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Fux convida ex-auxiliar de Mandetta para secretaria de saúde do STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, convidou o epidemiologista Wanderson de Oliveira, ex-auxiliar do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, para assumir a chefia da Secretaria de Serviços Integrados de Saúde do STF. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.  A troca na secretaria foi feita após o Estadão revelar que o Supremo pediu à Fiocruz uma “reserva” de vacinas contra a covid-19 para 7 mil pessoas, entre ministros, servidores e familiares. O pedido foi negado.

Segundo a reportagem, o convite foi aceito e o epidemiologista está juntando a documentação para assumir o cargo. Oliveira foi um dos principais formuladores da estratégia do Ministério da Saúde para enfrentar a covid-19 e, durante a gestão Mandetta, vinha se queixando a colegas sobre o discurso do presidente Jair Bolsonaro contrário ao isolamento social mais amplo. Ele deixou a pasta no começo da gestão do atual ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Leia também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2021/01/05/progenericos-ingressa-na-justica-para-barrar-aumento-de-icms-em-sp/

 


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TheraSkin tem promoção no marketing

TheraSkin tem promoção no marketing

(Texto atualizado em 30/07/2021 às 03:54 pm)

Após pouco menos de dois anos como head de marketing, Carlos Regis assume a posição de diretor de marketing e desenvolvimento de negócios da TheraSkin.

Com vasta experiência no canal farma, o executivo já atuou como consultor de negócios independente para área de saúde e também ocupou diversas colocações em uma passagem de aproximadamente 20 anos pela Galderma.

Regis é graduado em administração de empresas pela Faculdades Metropolitanas Unidas. Conta também com certificações em administração pela Fundação Getulio Vargas, gerência de marketing pelo Insper e gestão avançada, economia e gestão empresarial pela Amana Key.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Máscara de tecido ainda é eficaz contra a Covid-19

máscara

(Texto atualizado em 26/07/2021 às 04:59 pm)

O surgimento de novas variantes do coronavírus está preocupando ainda mais a população, justamente pela alta taxa de transmissão.  Com isso, as dúvidas sobre medidas de proteção voltaram à tona, principalmente em relação às máscaras.

Especialistas afirmam que as máscaras de pano ainda são eficazes contra a Covid-19, desde que tenham ao menos três camadas de tecido. Já as do tipo PFF2 e N95 são indicadas para profissionais da saúde e devem ser utilizadas por quem está na linha de frente ou em ambientes com grande concentração de pessoas.

Os médicos dizem quem as máscaras de tecido oferecem proteção de 70%, enquanto o nível de segurança da N95 e da PFF2 chegam a 95%.

O fato é, que o nariz ainda é uma das principais vias de contaminação, o que torna ainda mais relevante o uso adequado da máscara. Ela deve estar bem ajustada e cobrir bem o nariz, queixo e boca.

Fonte: Panorama Farmacêutico


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Medipreço anuncia chegada de novo CFO

Especializada no cuidado à saúde e bem-estar de colaboradores de empresas, a Medipreço inicia o semestre com novas contratações para a liderança da startup. Entre elas, Rafael Yoshihara, novo CFO da Medipreço. O executivo chega com a missão de otimizar a alocação de capital em iniciativas que tragam o maior retorno de investimento possível, reforçando o projeto de expansão da healthtech – iniciado no começo do ano, com a nova rodada de captação na ordem de R$ 1,6 milhão, liderada pelo fundo Valutia Capital, acompanhado pela Bossa Nova Investimentos e Uruau Participações.

Veja também: Biocurativo de células-tronco permite o tratamento inteligente de feridas e queimaduras

O profissional atuou na área financeira de grandes companhias nacionais e multinacionais como Logicalis, General Mills, Itaú, Banco Toyota e Kroton. ‘Em 2015 decidi mudar a trajetória da minha carreira e ingressei no mundo de startup no Gympass, que na época era uma empresa brasileira com 30 funcionários. Tive a oportunidade de acompanhar e contribuir com o surgimento de um unicórnio brasileiro com operação em mais de 10 países. A experiência de ter vivenciado e contribuído para o seu crescimento exponencial traz uma vantagem competitiva enorme para nós’, argumenta Yoshihara, que anteriormente ocupou o cargo de CFO Latam (abril/15 a junho/18) e CFO Europa (junho/18 a junho/21) no Gympass.

A Medipreço se diferencia no mercado pelo fato de tornar os benefícios de saúde mais assertivos nas companhias. Com isso, os colaboradores das empresas parceiras conseguem comprar medicamentos e produtos de saúde com descontos diferenciados em relação ao varejo tradicional. A experiência é 100% digital e a entrega dos produtos é realizada em um smart locker, sem taxa de delivery, localizado dentro da companhia ou, em alguns casos, no endereço do usuário. Vale ressaltar que todos os dados dessa jornada são anonimizados, armazenados e apresentados nas plataformas de Health Analytics, disponibilizadas aos profissionais de Recursos Humanos e de Saúde. Assim, é possível analisar tendências e ter uma visão holística do perfil epidemiológico dos funcionários. Hoje a Medipreço conta com clientes como: Danone, Leroy Merlin, Laboratórios Sabin, Record TV/DF, Unimed GO, entre outros.

‘Me sinto muito feliz e motivado em assumir essa posição em uma empresa com um propósito maravilhoso, que é democratizar o acesso aos medicamentos, e com um potencial infinito para revolucionar esse mercado de saúde. Este período de pandemia mostrou a importância que a área de saúde tem para toda a sociedade. O futuro é agora, com as pessoas e empresas cada vez mais preocupadas em realizar um tratamento para evitar o adoecimento’, conclui o novo CFO da Medipreço.

Liderança reforçada

Para complementar ainda mais a equipe, a Medipreço também contratou recentemente Rafael Lima para a posição de CCO e Marina Marinangelo para atuar como Client Success Director. Lima tem mais de 15 anos de experiência em vendas corporativas, em empresas como Gympass, Go Integro e Peixe Urbano. Já Marina, atuou por mais de oito anos em vendas, client success e marketing, passando pelo Gympass e P&G.

Fonte: Sala da Notícia


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Vice-presidente da ABIMIP explica ações para o Dia Internacional do Autocuidado

Vice-presidente da ABIMIP explica ações para o Dia Internacional do Autocuidado

No sábado, 24/07, acontece o Dia Internacional do Autocuidado e a ABIMIP – Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição – vem organizando uma série de ações em relações ao tema, proporcionando levar à população conhecimento de grande relevância.

Além de discutir os 7 pilares do autocuidado, como parte das ações, acontecerá uma Live muito especial com participação do Dr. Drauzio Varella. Para explicar melhor esse e outros importantes pontos relacionados ao tema, Marli Martins Sileci, vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip), respondeu algumas questões relevantes ao portal da Febrafar:

  1. Quais são as ações que a ABIMIP programou para essa data?

A ABIMIP – Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição – teve a iniciativa de adotar ações no sentido de promover a prática do autocuidado, tendo como principal objetivo informar e divulgar a importância de se ter atenção e autocuidado com a saúde durante 24 horas por dia, sete dias por semana.

E isso será feito por meio da divulgação de conteúdos que conscientizem a sociedade como um todo, incentivando uma postura ativa e responsável, dentro dos seguintes pilares: Conhecimento e informação confiável em saúde; Bem-estar mental e autoconsciência; Atividade física; Alimentação saudável; Consciência de atitudes de risco (cigarro, álcool, má alimentação); Boa higiene e o Uso racional de produtos e serviços de saúde, que inclui a utilização responsável de medicamentos isentos de prescrição (MIPs).

Além disso, uma ação com uma embaixadora nas redes foi planejada. Izabella Camargo, que é jornalista, palestrante com foco em saúde mental, bem-estar, gestão do tempo, produtividade sustentável e autocuidado, foi a personalidade escolhida para esta ação. Por meio dela, serão divulgados os valores e a missão da ABIMIP, além de informações ao público sobre autocuidado, ponto focal da campanha. Ela engajará o público a parar e pensar sobre a importância do autocuidado dentro dos 7 pilares.

Além disso, será realizada uma live, no dia 24/07, com o Dr. Drauzio Varella, tendo Izabella como intermediadora para esse bate-papo. A transmissão ocorrerá às 11h no Instagram da jornalista (@izabellacamargoreal).

  1. Em um cenário de muitas desinformações e Fake News, como as pessoas devem buscar informações seguras sobre a necessidade do Autocuidado?

Ao lado de dados concretos e verdadeiros que estão na internet, ainda há um grande volume de informações imprecisas e falsas que podem prejudicar a saúde dos seus leitores. Por isso, fontes éticas, alinhadas aos principais órgãos de saúde do País, são as principais indicações para combater a chamada “infodemia” ou a “pandemia de informação”, falsa ou verdadeira, do momento.

Atualmente, além de sites de saúde em geral e vários órgãos públicos, como o Ministério da Saúde, a Organização Mundial da Saúde e a Organização Panamericana de Saúde já dispõem em seus sites informações para o chamado “fact checking” ou a checagem de fatos divulgados por redes sociais, sites e aplicativos de mensagens.

