CFF esclarece dúvidas sobre responsabilidade técnica em farmácias

Entidade reforça que lei prevalece e que estabelecimentos requerem um farmacêutico habilitado para funcionamento

O Conselho Federal de Farmácia (CFF) publicou um comunicado no portal a entidade esclarecendo algumas dúvidas sobre a responsabilidade técnica de farmácias e drogarias. Confira o informe:

  •  O julgamento do Recurso Extraordinário nº 1.156.197/MG, no Supremo Tribunal Federal (STF), que versa sobre a possibilidade ou não de assunção de responsabilidade técnica por “técnicos em farmácia” em drogarias, encontra-se, ainda pendente de julgamento sobre o mérito. Não há previsão de data para que o tema seja apreciado pelos ministros.
  • A Lei 13021/14 está em pleno vigor. Ela foi aprovada por unanimidade, no Congresso Nacional, e é uma conquista da categoria e da sociedade, alcançada com o trabalho do Conselho Federal de Farmácia (CFF) e do Fórum Nacional de Luta pela Valorização da Profissão Farmacêutica. Nela, é clara no seu art. 5º, que “as farmácias de qualquer natureza requerem, obrigatoriamente, para seu funcionamento, a responsabilidade e a assistência técnica de farmacêutico habilitado na forma da lei”.
  • O Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais (CRF-MG) é parte única no processo, mas o Sistema CFF/CRFs continua a postos em defesa da categoria e da Lei 13.021/14, e segue confiante no conhecimento e sabedoria dos Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que têm a obrigação de amparar suas decisões nos princípios constitucionais e na legislação vigente no País.
  • Inúmeros têm sido os processos na justiça contra a profissão farmacêutica. Na maioria deles, o Sistema CFF/CRFs tem saído vitorioso, graças à vigilância e ao empenho de suas assessorias jurídicas. A mesma vigilância e o mesmo empenho têm sido dispensados a esse processo.

Fonte: Guia da Farmácia

Mercado farmacêutico



CFF aprova resolução pelo cuidado farmacêutico inclusivo – Portal do CRF/SC

O Conselho Federal de Farmácia (CFF) aprovou nesta quinta-feira, dia 25 de outubro, a resolução que estabelece as diretrizes para o cuidado farmacêutico às pessoas com deficiência. Com a iniciativa, o CFF espera inserir os farmacêuticos de todo o país no processo de inclusão pelo acesso pelo direito à saúde integral para todos, sem exceção. Na oportunidade, participamos da oficina “Sentindo na pele, a inclusão começa em mim”. De acordo com a Dra. Karla Danielle Luz, que ministrou a oficina ao lado da Dra. Deuzilane Nunes, “o CFF é o primeiro conselho de classe que atenta para a urgência da atuação profissional para as pessoas com deficiência. Isso é histórico, isso precisa ser marcado”.

Os conselheiros foram convidados a vivenciar a experiência das pessoas com deficiência auditiva e visual, que fazem parte da parcela da população que será contemplada com a nova normativa aprovada em plenário. Eles foram convidados a andar em cadeira de rodas e a vendar seus olhos para sentir a dificuldade que essas pessoas têm, por exemplo, ao entrar em uma farmácia ou receber a prescrição de um medicamento, compreender as orientações para utilizá-lo da forma correta.

Karla Luz agradeceu, emocionada, ao apoio e ao trabalho do CFF. “Depois de quase 20 anos lutando pela inclusão é realmente emocionante e muito gratificante viver esse momento aqui. Agora as pessoas que estão lá no interior melhores condições para cuidar da sua saúde. Vocês não têm ideia da dimensão do ato de vocês! É um novo capítulo na história da inclusão no Brasil, e ele foi todo escrito aqui”, completou.

“O farmacêutico tem um papel muito importante no cuidado à saúde e deve estar sensível e envolvido na missão de fazer com que o atendimento que ele realiza seja inclusivo, que faça a diferença no bem-estar e na qualidade de vida de todas as pessoas, sem exceção”, disse o presidente Walter Jorge João.

