Imprimir ou baixar cópia da AFE

(Texto atualizado em 20/09/2018 às 03:59 pm)

Em alguns momentos é necessário apresentar a licença ou autorização de funcionamento da farmácia ou drogaria para emissão de documentos junto ao CRF ou Vigilância Sanitária, no momento das vistorias ou para realizar o cadastro junto à fornecedores.

Os responsáveis das empresas podem encontrar dificuldades nesta tarefa, pois a informação sobre como realizar tal procedimento é um tanto mal divulgada pelos órgãos envolvidos, no caso, a ANVISA. Pensando em auxiliar neste momento, reunimos detalhes neste post para facilitar o trabalho de quem precisa emitir uma cópia do comprovante da AFE. São duas as possibilidades nesse sentido, confira abaixo as orientações: Leia mais ›


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ANVISA



Suspensa a incorporação de empresas no Farmácia Popular

Ministério da Saúde emite comunicado oficial suspendendo a incorporação de empresas com cadastro ativo no programa Farmácia Popular. Veja abaixo o texto:

“Prezado (a) senhor(a),

Cumprimentando-o cordialmente informamos que o Programa Farmácia Popular do Brasil (PFPB) está regulamentado pela PRC 5 – Portaria de Consolidação nº 5 de 28 de setembro de 2017, Seção III, artigo 572, Anexo LXXVII. Leia mais ›


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Farmácia Popular



Lista de todos medicamentos com descontos dos laboratórios

Prezados, reunimos neste post todos os convênios de desconto em medicamentos dos laboratórios farmacêuticos do Brasil, que oferecem descontos benefícios para os pacientes usuários dos produtos, e que estejam cadastrados junto ao convênio.

Os laboratórios oferecem os benefícios através dos programas de descontos, que em geral são gerenciados por empresas terceirizadas, chamadas de operadoras. O cadastro da farmácia e o cadastro do paciente devem ser feitos junto à operadora, para que os descontos possam ser aplicados.

Para obter ajuda para se cadastrar, conte com nossos especialistas, saiba mais clicando aqui.

 

Como comprar medicamentos com desconto?

Para se cadastrar, o paciente deve procurar o convênio em questão através do laboratório ou da operadora do convênio. Os dados necessários para o cadastro variam conforme cada programa de descontos, mas em geral é necessário informar o nome completo do paciente, a cidade onde reside, a data de nascimento, CPF e RG, e detalhes sobre a doença que possui.

Após ter realizado com sucesso o cadastro do paciente junto ao convênio, basta o paciente procurar uma farmácia que ofereça o benefício. A lista de farmácias que possuem o desconto do laboratório pode ser encontrada no site de cada convênio, e também através do contato por telefone com o SAC oferecido por cada convênio.

Os descontos obtidos variam conforme o programa e o medicamento. Alguns oferecem até 60% de desconto, sendo que outros oferecem ofertas como compre “três e pague dois”. A condição deve ser consultada junto à farmácia ou laboratório antes de efetuar a compra.

 

Como vender medicamentos com desconto do laboratório?

No caso da farmácia ou drogaria que deseja oferecer os descontos aos pacientes, a empresa deverá procurar o laboratório, realizar seu cadastro e depois providenciar a instalação e a configuração de todos os sistemas necessários para poder realizar a comunicação entre o laboratório e o sistema da farmácia para efetivar os descontos no ato da venda. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico



Reunião para ampliação do Programa Farmácia Popular

O deputado federal Laércio Oliveira e o presidente da Sicofase (Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Estado de Sergipe) Alex Garcez se reuniram na noite de terça-feira, 29 de maio de 2018, com o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, para solicitar a ampliação do número de farmácias credenciadas no programa Farmácia Popular. “O Brasil tem hoje 34 mil farmácias cadastradas no programa, mas é preciso ampliar esse número por causa da deficiência nos postos de saúde, com grande falta de medicamentos”, disse Alex.