Na verdade, segundo sites de verificação de notícias, como Boatos.org, Saúde sem Fake News e Fato ou Fake, já é possível tirar dúvidas sobre a autenticidade de uma informação de saúde.  Mas, mesmo se para muitos o cuidado foi redobrado depois de 17 meses de pandemia, a divulgação das chamadas fake news continua atrapalhando a luta pelo fim da pandemia. O indivíduo tem direito à informação correta sobre saúde e esse pilar de autocuidado representa muito. É preciso que a população entenda que toda notícia deve ser checada, antes de ser compartilhada e, se for falsa, ela pode pôr em risco uma vida.

  1. Quais as principais orientações que você pode passar sobre o tema e como melhorar a saúde?

O cuidado com a saúde de cada um, neste momento tão crucial do combate à pandemia, se torna ainda mais importante quando se sabe que atitudes simples, como lavar as mãos, evitar aglomerações e privilegiar a higiene, entre outras medidas, podem significar a vida.

  1. Muitas pessoas confundem o consumo de MIP com a automedicação, isso é um erro? Por qual motivo?

O termo automedicação é utilizado no Brasil de uma forma diferente do resto do mundo. Aqui o termo é frequentemente confundido com a autoprescrição, essa sim uma prática danosa (e incorreta) de comprar e utilizar remédios tarjados sem a apresentação de uma receita/prescrição de um médico, às vezes até por indicação de um parente ou vizinho. Por outro lado, quando o indivíduo utiliza, para alívio de seus sintomas menores,  um medicamento isento de prescrição (MIP), que não necessita de receita médica, está praticando a automedicação, que, inclusive, é um dos pilares do Autocuidado. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), Autocuidado consiste na autonomia e informação sobre as escolhas individuais em relação à própria saúde.

  1. Quais ações projetadas pela ABIMIP para os próximos meses?

A ABIMIP segue em sua missão de difundir conhecimento sobre o Autocuidado e, paralelamente, segue como agente facilitador na implementação de projetos de interesse do Segmento que representa, trabalhando para alcançar as metas eleitas por seus Associados, gerando valor para os mesmos.


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7 benefícios do home care

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Passar por um tratamento médico é mais comum do que se imagina e hoje, há várias formas de enfrentar isso. A assistência por home care, por exemplo, é um dos métodos de dar continuidade ao tratamento de algumas doenças, internações ou de reabilitação do paciente e esta modalidade está em alta. Segundo o último levantamento realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o aumento foi de 22%. Para João Paulo Silveira, CEO da Domicile Home Care, esse tipo de atendimento teve um aumento ainda maior durante a pandemia, um salto de 40%.

“Os convênios já estão olhando mais para o home care e as vantagens desse tipo de atendimento. Os hospitais podem retirar pacientes dos leitos e direcioná-los para o tratamento em casa, isso traz benefícios tanto para os hospitais, que conseguem desafogar muito mais rápido o sistema de saúde, algo que é fundamental neste período de COVID, como também pode ser benéfico para o próprio paciente”, avalia Silveira.

Para falar sobre a qualidade do home care, o especialista separou sete benefícios deste tipo de atendimento. Confira:

Humanização

Um dos principais benefícios é a humanização do atendimento e o afeto durante o tratamento do paciente. Essa modalidade permite mais contato entre médicos, pacientes e familiares, com isso, o processo de reabilitação torna-se muito mais transparente e desestressante, já que todos conseguem assistir de perto aos quadros clínicos.

Equipe Multidisciplinar

O home care possui uma equipe multidisciplinar, ou seja, que funciona como no hospital, cuidando de todo o quadro clínico do paciente, porém, dentro de casa.

Afeto durante o tratamento

Seguindo o mesmo caminho da humanização do atendimento, o afeto durante o tratamento pode trazer melhoria para a saúde, afinal, estar mais próximo de amigos e familiares e da sua própria rotina e hábitos de referência, podem tornar o processo de recuperação mais eficaz. Segundo a revisão de 148 estudos feitos nos Estados Unidos por especialistas da Brigham Young University e da Universidade da Carolina do Norte mostrou que pessoas com vínculos afetivos ativos tinham 50% mais chances de sobrevivência. Esses mesmos autores também concluíram que a sensação de solidão e falta de amigos são comparáveis aos problemas provocados pela obesidade, abuso do álcool ou consumo de 15 cigarros por dia. “Esse é um dos principais pontos, as pesquisas já alertam sobre a importância do afeto e durante a pandemia assistimos diversos quadros de ansiedade e depressão desencadeados pelo distanciamento social”, avalia o especialista.

Infecção hospitalar

Como um enfermo tem a imunização afetada, bactérias e vírus de hospitais podem ser grandes vilões na hora da recuperação. Manter um paciente em casa pode privá-lo de ter contaminações, pois ele fica menos exposto aos riscos infectológicos que podem piorar o quadro dele. Além disso, neste cenário os familiares e conhecidos não precisam também se expor a este ambiente e correr risco de contrair alguma doença, como por exemplo, em dias atuais, o Covid 19.

Assistência individual

Em casa, cada profissional consegue dar uma atenção direcionada e integral ao quadro do paciente, ou seja, o contato do médico é muito mais personalizado. Este tipo de metodologia também oferece mais resolutividade e conforto para a evolução clínica do paciente.

Psicológico

Passar por uma doença já é difícil fisicamente e emocionalmente. O sentimento de isolamento, abandono e tristeza podem gerar depressão e piora do estado de saúde dos pacientes. Ao ser transferido para casa, um paciente deixa de lado a sensação de estar doente e isso traz a sensação para o subconsciente de cura e isso eleva a autoestima e bem-estar. Portanto, o home care tem impacto no tratamento de saúde, físico e emocional do paciente.

Desafogar hospitais

Os benefícios do home care se estendem também para os hospitais. A desospitalização de um paciente é positiva também para o quadro da saúde no Brasil que enfrenta superlotação. Quando um paciente é direcionado para o tratamento em casa ele dá espaço para pacientes que precisam, essencialmente, da supervisão em aparelhagem em um hospital. Diante da insuficiente infraestrutura hospitalar no Brasil, onde 74,3% dos municípios possuem menos leitos do que o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o estudo revela que, caso o setor de Atenção Domiciliar à Saúde encerrasse suas atividades, seriam necessários 20.763 leitos hospitalares adicionais ao ano para absorver os pacientes atendidos pela modalidade.

Sobre João Paulo Silveira

João Paulo Silveira é CEO e fundador da Domicile Home Care, assistência médica em domicílio e é membro do Conselho Fiscal Efetivo da Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (FEHOESP). Especialista em Fisioterapia Cardiorrespiratória pelo Hospital das Clínicas Da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), já trabalhou em locais como o Grupo Hospitalar SOBAM/Hospital Pitangueiras com assistência domiciliar e, antes disso, como fisioterapeuta da UTI Geral do Hospital São Camilo. Além disso, possui curso de liderança 360 na Faculdade Getúlio Vargas (FGV), MBA em administração hospitalar e sistemas de saúde pela Fundação Getúlio Vargas.


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Confira o status de aprovação das vacinas contra a Covid pela Anvisa

Confira o status de aprovação das vacinas contra a Covid pela Anvisa

Em continuidade ao compromisso de favorecer a transparência e a celeridade ao processo de avaliação das vacinas, a Anvisa elaborou um painel que permite acompanhar passo a passo o andamento da submissão de documentos e a análise dos pedidos de uso emergencial de vacinas para Covid-19.

No início de dezembro, a Agência divulgou um mapa que já permitia o acompanhamento geral da submissão de documentos apresentados pelas empresas desenvolvedoras de vacinas quanto às fases que antecedem o registro e/ou a autorização de uso temporário e emergencial de vacinas. As informações são atualizadas sempre que os processos se movimentam.

Neste momento, a Anvisa disponibiliza um painel centrado no andamento das análises relativas à autorização de uso temporário e emergencial de vacinas para Covid-19. O painel lista os principais documentos que devem ser submetidos pelas desenvolvedoras da vacina de modo a permitir a avaliação e a decisão da Anvisa quanto ao uso emergencial, requeridos pelo Guia n. 42/2020 – Requisitos para submissão de solicitação de autorização temporária de uso emergencial – Vacinas Covid-19. Os requisitos são apresentados no painel atrelados ao seu status de submissão (em análise, dados insuficientes, concluído, não apresentado e pendente de complementação).

Leia também: Covid: Anvisa autoriza mais um estudo clínico para vacina

O painel apresenta a porcentagem relativa ao status de submissão de cada um dos relatórios e informações necessários à análise de autorização de uso temporário e emergencial. A porcentagem concluída é estimada com base no status de submissão, na criticidade dos dados, bem como no esforço necessário para sua geração e avaliação.

Na medida em que as informações pendentes forem enviadas à Anvisa, bem como a análise dessas informações for sendo concluída, será possível observar a alteração da porcentagem de conclusão da avaliação de cada processo. O painel será atualizado em todos os momentos necessários.

