Nissei inaugura 4ª farmácia na Fazenda Rio Grande

A Rede de Farmácias Nissei, oitava maior player do setor no Brasil, inaugura quarta unidade em Fazenda Rio Grande, no Pioneiros, nesta segunda-feira (22). Localizada na Av Cesar Carelli, nº 64, a farmácia possui mais de 300 metros quadrados e já foi construída no novo modelo da marca, que valoriza a experiência de compra do consumidor.

A Nissei atua com o conceito de Drugstore, contando com um portfólio completo de medicamentos, produtos de higiene e beleza, perfumaria e conveniência. A farmácia funcionará de segunda a sábado das 07h às 23hs e nos domingos e feriados das 09h às 22h.

“Buscamos oferecer cada vez mais benefícios e conveniência aos nossos clientes”, destaca o diretor executivo da Rede Nissei, Alexandre Maeoka. A escolha pelo endereço, de acordo com o executivo, é devido a localização e a existência de área para estacionamento, atributos essenciais para a operação.

Geração de empregos
Com a loja, a Nissei gera 12 novos postos de trabalho, que contribuem com o aumento de renda e desenvolvimento do comércio da cidade. “Damos preferência para a contratação de colaboradores que residem no município, promovendo ações de capacitação para alinhar ao padrão de atendimento Nissei, dentro das melhores práticas do mercado e para melhor atender nossos clientes”, explica o executivo.

Diferenciais Nissei
A Rede ainda conta com o programa Clube da Melhor Idade, na qual aposentados, pensionistas ou para quem tem mais de 55 anos tem benefícios que vão desde descontos exclusivos a promoção de atividades sociais com foco na saúde e bem estar. “Esse é um projeto de mais de 20 anos que tem o intuito de retribuir a preferência desse público pela marca Nissei. Hoje o Clube já conta com mais de 500 mil associados ativos que frequentam mensalmente as lojas”, frisa Maeoka.

A Nissei possui também uma série de diferenciais como, por exemplo os Serviços Avançados Nissei (SAN) — que é extensivo a todos os clientes–, que conta com exames laboratoriais, controle de diabetes, colesterol, peso, hipertensão, revisão da medicação e também o programa de auxílio para dependentes do tabagismo. Segundo Maeoka, esse é um projeto novo, criado para ampliar a comodidade ao cliente, além de retomar o papel do farmacêutico na difusão de importantes informações ao paciente.

Fonte: ParanaShop


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico



Lote de vacina para hepatite B e Botox são suspensos

suspensos anvisa medicamentos



Um lote da vacina adsorvida hepatite B (recombinante) do Instituto Butantan foi suspenso nesta terça-feira (16/1). A medida vale para o lote 160016 da vacina.

A medida foi adotada após um comunicado do próprio Instituto Butantan que detectou um resultado fora do padrão no ensaio de endotoxina presente na vacina da hepatite B.

O laboratório fará o recolhimento da vacina no mercado. Os demais lotes da vacina e outros produtos do Butantan continuam liberados.

Confira a Resolução na íntegra.

 

Botox Falso

A Anvisa determinou nesta terça-feira (16/1) a proibição do lote C3239C3 do medicamento Botox 100U (toxina botulínica), pó liofilizado. O produto é falso e não foi fabricado pela verdadeira produtora do Botox.

A identificação da fraude foi feita pela Allergan Produtos Farmacêuticos Ltda., que é a dona do registro do produto no Brasil. De acordo com a empresa, o produto não foi produzido por ela e, portanto, é uma falsificação.

Como se trata de uma falsificação não há qualquer garantia sobre a origem e composição do medicamento, o que pode trazer riscos à saúde dos usuários. A toxina botulínica é um medicamento injetável e só pode ser prescrito por profissionais médicos ou odontólogos.

Confira a Resolução na íntegra.

 

Fonte: Anvisa





Fábio Reis

Fundador do Pfarma.
Possui registro como Jornalista MTB 39014/RJ e Farmacêutico CRF-RJ 14376.



