20 de agosto de 1977, sem prejuízo das responsabilidades civil, administrativa e penal cabíveis.


Assinatura do importador

ANEXO III

DECLARAÇÃO

O importador…………………………………………., CNPJ nº………………………….., declara que o(s) produto(s) contemplado(s) no Licenciamento de Importação nº…………………………….., e abaixo listado(s) é(são) devidamente regularizado(s) e comercializado(s) em jurisdição membro do International Medical Device Regulators Forum (IMDRF) ou do International Council for Harmonisation of Technical Requirements for Pharmaceuticals for Human Use (ICH) ou são pré-qualificados pela OMS e é (são)essencial(is) às ações de combate à Covid-19.

Nome comercial do produto

Apresentação comercial do produto

Número da regularização IMDRF, OMS ou ICH ou autorização equivalente

País membro

Fabricante

Lote

Afirma que, para a comprovação da regularização IMDRF, ICH ou OMS e cumprimento das boas práticas de fabricação, o(s) seguinte(s) documento(s) foi(ram) anexado(s) no Sistema Visão Integrada de Comércio Exterior:

( ) comprovante de registro

( ) certificado de livre comércio

( ) declaração CE de conformidade

( ) certificado de boas práticas de fabricação

( ) outro: _________

O importador declara que realiza todos os procedimentos necessários e possui capacidade técnica e administrativa para garantir a qualidade, segurança e eficácia do medicamento/dispositivo médico objeto da importação, bem como adotará as estratégias de monitoramento e cumprirá as Diretrizes de Farmacovigilância/Tecnovigilância.

O importador, na pessoa de ____________________________, se responsabiliza pela veracidade e fidedignidade das informações aqui prestadas e declara que está ciente de que é responsável pela qualidade, segurança e eficácia do medicamento/dispositivo médico, bem como assegura que este está adequado aos fins a que se destina e cumpre os requisitos legais e sanitários.

Declaro estar ciente que o descumprimento das disposições contidas nesta Resolução e nas demais vinculadas constitui infração sanitária, nos termos da Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977, sem prejuízo das responsabilidades civil, administrativa e penal cabíveis.

Esta declaração tem validade exclusiva para um único licenciamento de importação.


Assinatura do importador

Referências

  1. Organização Mundial da Saúde. List of priority medical devices for COVID-19 case management, abril de 2020. Disponível em: https://www.who.int/publications/m/item/list-of-priority-medical-devices-for-covid-19-case-management. Acesso em 19 de março de 2021.
  2. Organização Mundial da Saúde. Priority medical devices list for the COVID-19 response and associated technical specifications, novembro de 2020. Disponível em: https://www.who.int/publications/i/item/WHO-2019-nCoV-MedDev-TS-O2T.V2. Acesso em 19 de março de 2021.

Fonte: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-rdc-n-483-de-19-de-marco-de-2021-309557207

ANVISA, Vacinas





Anvisa publica nota técnica sobre a RDC 432/2020

Anvisa publica nota técnica sobre a RDC 432/2020

Documento orienta sobre a descrição de ingredientes em português na rotulagem de produtos de HPC para que fiquem claros aos consumidores

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou recentemente a Nota Técnica (NT) 5/2021, que apresenta os esclarecimentos sobre a descrição de ingredientes em português na rotulagem de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes (HPC), conforme estabelece a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 432/2020.

A publicação informa que a Nomenclatura Internacional de Ingredientes Cosméticos (International Nomenclature of Cosmetic Ingredients – INCI) continua obrigatória na rotulagem desses produtos.

Nesse sentido, o documento traz orientações para que essas informações fiquem claras aos consumidores.

Além disso, a NT dispõe sobre a descrição de ingredientes de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes em português.

O documento esclarece ainda que, no caso de ausência de Denominação Comum Brasileira (DCB) para o ingrediente, a Agência orienta que as empresas realizem a tradução da INCI, de acordo com os seguintes pontos do artigo 7 da RDC 63/2012, referente aos fundamentos gerais:

a) a tradução deve obedecer à grafia e à fonética da língua portuguesa do Brasil;

b) a tradução deve ser fonética e ortograficamente distinta de outras já existentes e possuir a grafia mais simples possível;

c) é vedado o uso do nome comercial, marca de fábrica ou outros nomes de fantasia como tradução; e

d) devem ser evitadas traduções que, por ortografia ou fonética, induzam alguma sugestão de ordem anatômica, fisiológica, patológica, terapêutica ou que possam dar margem a confusão com outros nomes.

Tradução

Os fundamentos específicos para a tradução dos ingredientes de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes para português estão orientados pela presente Nota Técnica (NT) 5/2021.

Por fim, a publicação esclarece que a INCI e a descrição de ingredientes em português podem estar na rotulagem desses produtos em uma lista única ou em listas separadas.

Confira a íntegra da Nota Técnica (NT) 5/2021.

Grávidas podem usar dermocosméticos? Confira quais são permitidos 

Fonte: Anvisa

Foto: Shutterstock


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Abradilan Conexão Farma terá conteúdo exclusivos e de alta performance

Abradilan Conexão Farma terá conteúdo exclusivos e de alta performance

Considerado um dos maiores eventos do setor farmacêutico do País, a Abradilan Conexão Farma (www.abradilanconexaofarma.com.br) chega em sua 16ª edição repleto de novidades e com uma grade de conteúdo completa e atual.

A feira acontecerá entre os dias 17 e 19 de março, no Expo Center Norte, na capital paulista, com mais de 100 expositores da indústria farmacêutica, Higiene & Beleza (H&B), nutrição e serviços.
Além das palestras que acontecerão no Conexão Aberta estão previstos mais de dez temas exclusivos para as arenas “Varejo em Foco” e “Gestão 360º”.

A Arena 1 é a “Varejo em Foco”, com conteúdo de curadoria da Contento Comunicação, que preparou uma agenda bastante especial. Os temas vão desde Precificação e Tributação, passando por Gestão de Pessoas e Fidelização de Consumidores, Importância dos Medicamentos Isentos de Prescrição (MIPs), Gerenciamento de Lojas e de Categorias, Crescimento e Oportunidades, além de Farmácia Clínica.

Já a Arena 2, intitulada de “Gestão 360º”, tem a curadoria da consultoria Inteligência360º e apresentará temas como Indicadores e Ações Práticas para Alavancar o Capital de Giro, Liderança em Tempos de Turbulência e Melhores Práticas para o Uso da Tecnologia na Pequena Empresa.

Todos os visitantes da feira podem participar. As vagas são limitadas e garantidas por ordem de chegada.

Arena 01 – Varejo em Foco (área de exposição)

17 de março de 2020

15h00 às 15h45: Jiovanni Coelho: “Precificação e Tributação” (às 15h30);

19h30 às 20h15: Silvia Osso: “Gestão de Pessoas – criando experiências memoráveis para a fidelização dos consumidores”;

18 de março de 2020

15h00 às 15h45: Rodrigo Kurata: “MIPs – Cenário atual e perspectivas para o crescimento das categorias no autosserviço farmacêutico”;

19h15 às 20h00: Pedro Dias: “Gerenciamento de Lojas – Como aumentar as vendas de sua farmácia: Gestão, Estratégia e Passos”;

20h00 às 20h45: Alessandra Lima: “Desmistificando o Gerenciamento por Categorias”.

19 de março de 2020

14h30 às 15h15: Paulo Paiva: “O crescimento forte voltou ao mercado farma. Onde estão as melhores oportunidades?”;

16h00 às 16h45: Rogério Lima: “GFC (Guia Farma de Categorias) – aumento se sell out através do desenvolvimento de categoria”;

18h30 às 19h15: Ricardo Silveira: “Farmácia Clínica – oportunidades para o mercado independente”.

Arena 02 Gestão 360º (área de exposição)

17 de março de 2020

18h30 às 19h15: Fábio Camparini: “Quais indicadores acompanhar e ações práticas para melhorar o capital de giro da sua loja”;

18 de março de 2020

17h45 às 18h35: “Liderança em tempos de turbulência”;

19 de março de 2020

15h20 às 16h00: Jorge Inafuco: “Melhores práticas para uso da tecnologia na pequena empresa”.

AÇÕES

Outro destaque fica por conta da “Farmácia Inteligente “, um espaço real e interativo, que levará experiências inovadoras do varejo farmacêutico aos visitantes.

Pensando em levar novidades da maior feira do segmento farmacêutico, a Abradilan desenvolveu um projeto onde o foco principal é proporcionar novas experiências ao varejo, mostrando as mais variadas maneiras de expor produtos em uma loja na visão de grandes especialistas, e ainda, revelar as possibilidades mais inteligentes e inovadoras que já estão sendo utilizadas no varejo mundial.

E para esse projeto, conta com grandes parceiros como a TOTVS, que trará essas experiências com tecnologias inteligentes e a Montafarma, com novidades em mobiliário.

A Metalfarma também estará presente apresentando o projeto “Farmácia dos Sonhos”. Uma proposta inovadora, onde cada categoria foco da farmácia terá um ambiente específico, com profissionais especializados. Haverá, por exemplo, uma ilha para medicamentos, um aparador para perfumaria e maquiagens, espaço dedicado à conveniência no checkout, entre outras ações. O objetivo é apresentar um conceito real do que acontece de fato, no dia a dia operacional das lojas, de acordo com o que é possível de ser executado.

