Prescrições eletrônicas serão aceitas pelas farmácias brasileiras

PRESCRIÇÃO ELETRÔNICA

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se manifestou favorável à utilização de assinatura digital em receituários de medicamentos que contenham substâncias da Lista C1 e C5 e dos adendos das Listas A1, A2 e B1 da Portaria SVS/MS n° 344/98, bem como para a prescrição de medicamentos antimicrobianos.

A aceitação das receitas eletrônicas, inclusive de alguns medicamentos controlados pelas farmácias brasileiras, é um marco para todo o setor.  “A partir de agora, receitas legíveis e acessáveis contribuirão para aumentar a segurança ao processo de prescrição/dispensação”, declara Walter da Silva Jorge João, presidente do CFF.

Em 10 de dezembro de 2019, representantes da Anvisa participaram de uma das reuniões do Grupo Interinstitucional de Trabalho (GIT) de Farmácia Digital, do CFF, durante a qual foram debatidos temas relacionados a prescrição eletrônica de medicamentos controlados. “Na ocasião, dialogamos sobre o conteúdo da Nota Técnica em elaboração e a mesma foi enviada, por e-mail, no dia 18 de dezembro, para a Gerência de Produtos Controlados”, detalha a vice-coordenadora do GIT e assessora da presidência do CFF, Josélia Frade. Durante a reunião, também foram apresentadas experiências com prescrição eletrônica.

No final de janeiro (30/01), representantes do GIT estiveram na Anvisa e prosseguiram com a discussão sobre o tema em questão. No dia 20 de fevereiro de 2020, a Anvisa encaminha ao CFF o Ofício nº 7/2020 que responde a consulta realizada pela instituição informando sobre a possibilidade de utilização de assinatura digital, em receituários de medicamentos sujeitos a controle especial.

A Anvisa destaca não haver restrição à utilização de receitas assinadas digitalmente para os medicamentos antimicrobianos  e para substâncias da Lista C1 e C5 e dos adendos das Listas A1, A2 e B1 da Portaria SVS/MS n° 344/98. Todas as receitas digitais, para serem válidas, deverão estar assinadas digitalmente usando a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras (ICP-Brasil).

O coordenador do GIT/Farmácia Digital do CFF, Eugênio Zimmer Neves, destaca que será preparado um material informativo para esclarecer sobre as formas de proceder durante a recepção, validação, dispensação e guarda das prescrições eletrônicas.

Para o presidente do CFF, os farmacêuticos precisam se empenhar muito nas iniciativas de transformação digital da saúde. “No GIT/Farmácia Digital temos contado com a participação de muitas instituições, permitindo um diálogo muito enriquecedor para a profissão. Para fazer gestão em saúde e prestar serviços é cada vez mais necessário ter padrões definidos que permitam troca de  informações. Os farmacêuticos brasileiros estão e estarão empenhados em tornar os tratamentos ainda mais seguros e efetivos por meio da aplicação das tecnologias”.

Veja o posicionamento recebido pelo CFF, da Gerência-Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (GGMON) sobre a possibilidade de assinatura digital em receituários de medicamentos sujeitos controle especial.

Fonte: Comunicação do CFF

O Manual ONA das Organizações Prestadoras de Serviços de Saúde, em sua Versão 2018, trouxe inúmeros requisitos novos aplicáveis às subseções de Atendimento ao Cliente, em especial à Assistência Farmacêutica, que precisam ser incorporados pelas organizações de saúde (que já estão Acreditadas ou buscam pela Acreditação).

Conhecer quais são as ações e a serem implementadas pela equipe assistencial e da Farmácia/Almoxarifado é primordial para que a organização esteja alinhada ao que será exigido nos próximos 4 anos de vigência desta versão do manual.

O profissional que investir em sua capacitação em relação a este tema será considerado referência em sua organização, pois terá o conhecimento do significado de cada requisito e o que é exigido nas visitas de avaliação em relação à Internação.


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TCU encontra problemas no Programa Farmácia Popular do Brasil

O problema mais encontrado é a não comprovação da aquisição ou existência em estoque dos medicamentos dispensados no âmbito do programa. Ao todo, 59 farmácias foram condenadas a devolver R$ 15,5 milhões aos cofres da saúde pública federal

Em 2020, o Tribunal de Contas da União (TCU) condenou 59 empresas por irregularidades no Programa Farmácia Popular do Brasil. Criado pela Lei 10.858/2004 e regulamentado pelo Decreto 5.090/2004, o objetivo do programa é oferecer à população acesso a medicamentos considerados essenciais. O cumprimento dessa meta constitui uma das principais diretrizes da Política Nacional de Assistência Farmacêutica.

Em 2006, por meio da Portaria 491, o Ministério da Saúde expandiu o Programa para utilizar a rede já instalada do comércio varejista de produtos farmacêuticos, o qual recebeu o nome de “Aqui Tem Farmácia Popular”.

A participação das farmácias privadas no Programa Farmácia Popular do Brasil se dá por meio de adesão, e as farmácias e drogarias que pretendem participar devem atender aos critérios previstos nas Portarias que o regulamentam. A participação não constitui uma obrigatoriedade aos estabelecimentos farmacêuticos, mas, sim, uma manifestação de vontade, com celebração de convênio entre o estabelecimento e o Ministério da Saúde.

As farmácias e drogarias privadas que aderem ao programa fornecem aos cidadãos, de forma gratuita, medicamentos para o tratamento de hipertensão, diabetes e asma. Além destes, são disponibilizados, com até 90% de desconto, medicamentos para rinite, dislipidemia, doença de Parkinson, osteoporose, glaucoma, anticoncepcionais e fraldas geriátricas.

Após a inserção dos dados da venda no sistema informatizado disponibilizado pelo Ministério da Saúde, este calcula automaticamente o valor que será pago e o valor remanescente, que, se existir, deverá ser pago pelo cliente, no momento da compra. O Ministério da Saúde repassa às farmácias e drogarias os valores correspondentes no mês seguinte.

O TCU detectou diversas irregularidades nos pagamentos e condenou os estabelecimentos farmacêuticos a ressarcir os cofres do Fundo Nacional de Saúde. A irregularidade mais comum é a não comprovação da aquisição ou existência em estoque dos medicamentos dispensados no âmbito do programa.

Sem que sejam apresentadas as notas fiscais que comprovem a aquisição dos medicamentos que foram registrados no sistema como tendo sido dispensados, não é possível atestar sua existência e, por conseguinte, que ele tenha sido, de fato, entregue ao beneficiário do Programa, o que possibilita a ocorrência da fraude denominada “venda fantasma”, simulação de venda que visa gerar o pagamento indevido pelo Ministério da Saúde.

Dessa forma, para comprovar que a venda efetivamente ocorreu, a farmácia deveria comprovar a existência prévia, em estoque, dos medicamentos vendidos, não podendo, inclusive, apresentar nota fiscal de aquisição de medicamentos com código de barras diferente do informado no momento da venda.

Outras irregularidades constantemente praticadas são: dispensa de medicamentos em nome de funcionários/responsáveis do estabelecimento e registro de dispensa de medicamentos em nome de pessoas falecidas.

No total, os 59 estabelecimentos farmacêuticos deverão devolver aos cofres federais da saúde o total de R$ 15,5 milhões (valor ainda sem correção e sem juros), solidariamente aos seus administradores. Além da obrigação de devolver o dinheiro aos cofres públicos, as empresas e seus administradores receberam pesadas multas pelas práticas irregulares.

O TCU investiga, ainda, a ocorrência de irregularidades semelhantes em outras 74 empresas, com valor total de dano ao erário estimado em mais R$ 19 milhões.

Não só pelo caráter punitivo das condenações, mas também pelo aspecto pedagógico, a atuação do TCU nesses casos sinaliza, para as demais empresas participantes e para a sociedade em geral, a importância de se tratar o dinheiro público com responsabilidade. E aponta para o Ministério da Saúde, gestor do programa, que medidas mitigadoras de risco de danos ao erário devem estar sempre em evolução.

Fonte: Link

Erros e problemas, Farmácia Popular



Mielite transversa aguda

(Texto atualizado em 17/05/2021 às 02:31 pm)

Geralmente, os sintomas da mielite transversa aguda começam de repente, com dor nas costas e um aperto como se fosse uma faixa em volta da área afetada do corpo (como tórax ou abdômen). As pessoas com esse transtorno também podem ter dor na cabeça ou no pescoço.

Em algumas horas, até alguns dias, formigamento, torpor e fraqueza muscular se desenvolvem nos pés e sobem. A micção fica difícil, embora algumas pessoas sintam uma necessidade urgente de urinar (urgente). Os sintomas podem se agravar no espaço de vários dias e podem se tornar graves, dando lugar a paralisia, perda da sensibilidade e perda do controle dos intestinos e da bexiga.

O grau de invalidez depende da localização (nível) da inflamação da medula espinhal e da sua gravidade.


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Farmacêutica decide pedir à Anvisa autorização para testes da fase 3 de vacina indiana

Farmacêutica decide pedir à Anvisa autorização para testes da fase 3 de vacina indiana

Na semana passada, a Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (Abcvac) assinou contrato com a Precisa Medicamentos de intermediação das suas associadas para a aquisição de 5 milhões de doses da Covaxin.

Assim, cerca de 300 clínicas associadas à ABCVAC poderão firmar acordos individuais com a representante da Bharat Biotech no Brasil para a compra de doses.

Para conseguir a aprovação da Anvisa para uso emergencial de alguma vacina, o laboratório precisa ter feito testes da fase 3 no Brasil.

A Covaxin é produzida na Índia pela Bharat Biotech e no dia 3 de janeiro, teve aprovado seu uso emergencial.

Além disso, no mesmo dia, a Abcvac informou que começou a negociar com o laboratório indiano a compra das 5 milhões de doses para clínicas particulares vinculadas à associação.

Estudos

Os primeiros estudos clínicos com a Covaxin na Índia, mostraram que o imunizante não gera efeitos colaterais graves e produz anticorpos para a Covid-19.