Até o momento, o Instituto Butantan e a Fiocruz submeteram pedido de uso emergencial*. Nas primeiras 24 horas, os documentos são triados e as desenvolvedoras são comunicadas quanto à completude das informações enviadas ou quanto à necessidade de complementação das informações previamente estabelecidas.

A Agência segue analisando as demais informações enviadas à Anvisa.

*Apesar de a Pfizer e a Janssen não terem formalizado solicitação de autorização de uso emergencial, as informações são disponibilizadas no painel para fins de informação, com base nas etapas do processo de submissão contínua para o registro de vacinas. Há requisitos comuns entre os processos de avaliação de uso temporário e emergencial, bem como o de registro de vacinas.




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Telemedicina: médico formado em 2019 não está preparado

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Muito se fala sobre as vantagens da telemedicina em tempos de pandemia. Mas a questão é: será que as pessoas estão preparadas para transformarem esse modelo de atendimento em um hábito que vai além do recurso emergencial? Se por um lado, o público ainda está se ambientando à saúde digital, por outro, o profissional que o atende tem de se adequar rapidamente. “Estamos vivendo um novo conjunto de necessidades sociais da saúde que envolvem tecnologias de comunicação”, diz Fernando Arruda, médico especialista em Cardiologia e Clínica Médica, Gestão e Administração em Saúde e Mestre em Gestão da Clínica, coordenador do curso de Medicina na Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS). E a chamada “alfabetização digital” é uma competência mais que urgente no atual contexto.

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Segundo Arruda, esse é um assunto que precisa ser definido de imediato pelo médico. “O atendimento remoto exige segurança digital, com sigilo, e adaptação do ponto de vista da competência de atendimento às necessidades do paciente. Não é a mesma coisa atender online e presencial. A capacidade de diagnóstico é diferente, a necessidade de observação de detalhes é muito maior para quem está remoto, para não cometer erros. Então, essa reflexão sobre a capacitação do profissional deve ser imediata. É necessário identificar o momento em que está na profissão, reconhecer a nova demanda da sociedade e dos seus pacientes e o que ele precisa para se adaptar a essa nova realidade. Imagino que os médicos, em um ano, vão ter de se adaptar muito para não perder pacientes”, avalia Fernando.

Formação profissional

Uma pesquisa publicada em março deste ano na revista da Associação Paulista de Medicina (APM), mostra que quase 50% dos profissionais de saúde no Brasil já estavam atendendo por teleconsulta. No entanto, quando o assunto é capacitação profissional, apenas 18,1% dos entrevistados diziam ter feito treinamento específico para atendimento online (10,9% com cursos com duração menor do que quatro horas e somente 3% com cursos acima de dez horas). Ainda, segundo a pesquisa, 39% dos pesquisados disseram que médicos e pacientes brasileiros estão preparados para a telemedicina.

Este cenário, muito provavelmente, vai evoluir com o passar do tempo. “Como gestor de curso de medicina, vejo o tanto que mudou a relação educacional de formação do médico desde o início da pandemia. É surpreendente imaginar que em pouco mais de um ano e meio criaram-se novas competências para a formação de um profissional. As necessidades sociais de saúde são vivas, pulsáteis e a solução para elas têm de ser também, tanto na educação, como na assistência”, diz Fernando Arruda.

Ele completa: “o médico que eu formei em dezembro de 2019 não está preparado para hoje. A pandemia, apesar das tristes perdas, acabou sendo um propulsor de desenvolvimento. Isso aconteceu em guerras, aconteceu quando o homem foi pra lua, e está ocorrendo agora. Todos esses momentos de grande mobilização geram impulsos tecnológicos e mudanças de comportamento. Estamos vivendo a história e aí a nossa capacidade de interpretar esse momento histórico e responder a ele talvez seja o que vai fazer diferença para os profissionais que vão continuar sendo norteadores de processos nos próximos anos”, reflete o médico.

Capacitação em atraso

“Há uma deficiência enorme, e não só no Brasil, de formação de profissionais para a nova área de telemedicina, telessaúde, saúde digital”, avalia Luiz Ary Messina, engenheiro eletrônico, mestre em banco de dados, doutor em computação gráfica e presidente da Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde (ABTms). Para ele, os profissionais foram tomados de sobressalto na pandemia e, embora muitos já conhecessem o atendimento remoto, a maioria não se interessava.

“Foi um grande passo, não há dúvidas, mas poderia ser muito melhor elaborado e planejado, caso a classe médica tivesse se dado conta antes de que esta é uma prática que veio para ficar”, pondera o engenheiro, que também é um dos fundadores Rede Universitária de Telemedicina (RUTE), uma iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia, apoiada pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pela Associação Brasileira de Hospitais Universitários (Abrahue) e coordenada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).

“A tecnologia está sendo democratizada e as soluções estão cada vez mais viáveis, economicamente e operacionalmente, mas como tudo que envolve inovação, existem barreiras culturais. Quando desenvolvemos nossa solução de telemedicina, pensamos em uma solução simples e segura, que se aproximasse da experiência de uma consulta presencial. Em um país onde ainda há muito desconhecimento e resistência à adoção de novas tecnologias, isso é essencial”, afirma Jomar Nascimento, diretor geral e head de Tecnologia da ProDoctor.

Portanto, é certo que, mesmo de forma tímida, a questão do atendimento digital já chegou às universidades. “A grande inovação é que as instituições já colocaram a telemedicina na grade dos alunos e isso é importante porque o curso de formação de saúde existe para atender as demandas sociais de saúde. Essa é uma competência nova, estamos falando do cuidado remoto, que requer conhecimento tecnológico, habilidades de anamnese, de observação”, diz Fernando Arruda.

Experiência conta

Um atendimento digital de qualidade requer não só capacitação, como também experiência. Para Arruda, essa bagagem profissional é importante para o médico não deixar passar pontos que podem representar riscos ao paciente. “É preciso fazer uma integração de conhecimentos clínicos, habilidades, interpretar o que paciente está dizendo mesmo sem colocar a mão nele. Também é necessário saber o seu limite de atuação, quando você tem que dizer: ‘para tudo vai para a emergência agora!’”, conta o cardiologista.

À medida que os profissionais vão adquirindo mais experiência em telemedicina, os papéis do médico vão sendo revisados. Fernando Arruda enxerga o debate com otimismo. “Essa discussão vai ampliar o cuidado, as possibilidades dos pacientes de terem acesso à saúde. Isso vai beneficiar sobretudo as pessoas que vivem em lugares mais distantes e vai preencher lacunas assistenciais que a gente tem hoje no Brasil e no mundo”, finaliza.

“Temos que pensar não somente na tecnologia em si, mas na forma de endereçar as comunicações. Nesse sentido, criamos uma cartilha para ajudar os profissionais de saúde e também os pacientes. Esse material vai muito além de dicas de uso e acesso ao sistema, visando quebrar as barreiras culturais e estimular a adoção de novas tecnologias que simplifiquem o dia a dia das pessoas”, conclui Jomar.


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Pandemia trouxe novo olhar sobre os padrões de beleza para 80% das brasileiras

Pandemia trouxe novo olhar sobre os padrões de beleza para 80% das brasileiras – ABIHPEC

Levantamento da Avon, #OlhadeNovo, mapeia mudanças de hábitos e transformações na autoestima de mulheres de norte a sul do país

As profundas mudanças causadas pela pandemia de COVID-19 na sociedade brasileira também se refletem nos hábitos de beleza no país, que hoje é quarto maior mercado consumidor desse segmento no mundo, segundo dados da Abihpec. Para ouvir as mulheres sobre esse momento, a Avon realizou um levantamento inédito, com 1.000 entrevistas de norte a sul, em parceria com a consultoria Grimpa. O estudo mostrou a transformação, a ressignificação e os novos olhares para diversos temas como: autoestima, maquiagem, cuidados com a pele, fragrâncias, e a relação emocional das consumidoras com essas categorias em tempos desafiadores.

Produtos de beleza tiveram um papel emocional para 8 em cada 10 mulheres durante o isolamento
Mais de 80% das respondentes disseram que produtos de beleza foram aliados em tempos de pandemia e isolamento social para aumentar a sensação de bem-estar em alguns momentos do cotidiano. Isso mostra a importância da rede de mulheres que se conectam e dão suporte umas às outras, por meio de suas Representantes da Beleza.
A pesquisa faz parte da campanha #OlhadeNovo, que marca o reposicionamento da Avon e convida a sociedade a ampliar os olhares sobre a marca, mas também sobre a beleza e as mulheres, para que todos e todas vejam as pessoas além dos seus corpos, comemorando suas trajetórias e conquistas.

Na pandemia, beleza significa saúde e valorização pessoal
A pesquisa #OlhadeNovo mostrou que 60% das mulheres passaram a ficar mais em casa, o que levou a um momento de descolamento dos padrões estéticos e maior sensação de liberdade: 80% das entrevistadas afirmam que, na pandemia, a autoestima se tornou muito mais uma questão de bem-estar do que de padrões. O dado revela um movimento voltado para o interior, valorizando a saúde (69%) e a as qualidades pessoais (24%) como fatores importantes de um novo olhar para a própria imagem.

