Redes vendendo medicamentos nas Casas Bahia, Americanas e Magazine Luiza

Após uma luta homérica que evitou que a MP 881/19 apresentasse emendas que permitissem a venda de medicamentos em supermercados na Lei de Liberdade Econômica, o segmento farmacêutico acaba de sofrer novo baque! Desta vez os medicamentos estão sendo vendidos nas Casas Bahia, no Magazine Luiza, Americanas, Ponto Frio e outros varejistas. Essas lojas estão intermediando a venda de medicamentos para a Drogaria São Paulo, a Pacheco e outras redes.

Todos esses medicamentos estão no e-commerce das lojas, geralmente, nas abas de produtos para a saúde, suplementos, artigos esportivos ou dermocosméticos. Antes que os haters de plantão acusem esta jornalista, que vos escreve, de produzir fake news (concordo que, de tão bizarra essa informação, até parece fake news mesmo…mas não é!), é prudente ir até o site de qualquer uma das lojas citadas e digitar na busca: paracetamol, sinvastatina ou diclofenaco! Facilmente surgirão dezenas de apresentações desses e de outros medicamentos pesquisados.

Ao clicar no produto para a compra, pode-se ler no ambiente do carrinho de compras da loja a frase indicando que aquele item está sendo vendido e entregue pela Drogaria São Paulo, a Pacheco, Farmanutri Popular, Extrato Flora, até mesmo pela Eficácia Farmácia de Manipulação, Bio Pharmus Manipulação e pela TudoVet (produtos veterinários).

Para piorar a situação, obviamente não há nenhuma assistência farmacêutica…aliás nenhuma assistência é modo de dizer…o Magazine Luiza disponibilizou um robô (assistente de inteligência artificial) chamado LU. Lá na aba de compra desse magazine, pode ser encontrada a frase: “Lu explica tudo sobre paracetamol”. Pronto! Eles disponibilizaram um robô para ficar no lugar do farmacêutico!

O fato já está no radar da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que publicou, em 9 de julho, uma medica cautelar contra o Magazine Luiza, apontando a proibição da comercialização, distribuição, propaganda e uso, com a seguinte motivação: comprovada a divulgação/comercialização de medicamentos por empresa sem Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE), em desacordo com o Art. 50 da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976. Ainda não se sabe sobre medidas cautelares contra as outras lojas de departamentos que estão utilizando a mesma prática, mas estaremos acompanhando todo o desenrolar desse assunto.

Importante salientar que algumas dessas empresas figuram do ranking dos maiores varejistas do mundo, como é o caso das Lojas Americanas (178ª posição) e o Magazine Luiza (249ª). A pesquisa é da consultoria Deloitte, intitulada Os Poderosos do Varejo Global 2019. Leia mais ›


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ANVISA



Panvel inaugura loja em Cianorte PR

Com mais de 60 lojas no Estado do Paraná, a rede de farmácias Panvel instala mais uma unidade na região, dessa vez no município de Cianorte. O estabelecimento oferece medicamentos de uso geral, além de remédios especiais para oncologia, reumatologia, infectologia, fertilização e pneumologia. No ponto de venda também serão comercializados itens de marcas como La Roche-Posay, Vichy, Roc, Vult e Quem Disse, Berenice?.

Além disso, a loja física conta com estacionamento, telentrega, aplicativo e site Panvel, com entrega para todo o país. Ao todo, a Panvel conta com mais de 400 farmácias distribuídas por quatro Estados.

Fonte: Giro News


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Mercado farmacêutico



Supermercados poderão vender medicamentos, mas com farmacêutico RT presente

(Texto atualizado em 22/07/2019 às 11:09 am)

Em entrevista exclusiva ao jornalismo do ICTQ – Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico, o deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS) disse que apresentará hoje (02/07) emenda à Medida Provisória (MP) 881/19, da Lei da Liberdade Econômica, que permitirá a venda de medicamentos em supermercados, desde que esses estabelecimentos respeitem a lei que rege as atividades farmacêuticas, dentre elas, a presença integral do farmacêutico.

Ele já havia declarado na semana anterior que apresentaria uma emenda com a liberação total da venda de medicamentos isentos de prescrição (MIPs) em supermercados. Entretanto, recebeu representantes do varejo, como a Associação Brasileira Redes Farmácias Drogaria (Abrafarma) e a Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico (ABCFarma), preocupados com o impacto econômico da emenda, e acabou mudando de ideia.