Palavras-chave , ,
Mercado farmacêutico



Expansão da Rede Drogal chega em Louveira

Expansão da Rede Drogal chega em Louveira

Somente neste ano, rede já abriu sete novas lojas

Famosa por integrar o Circuito das Frutas, Louveira acaba de ganhar a primeira unidade da Rede Drogal. A inauguração mantém o projeto arrojado de expansão da empresa. Neste ano já são sete novas farmácias, num total de 146 filiais em 58 cidades do Estado de São Paulo.

A filial possui mix de produtos e serviços focados nas necessidades dos moradores. Segundo a Drogal, a ideia é oferecer preços acessíveis, aliados a marcas renomadas de medicamentos, energéticos, produtos de higiene, beleza, infantil, dermocosméticos e suplementos. Outro diferencial é o sortimento específico para pessoas com diabetes, que contempla uma linha completa para dietas especiais e, também, aos adeptos das linhas diet e light, como balas, doces, chocolates, biscoitos, adoçantes. A loja também oferece, para esse público, medidores de glicose, tiras para diagnósticos, lancetas, canetas, aplicadores, seringas, agulhas, acessórios, insulinas, medicamentos orais e vitaminas.

Campanhas especiais

A nova unidade de Louveira também participa do Drogal Mais, programa de vantagens exclusivas para os clientes, com promoções, benefícios e descontos especiais. Para participar, os clientes cadastram nome e CPF com os atendentes no ato da compra ou no site. Outra vantagem do programa é o Giro da Sorte, onde o cliente pode ganhar prêmios instantâneos. Para isso, depois de se cadastrar no Drogal Mais, é necessário acessar o site e finalizar as informações já indicadas na farmácia durante a compra. Se for premiado, as surpresas são vales-compras de até R$ 100,00 para adquirir produtos de higiene e beleza em qualquer filial Drogal. O programa ainda é uma ótima opção das melhores promoções do mês. A cada visita, o cliente recebe um tíquete no caixa com descontos de até 30% em medicamentos, higiene e produtos de beleza.

SERVIÇO

Rede Drogal Louveira

Endereço: Rua Armando Steck, 159, no Centro

Horário de funcionamento: Todos os dias, das 7h às 22h

Telefone: (19) 3878.0435

Informações: www.drogal.com.br

Fonte: Drogal
Foto: divulgação Drogal

Mercado farmacêutico



João Tavares Neto da ANVISA comenta tendências e perspectivas do mercado de perfumaria e cosmético no Brasil

| João Tavares Neto da ANVISA comenta sobre tendências e perspectivas sobre o mercado cosmético no Brasil

João Tavares Neto é Gerente de Produtos de Higiene, Perfumes, Cosméticos e Saneantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA. Bacharel em Farmácia e Mestre em Ciência de Alimentos pela Universidade Federal de Minas Gerais e Especialista em Vigilância Sanitária pela Fundação Oswaldo Cruz. Servidor público desde 2005 na carreira de Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária da Anvisa, onde exerceu os cargos de Coodenador de Bioequivalência na Gerência Geral de Medicamentos (2011-2014); Superintentende de Correlatos e Alimentos, supervisionando a Gerência Geral de Cosméticos (2014-2016); Assessor do Diretor Presidente (2016); e Gerente de Cosméticos (2016-2017); Presidiu o décimo primeiro ciclo da Cooperação Internacional em Regulação de Cosméticos: ICCR-11 (2016/2017), composto pelas autoridades sanitárias do Brasil, Canadá, Japão, Estados Unidos e União Europeia.

Recentemente, a ANVISA divulgou um balanço dos serviços prestados e metas atingidas em 2017, incluindo informações sobre o mercado de cosméticos. Quais foram as maiores conquistas nesse período e quais são os maiores desafios para a ANVISA em relação aos produtos de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPPC)?