Fonte: Comunicação do CFF


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Mercado farmacêutico



Novo modelo de reajuste de medicamentos será definido em 60 dias

Indústria quer um valor maior por medicamentos com inovação incremental

O Ministério da Saúde definiu o prazo de 60 dias para que a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) conclua o novo modelo de precificação de medicamentos comercializados no País.

“A gente vai colocar o prazo, como recomendação, para a CMED destravar o novo modelo”, informou o secretário de ciência, tecnologia e insumos estratégicos do ministério, Denizar Vianna.

A mudança no modelo é aguardada por fabricantes nacionais que querem um valor maior por medicamentos aperfeiçoados em pesquisas de laboratório. Hoje, a indústria recebe o mesmo valor na venda do medicamento tradicional e do produto similar lançado com a mesma fórmula, mas que oferece melhor resultado para o paciente ao longo do tratamento. Com esta estratégia, conhecida como “inovação incremental”, os medicamentos trazem vantagens como atenuar efeitos colaterais e reduzir o tempo de tratamento.

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Mercado farmacêutico



Aberta consulta pública sobre Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos

Os interessados têm até 2 de agosto para o envio das contribuições

A Consulta Pública 653/2019, que trata da internalização de um conjunto de guias de Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos do Esquema de Cooperação de Inspeção Farmacêutica (Pharmaceutical Inspection Co-operation Scheme), o PIC/s, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) no dia 27/5. Desta forma, os interessados têm até 2 de agosto para o envio das contribuições. É importante ressaltar que não se trata da elaboração de um novo guia, mas sim da internalização de uma norma já adotada por 47 países.

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Mercado farmacêutico



Anvisa realiza coleta de dados sobre assistência farmacêutica

Levantamento ficará disponível até 31 de julho

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informa às Vigilâncias Sanitárias (Visas) de estados e municípios que está disponível para preenchimento o formulário da consulta dirigida voltada para o levantamento de dados sobre a prestação de serviços de assistência farmacêutica.

O objetivo é coletar e validar informações para o aprimoramento da regulação voltada para este segmento. O levantamento começou nesta segunda-feira (17) e ficará disponível durante 45 dias, até 31 de julho.

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Mercado farmacêutico



Permitidos no Brasil e proibidos lá fora. De olho nos cosméticos e produtos de higiene

Permitidos no Brasil e proibidos lá fora. De olho nos cosméticos e produtos de higiene

Quando fazemos uso de itens de higiene achamos que eles irão nos ajudar, certo? Pois na fórmula de muitos desses produtos escondem-se inúmeros perigos para a nossa saúde.

São vários os tipos de produtos que entram em contato com a nossa pele diariamente, como sabonete, xampu, creme hidratante, maquiagem, creme dental, etc. Mas os componentes químicos encontrados nesses itens de higiene pessoal e cosméticos podem ser bastante nocivos.

De acordo com uma reportagem da BBC, a União Europeia proibiu 1,3 mil substâncias. Já a Anvisa, que também tem a sua própria lista de substâncias proibidas baseada na listagem europeia, nem sempre incorpora esses itens imediatamente.

Confira, a seguir, algumas substâncias que, embora nocivas para a saúde, são encontradas nos cosméticos brasileiros.

 

Substâncias perigosas

Sabemos que é difícil ler os rótulos dos produtos e, ainda mais, compreendê-los. Mas esteja atento porque informação é um “remédio” fundamental para cuidarmos da saúde.

 

Ftalatos

São um tipo de substância usada para deixar os plásticos mais maleáveis. Na cosmetologia, são encontrados em esmaltes, a fim de que a sua cobertura não fique quebradiça. Também podem ser usados como fixadores e estabilizantes em desodorantes.

O problema é que não existem garantias de que os ftalatos sejam seguros. Aliás, há evidências de que eles interfiram na produção de hormônios, visto que a sua exposição a longo prazo tem um efeito cumulativo.