A saber, a aprovação do uso emergencial no país ocorreu, entretanto, antes da conclusão da fase 3 de testes.

Em 12 de janeiro, a Precisa afirmou então, que a Bharat Biotech produz quantidades separadas de vacinas para os setores público e privado.

Isso significa, então, que, de acordo com a empresa, que a destinação de parte da produção para venda privada não afetaria a disponibilidade para o setor público.

O presidente Jair Bolsonaro disse que o governo federal não vai “criar problema” para clínicas privadas comprarem doses de vacinas contra a Covid-19.

Indiana Bharat Biotech vai fornecer a vacina Covaxin para o Brasil

Fonte: G1

Foto: Shutterstock


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Como montar um tabloide de ofertas para sua farmácia

Como montar um tabloide de ofertas para sua farmácia

(Texto atualizado em 13/05/2021 às 04:02 pm)

Você provavelmente conhece alguma pessoa próxima que adora levar para casa o “jornalzinho” da farmácia. Ou talvez semanalmente recebe o impresso do supermercado local com as ofertas da semana. Estou certo? Bem, o tabloide de ofertas continua tendo seu valor para o varejo.

Com a estratégia certa, o tabloide de ofertas continua sendo uma boa ferramenta de comunicação com os consumidores. Apesar de não ser uma novidade, o tabloide é o método muito utilizado pelos varejistas para divulgação dos produtos. Continuei a leitura e veja como fazer desse material um aliado poderoso para as vendas da sua farmácia. Confira!

Por que tabloide de ofertas ainda funciona nas farmácias?

Muitas pessoas, principalmente as de idade avançada, são da vanguarda dos periódicos. A tradicional comunicação por escrito em jornais e revistas sempre foram seus canais de informação.

Além disso esse público não domina completamente as tecnologias dos Smartphones ou páginas de internet. O fato é que o tabloide para essas pessoas costuma ser o primeiro local para a comparação de preços dos medicamentos.

“As pessoas da vanguarda ainda confiam mais na informação palpável do que digital”

O material impresso não deve ser visto como algo “retrô” pela sua farmácia ou drogaria. Muito pelo contrário. Apesar do comércio online estar se expandindo no Brasil, a experiência off-line permanece expressiva. Nesse tipo de publicidade palpável o marketing sensorial têm suas vantagens.

A média de idade dos consumidores que detêm realmente o poder de compra, mostra que esse perfil de público segue uma linha mais conservadora. Para essas pessoas a comparação de preços e busca de boas ofertas é feita manualmente. Claro que, com o tempo, isso vai se tornar mais raro à medida que a democratização da tecnologia e divisão de renda se acentuem.

Apesar de haverem pessoas comparando os preços pela internet com o produto vendido na loja física, esse novo hábito, por hora, não atingiu os todos os consumidores.

E mesmo que o futuro possa reservar uma extinção (talvez utópica) do impresso, ainda sim é possível implementar o tabloide de ofertas digitalmente. Ou seja, o tabloide de ofertas continuará a ser um canal direto da farmácia com o seu consumidor.

É caro produzir um tabloide para a farmácia?

Toda ação de marketing deve ser muito bem pensada. Investir recursos simplesmente sem um objetivo claro certamente vai te fazer perder dinheiro. Dito isso, para ter o melhor custo benefício com o tabloide simplesmente não tente reinventar a roda!

Existem muitos laboratórios da indústria e distribuidores interessados em patrocinar o tabloide da farmácia. Em troca os produtos dessas empresas têm maior destaque. Eles inclusive já costumam ter todo o material pronto, com imagens dos produtos, design definido, já preparado para ser impresso com o logo da farmácia.

Apesar da vantagem de não ter que investir recurso próprio, o tabloide fica condicionado a quem está realmente pagando. Isto é, você terá pouca influência nos produtos em destaque. Uma alternativa é negociar somente uma página ou espaço de maior visibilidade, dividindo assim os custos de produção. Então cabe analisar o quão isso é vantajoso para a farmácia conforme seu objetivo.

Aqui vai uma ressalva importante: Caso for imprimir o seu próprio tabloide de ofertas, não terceirize a produção para os colaboradores da farmácia. Acontece que muitos donos de farmácia ao invés de contratarem uma empresa especializada (com profissionais de design, redatores e publicitários) tentam economizar dinheiro fazendo toda a parte criativa por conta própria.

Entretanto, seguindo alguns conceitos básicos e contratando uma gráfica para a impressão final, é possível sim ter sua própria produção exclusiva do tabloide de ofertas.

Como fazer um tabloide de ofertas

#1 Tamanho

Se sua farmácia ainda não produziu nenhum tabloide, comece com apenas uma folha. Faça uma pequena tiragem e colha os feedbacks dos consumidores. Assim que tiver mais experiência e resultados de vendas comece a publicar mais páginas.

Tabloides com tiragem regular geralmente não passam de 4 páginas. Caso seja uma edição especial, com uma data comemorativa ou o próprio aniversário da farmácia, podem ser impressos até 12 páginas.

#2 Formato

As dimensões mais comuns utilizadas pelas gráficas para impressão de tabloides de oferta são:

  • 20,5cm x 27,5cm (tipo magazine);
  • 27,5cm x 41cm (tipo germânico);
  • 27,5cm x 31cm (convencional).
formatos de papel - Guia completo: Como montar um tabloide de ofertas de sucesso para a farmácia
Formatos de papel

#3 Material

O tipo de material que será impresso o tabloide de ofertas conta muito. Ter um impresso que boa qualidade passa uma impressão positiva para os consumidores. As opções do mercado recomendadas para o tabloide são:

  • Papel Offset;
  • Papel Reciclado;
  • Papel Couché.

Cada um tem suas características e preços, que varia muito conforme a tiragem encomendada para a gráfica. É recomendado você sentir cada material e colocar na balança seus prós e contras.

#4 Capa do tabloide

  • O design deve ser pensado conforme a temática do tabloide (dia da mulher, férias, verão, etc);
  • Na capa tenha um espaço de destaque para o nome e logo da farmácia, geralmente na parte superior;
  • Evite colocar muito texto, quando menos melhor;
  • Tenha chamadas para ação, isto é, títulos que chamem atenção do consumidor;
  • As chamadas (os títulos) devem ser bem pensadas. Elas vão ter o papel de atiçar a curiosidade do consumidor para ver as ofertas.
  • Evite colocar muitos produtos, quanto menor o espaço entre eles mais a sensação de poluição terá seu tabloide;
  • Coloque uma breve descrição dos produtos, informando nome, quantidade e preço;
  • A capa deve ter as ofertas mais agressivas da sua estratégia de preços;
  • No rodapé informe os telefones de contato da farmácia, endereço e informações pertinentes (datas da oferta, filiais participantes, regras, etc);
  • Reserve um lugar (geralmente nas laterais e na vertical) para o número da tiragem e os avisos e advertências obrigatórios por lei.

Confira o modelo de tabloide para capa:

analise de tabloide para farmacia - Guia completo: Como montar um tabloide de ofertas de sucesso para a farmácia
Exemplo de Tabloide de Ofertas

#5 Páginas

Um tabloide ideal não costuma ter muitos produtos por página. Para tentar alguma economia as farmácias podem pensar que quanto mais produtos anunciados melhor. Errado.

Ao fazer isso o tabloide se torna uma espécie de classificado de jornal. O interesse visual diminui e muita informação deixa o consumidor confuso, despertando o desinteresse pela leitura.

O menos é mais! Ao invés de expor 20 ou 30 produtos por página, exponha no máximo 15 produtos com um tamanho razoável. Lembre-se que as pessoas tem que enxergar as imagens em fração de segundos quando estão passando pela rua.

Fique atento:

  • Verifique se o produto anunciado na página já não consta em outro local;
  • Não misture os produtos de categorias diferentes (produtos masculinos com femininos, por exemplo);
  • Prefira sempre dispor os produtos por ordem crescente de preço (do menor para o maior) conforme a leitura ocidental (da esquerda para a direita);
  • Respeite o design e diagramação definido para o tabloide (cores, fontes, tamanho dos títulos e descrições; margens);
  • Utilize imagens de alta qualidade dos produtos (evite imagens “pixelizadas”, isto é, que tem um limite de ampliação);
  • Tome o cuidado de verificar se o produto realmente consta em quantidades suficientes no estoque da farmácia antes de ser ofertado;

Veja o modelo de tabloide para folhas:

analise tabloide folhas - Guia completo: Como montar um tabloide de ofertas de sucesso para a farmácia
Exemplo de Folha para Tabloide de Ofertas

#6 Revisão

Erros de ortografia são inaceitáveis para uma publicação impressa. Imagine uma tiragem volumosa sair com erro grotesco da língua portuguesa. O que parece ser inofensivo pode vir a ser motivo de chacota entre os concorrentes e até mesmo se tonar um “meme” para os clientes mais tecnológicos. Não corra esse risco! Quando mais pessoas lerem com atenção os enunciados, menor a chance de passar algum erro desapercebido.

Além disso é fundamental revisar todos os preços anunciados. Até porque se um preço for impresso de forma errônea, a farmácia será obrigada a praticar o valor anunciado. De acordo com o Artigo 37 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), qualquer comunicação considerada equivocada poderá ser considerada publicidade enganosa, estando o estabelecimento sujeito a multas e processos judiciais.

Se por ventura o consumidor encontrar um preço no tabloide de ofertas inferior ao preço verdadeiro que está sendo comercializado, a farmácia é obrigada a vender pelo preço anunciado. Isso também vale para etiqueta de preço, preço na vitrine, ou qualquer outro meio de divulgação do preço.

Quais produtos podem ser anunciados?

Geralmente as farmácias utilizam o tabloide de ofertas para destacar os produtos correlatos, perfumaria e cosméticos. Obviamente esses produtos trazem maior margem de lucro, devido não possuírem PMC (Preço Máximo ao Consumidor) e também não terem regras mais rígidas de veiculação publicitária.

Já os medicamentos são considerados bens de saúde e dessa forma não podem ser submetidos a qualquer tipo de exposição publicitária. A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) permite apenas anúncios para os medicamentos OTC (Over The Counter – Em cima do balcão – em tradução livre).