Em 2017 mais de 44.000 novos produtos de higiene, perfumes e cosméticos foram regularizados na Anvisa por meio de registro e notificação de produto isento de registro. Esses números evidenciam a recuperação da demanda do setor produtivo para lançamento de produtos aos patamares de 2014, antes da retração observada nos dois últimos anos. Mesmo nesse cenário de aumento da demanda, 2017 marcou o retorno dos prazos de análise de registro aos 90 dias previstos em Lei.
Paralelamente à aprovação de produtos, a Anvisa conduziu reformas importantes na regulamentação do setor, culminando com a recente isenção de registro para os produtos infantis e as novas regras para alteração de rotulagem dos produtos (em fase final de elaboração) que simplificam ainda mais os procedimentos para lançamentos produtos no mercado.
No período a Anvisa também teve atuação importante no cenário internacional de cosméticos presidindo o Subcomitê de Cosméticos do Mercosul e o Décimo Primeiro Ciclo da Cooperação Internacional em Regulação de Cosméticos: ICCR-11 (2016/2017), composto pelas autoridades sanitárias do Brasil, Canadá, Japão, Estados Unidos e União Europeia.
Os maiores desafios para a ANVISA em relação aos produtos HPPC são continuar aprimorando o modelo regulatório aplicado aos produtos, ajustando as exigências técnicas e burocráticas ao tipo de risco sanitário associado. Para esse aprimoramento é fundamental a continua incorporação de capacidade técnica e conhecimento pela Agência.

Atualmente quantas empresas do setor de HPPC possuem registro na ANVISA? Qual é o nível de crescimento do setor nos últimos anos e a perspectiva para os próximos?

Atualmente 1380 empresas possuem autorização de funcionamento (AFE) emitida pela Anvisa para importar cosméticos e 1928 possuem AFE para sua fabricação. O volume de pedidos de novas autorizações de funcionamento de empresas tem permanecido constante nos últimos anos.

Em relação aos atuais registros de produtos de HPPC, quais segmentos tem tido maior procura por novos registros?

Dentre os produtos sujeitos a registro, no primeiro semestre de 2018 os produtos infantis representam 52% dos pedidos, seguidos por protetores solares com 20% e alisantes com 15%.

Com a maior conscientização da população e com o avanço das pesquisas científicas sobre as matérias primas utilizadas no setor de HPPC, alguns produtos e ingredientes estão sendo banidos ao redor do mundo. Qual é o posicionamento do Brasil em relação a matérias primas que já deixaram de ser utilizadas em outros países, mas que ainda são permitidas no território nacional?

O Brasil está alinhado com as principais regiões do mundo com relação aos ingredientes autorizados para uso em cosméticos. Além disso, as regras para ingredientes de produtos da categoria são harmonizadas no Mercosul. Por esse motivo, considerando que a necessidade de atualização nesse tema é permanente, a revisão das listas de ingredientes está na agenda de trabalho do Bloco.

Sabemos que o mercado cosmético vem crescendo ano a ano. Qual é a perspectiva da ANVISA sobre este mercado para os próximos anos?

A Anvisa espera, com relação a esse mercado, constante inovação e dinamicidade no lançamento de produtos. Por isso a Agência vem continuamente se aprimorando tecnicamente e também com relação aos seus processos internos para exercer uma regulação sanitária compatível com as necessidades desse setor.

Fonte: Global Cosmetic


Palavras-chave , , , , ,
Mercado farmacêutico



Ministério público apura divulgação de medicamentos abortivos no Facebook

A divulgação em perfis no Facebook de ofertas de serviços em clínicas clandestinas de aborto e de medicamentos para interrupção de gravidez fez com que o Ministério Público Federal (MPF) em Goiás instaurasse um procedimento para investigar a ação ou a omissão da rede social na propagação desse tipo de conteúdo. No Brasil, o aborto é permitido em três situações: quando a gravidez oferece risco à mãe e em casos de estupro ou de anencefalia do feto.