A União Europeia já baniu os ftalatos da produção de cosméticos, sendo aceitos apenas traços dessa substância, que é quando ela migra para o produto, em baixíssima concentração, por ter sido usada na embalagem.

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ANVISA



Descarte de medicamentos pode ter logística reversa obrigatória

Comissão de Meio Ambiente aprovou o projeto, que também inclui embalagens

A logística reversa obrigatória para o descarte de medicamentos e suas embalagens teve mais um avanço. A Comissão de Meio Ambiente (CMA) aprovou o projeto que inclui os medicamentos, de uso humano e veterinário, e as suas embalagens, entre os produtos para os quais é exigido descarte final por meio de um sistema de logística reversa.

O texto segue para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde receberá decisão terminativa e poderá seguir para a análise da Câmara dos Deputados.

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Mercado farmacêutico



Anvisa aprova novo medicamento de ação prolongada para esquizofrenia

Tratamento é o primeiro administrado em apenas quatro aplicações ao ano

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acaba de aprovar um novo medicamento para esquizofrenia, desenvolvido pela Janssen, empresa farmacêutica da família de companhias Johnson & Johnson.

O palmitato de paliperidona trimestral é a primeira injeção de ação prolongada que requer apenas quatro doses ao ano e, por isso, chega ao Brasil como uma opção para aumentar a adesão ao tratamento, prevenindo as recaídas e melhorando a qualidade de vida dos pacientes.

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Mercado farmacêutico



BP conquista primeiro lugar em prêmio de TI na Saúde

BP conquista primeiro lugar em prêmio de TI na Saúde

(Texto atualizado em 10/09/2019 às 12:26 pm)

A BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo conquistou o primeiro lugar na categoria Saúde do prêmio 100+ Inovadoras no Uso de TI com o case sobre o uso da inteligência artificial para a identificação e classificação de informações registradas nos prontuários eletrônicos dos clientes. A instituição ficou em 14º lugar no ranking geral das 100 melhores empresas, que concorreram em 20 categorias. O prêmio é organizado pelo Grupo Mídia e a cerimônia de premiação ocorreu no Transamerica Expo Center na última quarta-feira (17).

“A BP está e constante busca de iniciativas de inovação que possam agregar novas possibilidades ao nosso negócio. Com o uso da inteligência artificial, horizontes se abrem para a nossa instituição, trazendo novas soluções que promovem melhoria no atendimento prestado e ganho real para nossos clientes. A tecnologia tem contribuído para um ritmo bastante dinâmico na BP”, comenta Lílian Quintal Hoffmann, superintendente-executiva de Tecnologia da Informação da BP.
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Mercado farmacêutico



Solução tecnológica agiliza dispensação de medicamentos em farmácias

Autorizador web da ePharma permite transações em até 25 segundos

A ePharma acaba de lançar a versão web de seu sistema autorizador que agiliza a dispensação de medicamentos nas farmácias e drogarias, voltada a pacientes com acesso a Planos de Benefícios de Medicamentos (PBM).

O projeto, que tem início neste mês, permite digitalizar as receitas médicas, além de facilitar a transferência de informações.

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Mercado farmacêutico



Pesquisa aponta o que os brasileiros esperam da experiência de compras

Estudo da PwC indica que população está mais exigente na hora de consumir em lojas físicas

A experiência de compras é cada vez mais importante e o brasileiro está mais exigente na hora de consumir em lojas físicas, segundo aponta a pesquisa Global Consumer Insights 2019, produzida pela PwC. O levantamento ouviu 21 mil consumidores em 27 países, entre eles o Brasil, ao longo de 2018.