A Febrafar é parceira da Abradilan e apoiadora do evento.

SERVIÇO

Evento: 16ª Abradilan Conexão Farma

Data: 17 a 19 de março de 2020

Horário: das 14h00 às 21h00

Local: Expo Center Norte

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme, São Paulo (SP)


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





CVS Health escolhe Nella Montgomery para liderar a farmácia CVS

Guia da Farmácia

Neela Montgomery tem experiências no varejo digital e eletrônico, na CVS Health, supervisionará as 10.000 farmácias da empresa nos Estados Unidos

A CVS Health nomeou Neela Montgomery como vice-presidente executiva e presidente da farmácia / varejo CVS, a partir de 30 de novembro.  Montgomery, que tem quase 20 anos de experiência no varejo global, supervisionará as 10.000 farmácias da empresa nos Estados Unidos.

“Neela é uma líder experiente do setor de varejo com ampla experiência digital e de comércio eletrônico”, disse Karen Lynch, que se tornará presidente e CEO da CVS Health em fevereiro de 2021.

Que completou: “Ela traz percepções profundas do consumidor que nos permitirão antecipar melhor os consumidores mudar as necessidades e entregar ainda mais valor aos nossos clientes de maneiras locais e personalizadas. Neela está bem posicionada para liderar a Farmácia CVS hoje e no futuro. ”

O primeiro lugar na divisão de varejo da CVS Health está formalmente vago desde janeiro, quando o ex-presidente da CVS Pharmacy, Kevin Hourican, assumiu o cargo de CEO da Sysco, com o COO da CVS Health Jon Roberts assumindo as rédeas nesse ínterim.

Montgomery, atualmente sócio do conselho da empresa de capital de risco Greycroft, atuou mais recentemente como CEO da varejista de móveis Crate & Barrel, onde transformou seu canal de vendas online para compreender mais de 50% da receita total da empresa.

Montgomery se reportará diretamente a Lynch e se tornará um membro da equipe executiva da empresa.

A CVS Health anuncia seus resultados operacionais do terceiro trimestre de 2020 

Fonte: DrugStore News

Foto: Ottogroup


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Papel do distribuidor e desafios do canal farma: impactos na jornada de compra em tempos de Covid-19

Expectativas para o varejo farmacêutico em 2020

A Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan) realizou o Webinar Papel do Distribuidor e Desafios do Canal Farma: Impactos na Jornada de Compra em Tempos de Covid-19, em parceria com a Mind Shopper, na última terça-feira (23/06).

O evento faz parte de uma série de iniciativas que a Abradilan tem realizado durante a pandemia ocasionada pelo novo coronavírus. “Temos o compromisso de debater temas relevantes, que ajudem os associados a se orientarem e enxergarem os caminhos para se lidar com as circunstâncias que têm envolvido a todos de forma única e inesperada”, explica o presidente da Abradilan, Vinicius Andrade.

Diante desse contexto, a Mind Shopper apresentou com exclusividade à Abradilan, os principais insights de uma pesquisa inédita e exclusiva, sobre as emoções sentidas e vivenciadas pelos consumidores brasileiros no que diz respeito à ida ao ponto de venda (PDV) e, sobretudo sobre a nova dinâmica de compras. O estudo aponta quais os caminhos que os distribuidores devem seguir no que diz respeito à orientação de seus clientes, para que farmácias e drogarias realizem a melhor prestação de serviços possível. 

Os desdobramentos estão voltados às novas expectativas em relação às compras, elementos racionais e emocionais que influenciam as escolhas, diversificação de canais, inputs e forecast das indústrias, revisão e ajustes na parametrização dos estoques, negociações comerciais para ajudar a viabilização os preços, orientação e venda consultiva (o que comprar, quanto comprar, como trabalhar o trade mix) e outras oportunidades, como e-commerce e canais digitais. 

“Com certeza o coronavírus desconstruiu alguns hábitos e pede adaptações importantes. Então, quanto mais nos unirmos em busca de conteúdo de qualidade e relevância, mais fortalecidos estaremos para enfrentar os novos desafios, que têm sido diários”, diz a sócia fundadora da Mind Shopper, Alessandra Lima. Ela revela que ter um olhar sob a experiência do consumidor mostra o que afeta diretamente a atuação do distribuidor. 

Entender o impacto da pandemia na jornada de compra dos consumidores e, consequentemente, nos canais que que ele faz suas compras, é importante. “A gente está falando, cada vez menos, de canal de compra e, cada vez mais, em ambiente de varejo. Falamos tanto do físico quanto do digital”, pontua. 

É um consenso que fazer compras deixou de ser algo automático, prazeroso e que fazia parte da rotina do dia a dia dos brasileiros. Essa ação traz uma experiência inédita ao shopper. Hoje, ele pisa na loja, realiza a compra exatamente do que necessita e sai. Ao chegar em casa precisa se higienizar e higienizar os itens comprados, fato que causa muito desconforto, irritação e cansaço. “Essa experiência passa a ser muito diferente do que a gente estava habituado e, detalhe, de um dia para o outro. Embora estivéssemos acompanhando a trajetória do vírus ao redor do mundo, quando de fato chegou ao Brasil, não estávamos 100% preparados”, comenta Alessandra.
 

Sentimentos como confusão e estresse são observados, mas o que predomina são a ansiedade e o medo. As pessoas estão com a sensação de insegurança; falta de controle frente às incertezas; medo de adoecer e de perder as pessoas próximas; medo de perder os meios de subsistência; e da demissão. A executiva revela que tudo isso está diretamente relacionado à falta de expectativa com o que vem depois. “Não há uma linha de horizonte para saber quando a pandemia vai acabar, qual é o desdobrando disso.” 

Outro fator de preocupação é o econômico e de que forma o bolso da população e dos empresários é impactado. Retração do Produto Interno Bruto (PIB), alta do dólar, queda da bolsa, desemprego aumentando cada vez mais, retração na produção industrial, somam um conjunto de fatores que realmente atestam que se se de um momento crítico e é preciso se reinventar para continuar. 

Sendo assim, qual é o papel de quem está na linha de frente das vendas? Qual o novo papel do vendedor? Sai um vendedor que era muito mais tirador de pedido, que tinha uma atuação de reabastecimento e passa a figurar um vendedor mais consultivo. “Isso é uma oportunidade e um caminho sem volta. É um ganho, surge com cada vez mais força um consultor de vendas, que deixa de vender um produto para oferecer uma solução, deixa de tirar um pedido para oferecer uma proposta de valor e acima de tudo, é colaborativo.” 

Fornecer informações para que o cliente possa gerir o seu negócio como um todo é um diferencial do distribuidor, pois ao desenvolver o cliente, ajudando-o a prosperar, as vendas aumentam e todo mundo fica com lucro em cima da mesa, que é a principal busca dentro de uma relação comercial. 

Diante do novo comportamento de consumo da população, o distribuidor pode auxiliar o varejista nos seguintes pontos: 

  • Sortimento e estoque: deixe de oferecer todo o portfólio e faça com que ele tenha uma compra mais estratégica. Não significa que vá comprar menos, significa que vai comprar certo.
  • Itens de prevenção: o consumo de vitamina C aumentou 65% nos últimos três meses. Foque em itens de prevenção e tratamentos de curto prazo, como antigripais e analgésicos. Antes, o consumidor comprava vitaminas somente quando já estava adoecendo. Mas hoje, passa a consumir de forma recorrente, frequente e da forma correta, se cuidando contra doenças que possam surgir.
  • Aumento de demanda: leve essa informação ao cliente, para que ele passe alinhar os novos parâmetros de abastecimento dele. Ajude na tomada de decisão mais assertiva na hora de comprar, priorizando o que não pode faltar.
  • Faça você mesmo: a população está com dificuldade de acionar alguns serviços e está em busca de soluções que possam fazer em casa, como tingir o cabelo, por exemplo. O shopper está ansioso, com medo, não fica circulando muito tempo nas lojas, ele é muito mais certeiro, mais pragmático. Se o lojista deixar esses itens escondidos, não vão ser vistos e uma oportunidade de venda pode ser desperdiçada.
  • Mercado de vizinhança: as pessoas passaram a comprar, de fato, em estabelecimentos próximos de suas residências, então não existe mais um deslocamento tão grande. A farmácia de bairro precisa dar conta dessa nova demanda. Ao criar esse hábito e educar o shopper a comprar na redondeza, talvez ele passe a ter esse hábito quando ocorrer a retomada total pós-pandemia.
  • Vendas online: o local de compra continua o mesmo, mas muitos migrarão para o online e esse é um desafio, principalmente para médias e pequenas lojas. Esse é um movimento que dificilmente irá retroceder, olhar para o digital como canal importante de desdobramento para compras. Muitos consumidores passaram a considerar a farmácia como local perigoso, já que acreditam que lá é onde circulam a maioria dos doentes. Dispor de canais digitais, delivery, e até fazer parte de um market place são ações imprescindíveis e que devem ser pensadas.

