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Farmacêuticas aumentam preço de 600 medicamentos nos EUA

Farmacêuticas aumentam preço de 600 medicamentos nos EUA

Farmacêuticas aumentam preço de 600 medicamentos nos EUA

A pandemia da Covid-19 não inviabilizou o reajuste de preços dos medicamentos praticado pela indústria farmacêutica norte-americana. Apesar de mais baixos em comparação com anos anteriores, levantamento da plataforma de pesquisa de preços Good RX relacionou cerca de 600 medicamentos que apresentaram uma média de 4,2% de aumento nos valores. As informações são do portal Fierce Pharma.

A Pfizer elevou os preços de mais de 130 produtos no início do ano, variando de um salto de 0,22% para o antiarrítmico Norpace CR a um aumento de 5,14% para a vacina pneumocócica Prevnar 13 – a mais vendida do mundo. A Allergan, adquirida no ano passado pela AbbVie, aumentou os preços de mais de 30 remédios em 5%. A companhia também promoveu reajustes em percentuais abaixo de um dígito.

Já a Bristol Myers Squibb (BMS) ampliou os valores de 11 medicamentos, sendo que a maior alta foi de 6% para o anticoagulante Eliquis, produzido em parceria com a Pfizer. A GlaxoSmithKline (GSK) reajustou os preços de 31 itens – 7% para o imunizante voltado à herpes zoster Shingrix e 8,59% para a vacina combinada contra difteria, coqueluche e tétano.

As farmacêuticas AstraZeneca, Sanofi, Gilead Sciences e Bayer subiram os preços de mais de dez medicamentos, mas em percentuais abaixo de um dígito. Por outro lado, o reajuste na Teva Pharmaceutical Industries saltou 9% e englobou 16 fármacos. A maior elevação até agora neste ano vem da Vifor Pharma, com elevação de 14,58% do Venofer, usado no tratamento de anemia por deficiência de ferro.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Leia também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2021/01/04/retrospectiva-os-30-fatos-mais-marcantes-de-2020/


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Novo teste diferencia Covid-19 das demais infecções respiratórias

Trabalhando continuamente em recursos inovadores, que auxiliem na pesquisa e diagnóstico na área da saúde, a QIAGEN – multinacional alemã especialista em tecnologia para testes moleculares – apresenta seu sistema de testes sindrômicos para pacientes respiratórios. O QIAstat-Dx é uma ferramenta laboratorial de testagem capaz de identificar e diferenciar uma série de patógenos simultaneamente, e identificar, inclusive, se o indivíduo está contaminado por mais de um agente infeccioso ao mesmo tempo.

Veja também: Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica alerta para o momento crítico da pesquisa clinica no…

‘O objetivo da QIAGEN é auxiliar, principalmente, no diagnóstico correto de doenças que apresentam sintomas parecidos. Essa ferramenta dará as diretrizes para a conduta médica mais adequada, ao eliminar as incertezas no tratamento, com o uso dos medicamentos corretos, proporcionando uma abordagem mais responsável em termos de administração e resistência aos antibióticos’, destaca Paulo Gropp, vice-presidente da QIAGEN na América Latina.

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Ao apresentar sintomas clínicos parecidos, como febre, tosse, dor de cabeça, entre outras, as doenças respiratórias impõem dificuldade ao diagnóstico baseado apenas na avaliação médica dos pacientes, consequentemente, ao tratamento mais adequado para combater determinada infecção. Por isso, a proposta do QIAstat-Dx é permitir a testagem de um painel respiratório do paciente, ao identificar qual dentre 22 principais agentes, entre bactérias e vírus, é o causador dos sintomas, incluindo o SARS-Cov-2, o novo coronavírus.

De acordo com o médico intensivista do Hospital das Clínicas, Daniel Joelsons, os testes sindrômicos são fundamentais, principalmente, para os profissionais que atuam na linha de frente da Covid-19. ‘Essas ferramentas são de extrema importância para concluirmos o diagnóstico do paciente. Caso a infecção seja por bactéria, já iniciamos a administração de antibióticos. Se o paciente estiver contaminado pelo novo coronavírus, providenciamos seu isolamento e tratamento adequado. Os testes sindrômicos facilitam o trabalho da equipe médica e reduzem os efeitos colaterais dos medicamentos desnecessários’, declara o especialista.

Voltado ao diagnóstico clínico e com registro ativo na ANVISA, o QIAstat-Dx realiza, de forma rápida e sem necessidade de manipulação, o diagnóstico direto de amostras de swab nasofaríngeo de pacientes com suspeita de infecção respiratória, e libera o resultado da análise em até uma hora. Sua tecnologia tem o potencial de diminuir o tempo de permanência do paciente no hospital, evitar internações desnecessárias e identificar pacientes que, dependendo da contaminação, precisam de isolamento ou demais medidas de controle da infecção.

‘A utilização da ferramenta oferece ganhos para o paciente, que recebe o tratamento correto e eficaz, se recupera e se reestabelece mais rápido. Tanto para o sistema de saúde, evitando uso de medicamentos incorretos, diminuição do tempo e internação, reduzindo custos e aumentam-se as vagas para os pacientes que precisam de fato de uma internação, para acompanhamento dos casos mais críticos’, finaliza Paulo Gropp.

Fonte: Medicina S/A


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Pneumonia: o que é, causas, sintomas e melhor tratamento

o que é, causas, sintomas e melhor tratamento

(Texto atualizado em 04/05/2021 às 04:19 pm)

A pneumonia é uma infecção que se instala nos pulmões e pode acometer a região dos alvéolos pulmonares onde desembocam as ramificações terminais dos brônquios

A pneumonia é a infecção que mais mata no mundo. Causada por bactérias ou vírus, ela é mais comum (e perigosa) em crianças, idosos e pessoas com doenças anteriores. Mas deve ser tratada com atenção por todos.

Os principais sintomas da doença são: febre alta, tosse, dor no tórax e alterações da pressão arterial.

Conheça mais sobre a doença, quais os seus tipos e sintomas abaixo! 

O que é pneumonia?

É uma infecção que se instala nos pulmões e pode acometer a região dos alvéolos pulmonares onde desembocam as ramificações terminais dos brônquios e, às vezes, os interstícios (espaço entre um alvéolo e outro). 

Quais os tipos?

Pneumonia viral

Os principais vírus causadores deste tipo da patologia são os que causam resfriados e gripes, como o Influenza do tipo A, B ou C, H1N1, H5N1 e o novo coronavírus, além de outros como vírus parainfluenza, vírus sincicial respiratório e adenovírus.

Gripe, resfriados, alergia e coronavírus: conheça as diferenças e saiba como se proteger 

Pneumonia bacteriana

Nesse caso, o agente causador mais comum é o Streptococcus pneumoniae, também conhecido por pneumococo, responsável por 30% a 70% dos casos. Já as bactérias atípicas, como micoplasma, clamídea e legionela representam 8% a 48% dos casos, enquanto as infecções mistas, que envolvem mais de uma espécie de bactéria, são relatadas em até 38% dos pacientes.

Quais as causas?