Participaram também da reunião a coordenadora do programa Farmácia Popular, Cleonice Lisbete Silva Gama e o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Marco Fireman. “A resposta positiva. O governo vai analisar com bons olhos a possibilidade de novos credenciamentos”, disse Alex Garcez. Leia mais ›


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Farmácia Popular



Aposentado e pensionista poderá ter mais descontos no Farmácia Popular

Existe um Projeto de Lei em andamento no Senado, registrado como PLS 235/2018, de autoria do senador Paulo Paim do PT do Rio Grande do Sul, que pretende alterar o Programa Farmácia Popular incluindo uma nova modalidade na distribuição dos remédios, de forma a garantir aos aposentados e pensionistas descontos de 50% no valor de qualquer medicamento.

Segundo o senador Paulo Paim, essa lei seria necessária com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que apontam um comprometimento de 48% da renda das famílias brasileiras com despesas em saúde, tornando o subsídio essencial.

A proposta manteria as duas modalidades hoje existentes no Programa Farmácia Popular, criando uma nova categoria de desconto, com os novos descontos em qualquer medicamento exclusivamente para os pensionistas e aposentados. Confira os detalhes na reportagem em audio de Laísa Lopes da Rádio Senado, no seguinte link: www12.senado.leg.br/noticias/audios/2018/05/aposentado-e-pensionista-podera-ter-descontos-na-compra-de-remedios-no-farmacia-popular

Fonte: Senado


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Farmácia Popular



Como retirar medicamentos no Farmácia Popular

(Texto atualizado em 01/06/2018 às 03:55 pm)

O conhecido programa do governo Farmácia Popular possui mais de 31 mil drogarias credenciadas, distribuídas em cerca de 4.342 municípios por todo o país. Isso significa aproximadamente que 78% do território brasileiro possui cobertura e acesso aos medicamentos do Farmácia Popular.

O programa já atendeu mais de 43 milhões de brasileiros desde sua criação, equivalente a cerca de 20% da população do país. Ao todo, são disponibilizados 42 produtos, sendo que 26 deles gratuitamente e o restante com descontos que chegam a 90%.

 

O que precisa para pegar medicamentos grátis?

Para retirar os medicamentos, o cidadão deve apresentar o documento de identidade, CPF e receita médica dentro do prazo de validade, que em fevereiro do ano passado foi ampliada para 180 dias. A receita médica pode ser emitida tanto por um profissional da rede pública quanto por médico que atendem em hospitais ou clínicas privadas.

Recentemente, o Ministério da Saúde publicou um vídeo que ensina como se beneficiar dos descontos e medicamentos gratuitos oferecidos pelo programa. Leia mais ›


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Farmácia Popular



Verificado: Presidente Temer não acabou com o Farmácia Popular

(Texto atualizado em 01/06/2018 às 04:55 pm)

Fact check, é mentira ou verdade? Temer ‘oficializa fim do projeto Farmácia Popular’?

Circula no Facebook a “notícia” de que o governo de Michel Temer teria oficializado o encerramento do programa que distribui medicamentos em farmácias credenciadas, o Farmácia Popular. A Lupa foi conferir a origem dessa história. Veja abaixo o resultado da pesquisa sobre o Farmacia Popular ter sido terminado pelo presidente Temer.

O título de postagem no Facebook feita pelo site Jornal GGN no dia 22 de maio teve mais de 17 mil interações no em 48 horas: “Temer oficializa fim do projeto Farmácia Popular”.

Após pesquisa junto aos órgãos responsáveis pelo programa, foi confirmado:

A NOTÍCIA SOBRE O FIM DO FARMÁCIA POPULAR É FALSA

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Farmácia Popular



Dez propostas da Anvisa para alterar a legislação sanitária

A ANVISA entregou ao governo, no final de 2017, um documento com dez propostas de alterações na legislação sanitária. Trata-se de medidas para modificar leis sobre registro de medicamentos, produtos para saúde e alimentos, além de desafogar a agência no processo de análise de produtos e vistorias em plataformas.