Metodologia da pesquisa 

A pesquisa Jornada de Compra em Tempos de Covid-19 foi realizada com entrevistas em profundidade e com uma diversidade na amostra, tanto no que diz respeito a gênero, idade e profissão, mas sobretudo em qual era o papel do shopper na compra da casa. Foram ouvidos solteiros, jovens, profissionais de saúde, recém-casados, autônomos, homens que eram os principais responsáveis pela compra da casa, pessoa que contraiu Covid-19, dona de casa, profissional do varejo e mãe que trabalha fora. Além disso, foram realizadas algumas curadorias dentro dos principais institutos e fontes de informação do País, para traçar um contraponto, entre o que os entrevistados trouxeram nas entrevistas e a prática.

SOBRE A ABRADILAN (http://www.abradilan.com.br)

Constituída em 1998, a Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan) é formada por empresas distribuidoras de medicamentos, produtos para a saúde, artigos de higiene pessoal e cosméticos no mercado. Com cerca de 143 empresas associadas, tem como missão contribuir para o desenvolvimento e fortalecimento do mercado e de seus membros, promovendo a melhoria contínua e eficaz de seus serviços.

SOBRE A MIND SHOPPER (http://www.mindshopper.com.br)

A Mind Shopper é uma consultoria especializada em soluções para ponto de venda (PDV). Atua desde a pesquisa de shopper, até o planejamento, desenvolvimento e execução dos planos de trade marketing e Gerenciamento por Categorias (GC).


Palavras-chave , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Governo do RJ confirma transmissão local de variantes brasileira e britânica do coronavírus

Governo do RJ confirma transmissão local de variantes brasileira e britânica do coronavírus
  • Homem de 55 anos, de Belford Roxo — morte.
  • Homem de 46 anos, de Manaus — morte.
  • Homem de 40 anos, do Rio.
  • Homem de 30 anos, do Rio.

 

VOC 202012/01, a variante do Reino Unido:

Nas últimas semanas, dezenas de pessoas diagnosticadas com Covid-19 em Manaus (AM) foram trazidas, então, para o Rio.

As transferências ocorreram em meio ao colapso do sistema de saúde amazonense.

Após recorde das internações por coronavírus e com uma nova variante do coronavírus circulando no estado.

Assim, um dos pacientes transferido para o Rio é um homem de 46 anos, que estava com a nova variante da doença, faleceu.

Recuo de contaminação em 27 regiões

A maior parte do Rio recuou, assim, para risco moderado para Covid-19.

O sétimo boletim de avaliação por regiões administrativas, divulgado nesta sexta-feira (19) pela prefeitura, mostra que 27 áreas saíram, portanto, do risco alto e desceram um grau na escala.

Quase toda a Zona Sul, porém, ficou , então, pela quinta semana seguida, no risco alto.

Todavia, apesar da melhora dos índices na maioria dos bairros, o prefeito Eduardo Paes decidiu, então, manter as restrições do risco alto para toda a cidade.

Na prática, o Rio inteiro está laranja, segundo a escala.

Fonte: G1

Foto: Shutterstock


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Como montar um tabloide de ofertas para sua farmácia

Como montar um tabloide de ofertas para sua farmácia

(Texto atualizado em 13/05/2021 às 04:02 pm)

Você provavelmente conhece alguma pessoa próxima que adora levar para casa o “jornalzinho” da farmácia. Ou talvez semanalmente recebe o impresso do supermercado local com as ofertas da semana. Estou certo? Bem, o tabloide de ofertas continua tendo seu valor para o varejo.

Com a estratégia certa, o tabloide de ofertas continua sendo uma boa ferramenta de comunicação com os consumidores. Apesar de não ser uma novidade, o tabloide é o método muito utilizado pelos varejistas para divulgação dos produtos. Continuei a leitura e veja como fazer desse material um aliado poderoso para as vendas da sua farmácia. Confira!

Por que tabloide de ofertas ainda funciona nas farmácias?

Muitas pessoas, principalmente as de idade avançada, são da vanguarda dos periódicos. A tradicional comunicação por escrito em jornais e revistas sempre foram seus canais de informação.

Além disso esse público não domina completamente as tecnologias dos Smartphones ou páginas de internet. O fato é que o tabloide para essas pessoas costuma ser o primeiro local para a comparação de preços dos medicamentos.

“As pessoas da vanguarda ainda confiam mais na informação palpável do que digital”

O material impresso não deve ser visto como algo “retrô” pela sua farmácia ou drogaria. Muito pelo contrário. Apesar do comércio online estar se expandindo no Brasil, a experiência off-line permanece expressiva. Nesse tipo de publicidade palpável o marketing sensorial têm suas vantagens.

A média de idade dos consumidores que detêm realmente o poder de compra, mostra que esse perfil de público segue uma linha mais conservadora. Para essas pessoas a comparação de preços e busca de boas ofertas é feita manualmente. Claro que, com o tempo, isso vai se tornar mais raro à medida que a democratização da tecnologia e divisão de renda se acentuem.

Apesar de haverem pessoas comparando os preços pela internet com o produto vendido na loja física, esse novo hábito, por hora, não atingiu os todos os consumidores.

E mesmo que o futuro possa reservar uma extinção (talvez utópica) do impresso, ainda sim é possível implementar o tabloide de ofertas digitalmente. Ou seja, o tabloide de ofertas continuará a ser um canal direto da farmácia com o seu consumidor.

É caro produzir um tabloide para a farmácia?

Toda ação de marketing deve ser muito bem pensada. Investir recursos simplesmente sem um objetivo claro certamente vai te fazer perder dinheiro. Dito isso, para ter o melhor custo benefício com o tabloide simplesmente não tente reinventar a roda!

Existem muitos laboratórios da indústria e distribuidores interessados em patrocinar o tabloide da farmácia. Em troca os produtos dessas empresas têm maior destaque. Eles inclusive já costumam ter todo o material pronto, com imagens dos produtos, design definido, já preparado para ser impresso com o logo da farmácia.

Apesar da vantagem de não ter que investir recurso próprio, o tabloide fica condicionado a quem está realmente pagando. Isto é, você terá pouca influência nos produtos em destaque. Uma alternativa é negociar somente uma página ou espaço de maior visibilidade, dividindo assim os custos de produção. Então cabe analisar o quão isso é vantajoso para a farmácia conforme seu objetivo.

Aqui vai uma ressalva importante: Caso for imprimir o seu próprio tabloide de ofertas, não terceirize a produção para os colaboradores da farmácia. Acontece que muitos donos de farmácia ao invés de contratarem uma empresa especializada (com profissionais de design, redatores e publicitários) tentam economizar dinheiro fazendo toda a parte criativa por conta própria.

Entretanto, seguindo alguns conceitos básicos e contratando uma gráfica para a impressão final, é possível sim ter sua própria produção exclusiva do tabloide de ofertas.

Como fazer um tabloide de ofertas

#1 Tamanho

Se sua farmácia ainda não produziu nenhum tabloide, comece com apenas uma folha. Faça uma pequena tiragem e colha os feedbacks dos consumidores. Assim que tiver mais experiência e resultados de vendas comece a publicar mais páginas.

Tabloides com tiragem regular geralmente não passam de 4 páginas. Caso seja uma edição especial, com uma data comemorativa ou o próprio aniversário da farmácia, podem ser impressos até 12 páginas.

#2 Formato

As dimensões mais comuns utilizadas pelas gráficas para impressão de tabloides de oferta são:

  • 20,5cm x 27,5cm (tipo magazine);
  • 27,5cm x 41cm (tipo germânico);
  • 27,5cm x 31cm (convencional).
formatos de papel - Guia completo: Como montar um tabloide de ofertas de sucesso para a farmácia
Formatos de papel

#3 Material

O tipo de material que será impresso o tabloide de ofertas conta muito. Ter um impresso que boa qualidade passa uma impressão positiva para os consumidores. As opções do mercado recomendadas para o tabloide são:

  • Papel Offset;
  • Papel Reciclado;
  • Papel Couché.

Cada um tem suas características e preços, que varia muito conforme a tiragem encomendada para a gráfica. É recomendado você sentir cada material e colocar na balança seus prós e contras.

#4 Capa do tabloide

  • O design deve ser pensado conforme a temática do tabloide (dia da mulher, férias, verão, etc);
  • Na capa tenha um espaço de destaque para o nome e logo da farmácia, geralmente na parte superior;
  • Evite colocar muito texto, quando menos melhor;
  • Tenha chamadas para ação, isto é, títulos que chamem atenção do consumidor;
  • As chamadas (os títulos) devem ser bem pensadas. Elas vão ter o papel de atiçar a curiosidade do consumidor para ver as ofertas.
  • Evite colocar muitos produtos, quanto menor o espaço entre eles mais a sensação de poluição terá seu tabloide;
  • Coloque uma breve descrição dos produtos, informando nome, quantidade e preço;
  • A capa deve ter as ofertas mais agressivas da sua estratégia de preços;
  • No rodapé informe os telefones de contato da farmácia, endereço e informações pertinentes (datas da oferta, filiais participantes, regras, etc);
  • Reserve um lugar (geralmente nas laterais e na vertical) para o número da tiragem e os avisos e advertências obrigatórios por lei.

Confira o modelo de tabloide para capa:

analise de tabloide para farmacia - Guia completo: Como montar um tabloide de ofertas de sucesso para a farmácia
Exemplo de Tabloide de Ofertas

#5 Páginas

Um tabloide ideal não costuma ter muitos produtos por página. Para tentar alguma economia as farmácias podem pensar que quanto mais produtos anunciados melhor. Errado.