Os medicamentos OTC (que ficam ao alcance das pessoas) são aqueles que não possuem tarja vermelha ou preta, e podem ser livremente dispensados sem prescrição médica.

Mesmos para esses medicamentos sem prescrição existem regras bem específicas para anunciar. A farmácia não pode por exemplo apresentar qualquer texto tendencioso que faça menção aos benefícios de cura do medicamento.

Por assim dizer, não é permitido explorar o benefício do medicamento no seu anúncio, prometendo cura da enfermidade (mesmo que o medicamento comprovadamente cumpra o prometido).

A publicidade dos não tarjados deve conter obrigatoriamente:

  • Nome comercial do medicamento;
  • Nome do princípio ativo;
  • Número do registro junto à ANVISA;
  • A indicação do medicamento;
  • A frase: “SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO”;

Além disso a propaganda deve mostrar uma das três advertências, de acordo com a sustância ativa ou efeito causado pelo medicamento:

Advertência se o medicamento apresentar sedação e/ou sonolência:

Exemplo: “(Nome comercial do produto) É UM MEDICAMENTO. DURANTE SEU USO, NÃO DIRIJA VEÍCULOS OU OPERE MÁQUINAS, POIS SUA AGILIDADE E ATENÇÃO PODEM ESTAR PREJUDICADAS.”

Advertência conforme à substância ativa do medicamento (determinação do Anexo III da RDC nº 96/2008):

Exemplo: “CÂNFORA: NÃO USE ESTE MEDICAMENTO EM CRIANÇAS MENORES DE DOIS ANOS DE IDADE.”

Advertência padrão:

Exemplo: “(nome comercial do medicamento, para medicamentos genéricos usar o nome do princípio ativo): É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA”.

Jamais faça do seu tabloide de ofertas uma revista de preço!

Imprimir a listagem com os preços considerados “normais” dos medicamentos vai minar a estratégia desse material impresso. O consumidordeixou a muito tempo de ser passivo, ou seja, apenas aceitar aquilo que é imposto. Hoje os consumidores que se sentem enganados tem voz ativa. Amplificam o seu descontentamento nas redes sociais.

Esse efeito é devastador para a marca do seu negócio. Então não vai funcionar muito bem você ter um layout bonito com produtos bem destacados e chamadas criativas, se de fato não existem bons preços anunciados. Como o próprio nome já indica, o tabloide é para ofertas! Não se trata de um catálogo de preços.

Qual a quantidade certa para impressão?

Esse número é variável. Se você estiver produzindo em conjunto com a indústria o número de tiragem terá que ser negociado. Caso a produção for própria dependerá do seu orçamento disponível. Não é só a quantidade de unidades que afeta o preço da impressão:

  • a qualidade, tamanho e o tipo de papel;
  • o número de páginas impressas;
  • quantidade de páginas coloridas;
  • acabamento do material;
  • se as páginas vão ser soltas, coladas ou grampeadas.

São características que alteram o valor final do material.

Se você for colocar o tabloide dentro da “sacolinha” junto com os medicamentos vendidos, utilize o sistema de gestão e automação da farmácia para extrair um relatório com a quantidade de vendas realizados no período. Esse número será o seu parâmetro de partida para a primeira tiragem.

Agora se desejar apenas expor o tabloide de ofertas na entrada da farmácia para os passantes na calçada, o recomendado é você fazer uma contagem por amostragem. Por exemplo, peça para um colaborador contar a quantidade de pessoas que passam na frente da farmácia nos horários de maior movimento. Para auxiliar nessa tarefa, use um aparelho de contagem, encontrado em lojas de utilidades.

contador de pessoas - Guia completo: Como montar um tabloide de ofertas de sucesso para a farmácia
Dispositivo para contagem

Após ter esse número de amostragem, multiplique pelos dias em que a farmácia ficará aberta durante o mês. Assim você terá uma estimativa para a primeira tiragem do tabloide. Para a segunda tiragem verifique sempre como foi a saída da primeira edição. Esse será seu principal parâmetro.

Também é possível levar o tabloide de ofertas até os domicílios das pessoas na região da sua farmácia. Nesta situação busque por dados demográficos que revelam a quantidade de moradores. Para esse cenário, você terá que investir um pouco mais na contratação de entregadores terceirizados.

Quanto tempo devo produzir uma nova edição?

O tempo para produzir uma nova edição do tabloide de oferta vai depender muito do seu objetivo e estoque de produtos. A ideia principal do impresso é atrair os consumidores para concretizarem compras na farmácia motivados pela oferta de preço abaixo do normal. Para isso seu estoque e equipe tem que estarem preparados!

Existem redes de farmácias que imprimem tiragens semanais, devido ao grande fluxo de consumo. Você já leu o seguinte aviso: “Promoção até DD/MM/AAAA ou enquanto durarem os estoques”? Outras optam por tiragens quinzenais ou mensais.

O período sazonal também rende edições especiais dos tabloides de ofertas, como:

Sempre destacando novos produtos relacionados com o tema. De novo: tudo depende da sua estratégia de marketing. Sempre fuja dos achismos. Busque informações no sistema de farmácia para justificar uma nova edição ou campanha publicitária.

“Mensurar os resultados é o caminho que traz respostas para continuar com o tabloide de ofertas

Fonte: Inovafarma


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Plantão de farmácia: tudo o que você precisa saber

Desde de 1973 o Plantão de Farmácia é obrigatório em todo o país. Com efeito, por lei, todas as cidades precisam possuir farmácias abertas 24 horas. A medida permite a aquisição de remédios a qualquer hora do dia. No entanto, essa lei pode funcionar de formas diferentes dependendo da região.

Dessa forma, você, farmacêutico ou proprietário de farmácias ou drogaria, deve entender o que a  Lei no 5.991 define. Assim, seu negócio estará cumprindo a o regimento e prestando o melhor serviço possível para a sociedade. Para tanto, continue lendo este artigo.

Os plantão de farmácia é obrigatório desde 1973. Entenda como essa lei é cumprida no país.
Desde de 1973, a lei brasileira obriga farmácias e drogarias a revezarem-se em plantões.

Nele, você encontrará informações seguras sobre esse dispositivo legal. Além disso, entenderá como funciona o plantão de farmácia em algumas regiões do país. Dessa maneira, você lerá sobre:

  • Como funciona o plantão de farmácia;
  • Plantão Farmacêutico no Estado do Rio de Janeiro;
  • Plantão de Farmácia na Grande São Paulo;
  • Obrigação de plantão farmacêutico no Distrito Federal;
  • Plantão de farmácia em Salvador (BA).

Plantão de Farmácia: tudo o que você precisa saber

A partir de dezembro de 1973 entrou em vigor a Lei 5991. Esse texto dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, e outras providências. Além de dar definições gerais sobre a atividade do setor, define como devem ocorrer os plantões em farmácias.

Desse modo, o trecho do texto que aborda esse tema é o artigo de número 56. Esse define que as farmácias são obrigadas a fazer plantão. No entanto, nem todos os estabelecimentos são obrigados a prestar esse serviço ao mesmo tempo. A lei, portanto, define de qual forma os plantões devem acontecer.

Assim, o artigo define que deve ser empregada uma política de rodízios. Dessa forma, todas as unidades de um mesmo município devem entrar em consenso a respeito dos dias que farão plantão. A ideia é que existam farmácias abertas ininterruptamente.

Entenda como a lei de plantões de farmácias funciona no Brasil.
Em todo o pais, farmácias e drogarias são obrigadas a atenderem o público por meio de escalas de rodízio.

Contudo, a lei não dispõe sobre a forma com a qual esse rodízio é feito. Essa responsabilidade é, pois, repassada a Estados, Distrito Federal, Territórios e Municípios. Cada uma dessas repartições controla o cumprimento da lei.

Dessa maneira, é comum que municípios ou estados diferentes adotem medidas distintas para manutenção desse rodízio. Você, proprietário de farmácias ou drogarias deve cumprir as definições criadas pela câmara de vereadores no seu município de atividade.

Assim, caso a câmara de vereadores não disponha sobre essa lei, você deve cumprir as definições do seu Estado de atuação. A seguir, entenda como a Lei 5991 é cumprida em algumas cidades e municípios:

Plantão de farmácia no Estado do Rio de Janeiro

No estado do Rio de Janeiro, o plantão de farmácia é previsto pela Lei nº 1562, de 09 de novembro de 1989. Além do rodízio, as farmácias em plantão devem manter sinais luminosos para indicar essa atividade. Os demais estabelecimentos devem manter o endereço das unidades em funcionamento afixados à porta.

A lei estadual do Rio de Janeiro obriga farmácias e drogarias a sinalizarem sua atividade de plantão com sinais luminosos.
No Rio da Janeiro, as farmácias em plantão devem, obrigatoriamente, indicar sua atividade por meio de sinais luminoso.

Ademais, a escala de rodízio é de responsabilidade do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária. Com efeito, esse órgão é uma subdivisão da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro.

Farmácia de plantão na grande São Paulo

Na capital de São Paulo, a escala de rodízio de plantão de farmácias é definida pela Secretaria de Saúde. O órgão deve criar o documento em consenso com o Sindicato de Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos (SINCOFARMA). Na cidade, as diretrizes para plantões estão descritas no decreto nº 28.058.

O sindicado dos farmacêutico da grande São Paulo é responsáveis por criar as escalas para cumprimento dos plantões.
Na grande São Paulo, o rodízio de farmácias em plantão é definido pelo sindicato local da classe.

SINCOFARMA divulga o calendário anual de rodízios em seu site. Ademais, as farmácias que não estão citadas na escala não poderão abrir suas portas nos momentos de rodízio.

Plantões farmacêuticos no Distrito Federal

O decreto nº 35.239, de 19 de março de 2014 define como devem ser os plantões no Distrito Federal. O documento define que, no mínimo, 10% das drogarias e farmácias precisam estar em plantão. O sindicado da classe é responsável por criar a escala. Após isso, a Secretaria Estadual de Saúde deve homologar esse documento.