Encabeça a lista a criação de um “Registro Especial Temporário” para medicamentos e produtos para a saúde. A medida incluiria dispositivo à Lei nº 6.360/1976 para estabelecer regras de registro em casos de doenças sem tratamento ou diagnóstico. Também definiria de forma provisória preços máximos de medicamento pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).

A Anvisa também quer criar instrumentos legais para cancelar o registro de um medicamento que não for comercializado no primeiro ano de vigência da sua autorização. A agência justifica que só cerca da metade dos 25,7 mil medicamentos com preço aprovados na CMED foram comercializados em 2016.

Proposta já apresentada

Uma das dez sugestões foi apresentada na forma do PLS 8/18, pela senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS). A proposta elimina a obrigatoriedade de registro de um medicamento no país de fabricação para a autorização de venda no Brasil ao revogar o artigo 18 da Lei nº 6.360/76. A matéria foi enviada à Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS).

“Há medicamentos que combatem doenças – como as tropicais, por exemplo – que nem mesmo ocorrem no local em que são fabricados, o que dispensaria o seu registro na sede produtiva, mas os impediria de serem registrados no Brasil”, justifica a senadora.

Leia abaixo a reprodução do documento entregue à Casa Civil do governo. As explicações sobre objetivos e medidas que devem ser tomadas para as mudanças foram elaboradas pela Anvisa:

 

10 PROPOSTAS PARA APRIMORAR A LEGISLAÇÃO EM VIGILÂNCIA SANITÁRIA

1) Criar o Registro Especial Temporário

  • Explicação: criar previsão de “Registro Especial Temporário” para medicamentos e produtos para saúde em casos nos quais seja constatada ausência de tratamento ou diagnóstico para doença determinada, conforme regulamentação, bem como a definição provisória de preço máximo do medicamento pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos)
  • Medida: incluir novo dispositivo na Lei nº 6.360/1976.

2) Retirar a obrigatoriedade de registro no país de origem

  • Explicação: tecnicamente não se justifica a necessidade de registro no país de origem para que o produto possa ser registrado no Brasil. O atual sistema regulatório brasileiro já apresenta uma maturidade institucional equivalente a de países desenvolvidos, sendo a Anvisa considerada internacionalmente uma autoridade regulatória de referência.
  • Medida: nova Redação ao caput do art. 18 da Lei nº 6.360/1976.
  • Observação: sugestão apresentada no PLS 8/2018.

3) Criar novo modelo de controle sanitário para Insumos Farmacêuticos (IFAs)

  • Explicação: em substituição ao registro sanitário de insumo farmacêutico ativo poderá ser emitido carta de aprovação do dossiê de Insumo Farmacêutico Ativo para fins de aprovação do dossiê do IFA no medicamento a ser registrado; e nos casos de uso em medicamentos manipulados autorizar também o cadastro para fins de comercialização e uso do IFA.
  • Medida: dar nova redação ao art. 16 da Lei nº 6.360/1976.

4) Cancelamento do registro do medicamento que não for comercializado

  • Explicação: criar previsão para o cancelamento do registro de medicamento quando não for comercializado no primeiro ano de vigência do registro. Hoje temos aproximadamente 60 mil medicamentos registrados. Com preço aprovado na CMED temos 25.664 apresentações de medicamentos, sendo que destes somente 12.795 foram comercializados em 2016. Fonte: SAMMED/CMED
  • Medida: incluir novo dispositivo na Lei nº 6.360/1976.

5) Definir prazo para solicitação do “Preço Máximo ao Consumidor”

  • Explicação: criar previsão de prazo para pedido de Preço Máximo ao Consumidor na CMED após a concessão do registro do medicamento, sob pena do cancelamento do registro.
  • Medida: incluir novo dispositivo na Lei nº 10.742/2003.

6) Criar o Preço Máximo ao Consumidor Provisório

  • Explicação: criar a previsão de Preço Máximo ao Consumidor Provisório para medicamentos órfãos, destinados a doenças raras e para o Registro Especial Temporário, com prazo de solicitação do pedido inferior ao ordinário.
  • Medida: incluir novo dispositivo na Lei nº 10.742/2003.

