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Missão técnica da Abrafarma analisa varejo de Israel e Itália

Missão técnica da Abrafarma analisa varejo de Israel e Itália

Cerca de 40 executivos do varejo farmacêutico nacional, conduzidos pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), protagonizaram uma imersão pelos mercados de Israel e Itália entre os dias 1º e 10 de novembro. A Missão Técnica Internacional promovida pela entidade teve a proposta de assimilar transformações do setor na era digital, de modo a ampliar a interação entre lojas físicas e o consumidor.

A primeira parada foi na capital israelense Tel-Aviv, que concentra o terceiro maior número de startups do mundo – 8 mil a todo – e representa um berço de inovações em tecnologias para o ponto de venda. O grupo visitou não apenas estabelecimentos farmacêuticos, como também aceleradoras voltadas à saúde e ao bem-estar. A programação terminou em Milão, mercado aberto para as redes desde o ano passado e que passa por profundas mudanças como a entrada da inglesa Boots, que pretende abrir 70 unidades na cidade até o fim de 2019.

“A experiência que mais nos impressionou mesmo foi em Israel. Não esperávamos encontrar uma rede como a Super Pharm, com alto faturamento por loja, bons layouts e soluções como as de deliverye-commerce, programa de fidelidade com alta penetração e aplicativos com recomendações de saúde”, destacou Sergio Mena Barreto, CEO da Abrafarma.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Mercado farmacêutico





Os planos da RD para ir além do varejo farmacêutico

Guia da Farmácia

(Texto atualizado em 30/11/2020 às 02:57 pm)

A Raia Drogasil (RD) acredita que a digitalização e a maior conexão com os clientes são os principais planos para obter mais sucesso no varejo

O sucesso da RD (fusão entre a Droga Raia e a Drogasil realizada em 2011) está aliada a tradição com a visão de estar conectado com as mudanças do mercado e mais planos para continuar com o sucesso no varejo está por vir.

Depois de anos de expansão acelerada, com abertura de uma loja a cada dois dias, a companhia tem como maior desafio agora a jornada de digitalização do cliente, conforme destacou CEO da RD, Marcílio Pousada.

A companhia foi premiada como melhor empresa do setor de saúde no evento Melhores Empresas da Bolsa, do InfoMoney e do Stock Pickers, realizado dia 26 de novembro.

“O país está envelhecendo com uma velocidade mais rápida que os outros players do mundo, então é um mercado (farmacêutico) de crescimento histórico. Vai continuar crescendo com muita força, tenho certeza disso”, afirmou Pousada.

Consolidação e expansão

Nos últimos três anos da companhia, apontou o CEO, houve a consolidação do plano de expansão com o início de uma nova estratégia, que é de digitalizar o cliente e também estreitar o relacionamento que tem com ele.

Essa digitalização é um caminho que veio pra ficar. É a nova farmácia, além do cliente digital, com serviço de saúde na loja. A gente acha que tem um caminho muito importante que é ‘ressignificar’ a farmácia. Olhando sempre pra frente, onde o cliente quer estar”, destacou Pousada.

Mudanças com a pandemia

A pandemia do coronavírus mostrou que a empresa estava preparada, com os clientes aprovando usar a loja para fazer os testes de Covid-19, com cerca de 500 mil testes realizados.

Segundo o executivo, a RD começou a entender melhor o que é o cliente digital, com frequência de compra e consumo maior do que o cliente normal, principalmente porque ele entende que o aplicativo é nada mais nada menos do que uma extensão da loja que está na esquina da sua casa.

Sobre isso, Pousada aponta que 80% das entregas online, que é quase 7,5% das vendas, é feita pelas lojas, que também podem resolver eventuais problemas.

Desta forma, novo plano estratégico, definido pela companhia para um novo ciclo do mercado e com expectativa de conclusão até 2025, é baseado em três pilares:

1. Conceito de nova farmácia

2. Criação de marketplace

3. Plataforma integrada de saúde.

Assim, combina a capilaridade da companhia e a ampliação do leque de serviços para o consumidor, fazendo com que os pontos de vendas virem verdadeiros “hubs de saúde”.