Entenda como funciona a lei que regula os plantões farmacêuticos no Distrito Federal.
No Distrito Federal, no mínimo, 10% das farmácias devem permanecer em plantão.

Em localidades onde há apenas uma drogaria ou farmácia, essa deve seguir aberta ininterruptamente. Publica-se a escala anual no diário oficial todo mês de março.

Platão Obrigatório para farmácias e drogarias em Salvador

A lei nº 3410, de 07 de novembro de 1984 define como os plantão devem ocorrer na capital da Bahia. O documento define que a Secretaria Municipal de Saúde deve criar a escala. A cidade foi dividida em zonas para bem atender a população.

Desse modo, cada zona deve permanecer com, no mínimo, uma farmácia ou drogaria aberta. As demais devem manter-se com as portas fechadas e afixar cartazes com o endereço da farmácia ativa durante o plantão.

Entenda como funciona a lei que regula os plantões de farmácia em Salvador.
Em Salvador, a ordem dos rodízios são definidos pela Secretaria de Saúde da cidade.

Essas foram algumas das leis que definem o plantão de farmácias pelo Brasil.

Tem dúvidas sobre o cumprimento dessa determinação? Entre em contato com a nossa equipe clicando aqui. Estaremos prontos para te ajudar.


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Fiscais flagram a venda irregular de anticoncepcionais fracionados no centro de Imbituba

Uma farmácia localizada na área central de Imbituba foi flagrada na tarde desta sexta-feira (07) vendendo anticoncepcionais (Diminut e Cerazette) de forma fracionada. Esse tipo de medicamento, que já vem em caixa fechada com 63 comprimidos (três cartelas com 21 drágeas cada), não pode ser fracionável.

Veja também: Farmácia Itinerante levará medicamentos a diferentes regiões de São Sepé

Foram apreendidas 23 caixas violadas de anticoncepcionais. Isso significa que 1449 comprimidos estavam sendo vendidos de forma fracionada. Os fiscais fizeram um auto de intimação e determinaram o descarte imediato dos medicamentos.

A ação ocorreu durante uma inspeção, solicitada pelo próprio estabelecimento, para a liberação de alvará sanitário.

Segundo a Vigilância em Saúde, uma farmácia pode vender remédios fracionados, mas, não anticoncepcionais. Para que um estabelecimento possa vender medicamentos fracionáveis, é necessário seguir alguns pré-requisitos, tais como, a indicação do fabricante, o número de lote, a validade do produto e cada cartela precisa ter uma bula específica.

Em Imbituba, nenhuma drogaria está apta a vender, de forma fracionada, qualquer tipo de medicamento.

Fonte: Site Rádio 89 FM


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Marketing farmacêutico: o que é preciso para conquistar o público?

A crise econômica tem afetado vários segmentos do mercado, incluindo o de farmácias e o de drogarias. E, além desse problema, o aumento da concorrência vem forçando uma mudança de atitude por parte desses setores.

Cada vez mais, os gestores dessas áreas têm sentido a necessidade da implementação de estratégias de marketing farmacêutico mais eficazes para ajudar a maximizar as suas vendas. E você, sabe quais estratégias seriam adequadas para impulsionar o seu negócio?

Neste post, abordaremos algumas dicas para ajudá-lo a conquistar mais clientes e aumentar a sua fidelização. Fique de olho:

Por que preciso investir em marketing farmacêutico?

As ações de marketing farmacêutico são necessárias para que as farmácias e as drogarias consigam se comunicar com um público cada vez mais exigente.

Porém, esse segmento esbarra em algumas normas próprias para divulgação e para publicidade dos seus serviços.

A comunicação com o seu consumidor deve ser diferenciada, seguindo leis e decretos que determinam regras um pouco mais rígidas para o setor — afinal, ele lida com um bem bastante precioso: a saúde das pessoas.

Mas, neste post, não estamos falando de marketing voltado apenas para as vendas em si, mas sim de várias outras ações, como captação, retenção e fidelização de clientes.

A partir dessas ações, você poderá tomar outras decisões que nortearão o direcionamento de estratégias complementares.

O marketing farmacêutico pode contemplar ações que permeiam desde a análise e a escolha de um público-alvo até a comunicação e o ticket médio de cada cliente.

Como fazer marketing farmacêutico na minha empresa?

Faça marketing de relacionamento

Muitas empresas pecam por negligenciar o retorno que uma boa experiência do consumidor pode trazer para a marca.

Nesse sentido, o marketing de relacionamento funciona como uma das mais potentes ferramentas capazes de atrair e fidelizar clientes, tornando-os defensores da sua marca.

Você deve estar se perguntando: é complicado ou caro implementar esse tipo de marketing na minha empresa? Não. Você pode partir de pequenas atitudes que fazem toda a diferença, como:

  • crie um vínculo pessoal com o cliente: começar a chamá-lo pelo nome é um bom começo;
  • seja gentil, ouça e dialogue: mostre interesse pelo problema do cliente e se disponha a ajudá-lo;
  • procure manter o vínculo pós-venda;
  • mantenha uma base de dados dos clientes para felicitá-los em datas importantes;
  • ofereça brindes e benefícios;
  • trate o cliente como você gostaria de ser tratado.

Percebeu como simples atitudes podem ser altamente eficientes para conseguir manter um cliente fiel à sua farmácia ou à sua drogaria?

Invista no marketing de fidelização

Muitos pensam que só porque têm um pequeno estabelecimento não é preciso fazer marketing para fidelizar clientes. Ledo engano! Encantar o comprador e investir na sua fidelização é uma grande chance de aumentar o seu portfólio de clientes.

Criar programas de fidelização (um cartão, por exemplo), é ideal para oferecer descontos ou outras bonificações que deixem o cliente satisfeito. E todos sabem: cliente satisfeito é sinônimo de cliente fiel.

Aproveitando o gancho do marketing de relacionamento, você pode combinar as 2 estratégias e condicionar o cliente a fazer um cadastro para receber o cartão e os benefícios que ele oferece.

O fundamental é que o cliente perceba que, sempre que compra na sua farmácia ou na sua drogaria, ele é recompensado de alguma forma por ter dado preferência aos seus serviços.

Outros benefícios podem ser concedidos com intuito de fidelização, como:

  • serviços de delivery;
  • promoções personalizadas;
  • oferta de conteúdos informativos da área farmacêutica em blogs ou em redes sociais.

Segmente clientes com a geolocalização

Atualmente, várias empresas estão utilizando ferramentas de geolocalização como um instrumento de marketing para segmentar o seu público.

Essa é uma estratégia que torna possível encontrar e se conectar com o seu consumidor por meio de vários canais onde quer que ele esteja.

Como o marketing está sempre evoluindo, você também pode utilizar o geomarketing — uma estratégia de marketing que consiste em inteligência de localização, ou seja, você poderá seguir os passos do seu cliente para localizá-lo no lugar e na hora que achar melhor.

Faça parcerias com profissionais de saúde

Ninguém chega a lugar algum sozinho. Muitas vezes, buscar parcerias com outros profissionais da área de saúde pode ser uma saída barata e eficiente.

Podemos dizer que é um tipo de marketing boca a boca entre parceiros. Você indica um médico especialista, por exemplo, e ele indica a sua farmácia para os seus pacientes.

Faça uma troca: deixe os seus panfletos no consultório e, em contrapartida, você entrega o cartão do médico para os seus clientes. Simples assim.

Há outros meios de ampliar essa parceria com representantes ou com fornecedores de medicamentos e de outros produtos para a sua farmácia. Lembre-se: toda parceria é válida.

Além disso, vários médicos possuem blogs, onde eles publicam conteúdo. Um bom exemplo é o blog Dermatologia Capilar, da Doutora Amanda Gomes. Enviar conteúdo e fazer guest posts nestes blogs, pode ser uma ótima idéia.

Otimize a distribuição de produtos dentro da loja

Pode parecer bobo, mas a forma como os seus produtos estão dispostos nas prateleiras pode influenciar de maneira significativa o aumento do consumo.

Essa estratégia é fantástica, pois, segundo pesquisas, 85% das pessoas tomam sua decisão de compra somente no ponto de venda.

Você também pode fazer merchandising para incentivar o cliente a comprar mais do que ele pretendia quando entrou na sua drogaria. Você conhece o seu público-alvo e sabe o que é mais atraente para ele. Então, não perca a chance de encantá-lo.

Crie um blog

Hoje, ser inovador é o que diferencia os melhores dos piores. Não é porque você considera ter um negócio pequeno, por exemplo, que não pode ter um blog ou interagir nas redes sociais com os seus clientes.

Estudos mostram que mais de 72% dos usuários da internet sempre buscam por conteúdos relacionados à saúde antes mesmo de procurar um médico.

Com um blog bem otimizado, você pode fornecer essas informações para os seus clientes de forma clara e objetiva.

Busque entregar o melhor conteúdo e divulgue os seus produtos — de maneira sutil — para ajudar a solucionar o problema das pessoas.

Invista em vendas online

Não faz muito tempo que a forma de comunicação mudou e que a era digital fez com que o marketing tomasse novos rumos.

As empresas farmacêuticas precisam, urgentemente, adaptar os seus negócios a essa nova realidade. É hora de encarar a realidade digital não como uma inimiga, mas como uma aliada para lidar com o novo perfil de consumidores.

Por que não começar a investir em vendas online e fazer seu marketing farmacêutico nesse ambiente para alcançar mais clientes e potencializar as suas vendas? Esse pode ser o seu diferencial. Pense bem!

Gostou do tema deste post? Então leia este outro texto: “Como trabalhar com marketing digital? Ferramentas, cursos e dicas para quem está começando“.