“Ficou claro que a forma como a emenda estava sendo construída era inconstitucional. Era uma proposta bem liberal, e eu entendia, do meu ponto de vista inicial, que não haveria problema que os medicamentos pudessem ser vendidos livremente nos supermercados”, declarou o deputado. Entretanto, ele defende que, em seu papel como relator dessa MP, não pode cometer erros, por esse motivo, decidiu se aprofundar no tema, subsidiado pelas entidades do varejo, e conheceu a extensão da regulação que envolve o setor farmacêutico.

Goergen conta que sentiu uma reação importante dos dois lados, ou seja, os consumidores querendo que os medicamentos sejam liberados nos supermercados para a redução de preços e os farmacêuticos argumentando os problemas da dispensação de medicamentos e do atendimento à população, além dos altos custos que impactam o setor varejista farmacêutico por conta da regulação.

“Não é que não se possa liberar a venda em supermercado. Isso seria possível, no entanto, não é prudente essa liberação porque se criaria, com a lei, uma concorrência desleal e colocaria em risco a saúde pública. Entretanto, como estamos tratando da liberdade econômica, o principal fator é frente à lei que regula o setor”, afirma Goergen. Leia mais ›


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Legislação e regulamentações



Esquema desviava medicamentos da Santa Casa de SP

A Polícia Federal (PF) de Santa Catarina prendeu oito pessoas, incluindo três funcionários da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, em uma operação que investigou tráfico de medicamentos controlados. A entidade informou que abriu uma sindicância para apurar o caso.

Cerca de 40 policiais participam das ações, cumprindo nove mandados de busca e apreensão e oito de prisão – três temporárias e cinco preventivas – em São Paulo e Itanhaém (SP), além de São José, Tijucas e Florianópolis (SC). A Justiça ainda determinou o sequestro de veículos e de um imóvel comercial avaliado em R$ 1,2 milhão, usado por um dos suspeitos de participar do esquema.

Segundo o delegado da PF Nelson Napp, de Florianópolis, a ação partiu de um ofício recebido pelos federais da agência antidrogas dos Estados Unidos, a Drug Enforcement Administration (DEA). O comunicado dava conta do envio ilegal de medicamentos anestésicos, em três pacotes endereçados a Miami, na Flórida. A investigação levou a um homem, morador do bairro Campeche, em Florianópolis. Tal descoberta levou à apreensão, no início deste ano, de 2.622 ampolas de fentanil em Balneário Camboriú (SC).

O fentanil é a droga que mais mata nos Estados Unidos, tendo feito mais de 18 mil vítimas em 2016. Segundo relatório do Centro Nacional de Estatísticas de Saúde dos EUA, 29% das mortes por overdose de drogas em 2016 no país foram relacionadas ao opioide.

Santa Casa

O monitoramento das ações em Santa Catarina fez os policiais chegarem ao grupo de São Paulo – que fornecia os medicamentos. A PF identificou quatro pessoas que faziam o serviço: três eram funcionários da Santa Casa e um trabalhava em uma transportadora. “Eles desviavam remédios da Santa Casa para vários lugares, como a favela de Heliópolis (zona sul), e no (site de vendas) Mercado Livre”, disse Napp.

Os funcionários não tiveram os nomes divulgados. Um era um auxiliar de enfermagem e os outros dois eram técnicos de almoxarifado. Leia mais ›

Mercado farmacêutico



Gerenciamento do uso de medicamentos: um modelo a ser seguido

Gerenciamento do uso de medicamentos: um modelo a ser seguido

(Texto atualizado em 16/07/2019 às 10:37 am)

A prevenção aos erros medicamentosos é uma das vertentes visadas pelas organizações de saúde, uma vez que gera custos desnecessários e põe em risco a segurança do paciente.

Embora a incidência de eventos adversos referentes à medicação diminuiu entre 2010 e 2015 nas organizações, fora delas, estes casos vêm aumentando. Visando reduzir estes casos, o modelo “Pharm 2 Pharm” foi criado.

Em junho de 2013, a Universidade do Havaí uniu-se a órgãos governamentais, farmácias comunitárias rurais, e outros stakeholders num projheto de inovação, o qual foi premiado um subsídio de inovação de US$ 14,3 milhões para melhorar a reconciliação e o gerenciamento de medicamentos para idosos. O programa, chamado Pharm2Pharm integra farmacêuticos em equipes hospitalares e de atendimento ambulatorial e utilizará tecnologia de informação em saúde para apoiar a tomada de decisões e melhorar a comunicação, particularmente entre farmacêuticos hospitalares e farmacêuticos comunitários.