Com relação ao primeiro pilar, o cliente, além de melhorar a sua experiência digital, também contará com serviços de vacinação, aferimento de pressão, medição de glicemia.

Conceito esperado

Apesar de ter o conceito de “nova farmácia”, parte da inspiração vem do passado, em que as drogarias ofereciam esse serviço. Já com o marketplace, a expectativa é de expansão do sortimento de produtos oferecidos para as vendas.

O terceiro pilar, por fim, é o que Pousada classificou como a construção de um “ecossistema de saúde”, com a criação de uma plataforma com serviços de telemedicina, aplicativos de monitoramento do sono e de cuidado com a saúde mental, entre outros.

“Isso faz com que a companhia ela cresça o mercado de atuação dela, a gente sai de um mercado que é do varejo farmacêutico para participar de um mercado da saúde integral do cliente. Então tem capacidade de geração de valor nessa vertente.”

Dessa maneira, Pousada conclui: “Vamos cuidar mais desse cliente, incitar mais nosso propósito e gerar mais valor para o crescimento futuro e para a perenidade do nosso negócio.Temos 40 milhões de clientes em 23 estados, então temos planos de cuidar da saúde das pessoas e da saúde dos negócios e do planeta”, complementa.

Suporte dos gerentes é importante para a RD obter planos significativos no varejo

Marcílio Pousada ressaltou a importância da criação de uma cultura forte de formar gerentes dentro da companhia.

Além disso, em caso de expansão para outras regiões ainda não exploradas pela companhia, é dado um suporte para que o gerente de uma operação se mude de um estado para outro sem perder suas referências, passando a cultura da empresa para os que serão os futuros gerentes da companhia.

Pessoas do Brasil inteiro vêm para a sede, temos centro de treinamento, esse é o jeito que a empresa tem de continuar”, afirma o CEO, ressaltando que a diversidade também está no pilar da companhia.

“É a cara do país, todo mundo tem a mesma oportunidade de crescer e isso vem acontecendo. (…) Este é o DNA da empresa, trazer essas pessoas é o que faz diferença e o que nos faz forte”.

Concorrência com a Amazon

A disputa por espaço sempre foi uma questão analisada de perto pelos especialistas de mercado para fazer projeções para o futuro das companhias do setor de varejo farmacêutica.

Com isso, a notícia de que a americana Amazon acaba de lançar a Amazon Pharmacy, farmácia digital dentro do site e aplicativo da gigante do e-commerce, que permite a compra de medicamentos tarjados e controlados, é observada com atenção pelos investidores, ainda que, a princípio, a iniciativa é válida somente para os Estados Unidos.

O CEO da RD afirma que qualquer player que entrar no mercado será bem-vindo, sendo mais um entrante, mas não acredita que a Amazon teria êxito logo de cara, apesar de ter suas competências.

Relação com os Players

“O negócio de farmácia é único em termos de capilaridade e de supply chain (gestão de cadeia logística).

É um supply chain diferente, com regulatório e que exige a entrega para o consumidor não no dia seguinte ou dois dias, é uma entrega em horas”, avalia Pousada.

Contudo, o executivo esclarece: “A gente tem essa capilaridade e o regulatório para entregar para o consumidor o produto correto no tempo certo. Vários players vão entrar, é um ramo de varejo bem complicado, o regulatório é imenso corretamente, temos três farmacêuticos por loja para poder operar das 7h às 11h”, avalia.

Para ele, no mercado brasileiro, com os players atuais, que possuem tradição e estão fazendo um bom trabalho no digital, a concorrência seria forte.

“Já competimos com todos os players digitais na perfumaria e acho que estamos indo bem”, avalia.