Período de transformações também derruba antigas crenças sobre maquiagem
E, nesse quesito, velhos olhares ficaram para trás: 78% afirmaram que o batom vermelho é algo que uma mulher usa para ela se sentir bem – e não para chamar a atenção de outras pessoas – e 74% dizem que maquiagem colorida, brilho e perfume também podem ser usados dentro de casa.

Brasileiras ficaram mais focadas em itens de cuidados para a pele que viram nas redes sociais
Os cuidados com a pele do rosto e do corpo foram o foco:  especialmente entre as mulheres que passaram a ficar mais tempo em casa (41%), houve maior compra desses itens, com o intuito de cuidar mais de si mesma (34%) ou testar produtos que viram nas redes sociais (28%) – sendo que o e-commerce se tornou o principal canal de compras para 67% das consumidoras.

Máscara de proteção facial mudou a forma como as mulheres cuidam do rosto e maquiam lábios e olhos
O uso das máscaras de proteção contra a COVID-19 transformou os hábitos de cuidados com a face de seis em cada 10 mulheres: 35% passaram a usar produtos para proteger a pele, 33% focaram mais na maquiagem dos olhos e 21% trocaram o batom pelos produtos de hidratação dos lábios.

Maquiagem passou a ser usada apenas alguns dias por semana, mas melhorou o humor de 80% das mulheres
Esses cosméticos foram aplicados de uma a duas vezes por semana em média, tanto em compromissos presenciais (32%) quanto online (22%), mas também para a mulher se sentir mais bonita (23%) ou para melhorar dias em que ela se sentia desanimada (17%).  A categoria revelou ter um papel transformador para elas durante a pandemia, ajudando a melhorar o humor de 80% das entrevistadas.

Fragrâncias transportaram usuárias para lugares e momentos felizes
Os perfumes revelaram seu poder de evocar boas memórias e afastar a sensação de isolamento: 46% das respondentes afirmaram que eles as transportam para outros lugares ou fazem lembrar de momentos felizes.

Mulheres querem usar mais perfume, batom e máscara de cílios quando a pandemia acabar
Pensando no futuro, quando a pandemia estiver controlada, as participantes da pesquisa #OlhadeNovo também responderam algumas perguntas sobre como devem ser os hábitos de beleza quando puderem sair mais de casa: perfume (65%), batom (62%) e máscara de cílios (58%) são os itens que passarão a ser usados com mais frequência nesse novo contexto.

Segundo a Avon, a pesquisa #OlhadeNovo ajudou a empresa a enxergar ainda melhor o papel da marca como aliada das mulheres brasileiras, até em momentos mais desafiadores como o atual. Os resultados dialogam com o reposicionamento da Avon e serão traduzidos para as pessoas em novos produtos ainda mais voltados para sua beleza genuína e bem-estar.


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Grupo médico inaugura clínica com 22 especialidades médicas

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O Grupo Surgical inicia uma nova etapa do seu plano de expansão com a inauguração, em Campinas, da clínica Surgical Medicina Integrada, nesta segunda-feira, 19. No local, estão disponíveis 22 especialidades médicas, que vão desde a área clínica até a área cirúrgica. O objetivo é oferecer aos pacientes da cidade e região um conceito diferenciado e integrado de atendimento, seguindo os mesmos critérios de qualidade e atendimento que marcam a trajetória do grupo desde sua fundação, em 2013.

“Aqui, você encontra diversas especialidades no mesmo local, em uma região central de Campinas e com fácil acesso. A clínica possui diversos selos de qualidade para atender os pacientes, garantindo os processos de segurança e as condutas uniformizadas”, explica o CEO do Grupo Surgical e um dos proprietários da clínica, Bruno Pereira, que também é cirurgião geral, de urgência e emergência e trauma. Além dele, são sócios da clínica os médicos Rafael Ruano e Patrícia Mattos.

Entre as especialidades já confirmadas, estão Pneumologia, Dermatologia, Oncologia, Ginecologia, Cuidados Paliativos, Medicina da Dor, Cardiologia infantil, Endocrinologia, Clínica Médica, Otorrinolaringologia e Otoneuro, Cirurgia de Tórax, Cirurgia Plástica, Cirurgia de cabeça e pescoço, Cirurgia Oncológica, Ortopedia Geral, Pé e Ombro, Reumatologia, Cirurgia Vascular e Angiologia, Cardiologia clínica e cirúrgica, Neurocirurgia, Geriatria, Gastroenterologia e Cirurgia do Aparelho digestivo. O local também terá atendimento de psicóloga e nutricionista.

Desde sua fundação, o Grupo Surgical não para de crescer. Composta atualmente por 15 cirurgiões, a equipe é responsável pelo atendimento cirúrgico de urgência e emergência em nove hospitais públicos e privados de Campinas, Valinhos e Vinhedo: Hospital e Maternidade Madre Theodora, Hospital e Maternidade Santa Tereza, Hospital Irmãos Penteado, Hospital Beneficência Portuguesa, Hospital Renascença, Hospital Maternidade de Campinas e Hospital do Coração, todos em Campinas, Hospital e Maternidade Galileo, de Valinhos, e Santa Casa de Vinhedo.

Além das cirurgias de urgência e emergência, o Grupo também realiza cirurgias eletivas e atendimento ambulatorial. Em 2020, foram de 2,4 mil cirurgias e mais de 12 mil consultas ambulatoriais. Os cirurgiões do Grupo Surgical atuam em cirurgia geral, trauma, urgência e emergência, cirurgia de cabeça e pescoço, cirurgia torácica, cirurgia oncológica e cirurgia plástica, principalmente, reconstrutora. “Com o passar do tempo, sentimos necessidade de acrescentar outras especialidades ao Grupo. Isso fortalece e amplia nosso atendimento”, explica Pereira.

Um dos pontos fortes da equipe é a padronização da qualidade do trabalho oferecido. “Para nós, é importante que o paciente encontre o mesmo atendimento, independentemente do hospital em que esteja”, diz Pereira. Para isso, são realizados treinamentos e reuniões periódicas com toda a equipe, inclusive para a discussão em conjunto de casos mais complexos.

O grupo também implantou a metodologia Lean Six Sigma, muito utilizada em empresas, e conseguiu reduzir em até 50% o tempo de atendimento dos pacientes e a fila de espera por cirurgias. “De forma geral, também conseguimos melhorar substancialmente o fluxo no centro cirúrgico e otimizar o tempo de sala de cirurgia, traduzindo esta medida em maior número de cirurgias com o mesmo ou menor recurso. E isso tudo oferecendo um excelente serviço ao paciente”, afirma Pereira.

O resultado de tudo isso pode ser medido. O Grupo Surgical já conquistou importantes selos de qualidade, como o ISO 9001 e o ISO 45000, auditados pela ALC (América Latina Certificações). Também contratou uma empresa para aplicar a pesquisa NPS (Net Promoter Score), utilizada em todo o mundo para calcular a satisfação do cliente e descobrir se ele recomenda seu serviço a outras pessoas. A pesquisa foi feita em 2020 nas três frentes de trabalho do Grupo: paciente, gestores dos planos de saúde e gestores dos hospitais em que atuam. A nota média foi de 86, considerada de excelência.

Para Pereira, a pandemia fez muitos serviços de saúde revisarem seus processos de trabalho. “Essa crise que nos atingiu escancarou ainda mais os problemas da saúde brasileira, tanto do SUS quanto de hospitais particulares. Muitos profissionais e serviços de saúde viram suas receitas despencarem com o cancelamento de procedimentos eletivos. Mais do que nunca, precisamos repensar a saúde e investir em processos mais eficientes, otimizando a utilização dos recursos disponíveis e melhorando o atendimento ao nosso paciente/cliente. Os recursos, muitas vezes, são escassos. Mas há muitas falhas e desperdícios no processo”, afirma.

Serviço:

Surgical Medicina Integrada

Endereço: Avenida Barão de Itapura, 2.323, sala 73 – Campinas

Atendimento: convênios médicos e particular

Telefone: (19) 3395-7411

Sobre o Grupo Surgical:

O Grupo Surgical é o primeiro do País especializado em cirurgias de urgência e emergência. Ele tem como como responsável técnico o Prof. Dr. Bruno M Pereira e é formado por 15 cirurgiões. A equipe atende em vários hospitais de Campinas e região: Madre Theodora, Santa Tereza, Irmãos Penteado, Beneficência Portuguesa, Renascença, Hospital do Coração e Maternidade de Campinas, todos em Campinas, Galileo, de Valinhos, e Santa Casa de Vinhedo. Focado em um trabalho de excelência, o Surgical possui duas certificações de qualidade do INMETRO, através da certificadora ALC – América Latina Certificações: a ISO 9001 e ISO 45000. 


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Grupo Fleury firma parceria com Voltxs

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(Texto atualizado em 15/07/2021 às 02:45 pm)

Grupo Fleury, que está focado em seguir práticas e conceitos de ESG (da sigla em inglês para práticas ambientais, sociais e de governança), acaba de firmar acordo com a Voltxs, empresa de gestão de ativos de energia limpa e descentralizada, que gera economia e rentabilidade de forma sustentável. Com o intuito de incorporar ainda mais energias renováveis com baixo impacto ambiental, a parceria prevê a contratação de 3 MWp em energia solar fotovoltaica.