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Fleury Medicina e Saúde implanta Centro de Infusão

Fleury Medicina e Saúde implanta Centro de Infusão

O conforto e praticidade que as unidades do Fleury Medicina e Saúde proporcionam na hora de realizar exames estenderam-se também para quem necessita de tratamentos por meio de medicações intravenosas ou subcutâneas. As unidades Fleury Morumbi e Itaim passam a contar com Centro de Infusões para a aplicação de medicamentos destinados a pacientes com doenças inflamatórias autoimunes em várias áreas da Medicina.

Com equipe multidisciplinar e especializada nas terapias disponíveis, o Centro de Infusões oferece o suporte e segurança necessários ao paciente durante as aplicações. “Além da infusão tradicional, entregamos a supervisão médica e o laudo completo para que o médico do paciente possa consultar e saber, com detalhes, como transcorreu a infusão”, afirma o Dr. Luis Eduardo Coelho Andrade, assessor médico em Imunologia e Reumatologia do Fleury Medicina e Saúde. “É como se o médico tivesse participado à distância de todo o procedimento”, ressalta. Leia mais ›


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Indústria farmacêutica, Marketing Farmacêutico



Abradilan anuncia resultados do trimestre e nova diretoria

Genéricos impulsionam as vendas da entidade, que tem Vinícius Andrade como novo presidente

Nos três primeiros meses de 2019, os associados da Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan), entidade que reúne 138 empresas distribuidoras de medicamentos e produtos de higiene pessoal e cosméticos, totalizaram R$ 1,4 bilhão em vendas de medicamentos e não medicamentos (HPC), 8% mais do que os R$ 1,3 bilhão registrado no mesmo período de 2018. Foram comercializadas pela Abradilan, entre janeiro e março últimos, 253,4 milhões de unidades no trimestre, um aumento de 4% em relação ao ano passado, quando foram distribuídas 243,6 milhões de unidades.  Os dados são da IQVIA.

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Mercado farmacêutico



Como a Amazon tem ameaçado o varejo farmacêutico?

Redes como Walgreens e CVS já viram suas receitas sofrerem com a ascensão da empresa

Redes de farmácias como Walgreens e CVS já viram suas receitas de varejo sofrerem com a ascensão da conveniente Amazon. E o interesse da Amazon em interromper as lojas físicas de farmácias é de décadas.

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Mercado farmacêutico



Medicamentos de alto custo disponibilizados pela Justiça

(Texto atualizado em 06/09/2019 às 11:35 am)

Reportagem nesta edição revela o elevado gasto de recursos públicos com o pagamento de medicamentos de alto custo por determinação da Justiça. Entre janeiro do ano passado e setembro últimos foram R$ 61,9 milhões em despesas para atender as decisões judiciais.

Trata-se, sem dúvida, de uma causa nobre, na medida em que grande parte desses medicamentos vai atender pessoas com doenças graves e sem condições de custear o tratamento. No entanto, autoridades admitem que cada situação deve ser analisada tecnicamente e com o máximo rigor, para evitar distorções que vêm sendo percebidas em algumas dessas ações.

É o caso, por exemplo, da compra de hormônio de crescimento para um adolescente de estatura absolutamente dentro dos padrões, informou a Saúde, que alerta também para o risco de dominarem interesses diversos da indústria farmacêutica, que poderia se beneficiar da aquisição de remédios caros, no lugar de outro medicamento compatível e de custo menor.

A saúde é um direito inalienável e todos devem ter acesso a medicamentos que possam poupar vidas. A prescrição e as decisões, no entanto, devem ser feitas a partir do rigor técnico para que o dinheiro público não seja desperdiçado com interesses particulares.

Fonte: O Popular


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Legislação e regulamentações



Anvisa e Sindusfarma oferecem Simpósio Novas Fronteiras Farmacêuticas

Evento será promovido na sede da Anvisa, entre 18 e 19 de junho

Com o objetivo de debater o cenário atual e os próximos desafios da indústria farmacêutica no Brasil e no mundo, o VIII Simpósio Novas Fronteiras Farmacêuticas nas Ciências, Tecnologia, Regulamentação e Sistema de Qualidade reunirá 17 especialistas internacionais entre amanhã (18) e quarta-feira, no auditório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em Brasília.