Fonte: Rockcontent


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Dia Mundial do Rim traz alerta sobre o aumento das doenças renais

Dia Mundial do Rim traz alerta sobre o aumento das doenças renais

Mais de 13 milhões de brasileiros sofrem com algum problema renal

No Dia Mundial do Rim (12 de março) a Sociedade Internacional de Nefrologia, apoiada pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), lança a campanha de conscientização sobre a doença renal crônica “Saúde dos rins para todos. Ame seus rins. Dose sua creatinina”. Somente no Brasil, cerca de 13 milhões de pessoas sofrem com algum problema renal, um número duas vezes maior que há dez anos. De acordo com a SBN, 126 mil dos casos estão em estágio grave, no qual o paciente precisa de hemodiálise ou transplante. No mundo, estima-se que 850 milhões de pessoas tenham alguma doença renal.

Uma das principais dificuldades quando se fala em doenças renais é o diagnóstico nos estágios iniciais. Isso porque geralmente a função dos rins pode estar comprometida em cerca de 80% a 90% antes dos sintomas aparecerem.

Exames simples como a dosagem de creatinina e o parcial de urina, realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ajudam no diagnóstico ao indicar condições como insuficiência renal, infecção nos rins, desidratação e até mesmo problemas durante a gravidez.

Para a nefrologista, Dra. Juliana Leme, a necessidade do diagnóstico precoce é essencial. “Exames como dosagem de creatinina e parcial de urina precisam ser uma rotina. As doenças renais atingem pessoas de todas as idades, sem distinção. Os casos de câncer de rim, por exemplo, têm taxas altíssimas de mortalidade”, conta.

Dia mundial do rim

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA) cerca de 6,3 mil novos casos de câncer de rim foram diagnosticados em 2019 no Brasil – 3,8 mil em homens e 2,5 mil em mulheres. O perfil com maior risco de desenvolver alguma doença renal são aqueles com histórico familiar de hipertensão arterial, doença renal, diabetes, obesidade, que fumam, sedentárias ou que passaram dos 40 anos.

A adoção de hábitos saudáveis como ingestão frequente de água, dieta equilibrada, bem como o controle do tabagismo e o rastreio constante de doenças renais por meio de consultas médicas são as principais ferramentas no combate às doenças renais.

“O diagnóstico precoce pode salvar uma vida e a população precisa ser conscientizada sobre como as doenças renais são frequentes e como podem ser evitadas. Prevenção é tudo”, finaliza a médica.

Foto: Shutterstock

Fonte: SBN


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Escritório advocacia Farmácia Popular

Prestação de contas das farmácias que aderiram ao Programa Farmácia Popular

(Texto atualizado em 17/05/2021 às 02:08 pm)

Alguns processos e assuntos comuns à advocacia e advogado especializado em Farmácia Popular e programas e convenios de saúde:

PROCESSO ADMINISTRATIVO FP

I. A medida de suspensão temporária está prevista no art. 38, § 3º, da Portaria de Consolidação n.º 5/2017, que regulamenta o referido Programa social, e pode ser aplicada sempre que forem detectados indícios ou notícias de irregularidade.

MANDADO DE SEGURANÇA.

II. A permanência no Programa está vinculada à execução de uma política pública na área da saúde, que se reveste de discricionaridade, e qualquer atuação jurisdicional, nesse momento, configuraria ingerência indevida do Poder Judiciário, que não dispõe das informações técnicas necessárias à avaliação da repercussão sistêmica do provimento almejado.

PROGRAMA FARMÁCIA POPULAR.

III. Eventual prejuízo a terceiros decorrente da suspensão do credenciamento da agravante no Programa Farmácia Popular não lhe confere o direito vindicado. Ademais, não restou comprovada a alegada dificuldade de acesso da população a outros estabelecimentos congêneres, com risco à saúde dos moradores da região.

SUSPENSÃO DO CREDENCIAMENTO.

IV. Não restou demonstrado que a suspensão esteja causando prejuízos irreparáveis à atividade ou à reputação da empresa, que poderá continuar comercializando seus produtos no varejo.

PEDIDO DE REINSERÇÃO.

IV. Não restou demonstrado que a suspensão esteja causando prejuízos irreparáveis à atividade ou à reputação da empresa, que poderá continuar comercializando seus produtos no varejo.

INVIABILIDADE.

 INDÍCIOS DE IRREGULARIDADE. SUSPENSÃO DO ACESSO AO SISTEMA DATASUS. POSSIBILIDADE. MEDIDA ACAUTELATÓRIA. DURAÇÃO RAZOÁVEL DO PROCESSO. PROPORCIONALIDADE. FINALIDADE DA MEDIDA ACAUTELATÓRIA. MANUTENÇÃO INDEVIDA. 1. O art. 41 da Portaria GM/MS nº 971, de 15 de maio de 2012, permite a suspensão preventiva da conexão com os Sistemas DATASUS quando houver notícia de irregularidades na execução do Programa

INGERÊNCIA INDEVIDA DO PODER JUDICIÁRIO.

SUSPENSÃO. IRREGULARIDADES. ATO ADMINISTRATIVO. REALIZAÇÃO DE AUDITORIA. DURAÇÃO RAZOÁVEL DO PROCESSO. 1. Cinge-sea controvérsia a examinar a viabilidade do pleito autoral à análise da documentação apresentada sobre a incorporação empresarial da demandante, com o propósito de ver reconhecido seu direito ao restabelecimento da conexão ao Programa

CONTINUIDADE DA ATIVIDADE COMERCIAL.


Acórdão
Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, a Egrégia 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região decidiu, por unanimidade, negar provimento ao agravo de instrumento, nos termos da fundamentação, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

AGRAVO DE INSTRUMENTO. TUTELA DE URGÊNCIA. PROGRAMA

Farmácia Popular



Farmacêuticas aumentam preço de 600 medicamentos nos EUA

Farmacêuticas aumentam preço de 600 medicamentos nos EUA

(Texto atualizado em 10/05/2021 às 03:38 pm)

A pandemia da Covid-19 não inviabilizou o reajuste de preços dos medicamentos praticado pela indústria farmacêutica norte-americana. Apesar de mais baixos em comparação com anos anteriores, levantamento da plataforma de pesquisa de preços Good RX relacionou cerca de 600 medicamentos que apresentaram uma média de 4,2% de aumento nos valores. As informações são do portal Fierce Pharma.

A Pfizer elevou os preços de mais de 130 produtos no início do ano, variando de um salto de 0,22% para o antiarrítmico Norpace CR a um aumento de 5,14% para a vacina pneumocócica Prevnar 13 – a mais vendida do mundo. A Allergan, adquirida no ano passado pela AbbVie, aumentou os preços de mais de 30 remédios em 5%. A companhia também promoveu reajustes em percentuais abaixo de um dígito.

Já a Bristol Myers Squibb (BMS) ampliou os valores de 11 medicamentos, sendo que a maior alta foi de 6% para o anticoagulante Eliquis, produzido em parceria com a Pfizer. A GlaxoSmithKline (GSK) reajustou os preços de 31 itens – 7% para o imunizante voltado à herpes zoster Shingrix e 8,59% para a vacina combinada contra difteria, coqueluche e tétano.

As farmacêuticas AstraZeneca, Sanofi, Gilead Sciences e Bayer subiram os preços de mais de dez medicamentos, mas em percentuais abaixo de um dígito. Por outro lado, o reajuste na Teva Pharmaceutical Industries saltou 9% e englobou 16 fármacos. A maior elevação até agora neste ano vem da Vifor Pharma, com elevação de 14,58% do Venofer, usado no tratamento de anemia por deficiência de ferro.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Fiscalização nas farmácias de manipulação: Polícia Federal

Desde de 2019, a fiscalização nas farmácias de manipulação sofreu alterações. Assim, o setor responsável pelas mudanças foi a Polícia Federal.

Com efeito, esse órgão atua diretamente na fiscalização dos insumos e produtos manipulados. Dessa maneira, para evitar problemas legais é bom ficar atento.

Conheça que documentos são exigidos pela `Polícia Federal durante a fiscalização nas farmácias de manipulação
Farmácias de manipulação e a fiscalização da Polícia Federal

Assim, para auxiliar os farmacêuticos e empresários do setor, criamos este artigo. Destarte, nosso objetivo é discutir a respeito das exigências de uma fiscalização da Polícia Federal.

Dessa forma, seu negócio estará assegurado e livre de qualquer punição por erro ou descuido.

Para tanto, apresentaremos os documentos exigidos em uma fiscalização da PF. Além disso, trataremos sobre os produtos químicos controlados por esse órgão.

Fiscalização nas farmácias de manipulação: quais são as exigências da Polícia Federal?

A crise do Coronavírus movimentou e muito o setor das farmácias de manipulação no Brasil e no mundo.

Mormente, uma das principais mudanças foi a liberação para a fabricação de álcool em gel. Essa alteração foi imposta pela Anvisa e veio acatar a grande demanda pelo produto.

No mesmo período, a fiscalização nas farmácias de manipulação apresentou aumento considerável.

Com efeito, houveram muitas denúncias de cobranças exorbitantes no valor de produtos básicos como o próprio álcool em gel e até a cloroquina.

Em algumas farmácias de manipulação, o álcool em gel era vendido com acréscimo de 80% do valor. Dessa mesma forma, comprimidos de cloroquina passaram a custar quatro vezes o preço normal.

Entenda como funciona a fiscalização de farmácias de manipulação da polícia federal.
Como a polícia federal atua durante uma fiscalização de farmácias de manipulação.

Além disso, vale ressaltar que a cloroquina é essencial no tratamento de doenças como malária, amebíase, artrite reumatoide e entre outras.

Dessa forma, nunca foi tão importante estar pronto para uma eventual fiscalização da Polícia Federal.

Para tanto, é necessário estar de acordo com as resoluções impostas pela PF através da Portaria N° 240, de 12 de março de 2019. O documento descreve a documentação exigida e todos os trâmites da fiscalização.

A seguir, descreveremos toda a documentação exigida pela PF durante a fiscalização nas farmácias de manipulação.

Dessa forma, continue acompanhando este artigo para verificar se sua empresa incorreria em pendência documental em caso de fiscalização.

Fiscalização nas farmácias de manipulação: documentos exigidos pela Polícia Federal

A Portaria N° 240, de 12 de março de 2019, dispõe de procedimentos para o controle e a fiscalização. Além disso, define que produtos químicos estão sujeitos ao controle da Polícia Federal.

Conheça a lista de documentos exigidos durante a fiscalização das farmácias de manipulação.
Saiba que documentos são exigidos durante uma fiscalização da PF.

O capítulo I, artigo 2° dessa portaria define que documentos serão solicitados durante uma fiscalização da Polícia Federal. Dessa forma, acompanhe abaixo a lista:

Documentos exigidos em uma fiscalização de farmácia de manipulação (Polícia Federal):

  • Certificado de Registro Cadastral;
  • Certificado de Licença de Funcionamento;
  • Autorização Especial;
  • Mapas de Controle;
  • Notas fiscais, manifestos e outros documentos fiscais; e
  • Termo ou documento equivalente que comprove a destruição de produto químico.

Dessa lista, vale ressaltar os documentos Certificado de Registro Cadastral (CRC) e Certificado de Licença de Funcionamento (CLF). Polícia Federal é o órgão responsável pela emissão desses.

O CRC tem como função formalizar a aptidão da pessoa física ou jurídica para manipulação de produtos químicos controlados.

Por sua vez, o CLF é o documento de pessoa jurídica. Esse formaliza a  atividade não eventual de manipulação de produtos químicos sujeitos a controle e fiscalização.

Ambos são disponibilizados por via eletrônica para todo país.

A Portaria n° 240 define que o CLF é renovável anualmente. A não solicitação de renovação em tempo hábil implica no cancelamento automático da licença.

Além de conhecer os documentos exigidos em fiscalização nas farmácias de manipulação, é importante conhecer os produtos controlados.

Assim, continue lendo este artigo para saber que compostos químicos são de uso controlado pela Polícia Federal.

Produtos químicos controlados pela Polícia Federal

A lista de produtos químicos controlados pela Polícia Federal abrange quase toda a atividade das farmácias de manipulação.

Essa está, pois, no Diário Oficial da União – seção 1 – N° 50, quinta-feira, 14 de março de 2019 (ISSN 1677-7042), páginas 44 e 45.

Conheça que produtos químicos utilizados em farmácias de manipulação são controlados pela Polícia Federal .
Conheça que produtos químicos são fiscalizados pela Polícia Federal.

Os produtos químicos desta lista estão sujeitos a controle e fiscalização a partir de 1 grama ou 1 mililitro. Para esse fim, não se considera a concentração em que se encontram.

Ademais, produtos obtidos por importação, exportação ou reexportação estão submetidos às mesmas regras.

Tem dúvidas quanto a fiscalização nas farmácias de manipulação? Entre em contato com a nossa equipe clicando aqui!


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Novo teste diferencia Covid-19 das demais infecções respiratórias

Trabalhando continuamente em recursos inovadores, que auxiliem na pesquisa e diagnóstico na área da saúde, a QIAGEN – multinacional alemã especialista em tecnologia para testes moleculares – apresenta seu sistema de testes sindrômicos para pacientes respiratórios. O QIAstat-Dx é uma ferramenta laboratorial de testagem capaz de identificar e diferenciar uma série de patógenos simultaneamente, e identificar, inclusive, se o indivíduo está contaminado por mais de um agente infeccioso ao mesmo tempo.

Veja também: Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica alerta para o momento crítico da pesquisa clinica no…

‘O objetivo da QIAGEN é auxiliar, principalmente, no diagnóstico correto de doenças que apresentam sintomas parecidos. Essa ferramenta dará as diretrizes para a conduta médica mais adequada, ao eliminar as incertezas no tratamento, com o uso dos medicamentos corretos, proporcionando uma abordagem mais responsável em termos de administração e resistência aos antibióticos’, destaca Paulo Gropp, vice-presidente da QIAGEN na América Latina.

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Ao apresentar sintomas clínicos parecidos, como febre, tosse, dor de cabeça, entre outras, as doenças respiratórias impõem dificuldade ao diagnóstico baseado apenas na avaliação médica dos pacientes, consequentemente, ao tratamento mais adequado para combater determinada infecção. Por isso, a proposta do QIAstat-Dx é permitir a testagem de um painel respiratório do paciente, ao identificar qual dentre 22 principais agentes, entre bactérias e vírus, é o causador dos sintomas, incluindo o SARS-Cov-2, o novo coronavírus.

De acordo com o médico intensivista do Hospital das Clínicas, Daniel Joelsons, os testes sindrômicos são fundamentais, principalmente, para os profissionais que atuam na linha de frente da Covid-19. ‘Essas ferramentas são de extrema importância para concluirmos o diagnóstico do paciente. Caso a infecção seja por bactéria, já iniciamos a administração de antibióticos. Se o paciente estiver contaminado pelo novo coronavírus, providenciamos seu isolamento e tratamento adequado. Os testes sindrômicos facilitam o trabalho da equipe médica e reduzem os efeitos colaterais dos medicamentos desnecessários’, declara o especialista.

Voltado ao diagnóstico clínico e com registro ativo na ANVISA, o QIAstat-Dx realiza, de forma rápida e sem necessidade de manipulação, o diagnóstico direto de amostras de swab nasofaríngeo de pacientes com suspeita de infecção respiratória, e libera o resultado da análise em até uma hora. Sua tecnologia tem o potencial de diminuir o tempo de permanência do paciente no hospital, evitar internações desnecessárias e identificar pacientes que, dependendo da contaminação, precisam de isolamento ou demais medidas de controle da infecção.

‘A utilização da ferramenta oferece ganhos para o paciente, que recebe o tratamento correto e eficaz, se recupera e se reestabelece mais rápido. Tanto para o sistema de saúde, evitando uso de medicamentos incorretos, diminuição do tempo e internação, reduzindo custos e aumentam-se as vagas para os pacientes que precisam de fato de uma internação, para acompanhamento dos casos mais críticos’, finaliza Paulo Gropp.

Fonte: Medicina S/A


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Pneumonia: o que é, causas, sintomas e melhor tratamento

o que é, causas, sintomas e melhor tratamento

(Texto atualizado em 04/05/2021 às 04:19 pm)

A pneumonia é uma infecção que se instala nos pulmões e pode acometer a região dos alvéolos pulmonares onde desembocam as ramificações terminais dos brônquios

A pneumonia é a infecção que mais mata no mundo. Causada por bactérias ou vírus, ela é mais comum (e perigosa) em crianças, idosos e pessoas com doenças anteriores. Mas deve ser tratada com atenção por todos.

Os principais sintomas da doença são: febre alta, tosse, dor no tórax e alterações da pressão arterial.

Conheça mais sobre a doença, quais os seus tipos e sintomas abaixo! 

O que é pneumonia?

É uma infecção que se instala nos pulmões e pode acometer a região dos alvéolos pulmonares onde desembocam as ramificações terminais dos brônquios e, às vezes, os interstícios (espaço entre um alvéolo e outro). 

Quais os tipos?

Pneumonia viral

Os principais vírus causadores deste tipo da patologia são os que causam resfriados e gripes, como o Influenza do tipo A, B ou C, H1N1, H5N1 e o novo coronavírus, além de outros como vírus parainfluenza, vírus sincicial respiratório e adenovírus.

Gripe, resfriados, alergia e coronavírus: conheça as diferenças e saiba como se proteger 

Pneumonia bacteriana

Nesse caso, o agente causador mais comum é o Streptococcus pneumoniae, também conhecido por pneumococo, responsável por 30% a 70% dos casos. Já as bactérias atípicas, como micoplasma, clamídea e legionela representam 8% a 48% dos casos, enquanto as infecções mistas, que envolvem mais de uma espécie de bactéria, são relatadas em até 38% dos pacientes.

Quais as causas?

A pneumonia é provocada pela penetração de um agente infeccioso ou irritante (bactérias, vírus, fungos e por reações alérgicas) no espaço alveolar, onde ocorre a troca gasosa. Esse local deve estar sempre muito limpo, livre de substâncias que possam impedir o contato do ar com o sangue. Contudo, os agentes infecciosos da pneumonia, diferente do vírus da gripe, não costumam ser transmitidos facilmente.

pneumonia sintomas

Resistência microbiana: saiba o que é e como evitar

Quais os sintomas da pneumonia?

Os principais sintomas da doença são:

  • Febre alta.
  • Tosse.
  • Dor no tórax.
  • Alterações da pressão arterial.
  • Confusão mental.
  • Mal-estar generalizado.
  • Falta de ar.
  • Secreção de muco purulento de cor amarelada ou esverdeada.
  • Toxemia (danos provocados pelas toxinas carregadas pelo sangue).
  • Prostração (fraqueza).

Como saber se é gripe ou pneumonia? 

Apesar dos sintomas das duas doenças serem parecidos, como febre acima de 38°C, tosse, catarro, dores pelo corpo e mal-estar generalizado, a principal diferença está na duração dos sintomas. Ou seja, se quaisquer dos sintomas passar de três ou quadro dias, um médico deve ser consultado, pois aumentam as chances de ser pneumonia. 

Parceria entre farmacêuticas aumenta alcance de exame para pacientes com câncer de pulmão 

Quais as diferenças entre a pneumonia bacteriana e viral? Como distingui-las?

Como os sintomas são os mesmos, além da avaliação médica, são necessários exames de sangue, radiografia de tórax e até a coleta de escarro para a identificação do agente causador.

Quais os fatores de risco para a doença?

Para se proteger da pneumonia é importante não fumar, pois o fumo provoca reação inflamatória que facilita a penetração de agentes infecciosos. Além disso, o álcool interfere no sistema imunológico e na capacidade de defesa do aparelho respiratório.

Também deve ter cuidado com:

  • Ar-condicionado: deixa a umidade do bar muito baixa, facilitando a infecção por vírus e bactérias;
  • Resfriados mal cuidados;
  • Mudanças bruscas de temperatura. 

tosse é pneumonia?

Como fazer o diagnóstico da pneumonia?

O diagnóstico é realizado por meio da radiografia de tórax, aliada à anamnese e ao exame físico, que ajudam na confirmação da suspeita e avaliação da extensão das lesões causadas pela pneumonia. 