O recurso contratado irá abastecer 16% da energia consumida pelo Grupo Fleury em São Paulo por meio das marcas em que estão presentes na capital paulista, o que representa 40 unidades entre as do Fleury Medicina e Saúde e da a+ Medicina Diagnóstica – todas em baixa tensão. O consumo energético do Grupo Fleury por meio de suas unidades localizadas dentro de shopping centers, centros de atendimento ao público ou áreas técnicas onde são processados os exames representam, atualmente, 58% do total utilizado pela companhia em todo País.

A Voltxs, companhia composta por executivos com mais de 30 anos de mercado no setor elétrico, tem prazo de 10 anos para atender os requerimentos estabelecidos pelo negócio e irá construir, com previsão de entrega para 2021, duas usinas fotovoltaicas no estado de São Paulo, dentro da área de concessão da distribuidora de energia ENEL. A planta contará com a produção anual de 5,0 GWh, absorvidos por 5.715 painéis solares. O empreendimento cumprirá todos os critérios de licenciamento e regulamentação ambiental aplicáveis. E, para se ter ideia da amplitude do projeto, vale destacar que a energia gerada é equivalente a mais de 1.400 casas com consumo médio de 160 KWh cada uma e 2.693 toneladas de CO2 evitados no período de um ano.

Ter a empresa Voltxs como parceria é um importante passo que a companhia dá em direção à migração do consumo de energia de suas operações à alternativa ecologicamente sustentável, como comenta Clóvis Porto, diretor de Expansão e Facilities do Grupo Fleury. “O fato de termos firmado o acordo com uma empresa amplamente especializada nesse trabalho nos traz mais segurança no sucesso dessa iniciativa”, define o executivo.

“O Grupo Fleury sempre foi uma empresa com o forte compromisso e iniciativas favoráveis ao meio ambiente, colocando em prática projetos de telhado verde, eficiência energética, acesso ao Mercado Livre de Energia, entre outros. Agora, a adoção de uma fonte 100% renovável, como é o caso da fotovoltaica, nos coloca ainda mais em um caminho que desejamos seguir em termos de sustentabilidade”, completa Porto.

Segundo Matheus Ivanoski Teixeira, diretor Comercial da Voltxs, por meio da locação de usinas fotovoltaicas na modalidade built-to-suit vem sendo possível proporcionar economia nas contas de energia de grandes empresas. “Acreditamos que a parceria com o Grupo Fleury é um grande exemplo de inovação e sustentabilidade, e que todas as empresas brasileiras deveriam ter a mesma sensibilidade ambiental e financeira da companhia. Atualmente, nos dedicamos fortemente no desenvolvimento de projetos desse alcance e percebemos que, além de trazer economia aos grandes consumidores de energia também  impactamos fortemente nesse sentido no setor elétrico brasileiro”, completa Teixeira. 


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Dia Mundial da Saúde: saiba de que forma a Hilab está contribuindo para diminuir os impactos da pandemia

Dia Mundial da Saúde: saiba de que forma a Hilab está contribuindo para diminuir os impactos da pandemia

(Texto atualizado em 15/07/2021 às 02:45 pm)

Hoje, dia 07 de abril, celebramos o Dia Mundial da Saúde e relembramos o nosso propósito e missão: democratizar o acesso à saúde

Desde o início da pandemia, nosso time fez tudo o que estava ao alcance para levar os exames de COVID-19 ao maior número de pessoas no Brasil. 

Trabalhamos incansavelmente levando mais saúde para a população, visando minimizar os danos causados pela pandemia. Nossos exames contribuíram para que milhares de pessoas cumprissem com mais cuidado as medidas de isolamento domiciliar, evitando a transmissão da doença aos familiares e outras pessoas. Fizemos o que podíamos para ajudar a conter essa doença impiedosa que tivemos o desprazer de conhecer. 

Neste artigo, relembramos as principais ações que desenvolvemos ao longo dos últimos meses. Confira. 

Fomos uma das primeiras empresas a disponibilizar testes de COVID-19 no Brasil

A Hilab foi uma das primeiras empresas brasileiras a desenvolver Testes Laboratoriais Remotos para auxiliar no diagnóstico da COVID-19 no nosso país. O primeiro exame lançado foi o Coronavírus IgM e IgG, que detecta os anticorpos produzidos pelo organismo para combater a infecção. Em seguida veio o exame de antígeno, ideal para estratégias de rastreamento de contatos (contact tracing), fundamentais para reduzir a transmissão e controlar a pandemia do coronavírus. Neste ano, ampliamos o nosso portfólio e lançamos o Hilab molecular, um equipamento especialmente desenvolvido para realizar exames desta modalidade. 

Participamos do projeto Favela sem Corona

O projeto Favela sem Corona foi criado com o objetivo de diminuir o impacto da epidemia de coronavírus nas favelas do município do Rio de Janeiro, atuando nas áreas de prevenção e apoio ao diagnóstico. A Hilab testou mais de 400 moradores da comunidade. 

Participamos da Missão Kayapó 

Em novembro de 2020, a Hilab ingressou em um projeto encabeçado pelo Governo Federal – com participação dos Ministérios da Defesa, Saúde, Minas e Energia – que tem como objetivo ampliar o acesso à saúde e reforçar o combate à COVID-19 em locais com pouco ou nenhum acesso, principalmente nas fronteiras brasileiras e em comunidades indígenas: a Missão Kayapó.

Com o projeto, foram realizados cerca de 700 exames para a detecção da COVID-19 e mais de 5.000 procedimentos gerais de saúde nas aldeias Turedjam, Kikretum, Kokraimoro, Moikarako, Kubenkrãnkrehn e Gorotire. Os atendimentos foram feitos por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e veterinários da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.

Estamos participando do Projeto S

Em fevereiro deste ano, o Instituto Butantan e a prefeitura de Serrana, em São Paulo, lançaram o Projeto S, um ensaio clínico inédito que tem por intuito avaliar a efetividade da vacina CoronaVac e seu impacto na transmissão do vírus. 

A Hilab, em parceria com o Instituto Butantan, está fazendo parte deste grande projeto e desenvolveu, em parceria com o instituto, a plataforma Tainá, que controla todo o estudo clínico. Antes do início do estudo, essa plataforma já compilava os dados dos resultados de todos os exames de PCR realizados nas Unidades Básicas de Saúde da cidade. 

Estima-se que cerca de 30 mil pessoas acima de 18 anos serão vacinadas, com exceção de mulheres grávidas ou em amamentação e portadores de doenças graves. Para participar do estudo, todas as mulheres precisam realizar um exame de Beta-hCG para saber se estão ou não grávidas. A Hilab foi escolhida por oferecer um serviço de Testes Laboratoriais Remotos que entrega um resultado em poucos minutos em tempo real. Com o nosso serviço o município não precisou montar uma grande estrutura laboratorial para processar as amostras, o que trouxe mais agilidade para todo o processo.

Democratizar o acesso à saúde: essa é a nossa missão

A Hilab reconhece a importância de democratizar o acesso à saúde. Hoje relembramos essa data tão importante e continuamos na missão de levar o mesmo exame laboratorial, seja para o morador de um grande centro urbano, seja para o morador de aldeia indígena do interior do Brasil. Agradecemos a todos os pacientes, colaboradores e profissionais da saúde que compartilham com a gente o sonho de tornar a saúde cada vez mais acessível. 

Sobre a Hilab 

A Hilab é pioneira em Testes Laboratoriais Remotos no Brasil. Somos um laboratório de análises clínicas que há mais de 16 anos atua no mercado de tecnologia médica. 

Nós unimos o conhecimento dos melhores profissionais de saúde a tecnologias como a Inteligência Artificial (IA) e Internet das Coisas para garantir garantir resultados ágeis e de alta confiabilidade. 

Além da análise feita por profissionais da saúde do laboratório de análises clínicas Hilab, trabalhamos com um modelo de Inteligência Artificial criado pela própria empresa que também analisa os resultados. Esta IA gera um resultado para os exames que são realizados no Hilab e o compara com os resultados fornecidos pelo analista do laboratório. Esta dupla verificação aumenta a segurança e a confiabilidade do resultado que enviamos para você.


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Gripe do Frango, Gripe Aviária

(Texto atualizado em 15/07/2021 às 02:47 pm)

Gripe Aviária é uma doença contagiosa causada por várias estirpes do vírus da influenza (gripe) tipo A, sendo a H5N1 motivo de grande preocupação para a saúde humana.

Este vírus infecta aves e, em casos bem menos frequentes, suínos e seres humanos. Ela foi identificada pela primeira vez na Itália, no século XIX e, mais recentemente, ocorreram casos na Holanda, Bélgica, Chile, EUA, Canadá, China, Japão, Tailândia, Filipinas, Vietnã, Cazaquistão e Rússia.