Ao fazer isso o tabloide se torna uma espécie de classificado de jornal. O interesse visual diminui e muita informação deixa o consumidor confuso, despertando o desinteresse pela leitura.

O menos é mais! Ao invés de expor 20 ou 30 produtos por página, exponha no máximo 15 produtos com um tamanho razoável. Lembre-se que as pessoas tem que enxergar as imagens em fração de segundos quando estão passando pela rua.

Fique atento:

  • Verifique se o produto anunciado na página já não consta em outro local;
  • Não misture os produtos de categorias diferentes (produtos masculinos com femininos, por exemplo);
  • Prefira sempre dispor os produtos por ordem crescente de preço (do menor para o maior) conforme a leitura ocidental (da esquerda para a direita);
  • Respeite o design e diagramação definido para o tabloide (cores, fontes, tamanho dos títulos e descrições; margens);
  • Utilize imagens de alta qualidade dos produtos (evite imagens “pixelizadas”, isto é, que tem um limite de ampliação);
  • Tome o cuidado de verificar se o produto realmente consta em quantidades suficientes no estoque da farmácia antes de ser ofertado;

Veja o modelo de tabloide para folhas:

analise tabloide folhas - Guia completo: Como montar um tabloide de ofertas de sucesso para a farmácia
Exemplo de Folha para Tabloide de Ofertas

#6 Revisão

Erros de ortografia são inaceitáveis para uma publicação impressa. Imagine uma tiragem volumosa sair com erro grotesco da língua portuguesa. O que parece ser inofensivo pode vir a ser motivo de chacota entre os concorrentes e até mesmo se tonar um “meme” para os clientes mais tecnológicos. Não corra esse risco! Quando mais pessoas lerem com atenção os enunciados, menor a chance de passar algum erro desapercebido.

Além disso é fundamental revisar todos os preços anunciados. Até porque se um preço for impresso de forma errônea, a farmácia será obrigada a praticar o valor anunciado. De acordo com o Artigo 37 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), qualquer comunicação considerada equivocada poderá ser considerada publicidade enganosa, estando o estabelecimento sujeito a multas e processos judiciais.

Se por ventura o consumidor encontrar um preço no tabloide de ofertas inferior ao preço verdadeiro que está sendo comercializado, a farmácia é obrigada a vender pelo preço anunciado. Isso também vale para etiqueta de preço, preço na vitrine, ou qualquer outro meio de divulgação do preço.

Quais produtos podem ser anunciados?

Geralmente as farmácias utilizam o tabloide de ofertas para destacar os produtos correlatos, perfumaria e cosméticos. Obviamente esses produtos trazem maior margem de lucro, devido não possuírem PMC (Preço Máximo ao Consumidor) e também não terem regras mais rígidas de veiculação publicitária.

Já os medicamentos são considerados bens de saúde e dessa forma não podem ser submetidos a qualquer tipo de exposição publicitária. A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) permite apenas anúncios para os medicamentos OTC (Over The Counter – Em cima do balcão – em tradução livre).

Os medicamentos OTC (que ficam ao alcance das pessoas) são aqueles que não possuem tarja vermelha ou preta, e podem ser livremente dispensados sem prescrição médica.

Mesmos para esses medicamentos sem prescrição existem regras bem específicas para anunciar. A farmácia não pode por exemplo apresentar qualquer texto tendencioso que faça menção aos benefícios de cura do medicamento.

Por assim dizer, não é permitido explorar o benefício do medicamento no seu anúncio, prometendo cura da enfermidade (mesmo que o medicamento comprovadamente cumpra o prometido).

A publicidade dos não tarjados deve conter obrigatoriamente:

  • Nome comercial do medicamento;
  • Nome do princípio ativo;
  • Número do registro junto à ANVISA;
  • A indicação do medicamento;
  • A frase: “SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO”;

Além disso a propaganda deve mostrar uma das três advertências, de acordo com a sustância ativa ou efeito causado pelo medicamento:

Advertência se o medicamento apresentar sedação e/ou sonolência:

Exemplo: “(Nome comercial do produto) É UM MEDICAMENTO. DURANTE SEU USO, NÃO DIRIJA VEÍCULOS OU OPERE MÁQUINAS, POIS SUA AGILIDADE E ATENÇÃO PODEM ESTAR PREJUDICADAS.”

Advertência conforme à substância ativa do medicamento (determinação do Anexo III da RDC nº 96/2008):

Exemplo: “CÂNFORA: NÃO USE ESTE MEDICAMENTO EM CRIANÇAS MENORES DE DOIS ANOS DE IDADE.”

Advertência padrão:

Exemplo: “(nome comercial do medicamento, para medicamentos genéricos usar o nome do princípio ativo): É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA”.

Jamais faça do seu tabloide de ofertas uma revista de preço!

Imprimir a listagem com os preços considerados “normais” dos medicamentos vai minar a estratégia desse material impresso. O consumidordeixou a muito tempo de ser passivo, ou seja, apenas aceitar aquilo que é imposto. Hoje os consumidores que se sentem enganados tem voz ativa. Amplificam o seu descontentamento nas redes sociais.

Esse efeito é devastador para a marca do seu negócio. Então não vai funcionar muito bem você ter um layout bonito com produtos bem destacados e chamadas criativas, se de fato não existem bons preços anunciados. Como o próprio nome já indica, o tabloide é para ofertas! Não se trata de um catálogo de preços.

Qual a quantidade certa para impressão?

Esse número é variável. Se você estiver produzindo em conjunto com a indústria o número de tiragem terá que ser negociado. Caso a produção for própria dependerá do seu orçamento disponível. Não é só a quantidade de unidades que afeta o preço da impressão:

  • a qualidade, tamanho e o tipo de papel;
  • o número de páginas impressas;
  • quantidade de páginas coloridas;
  • acabamento do material;
  • se as páginas vão ser soltas, coladas ou grampeadas.

São características que alteram o valor final do material.

Se você for colocar o tabloide dentro da “sacolinha” junto com os medicamentos vendidos, utilize o sistema de gestão e automação da farmácia para extrair um relatório com a quantidade de vendas realizados no período. Esse número será o seu parâmetro de partida para a primeira tiragem.

Agora se desejar apenas expor o tabloide de ofertas na entrada da farmácia para os passantes na calçada, o recomendado é você fazer uma contagem por amostragem. Por exemplo, peça para um colaborador contar a quantidade de pessoas que passam na frente da farmácia nos horários de maior movimento. Para auxiliar nessa tarefa, use um aparelho de contagem, encontrado em lojas de utilidades.

contador de pessoas - Guia completo: Como montar um tabloide de ofertas de sucesso para a farmácia
Dispositivo para contagem

Após ter esse número de amostragem, multiplique pelos dias em que a farmácia ficará aberta durante o mês. Assim você terá uma estimativa para a primeira tiragem do tabloide. Para a segunda tiragem verifique sempre como foi a saída da primeira edição. Esse será seu principal parâmetro.

Também é possível levar o tabloide de ofertas até os domicílios das pessoas na região da sua farmácia. Nesta situação busque por dados demográficos que revelam a quantidade de moradores. Para esse cenário, você terá que investir um pouco mais na contratação de entregadores terceirizados.

Quanto tempo devo produzir uma nova edição?

O tempo para produzir uma nova edição do tabloide de oferta vai depender muito do seu objetivo e estoque de produtos. A ideia principal do impresso é atrair os consumidores para concretizarem compras na farmácia motivados pela oferta de preço abaixo do normal. Para isso seu estoque e equipe tem que estarem preparados!

Existem redes de farmácias que imprimem tiragens semanais, devido ao grande fluxo de consumo. Você já leu o seguinte aviso: “Promoção até DD/MM/AAAA ou enquanto durarem os estoques”? Outras optam por tiragens quinzenais ou mensais.

O período sazonal também rende edições especiais dos tabloides de ofertas, como:

Sempre destacando novos produtos relacionados com o tema. De novo: tudo depende da sua estratégia de marketing. Sempre fuja dos achismos. Busque informações no sistema de farmácia para justificar uma nova edição ou campanha publicitária.

“Mensurar os resultados é o caminho que traz respostas para continuar com o tabloide de ofertas

Fonte: Inovafarma


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Dia Mundial do Rim traz alerta sobre o aumento das doenças renais

Dia Mundial do Rim traz alerta sobre o aumento das doenças renais

Mais de 13 milhões de brasileiros sofrem com algum problema renal

No Dia Mundial do Rim (12 de março) a Sociedade Internacional de Nefrologia, apoiada pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), lança a campanha de conscientização sobre a doença renal crônica “Saúde dos rins para todos. Ame seus rins. Dose sua creatinina”. Somente no Brasil, cerca de 13 milhões de pessoas sofrem com algum problema renal, um número duas vezes maior que há dez anos. De acordo com a SBN, 126 mil dos casos estão em estágio grave, no qual o paciente precisa de hemodiálise ou transplante. No mundo, estima-se que 850 milhões de pessoas tenham alguma doença renal.

Uma das principais dificuldades quando se fala em doenças renais é o diagnóstico nos estágios iniciais. Isso porque geralmente a função dos rins pode estar comprometida em cerca de 80% a 90% antes dos sintomas aparecerem.

