Arquivo do blog

Cloroquinas têm tarja vermelha e estão sendo vendidas irregularmente

A exposição do faturamento das fabricantes de remédios do kit Covid por causa da CPI levantou uma velha discussão na indústria: a falta de fiscalização na venda de medicamentos tarja vermelha sem prescrição médica pode ter facilitado o consumo de produtos como cloroquina e ivermectina. Procurado pelo Painel S.A., Nelson Mussolini, presidente do Sindusfarma, que reúne o setor, diz que as farmacêuticas respeitam a regra ao imprimir a tarja, mas quem vende ao cliente é a farmácia.

Veja também: Doses altas de ivermectina podem provocar até convulsão

‘A indústria farmacêutica defende há muito tempo que a tarja vermelha deve ser cumprida. Se tem a tarja, a farmácia tem que dispensar com base no receituário do profissional de saúde habilitado, e não porque vizinho ou sobrinho ou alguém na televisão falou. Isso evitaria os efeitos colaterais que eventualmente ocorrem’, afirma Mussolini.

Fonte: Poliarquia


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Oximetria: o que é e como funciona o oxímetro de pulso?

A oximetria é um teste não invasivo e indolor que mede o nível de saturação de oxigênio ou os níveis de oxigênio no sangue.

Ele pode detectar rapidamente até pequenas mudanças na eficiência com que o oxigênio está sendo transportado para as extremidades mais distantes do coração, incluindo as pernas e os braços.

O oxímetro é um pequeno dispositivo em forma de clipe que se liga a uma parte do corpo, como dedos ou lóbulo da orelha.

É mais comum colocar um dedo e é frequentemente usado em ambientes de cuidados intensivos, como pronto-socorro ou hospitais. Alguns médicos, como pneumologistas, podem usá-lo no consultório.

Neste artigo, vamos conhecer o que é a oximetria. Saiba como funciona o exame e qual a sua importância. Confira!

Oximetria: o que é esse exame?

A oximetria é um teste usado para medir o nível de oxigênio (saturação de oxigênio) do sangue. 

É uma medida fácil e indolor de quão bem o oxigênio está sendo enviado para partes do corpo mais afastadas do coração, como braços e pernas. Um dispositivo tipo clipe chamado sonda é colocado em uma parte do corpo, como um dedo ou lóbulo da orelha.

A sonda usa a luz para medir a quantidade de oxigênio no sangue. Essas informações ajudam o profissional de saúde a decidir se uma pessoa precisa de oxigênio extra.

O que é oxímetro?

Um oxímetro é um dispositivo usado para monitorar a quantidade de oxigênio transportado no corpo.

Essa ferramenta não invasiva se conecta sem dor à ponta do dedo, enviando dois comprimentos de onda de luz através do dedo para medir sua taxa de pulso e quanto oxigênio há no seu sistema vascular. 

Uma vez que o oxímetro termine sua avaliação, sua tela exibirá a porcentagem de oxigênio no sangue proveniente do seu coração, bem como sua taxa de pulso atual.

Como o exame de oximetria é realizado?

A oximetria de pulso pode ser usada em ambientes ambulatoriais e ambulatoriais. Em alguns casos, seu médico pode recomendar que você tenha um oxímetro de pulso para uso doméstico.

O processo de oximetria é o seguinte:

  • Geralmente, um dispositivo tipo clipe será colocado no seu dedo, lóbulo da orelha ou dedo do pé. Você pode sentir uma pequena quantidade de pressão, mas não há dor ou beliscão.
  • Em alguns casos, uma pequena sonda pode ser colocada no dedo ou na testa com um adesivo adesivo.
  • Você pode ser solicitado a remover o verniz das unhas, se estiver sendo fixado a um dedo.
  • Além disso, você manterá a sonda durante o tempo necessário para monitorar seu pulso e saturação de oxigênio.
  • Ao monitorar os recursos de atividade física, isso ocorrerá durante a extensão do exercício e durante o período de recuperação.
  • Durante a cirurgia, a sonda será anexada previamente e removida quando você acordar e não estiver mais sob supervisão. Às vezes, ele será usado apenas para fazer uma única leitura muito rapidamente.
  • Após o término do teste, o clipe ou sonda será removido.

Qual o nível de saturação normal medido pelo oxímetro?