O procurador da República Ailton Benedito, que atua no caso, recebeu uma denúncia alertando sobre a divulgação. “Trata-se de notícia de fato relativamente à existência de diversos perfis e páginas do Facebook que promovem ofertas de serviços de clínicas e medicamentos abortivos, o que pode configurar práticas ilícitas, conforme o ordenamento jurídico brasileiro”, escreveu no despacho. O MPF oficiou a rede social para que, em cinco dias, envie relatório detalhado de todas as providências adotadas em relação a páginas e perfis indicados no documento. Leia mais ›


Palavras-chave , , ,
Mercado farmacêutico



Comparex discute tecnologia no canal farma

Comparex discute tecnologia no canal farma

A Comparex, empresa alemã que auxilia startups no processo de inovação digital, realiza no dia 30 de outubro, das 8h30 às 12h, um evento que tem como objetivo discutir como as novas tecnologias contribuem para aprimorar o desenvolvimento do canal farma. “Queremos entender as necessidades das farmácias e laboratórios farmacêuticos, observando o que as empresas estão fazendo em relação ao uso das novas tecnologias para melhor adesão à medicação”, explica Bruno Borghi, gerente de desenvolvimento de negócios da área de healthcare da Comparex.

Para isso, o evento contará com três palestras. Andrea Rangel, CIO da HealthBeacon, empresa de tecnologia de adesão ao tratamento, falará sobre o futuro dos medicamentos. Na sequência, Mauricio Affonso, co-fundador e sócio da EAI Health, que falará sobre soluções inovadoras  para a gestão da adesão à medicação. Já a CEO da Dr. Tis, Jihan Zoghbi, apresentará um panorama sobre sistemas de gestão na área da saúde, nos quais o paciente pode ter todos seus exames armazenados na nuvem.

O evento ocorrerá no auditório da Comparex, localizado na Rua Arizona, 1366, conjunto 32, no bairro do Brooklin, em São Paulo. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3468-0500. As inscrições devem ser feiras no aqui.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

Mercado farmacêutico



Correios atenderão dentro de farmácias e drogarias

A fim de ampliar rede de atendimento, empresa vai lançar novo canal de atendimento, no modelo “loja dentro de loja”.

Para expandir sua rede de atendimento sem precisar investir na abertura de novas agências, os correios vão lançar um novo canal de atendimento. É o Correios Aqui, balcão que será instalado dentro de estabelecimentos comerciais como farmácias, lojas e mercados a partir de março próximo. Serão 27 cidades contempladas na primeira etapa do projeto, em Goiás foram escolhidas Águas Lindas, Anápolis e Aparecida de Goiânia.

Os Correios já lançaram FAQ com as perguntas e respostas mais frequentes, orientado os interessados:

http://www2.correios.com.br/hotsites/correiosaqui/

Fonte: SINCOFARMA e Correios


Palavras-chave , , ,
Mercado farmacêutico



Laboratórios nacionais dominam vendas de medicamentos no Brasil

mercado farmaceutico calculo

(Texto atualizado em 11/03/2019 às 02:17 pm)

Os laboratórios nacionais têm abocanhado fatia crescente nas vendas de medicamentos no varejo farmacêutico e hoje já fornecem mais de dois terços do volume comercializado no país. Em receita, a participação das farmacêuticas brasileiras também é superior à das multinacionais, mas menor do que a presença em unidades: 58%, ante 67%.

É o que mostra uma extensa análise produzida pela Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac), com base em dados da consultoria IMS Health relativos ao desempenho do varejo farmacêutico de janeiro a setembro deste ano. Nesse intervalo, as vendas de medicamentos nas farmácias brasileiras cresceram 12,4%, para R$ 37 bilhões. Em número de doses, a alta foi de 4,9%, a 109 bilhões.

Leia mais ›


Palavras-chave , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica



Três medicamentos têm lotes suspensos e interditados

suspensos anvisa medicamentos

(Texto atualizado em 11/03/2019 às 02:15 pm)

A Anvisa publicou nesta segunda-feira (26/2) a suspensão de dois lotes de medicamentos e a interdição cautelar de um terceiro produto. Todos os casos foram motivados pelos resultados insatisfatórios identificados no controle de qualidade dos produtos.