Exames simples como a dosagem de creatinina e o parcial de urina, realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ajudam no diagnóstico ao indicar condições como insuficiência renal, infecção nos rins, desidratação e até mesmo problemas durante a gravidez.

Para a nefrologista, Dra. Juliana Leme, a necessidade do diagnóstico precoce é essencial. “Exames como dosagem de creatinina e parcial de urina precisam ser uma rotina. As doenças renais atingem pessoas de todas as idades, sem distinção. Os casos de câncer de rim, por exemplo, têm taxas altíssimas de mortalidade”, conta.

Dia mundial do rim

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA) cerca de 6,3 mil novos casos de câncer de rim foram diagnosticados em 2019 no Brasil – 3,8 mil em homens e 2,5 mil em mulheres. O perfil com maior risco de desenvolver alguma doença renal são aqueles com histórico familiar de hipertensão arterial, doença renal, diabetes, obesidade, que fumam, sedentárias ou que passaram dos 40 anos.

A adoção de hábitos saudáveis como ingestão frequente de água, dieta equilibrada, bem como o controle do tabagismo e o rastreio constante de doenças renais por meio de consultas médicas são as principais ferramentas no combate às doenças renais.

“O diagnóstico precoce pode salvar uma vida e a população precisa ser conscientizada sobre como as doenças renais são frequentes e como podem ser evitadas. Prevenção é tudo”, finaliza a médica.

Foto: Shutterstock

Fonte: SBN


Palavras-chave , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Pneumonia: o que é, causas, sintomas e melhor tratamento

o que é, causas, sintomas e melhor tratamento

(Texto atualizado em 04/05/2021 às 04:19 pm)

A pneumonia é uma infecção que se instala nos pulmões e pode acometer a região dos alvéolos pulmonares onde desembocam as ramificações terminais dos brônquios

A pneumonia é a infecção que mais mata no mundo. Causada por bactérias ou vírus, ela é mais comum (e perigosa) em crianças, idosos e pessoas com doenças anteriores. Mas deve ser tratada com atenção por todos.

Os principais sintomas da doença são: febre alta, tosse, dor no tórax e alterações da pressão arterial.

Conheça mais sobre a doença, quais os seus tipos e sintomas abaixo! 

O que é pneumonia?

É uma infecção que se instala nos pulmões e pode acometer a região dos alvéolos pulmonares onde desembocam as ramificações terminais dos brônquios e, às vezes, os interstícios (espaço entre um alvéolo e outro). 

Quais os tipos?

Pneumonia viral

Os principais vírus causadores deste tipo da patologia são os que causam resfriados e gripes, como o Influenza do tipo A, B ou C, H1N1, H5N1 e o novo coronavírus, além de outros como vírus parainfluenza, vírus sincicial respiratório e adenovírus.

Gripe, resfriados, alergia e coronavírus: conheça as diferenças e saiba como se proteger 

Pneumonia bacteriana

Nesse caso, o agente causador mais comum é o Streptococcus pneumoniae, também conhecido por pneumococo, responsável por 30% a 70% dos casos. Já as bactérias atípicas, como micoplasma, clamídea e legionela representam 8% a 48% dos casos, enquanto as infecções mistas, que envolvem mais de uma espécie de bactéria, são relatadas em até 38% dos pacientes.

Quais as causas?

A pneumonia é provocada pela penetração de um agente infeccioso ou irritante (bactérias, vírus, fungos e por reações alérgicas) no espaço alveolar, onde ocorre a troca gasosa. Esse local deve estar sempre muito limpo, livre de substâncias que possam impedir o contato do ar com o sangue. Contudo, os agentes infecciosos da pneumonia, diferente do vírus da gripe, não costumam ser transmitidos facilmente.

pneumonia sintomas

Resistência microbiana: saiba o que é e como evitar

Quais os sintomas da pneumonia?

Os principais sintomas da doença são:

  • Febre alta.
  • Tosse.
  • Dor no tórax.
  • Alterações da pressão arterial.
  • Confusão mental.
  • Mal-estar generalizado.
  • Falta de ar.
  • Secreção de muco purulento de cor amarelada ou esverdeada.
  • Toxemia (danos provocados pelas toxinas carregadas pelo sangue).
  • Prostração (fraqueza).

Como saber se é gripe ou pneumonia? 

Apesar dos sintomas das duas doenças serem parecidos, como febre acima de 38°C, tosse, catarro, dores pelo corpo e mal-estar generalizado, a principal diferença está na duração dos sintomas. Ou seja, se quaisquer dos sintomas passar de três ou quadro dias, um médico deve ser consultado, pois aumentam as chances de ser pneumonia. 

Parceria entre farmacêuticas aumenta alcance de exame para pacientes com câncer de pulmão 

Quais as diferenças entre a pneumonia bacteriana e viral? Como distingui-las?

Como os sintomas são os mesmos, além da avaliação médica, são necessários exames de sangue, radiografia de tórax e até a coleta de escarro para a identificação do agente causador.

Quais os fatores de risco para a doença?

Para se proteger da pneumonia é importante não fumar, pois o fumo provoca reação inflamatória que facilita a penetração de agentes infecciosos. Além disso, o álcool interfere no sistema imunológico e na capacidade de defesa do aparelho respiratório.

Também deve ter cuidado com:

  • Ar-condicionado: deixa a umidade do bar muito baixa, facilitando a infecção por vírus e bactérias;
  • Resfriados mal cuidados;
  • Mudanças bruscas de temperatura. 

tosse é pneumonia?

Como fazer o diagnóstico da pneumonia?

O diagnóstico é realizado por meio da radiografia de tórax, aliada à anamnese e ao exame físico, que ajudam na confirmação da suspeita e avaliação da extensão das lesões causadas pela pneumonia. 

Em alguns casos, a tomografia de tórax é uma alternativa nos casos em que a radiografia de tórax tem menor acurácia, como em pacientes obesos, bem como imunossuprimidos ou com alterações radiológicas prévias. 

Qual o melhor tratamento?

O tratamento das pneumonias é feito com antibióticos e a melhora costuma ocorrer em três ou quatro dias. Atualmente, amoxicilina, azitromicina e claritromicina são os medicamentos mais recomendados no tratamento das pneumonias que comprometem pessoas previamente saudáveis. Geralmente, quando a pneumonia é causada por vírus, o tratamento inclui apenas antitérmicos e analgésicos para aliviar os sintomas, podendo ser necessários medicamentos antivirais nas formas graves da doença.

A internação hospitalar é necessária quando o paciente é idoso, tem febre alta ou apresenta alterações clínicas decorrentes da própria doença, como: comprometimento da função dos rins e da pressão arterial, dificuldade respiratória caracterizada pela baixa oxigenação do sangue porque o alvéolo está cheio de secreção e não funciona para a troca de gases.

Existe vacina para a pneumonia?

Sim, a vacina Pneumocócica 23-valente. Ela protege contra doenças graves causadas pela bactéria pneumococo, como as pneumonias, meningites e outras. A vacina pode ser administrada em crianças a partir dos dois anos de idade e adultos.

Ela está disponível gratuitamente nos Centros de Imunobiológicos Especiais (CRIEs) e é indicada para pacientes com condições específicas, como infecção pelo HIV, doença pulmonar ou cardiovascular crônica grave, insuficiência renal crônica, síndrome nefrótica, diabetes mellitus insulinodependente, bem como cirrose hepática e pacientes com imunodeficiências, entre outros.

Imunidade: sistema de defesa do organismo 

pneumonia

O que fazer quando está com pneumonia?

No caso do diagnóstico da pneumonia, o paciente deve ter alguns cuidados:

  • Tomar os fármacos nos horários e doses corretas;
  • Beber aproximadamente dois litros de água por dia;
  • Evitar usar medicamentos para a tosse que não foram indicados pelo médico;
  • Vestir roupa adequada à temperatura, evitando alterações bruscas. 

É possível estar com pneumonia e não ter febre?

Apesar da febre ser um dos principais sintomas da pneumonia, é possível que o acometido não apresente o sintoma – principalmente se o paciente for idoso.

7 principais patologias que acometem idosos 

Pneumonia tem cura?

Sim, por meio de tratamento em casa ou hospitalar e acompanhamento médico. Apesar disso, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é a segunda doença respiratória mais comum no Brasil, sendo responsável por mais de 200 mil internações todos os anos no Sistema Único de Saúde (SUS). 

Conclusão

A pneumonia é uma infecção que se instala nos pulmões e pode acometer a região dos alvéolos pulmonares onde desembocam as ramificações terminais dos brônquios e, às vezes, os interstícios (espaço entre um alvéolo e outro). 

Sua ocorrência pode ser através de vírus ou bactérias e os principais sintomas são: febre alta, tosse, dor no tórax e alterações da pressão arterial.

O quadro de pneumonia deve ser acompanhado de um profissional, principalmente no caso de pessoas com fatores de risco. Ao sentir os sintomas por mais tempo do que uma gripe comum, não deixe de ir ao médico para realizar o tratamento com os medicamentos corretos! 