O projeto tem como objetivo alcançar melhores transições de cuidados, reduções de eventos adversos, melhor adesão à medicação e decisões mais bem informadas e mais centradas no paciente sobre terapias medicamentosas, levando à redução de hospitalizações, readmissões e atendimentos de emergência e melhores cuidados de saúde e saúde para o paciente. pacientes atendidos. Para isso, são sugeridas 9 intervenções:

  1. Utilizar critérios, baseados em evidências, para identificação dos pacientes com maior propensão de se beneficiar do serviço de gerenciamento da medicação
  2. Ajudar os envolvidos a entender a importância da redução do risco de problemas relacionados ao uso de medicamentosos
  3. Recomendar que pacientes visitem um farmacêutico da comunidade após a alta (marcando-se a primeira consulta)
  4. Reconciliar a medicação
  5. Identificar problemas atuais da terapia medicamentosa, dando foco aos problemas relacionados à admissão e aos medicamentos que, geralmente, implicam em hospitalizações
  6. Transmitir todas as informações necessárias na transição de cuidado entre colaboradores.
  7. Trabalhar com cada paciente de acordo com as prescrições após a alta, utilizar um processo de gerenciamento medicamentoso padronizado, de acordo com as melhores práticas
  8. Continuar a dar ênfase nos problemas medicamentosos para prevenir readmissões, principalmente, após a alta
  9. Buscar entender e priorizar as metas e preocupações pessoais do paciente.

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Mercado farmacêutico



Fim do pagamento obrigatório da anuidade do CRF? Ainda não

O Ministro Paulo Guedes apresentou uma PEC (Proposta de Emenda a Constituição) com o objetivo de limitar as atividades dos conselhos profissionais no Brasil, inclusive o Conselho Federal de Farmácia e Conselho Regional de Farmácia.

A proposta foi registrada no dia 9 de julho de 2019 e pode ser consultada no link: https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2211437

No link citado, você poderá se cadastrar para acompanhar de forma eletrônica a tramitação da PEC, através do boletim eletrônico por e-mail. Para isso, é necessário clicar no link “Cadastrar para acompanhamento” e cadastrar seu endereço de e-mail.

Entre as alterações sugeridas, está o fim da polêmica anuidade obrigatória por parte das farmácias e farmacêuticos.

O texto da proposta defende ainda que os conselhos profissionais não integram a estrutura da administração pública e que não são autarquias, destacando que conselhos são entidades privadas sem fins lucrativos atuando em colaboração com o poder público. Enfatizando esse ponto, a proposta pretende limitar a atuação dessas entidades quanto ao seu poder de cobrar taxas e anuidades, além de limitar a aplicação de penalidades, definindo-se valores limites para o valor das anuidades e das multas.

 

A anuidade deixou de ser obrigatória?

Ainda não, pois a proposta atualmente está aguardando a análise e decisão da Câmara dos Deputados.

Após aprovada pelos deputados, a proposta será encaminhada para o Senado, que também irá analisá-la e decidirá se será adotada a alteração. Só então as mudanças serão válidas.

Por enquanto, cabe aos interessados aguardar a tramitação da PEC. Também é válido observar que pode-se cobrar seu deputado no sentido de aprovar a proposta sem alterações.

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Legislação e regulamentações



Publicação esclarece dúvidas sobre medicamentos dinamizados

Projeto prevê data de validade legível nas embalagens - ASCOFERJJá está disponível no portal da Anvisa um documento com perguntas e respostas sobre o novo marco regulatório para medicamentos dinamizados no Brasil. A publicação foi elaborada com o objetivo de esclarecer o setor regulado sobre questões como a abrangência da legislação e os critérios de enquadramento nas categorias de medicamentos dinamizados. Além disso, trata do registro, pós-registro, renovação de registro e notificação desses medicamentos.

O material também contempla orientações sobre rotulagem e bula, peticionamento eletrônico e obrigatoriedade do Certificado de Boas Práticas de Distribuição e Armazenagem (CBPDA) para empresas, entre vários outros questionamentos recebidos pela Anvisa sobre a legislação vigente.

Regulamentação
O novo marco regulatório sobre o tema foi publicado na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 238/2018, que dispõe sobre o registro, a renovação de registro, as mudanças pós-registro e a notificação de medicamentos dinamizados industrializados.

Também integram a regulamentação três normas publicadas em julho deste ano: a Instrução Normativa (IN) 25, que trata das indicações terapêuticas para registro e notificação de medicamentos dinamizados; a Instrução Normativa 26, que dispõe sobre os limites de potência para registro e notificação desses produtos; e a Instrução Normativa 27, que traz a lista de referências para avaliação de segurança e eficácia dos medicamentos dinamizados. Leia mais ›


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ANVISA



Aprovada vacina influenza para idosos

(Texto atualizado em 11/07/2019 às 03:16 pm)

A Anvisa aprovou o registro do imunobiológico Fluzone Sênior, uma nova vacina influenza trivalente inativada, desenvolvida para a administração em idosos (adultos com 65 anos ou mais). Em sua composição, o produto traz duas variações da cepa influenza do tipo A — H1N1 associada à H3N2 — e, ainda, a cepa influenza tipo B.

De acordo com o fabricante, o uso do produto tem como objetivo induzir melhores respostas imunológicas e mais eficácia contra a gripe por meio do teor mais elevado de antígenos, os quais estimulam a produção de anticorpos contra o vírus no organismo.

Segundo informações do portal do Ministério da Saúde, a vacinação é considerada a intervenção mais importante para a redução do impacto da influenza. Estudos demostram que esta ação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações provocadas pelo vírus.

A vacina Fluzone Sênior foi registrada pela via de desenvolvimento individual, de acordo com a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 55, de 2010, que dispõe sobre o registro de produtos biológicos novos e produtos biológicos. A detentora do registro no Brasil é a Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.

Confira a aprovação do registro do imunobiológico Fluzone Sênior, publicada no Diário Oficial da União (D.O.U) desta segunda-feira (15/10).

O que é influenza?

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), o vírus influenza provoca uma infecção viral aguda do sistema respiratório, de elevada transmissibilidade e distribuição global. Uma pessoa pode contraí-la várias vezes ao longo da vida e, em geral, essa infecção tem evolução autolimitada. Em alguns casos, porém, pode evoluir para uma forma grave.

Segundo o MS, existem três tipos de vírus influenza (A, B e C), que são transmitidos facilmente por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. Eles causam infecção aguda das vias aéreas associada a febre (temperatura superior a 37,8°C). Os demais sinais são habitualmente de aparecimento súbito e incluem calafrios, mal-estar, dor de cabeça, fadiga, vômito, diarreia, tosse seca, entre vários outros.

Idosos, crianças, gestantes e pessoas com alguma comorbidade (existência de duas ou mais doenças simultaneamente) possuem um risco maior de desenvolver complicações devido à infecção por influenza, conforme o MS.

No Brasil, o período de maior circulação do vírus da gripe vai do final de maio até agosto, todos os anos.


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Mercado farmacêutico



Lista de medicamentos antimicóticos ou antifúngicos 2019

Medicamentos antimicóticos, também conhecidos como antifúngicos, são utilizados no tratamento de infecções por fungos, que podem atingir a pele, unhas, cabelos e em casos mais graves, todo o organismo humano. Essas doenças são conhecidas popularmente como micoses nos casos mais simples, sendo as mais comuns o pé de atleta, dermatofitoses, candidíase, entre outras. 

Classes de antimicóticos

Os antimicóticos são divididos em diferentes classes farmacêuticas e são encontrados em variadas formas farmacêuticas, como cremes, comprimidos, esmaltes, sprays líquidos e aerossóis. As principais classes são: 

  • Morfolinas 
  • Poliênicos 
  • Azólicos – Imidazóis
  • Azólicos – Triazóis
  • Benzilaminas 
  • Etanolaminas 
  • Oxaspiros 
  • Equinocandinas
  • Alilaminas 

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ANVISA



Uso de medicamentos e vacinas

A Anvisa assinou um contrato com o Uppsala Monitoring Centre (UMC) — Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Monitoramento Internacional de Medicamentos — para a utilização de um novo sistema de notificação de eventos adversos relacionados ao uso de medicamentos e vacinas, o VigiMed. A previsão é que o início da utilização do sistema ocorra até o final deste ano.

A nova ferramenta funcionará como um software de farmacovigilância com foco em medicamentos. Isto vai permitir organizar melhor o fluxo de notificações, possibilitando a criação de relatórios mais precisos sobre a notificação de problemas com medicamentos no Brasil.

O VigiMed é uma versão do sistema VigiFlow, utilizado pela OMS para o recebimento de notificações de eventos adversos. A adoção do novo sistema pela Anvisa é o resultado de uma parceria da Gerência Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (GGMON) com o UMC, um centro vinculado à OMS que operacionaliza o programa de monitoramento internacional de medicamentos.

Substituição

Coordenado pela Gerência de Farmacovigilância (GFARM), o VigiMed substituirá o Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária (Notivisa), somente em relação à notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas. A transição entre os sistemas ocorrerá de forma gradual. A previsão é que o início da utilização do VigiMed como novo sistema da Anvisa ocorra até o final deste ano.

Fonte: CRFSP

 


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ANVISA



Câncer de próstata: aprovado novo tratamento

(Texto atualizado em 11/07/2019 às 03:14 pm)

Remédio para hipertensão aumenta risco de câncer, alerta AnvisaPacientes com câncer de próstata contam com mais uma opção para o tratamento deste tipo de neoplasia. A Anvisa aprovou, nesta segunda-feira (15/10), o registro do medicamento Erleada (apalutamida), que será comercializado na forma farmacêutica de comprimido revestido, na concentração de 60 mg. A detentora do registro no Brasil é a empresa Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda.

O novo medicamento, com dose de 240 mg (quatro comprimidos revestidos de 60 mg), em combinação com terapia de privação androgênica (castração medicamentosa ou cirúrgica), é indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de próstata não-metastático resistente à castração (NM-CRPC).

O câncer de próstata é uma neoplasia caracterizada pelo crescimento da glândula prostática, que acomete primariamente a população idosa. Entre os tipos de neoplasias mais comuns nos homens, o câncer de próstata ocupa a segunda posição (atrás apenas dos tumores de pele não melanomas), com estimativa de 68,2 mil casos novos em 2018.

Risco controlado

No caso específico de câncer de próstata resistente à castração inicial (CRPC), exames de imagem podem não apresentar nenhuma evidência de doença na fase metastática, sendo, então, denominado câncer de próstata não-metastático resistente à castração (NM-CRPC). No entanto, homens com a doença neste cenário têm um risco significativo para o desenvolvimento de metástases. Daí a necessidade do uso de medicamentos que ajudem no controle da doença.

Estudos clínicos

Como subsídio para o registro do medicamento Erleada® (apalutamida), a empresa Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. apresentou, como pesquisa principal, um estudo (Fase III) que comparou o uso do medicamento em 806 pacientes em relação aos resultados obtidos com um placebo tomado por 401 participantes da pesquisa, todos portadores de NM-CRPC, que já estavam recebendo a terapia padrão de privação androgênica. De acordo com a empresa, os resultados mostraram que a apalutamida foi bem tolerada, com toxicidades que eram em sua maioria de baixo grau e manejáveis.

 


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Mercado farmacêutico



CFF em busca de melhorias no atendimento a pessoas com deficiência

O Conselho Federal de Farmácia segue empenhado na definição de ações para melhorar o atendimento a pessoas com deficiência. Para isso, reuniu, na última semana, em Brasília, profissionais que possuem iniciativas nesta área no País.

Uma das convidadas foi a farmacêutica Abia Cristina Felippe, que é coordenadora da comissão de ações para a comunidade no Conselho Regional de Farmácia em São Paulo. Formada em libras – a língua brasileira de sinais, ela decidiu realizar um trabalho de pesquisa no ano passado com 20 pessoas surdas. A pesquisa constatou que muitos dos pacientes já haviam passado por dificuldades durante o tratamento medicamentoso.

“Nós notamos que a maioria, 18 pessoas, já tinha tomado alguma medicação errada ou duplicou o mesmo medicamento sem saber. E isso me chamou a atenção e fiz um trabalho científico com uma pessoa que tomou três medicamentos de formas diferentes com o mesmo princípio ativo e ele acabou passando mal. Então a nossa preocupação maior como farmacêutico é dar assistência para todos”. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico



Evento da Novartis sobre o câncer de mama

(Texto atualizado em 11/07/2019 às 03:14 pm)

IstockEvento da Novartis trouxe dados sobre o assunto e mostrou como farmacêuticos podem ajudar

Evento realizado hoje (25), pela Novartis, e que faz parte da campanha Outubro Rosa Choque, realizada pela empresa com foco em empoderar as pacientes, apontou que os dados sobre câncer de mama no País seguem alarmantes. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), mais de 57 mil novos casos da doença acontecem a cada dois anos no Brasil. Destes, 40% representam quadros avançados. 

Dados recentes de uma pesquisa do Instituto Oncoguia e divulgados no encontro pela presidente da entidade, Luciana Holtz, revelaram, por exemplo, que 29% das acometidas dizem conhecer muito pouco ou nada sobre o câncer de mama; 40% não fazem parte de grupos de apoio e afirmam conhecer pouco ou nada sobre a doença; e 33% não fazem parte de grupos de apoio e declararam não saber sobre o assunto. O mesmo levantamento mostrou, ainda, que 49% das mulheres tinham menos de 40 anos quando descobriram a metástase; 63% declararam não ter histórico familiar; e 35% reportaram descobrir a metástase junto com o primeiro diagnóstico de câncer de mama.O levantamento também indica que 20% das pacientes não fazem ideia de qual é seu subtipo de tumor.