 Somaflex

Foi determinada a suspensão do lote 917278 do medicamento Somaflex (diclofenaco sódico) 100mg, comprimido revestido, fabricado pela empresa EMS. Sigma Pharma Ltda. Conforme Laudo de Análise Fiscal emitido pelo Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo, o lote 917278, com validade 11/2018, apresentou resultado insatisfatório para a análise de aspecto.

O Somaflex e o Unasyn tiveram um lote suspenso cada. O genérico Cloridrato de Propranolol sofreu interdição cautelar também em um lote.

Leia mais ›


Palavras-chave , , , , ,
ANVISA



SP pode punir fabricante sem logística reversa

(Texto atualizado em 11/03/2019 às 01:46 pm)

A partir de hoje começa a valer em São Paulo uma regra que pune empresas instaladas no Estado que não tenham apresentado ao governo um plano com informações detalhadas para a coleta do lixo resultante de seus produtos ou embalagens, bem como a destinação correta desses itens. Entre as penalidades, está o bloqueio da licença ambiental para companhias que não tenham o chamado programa de logística reversa.

Além disso, a empresas irregular será alvo de penas progressivas: começando por advertência, passando por multa e embargo, chegando à suspensão das atividades.

Os setores empresariais atingidos por esse regulamento são os mais diversos – fabricantes de alimentos, bebidas, produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, produtos de limpeza e afins, e de tintas imobiliárias; óleo lubrificante automotivo e embalagens plásticas; baterias automotivas; pilhas e baterias portáteis; lâmpadas; pneus; agrotóxicos; óleo comestível; filtro de óleo lubrificante automotivo; produtos eletroeletrônicos de uso doméstico; medicamentos. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Legislação e regulamentações



Liminar permite hospital cobrar margem em medicamentos

(Texto atualizado em 11/03/2019 às 01:39 pm)

Hospitais paulistas obtiveram uma liminar no último dia 8 contra uma resolução da Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) que impedia a cobrança de margem sobre remédios usados em tratamentos.

O texto, de abril deste ano, proíbe que os estabelecimentos ofertem os itens por um preço superior ao da compra.

A decisão provisória da 25ª Vara Federal considera válidos os argumentos das entidades que propuseram a ação, entre eles o de que a resolução fere a livre iniciativa, até que a União apresente contrapontos.

Trata-se de uma proposta já ventilada anteriormente, mas que só se concretizou agora, segundo Yussif Ali Mere Jr., presidente da Fehoesp (federação do setor de São Paulo), uma das partes na ação. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Legislação e regulamentações



Produção de medicamentos no Brasil

producao medicamentos fiocruz

(Texto atualizado em 11/03/2019 às 01:36 pm)

“Os estudos prospectivos de futuro são fundamentais para que possamos perceber as lacunas que representam oportunidades e necessidades de investimento na produção de medicamentos”. A afirmação é da sanitarista Vera Lúcia Pepe, pesquisadora do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz). Nesta entrevista, a colaboradora da rede Brasil Saúde Amanhã ressalta a importância da abordagem de longo prazo na definição de prioridades para o setor produtivo nacional. “Uma vez identificada a lista de produtos prioritários para o Sistema Único de Saúde (SUS), o passo seguinte é definir como essas carências serão superadas. E isso pode ocorrer por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), do desenvolvimento de outras apresentações farmacêuticas para fórmulas que já são produzidas, mas não alcançam a totalidade da população, ou ainda pela produção de genéricos, caso as patentes estejam em vias de expirar”, defende. Leia mais ›


Palavras-chave ,
Indústria farmacêutica



Dia da Vacinação: 17/10

(Texto atualizado em 11/03/2019 às 02:22 pm)


No dia 17 de outubro, comemora-se o Dia Nacional de Vacinação. Nos últimos anos, o Brasil teve grandes avanços no campo da imunização. Segundo o Ministério da Saúde, são 300 milhões de doses das vacinas incluídas no Calendário Nacional. Entretanto, as notícias veiculadas na grande imprensa nos últimos meses têm causado apreensão às autoridades públicas de saúde, ao meio farmacêutico e à própria população.