Fonte: Infomoney Foto:  Raia Drogasil


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Clínicas farmacêuticas movimentam varejo de farmácias

Clínicas farmacêuticas movimentam varejo de farmácias

Apesar das diferenças, o atendimento médico e o farmacêutico são complementares e sua união é muito importante para os pacientes. Mas afinal, qual a função de cada um? Quando um paciente apresenta algum sintoma de doença, é natural que recorra a um médico. Essa é a decisão mais acertada, visto que o profissional da medicina vai averiguar o diagnóstico do paciente, ou seja, descobrir o que ele tem através de testes e exames. Descoberto o problema, o médico passa um tratamento para recuperação do paciente. E é aí que entra o farmacêutico. O profissional vai acompanhar e orientar o paciente durante todo seu tratamento para que o mesmo alcance a recuperação seguindo os passos direcionados pelo médico.

O trabalho multidisciplinar é fundamental para plena saúde dos indivíduos, visto que o farmacêutico também pode contribuir com o tratamento, como explica a coordenadora farmacêutica de uma franquia de farmácias no estado da Paraíba, Michaelle Santos. “O serviço de atenção farmacêutica faz o acompanhamento farmacoterapêutico do paciente, verificando índices fisiológicos e bioquímicos para avaliar se o mesmo está realizando o tratamento de maneira adequada. Com esse apoio, o farmacêutico pode sugerir uma substituição de medicamento, caso não esteja fazendo efeito; uma mudança na dosagem, tudo isso visando a recuperação”, garante a coordenadora.

O presidente do Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB), Roberto Magliano, confirma a importância do trabalho conjunto. “Todas as profissões devem ter autonomia para atuar dentro de suas atribuições. A Farmacologia é uma grande e importante aliado para os médicos e não só para os médicos, mas para toda a população. Eles têm fundamental importância na dispensação dos fármacos, no controle de qualidade, na posologia, concentrações. Então o CRM vê com muito bons olhos essa parceria”, destacou o presidente.


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Varejo farmacêutico registra R$ 1,09 bilhão de lucro líquido em 2019

(Texto atualizado em 26/08/2020 às 04:37 pm)

mercado farmaceutico

Margem de 2019 tem ligeira queda em relação ao ano anterior, mas Ebitda cresce e confirma eficiência operacional do setor.

As 26 maiores redes do varejo farmacêutico nacional, filiadas à Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), registraram um lucro líquido de R$ 1,09 bilhão, já descontada a provisão do Imposto de Renda. O valor correspondeu a uma margem de 2,04% sobre as vendas brutas, percentual ligeiramente inferior aos 2,34% de 2018. No entanto, o Ebitda passou de 5,70% para 6,46%.

Ainda de acordo com o levantamento, compilado pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA-USP), as vendas brutas aumentaram 8,9% e contabilizaram R$ 53,70 bilhões.

O custo de mercadoria, que antes equivalia a 67,56% desse montante, caiu para 67,16%. Em contrapartida, os impostos e contribuições diretas saltaram de R$ 1,7 bilhão para R$ 1,9 bilhão, enquanto as despesas operacionais chegaram a R$ 14 bilhões, contra R$ 12,9 bilhões de 2018.

“Por estar vinculada ao controle de preços de medicamentos pelo governo, a indústria farmacêutica pode ter diminuído a margem de negociações de custos com o varejo. Os números das grandes farmácias e drogarias, porém, vêm demonstrando uma sólida eficiência operacional e continua focado em novos investimentos”, argumenta Sergio Mena Barreto, CEO da Abrafarma. “O setor conseguiu adequar seus valores e estruturas e, com essa decisão, garantiu a retenção dos consumidores e a manutenção dos indicadores positivos de vendas”, acrescenta.

