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Câncer de próstata: aprovado novo tratamento

(Texto atualizado em 11/07/2019 às 03:14 pm)

Remédio para hipertensão aumenta risco de câncer, alerta AnvisaPacientes com câncer de próstata contam com mais uma opção para o tratamento deste tipo de neoplasia. A Anvisa aprovou, nesta segunda-feira (15/10), o registro do medicamento Erleada (apalutamida), que será comercializado na forma farmacêutica de comprimido revestido, na concentração de 60 mg. A detentora do registro no Brasil é a empresa Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda.

O novo medicamento, com dose de 240 mg (quatro comprimidos revestidos de 60 mg), em combinação com terapia de privação androgênica (castração medicamentosa ou cirúrgica), é indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de próstata não-metastático resistente à castração (NM-CRPC).

O câncer de próstata é uma neoplasia caracterizada pelo crescimento da glândula prostática, que acomete primariamente a população idosa. Entre os tipos de neoplasias mais comuns nos homens, o câncer de próstata ocupa a segunda posição (atrás apenas dos tumores de pele não melanomas), com estimativa de 68,2 mil casos novos em 2018.

Risco controlado

No caso específico de câncer de próstata resistente à castração inicial (CRPC), exames de imagem podem não apresentar nenhuma evidência de doença na fase metastática, sendo, então, denominado câncer de próstata não-metastático resistente à castração (NM-CRPC). No entanto, homens com a doença neste cenário têm um risco significativo para o desenvolvimento de metástases. Daí a necessidade do uso de medicamentos que ajudem no controle da doença.

Estudos clínicos

Como subsídio para o registro do medicamento Erleada® (apalutamida), a empresa Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. apresentou, como pesquisa principal, um estudo (Fase III) que comparou o uso do medicamento em 806 pacientes em relação aos resultados obtidos com um placebo tomado por 401 participantes da pesquisa, todos portadores de NM-CRPC, que já estavam recebendo a terapia padrão de privação androgênica. De acordo com a empresa, os resultados mostraram que a apalutamida foi bem tolerada, com toxicidades que eram em sua maioria de baixo grau e manejáveis.

 


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Mercado farmacêutico





Merck Brasil adota novo modelo de comunicação visual

Merck Brasil adota novo modelo de comunicação visual- Guia da Farmácia

(Texto atualizado em 25/06/2019 às 09:58 am)

Em 2018, a Merck – empresa alemã líder mundial em ciência e tecnologia – celebrou seus 350 anos com um novo website. Mais otimizado, responsivo e com conteúdo adaptado para SEO, o site faz parte da nova linguagem da empresa que está mais emocional e vibrante. Um processo que começou em outubro de 2015 com o lançamento de um novo branding desenvolvido com a agência Future Brand que tem como mote central “ciência e tecnologia vibrantes” e inspirado nas formas e cores vistas a partir das lentes do microscópio.  “O novo site ajuda aproximar nossa imagem da identidade corajosa, ousada e vibrante já consolidada internamente”, explica head de comunicação corporativa da Merck Brasil, Erica Smith.

No www.merck.com.br o internauta poderá visualizar a essência curiosa da empresa e ver o DNA da Merck, representado em pesquisas e produtos que refletem a descoberta de novos medicamentos e tecnologias que ajudam a criar, melhorar e prolongar a vida. “Curiosidade é o mote da campanha mundial e o combustível da Merck para encontrar respostas para perguntas ainda não feitas ao progresso humano”, conclui Erica. Os conteúdos de Curiosidade podem ser encontrados no canal global e local de Facebook da Merck e também no Hub de Curiosidade.

Nova estrutura

No Brasil, as mudanças começaram nos ambientes internos com escritórios abertos – no formato open office -, sem salas com divisões hierárquicas. A diversidade é um tema levado a sério com adesão da empresa no Pacto para a Empoderamento das Mulheres, firmado em 2017, com a organização das Nações Unidas para igualdade de gênero no setor privado.

No escritório em São Paulo, passaram a ser adotados o uso de roupas casuais todos os dias; uma sala de descompressão com puffs confortáveis e jogos disponíveis a quem desejar sair da mesa de trabalho para se divertir; uma copa com frutas frescas para os funcionários todos os dias; e sessões de shiatsu semanais para os colaboradores.