Em agosto, a GSK divulgou um comunicado informando que doenças eliminadas ou com baixa circulação no Brasil, como sarampo, difteria e poliomielite, voltam a ser motivo de preocupação. De acordo com o Ministério da Saúde, as baixas coberturas vacinais, principalmente em crianças menores de cinco anos de idade, acenderam um alerta no País. Diversas vacinas estão disponíveis gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas o alcance está abaixo do recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Leia mais ›


Palavras-chave ,
Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico



Fila na ANVISA para importação é reduzida pela metade

A Anvisa reduziu o passivo de pedidos de análise para licença de importação (LI) referentes a produtos para a saúde, alimentos, cosméticos e saneantes. De acordo com o órgão, o número de processos que aguardavam o início da avaliação técnica caiu de 13.905 para 6.868, em setembro deste ano. Isso representa uma queda de 50,6%, afirma a Gerência Geral de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados (GGPAF) da Anvisa.

Os dados referem-se ao passivo de petições de LI existente até o dia 19 de setembro, comparado com as informações do dia 20 de setembro — data que marca o início da adoção da estratégia da gestão de risco, estabelecida pela Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 228, de maio deste ano. Portanto, o balanço refere-se a antes e depois da adoção dessa medida. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico, ANVISA



Varejo farma deve fechar 2018 com crescimento de 6,6%


Joscimara Eller Wamser, gerente de Relacionamento de Provedores da Informação da Close-Up International

Dados recentes da Close-Up International, referentes ao período MAT 06/18, mostram que o varejo farmacêutico vai crescer apenas um dígito em 2018, na casa dos 6,6% em reais com desconto, diferentemente dos últimos anos, em que o desempenho passou dos 10%. Apesar disso, segundo a gerente de Relacionamento de Provedores da Informação da Close-Up International, Joscimara Eller Wamser, ainda é um resultado bom, considerando principalmente o fraco crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que deve se limitar a 1,44%, de acordo com previsões do mercado financeiro. Em entrevista à Revista da Farmácia, Joscimara diz que “melhorias na gestão e na organização dos processos, ao longo do tempo, vão fazer a diferença no negócio”. Leia a seguir.

Leia mais ›


Palavras-chave , , ,
Mercado farmacêutico



Governo concede patente do Sofosbuvir e barra genérico mais barato

sovaldi sofosbuvir hepatite c

(Texto atualizado em 22/02/2019 às 02:11 pm)

A empresa farmacêutica norte-americana Gilead obteve decisão favorável relacionada a um pedido de patente do medicamento Sofosbuvir no Brasil. A solicitação foi deferida ontem (18) pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi). O remédio vem revolucionando o tratamento da hepatite C, contribuindo para a cura de muitos pacientes e reduzindo a demanda pelo transplante de fígado.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), através do Instituto Farmanguinhos, anunciou em abril ter firmado parcerias para fabricar uma versão genérica nacional do remédio que seria adotada no Sistema Único de Saúde (SUS). Na ocasião, a expectativa era de que ela estivesse disponível até o final deste ano, ajudando assim a erradicação a hepatite C no país. Porém, com a decisão do Inpi, a Gilead terá exclusividade para a produção do mediamento e monopólio da sua comercialização no Brasil.

Em nota, a Fiocruz afirmou que recebeu com surpresa a notícia do deferimento do pedido de patente e que não houve exposição das justificativas técnicas. A fundação avalia que o pedido não apresenta os requisitos de novidade e atividade inventiva. Também não teria sido apresentada a descrição de invenção de modo que um técnico consiga reproduzir o medicamento reivindicado. Tal descrição é um dos critérios que devem ser observados para a concessão de patente.

 

Repercussão

O Ministério da Saúde informou que, oficialmente, ainda não teve ciência da decisão do Inpi. Pelos cálculos da pasta, o preço de cada tratamento de hepatite C, que dura 84 dias, ficaria em pouco mais de R$ 5 mil usando o medicamento nacional. Comprando o remédio dos laboratórios privados, o custo por paciente já chegou ao patamar de US$ 84 mil.