Nas aves, esta gripe é fatal, podendo ir a óbito no mesmo dia em que os primeiros sintomas aparecem: apatia, dificuldades respiratórias, penas eriçadas e queda na produção de ovos são alguns destes. Geralmente, as aves migratórias disseminam o vírus entre as criações de aves domésticas, adoecendo-as.

Medidas:

O abate sanitário das aves infectadas ou expostas a estas, incluindo a destruição das carcaças, desinfecção do local e procedimentos de quarentena são formas de controlar este vírus. Esta primeira medida pode causar grandes prejuízos para os proprietários de granjas e, inclusive, para a economia dos países. Assim, restrições quanto à movimentação de aves vivas dentro e entre nações e a proteção dos trabalhadores que têm contato mais próximo com estes animais são cuidados importantes para evitar contaminações destes animais e de seres humanos.

Gripe aviária em humanos:

O primeiro surto registrado de infecção humana foi em 1997, em Hong Kong – consequência da contaminação pela estirpe H5N1. Neste, ocorreram 6 mortes e 18 hospitalizações. Em todos os casos conhecidos, a transmissão se deu através do ar, água, alimentos e roupas contaminadas, por meio de secreções infectadas pelo vírus.

Os primeiros sintomas são: febre, dor de cabeça, dor nos músculos, calafrios, fraqueza, tosse seca, dor de garganta, espirro, coriza e, em alguns casos, pele quente e úmida, olhos avermelhados e lacrimejantes. Estes indícios ocorrem, geralmente, 24 horas após o contágio.

Existem alguns medicamentos antivirais utilizados para gripe humana que têm mostrado eficácia para o tratamento deste mal.

Fonte: Brasil Escola


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Ministério da Saúde entregará 230,7 milhões de doses de vacinas da Covid-19 até julho

Ministério da Saúde entregará 230,7 milhões de doses de vacinas da Covid-19 até julho

(Texto atualizado em 15/07/2021 às 02:48 pm)

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, apresentou em reunião virtual com governadores o cronograma de entregas, a quantidade de imunizantes e os contratos para compra de mais vacinas. Pazuello mostrou que, do final de fevereiro até julho, serão distribuídas aos estados mais de 230,7 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19, que garantem a continuidade da vacinação da população brasileira de forma igualitária e gratuita.

“Totalizaremos até 31 de julho quase 231 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19, ou seja, o suficiente para dar tranquilidade de proteção à população contra essa doença”, afirmou o ministro.

As próximas entregas aos estados acontecem ainda em fevereiro: serão 2 milhões de doses da AstraZeneca/Fiocruz, importadas da Índia, e 9,3 milhões da Sinovac/Butantan, produzidas no Brasil. Em março, a pasta também aguarda a chegada de 18 milhões de doses da vacina do Butantan e mais 16,9 milhões da vacina da AstraZeneca.

O cronograma do primeiro semestre apresentado pelo ministro também leva em conta as negociações com os laboratórios União Química/Gamaleya e Precisa/Bharat Biotech, que garantirão ao Brasil a chegada da vacina russa Sputnik V e da indiana Covaxin, respectivamente. A previsão é de que o contrato com os dois laboratórios seja assinado ainda nesta semana.

Confira, abaixo, o cronograma de entregas e quantidades previstas em contratos:

Fundação Oswaldo Cruz (vacina AstraZeneca/Oxford)

Janeiro: 2 milhões (entregues)
Fevereiro: 2 milhões (importadas da Índia)
Março: 4 milhões (importadas da Índia) + 12.900.000 (produção nacional com IFA importado)
Abril: 4 milhões (importadas da Índia) + 27,3 milhões (produção nacional com IFA importado)
Maio: 28,6 milhões (produção nacional com IFA importado)
Junho: 28,6 milhões (produção nacional com IFA importado)
Julho: 3 milhões (produção nacional com IFA importado)

Total primeiro semestre: 112,4 milhões de doses

A partir do segundo semestre, com a incorporação da tecnologia da produção da matéria-prima (IFA), a Fiocruz deverá entregar mais 110 milhões de doses, com produção 100% nacional.

Fundação Butantan (vacina Coronavac/Sinovac)

Janeiro: 8,7 milhões (entregues)
Fevereiro: 9,3 milhões
Março: 18,1 milhões
Abril: 15,9 milhões
Maio: 6 milhões
Junho: 6 milhões
Julho: 13,5 milhões

Total: 77,6 milhões de doses

 Até setembro, serão entregues mais de 22,3 milhões de doses da Coronavac, totalizando os 100 milhões contratados pelo Ministério da Saúde.

Covax Facility

Março: 2,6 milhões (vacina importada da AstraZeneca/Oxford)
Até junho: 8 milhões (vacina importada da AstraZeneca/Oxford)

Total: 10,6 milhões de doses

União Química (vacina Sputnik V/Instituto Gamaleya/RUS) 

Março: 400 mil (importadas da Rússia)
Abril: 2 milhões 
(importadas da Rússia)
Maio: 7,6 milhões 
(importadas da Rússia)

Total: 10 milhões de doses

Com a incorporação da tecnologia da produção do IFA, a União Química deverá produzir, no Brasil, 8 milhões de doses por mês.

Precisa Medicamentos (vacina Covaxin/Barat Biotech/IND)

Março: 8 milhões (importadas da Índia)
Abril: 8 milhões (importadas da Índia)
Maio: 4 milhões (importadas da Índia)

Total: 20 milhões de doses


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Xtandi entra na lista de medicamentos mais vendidos em 2020

Xtandi entra na lista de medicamentos mais vendidos em 2020

(Texto atualizado em 15/07/2021 às 02:47 pm)

A classificação da enzalutamida no ranking representa uma conquista importante para o avanço do tratamento de pacientes com câncer de próstata em estágio avançado

O Xtandi® (enzalutamida), medicamento produzido pela Astellas Farma para o tratamento de homens com câncer de próstata em estágio avançado, foi classificado na lista dos Top 20 medicamentos mais vendidos mundialmente em 2020, publicado pela FiercePharma.

Além dessa conquista, hoje, o Xtandi é aprovado em 115 países.

Em 60 desses países ele é utilizado para os três tipos de câncer de próstata (CPRCm, CPRCnm e CPSCm).

E, dessa maneira, já foi prescrito para mais de 600 mil pacientes ao redor do mundo.

Para o diretor médico da Astellas no Brasil, o Dr. Roberto Soler, isso representa, portanto, um grande avanço para os pacientes.

“O Xtandi é o medicamento da classe de novas terapias hormonais com maior base de estudos clínicos e o medicamento com mais aprovações de uso em câncer de próstata avançado no Brasil. Ele é fruto de mais de uma década de pesquisas clínicas globais e reflexo da nossa busca contínua por trazer soluções para prolongar e melhorar a qualidade de vida do paciente de câncer de próstata. Além disso, a terapia oral traz um grande benefício para os pacientes com casos avançados de câncer de próstata.”

A enzalutamida é um inibidor do receptor de andrógeno indicada para o tratamento de pacientes com câncer de próstata resistente à castração metastático (CPRCm), não metastático (CPRCnm) e, portanto, agora para o tratamento de pacientes com câncer de próstata sensível à castração metastático (CPSCm).

Fonte: Astellas Farma Brasil

Foto: Shutterstock


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Cresce a satisfação com o plano de saúde, aponta Vox Populi

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A cada 10 brasileiros com planos de saúde médico-hospitalares, 8 estão “satisfeitos” ou “muito satisfeitos” com o benefício. O sentimento foi captado na pesquisa realizada pelo Vox Populi a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) em abril de 2021. A taxa de satisfação é 4 pontos percentuais acima da pesquisa anterior, de 2019.

“No geral, as razões para estar satisfeito com o plano de saúde estão relacionadas principalmente ao acesso, especialmente nesse período de pandemia”, comenta José Cechin, superintendente executivo do IESS. “Uma importante mudança foi o aumento da satisfação com cobertura dos procedimentos por parte do plano de saúde, que teve alta de 10% em relação à pesquisa anterior. O estudo compreendeu as diferentes percepções do consumidor brasileiro, como a qualidade dos serviços, facilidade e rapidez para a marcação de consultas e procedimentos. Mostra que quem utiliza o plano de saúde está bastante satisfeito com a assistência”, completa.

Os dados são reforçados pelo fato de que o índice de intenção de continuar no plano atual também atinge seu melhor desempenho na série histórica, desde 2015 – ano em que a pergunta sobre intenção foi inserida na pesquisa. Avançando de 86% em 2015 para 87% em 2017, 88% em 2019 e, agora em 2021, atingiu 90%.

A taxa de recomendação por parte dos beneficiários também avançou de 79% em 2015 para 86% em 2021 entre aqueles que responderam que recomendariam para amigos e familiares o seu plano de saúde atual. O maior número foi encontrado em Manaus, 92%, e o menor em São Paulo, com 83%.

“A taxa vem em linha com outros números da pesquisa e reforça que o brasileiro passou a valorizar ainda mais o plano de saúde em meio à pandemia de Coronavírus”, avalia Cechin. Ele informa que o levantamento foi feito em oito capitais metropolitanas. “O maior índice foi encontrado na região de Manaus, que sentiu fortes impactos da crise atual”, lembra.