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Mercado farmacêutico



Pesquisa: preço e comodidade são primordiais na escolha da farmácia

Conclusão é de levantamento realizado pelo IFEPEC, referente ao comportamento dos consumidores

Ao ser questionado sobre quais os critérios de escolha de uma farmácia, ficou bem claro que o bolso e a comodidade são fatores primordiais na decisão do consumidor, deixando vários outros de lado. Essas são algumas das conclusões de uma pesquisa recente realizada pelo Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Corporativa (IFEPEC).

De acordo com o estudo, 64,95% dos consumidores acreditar que as farmácias onde efetuaram suas compras praticam preços mais baixos que os concorrentes; e 24,50% apontaram a localização como fator importante para a escolha. Além desses fatores, foram considerados também: o estoque (6,25%), a facilidade de estacionar (1,58%), possuir atendimento da Farmácia Popular (1,35%) e o bom atendimento (0,88%).

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Mercado farmacêutico



Senado aprova novo diretor para a Anvisa

O médico Antônio Barra Torres é o novo diretor da Anvisa e completa a Diretoria Colegiada da Agência com cinco integrantes

O plenário do Senado aprovou a indicação do médico Antônio Barra Torres como novo diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Com isso, a Diretoria Colegiada da Agência volta a estar completa, com cinco diretores.

Torres é formado pela Escola de Medicina da Fundação Técnico-Educacional Souza Marques, no Rio de Janeiro, e fez residência médica em cirurgia vascular no Hospital Naval Marcílio Dias. Torres também fez curso de gestão em saúde no Instituto Coppead de pós-graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O novo diretor da Anvisa é oriundo da carreira militar. Torres ingressou na Marinha do Brasil em 1987, onde progrediu de guarda-marinha a contra-almirante, sua última promoção. Em sua carreira militar naval, exerceu várias funções administrativas e assistenciais, com destaque para cargos de direção de instituições de saúde da Marinha.

Fonte: Guia da Farmácia

Mercado farmacêutico



Ferramentas de controle de qualidade na indústria farmacêutica

Para manter a competitividade é essencial se valer dos melhores métodos de controle de qualidade para garantir um medicamento seguro, eficaz e que atenda à legislação

A indústria farmacêutica brasileira está entre as dez maiores do mundo. No ranking global da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) de 2017 está na 7ª posição e as projeções do setor é que chegue a ocupar o 5º lugar em 2022.

Esse destaque é fruto de muita pesquisa, tecnologia e investimento nos processos de produção. Para manter a competitividade é essencial se valer dos melhores métodos de controle de qualidade para garantir um medicamento seguro, eficaz e que atenda à legislação.

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Mercado farmacêutico



Hora de climatizar a farmácia pois o verão bate à sua porta

(Texto atualizado em 02/09/2019 às 11:07 am)

Com verões cada vez mais quentes, o varejista deve estar o tempo todo atento à climatização da drogaria. Lojas quentes e abafadas afastam o consumidor; lojas climatizadas, ao contrário, são convidativas, levando o cliente a permanecer por mais alguns minutos. Durante esse tempo, as chances de ele comprar mais algum item são grandes, o que, no fim das contas, vai elevar o tíquete médio do ponto de venda.

“A climatização gera conforto para usuários e funcionários dos ambientes de varejo, além de melhor preservar as mercadorias do ambiente da farmácia”, diz o presidente do Departamento Nacional de Empresas Projetistas e Consultores, da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA), o engenheiro Mário Sérgio de Almeida.

Segundo o especialista, as farmácias devem atender às recomendações da ABNT NBR 16401, principalmente no que se refere à qualidade do ar interior. A norma traz recomendações sobre parâmetros de temperatura, umidade relativa do ar, renovação de ar interior, velocidade do ar, filtragem do ar ambiente, além de outros importantes itens.
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Marketing Farmacêutico



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