Causas da metástase

Existem várias condições responsáveis pelo câncer de mama retornar e gerar metástase. A biologia e as características do tumor e o estágio em que ele se encontra no momento do diagnóstico são os principais fatores, podendo variar entre os acometidos. Apesar de hoje existirem tecnologias que possibilitam o tratamento do câncer de mama metastático, ainda existe um estigma muito grande, dificultando pacientes e familiares na hora de encarar o diagnóstico.

“Hoje, a denominação de câncer metastático já não descreve a doença de forma satisfatória. Existem vários subtipos de câncer e, quando identificamos as características específicas da patologia, conseguimos tratá-la controlando os sintomas, melhorando a qualidade de vida da paciente e oferecendo anos de sobrevida”, explica o chefe da Oncologia do Américas Oncologia em São Paulo, Dr. Raphael Brandão.

Segundo o médico, existem, ao menos, quatro grandes subtipos de câncer de mama. “Ao receber o diagnóstico de câncer de mama, paciente e médico precisam se unir e investigar todas as informações possíveis sobre a doença. Por exemplo, entender se o câncer tem componente hormonal (HR+) e características agressivas é fundamental para traçar uma estratégia com terapia-alvo”, exemplifica. Leia mais ›


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Indústria farmacêutica



Você sabe como descartar os resíduos de medicamentos?

Você sabe como descartar os resíduos de medicamentos?

O programa Falando Francamente desta quarta-feira (24) conversou com José Luiz Maldonado, farmacêutico e coordenador técnico do Conselho Federal de Farmácia, sobre resíduos de medicamentos. Segundo ele, todo medicamento fora do prazo de validade, ou que sofreu alteração ao ser armazenado em local não indicado, se transforma em resíduo. “Todo mundo tem uma farmacinha em casa e vai acumulando medicamentos. E essa farmacinha vai se avolumando cada vez mais”, alertou.

O Brasil está entre os países onde mais se acumulam resíduos de medicamentos dentro das residências. De acordo com Maldonado, essa posição se deve, principalmente, a dois fatores. “Primeiro porque a cultura nossa, aqui no Brasil, é de consumir medicamentos, o que chamamos de automedicação. O outro motivo é que o paciente vai à farmácia e compra o medicamento na caixa. No Brasil, as caixinhas não seguem uma racionalidade de plano terapêutico. Então, sempre sobra”.

O especialista explica, ainda, como deve ser feito o descarte dos resíduos e os perigos do descarte inadequado. Ouça a entrevista completa:

O Falando Francamente vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 17h, na Rádio Nacional da Amazônia.

Fonte: Falando Francamente


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Legislação e regulamentações



Roche inicia nova fase no Brasil e vai dobrar lançamentos em 2019

Abbott lança plataforma colaborativa de saúdeMaior fabricante do mundo de tratamentos contra o câncer, a farmacêutica Roche está iniciando uma nova fase no país. Ao mesmo tempo em que a Roche Farma Brasil foi promovida ao grupo seleto de oito países que se reportam diretamente à matriz, na Suíça, a presidência local passou a ser ocupada pelo executivo suíço Patrick Eckert, que estava à frente da diretoria de oncologia e hematologia no país. “É uma chance para a matriz compreender melhor os desafios e oportunidades do mercado brasileiro”, disse Eckert ao Valor. Antes da mudança, a Roche Farma Brasil estava sob o guarda-chuva da crescer “um dígito alto” em 2018

América Latina e o diálogo com a sede não necessariamente ocorria de forma direta. Com foco em inovação, a farmacêutica está no país há 87 anos e teve vendas de R$ 3,1 bilhões no ano passado. O aumento do portfólio de medicamentos de inovação teve papel fundamental para a expansão dos negócios com ritmo superior ao do mercado farmacêutico nacional, o sexto maior do mundo.

O ano em curso tem imposto mais desafios, com a maior concorrência entre as farmacêuticas. Ainda assim, o desempenho da operação brasileira é positivo e os planos de investimento estão sendo cumpridos. Em 2015, a multinacional anunciou que aplicaria R$ 300 milhões em cinco anos para modernizar a fábrica de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, capacitando-a a produzir medicamentos em escala global. O projeto segue em curso e, em 2018, os desembolsos totalizam R$ 40 milhões. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico



Merck Brasil adota novo modelo de comunicação visual

Merck Brasil adota novo modelo de comunicação visual- Guia da Farmácia

(Texto atualizado em 25/06/2019 às 09:58 am)

Em 2018, a Merck – empresa alemã líder mundial em ciência e tecnologia – celebrou seus 350 anos com um novo website. Mais otimizado, responsivo e com conteúdo adaptado para SEO, o site faz parte da nova linguagem da empresa que está mais emocional e vibrante. Um processo que começou em outubro de 2015 com o lançamento de um novo branding desenvolvido com a agência Future Brand que tem como mote central “ciência e tecnologia vibrantes” e inspirado nas formas e cores vistas a partir das lentes do microscópio.  “O novo site ajuda aproximar nossa imagem da identidade corajosa, ousada e vibrante já consolidada internamente”, explica head de comunicação corporativa da Merck Brasil, Erica Smith.

No www.merck.com.br o internauta poderá visualizar a essência curiosa da empresa e ver o DNA da Merck, representado em pesquisas e produtos que refletem a descoberta de novos medicamentos e tecnologias que ajudam a criar, melhorar e prolongar a vida. “Curiosidade é o mote da campanha mundial e o combustível da Merck para encontrar respostas para perguntas ainda não feitas ao progresso humano”, conclui Erica. Os conteúdos de Curiosidade podem ser encontrados no canal global e local de Facebook da Merck e também no Hub de Curiosidade.

Nova estrutura

No Brasil, as mudanças começaram nos ambientes internos com escritórios abertos – no formato open office -, sem salas com divisões hierárquicas. A diversidade é um tema levado a sério com adesão da empresa no Pacto para a Empoderamento das Mulheres, firmado em 2017, com a organização das Nações Unidas para igualdade de gênero no setor privado.

No escritório em São Paulo, passaram a ser adotados o uso de roupas casuais todos os dias; uma sala de descompressão com puffs confortáveis e jogos disponíveis a quem desejar sair da mesa de trabalho para se divertir; uma copa com frutas frescas para os funcionários todos os dias; e sessões de shiatsu semanais para os colaboradores.

Fonte: Merck


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Indústria farmacêutica



Novo tratamento para diabetes pode descartar uso de insulina

(Texto atualizado em 21/06/2019 às 10:30 am)

Um novo estudo mostrou que estimular o crescimento de uma nova membrana mucosa intestinal pode ajudar a controlar o diabetes tipo 2

Pesquisadores holandeses podem ter descoberto uma maneira de pôr fim às injeções diárias de insulina utilizadas pelos pacientes que sofrem com diabetes tipo 2. A equipe do Centro Médico Universitário de Amsterdã, na Holanda, descobriu que destruir a membrana mucosa do intestino delgado para que uma nova se desenvolva pode estabilizar os níveis de açúcar no sangue dos diabéticos.

“Devido a esse tratamento, o uso de insulina pode ser adiado ou talvez evitado. Isso é promissor”, disse Jacques Bergman, professor de gastroenterologia da UMC, à emissora holandesa Nederlandse Omroep Stichting. Além de dispensar injeções de insulina, o tratamento pode diminuir os riscos de doenças cardiovasculares, insuficiência renal, cegueira e dormência nas mãos e nos pés.

Os cientistas acreditam que o efeito é resultado de uma possível relação entre a absorção de nutrientes pelo intestino e o desenvolvimento de resistência à insulina em indivíduos com diabetes tipo 2. O estudo revelou ainda que um ano após o procedimento, 90% dos pacientes continuaram apresentando estabilidade da doença.

De acordo com os pesquisadores, o procedimento – que dura uma hora – envolve a inserção de um tubo com um pequeno balão na extremidade pela boca do paciente. O tubo chega no intestino delgado, onde o balão é inflado com água quente e a membrana mucosa é queimada pelo calor. A nova membrana – capaz de controlar os níveis glicêmicos dos diabéticos – se regenera em cerca de duas semanas, promovendo uma melhora significativa na saúde do paciente.

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Mercado farmacêutico



Como encontrar o número de registro MS de um medicamento?

(Texto atualizado em 02/07/2019 às 04:19 pm)

Todo e cada medicamento comercializado no Brasil possui um número de registro único, emitido pelo Ministério da Saúde e ANVISA, no ato da liberação e autorização do registro do produto.

O número de registro possui 13 dígitos é único para cada apresentação e permite reunir e catalogar informações sobre o produto, como por exemplo, a validade do registro da fórmula, detalhes sobre a apresentação comercial, a data do registro inicial, a classe terapêutica, o laboratório detentor do registro, entre outras informações. O número geralmente vem impresso na lateral da embalagem externa do produto.

Na prática e dia a dia da farmácia ou drogaria, o código do medicamento, também chamado de “Registro MS”, será necessário no preenchimento do cadastro do item no sistema de vendas da empresa e no cadastro dos itens que sujeitos ao SNGPC, que exige o código MS exato para cada produto controlado ou antibiótico.

Consultando o MS

A ANVISA possui 2 sistemas diferentes de consulta, para que seja possível consultar e descobrir o número de registro de um medicamento e acessar as informações relacionadas a ele.

No primeiro sistema, que é mais antigo, a consulta é mais restrita e será necessário digitar o código do produto, e então serão exibidas apenas informações básicas. Esta é a imagem da tela de consulta: Leia mais ›


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Drogarias também reclamam de problemas do sistema do Programa Farmácia Popular

Após a denúncia da BandNews FM sobre falhas no Programa Farmácia Popular, funcionários de drogarias também reclamam de problemas do sistema do Ministério da Saúde. A iniciativa do governo federal oferece medicamentos considerados essenciais à população de graça ou com preço mais em conta.

Na última terça-feira, trouxemos relatos de vários ouvintes da rádio que não conseguem retirar os remédios. No dia, o Ministério da Saúde afirmou que eram problemas pontuais com as redes de farmácia Drogasil e Drogaria São Paulo. Porém, o gerente de loja Rafael Barbosa denuncia que o problema é antigo, que tentou adquirir medicamento em diversas farmácias e acabou desistindo+

A BandNews FM recebeu denúncias de funcionários de drogarias que dizem que o sistema da Farmácia Popular apresenta falhas constantes. O farmacêutico Gabriel Costa afirma que o problema é antigo, mas se agravou neste ano. Em novembro do ano passado, o sistema do Programa Farmácia Popular utilizado pelas farmácias passou por uma atualização.

O Ministério da Saúde informa que houve uma instabilidade pontual em algumas unidades e que essa situação foi regularizada com a nova versão que traz melhorias na segurança de acesso ao sistema.

Os problemas se deram quando houve a migração da estrutura do “Farmácia Popular”, iniciada em dezembro do ano passado, que ficou incompatível com os sistemas operacionais das farmácias. Desde que iniciou a mudança no sistema, a Pasta acompanha e vem solucionando os problemas relatados pelas unidades junto com as associações de farmácias de todo o País.

Fonte: BandNews


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Pacientes apontam dificuldade para conseguir medicamentos

Jornal Diário dos Campos | Usuários apontam dificuldade para conseguir medicamentos

(Texto atualizado em 19/06/2019 às 01:42 pm)

Usuários da Farmácia Central, unidade responsável pela distribuição gratuita de medicamentos prescritos a partir das Unidades Básicas de Saúde, estão reclamando da falta de remédios, no todo ou em parte, fornecidos à população. Na tarde desta quarta-feira (24), a reportagem do DC conversou com algumas dessas pessoas, que se mostraram preocupadas com a falta de produtos essenciais para a qualidade de vida dos pacientes.

Lourdes Partica da Maia, 48 anos, mora na região do Borsato. É um longo caminho até a farmácia, onde ela precisa retirar um medicamento necessária para o bem estar de sua filha de 31 anos. Desde a infância, ela sofre com as consequência de deficiência mental, visual e autismo. “Mas agora não sei o que fazer, porque ela já está há 10 dias sem medicação”, diz Lourdes, que afirma ter mudado o fracionamento do medicamento entregue, embora a receita médica continue a mesma.

“Ela precisa de 15 frascos que duram por 60 dias. O médico psiquiatra receitou 14 e um a mais para o caso de ela sofrer uma crise. Mas já fazem cinco meses que eu só posso retirar sete frascos. Informam pra gente que houve mudança no laboratório, mas não vi mudança nenhuma nos medicamentos, só na quantidade fornecida”, diz Lourdes. Sem os remédios, sua filha fica agressiva, se machuca fisicamente e apresenta sangramentos e vômito. Ela também afirma ter esperado por quatro horas para retirar os medicamentos nesta quarta-feira, entre as 10h30 e as 14h30.

Cristina* também esteve na farmácia para retirar o medicamento Gardenal e um xarope para seu filho de nove anos. Ela esperou por três horas para ser atendida, com o menino no colo, e foi informado que nenhum dos dois medicamentos estava disponível. *Nome preservado Leia mais ›


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