CATEGORIA

RESULTADO 2019

Vendas brutas

R$ 53.701.157.192,52

Custo de mercadoria

R$ 36.068.193.899,70

Despesas operacionais

R$ 14.016.219.272,61

Impostos e contribuições

R$ 1.960.335.413,43

Resultado Operacional

R$ 2.264.614.146,46

Lucro antes da provisão do IR

R$ 1.227.184.972,77

Lucro após a provisão do IR

R$ 1.094.662.159,97

Margem de lucro

2,04%

* Fonte: FIA-USP


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Academia NC Talks no desenvolvimento para o varejo farmacêutico

Academia NC Talks promove primeiro evento de desenvolvimento para o varejo farmacêutico

(Texto atualizado em 03/08/2020 às 11:26 am)

A EMS com o apoio da EMS Genéricos e Gerovital, promove no mercado farmacêutico brasileiro um projeto inovador, grandioso, inédito e exclusivo, a Academia NC.  Dentro dessa plataforma que está sendo elaborada, há a Academia NC Talks, que tem por objetivo realizar um evento on-line por semana, para desenvolvimento do varejo farmacêutico, com convidados especiais e apresentação de Pedro Dias. O primeiro grande evento já tem data marcada e será nos dias 03 e 04 de agosto, às 20h00. O convidado do dia 03 de agosto será o presidente da Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar), Edison Tamascia, que vai abordar o tema: A farmácia do futuro e as tendências do varejo farmacêutico.

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Impactos do Covid-19 no varejo farmacêutico

Impactos do Covid-19 no varejo farmacêutico

A pandemia da Covid-19 ainda não tem prazo para acabar e muitas são as dúvidas sobre os legados, impactos e mudanças que esse cenário deixará para o varejo. De acordo com o IQVIA, a taxa de crescimento de casos e mortes da Covid-19 na América Latina é a mais alta do mundo e isso influencia os hábitos de compra das pessoas.

De acordo com o diretor da Consumer Health Business Unit da IQVIA, Rodrigo Kurata, a pandemia terá forte impacto negativo na economia global, sendo maior que a média na América Latina e no Brasil.

Na contramão, o mercado farmacêutico brasileiro segue crescendo dois dígitos. No canal varejo, abril e maio apresentaram semanas mais fracas que março, porém, dentro da normalidade, e um comportamento semelhante é observado na quantidade de prescrições.

Além disso, a prévia para maio, no canal varejo, é de uma pequena retração em R$ PPP, que pode ter sido influenciada devido a antecipação de feriados. Já no varejo farma, medicamentos de prescrição seguem com volumes crescentes apesar da pandemia. No geral, medicamentos mais acessíveis têm crescido, desempenhando melhor em abril.

Já na categoria de Medicamentos Isentos de Prescrição (MIPs), onde o crescimento foi maior em março, já se nota uma retração. Contudo, no e-commerce todos os segmentos continuaram crescendo em abril, especialmente as categorias de autosserviço.

Os lançamentos desaceleraram em março e abril. No varejo, OTC aparenta sofrer maior impacto em meio à crise.

Impactos e legados da Covid-19

De acordo com o diretor geral da Latam, Benoit Descamps, cinco fatores moldarão o novo comportamento do consumidor: mobilidade, alteração na vida social, excesso de informação, fatores emocionais e rotina diária alterada, assim, gerando novas decisões e, consequentemente, um novo comportamento.

“Com o passar da crise, motivações contextuais irão desaparecer, mas sabemos que alguns dos novos comportamentos irão perdurar, bem como outros devem voltar ao status-quo”, pontuou Descamps.

“Acredito que alguns dos legados da Covid-19 serão: a digitalização da jornada do paciente, o ‘clique e retire’ para serviços farmacêuticos e o teleatendimento farmacêutico”, pontuou o coordenador do programa de Assistência Farmacêutica Avançada da Abrafarma, Cassyano Correr.

O tema foi abordado na 3ª edição do workshop on-line do Retail Farma Brasil.