7) Ampliar o prazo de registro de alimentos para até 10 anos

  • Explicação: possibilitar que a Agência defina o prazo para renovação do registro do alimento considerando a natureza do produto e o risco sanitário envolvido na sua utilização.
  • Medida: alterar o § 2ºdo Art.  3° do Decreto-Lei nº 986/1969 (definir prazo “até 10 anos”) e revogar prazo previsto no Anexo II da Lei nº 9.782/1999 (item 1.1) para renovação de registro após cinco anos.

8) Autorizar laboratório privado a fazer análise de alimentos

  • Explicação: a alteração proposta auxilia a resolução de lacunas, incapacidade técnica e operacional dos laboratórios de saúde pública, principalmente para as ações de fiscalização e monitoramento, mas também para as análises de controle previstas no Decreto-Lei 986/69.
  • Medida: incluir novo dispositivo no Decreto-Lei nº 986/1969.

9) Retirar a obrigatoriedade de vistoria semestral pela Anvisa em plataformas

  • Explicação: retirar a obrigatoriedade de vistoria semestral pela Anvisa em plataformas destinadas a atividade direta ou indireta de pesquisa e de lavra de recursos minerais
  • Medida: nova redação para o Item 5.12 do Anexo II da Lei nº 9.782/1999

10) Simplificar a regularização de produtos artesanais nos Estados e Municípios

  • Explicação: simplificar e racionalizar o registro de produtos sujeitos a VISA e processos de formalização das atividades do agricultor familiar, do Microempreendedor Individual, e do empreendedor da economia solidária junto à vigilância sanitária.
  • Medida: incluir novo dispositivo na Lei nº 9.782/99 e na Lei 6.437/77.

 

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Legislação e regulamentações, ANVISA



Descredenciadas 1.729 farmácias no Farmácia Popular

Na sexta-feira dia 18 de maio de 2018, o Ministério da Saúde descredenciou 1.729 farmácias do programa Aqui Tem Farmácia Popular. Segundo a publicação no DOU que oficializou a remoção, as empresas que haviam solicitado credenciamento, porém não concluíram todas as etapas de cadastro e de configuração dos computadores foram removidas em massa.

Alguns canais de notícias afirmam também que a medida foi adotada diante da suspeita de irregularidades nesses cadastros removidos, já que fraudes cometidas no programa provocam prejuízos estimados em R$ 500 milhões anuais.

Para ver a publicação no DOU sobre os descredenciamentos, acesse este link.

O descredenciamento representa um corte de 5% nos estabelecimentos que participam do programa, criado em 2006 e um dos mais populares na área da saúde. Na última estimativa divulgada pelo setor, existia no Brasil 34.543 farmácias distribuídas em 4.463 municípios estavam credenciadas no programa.

A medida abrange farmácias de todas as regiões do País. Em nota, o Ministério da Saúde afirma que o desligamento do programa foi determinado no caso de farmácias que não realizaram a migração do ambiente de homologação para o de produção. A medida, contudo, pode ser revertida. Se não for comprovada falha, estabelecimentos poderão ser incluídos novamente no Farmácia Popular. Veja a nota oficial do Ministério da Saúde aqui.


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Farmácia Popular



Anvisa vai regulamentar os suplementos alimentares

Ainda não existe legislação específica e exclusiva para a categoria dos suplementos alimentares.

Uma ampla variedade de suplementos alimentares está disponível em vários canais de venda no Brasil. Esses produtos podem ser enquadrados como alimentos ou medicamentos dependendo das suas características de composição e finalidade de uso. Porém, não há uma legislação única para classificação dos suplementos. E por isso, a ANVISA está trabalhando na revisão do marco regulatório destes produtos.

Foi aberta uma consulta pública pela ANVISA, para receber sugestões da população em geral sobre as possibilidades de regulamentação dos suplementos. Também foram realizadas reuniões com órgãos que auxiliam nas pesquisas sobre o mercado e consumidores, como a ABIAD.

Apos reunir as informacoes coletadas com a consulta publica, consulta junto aos especialistas e pesquisados, a ANVISA apresentará as propostas de regulamentação dos produtos.

Atualmente, os suplementos que não carregam alegação terapêutica podem ser comprados livremente, sem receita. Diferente dos medicamentos, os suplementos são classificados como alimentos e estão dispensados de registro, não precisando cumprir etapas de análise de eficácia e de segurança baseadas em estudos clínicos.

O consumo de suplementos alimentares está ligado com a promoção da saúde, melhora do rendimento esportivo, tratamento de doenças ou complementação na alimentação. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Suplementos (Abiad), 54% dos lares do país possuem ao menos uma pessoa que consome suplemento alimentar. Leia mais ›


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ANVISA



Projeto quer liberar venda de medicamento em supermercados

Existe um Projeto de Lei de numero 9.482/2018, autoria do deputado federal Ronaldo Martins do partido PRB do Ceara. Esse projeto de lei possui como objetivo autorizar que medicamentos isentos de prescrição possam ser comercializados em supermercados e afins, sem ser necessária a presença de um farmacêutico para a dispensação. O PL foi encaminhado no último dia 20 de fevereiro para a Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF).

Varias entidades do setor farma já se manifestaram contrariamente à evolução do projeto de lei. O CRF-SP Conselho Regional de Farmácia de São Paulo afirmou que se trata de um retrocesso para a saúde e um ato de irresponsabilidade pelo projeto de lei tratar os medicamentos isentos de prescrição como inofensivos.

Segundo o CRF: “A iniciativa incentiva a automedicação, expõe a população a riscos, presta o desserviço de comparar o medicamento com uma mercadoria qualquer e retira da sociedade o direito de ter acesso a um profissional de saúde que possa orientar sobre o uso racional e adequado de medicamentos”. Leia mais ›

Mercado farmacêutico, Legislação e regulamentações



Material obrigatório do Farmácia Popular

Detalhes  sobre o material obrigatório que deve ser utilizado por cada farmácia credenciada ao Farmácia Popular.

A participação das farmácias e drogarias privadas na parceria/convênio com o governo, através do programa Aqui Tem Farmácia Popular, é regida por uma série de exigências e regras. Entre os requisitos está a exibição do material de comunicação oficial confeccionado pelo Governo Federal.

É de uso obrigatório: cartaz com preços atualizados e banner oficial.

 

Cartaz com preços obrigatório

Clique para abrir ver os cartazes de preço do Farmácia Popular por estado

Exemplo de cartaz

Essa é a peça obrigatória que deve ser mantida dentro da farmácia afixada em um local que seja visível para o paciente ou cliente, é o cartaz oficial do Farmácia Popular, que reúne os preços e todos os itens participantes.

O Ministério da Saúde fornece o arquivo do cartaz, que deverá ser confeccionado no tamanho correto, que é o de 46cm por 64cm.

Com a recente mudança de preços do Farmácia Popular, o cartaz de preços agora foi dividido conforme o estado. Para acessar o cartaz obrigatório com os preços para seu estado, acesse aqui.

 

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Mercado farmacêutico



Trump anuncia programa para reduzir preço de medicamentos nos EUA

Donald Trump anunciou nesta sexta-feira (11) um plano para reduzir os preços dos medicamentos nos Estados Unidos, que estão entre os mais caros do mundo, mas a oposição democrata lhe acusou de não ir tão longe quanto havia prometido durante a campanha eleitoral.

“Vamos incrementar a concorrência e reduzir os obstáculos regulamentares para que os medicamentos possam chegar ao mercado rapidamente e mais baratos”, garantiu o presidente americano em discurso na Casa Branca com o secretário de Saúde, Alex Azar.

“Vamos eliminar os intermediários, que se tornaram muito, muito ricos”, garantiu.

O plano visa essencialmente baixar os preços dos medicamentos para os idosos e os aposentados que estão cobertos pelo programa de previdência social Medicare, mas não prevê a possibilidade, evocada por Trump em sua campanha eleitoral, de deixar a Medicare negociar diretamente o preço dos medicamentos com as empresas farmacêuticas para obter valores mais competitivos. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico



Ministério da Saúde planeja ampliação do programa Farmácia Popular

Uma das novas propostas é estender a gratuidade para os 42 produtos que fazem parte do programa. Hoje, são 26 os remédios já distribuídos sem nenhum custo.

O Ministério da Saúde estuda uma nova mudança no programa Farmácia Popular, que envolve a distribuição de remédios sem custo ou de preço reduzido para o cidadão.

Uma das propostas é estender a gratuidade para os 42 produtos que fazem parte do programa. Hoje, 26 deles já são distribuídos sem nenhum custo para o consumidor. As alterações, no entanto, são criticadas pelo setor farmacêutico.

A estratégia de estender a gratuidade para todo o Farmácia Popular tem como objetivo permitir que os gastos do programa possam ser levados em consideração para o cálculo do mínimo que tem de ser gasto pela União para a área da Saúde.

Hoje, como em 16 produtos há copagamento do consumidor, que arca com 10% do preço do produto, essa despesa não pode ser considerada como gasto em saúde.

A extensão da gratuidade para outros 16 medicamentos seria ainda uma alternativa para o ministério tentar compensar o crescente gasto com o programa. O raciocínio é: se a despesa é inevitável, que ele possa, pelo menos, ser considerado como gasto em saúde.

Ao mesmo tempo, a pasta quer reduzir os custos. Cálculos do setor produtivo indicam que o gasto com o Farmácia Popular cresceu 274% entre 2011 e o ano passado.

De acordo com o ministério, dos R$ 2,8 bilhões do Farmácia Popular, apenas R$ 1,2 bilhão é empregado na compra de medicamentos. Aproximadamente R$ 800 milhões são usados para pagar impostos e os R$ 800 milhões restantes, para pagar o setor varejista. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico



A Polícia Federal está investigando a Anvisa

(Texto atualizado em 17/05/2018 às 04:36 pm)

A PF abriu um inquérito para investigar se a liberação de um agrotóxico pela Anvisa, o Paraquat, foi resultado do intenso lobby da indústria junto à agência.

O Paraquate corresponde a nada menos que 40% do mercado brasileiro de defensivos agrícolas, e foi liberado a partir de votação unânime no Conselho da Anvisa, em novembro do ano passado.

Fonte: O Globo

ANVISA



Direitos do credenciado ao Farmácia Popular

(Texto atualizado em 13/06/2018 às 12:40 pm)

Neste post falaremos um pouco sobre os direitos que a farmácia credenciada ao Farmácia Popular possui em relação ao programa. É muito frequente os participantes do programa desconhecerem regras, normas, seus deveres e direitos. Todas as regras podem ser encontradas no Manual do programa Aqui Tem Farmácia Popular, disponível nesta página.

Sobre os direitos que a farmácia possui no Farmácia Popular, no convênio com o Governo Federal, muitos deles estão relacionados à auditoria. Em uma auditoria, existe a possibilidade de solicitar que seja mantida a conexão ativa, evitando a suspensão das vendas pelo programa, evitando a perda de vendas.

Caso após o fim do processo de auditoria, a farmácia seja condenada, a empresa poderá parcelar toda a dívida, as multas ou ressarcimentos que tiver recebido. É possível reduzir o valor da punição recebida também, e até mesmo conseguir a anulação de uma multa. Leia mais ›


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Pague Menos vai investir R$ 250 mi para crescimento em 2018

(Texto atualizado em 17/05/2018 às 04:32 pm)

Após bater a marca de mil farmácias em 2017, a rede Pague Menos vai investir R$ 250 milhões em 2018 na abertura de unidades e na construção de um centro de distribuição em Minas Gerais.

A previsão é inaugurar 200 pontos de venda no ano que vem, segundo Deusmar Queirós, fundador e presidente do conselho de administração da companhia. A empresa abriu 180 drogarias em 2017, todas elas próprias. O investimento médio estimado para cada uma é de R$ 1,2 milhão.

O aporte para a construção do centro em Minas Gerais será de cerca de R$ 20 milhões. O local não está definido.

O ponto será o primeiro da companhia localizado no Sudeste. A Pague Menos tem, hoje, quatro instalações do tipo, localizadas em Fortaleza (CE), Jaboatão dos Guararapes (PE), Hidrolândia (GO) e Simões Filho (BA).

“Nossa ideia é ter polos logísticos nos Estados que têm o maior número de farmácias ou potencial de crescimento”, diz o executivo. Leia mais ›


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Acesse a lista de preços de medicamentos da CMED

(Texto atualizado em 03/05/2018 às 10:05 am)

Um dos papéis da Anvisa é monitorar os preços dos medicamentos no mercado com objetivo de auxiliar na precificação de novos medicamentos a serem lançados. Esse trabalho é feito através da CMED e sua secretaria executiva. A CMED é o órgão responsável por regular o mercado e estabelecer os critérios para definição e ajustes nos preços de medicamentos no Brasil, onde os ajustes acontecem anualmente.

Através da divulgação da sua lista de preços com valores PMC e de custo, a ANVISA compartilha a informação permitindo que todo cidadão e empresa brasileira possa conhecer a tabela da preços de medicamentos vigente no país de forma gratuita.

Reuniremos neste post a informação mais recente e atualizada de 2018 com a lista para consulta do preço máximo de venda e custo dos medicamentos, que pode vir a ser útil para pacientes, farmácias e drogarias. Os arquivos estão em ordem de princípio ativo, forma farmacêutica e concentração e são de fácil consulta e pesquisa.

Faça o download em PDF ou em XLS para abrir no Excel:

 

🖹 Lista de Preços da CMED 2018 – abrir em PDF / abrir em XLS

 

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Lista medicamentos de referência 2018

(Texto atualizado em 08/06/2018 às 10:44 am)

Os medicamentos de referência são os medicamentos inovadores, que são lançados após serem desenvolvidos de forma inédita nos laboratórios farmacêuticos. Geralmente são medicamentos com novos princípios ativos ou que são novidades no tratamento de doenças. Por serem fruto de trabalho e pesquisa inovadora, possuem o direito de serem protegidos por patentes que garantem a exclusividade da venda daquela formulação. Com o passar do tempo e vencidas as patentes, podem surgir medicamentos similares e genéricos daquele medicamento referência que fora inicialmente protegido e explorou as vendas por ter sido inovador.

 

Lista completa e atualizada

Pesquisar pela lista com todos os itens de referência pode ser uma tarefa confusa e ineficiente. Essas listas são publicadas no DOU e depois disponibilizadas nos informativos da ANVISA. Pensando em facilitar a sua experiência, apresentamos neste post a lista completa de medicamentos referência atualizada para o ano de 2018 em PDF, oficial conforme registrado e regulamentado junto aos órgãos.

Acompanhamos com frequência junto à ANVISA para manter a informação deste post sempre atualizada e relevante aos usuários que a buscam.

Acesse as listas em PDF abaixo: (última checagem em 08/06/2018)
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Listas de DCBs atualizadas pela ANVISA 2018

A lista de Denominação Comum Brasileira (DCB) é uma listagem com o nome oficial, numero do DCB e numero CAS de todos os fármacos e/ou princípios ativos aprovados para uso pela ANVISA no Brasil.

É possível consultar nos sites da ANVISA a relação completa e mais recente de DCB conforme suas diferentes categorias. As categorias são medicamentos e substâncias ativas, assim como a de DCB para insumos farmacêuticos, para produtos farmacêuticos, medicamentos homeopáticos e dinamizados,  plantas medicinais e também de produtos biológicos e radiofármacos e naturais.

Reunimos neste post de forma organizada os itens das listas completas e atualizadas para 2018 de cada uma das categorias de DCB. Confira a seguir: Leia mais ›


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