A pneumonia é provocada pela penetração de um agente infeccioso ou irritante (bactérias, vírus, fungos e por reações alérgicas) no espaço alveolar, onde ocorre a troca gasosa. Esse local deve estar sempre muito limpo, livre de substâncias que possam impedir o contato do ar com o sangue. Contudo, os agentes infecciosos da pneumonia, diferente do vírus da gripe, não costumam ser transmitidos facilmente.

pneumonia sintomas

Resistência microbiana: saiba o que é e como evitar

Quais os sintomas da pneumonia?

Os principais sintomas da doença são:

  • Febre alta.
  • Tosse.
  • Dor no tórax.
  • Alterações da pressão arterial.
  • Confusão mental.
  • Mal-estar generalizado.
  • Falta de ar.
  • Secreção de muco purulento de cor amarelada ou esverdeada.
  • Toxemia (danos provocados pelas toxinas carregadas pelo sangue).
  • Prostração (fraqueza).

Como saber se é gripe ou pneumonia? 

Apesar dos sintomas das duas doenças serem parecidos, como febre acima de 38°C, tosse, catarro, dores pelo corpo e mal-estar generalizado, a principal diferença está na duração dos sintomas. Ou seja, se quaisquer dos sintomas passar de três ou quadro dias, um médico deve ser consultado, pois aumentam as chances de ser pneumonia. 

Parceria entre farmacêuticas aumenta alcance de exame para pacientes com câncer de pulmão 

Quais as diferenças entre a pneumonia bacteriana e viral? Como distingui-las?

Como os sintomas são os mesmos, além da avaliação médica, são necessários exames de sangue, radiografia de tórax e até a coleta de escarro para a identificação do agente causador.

Quais os fatores de risco para a doença?

Para se proteger da pneumonia é importante não fumar, pois o fumo provoca reação inflamatória que facilita a penetração de agentes infecciosos. Além disso, o álcool interfere no sistema imunológico e na capacidade de defesa do aparelho respiratório.

Também deve ter cuidado com:

  • Ar-condicionado: deixa a umidade do bar muito baixa, facilitando a infecção por vírus e bactérias;
  • Resfriados mal cuidados;
  • Mudanças bruscas de temperatura. 

tosse é pneumonia?

Como fazer o diagnóstico da pneumonia?

O diagnóstico é realizado por meio da radiografia de tórax, aliada à anamnese e ao exame físico, que ajudam na confirmação da suspeita e avaliação da extensão das lesões causadas pela pneumonia. 

Em alguns casos, a tomografia de tórax é uma alternativa nos casos em que a radiografia de tórax tem menor acurácia, como em pacientes obesos, bem como imunossuprimidos ou com alterações radiológicas prévias. 

Qual o melhor tratamento?

O tratamento das pneumonias é feito com antibióticos e a melhora costuma ocorrer em três ou quatro dias. Atualmente, amoxicilina, azitromicina e claritromicina são os medicamentos mais recomendados no tratamento das pneumonias que comprometem pessoas previamente saudáveis. Geralmente, quando a pneumonia é causada por vírus, o tratamento inclui apenas antitérmicos e analgésicos para aliviar os sintomas, podendo ser necessários medicamentos antivirais nas formas graves da doença.

A internação hospitalar é necessária quando o paciente é idoso, tem febre alta ou apresenta alterações clínicas decorrentes da própria doença, como: comprometimento da função dos rins e da pressão arterial, dificuldade respiratória caracterizada pela baixa oxigenação do sangue porque o alvéolo está cheio de secreção e não funciona para a troca de gases.

Existe vacina para a pneumonia?

Sim, a vacina Pneumocócica 23-valente. Ela protege contra doenças graves causadas pela bactéria pneumococo, como as pneumonias, meningites e outras. A vacina pode ser administrada em crianças a partir dos dois anos de idade e adultos.

Ela está disponível gratuitamente nos Centros de Imunobiológicos Especiais (CRIEs) e é indicada para pacientes com condições específicas, como infecção pelo HIV, doença pulmonar ou cardiovascular crônica grave, insuficiência renal crônica, síndrome nefrótica, diabetes mellitus insulinodependente, bem como cirrose hepática e pacientes com imunodeficiências, entre outros.

Imunidade: sistema de defesa do organismo 

pneumonia

O que fazer quando está com pneumonia?

No caso do diagnóstico da pneumonia, o paciente deve ter alguns cuidados:

  • Tomar os fármacos nos horários e doses corretas;
  • Beber aproximadamente dois litros de água por dia;
  • Evitar usar medicamentos para a tosse que não foram indicados pelo médico;
  • Vestir roupa adequada à temperatura, evitando alterações bruscas. 

É possível estar com pneumonia e não ter febre?

Apesar da febre ser um dos principais sintomas da pneumonia, é possível que o acometido não apresente o sintoma – principalmente se o paciente for idoso.

7 principais patologias que acometem idosos 

Pneumonia tem cura?

Sim, por meio de tratamento em casa ou hospitalar e acompanhamento médico. Apesar disso, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), é a segunda doença respiratória mais comum no Brasil, sendo responsável por mais de 200 mil internações todos os anos no Sistema Único de Saúde (SUS). 

Conclusão

A pneumonia é uma infecção que se instala nos pulmões e pode acometer a região dos alvéolos pulmonares onde desembocam as ramificações terminais dos brônquios e, às vezes, os interstícios (espaço entre um alvéolo e outro). 

Sua ocorrência pode ser através de vírus ou bactérias e os principais sintomas são: febre alta, tosse, dor no tórax e alterações da pressão arterial.

O quadro de pneumonia deve ser acompanhado de um profissional, principalmente no caso de pessoas com fatores de risco. Ao sentir os sintomas por mais tempo do que uma gripe comum, não deixe de ir ao médico para realizar o tratamento com os medicamentos corretos! 

O papel dos farmacêuticos como agentes de saúde da comunidade 

Fontes:

Portal Fiocruz 

Portal Fiocruz 

Hospital São Matheus 1

Hospital São Matheus 2

Hospital Sírio Libanês

Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia

Ministério da Saúde 

Fonte: Guia da Farmácia

Fotos: Shutterstock


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A satisfação do paciente pode ser afetada pelas características do paciente e dimensões de qualidade

Satisfação do paciente

Um estudo publicado na famosa revista International Journal for Quality in Health Care, buscou examinar a relação entre as características dos respondentes e as dimensões percebidas da qualidade dos cuidados de saúde para a satisfação geral do paciente em atendimento ambulatorial.

No projeto, um questionário sobre a percepção da qualidade da assistência à saúde foi enviado a pacientes em atendimento ambulatorial. Todos os centros médicos no condado de Östergötland (Suécia) foram envolvidos.

Um total de 7.245 pacientes com 20 anos ou mais responderam à pesquisa e forneceram suas próprias avaliações do atendimento.

Leia também: A experiência do paciente é diferencial estratégico dos serviços de saúde

A satisfação global do paciente foi a medida considerada principal como avaliação geral do atendimento no centro médico. A relação entre as características dos respondentes, dimensões de qualidade e satisfação global foi examinada por meio de regressão linear.

Estes foram os resultados gerais:

  • Pacientes mais jovens em atendimento de emergência foram o grupo menos satisfeito (54%);
  • Pacientes mais velhos com excelente estado de saúde foram o grupo mais satisfeito (90%).
  • Pacientes com percepção de melhor estado de saúde e pacientes com menos educação estavam mais satisfeitos do que pacientes com mais educação ou pior estado de saúde.
  • As duas dimensões mais fortemente associadas positivamente à satisfação global foram receber a ajuda médica esperada e ser bem tratado pelo médico.
  • Esperar na recepção sem obter informações correlacionou-se negativamente com a satisfação do paciente.
  • A participação na tomada de decisão médica correlacionou-se positivamente.

Ao usar uma população completa de pacientes, incluindo todos os tipos de especialidades médicas, os autores identificaram um conjunto de características comuns de respondentes e dimensões de qualidade que estão relacionadas à satisfação global em atendimento ambulatorial hospitalar.

Tais dados podem ser úteis para melhor compreensão e melhoria da qualidade dos serviços prestados às diferentes populações.




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Controle da glicemia piora na pandemia, saiba quais serviços farmacêuticos oferecer

Controle da glicemia piora na pandemia, saiba quais serviços farmacêuticos oferecer

O diabetes mellitus é, assim como a Hipertensão Arterial, um fator de risco para formas graves de COVID-19. Esta maior gravidade está também associada a comorbidades frequentes nos indivíduos que apresentam a doença (insuficiência cardíaca, doença coronária, insuficiência renal, obesidade). As recomendações terapêuticas para as pessoas com diabetes durante o período de pandemia ressaltam um rigoroso controle da glicemia

Entretanto, um estudo publicado na revista Diabetes Research and Clinical Practice, que tinha por objetivo identificar as barreiras enfrentadas pelas pessoas com Diabetes no Brasil durante a pandemia de COVID-19, apontou que essas pessoas tiveram seus hábitos alterados, o que impacta a glicemia. Com isso, o risco de mortalidade,  se infectados pelo SARS-CoV-2, bem como por complicações agudas e crônicas do diabetes aumenta potencialmente.  

O estudo, que coletou dados de 1701 indivíduos revelou que 95,1% dos entrevistados reduziram a frequência de sair de casa; entre aqueles que monitoram a glicose no sangue em casa durante a pandemia (91,5%), a maioria (59,4%) experimentou um aumento, uma diminuição ou uma maior variabilidade nos níveis de glicose; 38,4% postergaram consultas médicas e/ou exames de rotina; e 59,5% reduziram a atividade física. 

Por isso, neste momento, é ainda mais importante que você atue como um educador em diabetes. Confira as dicas práticas de serviços farmacêuticos que podem ser oferecidos no seu estabelecimento. 

Serviços que podem ser oferecidos para pessoas com diabetes

 

1. Educação em saúde 

A educação é um processo contínuo e constitui a ferramenta principal para o controle do diabetes. Para tanto, “o farmacêutico deve estar qualificado e consciente do seu papel de educador nesse processo. O propósito da educação é o controle do diabetes através do cuidado por parte das pessoas, familiares e cuidadores, tendo como consequência a melhora do estado de saúde e da qualidade de vida das pessoas”.

A Organização Mundial da Saúde destaca a importância da educação para o autocuidado na prevenção e tratamento de doenças crônicas como o diabetes mellitus. 

A pessoa que vive com a doença é a principal responsável por desempenhar atividades relacionadas ao tratamento. No entanto, para que ela possa desempenhar esse papel, é necessário conhecer os comportamentos que devem ser adotados para o controle do diabetes. São sete os comportamentos principais: 

  • Alimentação saudável 
  • Ser ativo
  • Monitorização da glicemia 
  • Tomar medicamentos 
  • Resolução de problemas
  • Enfrentamento saudável 
  • Redução de riscos 

O farmacêutico, como educador em diabetes, pode contribuir para a adoção de todos esses comportamentos.

Educação em saúde e a pandemia de COVID-19

Além dos cuidados em relação ao controle do diabetes, também é importante educar o paciente em relação ao tratamento precoce da COVID-19, uma vez que a procura por determinados medicamentos e suplementos vitamínicos tem aumentado durante a pandemia. 

A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) não recomenda tratamento farmacológico precoce para COVID-19 com qualquer medicamento (cloroquina, hidroxicloroquina, ivermectina, azitromicina, nitazoxanida, corticoide, zinco, vitaminas, anticoagulante, ozônio por via retal, dióxido de cloro).

 A SBI destaca que “os estudos clínicos randomizados com grupo controle existentes até o momento não mostraram benefício e, além disso, alguns destes medicamentos podem causar efeitos colaterais. Ou seja, não existe comprovação científica de que esses medicamentos sejam eficazes contra a COVD-19.”

2. Aferição da pressão arterial 

O diabetes mellitus tipo 2, que é o tipo mais comum em pessoas que estão acima do peso, muitas vezes vem acompanhado de pressão alta (hipertensão arterial sistêmica).

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) 4 entre 10 pacientes diabéticos apresentam pressão acima do normal.

O controle da pressão por parte do paciente diabético é tão importante quanto o controle da glicemia. Isso porque a pressão alta aumenta o risco de doenças cardiovasculares como infarto, além de acelerar o processo de lesão nos rins, já causado pelo próprio diabetes.

3. Rastreamento em Saúde com Testes Laboratoriais Remotos de Glicemia, Hemoglobina Glicada e Perfil Lipídico 

Para o rastreamento do diabetes, pode-se utilizar a glicemia em jejum, a glicemia de 2 horas pós-sobrecarga ou a hemoglobina glicada, sendo a glicemia de 2 horas pós-sobrecarga o teste menos utilizado. A glicemia em jejum e a hemoglobina glicada são exames que podem ser oferecidos aos clientes que frequentam a farmácia. 

Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, esses testes são um dos instrumentos tanto para auxiliar no diagnóstico de diabetes ou pré-diabetes, quanto para avaliar o controle glicêmico do paciente com a doença.

Outro exame que precisa ser realizado com frequência por pessoas com Diabetes ou por aquelas que apresentam algum fator de risco para o desenvolvimento da doença, é o exame de Perfil Lipídico. Pessoas com diabetes mellitus possuem duas a três vezes mais chances de apresentar problemas cardiovasculares do que pessoas não-diabéticas.

E você? Está oferecendo algum destes serviços na sua farmácia? Conte com a Hilab os Testes Laboratoriais Remotos. Preencha o formulário que em até 48h nós ligamos para você! 


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Termo contribui para adequação à lei de logística reversa

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Documento prevê o compartilhamento de informações e esforços que possam contribuir com o cumprimento das legislações ambientais acerca da logística reversa de produtos eletroeletrônicos e suas embalagens

Mais um passo foi dado pela ABIMED – Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde na busca por contribuir com seus associados ao atendimento à lei de obrigatoriedade da implantação de sistemas de logística reversa em âmbito nacional. Foi firmado um acordo de cooperação entre a entidade e a ABREE – Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos, visando facilitar o atendimento às necessidades individuais dos associados, de acordo com o disposto na legislação pertinente, tais como a implantação de um sistema de logística reversa de eletroeletrônicos e suas embalagens e o acompanhamento das demandas ambientais relacionadas ao gerenciamento de resíduos sólidos.

A parceria também busca proporcionar mais conhecimento sobre a lei por meio da oferta de palestras, seminários, compilação de materiais, reuniões, dentre outras atividades nas esferas pública e privada.

“Esta ação tem o objetivo de contribuir para que os associados da ABIMED possam se adequar ao disposto nas legislações ambientais acerca da logística reversa de produtos eletroeletrônicos e suas embalagens, sendo que a Associação reforça a recomendação de que cada associado gerador de resíduos de equipamentos eletromédicos, que não sejam os eletroeletrônicos definidos na lei, adotem e executem as ações previstas em seu respectivo programa de gestão de resíduos sólidos”, diz o gerente de Ralações Institucionais e Governamentais Regional São Paulo da ABIMED, Fabio F. Mazza.

“A parceria com a ABIMED é muito importante para a ABREE, que é a mais representativa entidade gestora do setor, sendo responsável por definir e organizar o gerenciamento de resíduos sólidos de 152 marcas do mercado brasileiro. Com mais de 1.300 pontos de recebimento espalhados por todo o Brasil para dar alternativas para os consumidores criarem a cultura de descartar corretamente seus produtos pós-consumo e por meio de parcerias estratégicas, como esta, trabalhamos para a criação de um ecossistema sustentável de logística reversa no Brasil”, afirma a gerente executiva da ABREE, Mara Ballam.

Sobre a ABIMED

A Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde (ABIMED) congrega empresas nacionais e multinacionais que representam cerca de 65% do setor de equipamentos e dispositivos médicos no Brasil (0,6% do PIB nacional). A Associação tem como princípio contribuir para a promoção de um ambiente saudável, sustentável e propício à inovação tecnológica e à competitividade de suas associadas nos mercados local e global, bem como contribuir para o desenvolvimento do setor de saúde no Brasil, com foco no paciente, propiciando à população brasileira acesso a tecnologias de saúde inovadoras e de alta performance. A ABIMED possui em seu DNA a ética e a transparência que pautam sua atuação na representação da indústria, sendo a primeira entidade do setor a lançar um Código de Conduta para seus associados.

Sobre a ABREE

Fundada em 2011, a ABREE, ou Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos, é uma entidade gestora sem fins lucrativos, que define e organiza o gerenciamento de resíduos sólidos, implementando sistemas coletivos de logística reversa e promovendo economia de grande escala ao reduzir os custos operacionais e de transações. Com 44 Associados, que representam 152 marcas, a ABREE é responsável pelo gerenciamento do sistema através da contratação, fiscalização e auditoria dos serviços prestados por terceiros, para a implementação de sistemas coletivos de logística reversa, além de contribuir com informações para todos os envolvidos da cadeia que são responsáveis para a viabilização da logística reversa de eletroeletrônicos e eletrodomésticos no país.


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Como a tecnologia da NVIDIA está envolvida na descoberta de novos remédios

Quem conhece a NVIDIA somente pela sua fama nas placas de computadores que fazem a alegria dos gamers podem não saber, mas a empresa emprega sua tecnoogia em outras frentes de interesse geral, como remédios, por exemplo. Na semana passada, a NVIDIA Enterprise anunciou parceria estratégica com a Schrödinger, que aproveita os sistemas NVIDIA DGX A100 para expandir ainda mais a velocidade e a precisão da plataforma computacional de descoberta de drogas da Schrödinger e permitir uma avaliação rápida e precisa de bilhões de moléculas para o desenvolvimento potencial terapêutico.

As empresas otimizarão a plataforma de software da Schrödinger, projetada para modelar e calcular as propriedades de novas moléculas, para a NVIDIA DGX SuperPOD, desenvolvido com os sistemas NVIDIA DGX A100 e a rede NVIDIA InfiniBand HDR.

Com a novidade, será possível criar modelos baseados na física no conjunto de produtos da Schrödinger e haverá suporte para a NVIDIA Clara Discovery, uma coleção de frameworks de IA, aplicações e modelos pré-treinados de última geração para a descoberta de medicamentos computacional mais avançada. As empresas também colaborarão em avanços científicos e de pesquisa para adaptar a computação baseada na física e o machine learning à descoberta de medicamentos.

A Schrödinger usa soluções baseadas na física com a maior potência computacional possível para avaliar milhares de moléculas para cada candidato a medicamento em potencial. Essa tarefa exige centenas de horas de uso da GPU em computadores de alto desempenho.

Graças à colaboração, o setor farmacêutico inteiro, que conta com mais de 3 mil empresas, de startups a multinacionais, poderá acelerar a descoberta de medicamentos na escala da supercomputação. A solução desenvolvida em conjunto permitirá que empresas de todos os portes simulem combinações moleculares com física e IA para identificar e otimizar os componentes mais promissores para possível uso terapêutico. As empresas farmacêuticas podem realizar essas pesquisas em clouds privados fáceis de implantar com a plataforma da Schrödinger em execução na NVIDIA DGX SuperPOD, que pode ser instalado no local ou em uma unidade de colocação.

‘O modelo preditivo integrado a nossa plataforma foi criado para ampliar e acelerar significativamente a busca por moléculas terapêuticas de alta qualidade, e a NVIDIA é um parceiro de tecnologia importante nesse projeto’, afirma Patrick Lorton, diretor de tecnologia da Schrödinger. ‘Nosso software computacional avançado ajuda as maiores empresas farmacêuticas do mundo a explorar mais do espaço químico e identificar candidatos de alta qualidade com mais rapidez, com muito menos custo de computação que os métodos tradicionais. Temos orgulho de trabalhar com a NVIDIA para que esse processo corra com ainda mais fluidez.’

As equipes de pesquisa e engenharia da NVIDIA estão trabalhando para melhorar e otimizar o conjunto da Schrödinger para a arquitetura NVIDIA Ampere e sua tecnologia de GPU multi-instância. Os clientes poderão facilmente implementar o software da Schrödinger em um único sistema DGX ou um cluster de 20 ou mais unidades para criar uma DGX SuperPOD. Assim, será possível dimensionar a plataforma da Schrödinger para diversos programas de medicamentos, além da triagem e da avaliação de bilhões de moléculas por semana.

‘Com a combinação avançada de simulação e machine learning da Schrödinger, a descoberta de medicamentos computacional aumentará a precisão’, conta Kimberly Powell, vice-presidente da área da saúde da NVIDIA. ‘Juntos, oferecemos ao setor farmacêutico uma ferramenta científica que proporciona a identificação de compostos com um rendimento extremamente alto, acelerando e contribuindo para o sucesso dos candidatos.’

Fonte: Observatorio de Games


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Telemedicina completa um ano em exercício no Brasil

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No dia 31 de março de 2020, o Senado Brasileiro aprovou em caráter emergencial o projeto que autorizava o uso da telemedicina durante a pandemia da Covid-19. Sancionada em abril pelo presidente Jair Bolsonaro, a prática ajudou e ajuda médicos a realizarem consultas à distância enquanto durar a crise do novo coronavírus. O atendimento feito através de vídeo chamada evitou aglomerações em hospitais, postos e clínicas de saúde, minimizando o caos na saúde.

Passado um ano deste marco, a Telemedicina cresceu e ganhando cada vez mais espaço no Brasil. Pesquisas apontam que empresas deste segmento já movimentam 3 trilhões de dólares no mundo, e tem uma demanda que passa pelo barateamento e a democratização das novas tecnologias, empoderamento do paciente, impacto na prevenção, a mudança do perfil das doenças e do próprio comportamento do consumidor. “Estamos em uma grande e contínua expansão no mercado de telemedicina no Brasil, onde vem sendo agregados diversos novos serviços e funcionalidades. No entanto, estamos a espera de uma legislação atual que possibilite a inovação no segmento”, reflete Jorge Ferro, CEO do Grupo de Telemedicina Iron .

Já consolidado na Europa e nos Estados Unidos, o Grupo Iron teve sua entrada no Brasil a partir da sanção do governo. De lá para cá, mais de 500 mil atendimentos já foram realizados pela plataforma, além de uma equipe especializada que compõe o Departamento de Pesquisas para Covid-19, e de 65 mil pacientes que recebem cuidados através do serviço de Atenção Primária à Saúde, possibilitando uma melhor qualidade de vida. “Nossa equipe multidisciplinar fica disponível 24h na plataforma. Temos uma média de resolução em torno de 96% dos casos de atendimento. Os outros casos, que necessitem de uma consulta presencial são orientados e encaminhados para o serviço de saúde adequado”, explica Ferro.

Além das consultas de caráter emergencial, o Grupo Iron terceiriza seus serviços para grandes seguradoras de saúde, como Cassi – plano de saúde para funcionários e beneficiários do Banco do Brasil, e para a Plan Saúde.

A empresa encerrou o ano de 2020 com um crescimento de 65% e acredita que o ano de 2021 vai continuar promissor . “Ainda enfrentamos a maior crise sanitária dos últimos tempos e há muito a se fazer”, complementa o empresário. A expectativa é que o número de atendimentos ultrapasse o marco de 1,5M até o final do ano. Segundo a diretoria da marca, a Telemedicina é um legado do momento que passamos desde o ano passado.


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Febrafar apresenta projeção para 2021

Febrafar apresenta projeção para 2021

Em evento online, a Febrafar fez sólidas projeções para este ano, apresentou sua nova ferramenta de transformação digital, o Orion, e traçou 5 objetivos até o ano de 2025, confira

O Febrafar Day aconteceu no último dia 23 de fevereiro, apresentando aos parceiros do mercado farmacêutico da Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar) as importantes conquistas de 2020 e projeções para um crescimento ainda maior nos próximos anos.

A saber, o evento, que foi realizado pelo Youtube, contou com a apresentação da jornalista Millena Machado.

E teve seu início com o diretor de relacionamento da IQVIA, Cesar Bentim.

Bentim apresentou os números referentes às 81,6 mil farmácias do Brasil e às 10.772 das redes associadas à Febrafar.

Em relação ao ano de 2020, o faturamento do mercado farmacêutico foi de R$ 140 bilhões, dos quais a Febrafar representou R$ 16,8 bilhões, com 12,1% de participação nesse mercado que almeja projeções.

O crescimento da associação diante das demais farmácias também cresceu, sendo que esse índice foi de 26,1%, e o varejo farmacêutico como um todo cresceu 15,6%.

Betim destacou em sua apresentação a capacidade de resiliência desse mercado.

Mas pontuou que o este ano deve ainda seguir marcado pela inconstância.

Tudo ainda dependente de uma análise macroeconomia, que tem muitos pontos ainda em aberto.

Mesmo diante dessa situação, a projeção segundo a IQVIA é de crescimento de 9,4% em um cenário normal e 6,4% no cenário mais crítico.

Destaques e projeções da Febrafar

Um ponto de destaque no ano foi o reconhecimento das políticas de recursos humanos, com o recebimento da certificação da Great Place To Work e conquista das primeiras posições em diversas categorias.

Para 2021, a empresa fez um planejamento estratégico de forma diferente, com um plano de ação para o curto prazo e um plano estratégico de médio e longo prazo.

E traçou 5 objetivos estratégicos até o ano de 2025:

  • Acelerar da digitalização 360° da Febrafar.
  • Tornar cada vez mais relevante e importante para as indústrias, distribuidoras e prestadoras de serviços.
  • Tornar a Febrafar relevante e reconhecida pelas redes e lojas.
  • Criar aliança com provedores e gestores de planos de saúde.
  • Manter o selo do GPTW.

Para que esses pontos sejam atingidos, os diretores das áreas Operacional e de Inovações, Ney Santos e Karen Corridoni, apresentaram as novidades e evoluções dessas áreas e o que foi projetado para a potencialização de produtos e ferramentas pensando, assim, no crescimento do mercado.

Novidades

Um grande destaque foi a apresentação de uma nova ferramenta: o Orion.

Esse é um grande hub que liga, assim, as ferramentas da Febrafar a um sistema único.

No qual o usuário pode entrar para usufruir os benefícios da associação.

Tendo área de notícias, relatórios, comercial e de capacitação. Também foi apresentada a agenda de eventos da entidade para 2021.

O presidente da Febrafar, Edison Tamascia, destacou que, mesmo com cenários mais complexos, a Febrafar já estava preparada, a partir de um processo de transformação digital.

Contudo, Tamascia exemplificou essa digitalização dando como exemplo o programa de fidelização (PEC).

Com mais de 33 milhões de participantes e que proporciona também uma jornada mais digital com o consumidor.

Dessa maneira, Tamascia também alertou sobre o fato dessa digitalização ter que ser pensada de dentro para fora e não ao contrário.

“Para 2021, por mais que ainda estejamos em uma travessia, a maior analogia para o momento vivido é a luz no fim do túnel, pois já temos as vacinas aprovadas. Mas, as dificuldades ainda continuam e, por mais que o setor farmacêutico seja menos impactado pela crise, não somos uma ilha isolada, por isso essa luz nos dá esperança, mas temos muito a fazer”, finalizou.

Fonte e foto: Febrafar

 


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Giro News | Fornecedores | Marfrig Doa R$ 7,5 Milhes

Giro News | Fornecedores | Marfrig Doa R$ 7,5 Milhes
Marfrig Doa R$ 7,5 Milhões


  A Marfrig Global Foods, especializada em carne bovina,
anuncia a doação de R$ 7,5 milhões para o Ministério da Saúde. O valor será
destinado à compra de testes rápidos para diagnosticar o Covid-19. Segundo a
empresa, a doação é suficiente para a compra de 100 mil testes e faz parte de
uma parceria do órgão público de saúde com a iniciativa privada para financiar parte
dos kits. De acordo com a Marfrig, durante este período de prevenção ao novo
Coronavírus, todas as suas plantas estão em operação e as exportações também
serão mantidas.


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Aprovação da eutanásia em Portugal reascende discussão sobre os direitos fundamentais da pessoa humana

Aprovação da eutanásia em Portugal reascende discussão sobre os direitos fundamentais da pessoa humana

Os cinco projetos de despenalização da morte medicamente assistida em Portugal foram aprovados pelo Parlamento no último dia 20 de fevereiro. Os textos estabelecem a prerrogativa da eutanásia e do suicídio assistido aos portugueses e também aos residentes no país, maiores de idade com doenças incuráveis e em fase de sofrimento duradouro e insuportável.

A aprovação, de acordo com o advogado e professor Mario Barros Filho, professor da Faculdade de Medicina do Hospital Albert Einstein e sócio fundador do escritório BFAP Advogados, ainda não é definitiva e poderá, inclusive, ser discutida no Judiciário. “Trata-se de uma importante evolução no debate sobre o tema, mas muita coisa deve acontecer até a efetiva legalização da eutanásia em Portugal”.

A eutanásia, caso aprovada em definitivo, poderá ser acessível aos brasileiros que vivem legalmente em Portugal. De acordo com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), 150.854 brasileiros (números atualizados até janeiro desse ano) poderão ser beneficiados com a nova regra. No geral, os brasileiros representam 1 em cada 4 imigrantes residentes no país europeu. A nova legislação determina que o paciente terá de fazer o pedido de forma consciente e lúcida, com exceção para pessoas com transtornos mentais. Cada caso terá de ser avaliado por dois médicos.

Na visão de Mario Barros Filho, a aprovação inicial da morte medicamente assistida em Portugal reacende uma discussão importante sobre o conceito da autonomia da pessoa humana. “A eutanásia vem na ordem de possibilitar ao indivíduo dispor de sua vida biológica e biográfica, como uma liberdade de escolha. É muito importante entendemos que o direito à vida não pode ser interpretado como um dever à vida. Mas isso nos leva a refletir se não deveríamos também buscar uma discussão, colocando em pauta a implementação de direitos para proteção do que seria esse conceito individual de pessoa humana. O ideal seria aproveitar este momento e reforçar temas como cuidados paliativos e acesso à saúde, garantido que pessoas não vivenciem situações de ‘punição à vida’. Ou seja, existe um paradoxo. Importante deixar claro que esta posição não se coloca como contrária à eutanásia, como direito fundamental da pessoa humana, mas seria importante incluir outros temas relevantes nesta esteira de renovação das liberdades e da singularidade de cada pessoa. Entendo que momentos como esse comprovam que todos os dias reescrevemos o que entendemos por dignidade, e isso é fundamental e necessário como um ato de humanidade”, afirma.

O especialista também ressalta que no Brasil não existe nenhuma lei que autoriza a eutanásia. Assim, o profissional de saúde que interrompe de forma ativa a vida de um paciente — dando uma injeção letal, por exemplo — é julgado com base no artigo 121 do Código Penal, acusado de homicídio doloso, cuja pena vai de seis a 20 anos de prisão.


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Pazuello garante compra de vacina da Janssen

(Texto atualizado em 14/04/2021 às 09:52 am)

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, nesta quinta-feira (7), que o governo federal vai comprar doses da vacina contra a Covid-19 que estão sendo produzidas pela norte-americana Janssen, divisão farmacêutica  da Johnson & Johnson.

Em pronunciamento no Palácio do Planalto, Pazuello fez elogios ao imunizante que está sendo desenvolvido pela Janssen, destacando que seus técnicos afirmam se tratar da “melhor negociação”. Contudo, ele disse que “infelizmente” só foram oferecidas 3 milhões de doses ao Brasil a partir do abril ou maio. “Para não deixar dúvida, nós comparemos a vacina da Janssen”, ressaltou.

O ministro disse também que o governo federal está em negociação com o laboratório Moderna, mas citou que a dose do imunizante é de US$ 37 –seriam necessárias duas por pessoa — e que a previsão inicial de entrega a partir de outubro de 2021. Em comparação, o custo da vacina da AstraZeneca negociada pelo governo federal, que será produzida pela Fiocruz, é de US$ 3.

Assim como fez em pronunciamento na véspera em cadeia nacional de rádio e TV, Pazuello novamente se queixou das exigências da Pfizer para a venda ao Brasil. Ele citou quatro condicionantes apresentadas, entre elas a isenção de responsabilidade por eventuais efeitos colaterais pela vacina, e ainda mencionou a baixa quantidade de doses que poderiam ser ofertadas.

“Isso tudo obviamente faz com que a gente não consiga contratar a Pfizer”, avaliou. “Queremos que a Pfizer nos dê o tratamento compatível com o nosso país, amenize essas cláusulas. Não podemos assinar dessa forma”, reforçou. Em nota, a Pfizer afirmou que as cláusulas que estão sendo negociadas “estão em linha com os acordos que fechamos em outros países do mundo – inclusive na América Latina.

O ministro disse ainda que está em negociações com a União Química a fim de que a vacina russa Sputnik V possa vir a ser fabricada no Brasil e comprada pelo governo. Ele não deu detalhes sobre as quantidades que estão sendo discutidas.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Nova líder da ePharma na área de operações

Nova líder da ePharma na área de operações

A farmacêutica Bruna De Vivo acaba de assumir o cargo de diretora associada de operações PBM e Redes da ePharmahealth tech pioneira no gerenciamento de programas de benefícios de medicamentos. Trata-se da primeira mulher a assumir uma diretoria executiva de uma área estratégica da empresa.

“Nosso principal desafio será focar no engajamento dos beneficiários finais, dentro de uma realidade cada vez mais digital e num contexto ainda de pandemia, a fim de manter um crescimento efetivo”, ressalta a executiva.

Em maio, Bruna completa 20 anos de atuação na ePharma, na qual foi inicialmente contratada para montar uma central de atendimento técnico farmacêutico. Depois de seis meses foi promovida a gerente técnico científico, período em que aprimorou o banco de dados de medicamentos da health tech e desenvolveu os relatórios técnicos farmacêuticos.

A executiva também permaneceu mais de dez anos trabalhando junto à indústria farmacêutica nas áreas comercial e de suporte de operações dos programas de desconto, que depois viria a se tornar um dos produtos mais rentáveis da companhia. Outro desafio foi comandar a área de relacionamento de operações da rede credenciada, onde atuou. Em 2018 também assumiu a operação dos programas de PBM corporativo e da indústria farmacêutica.

Bruna foi membro da Comissão de Saúde do Conselho de Farmácia de São Paulo entre 2009 e 2010, formou-se na Faculdade de Farmácia da Unisantos e cursou MBA na Fundação Dom Cabral, além de especialização em saúde pela PUC-SP.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Brasil registra 1.075 mortes pela covid-19, maior balanço diário desde setembro

Os registros de mortes por covid-19 nas últimas 24 horas chegaram a 1.075, o maior para um só dia desde 15 de setembro, de acordo com o consórcio de veículos de imprensa. Já a média móvel de mortes, que contabiliza as oscilações dos últimos sete dias e elimina distorções entre um número alto de meio de semana e baixo de fim de semana, ficou em 633.

No total, o Brasil registrou 192,716 mortes por covid-19 e 7.564.117 pessoas contaminadas, segundo o balanço mais recente do consórcio formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde. Os dados foram divulgados às 20h.

De acordo com o Ministério da Saúde, 6.647.358 pessoas se recuperaram da doença.

Consórcio dos veículos de imprensa

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

Fonte: IstoÉ


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Governo lança nova campanha de vacinação contra sarampo

(Texto atualizado em 30/03/2021 às 04:05 pm)

O Ministério da Saúde lançou, nesta segunda-feira (10), uma nova campanha para imunizar crianças e jovens entre cinco e 19 anos contra o sarampo.

Só nesta primeira fase, o Ministério da Saúde vai enviar aos estados quase quatro milhões de doses da vacina. A meta é imunizar três milhões de crianças e jovens que não tomaram as duas doses necessárias para se proteger.

“O que eu vejo é as pessoas não conhecerem, ou acharem que essas doenças não existem, que são coisas do passado e o vírus está aí circulando. A gente tem que alertar que essa negligência, esse esquecimento, essa falta de cumprir uma caderneta de vacinação, o preço pode ser a vida dessa criança”, alertou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

O ministro também reforçou a importância da vacinação contra o sarampo por causa do risco do novo coronavírus.

“A gente sabe que esse vírus, ele pega normalmente pessoas que estão com a imunidade baixa, a pessoa que não está numa situação de imunidade ideal. E a vacina aumenta a imunidade, provoca o sistema imunológico e é um ganho extra a gente saber que a pessoa foi vacinada contra o sarampo, que você já elimina no período inicial aquele quadro clínico que pode eventualmente misturar, confundir com uma virose”, disse.

O ministério também decidiu manter a vacinação de bebês entre seis e 11 meses, a chamada dose zero. Essa dose de emergência foi colocada em 2019 no calendário de vacinação para proteger os bebês mais cedo, antes das duas doses normais, com um ano e um ano e três meses de idade.

O Pietro tem só nove meses e logo vai conviver com várias pessoas de fora da família.

“Ele tem que tomar as vacinas porque ele vai para a creche e tem que estar tudo em dia”, disse a mãe Carine Santos Souza.

Os casos de sarampo no Brasil diminuíram nos últimos meses, mas o vírus continua circulando e ele circula com facilidade. O sarampo é altamente contagioso. Por isso, em 2020, continua a estratégia: além de vacinar os bebês, fazer campanha para quem não tomou a vacina quando deveria.

Em 2019, o brasil teve 18 mil casos confirmados de sarampo. Mais de 16 mil deles no estado de São Paulo, principalmente na capital. Das 15 pessoas que morreram de complicações decorrentes do sarampo no país, 14 viviam em São Paulo.

Por isso, o estado quer vacinar muito mais gente do que o definido pela campanha nacional.

“Aquela criança de seis meses de idade até aquele adulto de 60 anos de idade precisam ir a uma unidade pública, consultar um profissional de saúde e verificar se o seu esquema vacinal, o seu histórico vacinal está adequado”, disse a diretora do Programa Estadual de Imunização de São Paulo, Núbia Araújo.

Fonte: Jornal Nacional


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PEC da Febrafar movimenta meio bilhão de reais em outubro

PEC da Febrafar movimenta meio bilhão de reais em outubro

O Programa de Estratégias Competitivas (PEC) desenvolvido pela Febrafar, um dos mais amplos programas de fidelidade do país criado para as redes de farmácias afiliadas, obteve números significativos em outubro.

Resultados de outubro

O programa ultrapassou 30 milhões de cadastros na base total, com mais de 1,5 milhão de novos CPFs registrados. Além disso, as vendas gerais registradas no PEC somaram mais de R$ 555 milhões de reais, em 7,9 milhões de transações que tiveram um tíquete médio de mais de R$ 70.

O diretor operacional da Febrafar, Ney Santos, comenta: “O PEC está prestes a completar uma década de existência e, nesse período, ele se modernizou, sempre pensando em oferecer a melhor experiência para os clientes das farmácias e resultados efetivos nos negócios das farmácias. Atingir essas metas apenas comprovam que os esforços foram acertados”.

Programa de fidelidade (PEC)

O programa de fidelidade tem como objetivo oferecer uma política de preços competitiva por meio da concessão individualizada dos descontos, considerando as características específicas de cada medicamento.  Ele é operado por um sistema de CRM com milhões de clientes cadastrados, o que permite a realização de ações de relacionamento e gestão da fidelidade.

Além disso, a Febrafar também oferece às redes a possibilidade de uso de um aplicativo integrado ao sistema que permite aos consumidores receberem ofertas exclusivas, cupons de descontos e a realização de pedidos de medicamentos e demais produtos para entrega.

Veja também: Venda de genéricos cresce 11% no terceiro trimestre de 2020

Fonte – Revista da Farmácia


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OMS inclui 16 remédios para câncer nos sistemas públicos de saúde

A OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou a inclusão de 16 novos medicamentos para tratar o câncer na Lista-Modelo de Medicamentos Essenciais para Adultos e Crianças. Agora a organização considera como prioritários para o tratamento oncológico um total 46 fármacos, que devem ser oferecidos no sistema público de todos os países. Os novos medicamentos foram sugeridos à organização por um estudo feito por 90 médicos espalhados pelo mundo.

Um dos colíderes da força-tarefa do estudo, Gilberto Lopes, do Centro Paulista de Oncologia do Grupo Oncoclínicas do Brasil, ressaltou que esta foi a maior inclusão de medicamentos desde a criação da lista, em 1977. ‘Ficamos muito contentes que a OMS aprovou 16 das 22 drogas que sugerimos. Elas têm impacto significativo na sobrevida e, muitas vezes, na qualidade de vida dos pacientes’, informou Lopes. ‘Ela inclui alguns medicamentos que já são genéricos, mas também de alguns de alto custo, como o trastuzumab, o imatinib e o rituximab, que são usados para tratamento de câncer de mama, mieloide crônica e linfoma, respectivamente’.

Medicamentos já disponíveis

O oncologista lembrou que o SUS (Sistema Único de Saúde) oferece vários dos medicamentos recém incluídos na lista, mas alguns são restritos a tratamentos específicos. Ele citou, como exemplo, o trastuzumab que.está aprovado no SUS somente para o tratamento adjuvante, que é posterior à cirurgia, para prevenir que a doença volte.

‘A lista da OMS agora também inclui a droga para o tratamento de pacientes com a doença mais avançada, metastática, para que elas vivam melhor e por mais tempo. Essa é uma das novidades da lista deste ano, incluímos não só os remédios, mas também as indicações para as quais eles são considerados essenciais’, declarou.

Lopes comemorou também o fato de a OMS ter sinalizado que a atualização da lista-modelo passará a ser anual ou bienal. ‘A última revisão ocorreu há mais de uma década, mas conseguimos chegar a um acordo de que essas revisões devem ser periódicas e não só quando há pressão muito grande de pacientes e médicos. Assim, poderemos tentar incluir na próxima revisão alguns medicamentos que consideramos muito importantes, mas que não estão na lista’, disse.

Fonte:


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EMS lança primeiro anti-inflamatório nanomolecular do Brasil

PFARMA

(Texto atualizado em 30/03/2021 às 04:27 pm)

A EMS, maior laboratório farmacêutico no Brasil, anuncia o lançamento do Bexai, o primeiro anti-inflamatório com nanopartículas do Brasil, uma tecnologia inovadora que deve revolucionar o tratamento para a dor. Com uma dosagem menor, garante a mesma eficácia e potência que os medicamentos com doses mais altas no mercado no combate à dor aguda, inflamação e osteoartrite, com menos efeitos colaterais. A previsão de chegada ao mercado do produto, cujo desenvolvimento está alinhado à missão da companhia de cuidar das pessoas, é a segunda quinzena de agosto. Por meio desse e de outros três medicamentos de inovação incremental a serem lançados ainda este ano, a Unidade de Prescrição Médica da EMS prevê faturar R$ 2,2 bilhões até o final de 2020.

Criado sob o conceito norte-americano The Science of Less, que significa “quantidade mínima e máxima efetividade” da medicação, o Bexai traz mais segurança para o paciente no uso prolongado. “A tecnologia deste medicamento é única e faz parte da Medicina do futuro, pois trabalha com partículas ultramicronizadas que oferecem uma dissolução muito mais rápida no organismo e garantem o alívio da dor aguda, trazendo eficácia analgésica e anti-inflamatória com baixíssima dose. Com essa novidade, podemos dizer que estamos inaugurando uma nova era dos anti-inflamatórios não-esteroidais ou AINEs”, explica Joaquim Alves, diretor da unidade de negócios de Prescrição Médica da EMS.

O laboratório prevê, ainda, o lançamento de mais três medicamentos inovadores na área de Prescrição Médica desenvolvidos pelo próprio Centro de Pesquisa & Desenvolvimento da companhia no Brasil, o mais moderno da América Latina. Os fármacos, que atenderão diversas classes terapêuticas, como neurologia e ortopedia, irão ampliar o escopo de possibilidades de tratamentos para a classe médica e o acesso dos pacientes à saúde. Cerca de R$200 milhões estão voltados para essa ampliação de portfólio.

Essa é a primeira vez que 40% dos lançamentos desta unidade de negócios são inovações, consolidando um processo iniciado em 2013 com suas iniciativas pioneiras em inovação incremental para a área de Prescrição Médica.

Para o triênio 2021-2023, a EMS prevê alcançar o percentual de 60% a 70% de lançamentos inovadores no portfólio de Prescrição. Para atingir esse patamar, a empresa seguirá aportando em estudos clínicos. São mais de 50 novos produtos em diversas etapas de desenvolvimento, que chegarão nos próximos 2 a 5 anos ao mercado.

Além dos lançamentos inéditos e exclusivos em inovação incremental, a EMS apresentará ao mercado, ainda em 2020 outros seis medicamentos também na área de Prescrição, para tratamento de hipertensão, alívio dos sintomas gastrintestinais, deficiência e manutenção de vitamina D3, tratamento e prevenção de náuseas e vômitos, tratamento de infecções das vias aéreas superiores e inferiores e de infecções de pele e tecidos moles.

Representatividade

A EMS está entre os três principais laboratórios nacionais em Prescrição Médica no Brasil (fonte: IQVIA) e conta com um portfólio de cerca de 80 medicamentos e mais de 250 SKUs nesta categoria. Os produtos que são carros-chefes da empresa no segmento, como Patz SL e Toragesic–medicamentos inovadores -, faturam acima de R$ 150 milhões anuais cada um. Além deles e de Bexai, o Nivux, apresentado à classe médica no final de 2019, é considerado uma das grandes iniciativas da companhia para este ano. Desenvolvido pelos pesquisadores do laboratório, é um potente anti-inflamatório em conjunto com a ação gastroprotetora de um inibidor de bomba de prótons, uma associação de nimesulida com pantoprazol que atua no combate à inflamação e na proteção gástrica simultaneamente.

Nivux trouxe um enorme impacto em todo o mercado de anti-inflamatórios, grupo de medicamentos mais utilizado no mundo, que, só no Brasil, fatura R$ 2,5 bilhões/ano. Além de toda a classe de AINEs, impacta diretamente o mercado de nimesulida (R$ 1,1 bi/ano), que é o anti-inflamatório mais consumido e prescrito do país, trazendo mais segurança e proteção para todos os milhões de pacientes que consomem esse medicamento. A expectativa é que o produto fature R$ 50 milhões já em seu segundo ano de comercialização.

A área de Prescrição da empresa faturou R$ 1,7 bilhão em 2019 e representa 9,2% do mercado brasileiro de Prescrição Médica dos Laboratórios Nacionais (Fonte: IQVIA – MAT PF Dezembro 2019). No ano passado, o mercado total de Prescrição evoluiu cerca de 9%. Para 2020, a previsão da unidade é crescer 20% em faturamento.


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Farmácias ultrapassam 2 milhões de testes rápidos da COVID-19 em 2021

Os testes rápidos de COVID-19, que podem ser feitos em farmácias, ultrapassaram os 2 milhões no Brasil, só em 2021. Esse número, em três meses, é maior do que 2020 inteiro.

Além disso, segundo a CNN, a taxa de resultados positivos está chegando a 25%. O número passou de 15% para 23%.

Entre 1 de janeiro e 14 de março, foram 2,045 milhões de testes. Em 2020, esse valor foi inferior, chegando a apenas 13 mil.

Os dados são da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), divulgados pela CNN Brasil.

O teste rápido é feito apenas com algumas gotas de sangue do dedo. Elas são colocadas num objeto pequeno de plástico, que são levados até o reagente para detectar o vírus.

O reagente é usado pois quando entra em contato com a substância, é capaz de mudar a cor, indicando a presença de anticorpos do vírus. Por isso, se a pessoa tiver tido contato com o vírus, produzirá anticorpos.

Assim, o resultado vai ser positivo e deve aparecer duas faixas no mostrador do objeto. Se aparecer só uma, o resultado é negativo. Se não aparecer nenhuma faixa, o teste deverá ser refeito.

Fonte: Rádio Metropolitana FM


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Covid-19: Conselho de Farmácia refuta cruzada sobre uso de ivermectina

Nas redes sociais há uma cruzada para que a população use a ivermectina para salvar o Covid-19. O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) alerta que não há evidências clínicas de que este medicamento esteja auxiliando no remédio Covid-19. a empresa farmacêutica MSD (Merck Sharp e Dohme), que produz ivermectina, disse em entrevista ao portal UOL em fevereiro deste ano que ainda não havia evidências de que a droga tenha algum benefício ou seja eficaz no remédio do covid-19.

O presidente da CRF/AL, Robert Nicio, expressou medo de replicar dados falsos que estimulem a automedicação, representa uma ameaça à aptidão da população. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estima que 18% dos óbitos por intoxicação no Brasil podem ser atribuídos à automedicação.

‘A automedicação é um desafio em nosso país. A ivermectina é uma praga de baixa toxicidade desde que seja indicada e usada corretamente, no entanto, o que tem sido observado é o uso indiscriminado desse medicamento e o resultado tem sido hepatite medicamentosa em alguns pacientes’, ressaltou.

Em segundo lugar, o presidente, o que tem acontecido, é que diante de tantos dados sobre os remédios medicamentosos do covid-19, a população vai à farmácia comprar a droga, sem a intervenção de um profissional de fitness e usa-a incorretamente. A prevenção consiste em seguir medidas de aptidão física da distância social, lavagem das mãos, uso de álcool gel e não aglomeração’, enfatizou.

E alerta que ao receber tais informações, o público busca a veracidade do profissional de aptidão em que confia, bem como páginas de confiança, como o site do Ministério da Saúde, a página do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas e o Conselho Federal de Farmácia. ‘Evite que as mídias sociais sejam informadas sobre medicamentos, remédios e doenças’, aconselhou.

Fonte: Nas Notícias


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