Plano de saúde ainda é o 3° maior desejo do brasileiro

Como em anos anteriores, contar com um plano de saúde ainda é o terceiro maior desejo do brasileiro, após casa própria e educação. Mas a nova pesquisa identificou que a pandemia levou o brasileiro a uma mudança no perfil de seus desejos de posse e apontou o crescimento também em relação ao carro próprio, aparelhos celulares, acesso à internet de alta velocidade e computadores. Ou seja, o período da pandemia e as novas necessidades do brasileiro deflagrou um processo de redimensionamento dos desejos da população, ainda que não interfira no ranking geral.

Os quatro itens mais desejados (tanto os que já contam com plano quanto os que não) continuam sendo casa própria (1°), educação (2°), plano de saúde (3°) e carro próprio (4°). Olhando as edições anteriores da pesquisa nota-se que houve uma alternância entre educação e casa própria na primeira colocação. Já o plano odontológico, que não era avaliado, ficou na nona posição tanto entre beneficiários quanto não beneficiários.

“O medo de contágio pela Covid-19 fez o carro voltar a ser objeto de desejo do brasileiro como forma de evitar deslocamentos em veículos com aglomerações, enquanto o distanciamento social impôs maior uso de dispositivos eletrônicos e banda larga, para consultas em telemedicina, aulas online para filhos em idade escolar”, aponta José Cechin. “Tanto essa quanto as demais alterações no ranking de bens e serviços desejados podem ser reflexos da crise sanitária atual”, reflete.

Planos aumentam sentimento de segurança na pandemia

De acordo com a pesquisa, mais da metade dos brasileiros sem planos de saúde afirmam que se sentiriam mais seguros frente à pandemia se pudessem contar com o benefício. Entre os pesquisados não beneficiários de plano de saúde, 58% dizem que estariam mais seguros tendo um plano de saúde neste momento.

“Na população entrevistada, apenas 15% dos não beneficiários que sentiram sintomas procuraram o atendimento médico, número inferior aos que possuem plano, com 22%”, compara o especialista. “O índice de segurança trazido pelo plano foi ainda maior na região de Manaus, que viu seu sistema de saúde entrar em colapso”, aponta.

Na região, 72% dos entrevistados disseram que se sentiriam “mais seguros” ou “seguros”. O menor número encontrado na amostra foi de 50% nas regiões metropolitanas de Porto Alegre e Rio de Janeiro.

A pesquisa traz ainda uma seção especial sobre coronavírus e mostra que 9 em cada 10 brasileiros ficaram satisfeitos com o atendimento para Covid-19 recebido via plano de saúde. O resultado é uma média dos números observados em todas as regiões metropolitanas pesquisadas. A rapidez no atendimento e nos exames diagnósticos são as principais justificativas para a satisfação. “Vale lembrar que a maioria dos beneficiários afirma que o seu plano de saúde disponibilizou atendimento virtual, o tipo de atendimento mais citado e utilizado pelos entrevistados”, acrescenta. Entre os entrevistados, o atendimento recebido foi excelente, com 92% de avaliação positiva.

Outro indicativo sobre a Covid-19 que chama a atenção é o fato de que os beneficiários de planos de saúde médico-hospitalar realizaram mais exames diagnósticos e menos consultas médicas nos 12 meses anteriores à entrevista, invertendo a tendência apresentada nas edições anteriores, o que reforça o maior monitoramento da contaminação por Covid-19 ou ainda da escolha por parte de pacientes de adiarem cirurgias eletivas em função do risco da pandemia.

Odontológicos também registram recorde de satisfação

O mercado de planos de saúde exclusivamente odontológicos tem crescido a ritmo constante a julgar pelos dados de abril da Nota de Acompanhamento de Beneficiários, do IESS, que mostram que o segmento já conta com cerca de 27,7 milhões de vínculos.

O instituto Vox Populi identificou que 83% dos beneficiários de planos odontológicos estão “satisfeitos” ou “muito satisfeitos” com seus planos. Os resultados também atingem o melhor patamar na série histórica, resultado que ajuda a entender por que indivíduos e empresas continuam a contratar o benefício mesmo durante a pandemia da Covid-19.

A mesma tendência acontece em relação à recomendação do plano odontológico atual para familiares e amigos, que chegou em 85% dos entrevistados e a intenção em continuar com o mesmo benefício, registrado em 89% dos casos. “Grande parte da expansão dessa modalidade nos últimos anos é justificada pela ampliação desses planos aos beneficiários de empresas de pequeno e médio porte (antes, centralizadas em grandes corporações)”, relata Cechin. “No geral, as principais razões do brasileiro para a contratação dos planos são ‘não depender da saúde pública’ e ‘ter segurança em caso de emergência’, ambos com 42%”, explica.

Observando os números nacionais, os índices de satisfação em relação a planos de saúde exclusivamente odontológicos também registraram alta. O maior número foi encontrado em Porto Alegre, 98%, e o menor em Belo Horizonte, com 79%, além desses estados, Rio de Janeiro registrou 87%; Brasília teve a marca de 85%; Salvador, com 89%; Recife, com 84% e Manaus, com 91%.

O Vox Populi ouviu 3,2 mil pessoas (1,6 mil beneficiários e 1,6 mil não beneficiários) em oito regiões metropolitanas do País (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre, Brasília e Manaus). A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos porcentuais (p.p.) para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

A íntegra da pesquisa está disponível no portal do IESS.


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Vistoria da Polícia Federal na farmácia de manipulação

Vistoria da Polícia Federal em farmácias de manipulação

Vistoria da Polícia Federal em farmácias de manipulação Foto: freepik

Segundo determinação da Portaria 240/2019, as farmácias de manipulação devem solicitar cadastro e licença na Polícia Federal. Para auxiliar os estabelecimentos a se prepararem para a vistoria dos fiscais da instituição policial, o Departamento de Assuntos Regulatórios da Ascoferj explica a estruturação dessa visita e como ela é feita.

Betânia Alhan, farmacêutica e coordenadora do departamento, esclarece que o roteiro e a fiscalização têm como base duas legislações: a Lei Federal nº 10.357/2001, que estabelece normas de controle e fiscalização sobre produtos químicos que possam, direta ou indiretamente, ser destinados à elaboração ilícita de substâncias entorpecentes, psicotrópicas ou que gerem dependência; e o Decreto Federal nº 4.262/2002, complementar à lei.

Determinações das legislações

A Lei nº 10.357, em seu artigo 12, explica o que constitui infrações administrativas nesse sentido. Alguns exemplos são o fato de deixar de cadastrar ou licenciar sua farmácia no prazo legal; não comunicar à Polícia Federal, no prazo de trinta dias, quaisquer alterações de atividades sujeitas a controle e fiscalização; deixar de apresentar ao órgão fiscalizador, quando houver solicitação, notas fiscais e outros documentos de controle.

Já o Decreto nº 4.262 traz informações mais aprofundadas, como o fato de ser facultado à Polícia Federal a realização de inspeções prévias em locais onde sejam exercidas atividades com produtos químicos controlados.

Roteiro de fiscalização

A fiscalização é dividida em três etapas: a primeira trata da estrutura da empresa, a segunda das instalações físicas e segurança, e a última da armazenagem, da utilização, da comercialização e do transporte de produtos da Portaria 240 solicitadas pelo SIPROQUIM 2 no site da Polícia Federal.

“Os policiais, na primeira etapa, averiguam se o endereço da empresa corresponde ao citado no requerimento para emissão da licença e ao local onde ficarão os produtos químicos, se há filiais, se a atividade principal da empresa corresponde à classificação fiscal do CNAE”, revela Betânia.

Além disso, os fiscais perguntam se a farmácia de manipulação já possuía licença para trabalhar com produtos químicos da própria Polícia Federal e de outros órgãos, estes devendo ser especificados (Anvisa e Vigilância Sanitária municipal).

Em relação às instalações físicas, os policiais perguntam se o local onde ficam armazenados os produtos químicos, como depósitos ou almoxarifados, são apropriados para a atividade. “Eles também querem saber se existe um responsável técnico, fichas de segurança e de identificação de cada um desses produtos e um sistema de controle de estoque com inventários periódicos”, diz a farmacêutica. Na última etapa, são solicitadas informações sobre os produtos da Portaria 240 solicitadas no SIPROQUIM2.

Fonte: Ascoferj


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Varejo farmacêutico amplia investimento e foco em vendas digitais

Varejo farmacêutico amplia investimento e foco em vendas digitais

(Texto atualizado em 05/07/2021 às 01:53 pm)

Varejo farmacêutico amplia investimento e foco em vendas digitaisA representatividade do comércio digital no volume de negócios do varejo farmacêutico ainda é discreta, mas os números durante a pandemia tornaram o segmento âncora de estratégias para 2021. A expectativa é de um acirramento da concorrência com a entrada de novos atores no varejo.

De acordo com a IQVIA, o faturamento do e-commerce no varejo farmacêutico saltou 93% em 12 meses – de R$ 1,78 bilhão para R$ 3,44 bilhões. Em paralelo, a receita dos marketplaces que contam com medicamentos em sua plataforma aumentou 173% no ano passado em relação a 2019, segundo a Neotrust/Compre & Confie.

Esse cenário despertou a atenção do mercado farmacêutico para players que já têm o chamado DNA digital, como é o caso da Farmadelivery. A farmácia online soma 16 anos de existência como e-commerce, e 30 no varejo farmacêutico. Com o rápido advento do comércio eletrônico, foi adquirida no último mês de setembro pela InvestFarma, controladora da Poupafarma. Com a transação, o grupo prevê ampliar em 30% a receita anual.

“Nosso faturamento aumentou 55% só em 2020 e agregamos quase 7 mil SKUs ao portfólio desde outubro. Hoje temos 25 mil SKUs, mas projetamos chegar a 35 mil em 2022, com reforço de categorias como a de dermocosméticos, saúde e bem-estar, além de produtos relacionados à imunidade”, comenta Celso Jose Pereira, diretor de novos negócios da Farmadelivery.

Mas para absorver a crescente demanda, a empresa planeja redobrar a aposta em novas tecnologias. “O CD de 6 mil m² que operamos em Santo André, no ABC paulista, já garante atendimento a todo o território brasileiro. Porém, vamos implementar hubs em outras regiões para baratear a última milha”, antecipa Pereira.

Outro investimento é a incorporação de uma nova plataforma operacional para melhorar a experiência de compra, somada a recursos de inteligência artificial e big data para ampliar a taxa de conversão. A Farmadelivery também iniciou conversações com consultorias para atrair startups focadas em soluções logísticas. “Esse é nosso principal entrave atualmente, já que o custo dos fretes responde por 8% a 12% do tíquete médio, comprometendo o acesso de mais consumidores ao varejo digital”, explica.

A vez dos marketplaces

Players tradicionais do varejo farmacêutico também direcionam esforços para a criação de marketplaces. É o caso da RaiaDrogasil, estimulada pelo resultado de R$ 1,2 bilhão com vendas em canais digitais em 2020 – um valor quatro vezes maior que o montante alcançado no ano anterior.

A rede aposta em uma plataforma para oferecer novos sortimentos da divisão de bem-estar, incluindo medicamentos de manipulação; e outra dedicada a serviços de saúde online. Para esta última, a empresa deu início à aproximação com startups de tecnologia como a Tech.fit, que desenvolve aplicativos de orientação e gerenciamento de atividades físicas e nutrição. “Queremos elevar a RaiaDrogasil para outro patamar e ir além do varejo farmacêutico, entrando na saúde integral”, endossou o CEO Marcilio Pousada.

O caminho parece promissor para a empresa que terminou 2020 com um market share recorde de 14,7% e a liderança absoluta no varejo farmacêutico nacional segundo a Abrafarma – mais de 10 bilhões à frente do segundo colocado, o Grupo DPSP. Analistas do banco Safra enxergam na Panvel e no Rappi dois concorrentes a curto prazo aos planos da RaiaDrogasil. Com crescimento de 60% frente a 2019, o comércio online já representa 15,4% dos negócios da varejista gaúcha. As plataformas digitais, inclusive, receberam R$ 18,5 milhões de investimentos no ano, utilizados em novos serviços como o aplicativo de vendas e na integração de PBMs e receituário eletrônico. Em 2021, a Panvel terá um marketplace.

“Será uma evolução da nossa presença digital com o propósito de contribuir para a saúde da população de uma maneira mais abrangente”, pontua o diretor-presidente Júlio Mottin Neto. A companhia, inclusive, constituiu uma equipe própria de marketplace para captação de vendedores e estruturação da tecnologia.

Já o Rappi iniciou incursão no setor em um projeto-piloto com a Drogaria Venancio no Rio de Janeiro e em Niterói. O aplicativo intermediará a venda de medicamentos com receita digital. O grupo está com conversações com outras redes para viabilizar a mesma operação em São Paulo e acaba de inaugurar 26 dark stores em quatro cidades brasileiras para agilizar e descentralizar o processo de entrega. Em 2020, os pedidos de produtos de farmácias pelo app subiram 79% em comparação com o ano anterior.

E-commerce nas redes regionais

Empresas com força regional como a Drogal, com 208 lojas em mais de 70 municípios do interior de São Paulo, viram o ­e-commerce quadruplicar em 2020. Esse desempenho deu sustentação para a rede agregar novas tecnologias à operação de venda, entre as quais o uso de carteiras digitais como meios de pagamento – Mercado Pago, Iti Itaú e PIC Pay.

“A mais recente inovação foi a inclusão do PIX, há duas semanas. Também estamos desenvolvendo parcerias com transportadoras que possibilitam entregas em até duas horas em cidades de maior porte”, destaca o diretor administrativo Marcelo Cançado, que revela ter recebido, inclusive, pedidos de clientes do eixo Norte-Nordeste. “O varejo digital tem o poder de expandir fronteiras do setor em curto prazo, tendência que se fortalece ainda mais se houver integração com a loja física”, acredita.

Apoio à inovação

Em parceria com a Farmácia Indiana, a Drogal é uma das idealizadoras da Farma Ventures, que completou um ano de existência com a proposta de trazer soluções disruptivas para o varejo farmacêutico. A primeira venture builder do setor planeja chegar ao fim do ano com 25 startups integrando seu portfólio, incluindo empresas focadas no aprimoramento dos prazos de entrega de produtos e na gestão de pagamentos.

“A iniciativa possibilita ao setor suprir algumas de suas carências no atendimento ao cliente e na implementação de novos serviços. Nosso propósito é construir o futuro do varejo farmacêutico com conexão e inovação”, comenta o CEO Marcos Knosel.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Anvisa abre Consulta Pública sobre gases medicinais

consulta publica

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Foi aberto na última quinta-feira (2/1) o prazo para o envio de contribuições à Consulta Pública (CP) 759, que trata da proposta da Anvisa sobre boas práticas de distribuição, armazenagem, transporte e dispensação de gases medicinais. O texto ficará disponível para comentários e sugestões durante 60 dias.   

Os gases medicinais ou mistura de gases são aqueles destinados a tratar ou prevenir doenças em humanos ou administrados para fins de diagnóstico médico. Também são utilizados para restaurar, corrigir ou modificar funções fisiológicas. Entre os exemplos estão o oxigênio medicinal (O2) e o nitrogênio medicinal (N2).   A CP 759 foi publicada no Diário Oficial da União (D.O.U.) do dia 26 de dezembro.   

 

Como participar? 

O primeiro passo é conhecer a proposta de Resolução da Diretoria Colegiada (RDC), que já está disponível na área de consultas públicas do portal da Anvisa. Depois da leitura e avaliação do texto, sugestões poderão ser enviadas eletronicamente, por meio do preenchimento de um formulário específico.  

As contribuições recebidas são consideradas públicas e estarão disponíveis a qualquer interessado, por meio de ferramentas contidas no menu “resultado” do formulário eletrônico, inclusive durante o processo de consulta.

Ao término do preenchimento do formulário, será disponibilizado ao interessado o número de protocolo do registro de sua participação, sendo dispensado o envio postal ou protocolo presencial de documentos.

Aqueles que não têm acesso à internet também podem participar. Nesse caso, as sugestões e comentários podem ser enviados por escrito, para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Gerência Geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária (GGFIS), SIA, Trecho 5, Área Especial 57, Brasília-DF, CEP 71.205-050.   

Excepcionalmente, contribuições internacionais poderão ser encaminhadas em meio físico, para o mesmo endereço, mas direcionadas especificamente à Assessoria de Assuntos Internacionais (Ainte).

Após o término da CP, a Agência fará a análise das contribuições e poderá, conforme necessidade e razões de conveniência e oportunidade, articular-se com órgãos e entidades envolvidos com o assunto, bem como aqueles que tenham manifestado interesse na matéria, para subsidiar posteriores discussões técnicas e a deliberação final da Diretoria Colegiada (Dicol). 

 


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Farmácia veterinária aposta em produtos veganos

Farmácia Veterinária

(Texto atualizado em 05/07/2021 às 01:53 pm)

Estimativas de mercado apontam que o segmento pet apresentou faturamento de R$ 40 bilhões em 2020, uma alta de 13% em relação a 2019. Esse segmento tem se reinventado e oferece cada vez mais opções para os animais de estimação. As farmácias veterinárias, por exemplo, apostam em itens de beleza naturais para agradar aos donos e contribuir com o meio ambiente.

É o caso da Fórmula Animal, farmácia de manipulação veterinária. Com sede em Santa Catarina, a rede desenvolveu a linha sustentável Ser Natural. São produtos veganos livres de parabenos, sal, sulfato e substâncias químicas que fazem mal aos pets.

Nos cosméticos, a farmácia veterinária utiliza óleos essenciais e ingredientes orgânicos, extraídos dos vegetais, com propriedades antioxidantes, antimicrobianas e até relaxantes.

O portfólio da linha inclui produtos como xampu sólido, condicionador, espuma de banho a seco, protetor solar, hidratante desembaraçador e perfume sólido.

Fonte: Panorama Farmacêutico


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