Fonte: Guia da Farmácia Foto: Shutterstock


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Novo Executivo Reforçará Expansão da Profarma no Segmento do Varejo

Após adquirir nos últimos quatro anos as redes Drogasmil, Farmalife e Tamoio, no Rio de Janeiro, e Rosário, no Centro-Oeste, a Profarma decidiu reforçar sua estrutura no segmento de varejo, contratando o executivo João Curvello. Profissional experiente no segmento de varejo e no setor farmacêutico, o novo contratado ocupará o recém-criado cargo de Diretor de Expansão d1000 Varejo Farma. Leia mais ›


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Farmácias e lojas de vestuário têm maiores margens do varejo

Farmácias-e-lojas-vestuário-maiores-margens-varejoMesmo com o maior número de vendas o segmento não registrou a melhor remuneração aos seus funcionários.

Dentre os setores do varejo, a maior margem de comercialização é a do setor de produtos farmacêuticos e tecidos, vestuário e calçados. Não são, porém, os ramos que pagam os melhores salários aos seus empregados.

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TOP 10 – Os dez maiores grupos e redes do varejo farma, por volume de vendas

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Farmácia Walmart ocupa terceiro lugar entre as maiores

No ranking abaixo estão posicionadas as maiores empresas, redes e grupos do canal varejista farmacêutico, de todo o mundo.

TOP 10 – Maiores grupos e redes varejistas Farmacêuticos, por volume de vendas.

Veja a lista:

1 – Walgreens

2 – CVS Caremark

3 – Walmart

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Top 100: As cem maiores redes de farmácia do mundo em número de lojas

(Texto atualizado em 30/09/2017 às 06:05 pm)

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Farmácia Drive Thru da Rite Aid nos Estados Unidos, a terceira maior rede do mundo.

Top 100 do mercado farmacêutico Mundial


As maiores redes de farmácia do mundo

Pesquisa americana aponta o top 100 das maiores redes de farmácia do mundo, por número de lojas.

À nível de comparação, em 2012, o mercado farmacêutico no Brasil faturou R$ 25 bilhões de reais equivalente a U$ 10 bilhões de dólares.

A gigante Walgreens, com 7.530 lojas, cinco vezes maior que a BrasilPharma, vendeu sozinha 4 vezes mais que todo o nosso varejo farmacêutico brasileiro.

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Loja 24 horas da rede CVS nos EUA

Ranking mundial das 100 maiores redes e grupos de farmácias:

1 – Walgreens Leia mais ›


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A Imunidade das Farmácias

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Todos os setores da economia global estão suscetíveis as variações abruptas impostas pelos períodos de crise financeira mas também duramente pela política econômica de seu país. Na contra mão do país um setor parece despontar como grande oportunidade de negócio. O Brasil viveu um período de considerável redução em sua taxa de juros, sendo que em Julho de 2011 registrava 12,50% e percorreu até Outubro de 2012 uma queda que apresentou a menor taxa recente fixada em 7,25% pelo Copom, Comitê de Política Monetária. Depois disto a taxa manteve-se estável por 5 meses quando apresentou movimento crescente, sendo que em Agosto de 2013 a taxa atingiu 9,00% enquanto o Banco Central Europeu (BCE) mantém sua taxa em apenas 0,50% e nos EUA (Federal Reserve) em 0,25%. o Brasil é atualmente um dos países com maior taxa de juros oficial em todos os continentes.

Ao mesmo tempo, o Brasil enfrenta sérias dificuldades com sua balança comercial onde não consegue manter uma posição confortável de superávit no seu fluxo cambial. Em Dezembro de 2012 foram US$ 6,75 bilhões retirados do Brasil além do valor que registrou entrada no mesmo mês. Este ano, vivemos um período consecutivo de grandes saídas onde no trimestre de Junho, Julho e Agosto houve a perda total de US$ 9,9 bilhões, sendo que, apenas no mês de Agosto, foram US$ 5,850 bilhões deixando o país além da soma que foi aportada na economia nacional; sendo o pior resultado de um mês de Agosto nos últimos 15 anos. Em resumo, o Brasil esta perdendo dinheiro. Leia mais ›


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