Fonte: Merck


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Indústria farmacêutica





Novo tratamento para diabetes pode descartar uso de insulina

(Texto atualizado em 21/06/2019 às 10:30 am)

Um novo estudo mostrou que estimular o crescimento de uma nova membrana mucosa intestinal pode ajudar a controlar o diabetes tipo 2

Pesquisadores holandeses podem ter descoberto uma maneira de pôr fim às injeções diárias de insulina utilizadas pelos pacientes que sofrem com diabetes tipo 2. A equipe do Centro Médico Universitário de Amsterdã, na Holanda, descobriu que destruir a membrana mucosa do intestino delgado para que uma nova se desenvolva pode estabilizar os níveis de açúcar no sangue dos diabéticos.

“Devido a esse tratamento, o uso de insulina pode ser adiado ou talvez evitado. Isso é promissor”, disse Jacques Bergman, professor de gastroenterologia da UMC, à emissora holandesa Nederlandse Omroep Stichting. Além de dispensar injeções de insulina, o tratamento pode diminuir os riscos de doenças cardiovasculares, insuficiência renal, cegueira e dormência nas mãos e nos pés.

Os cientistas acreditam que o efeito é resultado de uma possível relação entre a absorção de nutrientes pelo intestino e o desenvolvimento de resistência à insulina em indivíduos com diabetes tipo 2. O estudo revelou ainda que um ano após o procedimento, 90% dos pacientes continuaram apresentando estabilidade da doença.

De acordo com os pesquisadores, o procedimento – que dura uma hora – envolve a inserção de um tubo com um pequeno balão na extremidade pela boca do paciente. O tubo chega no intestino delgado, onde o balão é inflado com água quente e a membrana mucosa é queimada pelo calor. A nova membrana – capaz de controlar os níveis glicêmicos dos diabéticos – se regenera em cerca de duas semanas, promovendo uma melhora significativa na saúde do paciente.

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Mercado farmacêutico





Novo genérico aprovado: cloridrato de oxicodona

genericos medicamentos

(Texto atualizado em 09/01/2019 às 03:14 pm)

A Anvisa concedeu registro ao primeiro medicamento genérico de cloridrato de oxicodona, que será comercializado na forma de comprimido revestido. O produto tem liberação prolongada no organismo e é indicado para o tratamento de dores moderadas a severas, quando for necessária a administração contínua de um analgésico, 24 horas por dia, por um período de tempo prolongado. A detentora do registro é a Zodiac Produtos Farmacêuticos S/A.

A disponibilização de um medicamento genérico no mercado significa uma nova opção de tratamento a um custo mais acessível, uma vez que esses produtos chegam ao consumidor com um preço menor, sendo, no mínimo, 35% mais baratos do que os de referência. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, Legislação e regulamentações, ANVISA





Aprovado novo medicamento para leucemia mieloide aguda

rydapt midostaurin novartis

(Texto atualizado em 09/01/2019 às 03:12 pm)

Foi aprovado o registro para o RYDAPT, produto que deverá ser usado em associação com tratamento de quimioterapia.

A Anvisa aprovou o registro de um novo medicamento sintético para o tratamento de leucemia mieloide aguda (LMA). O produto é o RYDAPT (Midostaurina), que será comercializado na forma farmacêutica de cápsula mole, com concentração de 25 mg. O uso deste medicamento deverá ser combinado com tratamento por quimioterapia, conforme indicação médica.

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Legislação e regulamentações, ANVISA





Atrofia AME: requerido registro de medicamento novo

O pedido de avaliação do Spinraza (nusinersena) foi protocolizado na Anvisa nesta terça-feira (02/05/2017). A Agência já avalia dossiê apresentado para registro do produto.

A empresa Biogen Brasil Produtos Farmacêuticos Ltda protocolizou, nesta terça-feira (02/05/2017), o pedido para avaliação do Spinraza (nusinersena). O medicamento sintético novo é indicado para o tratamento da Atrofia Muscular Espinhal (AME).

A Anvisa está tratando o tema com celeridade e já avalia o dossiê de tecnologia farmacêutica, um dos documentos necessários para o registro do produto. Leia mais ›


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ANVISA





Certificado de AFE da ANVISA: você conhece?

(Texto atualizado em 10/05/2017 às 11:13 am)

Recentemente a Anvisa criou um novo documento chamado Certificado de Autorização de Funcionamento de Empresa (Certificado de AFE). A M2Farma traz para você esclarecimentos sobre a questão:

O que é o Certificado de  AFE – Autorização de Funcionamento?

O Certificado de Autorização de Funcionamento (Certificado de AFE) é um documento emitido pela Anvisa que comprova que a empresa está autorizada a exercer as atividades descritas no certificado. Nele, constam o número da autorização da empresa e seu endereço. Leia mais ›


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ANVISA





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