O papel dos farmacêuticos como agentes de saúde da comunidade 

Fontes:

Portal Fiocruz 

Portal Fiocruz 

Hospital São Matheus 1

Hospital São Matheus 2

Hospital Sírio Libanês

Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia

Ministério da Saúde 

Fonte: Guia da Farmácia

Fotos: Shutterstock


Palavras-chave , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Farmacêuticos alertam para uso irregular de remédios sem receita

De sintomas gripais a dores de cabeça, a população brasileira já está acostumada a se automedicar, no caso de sintomas leves, com medicamentos isentos de prescrição (MIP). Uma pesquisa do Conselho Federal de Farmácia apontou, inclusive, que em 2019, 77% dos brasileiros se automedicavam sem passar pela orientação de médicos ou profissionais de saúde. Contudo, o Conselho Regional de Farmácia (CRF) alerta para o uso irregular dessas substâncias, que podem trazer riscos para a saúde.

Veja também: Com Clinicarx, Drogaria Araujo chega a 95 de lojas com serviços clínicos

Siga nosso Instagram

Fonte: O Estado do Maranhão


Palavras-chave , , , , , , ,
Legislação e regulamentações, ANVISA





Controle da glicemia piora na pandemia, saiba quais serviços farmacêuticos oferecer

Controle da glicemia piora na pandemia, saiba quais serviços farmacêuticos oferecer

O diabetes mellitus é, assim como a Hipertensão Arterial, um fator de risco para formas graves de COVID-19. Esta maior gravidade está também associada a comorbidades frequentes nos indivíduos que apresentam a doença (insuficiência cardíaca, doença coronária, insuficiência renal, obesidade). As recomendações terapêuticas para as pessoas com diabetes durante o período de pandemia ressaltam um rigoroso controle da glicemia

Entretanto, um estudo publicado na revista Diabetes Research and Clinical Practice, que tinha por objetivo identificar as barreiras enfrentadas pelas pessoas com Diabetes no Brasil durante a pandemia de COVID-19, apontou que essas pessoas tiveram seus hábitos alterados, o que impacta a glicemia. Com isso, o risco de mortalidade,  se infectados pelo SARS-CoV-2, bem como por complicações agudas e crônicas do diabetes aumenta potencialmente.  

O estudo, que coletou dados de 1701 indivíduos revelou que 95,1% dos entrevistados reduziram a frequência de sair de casa; entre aqueles que monitoram a glicose no sangue em casa durante a pandemia (91,5%), a maioria (59,4%) experimentou um aumento, uma diminuição ou uma maior variabilidade nos níveis de glicose; 38,4% postergaram consultas médicas e/ou exames de rotina; e 59,5% reduziram a atividade física. 

Por isso, neste momento, é ainda mais importante que você atue como um educador em diabetes. Confira as dicas práticas de serviços farmacêuticos que podem ser oferecidos no seu estabelecimento. 

Serviços que podem ser oferecidos para pessoas com diabetes

 

1. Educação em saúde 

A educação é um processo contínuo e constitui a ferramenta principal para o controle do diabetes. Para tanto, “o farmacêutico deve estar qualificado e consciente do seu papel de educador nesse processo. O propósito da educação é o controle do diabetes através do cuidado por parte das pessoas, familiares e cuidadores, tendo como consequência a melhora do estado de saúde e da qualidade de vida das pessoas”.

A Organização Mundial da Saúde destaca a importância da educação para o autocuidado na prevenção e tratamento de doenças crônicas como o diabetes mellitus. 

A pessoa que vive com a doença é a principal responsável por desempenhar atividades relacionadas ao tratamento. No entanto, para que ela possa desempenhar esse papel, é necessário conhecer os comportamentos que devem ser adotados para o controle do diabetes. São sete os comportamentos principais: 

  • Alimentação saudável 
  • Ser ativo
  • Monitorização da glicemia 
  • Tomar medicamentos 
  • Resolução de problemas
  • Enfrentamento saudável 
  • Redução de riscos 

O farmacêutico, como educador em diabetes, pode contribuir para a adoção de todos esses comportamentos.

Educação em saúde e a pandemia de COVID-19

Além dos cuidados em relação ao controle do diabetes, também é importante educar o paciente em relação ao tratamento precoce da COVID-19, uma vez que a procura por determinados medicamentos e suplementos vitamínicos tem aumentado durante a pandemia. 

A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) não recomenda tratamento farmacológico precoce para COVID-19 com qualquer medicamento (cloroquina, hidroxicloroquina, ivermectina, azitromicina, nitazoxanida, corticoide, zinco, vitaminas, anticoagulante, ozônio por via retal, dióxido de cloro).

 A SBI destaca que “os estudos clínicos randomizados com grupo controle existentes até o momento não mostraram benefício e, além disso, alguns destes medicamentos podem causar efeitos colaterais. Ou seja, não existe comprovação científica de que esses medicamentos sejam eficazes contra a COVD-19.”

2. Aferição da pressão arterial 

O diabetes mellitus tipo 2, que é o tipo mais comum em pessoas que estão acima do peso, muitas vezes vem acompanhado de pressão alta (hipertensão arterial sistêmica).

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) 4 entre 10 pacientes diabéticos apresentam pressão acima do normal.

O controle da pressão por parte do paciente diabético é tão importante quanto o controle da glicemia. Isso porque a pressão alta aumenta o risco de doenças cardiovasculares como infarto, além de acelerar o processo de lesão nos rins, já causado pelo próprio diabetes.

3. Rastreamento em Saúde com Testes Laboratoriais Remotos de Glicemia, Hemoglobina Glicada e Perfil Lipídico 

Para o rastreamento do diabetes, pode-se utilizar a glicemia em jejum, a glicemia de 2 horas pós-sobrecarga ou a hemoglobina glicada, sendo a glicemia de 2 horas pós-sobrecarga o teste menos utilizado. A glicemia em jejum e a hemoglobina glicada são exames que podem ser oferecidos aos clientes que frequentam a farmácia. 

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, esses testes são um dos instrumentos tanto para auxiliar no diagnóstico de diabetes ou pré-diabetes, quanto para avaliar o controle glicêmico do paciente com a doença.

Outro exame que precisa ser realizado com frequência por pessoas com Diabetes ou por aquelas que apresentam algum fator de risco para o desenvolvimento da doença, é o exame de Perfil Lipídico. Pessoas com diabetes mellitus possuem duas a três vezes mais chances de apresentar problemas cardiovasculares do que pessoas não-diabéticas.

E você? Está oferecendo algum destes serviços na sua farmácia? Conte com a Hilab os Testes Laboratoriais Remotos. Preencha o formulário que em até 48h nós ligamos para você! 


Palavras-chave , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Vacina particular: clínica pode comprar vacinas anti-COVID?

Na quarta-feira, 7 de março, a câmara de deputados aprovou uma forma alternativa para acelerar a vacinação contra o COVID-19. A expectativa é acelerar o ritmo atual de aplicação das doses e o retorno às atividades comerciais. Assim, sua empresa pode participar da compra de vacina particular? Saiba neste artigo.

A crise do coronavírus tem deixado marcas profundas na sociedade brasileira. Segundo a PUC-RS, o nível de desigualdade social cresceu como nunca durante esse período.

Dessa forma, todas as medidas que visam reverter esse quadro são bem-vindas.  A mais recente é a vacinação para a rede privada.

vacinação particular: empresas privadas recebem aval da câmara para comprar doses de vacina anti-COVID
A Câmara de Deputados aprovou a compra de vacinas anti-COVID por empresas privadas

Como se trata de um projeto de lei recente, muitas empresas ainda têm dúvidas a respeito.

Como vai acontecer? A vacinação nas empresas pode atrapalhar a vacinação pública? Assim, reunimos conteúdos de especialistas em saúde para explicar essas e outras questões.

Portanto, entenda tudo que você precisa saber sobre vacina particular anti-COVID agora mesmo:

Vacina particular: entenda a lei que permite a compra de imunizantes anti-COVID por empresas particulares

Nos últimos meses, o governo tem se movimentado para reiniciar a atividade comercial plena o mais rápido possível. Assim, surge o interesse em vacinar os trabalhadores dos diversos setores do mercado.

Essa proposta encontrou apoio na Câmara de Deputados. Essa casa aprovou a PL 948/2021, a qual permite a compra de vacinas anti-COVID pelo setor privado.

Esse foi um sinal positivo e muito comemorado pelos donos de empresas que estão de portas fechadas há meses.

O projeto ainda deve ser encaminhado e votado no Senado para entrar em vigor definitivamente.

Entenda os tramites legais para liberação de vacinas pelo setor privado.
A compra de vacinas anti-coronavírus precisa ser autorizada pelo Senado Federal.

Além das empresas do setor comercial, as clínicas e farmácias também comemoraram essa primeira vitória na Câmara. Foi a primeira etapa para permitir a vacinação particular contra o vírus.

No entanto, o projeto tem condições especiais as quais receberam críticas das empresas de saúde.

Desse modo, acompanhe o artigo para entender os detalhes do texto aprovado na Câmara. Além disso, saiba o que fazer para conseguir as vacinas para sua empresa, clínica ou farmácia.

O que muda se a PL 948/2021 for aprovada?

A lei em vigor (Lei 14.125/21) já permite a compra de vacina por empresas privadas. No entanto, todas as doses compradas devem ser integralmente doadas ao Sistema Único de Saúde (SUS).