Em alguns casos, a tomografia de tórax é uma alternativa nos casos em que a radiografia de tórax tem menor acurácia, como em pacientes obesos, bem como imunossuprimidos ou com alterações radiológicas prévias. 

Qual o melhor tratamento?

O tratamento das pneumonias é feito com antibióticos e a melhora costuma ocorrer em três ou quatro dias. Atualmente, amoxicilina, azitromicina e claritromicina são os medicamentos mais recomendados no tratamento das pneumonias que comprometem pessoas previamente saudáveis. Geralmente, quando a pneumonia é causada por vírus, o tratamento inclui apenas antitérmicos e analgésicos para aliviar os sintomas, podendo ser necessários medicamentos antivirais nas formas graves da doença.

A internação hospitalar é necessária quando o paciente é idoso, tem febre alta ou apresenta alterações clínicas decorrentes da própria doença, como: comprometimento da função dos rins e da pressão arterial, dificuldade respiratória caracterizada pela baixa oxigenação do sangue porque o alvéolo está cheio de secreção e não funciona para a troca de gases.

Existe vacina para a pneumonia?

Sim, a vacina Pneumocócica 23-valente. Ela protege contra doenças graves causadas pela bactéria pneumococo, como as pneumonias, meningites e outras. A vacina pode ser administrada em crianças a partir dos dois anos de idade e adultos.

Ela está disponível gratuitamente nos Centros de Imunobiológicos Especiais (CRIEs) e é indicada para pacientes com condições específicas, como infecção pelo HIV, doença pulmonar ou cardiovascular crônica grave, insuficiência renal crônica, síndrome nefrótica, diabetes mellitus insulinodependente, bem como cirrose hepática e pacientes com imunodeficiências, entre outros.

Imunidade: sistema de defesa do organismo 

pneumonia

O que fazer quando está com pneumonia?

No caso do diagnóstico da pneumonia, o paciente deve ter alguns cuidados:

  • Tomar os fármacos nos horários e doses corretas;
  • Beber aproximadamente dois litros de água por dia;
  • Evitar usar medicamentos para a tosse que não foram indicados pelo médico;
  • Vestir roupa adequada à temperatura, evitando alterações bruscas. 

É possível estar com pneumonia e não ter febre?

Apesar da febre ser um dos principais sintomas da pneumonia, é possível que o acometido não apresente o sintoma – principalmente se o paciente for idoso.

7 principais patologias que acometem idosos 

Pneumonia tem cura?

Sim, por meio de tratamento em casa ou hospitalar e acompanhamento médico. Apesar disso, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é a segunda doença respiratória mais comum no Brasil, sendo responsável por mais de 200 mil internações todos os anos no Sistema Único de Saúde (SUS). 

Conclusão

A pneumonia é uma infecção que se instala nos pulmões e pode acometer a região dos alvéolos pulmonares onde desembocam as ramificações terminais dos brônquios e, às vezes, os interstícios (espaço entre um alvéolo e outro). 

Sua ocorrência pode ser através de vírus ou bactérias e os principais sintomas são: febre alta, tosse, dor no tórax e alterações da pressão arterial.

O quadro de pneumonia deve ser acompanhado de um profissional, principalmente no caso de pessoas com fatores de risco. Ao sentir os sintomas por mais tempo do que uma gripe comum, não deixe de ir ao médico para realizar o tratamento com os medicamentos corretos! 

O papel dos farmacêuticos como agentes de saúde da comunidade 

Fontes:

Portal Fiocruz 

Portal Fiocruz 

Hospital São Matheus 1

Hospital São Matheus 2

Hospital Sírio Libanês

Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia

Ministério da Saúde 

Fonte: Guia da Farmácia

Fotos: Shutterstock


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Farmacêuticos alertam para uso irregular de remédios sem receita

De sintomas gripais a dores de cabeça, a população brasileira já está acostumada a se automedicar, no caso de sintomas leves, com medicamentos isentos de prescrição (MIP). Uma pesquisa do Conselho Federal de Farmácia apontou, inclusive, que em 2019, 77% dos brasileiros se automedicavam sem passar pela orientação de médicos ou profissionais de saúde. Contudo, o Conselho Regional de Farmácia (CRF) alerta para o uso irregular dessas substâncias, que podem trazer riscos para a saúde.

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Fonte: O Estado do Maranhão


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A satisfação do paciente pode ser afetada pelas características do paciente e dimensões de qualidade

Satisfação do paciente

Um estudo publicado na famosa revista International Journal for Quality in Health Care, buscou examinar a relação entre as características dos respondentes e as dimensões percebidas da qualidade dos cuidados de saúde para a satisfação geral do paciente em atendimento ambulatorial.

No projeto, um questionário sobre a percepção da qualidade da assistência à saúde foi enviado a pacientes em atendimento ambulatorial. Todos os centros médicos no condado de Östergötland (Suécia) foram envolvidos.

Um total de 7.245 pacientes com 20 anos ou mais responderam à pesquisa e forneceram suas próprias avaliações do atendimento.

Leia também: A experiência do paciente é diferencial estratégico dos serviços de saúde

A satisfação global do paciente foi a medida considerada principal como avaliação geral do atendimento no centro médico. A relação entre as características dos respondentes, dimensões de qualidade e satisfação global foi examinada por meio de regressão linear.

Estes foram os resultados gerais:

  • Pacientes mais jovens em atendimento de emergência foram o grupo menos satisfeito (54%);
  • Pacientes mais velhos com excelente estado de saúde foram o grupo mais satisfeito (90%).
  • Pacientes com percepção de melhor estado de saúde e pacientes com menos educação estavam mais satisfeitos do que pacientes com mais educação ou pior estado de saúde.
  • As duas dimensões mais fortemente associadas positivamente à satisfação global foram receber a ajuda médica esperada e ser bem tratado pelo médico.
  • Esperar na recepção sem obter informações correlacionou-se negativamente com a satisfação do paciente.
  • A participação na tomada de decisão médica correlacionou-se positivamente.

Ao usar uma população completa de pacientes, incluindo todos os tipos de especialidades médicas, os autores identificaram um conjunto de características comuns de respondentes e dimensões de qualidade que estão relacionadas à satisfação global em atendimento ambulatorial hospitalar.

Tais dados podem ser úteis para melhor compreensão e melhoria da qualidade dos serviços prestados às diferentes populações.




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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações



Controle da glicemia piora na pandemia, saiba quais serviços farmacêuticos oferecer

Controle da glicemia piora na pandemia, saiba quais serviços farmacêuticos oferecer

O diabetes mellitus é, assim como a Hipertensão Arterial, um fator de risco para formas graves de COVID-19. Esta maior gravidade está também associada a comorbidades frequentes nos indivíduos que apresentam a doença (insuficiência cardíaca, doença coronária, insuficiência renal, obesidade). As recomendações terapêuticas para as pessoas com diabetes durante o período de pandemia ressaltam um rigoroso controle da glicemia

Entretanto, um estudo publicado na revista Diabetes Research and Clinical Practice, que tinha por objetivo identificar as barreiras enfrentadas pelas pessoas com Diabetes no Brasil durante a pandemia de COVID-19, apontou que essas pessoas tiveram seus hábitos alterados, o que impacta a glicemia. Com isso, o risco de mortalidade,  se infectados pelo SARS-CoV-2, bem como por complicações agudas e crônicas do diabetes aumenta potencialmente.  

O estudo, que coletou dados de 1701 indivíduos revelou que 95,1% dos entrevistados reduziram a frequência de sair de casa; entre aqueles que monitoram a glicose no sangue em casa durante a pandemia (91,5%), a maioria (59,4%) experimentou um aumento, uma diminuição ou uma maior variabilidade nos níveis de glicose; 38,4% postergaram consultas médicas e/ou exames de rotina; e 59,5% reduziram a atividade física. 

Por isso, neste momento, é ainda mais importante que você atue como um educador em diabetes. Confira as dicas práticas de serviços farmacêuticos que podem ser oferecidos no seu estabelecimento. 

Serviços que podem ser oferecidos para pessoas com diabetes

 

1. Educação em saúde 

A educação é um processo contínuo e constitui a ferramenta principal para o controle do diabetes. Para tanto, “o farmacêutico deve estar qualificado e consciente do seu papel de educador nesse processo. O propósito da educação é o controle do diabetes através do cuidado por parte das pessoas, familiares e cuidadores, tendo como consequência a melhora do estado de saúde e da qualidade de vida das pessoas”.

A Organização Mundial da Saúde destaca a importância da educação para o autocuidado na prevenção e tratamento de doenças crônicas como o diabetes mellitus. 

A pessoa que vive com a doença é a principal responsável por desempenhar atividades relacionadas ao tratamento. No entanto, para que ela possa desempenhar esse papel, é necessário conhecer os comportamentos que devem ser adotados para o controle do diabetes. São sete os comportamentos principais: 

  • Alimentação saudável 
  • Ser ativo
  • Monitorização da glicemia 
  • Tomar medicamentos 
  • Resolução de problemas
  • Enfrentamento saudável 
  • Redução de riscos 

O farmacêutico, como educador em diabetes, pode contribuir para a adoção de todos esses comportamentos.

Educação em saúde e a pandemia de COVID-19

Além dos cuidados em relação ao controle do diabetes, também é importante educar o paciente em relação ao tratamento precoce da COVID-19, uma vez que a procura por determinados medicamentos e suplementos vitamínicos tem aumentado durante a pandemia. 

A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) não recomenda tratamento farmacológico precoce para COVID-19 com qualquer medicamento (cloroquina, hidroxicloroquina, ivermectina, azitromicina, nitazoxanida, corticoide, zinco, vitaminas, anticoagulante, ozônio por via retal, dióxido de cloro).

 A SBI destaca que “os estudos clínicos randomizados com grupo controle existentes até o momento não mostraram benefício e, além disso, alguns destes medicamentos podem causar efeitos colaterais. Ou seja, não existe comprovação científica de que esses medicamentos sejam eficazes contra a COVD-19.”