A oximetria geralmente é um teste bastante preciso. Isto é especialmente verdade quando se utiliza equipamento de alta qualidade encontrado na maioria dos consultórios médicos ou hospitais. 

Ele fornece consistentemente resultados com uma diferença de 2%, independentemente do que realmente é.

Se sua leitura foi de 82%, por exemplo, seu verdadeiro nível de saturação de oxigênio pode estar entre 80 e 84%. 

No entanto, a qualidade da forma de onda e a avaliação do indivíduo devem ser consideradas. Fatores como movimento, temperatura ou esmalte de unhas podem afetar a precisão.

Normalmente, mais de 89% do seu sangue deve estar transportando oxigênio. Este é o nível de saturação de oxigênio necessário para manter suas células – e seu corpo – saudáveis.

Embora não se acredite que uma saturação de oxigênio abaixo disso temporariamente cause danos, instâncias repetidas ou consistentes de níveis baixos de saturação de oxigênio podem ser prejudiciais.

Um nível de saturação de oxigênio de 95% é considerado normal para a maioria das pessoas saudáveis. Um nível de 92% indica hipoxemia potencial ou deficiência de oxigênio que atinge os tecidos do corpo.

Quais os riscos e efeitos da baixa saturação?

Níveis baixos de oxigênio no sangue podem resultar em circulação anormal e causar os seguintes sintomas:

  • Falta de ar;
  • Dor de cabeça;
  • Inquietação;
  • Tontura;
  • Respiração rápida;
  • Dor no peito;
  • Confusão;
  • Pressão alta;
  • Falta de coordenação;
  • Distúrbios visuais;
  • Sensação de euforia;
  • Batimento cardíaco acelerado.

Hipoxemia, ou níveis de oxigênio abaixo dos valores normais, podem ser causados por:

  • Oxigênio insuficiente no ar;
  • Incapacidade dos pulmões de inalar e enviar oxigênio a todas as células e tecidos;
  • Incapacidade da corrente sanguínea circular para os pulmões, coletar oxigênio e transportá-lo pelo corpo.

Como funciona o oxímetro de dedo?

Um oxímetro de dedo funciona brilhando luz de LED através do dedo. Os sensores detectam a quantidade de oxigênio no sangue, com base na maneira como a luz passa pelo dedo.

A oximetria é a tecnologia que calcula os resultados para exibir um número na tela do oxímetro que informa a porcentagem de oxigênio no sangue.

Um oxímetro também mede sua taxa de pulso.

Quando é recomendado utilizar o oxímetro de dedo?

Os oxímetros de pulso são úteis para pessoas que têm condições que afetam a saturação de oxigênio.

Por exemplo, um especialista em sono pode recomendar um oxímetro de pulso para monitorar o nível noturno de saturação de oxigênio de alguém com suspeita de apneia do sono ou ronco grave.

A oximetria de pulso também pode fornecer feedback sobre a eficácia das intervenções respiratórias, como oxigenoterapia e ventiladores.

Alguns médicos usam a oximetria de pulso para avaliar a segurança da atividade física em pessoas com problemas cardiovasculares ou respiratórios, ou podem recomendar que uma pessoa use um oxímetro de pulso durante o exercício.

Um médico também pode usar a oximetria de pulso como parte de um teste de estresse. Alguns hospitais também usam oxímetros de pulso para pacientes particularmente vulneráveis.

Por exemplo, bebês em unidades de terapia intensiva neonatais podem usar oxímetros de pulso, o que pode alertar a equipe sobre uma queda na saturação de oxigênio.

O que é o oxímetro de pulso?

Todo sistema e órgão do corpo precisa de oxigênio para sobreviver. Sem oxigênio, as células começam a funcionar mal e eventualmente morrem.

A morte celular pode causar sintomas graves e, finalmente, levar à falência de órgãos.

O corpo transporta oxigênio para os órgãos, filtrando-o pelos pulmões. Os pulmões distribuem oxigênio no sangue através das proteínas da hemoglobina, nos glóbulos vermelhos. Essas proteínas fornecem oxigênio para o resto do corpo.

A oximetria de pulso mede a porcentagem de oxigênio nas proteínas da hemoglobina, a famosa saturação de oxigênio. Relembrando: saturação de oxigênio geralmente indica a quantidade de oxigênio que chega aos órgãos.

Como funciona o oxímetro de pulso?

Um oxímetro de pulso funciona passando um feixe de luz vermelha e infravermelha através de um leito capilar pulsante.

O dispositivo pode ser conectado a um dedo, pulso, pé ou qualquer outra área onde o dispositivo possa ler o fluxo sanguíneo.

O equipamento funciona com base no princípio de que o sangue oxigenado tem uma cor mais forte de vermelho que o sangue desoxigenado, que é mais roxo-azulado.

Primeiro, o oxímetro mede a soma da intensidade de ambas as tonalidades de vermelho, representando as frações do sangue com e sem oxigênio. O aparelho detecta o pulso e subtrai a intensidade da cor detectada quando o pulso está ausente.

A intensidade remanescente de cor representa apenas o sangue vermelho oxigenado. Isso é exibido na tela eletrônica como uma porcentagem da saturação de oxigênio no sangue.

Quando é recomendado utilizar o oxímetro de pulso?

A oximetria de pulso pode ser usada para verificar se há oxigênio suficiente no sangue. Esta informação é necessária em muitos tipos de situações.

A saturação de oxigênio no sangue pode ser usado:

  • Durante ou após a cirurgia ou procedimentos que usam sedação;
  • Ver como os remédios para pulmão estão funcionando;
  • Para verificar a capacidade de uma pessoa para lidar com o aumento dos níveis de atividade;
  • Ver se um ventilador é necessário para ajudar a respirar ou para ver se está funcionando bem;
  • Verificar se uma pessoa tem momentos em que a respiração pára durante o sono (apneia do sono).

A oximetria de pulso também é usada para verificar a saúde de uma pessoa com qualquer condição que afete os níveis de oxigênio no sangue, como:

  • Ataque cardíaco;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC);
  • Anemia;
  • Câncer de pulmão;
  • Asma, e;
  • Pneumonia.

Há uma razão pela qual os oxímetros de pulso são amplamente utilizados em instalações médicas, clínicas médicas e até nas casas dos pacientes.

Geralmente, eles fornecem leituras precisas e no local, o que é um recurso valioso, especialmente em casos de emergência.

Seu médico pode ter outros motivos para aconselhar a medição do nível de saturação do oxigênio no sangue.

Quais as vantagens do uso do oxímetro de pulso?

Os oxímetros de pulso são úteis para pessoas que têm condições especiais de saúde que afetam a saturação de oxigênio.

Por exemplo, um especialista em sono pode recomendar um oxímetro para monitorar o nível noturno de saturação de oxigênio de alguém com suspeita de apneia do sono ou ronco grave.

A oximetria também pode fornecer feedback sobre a eficácia das intervenções respiratórias, como oxigenoterapia e ventiladores.

Alguns médicos usam a oximetria também para avaliar a segurança da atividade física em pessoas com problemas cardiovasculares ou respiratórios, ou podem recomendar que uma pessoa use um oxímetro de pulso durante o exercício físico.

Um médico também pode usar a oximetria como parte de um teste de estresse. Alguns hospitais também usam oxímetros de pulso para pacientes particularmente vulneráveis.

Por exemplo, bebês em unidades de terapia intensiva neonatais podem usar oxímetros de pulso, o que pode alertar a equipe sobre uma queda na saturação de oxigênio.

Quais os riscos da oximetria de pulso?

Todos os procedimentos possuem alguns riscos. Os riscos deste procedimento podem incluir:

  • Leitura incorreta se a sonda cair do lóbulo da orelha, dedo do pé ou dedo;
  • Irritação cutânea do adesivo na sonda;

Seus riscos podem variar dependendo da sua saúde geral e outros fatores. Pergunte ao seu médico quais riscos se aplicam mais a você. Fale com ele sobre quaisquer preocupações que você tenha.

Erros na oximetria de pulso

Embora um oxímetro de pulso SpO2 forneça dados confiáveis, não há garantia de que seja à prova de erros.

Pode fornecer resultados imprecisos em caso de movimento excessivo ou quando é feito em um ambiente com luz ambiente, bem como em pacientes com esmalte nos dedos.

Também é importante observar que um oxímetro não pode diferenciar entre as diferentes formas de hemoglobina.

Por exemplo, a carboxihemoglobina já é 90% oxigenada e 10% dessaturada, o que pode levar a resultados superestimados.

Um dispositivo aparentemente simples, como o oxímetro de pulso, pode salvar uma vida.

No caso de uma medição de baixa saturação de oxigênio, que mede abaixo da faixa normal de 95 a 100%, procure sinais visíveis de dificuldade respiratória e procure ajuda médica imediatamente.

Tipos de oxímetro de pulso

E como era de se esperar, não adianta nada ter todos os conhecimentos sobre oximetria se você não tem um oxímetro de pulso de qualidade.

No mercado de equipamentos médicos, existem muitos aparelhos de fabricantes confiáveis, com garantia e resultados mais precisos, mas também existem equipamentos de segunda linha, com resultados duvidosos.

Por isso, a Mobiloc selecionou os cinco equipamentos mais bem avaliados do mercado e utilizados pelas melhores clínicas e hospitais

Oxímetro de pulso da G-Tech Led

Compacto e altamente preciso nas medições, o oxímetro de pulso da G-Tech é a opção ideal para medições domésticas.

Ideal para profissionais de saúde de cuidados domésticos, ele possui visor em LED para fazer aferições em qualquer horário do dia.

Ainda informa, além da saturação, a frequência cardíaca com leitura simplificada.

Oxímetro de pulso portátil G-Tech Oled Graph

Este aparelho de alta precisão pode ser utilizado tanto por profissionais de saúde como por pacientes no ambiente doméstico para monitorização da percentagem de saturação de oxigênio no sangue (SpO2) e dos batimentos cardíacos por minuto.

Também tem se tornado bastante popular entre treinadores esportivos pelo melhor tempo de resposta quando comparado a outros similares no mercado.

O que acontece após a oximetria de pulso?

Quando o teste terminar, seu médico terá as leituras disponíveis imediatamente. Isso os ajudará a determinar se outros testes ou tratamentos são necessários.

Se você está avaliando o sucesso de sua terapia de suplementação de oxigênio, por exemplo, uma leitura que ainda esteja no lado de baixo pode indicar a necessidade de mais oxigênio.

Você provavelmente pode ir para casa depois do teste, a menos que você esteja no hospital por outro motivo. Além disso, você pode voltar à sua dieta e atividades normais conforme instruído pelo seu médico.

Seu médico poderá dizer quais são os próximos passos.

Se você estiver usando oximetria de pulso em casa, eles informarão com que frequência você deve fazer suas leituras e o que fazer se elas estiverem acima ou abaixo de certos níveis.

Quais a diferença entre oxímetro de mesa e portátil?

Oxímetros de mesa são normalmente utilizados em hospitais e centros de terapia intensiva já que funcionam através de bateria ou por fonte de alimentação direta da rede elétrica.

Estes aparelhos são facilmente transportáveis.

Já oxímetros conhecidos como portáteis ou dedo são de fácil acomodação, cabendo em um bolso de jaleco por exemplo.

São geralmente mais comuns para os profissionais de saúde e pessoas que necessitam de um monitoramento frequente no nível de saturação de oxigênio do sangue.

Conclusão

Os dispositivos para oximetria não são invasivos e não apresentam riscos sérios. Algumas pessoas experimentam irritação menor, incluindo sensibilidade e vermelhidão da pele.

Se encaixados com muita força e usados por um período prolongado, os oxímetros de pulso podem cortar o oxigênio dos vasos circundantes.

Qualquer pessoa que sinta dormência, formigamento ou alteração na cor da pele deve notificar imediatamente um médico.

O principal risco de oximetria é uma leitura falsa. A precisão dos oxímetros de pulso depende de um ajuste correto, e pequenas alterações em seu posicionamento, podem produzir uma leitura imprecisa.

Uma pessoa que rola durante o sono pode afrouxar o dispositivo, causando um alerta falso.

A saturação de oxigênio também pode mergulhar por breves períodos devido a outros fatores, como uma mudança na posição de dormir ou uma respiração momentânea. Um oxímetro emite um alerta mesmo quando a queda é temporária e inofensiva.

Por isso, é muito importante que você siga as instruções do seu médico para utilizar o oxímetro e obter uma boa leitura.

Ter um aparelho preciso e de fácil interpretação de leitura se torna crucial para que o profissional de saúde possa ter a certeza de que tudo vai bem.

Só na Mobiloc você encontra uma seleção com os melhores oxímetros do mercado brasileiro, com preços imperdíveis e condições de entrega diferenciadas.