A organização humanitária Médicos Sem Fronteiras também emitiu nota lamentando a decisão do Inpi e avaliou que ela limita o acesso à cura da hepatite C. Segundo a entidade, há quase 700 mil pessoas com a doença no Brasil e havia argumentos sólidos, baseados no interesse público, para negar a concessão da patente. “Atualmente, a Gilead cobra cerca de US$ 4,2 mil por tratamento contra a doença. Em contraste, nos projetos em 13 países onde trata a doença, a Médicos Sem Fronteiras adquire medicamentos genéricos da mesma qualidade dos remédios de marca ao preço de US$ 120”, registra o texto.

Nos cálculos realizados pela organização humanitária, a adoção da versão nacional do remédio pelo SUS levaria a uma economia superior a R$1 bilhão por ano. Ela defende que o governo federal avance no licenciamento compulsório do Sofosbuvir, permitindo a produção por outras empresas e barateando o remédio.

A Rede Brasileira Pela Integração dos Povos, através do seu Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual, anunciou que vai entrar com recursos contra a patente. A rede é composta por diversas organizações, entre elas a Médicos Sem Fronteiras e a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (Abia).

“Esse é um medicamento que salva vidas e não deve haver um monopólio sobre ele. Não podemos ficar nas mãos da ganância de uma transnacional que irá fixar altos preços. O Inpe fez uma escolha e colocou em risco um projeto de eliminação da hepatite C no Brasil”, disse Pedro Villardi, coordenador do grupo de trabalho.

Em nota, o Inpi informou que deferiu a patente para uma molécula intermediária para a síntese do Sofosbuvir e afirmou que se baseou nos critérios técnicos previstos na Lei da Propriedade Industrial, assim como em todos os demais exames que realiza. O órgão esclarece ainda que cada país tem independência para atender ou não os pedidos e decisões semelhantes em favor da Gilead ocorreram na África do Sul, Colômbia, Estados Unidos, Índia, Japão e Rússia, e ainda no Escritório Europeu de Patentes.

“A Lei prevê que a invenção, para ser patenteada, deve ter novidade (ser nova no mundo todo), atividade inventiva (não ser óbvia para um técnico no assunto) e aplicação industrial (ser passível de fabricação). O parecer definitivo publicado nesta terça-feira foi elaborado após as manifestações de terceiros (13 no total, incluindo empresas, órgãos de governo e entidades da sociedade civil), dois pareceres do Inpi, contra-argumentações e ajustes do solicitante. O processo seguiu todas as etapas e prazos previstos na Lei”, acrescenta a nota. A Agência Brasil também tentou, sem sucesso, contato com a Gilead.

Fonte: EBC – Fiocruz

 

Legislação e regulamentações



Erro: dados bancários não preenchidos até o momento

Uma recente alteração nos sistemas do programa Aqui Tem Farmácia Popular tem ocasionado problemas e impedido a realização de vendas pelo convênio.

A mensagem de erro varia conforme o sistema utilizado para autorizar as vendas, porém o conteúdo da mensagem que é exibida como retorno ao tentar vender remete a atualização dos dados bancários no cadastro do Farmácia Popular. Veja na íntegra umas das mensagens encontradas:

“Identificamos que os dados bancários do seu estabelecimento não foram preenchidos até o momento. Favor atualizá-los o mais breve possível acessando o cadastro da Farmácia no Menu DADOS CADASTRAIS.”

Outra mensagem, no caso, “O sistema apresentou um problema interno, tente novamente.” também é exibida dentro do portal de produção do programa. Cada sistema poderá exibir o aviso de uma forma diferente, alguns na íntegra conforme publicado acima, outros em partes incompletas.

Conforme orienta o aviso, para solucionar a questão, é necessário acessar o portal do Farmácia Popular e realizar a atualização dos dados da empresa. Caso encontre dificuldades para a correção do problema, estamos a disposição para auxiliar: envie uma mensagem agora, deixe seu telefone para receber nosso contato ou ligue para (48) 3733-7690.