2. Aferição da pressão arterial 

O diabetes mellitus tipo 2, que é o tipo mais comum em pessoas que estão acima do peso, muitas vezes vem acompanhado de pressão alta (hipertensão arterial sistêmica).

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) 4 entre 10 pacientes diabéticos apresentam pressão acima do normal.

O controle da pressão por parte do paciente diabético é tão importante quanto o controle da glicemia. Isso porque a pressão alta aumenta o risco de doenças cardiovasculares como infarto, além de acelerar o processo de lesão nos rins, já causado pelo próprio diabetes.

3. Rastreamento em Saúde com Testes Laboratoriais Remotos de Glicemia, Hemoglobina Glicada e Perfil Lipídico 

Para o rastreamento do diabetes, pode-se utilizar a glicemia em jejum, a glicemia de 2 horas pós-sobrecarga ou a hemoglobina glicada, sendo a glicemia de 2 horas pós-sobrecarga o teste menos utilizado. A glicemia em jejum e a hemoglobina glicada são exames que podem ser oferecidos aos clientes que frequentam a farmácia. 

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, esses testes são um dos instrumentos tanto para auxiliar no diagnóstico de diabetes ou pré-diabetes, quanto para avaliar o controle glicêmico do paciente com a doença.

Outro exame que precisa ser realizado com frequência por pessoas com Diabetes ou por aquelas que apresentam algum fator de risco para o desenvolvimento da doença, é o exame de Perfil Lipídico. Pessoas com diabetes mellitus possuem duas a três vezes mais chances de apresentar problemas cardiovasculares do que pessoas não-diabéticas.

E você? Está oferecendo algum destes serviços na sua farmácia? Conte com a Hilab os Testes Laboratoriais Remotos. Preencha o formulário que em até 48h nós ligamos para você! 


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Termo contribui para adequação à lei de logística reversa

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Documento prevê o compartilhamento de informações e esforços que possam contribuir com o cumprimento das legislações ambientais acerca da logística reversa de produtos eletroeletrônicos e suas embalagens

Mais um passo foi dado pela ABIMED – Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde na busca por contribuir com seus associados ao atendimento à lei de obrigatoriedade da implantação de sistemas de logística reversa em âmbito nacional. Foi firmado um acordo de cooperação entre a entidade e a ABREE – Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos, visando facilitar o atendimento às necessidades individuais dos associados, de acordo com o disposto na legislação pertinente, tais como a implantação de um sistema de logística reversa de eletroeletrônicos e suas embalagens e o acompanhamento das demandas ambientais relacionadas ao gerenciamento de resíduos sólidos.

A parceria também busca proporcionar mais conhecimento sobre a lei por meio da oferta de palestras, seminários, compilação de materiais, reuniões, dentre outras atividades nas esferas pública e privada.

“Esta ação tem o objetivo de contribuir para que os associados da ABIMED possam se adequar ao disposto nas legislações ambientais acerca da logística reversa de produtos eletroeletrônicos e suas embalagens, sendo que a Associação reforça a recomendação de que cada associado gerador de resíduos de equipamentos eletromédicos, que não sejam os eletroeletrônicos definidos na lei, adotem e executem as ações previstas em seu respectivo programa de gestão de resíduos sólidos”, diz o gerente de Ralações Institucionais e Governamentais Regional São Paulo da ABIMED, Fabio F. Mazza.

“A parceria com a ABIMED é muito importante para a ABREE, que é a mais representativa entidade gestora do setor, sendo responsável por definir e organizar o gerenciamento de resíduos sólidos de 152 marcas do mercado brasileiro. Com mais de 1.300 pontos de recebimento espalhados por todo o Brasil para dar alternativas para os consumidores criarem a cultura de descartar corretamente seus produtos pós-consumo e por meio de parcerias estratégicas, como esta, trabalhamos para a criação de um ecossistema sustentável de logística reversa no Brasil”, afirma a gerente executiva da ABREE, Mara Ballam.

Sobre a ABIMED

A Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde (ABIMED) congrega empresas nacionais e multinacionais que representam cerca de 65% do setor de equipamentos e dispositivos médicos no Brasil (0,6% do PIB nacional). A Associação tem como princípio contribuir para a promoção de um ambiente saudável, sustentável e propício à inovação tecnológica e à competitividade de suas associadas nos mercados local e global, bem como contribuir para o desenvolvimento do setor de saúde no Brasil, com foco no paciente, propiciando à população brasileira acesso a tecnologias de saúde inovadoras e de alta performance. A ABIMED possui em seu DNA a ética e a transparência que pautam sua atuação na representação da indústria, sendo a primeira entidade do setor a lançar um Código de Conduta para seus associados.

Sobre a ABREE

Fundada em 2011, a ABREE, ou Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos, é uma entidade gestora sem fins lucrativos, que define e organiza o gerenciamento de resíduos sólidos, implementando sistemas coletivos de logística reversa e promovendo economia de grande escala ao reduzir os custos operacionais e de transações. Com 44 Associados, que representam 152 marcas, a ABREE é responsável pelo gerenciamento do sistema através da contratação, fiscalização e auditoria dos serviços prestados por terceiros, para a implementação de sistemas coletivos de logística reversa, além de contribuir com informações para todos os envolvidos da cadeia que são responsáveis para a viabilização da logística reversa de eletroeletrônicos e eletrodomésticos no país.


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Farmácia dos EUA aplica soro em vez de vacina contra Covid-19 por engano

Uma farmácia dos Estados Unidos aplicou doses de soro fisiológico no lugar de vacinas contra a Covid-19 por engano. O equívoco ocorreu em uma unidade da rede de drogarias Walgreens no município de Monroe, na Carolina do Norte.

A Walgreens não deu detalhes de quantas doses de soro foram aplicadas por engano, mas afirmou que um ‘número limitado’ de pessoas está envolvido no erro.

A rede de farmácias também disse que fez contato com as pessoas para que voltassem ao local e recebessem a vacina contra a Covid-19 o mais rápido possível. A causa do erro ainda está sendo apurada pela empresa.

Nos Estados Unidos, farmácias e até supermercados fazem parte dos pontos de vacinação contra a doença causada pelo novo Coronavírus. A rede Walgreens, que tem mais de 9 mil unidades no país, vem aplicando doses da vacina da Pfizer/BioNTech e também da Moderna.

Fonte: Portal Giro


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Como a tecnologia da NVIDIA está envolvida na descoberta de novos remédios

Quem conhece a NVIDIA somente pela sua fama nas placas de computadores que fazem a alegria dos gamers podem não saber, mas a empresa emprega sua tecnoogia em outras frentes de interesse geral, como remédios, por exemplo. Na semana passada, a NVIDIA Enterprise anunciou parceria estratégica com a Schrödinger, que aproveita os sistemas NVIDIA DGX A100 para expandir ainda mais a velocidade e a precisão da plataforma computacional de descoberta de drogas da Schrödinger e permitir uma avaliação rápida e precisa de bilhões de moléculas para o desenvolvimento potencial terapêutico.

As empresas otimizarão a plataforma de software da Schrödinger, projetada para modelar e calcular as propriedades de novas moléculas, para a NVIDIA DGX SuperPOD, desenvolvido com os sistemas NVIDIA DGX A100 e a rede NVIDIA InfiniBand HDR.

Com a novidade, será possível criar modelos baseados na física no conjunto de produtos da Schrödinger e haverá suporte para a NVIDIA Clara Discovery, uma coleção de frameworks de IA, aplicações e modelos pré-treinados de última geração para a descoberta de medicamentos computacional mais avançada. As empresas também colaborarão em avanços científicos e de pesquisa para adaptar a computação baseada na física e o machine learning à descoberta de medicamentos.

A Schrödinger usa soluções baseadas na física com a maior potência computacional possível para avaliar milhares de moléculas para cada candidato a medicamento em potencial. Essa tarefa exige centenas de horas de uso da GPU em computadores de alto desempenho.

Graças à colaboração, o setor farmacêutico inteiro, que conta com mais de 3 mil empresas, de startups a multinacionais, poderá acelerar a descoberta de medicamentos na escala da supercomputação. A solução desenvolvida em conjunto permitirá que empresas de todos os portes simulem combinações moleculares com física e IA para identificar e otimizar os componentes mais promissores para possível uso terapêutico. As empresas farmacêuticas podem realizar essas pesquisas em clouds privados fáceis de implantar com a plataforma da Schrödinger em execução na NVIDIA DGX SuperPOD, que pode ser instalado no local ou em uma unidade de colocação.

‘O modelo preditivo integrado a nossa plataforma foi criado para ampliar e acelerar significativamente a busca por moléculas terapêuticas de alta qualidade, e a NVIDIA é um parceiro de tecnologia importante nesse projeto’, afirma Patrick Lorton, diretor de tecnologia da Schrödinger. ‘Nosso software computacional avançado ajuda as maiores empresas farmacêuticas do mundo a explorar mais do espaço químico e identificar candidatos de alta qualidade com mais rapidez, com muito menos custo de computação que os métodos tradicionais. Temos orgulho de trabalhar com a NVIDIA para que esse processo corra com ainda mais fluidez.’

As equipes de pesquisa e engenharia da NVIDIA estão trabalhando para melhorar e otimizar o conjunto da Schrödinger para a arquitetura NVIDIA Ampere e sua tecnologia de GPU multi-instância. Os clientes poderão facilmente implementar o software da Schrödinger em um único sistema DGX ou um cluster de 20 ou mais unidades para criar uma DGX SuperPOD. Assim, será possível dimensionar a plataforma da Schrödinger para diversos programas de medicamentos, além da triagem e da avaliação de bilhões de moléculas por semana.

‘Com a combinação avançada de simulação e machine learning da Schrödinger, a descoberta de medicamentos computacional aumentará a precisão’, conta Kimberly Powell, vice-presidente da área da saúde da NVIDIA. ‘Juntos, oferecemos ao setor farmacêutico uma ferramenta científica que proporciona a identificação de compostos com um rendimento extremamente alto, acelerando e contribuindo para o sucesso dos candidatos.’

Fonte: Observatorio de Games


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