Fonte: Mobiloc


Palavras-chave , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Todos os tipos de medicamentos

Dez medicamentos perderão patente nos EUA em 2021

(Texto atualizado em 21/06/2021 às 04:12 pm)

Existem algumas categorias de medicamentos, e para facilitar o entendimento, o Ministério da Saúde, responsável pelas regulamentações da Lei dos Genéricos, instituiu um diferencial gráfico que pode ser conferido nas embalagens dos remédios genéricos.

Os medicamentos Genéricos trazem na embalagem, logo abaixo do nome do princípio ativo que identifica o produto, a frase “medicamento genérico – Lei 9.787/99”. Medicamentos similares, por exemplo, são vendidos com o nome de uma marca comercial, por isso não terão a frase “medicamento genérico – Lei 9.787/99”. Sendo assim, para distinguir um genérico de um similar, é preciso conferir na embalagem.

Dentre as categorias, existe os medicamentos de marca, que são remédios que já estão disponíveis no mercado há algum tempo, é o exemplo da Aspirina, a Novalgina, o Binotal etc. Já os medicamentos de referência são comercializados com o nome comercial, e da mesma maneira que os similares, os remédios de marca não terão a frase “medicamento genérico – Lei 9.787/99”, na identificação. Os medicamentos genéricos aprovados como tal pelo Ministério da Saúde serão os únicos a contar com a frase “medicamento genérico – Lei 9.787/99”, que os diferencia dos demais produtos.

Confira agora os tipos de medicamentos disponíveis no mercado:

Medicamento Fitoterápico

É o medicamento feito exclusivamente à base de plantas.

Ex: Ginko Biloba, usada para combater problemas de circulação.

Medicamento Alopático

É o medicamento feito de substâncias processadas, ou seja, que já passaram por um processo de extração, purificação e síntese.

Ex: a maioria dos medicamentos que estão à venda na farmácia, no formato de cápsulas, comprimido, suspensão.

Medicamento Homeopático

É o medicamento que segue a doutrina da cura pelo semelhante, ou seja, são substâncias capazes de causar sintomas de uma determinada doença no organismo sadio para que o sistema imunológico defenda a doença. É conhecida como dinamização (energização do medicamento). Sendo a homeopatia uma técnica mais natural, comparada à alopatia.

Ex: Buchinha paulista, usada para tratamento de sinusite.

Medicamento Similar

É aquele que apresenta a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, preventiva ou diagnóstica, em comparação ao medicamento de referência; podendo diferir somente em características relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes e veículos.

Ex: Laboratório como Cimed, Geolab, Hipolabor, produzem esses medicamentos.

Medicamento Genérico

É o medicamento registrado pelo nome genérico ou químico da substância ativa que o compõe, mas que não possui os testes de biodisponibilidade.

Esse passa apenas por testes de bioequivalência para comprovar que tem o mesmo comportamento no organismo e as mesmas características de qualidade do medicamento de referência ou de marca e é mais barato que o medicamento de referência.

Ex: Laboratórios como Medley, Ems, produzem a Amoxicilina.

Medicamento de Referência

É um produto inovador, registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária e comercializado no país; sua eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente pela ANVISA e são medicamentos com mais de 40 anos no mercado.

Ex: Laboratórios como a Bayer  produz esses medicamentos.

Medicamento Manipulado

É o medicamento produzido em farmácias de manipulação ou hospitais com recursos para tal prática, seguindo prescrição médica de acordo com a necessidade individual de cada paciente.

Por que contratar a Via Expressa?

Entendemos que a logística para produtos de interesse a saúde tem uma necessidade diferente no que se refere aos cuidados de transporte destes produtos. Por isso, oferecemos soluções customizadas, considerando a estrutura e complexidade de cada cliente.

Nosso atendimento é personalizado e nossos serviços são flexíveis, seguindo o desenvolvimento e a estratégia de sua organização. Contamos com Farmacêutica responsável por acompanhar e controlar todos os processos, desde prazos e outras burocracias, para que sejam cumpridos os padrões exigidos pela ANVISA e garantir a eficácia em nossas soluções. Torre de Controle Divisão Farma exclusiva para o completo rastreamento de produtos de interesse à saúde. Fornecemos a troca de gelo nas cargas de produtos perecíveis de 2°C e 8°C quando necessário. