Variação de preço supera 2.200%

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A diferença de preços entre os medicamentos genéricos pode chegar a 2.258,82% nas farmácias de Campinas. Já entre os medicamentos de referência, a maior variação pode atingir 79,23%.

Estas foram as maiores diferenças entre medicamentos da mesma formulação e mesmo fabricante encontradas na pesquisa do Procon de Campinas em nove farmácias de grande movimento, nos dias 22 e 23 do mês passado.
Vale destacar que a pesquisa não considerou o desconto vinculado ao Programa Farmácia Popular. Outro critério adotado na pesquisa foi utilizar como preço o valor com desconto máximo para o cliente, independentemente da exigência de cadastro do consumidor. O Procon considerou como cliente comum aquele que não possui nenhuma condição especial (aposentado, empresas, planos conveniados, etc.).

A maior diferença de preço encontrada na pesquisa foi com o Hidroclorotiazida de 25mg, caixa de 30 comprimidos. O mesmo medicamento foi encontrado por R$ 4,01 em um estabelecimento e por R$ 0,17 em outro, diferença de 2.258,82%. Entre os medicamentos de referência, a maior diferença foi com o Amoxil (Amoxicilina) de 500mg, caixa de 21 cápsulas. O preço mais alto encontrado foi de R$ 74,49 e o menor, R$ 41,56.
Nas nove farmácias de Campinas pesquisadas, foram consultados 58 medicamentos (31 de referência e 27 de genérico). A sondagem buscou também o percentual de abastecimento e o número de itens, por estabelecimento, com preços menores ou iguais aos preços médios praticados.
O estudo apontou que, na média, os genéricos são 57,04% mais baratos que os de medicamentos de referência. “É uma diferença grande, o que pode representar uma economia significativa para o bolso do consumidor. Por tal razão é essencial pesquisar preços entre laboratórios e estabelecimentos”, destacou a diretora do Procon de Campinas, Yara Pupo.
Yara orientou o consumidor a consultar a lista de Preços Máximos (PMC) dos medicamentos disponível no site da Anvisa  antes de proceder a uma pesquisa de preços. Os dados da pesquisa do Procon Campinas podem ser consultados na página do site do órgão.
A diretora lembrou que a pesquisa foi realizada em parceria com a Fundação Procon-SP e que o objetivo foi de esclarecer o público. “Os resultados da pesquisa Procon não poderão ser utilizados para fins publicitários”, finalizou.

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