O projeto de lei aprovado na Câmara permite que apenas metade das doses compradas sejam doadas.

Assim, a empresa ficaria com 50% do total adquirido para vacinar seus funcionários. Inclusive, esse foi um ponto muito criticado pela Associação Brasileira das Clínicas de Vacina (ABCVAC).

A Lei atrapalha a campanha de vacinação atualmente em curso?

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética, Raul Canal, não. Desse modo, a lei diminuirá as filas e aumentará o estoque de vacinas à disposição do governo.

As empresas concorrerão com o governo para comprar vacinas?

Ainda segundo Raul Canal, não. Com efeito, os estoques produzidos para governos e países são diferentes. Dessa forma, as empresas não alterarão a disponibilidade de doses para compra pelo Governo brasileiro.

A ABCVAC, associação com mais de 600 clínicas parceiras, negocia um lote de 5 milhões de doses desde novembro do ano passado.

A vacina particular afetará o programa de imunização que já está sendo desenvolvido pelo Governo brasileiro?
As empresas privadas concorrerão com o governo pelas doses de vacina?

O presidente da associação, Geraldo Barbosa, afirma que o lote foi produzido exclusivamente para empresas privadas.

Quanto uma clínica ou empresa pagará por cada vacina particular?

Os valores variam de acordo com fabricante e estão em negociação. No entanto, o ABCVAC negocia comprar a  Covaxin, do laboratório indiano Bharat Biotech, por US $44,00.

Na cotação atual, esse valor é equivalente a R$ 247,45. A quantia não inclui despesas com armazenamento e transporte.

As empresas e clínicas poderão definir os próprios critérios de aplicação da vacina particular?

Não. As empresas que comprarem vacina particular deverão obedecer a ordem do PNI (Programa Nacional de Imunização). Tal programa ordena a aplicação de acordo com a idade e públicos de risco.

A empresa que infringir alguma das regras está sujeita a multa de dez vezes o valor da compra das doses.

As empresas estão livres para negociar com qualquer laboratório?

Não. As empresas deverão optar por vacinas aprovadas pela Anvisa, ou liberadas temporariamente para casos de emergência.

Contudo, podem comprar imunizantes não aprovados pela Anvisa, desde que sejam certificados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Como funciona o processo e a documentação necessária para importar as doses de vacina anti-COVID?

O processo de importação de qualquer medicamento é complexo. Se sua clínica não tem experiência no assunto, recomendamos fortemente que contrate um serviço de assessoria jurídica especializado no tema.

Para mais detalhes sobre documentação e processo de importação entre em contato com a equipe do M2 Farma clicando aqui.


Palavras-chave , , , ,
Mercado farmacêutico, Legislação e regulamentações, ANVISA, Covid-19, Vacinas





Governo lança nova campanha de vacinação contra sarampo

(Texto atualizado em 30/03/2021 às 04:05 pm)

O Ministério da Saúde lançou, nesta segunda-feira (10), uma nova campanha para imunizar crianças e jovens entre cinco e 19 anos contra o sarampo.

Só nesta primeira fase, o Ministério da Saúde vai enviar aos estados quase quatro milhões de doses da vacina. A meta é imunizar três milhões de crianças e jovens que não tomaram as duas doses necessárias para se proteger.

“O que eu vejo é as pessoas não conhecerem, ou acharem que essas doenças não existem, que são coisas do passado e o vírus está aí circulando. A gente tem que alertar que essa negligência, esse esquecimento, essa falta de cumprir uma caderneta de vacinação, o preço pode ser a vida dessa criança”, alertou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

O ministro também reforçou a importância da vacinação contra o sarampo por causa do risco do novo coronavírus.

“A gente sabe que esse vírus, ele pega normalmente pessoas que estão com a imunidade baixa, a pessoa que não está numa situação de imunidade ideal. E a vacina aumenta a imunidade, provoca o sistema imunológico e é um ganho extra a gente saber que a pessoa foi vacinada contra o sarampo, que você já elimina no período inicial aquele quadro clínico que pode eventualmente misturar, confundir com uma virose”, disse.

O ministério também decidiu manter a vacinação de bebês entre seis e 11 meses, a chamada dose zero. Essa dose de emergência foi colocada em 2019 no calendário de vacinação para proteger os bebês mais cedo, antes das duas doses normais, com um ano e um ano e três meses de idade.

O Pietro tem só nove meses e logo vai conviver com várias pessoas de fora da família.

“Ele tem que tomar as vacinas porque ele vai para a creche e tem que estar tudo em dia”, disse a mãe Carine Santos Souza.

Os casos de sarampo no Brasil diminuíram nos últimos meses, mas o vírus continua circulando e ele circula com facilidade. O sarampo é altamente contagioso. Por isso, em 2020, continua a estratégia: além de vacinar os bebês, fazer campanha para quem não tomou a vacina quando deveria.

Em 2019, o brasil teve 18 mil casos confirmados de sarampo. Mais de 16 mil deles no estado de São Paulo, principalmente na capital. Das 15 pessoas que morreram de complicações decorrentes do sarampo no país, 14 viviam em São Paulo.

Por isso, o estado quer vacinar muito mais gente do que o definido pela campanha nacional.

“Aquela criança de seis meses de idade até aquele adulto de 60 anos de idade precisam ir a uma unidade pública, consultar um profissional de saúde e verificar se o seu esquema vacinal, o seu histórico vacinal está adequado”, disse a diretora do Programa Estadual de Imunização de São Paulo, Núbia Araújo.

Fonte: Jornal Nacional


Palavras-chave , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





PEC da Febrafar movimenta meio bilhão de reais em outubro

PEC da Febrafar movimenta meio bilhão de reais em outubro

O Programa de Estratégias Competitivas (PEC) desenvolvido pela Febrafar, um dos mais amplos programas de fidelidade do país criado para as redes de farmácias afiliadas, obteve números significativos em outubro.

Resultados de outubro

O programa ultrapassou 30 milhões de cadastros na base total, com mais de 1,5 milhão de novos CPFs registrados. Além disso, as vendas gerais registradas no PEC somaram mais de R$ 555 milhões de reais, em 7,9 milhões de transações que tiveram um tíquete médio de mais de R$ 70.

O diretor operacional da Febrafar, Ney Santos, comenta: “O PEC está prestes a completar uma década de existência e, nesse período, ele se modernizou, sempre pensando em oferecer a melhor experiência para os clientes das farmácias e resultados efetivos nos negócios das farmácias. Atingir essas metas apenas comprovam que os esforços foram acertados”.

Programa de fidelidade (PEC)

O programa de fidelidade tem como objetivo oferecer uma política de preços competitiva por meio da concessão individualizada dos descontos, considerando as características específicas de cada medicamento.  Ele é operado por um sistema de CRM com milhões de clientes cadastrados, o que permite a realização de ações de relacionamento e gestão da fidelidade.

Além disso, a Febrafar também oferece às redes a possibilidade de uso de um aplicativo integrado ao sistema que permite aos consumidores receberem ofertas exclusivas, cupons de descontos e a realização de pedidos de medicamentos e demais produtos para entrega.

Veja também: Venda de genéricos cresce 11% no terceiro trimestre de 2020

Fonte – Revista da Farmácia


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





EMS lança primeiro anti-inflamatório nanomolecular do Brasil

PFARMA

(Texto atualizado em 30/03/2021 às 04:27 pm)

A EMS, maior laboratório farmacêutico no Brasil, anuncia o lançamento do Bexai, o primeiro anti-inflamatório com nanopartículas do Brasil, uma tecnologia inovadora que deve revolucionar o tratamento para a dor. Com uma dosagem menor, garante a mesma eficácia e potência que os medicamentos com doses mais altas no mercado no combate à dor aguda, inflamação e osteoartrite, com menos efeitos colaterais. A previsão de chegada ao mercado do produto, cujo desenvolvimento está alinhado à missão da companhia de cuidar das pessoas, é a segunda quinzena de agosto. Por meio desse e de outros três medicamentos de inovação incremental a serem lançados ainda este ano, a Unidade de Prescrição Médica da EMS prevê faturar R$ 2,2 bilhões até o final de 2020.

Criado sob o conceito norte-americano The Science of Less, que significa “quantidade mínima e máxima efetividade” da medicação, o Bexai traz mais segurança para o paciente no uso prolongado. “A tecnologia deste medicamento é única e faz parte da Medicina do futuro, pois trabalha com partículas ultramicronizadas que oferecem uma dissolução muito mais rápida no organismo e garantem o alívio da dor aguda, trazendo eficácia analgésica e anti-inflamatória com baixíssima dose. Com essa novidade, podemos dizer que estamos inaugurando uma nova era dos anti-inflamatórios não-esteroidais ou AINEs”, explica Joaquim Alves, diretor da unidade de negócios de Prescrição Médica da EMS.

O laboratório prevê, ainda, o lançamento de mais três medicamentos inovadores na área de Prescrição Médica desenvolvidos pelo próprio Centro de Pesquisa & Desenvolvimento da companhia no Brasil, o mais moderno da América Latina. Os fármacos, que atenderão diversas classes terapêuticas, como neurologia e ortopedia, irão ampliar o escopo de possibilidades de tratamentos para a classe médica e o acesso dos pacientes à saúde. Cerca de R$200 milhões estão voltados para essa ampliação de portfólio.

Essa é a primeira vez que 40% dos lançamentos desta unidade de negócios são inovações, consolidando um processo iniciado em 2013 com suas iniciativas pioneiras em inovação incremental para a área de Prescrição Médica.

Para o triênio 2021-2023, a EMS prevê alcançar o percentual de 60% a 70% de lançamentos inovadores no portfólio de Prescrição. Para atingir esse patamar, a empresa seguirá aportando em estudos clínicos. São mais de 50 novos produtos em diversas etapas de desenvolvimento, que chegarão nos próximos 2 a 5 anos ao mercado.

Além dos lançamentos inéditos e exclusivos em inovação incremental, a EMS apresentará ao mercado, ainda em 2020 outros seis medicamentos também na área de Prescrição, para tratamento de hipertensão, alívio dos sintomas gastrintestinais, deficiência e manutenção de vitamina D3, tratamento e prevenção de náuseas e vômitos, tratamento de infecções das vias aéreas superiores e inferiores e de infecções de pele e tecidos moles.

Representatividade

A EMS está entre os três principais laboratórios nacionais em Prescrição Médica no Brasil (fonte: IQVIA) e conta com um portfólio de cerca de 80 medicamentos e mais de 250 SKUs nesta categoria. Os produtos que são carros-chefes da empresa no segmento, como Patz SL e Toragesic–medicamentos inovadores -, faturam acima de R$ 150 milhões anuais cada um. Além deles e de Bexai, o Nivux, apresentado à classe médica no final de 2019, é considerado uma das grandes iniciativas da companhia para este ano. Desenvolvido pelos pesquisadores do laboratório, é um potente anti-inflamatório em conjunto com a ação gastroprotetora de um inibidor de bomba de prótons, uma associação de nimesulida com pantoprazol que atua no combate à inflamação e na proteção gástrica simultaneamente.

Nivux trouxe um enorme impacto em todo o mercado de anti-inflamatórios, grupo de medicamentos mais utilizado no mundo, que, só no Brasil, fatura R$ 2,5 bilhões/ano. Além de toda a classe de AINEs, impacta diretamente o mercado de nimesulida (R$ 1,1 bi/ano), que é o anti-inflamatório mais consumido e prescrito do país, trazendo mais segurança e proteção para todos os milhões de pacientes que consomem esse medicamento. A expectativa é que o produto fature R$ 50 milhões já em seu segundo ano de comercialização.

A área de Prescrição da empresa faturou R$ 1,7 bilhão em 2019 e representa 9,2% do mercado brasileiro de Prescrição Médica dos Laboratórios Nacionais (Fonte: IQVIA – MAT PF Dezembro 2019). No ano passado, o mercado total de Prescrição evoluiu cerca de 9%. Para 2020, a previsão da unidade é crescer 20% em faturamento.


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Governo de São Paulo revoga aumento do ICMS de genéricos

Governo de São Paulo revoga aumento do ICMS de genéricos

(Texto atualizado em 24/03/2021 às 03:28 pm)

A alta do ICMS de genéricos havia sido planejada para entrar em vigor este mês, mas foi cancelada depois de manifestações contra o governador

O governo de São Paulo revogou o aumento nas alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para os setores de insumos agropecuários, produção de alimentos e de medicamentos genéricos.

A medida foi publicada no Diário Oficial do estado, nesta sexta-feira (15).

A alta do imposto havia sido planejada para entrar em vigor este mês, mas foi cancelada depois de pedidos de representantes do agronegócio.

O setor chegou a promover ‘tratoraços’ no dia 7 de janeiro.

As manifestações aconteceram em cerca de 300 cidades paulistas, mesmo após o governador João Doria anunciar que havia desistido do aumento, na última quarta-feira (6).

O protesto contra o aumento do ICMS nos medicamentos genéricos teve, então, o objetivo de alertar para a alta do tributo, que elevaria custos que seriam repassados aos consumidores, de acordo com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Faesp).

João Doria cancela corte de benefício para os genéricos

Fonte: CNN Brasil

Foto: Shutterstock


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Brasileiros desenvolvem drágea que libera dois medicamentos diferentes

dragea dois medicamentos

(Texto atualizado em 24/03/2021 às 03:28 pm)

dragea dois medicamentos

Um material polimérico e com características de hidrogel desenvolvido por pesquisadores brasileiros pode ajudar a responder a um dos desafios atuais da indústria farmacêutica: criar um sistema que permita a liberação controlada no organismo de moléculas com diferentes atividades farmacológicas contidas em uma única drágea.

Em um estudo apoiado pela FAPESP e divulgado na revista Applied Bio Materials, da American Chemical Society, cientistas das universidades de Franca (Unifran) e do Estado de Minas Gerais (UEMG) testaram o uso de uma classe de material conhecida como siloxano-poliéter – ou “ureasil” – para liberar no organismo de forma simultânea um anticancerígeno e um anti-inflamatório. Além de ações terapêuticas distintas, os fármacos usados na pesquisa também apresentam diferentes graus de afinidade por água.

“Conseguimos desenvolver um sistema para liberação simultânea de dois fármacos incorporados a uma mesma matriz polimérica [plástica]”, disse Eduardo Ferreira Molina, professor da Unifran e coordenador do projeto, à Agência FAPESP.

Flexível e transparente, a matriz polimérica é composta de segmentos em escala nanométrica (bilionésima parte do metro) de siloxano e de um poliéter (PEO). Com características de hidrogel (gel formado por uma rede rígida tridimensional de polímeros), o material é capaz de absorver volumes elevados de água em seus interstícios sem se dissolver e, por isso, é considerado ideal para liberação controlada de fármacos.

Por meio de um processo denominado sol-gel – no qual ocorre a transformação de um líquido com partículas em suspensão (“sol”) em um gel –, os pesquisadores conseguiram incorporar à matriz o anti-inflamatório naproxeno e o anticancerígeno 5-fluorouracil simultaneamente.

“A ideia foi incorporar dois agentes terapêuticos sem alterar as propriedades físico-químicas da matriz polimérica ou dos fármacos”, explicou Molina.

O anti-inflamatório naproxeno tem caráter hidrofóbico, ou seja, não absorve água. Já o 5-fluorouracil é hidrofílico e, portanto, tem maior afinidade com o líquido. A incorporação de ambos à matriz de poliéter foi possível devido aos grupos funcionais presentes no material.

“Isso possibilitou a ‘solubilização’ do naproxeno e do 5-fluorouracil”, explicou Molina.

Teste de liberação

A fim de testar e medir a liberação dos medicamentos foram feitos ensaios in vitro em que o material foi imerso em água com temperatura e nível de acidez (pH) similares aos encontrados no intestino humano.

A quantidade de medicamentos liberada na solução foi medida por espectroscopia no ultravioleta visível. Os resultados mostraram que o material foi capaz de liberar os medicamentos em quantidades iguais e manter a liberação ao longo do tempo.

“Esses resultados são inéditos. Até então, não havia nenhum relato na literatura científica da aplicação dessa classe de materiais para liberar de forma controlada dois agentes terapêuticos simultaneamente, na mesma quantidade, e manter isso ao longo do tempo”, disse Molina.

Efeito sinérgico contra o câncer

De acordo com o pesquisador, a ideia é que o material seja usado como drágea para encapsular e liberar controladamente uma série de agentes terapêuticos, entre eles quimioterápicos usados no combate ao câncer.

Uma das limitações dos quimioterápicos usados hoje é a quimiorresistência – a resistência de determinadas células cancerosas à ação do composto ativo. Sistemas de entrega de fármacos como esse descrito no artigo podem retardar o desenvolvimento da quimiorresistência, além de melhorar a eficácia terapêutica e diminuir os efeitos colaterais. Isso porque a combinação de diferentes agentes terapêuticos em um mesmo fármaco tende a promover um efeito sinérgico ou combinado, apontou Molina.

“Além de combater o câncer, um medicamento com esse sistema de liberação contendo um quimioterápico e outro agente terapêutico poderia diminuir os efeitos colaterais do tratamento”, disse. O trabalho também recebeu financiamento da FAPESP por meio de uma bolsa de mestrado.

O artigo “Ureasil organic−inorganic hybrid as a potential carrier for combined delivery of anti-inflammatory and anticancer drugs” (DOI: 10.1021/acsabm.8b00798), de Beatriz B. Caravieri, Natana A. M. de Jesus, Lilian K. de Oliveira, Marina D. Araujo, Gabriele P. Andrade e Eduardo F. Molina, pode ser lido por assinantes da revista Applied Bio Materials em https://pubs.acs.org/doi/10.1021/acsabm.8b00798.

Fonte: Agência FAPESP
[Imagem: Eduardo Molina]


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Seja bem-vindo(a) ao blog da M2Farma.

Neste espaço reunimos notícias sobre assuntos regulatórios e o varejo farmacêutico.

Nosso trabalho é facilitar a burocracia técnica, saiba mais.

Siga-nos:

📫 Receba por e-mail

Receba as últimas notícias sobre varejo farmacêutico, ANVISA, Farmácia Popular e Convênios PBM direto no seu e-mail:





Do NOT follow this link or you will be banned from the site!

📬 Receba as últimas notícias sobre o varejo farmacêutico, Farmácia Popular, ANVISA, convênios PBM e mais: