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Supermercados poderão vender medicamentos, mas com farmacêutico RT presente

(Texto atualizado em 22/07/2019 às 11:09 am)

Em entrevista exclusiva ao jornalismo do ICTQ – Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico, o deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS) disse que apresentará hoje (02/07) emenda à Medida Provisória (MP) 881/19, da Lei da Liberdade Econômica, que permitirá a venda de medicamentos em supermercados, desde que esses estabelecimentos respeitem a lei que rege as atividades farmacêuticas, dentre elas, a presença integral do farmacêutico.

Ele já havia declarado na semana anterior que apresentaria uma emenda com a liberação total da venda de medicamentos isentos de prescrição (MIPs) em supermercados. Entretanto, recebeu representantes do varejo, como a Associação Brasileira Redes Farmácias Drogaria (Abrafarma) e a Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico (ABCFarma), preocupados com o impacto econômico da emenda, e acabou mudando de ideia.

“Ficou claro que a forma como a emenda estava sendo construída era inconstitucional. Era uma proposta bem liberal, e eu entendia, do meu ponto de vista inicial, que não haveria problema que os medicamentos pudessem ser vendidos livremente nos supermercados”, declarou o deputado. Entretanto, ele defende que, em seu papel como relator dessa MP, não pode cometer erros, por esse motivo, decidiu se aprofundar no tema, subsidiado pelas entidades do varejo, e conheceu a extensão da regulação que envolve o setor farmacêutico.

Goergen conta que sentiu uma reação importante dos dois lados, ou seja, os consumidores querendo que os medicamentos sejam liberados nos supermercados para a redução de preços e os farmacêuticos argumentando os problemas da dispensação de medicamentos e do atendimento à população, além dos altos custos que impactam o setor varejista farmacêutico por conta da regulação.

“Não é que não se possa liberar a venda em supermercado. Isso seria possível, no entanto, não é prudente essa liberação porque se criaria, com a lei, uma concorrência desleal e colocaria em risco a saúde pública. Entretanto, como estamos tratando da liberdade econômica, o principal fator é frente à lei que regula o setor”, afirma Goergen. Leia mais ›


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Fim do pagamento obrigatório da anuidade do CRF? Ainda não

O Ministro Paulo Guedes apresentou uma PEC (Proposta de Emenda a Constituição) com o objetivo de limitar as atividades dos conselhos profissionais no Brasil, inclusive o Conselho Federal de Farmácia e Conselho Regional de Farmácia.

A proposta foi registrada no dia 9 de julho de 2019 e pode ser consultada no link: https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2211437

No link citado, você poderá se cadastrar para acompanhar de forma eletrônica a tramitação da PEC, através do boletim eletrônico por e-mail. Para isso, é necessário clicar no link “Cadastrar para acompanhamento” e cadastrar seu endereço de e-mail.

Entre as alterações sugeridas, está o fim da polêmica anuidade obrigatória por parte das farmácias e farmacêuticos.

O texto da proposta defende ainda que os conselhos profissionais não integram a estrutura da administração pública e que não são autarquias, destacando que conselhos são entidades privadas sem fins lucrativos atuando em colaboração com o poder público. Enfatizando esse ponto, a proposta pretende limitar a atuação dessas entidades quanto ao seu poder de cobrar taxas e anuidades, além de limitar a aplicação de penalidades, definindo-se valores limites para o valor das anuidades e das multas.

 

A anuidade deixou de ser obrigatória?

Ainda não, pois a proposta atualmente está aguardando a análise e decisão da Câmara dos Deputados.

Após aprovada pelos deputados, a proposta será encaminhada para o Senado, que também irá analisá-la e decidirá se será adotada a alteração. Só então as mudanças serão válidas.

Por enquanto, cabe aos interessados aguardar a tramitação da PEC. Também é válido observar que pode-se cobrar seu deputado no sentido de aprovar a proposta sem alterações.

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Você sabe como descartar os resíduos de medicamentos?

Você sabe como descartar os resíduos de medicamentos?

O programa Falando Francamente desta quarta-feira (24) conversou com José Luiz Maldonado, farmacêutico e coordenador técnico do Conselho Federal de Farmácia, sobre resíduos de medicamentos. Segundo ele, todo medicamento fora do prazo de validade, ou que sofreu alteração ao ser armazenado em local não indicado, se transforma em resíduo. “Todo mundo tem uma farmacinha em casa e vai acumulando medicamentos. E essa farmacinha vai se avolumando cada vez mais”, alertou.

O Brasil está entre os países onde mais se acumulam resíduos de medicamentos dentro das residências. De acordo com Maldonado, essa posição se deve, principalmente, a dois fatores. “Primeiro porque a cultura nossa, aqui no Brasil, é de consumir medicamentos, o que chamamos de automedicação. O outro motivo é que o paciente vai à farmácia e compra o medicamento na caixa. No Brasil, as caixinhas não seguem uma racionalidade de plano terapêutico. Então, sempre sobra”.

O especialista explica, ainda, como deve ser feito o descarte dos resíduos e os perigos do descarte inadequado. Ouça a entrevista completa:

O Falando Francamente vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 17h, na Rádio Nacional da Amazônia.

Fonte: Falando Francamente


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Como encontrar o número de registro MS de um medicamento?

(Texto atualizado em 02/07/2019 às 04:19 pm)

Todo e cada medicamento comercializado no Brasil possui um número de registro único, emitido pelo Ministério da Saúde e ANVISA, no ato da liberação e autorização do registro do produto.

O número de registro possui 13 dígitos é único para cada apresentação e permite reunir e catalogar informações sobre o produto, como por exemplo, a validade do registro da fórmula, detalhes sobre a apresentação comercial, a data do registro inicial, a classe terapêutica, o laboratório detentor do registro, entre outras informações. O número geralmente vem impresso na lateral da embalagem externa do produto.

Na prática e dia a dia da farmácia ou drogaria, o código do medicamento, também chamado de “Registro MS”, será necessário no preenchimento do cadastro do item no sistema de vendas da empresa e no cadastro dos itens que sujeitos ao SNGPC, que exige o código MS exato para cada produto controlado ou antibiótico.

Consultando o MS

A ANVISA possui 2 sistemas diferentes de consulta, para que seja possível consultar e descobrir o número de registro de um medicamento e acessar as informações relacionadas a ele.

No primeiro sistema, que é mais antigo, a consulta é mais restrita e será necessário digitar o código do produto, e então serão exibidas apenas informações básicas. Esta é a imagem da tela de consulta: Leia mais ›


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Pacientes apontam dificuldade para conseguir medicamentos

Jornal Diário dos Campos | Usuários apontam dificuldade para conseguir medicamentos

(Texto atualizado em 19/06/2019 às 01:42 pm)

Usuários da Farmácia Central, unidade responsável pela distribuição gratuita de medicamentos prescritos a partir das Unidades Básicas de Saúde, estão reclamando da falta de remédios, no todo ou em parte, fornecidos à população. Na tarde desta quarta-feira (24), a reportagem do DC conversou com algumas dessas pessoas, que se mostraram preocupadas com a falta de produtos essenciais para a qualidade de vida dos pacientes.

Lourdes Partica da Maia, 48 anos, mora na região do Borsato. É um longo caminho até a farmácia, onde ela precisa retirar um medicamento necessária para o bem estar de sua filha de 31 anos. Desde a infância, ela sofre com as consequência de deficiência mental, visual e autismo. “Mas agora não sei o que fazer, porque ela já está há 10 dias sem medicação”, diz Lourdes, que afirma ter mudado o fracionamento do medicamento entregue, embora a receita médica continue a mesma.

“Ela precisa de 15 frascos que duram por 60 dias. O médico psiquiatra receitou 14 e um a mais para o caso de ela sofrer uma crise. Mas já fazem cinco meses que eu só posso retirar sete frascos. Informam pra gente que houve mudança no laboratório, mas não vi mudança nenhuma nos medicamentos, só na quantidade fornecida”, diz Lourdes. Sem os remédios, sua filha fica agressiva, se machuca fisicamente e apresenta sangramentos e vômito. Ela também afirma ter esperado por quatro horas para retirar os medicamentos nesta quarta-feira, entre as 10h30 e as 14h30.

Cristina* também esteve na farmácia para retirar o medicamento Gardenal e um xarope para seu filho de nove anos. Ela esperou por três horas para ser atendida, com o menino no colo, e foi informado que nenhum dos dois medicamentos estava disponível. *Nome preservado Leia mais ›


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Cadastramento no CNES para vacinação em farmácias

(Texto atualizado em 03/06/2019 às 12:15 pm)

O cadastramento da farmácia ou drogaria e demais empresas e estabelecimentos do ramo da saúde no CNES – Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – é necessário para que a farmácia ou drogaria possa realizar os serviços de vacinação, constando no sistema e podendo emitir o documento de regularidade de cadastro. Em alguns casos pode ser uma exigência prévia para outros procedimentos. Para se cadastrar no CNES, é necessário atender todos os requisitos em relação ao atendimento dos requisitos sanitários e demais requisitos, conforme julgar necessário o órgão responsável pelo cadastramento. O órgão responsável pelo CNES varia conforme a região da empresa, podendo ser alguma secretaria pública no município ou ainda estadual.

Como funciona

O procedimento para se credenciar no sistema CNES exige toda a documentação completa da empresa, e dos seus responsáveis legais e técnicos. Uma vez reunidos os documentos, será necessário o preenchimento de uma série de formulários eletrônicos ou físicos, nos sistemas do órgão ou pessoalmente. Entõ, o órgão fará uma análise e irá autorizar ou não o cadastro. Leia mais ›


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CFF faz rastreamento do diabetes no Brasil

CFF vai rastrear o diabetes no Brasil - ASCOFERJ

(Texto atualizado em 13/05/2019 às 11:37 am)

O Conselho Federal de Farmácia (CFF) liberou, na última quarta-feira (24/04), durante Reunião Plenária, em Brasília, os resultados do Rastreamento de Casos Suspeitos de Diabetes Mellitus, levantados durante o mês de novembro do ano passado, quando se comemorou o Novembro Azul.

A pesquisa, realizada entre 14 de novembro e 12 de dezembro, foi uma parceria entre o CFF e a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), e ocorreu em todos os estados do País. As pessoas que participaram, na faixa etária de 20 a 79 anos, foram submetidas a testes de glicemia capilar; medição de circunferência abdominal, peso e altura; e avaliação de risco de desenvolvimento de diabetes por meio do Finnish Diabetes Risk Score (Findrisc).

Os resultados apontaram que 22,6% dos participantes que nunca haviam feito um diagnóstico apresentam alto risco de desenvolver diabetes mellitus (um em cada três brasileiros) ou muito alto (um brasileiro em cada dois) nos próximos dez anos. Os fatores de risco mais comuns foram sedentarismo (68%), não ingestão de verduras e frutas todos os dias (43%) e histórico familiar (37%).

Além disso, ficou evidenciada uma prevalência de 18,4% de glicemia elevada na população pesquisada, equivalente a 17.580 pessoas em todo o Brasil. Esse valor indica que um em cada cinco brasileiros sem diagnóstico prévio pode ter diabetes mellitus.

Cerca de mil farmacêuticos se dividiram para atender os pacientes em estabelecimentos privados (77,84%) e públicos (22,16%) em 345 municípios. Pôde-se perceber o predomínio do público feminino, que correspondeu a 60%, e de pessoas com menos de 45 anos, equivalentes a 48% do total. Leia mais ›

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SP pode punir fabricante sem logística reversa

(Texto atualizado em 11/03/2019 às 01:46 pm)

A partir de hoje começa a valer em São Paulo uma regra que pune empresas instaladas no Estado que não tenham apresentado ao governo um plano com informações detalhadas para a coleta do lixo resultante de seus produtos ou embalagens, bem como a destinação correta desses itens. Entre as penalidades, está o bloqueio da licença ambiental para companhias que não tenham o chamado programa de logística reversa.

Além disso, a empresas irregular será alvo de penas progressivas: começando por advertência, passando por multa e embargo, chegando à suspensão das atividades.

Os setores empresariais atingidos por esse regulamento são os mais diversos – fabricantes de alimentos, bebidas, produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, produtos de limpeza e afins, e de tintas imobiliárias; óleo lubrificante automotivo e embalagens plásticas; baterias automotivas; pilhas e baterias portáteis; lâmpadas; pneus; agrotóxicos; óleo comestível; filtro de óleo lubrificante automotivo; produtos eletroeletrônicos de uso doméstico; medicamentos. Leia mais ›


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Liminar permite hospital cobrar margem em medicamentos

(Texto atualizado em 11/03/2019 às 01:39 pm)

Hospitais paulistas obtiveram uma liminar no último dia 8 contra uma resolução da Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) que impedia a cobrança de margem sobre remédios usados em tratamentos.

O texto, de abril deste ano, proíbe que os estabelecimentos ofertem os itens por um preço superior ao da compra.

A decisão provisória da 25ª Vara Federal considera válidos os argumentos das entidades que propuseram a ação, entre eles o de que a resolução fere a livre iniciativa, até que a União apresente contrapontos.

Trata-se de uma proposta já ventilada anteriormente, mas que só se concretizou agora, segundo Yussif Ali Mere Jr., presidente da Fehoesp (federação do setor de São Paulo), uma das partes na ação. Leia mais ›


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Governo concede patente do Sofosbuvir e barra genérico mais barato

sovaldi sofosbuvir hepatite c

(Texto atualizado em 22/02/2019 às 02:11 pm)

A empresa farmacêutica norte-americana Gilead obteve decisão favorável relacionada a um pedido de patente do medicamento Sofosbuvir no Brasil. A solicitação foi deferida ontem (18) pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi). O remédio vem revolucionando o tratamento da hepatite C, contribuindo para a cura de muitos pacientes e reduzindo a demanda pelo transplante de fígado.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), através do Instituto Farmanguinhos, anunciou em abril ter firmado parcerias para fabricar uma versão genérica nacional do remédio que seria adotada no Sistema Único de Saúde (SUS). Na ocasião, a expectativa era de que ela estivesse disponível até o final deste ano, ajudando assim a erradicação a hepatite C no país. Porém, com a decisão do Inpi, a Gilead terá exclusividade para a produção do mediamento e monopólio da sua comercialização no Brasil.

Em nota, a Fiocruz afirmou que recebeu com surpresa a notícia do deferimento do pedido de patente e que não houve exposição das justificativas técnicas. A fundação avalia que o pedido não apresenta os requisitos de novidade e atividade inventiva. Também não teria sido apresentada a descrição de invenção de modo que um técnico consiga reproduzir o medicamento reivindicado. Tal descrição é um dos critérios que devem ser observados para a concessão de patente.

 

Repercussão

O Ministério da Saúde informou que, oficialmente, ainda não teve ciência da decisão do Inpi. Pelos cálculos da pasta, o preço de cada tratamento de hepatite C, que dura 84 dias, ficaria em pouco mais de R$ 5 mil usando o medicamento nacional. Comprando o remédio dos laboratórios privados, o custo por paciente já chegou ao patamar de US$ 84 mil.

A organização humanitária Médicos Sem Fronteiras também emitiu nota lamentando a decisão do Inpi e avaliou que ela limita o acesso à cura da hepatite C. Segundo a entidade, há quase 700 mil pessoas com a doença no Brasil e havia argumentos sólidos, baseados no interesse público, para negar a concessão da patente. “Atualmente, a Gilead cobra cerca de US$ 4,2 mil por tratamento contra a doença. Em contraste, nos projetos em 13 países onde trata a doença, a Médicos Sem Fronteiras adquire medicamentos genéricos da mesma qualidade dos remédios de marca ao preço de US$ 120”, registra o texto.

Nos cálculos realizados pela organização humanitária, a adoção da versão nacional do remédio pelo SUS levaria a uma economia superior a R$1 bilhão por ano. Ela defende que o governo federal avance no licenciamento compulsório do Sofosbuvir, permitindo a produção por outras empresas e barateando o remédio.

A Rede Brasileira Pela Integração dos Povos, através do seu Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual, anunciou que vai entrar com recursos contra a patente. A rede é composta por diversas organizações, entre elas a Médicos Sem Fronteiras e a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (Abia).

“Esse é um medicamento que salva vidas e não deve haver um monopólio sobre ele. Não podemos ficar nas mãos da ganância de uma transnacional que irá fixar altos preços. O Inpe fez uma escolha e colocou em risco um projeto de eliminação da hepatite C no Brasil”, disse Pedro Villardi, coordenador do grupo de trabalho.

Em nota, o Inpi informou que deferiu a patente para uma molécula intermediária para a síntese do Sofosbuvir e afirmou que se baseou nos critérios técnicos previstos na Lei da Propriedade Industrial, assim como em todos os demais exames que realiza. O órgão esclarece ainda que cada país tem independência para atender ou não os pedidos e decisões semelhantes em favor da Gilead ocorreram na África do Sul, Colômbia, Estados Unidos, Índia, Japão e Rússia, e ainda no Escritório Europeu de Patentes.

“A Lei prevê que a invenção, para ser patenteada, deve ter novidade (ser nova no mundo todo), atividade inventiva (não ser óbvia para um técnico no assunto) e aplicação industrial (ser passível de fabricação). O parecer definitivo publicado nesta terça-feira foi elaborado após as manifestações de terceiros (13 no total, incluindo empresas, órgãos de governo e entidades da sociedade civil), dois pareceres do Inpi, contra-argumentações e ajustes do solicitante. O processo seguiu todas as etapas e prazos previstos na Lei”, acrescenta a nota. A Agência Brasil também tentou, sem sucesso, contato com a Gilead.

Fonte: EBC – Fiocruz

 

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Trump promete cortar preços e regulações do setor farmacêutico

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(Texto atualizado em 14/02/2019 às 11:12 am)

Segundo Trump, o clima de negócios nos EUA irá mudar em breve, pois, em parte, ele está comprometido a diminuir os impostos sobre o setor e cortar regulações.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu aos líderes do setor farmacêutico que irá cortar impostos para impulsionar a competitividade e que pressionará as empresas a produzirem mais medicamentos dentro do país.

Em reunião na Casa Branca, Trump disse que os programas Medicare e Medicaid estão gastando muito dinheiro com os medicamentos e que, em muitos casos, esses programas federais não tem muito poder de barganha quando estão comprando. Leia mais ›

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Linha do Tempo da ANVISA: Drogarias e Farmácias

(Texto atualizado em 14/02/2019 às 11:38 am)

Este será o espaço onde reuniremos informações sobre a legislação da ANVISA, em forma de uma timeline, trazendo em ordem cronológica as publicações, RDCs e portarias da ANVISA relevantes e importantes para o varejo farma.

Linha do tempo do cenário regulatório, ANVISA e CRF no Brasil:

  • 1953
    • Criação do Ministério da Saúde do Brasil (25/07/53)
  • 1960
    • Criação do Conselho Federal de Farmácia e CRFs (Lei  3.820)
  • 1998
    • Portaria 344/98 – Regulamenta as substancias sujeitas a controle especial (12/05/98)
  • 1999
    • Criação da ANVISA ( 26/01/99 )
    • Surgimento dos Genéricos (10/02/99)
  •  2004
    •  Criação do programa Farmácia Popular (13/04/04)

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Lista de antibióticos atualizada 2019

(Texto atualizado em 22/07/2019 às 01:23 pm)

Os antibióticos ocupam um nível elevado de importância na saúde da população. Hoje o Brasil apresenta uma evolução considerável da qualidade e quantidade de antibióticos disponibilizados. Tal desenvolvimento deve-se ao desenvolvimento da industria e tecnologias, assim como da evolução da administração por parte da Anvisa sobre o assunto, tomando decisões em prol do avanço geral e incentivo à indústria farmacêutica. O controle regido pelo órgão sob a dispensação, exigindo a retenção da receita médica, garante além da segurança, uma maior eficácia do uso desses medicamentos que constam na lista oficial de antibióticos controlados.

Por outro lado, o vasto e excessivo consumo de antibióticos ou antimicrobianos pode acarretar em seleção de cepas de bactérias que se tornam resistentes, ocasionando a perda de eficácia dos medicamentos. Leia mais ›


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Lista de medicamentos controlados atualizada 2019

(Texto atualizado em 22/07/2019 às 01:26 pm)

Por se tratarem de medicamentos que podem causar dependência química ou psíquica e que podem trazer graves danos à saúde caso mal utilizados, a ANVISA exige o controle rígido para a venda/dispensação de medicamentos psicotrópicos, anabolizantes, abortivos e algumas outras substâncias relacionadas.

Categorias de medicamentos controlados

A lista com todos as substâncias controladas (sujeitas a controle especial e retenção de receita médica) é atualizada com frequência, com novos itens sendo adicionados ou removidos, e faz parte da Portaria 344 de 1998, como um anexo. A relação dos produtos controlados é dividida em categorias, que são:

  • A1” e “A2” – reunindo substâncias entorpecentes.
  • A3“, “B1” e “B2” – constando substâncias psicotrópicas.
  • C3” – listando as substâncias imunossupressoras.
  • C1“, “C2” e “C5” – contendo todas as demais substâncias sujeitas a controle especial, retinóicas e anabolizantes, respectivamente.

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Novo genérico aprovado: cloridrato de oxicodona

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(Texto atualizado em 09/01/2019 às 03:14 pm)

A Anvisa concedeu registro ao primeiro medicamento genérico de cloridrato de oxicodona, que será comercializado na forma de comprimido revestido. O produto tem liberação prolongada no organismo e é indicado para o tratamento de dores moderadas a severas, quando for necessária a administração contínua de um analgésico, 24 horas por dia, por um período de tempo prolongado. A detentora do registro é a Zodiac Produtos Farmacêuticos S/A.

A disponibilização de um medicamento genérico no mercado significa uma nova opção de tratamento a um custo mais acessível, uma vez que esses produtos chegam ao consumidor com um preço menor, sendo, no mínimo, 35% mais baratos do que os de referência. Leia mais ›


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Lista de similares intercambiáveis atualizada 2019

(Texto atualizado em 22/07/2019 às 12:53 pm)

similares-intercambiaveis-atual

Publicada desde 2014 após a exigência da RDC 58/2014, a lista de medicamentos similares sujeitos à intercambialidade tem a finalidade de facilitar o acesso à informação por parte da população e profissionais da saúde.

Considerando a relativa dificuldade em encontrar a lista de medicamentos similares intercambiáveis mais atual e completa, manteremos a listagem mais atual neste post no blog M2Farma, com o intuito de facilitar a pesquisa.

Confira aqui a lista dos similares intercambiáveis mais recente:  https://goo.gl/Ntzqz8

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Aprovado novo medicamento para leucemia mieloide aguda

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(Texto atualizado em 09/01/2019 às 03:12 pm)

Foi aprovado o registro para o RYDAPT, produto que deverá ser usado em associação com tratamento de quimioterapia.

A Anvisa aprovou o registro de um novo medicamento sintético para o tratamento de leucemia mieloide aguda (LMA). O produto é o RYDAPT (Midostaurina), que será comercializado na forma farmacêutica de cápsula mole, com concentração de 25 mg. O uso deste medicamento deverá ser combinado com tratamento por quimioterapia, conforme indicação médica.

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Relação de medicamentos isentos de prescrição MIPs

(Texto atualizado em 22/07/2019 às 01:21 pm)

A lista de medicamentos isentos de prescrição traz os grupos de medicamentos que não precisam de receita médica para serem dispensados nas farmácias e drogarias em todo o Brasil. A listagem também prevê exceções e todos os detalhes necessários relacionados.

Reunimos neste post a lista mais recente contendo todos os medicamentos isentos de prescrição – também conhecidos como MIPs. A relação dos MIPs é atualizada com certa frequência e é de responsabilidade da farmácia ou drogaria manter-se informada à respeito de cada item. O trabalho faz parte da revisão da Agência sobre a regulação dos medicamentos isentos de prescrição. Leia mais ›


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Anvisa suspende lote de bissulfato de clopidogrel

suplemento suspenso anvisa

(Texto atualizado em 09/01/2019 às 03:09 pm)

A Anvisa determinou a suspensão da distribuição, dispensação, comercialização e uso, domiciliar ou hospitalar, do lote YG7517024A do medicamento bissulfato de clopidogrel 75mg. O produto, que é fabricado pela empresa Aurobindo Pharma Indústria Farmacêutica Limitada, age na coagulação sanguínea, sendo indicado para prevenir acidente vascular cerebral isquêmico e outras doenças decorrentes da obstrução dos vasos sanguíneos.

A decisão, descrita na Resolução 1716/2018, foi tomada após relato de evento adverso grave associado ao uso do lote. A suspensão permanece válida até que seja concluída a investigação sobre o caso.

 

Clique aqui e acesse a Resolução 1716 na íntegra, publicada nesta segunda-feira (2/7), no Diário Oficial da União.

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Fonte: Anvisa


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Deusmar Queiróz é preso por crimes contra o sistema financeiro

Deusmar Queiróz é preso por crimes contra o sistema financeiro

(Texto atualizado em 09/01/2019 às 03:07 pm)

O empresário Deusmar Queiróz foi preso no último sábado, no Ceará. Ele é acusado de cometer crimes contra o sistema financeiro à frente da sua empresa, a Renda Corretora de Valores. A corretora teria atuado entre 2001 e 2006 sem registro na CVM e se beneficiado ilegalmente de compras ilegais de ações para especulação.

Queiróz também é dono da rede de farmácias Pague Menos. Representantes da Pague Menos ressaltam que as operações da Polícia Federal não atingem a rede varejista, que passará a ser dirigida pelo filho de Deusmar, Mário Henrique Alves de Queirós. Leia mais ›

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