Palavras-chave , , , ,
Farmácia Popular



Lotes do medicamento oncológico Sutent foram falsificados

alerta medicamento

(Texto atualizado em 18/02/2019 às 04:25 pm)

Em resolução publicada nesta segunda-feira (5/3) no Diário Oficial da União (DOU), a Anvisa proibiu 11 lotes falsificados do medicamento oncológico Sutent® na embalagem com 28 cápsulas de 50 mg. São falsificados os lotes 746EE, 747EE, 748EE, 190EE, 045AA, 191EE, 189EE, 985EE, 986EE, 987EE e 749EE.

A denúncia sobre a fraude foi levada à Anvisa pelo fabricante do produto, o Laboratório Pfizer Ltda. Nesta segunda-feira (Hoje?), por meio da Resolução (RE) 512/18, a Anvisa determina que sejam apreendidos e inutilizados os lotes falsificados.

O medicamento oncológico Sutent® (malato de sunitinibe) é comercializado em diferentes dosagens, cápsulas de 12,5 mg, 25 mg ou 50 mg, em embalagens com 28 cápsulas. A fraude detectada pela indústria que detém o registro, a Pfizer, foi produzida contra a apresentação de 50 mg.

O Sutent® (malato de sunitinibe) é indicado para o tratamento de um tipo de câncer gastrintestinal, o tumor estromal gastrintestinal, para câncer metastático de células renais avançado e no tratamento de tumores neuroendócrinos pancreáticos não ressecáveis.

Fonte: Anvisa

Mercado farmacêutico



Convênio Bayer Para Você poderá bloquear farmácias

Comunicado importante do laboratório Bayer sobre o aceite do novo termo de uso e regras do convênio Bayer para Você. Todos os credenciados ao convênio da Bayer deverão aceitar os novos termos, sob risco de serem bloqueados no sistema de vendas e não conseguirem mais realizar nenhuma operação no programa.

Confira na íntegra abaixo: Leia mais ›


Palavras-chave , , ,
Mercado farmacêutico



Ministério Público Federal obtém condenação de farmácia e gerentes por fraudes na prestação de serviços da Farmácia Popular

O MPF obteve vitória na ação de improbidade administrativa ajuizada contra o estabelecimento farmacêutico “Drogaria Vida e Saúde” do Município de Jacutinga/RS e seus proprietários em razão de fraudes praticadas na execução do Programa Farmácia Popular, custeada com recursos oriundos do Governo Federal.

A ação civil foi ajuizada com base em investigação realizada pelo Ministério Público Federal, com auxílio do Serviço de Auditoria do SUS no Rio Grande do Sul (SEAUD/RS), na qual foram identificadas diversas irregularidades no funcionamento do estabelecimento em relação à venda e controle dos medicamentos custeados pelo Programa Federal.

A auditoria realizada pela SEAUD identificou irregularidades na confecção dos cupons fiscais de venda dos medicamentos, nos receituários médicos retidos, no controle do estoque e nos registros de liberação dos medicamentos, resultando em divergências significativas entre os valores transferidos pelo Governo Federal à empresa e o que fora, comprovadamente, comercializado à conta da Farmácia Popular. O trabalho resultou, à época, no desligamento administrativo da empresa do Programa Federal e na obrigação de restituir ao SUS a quantia superior a R$ 190 mil. Leia mais ›


Palavras-chave , , , ,
Farmácia Popular



Seja bem-vindo(a) ao blog da M2Farma.

Neste espaço reunimos notícias sobre assuntos regulatórios e o varejo farmacêutico.

Nosso trabalho é facilitar a burocracia técnica, saiba mais.

Siga-nos:

📫 Receba por e-mail

Receba as últimas notícias sobre varejo farmacêutico, ANVISA, Farmácia Popular e Convênios PBM direto no seu e-mail:





📬 Receba as últimas notícias sobre o varejo farmacêutico, Farmácia Popular, ANVISA, convênios PBM e mais: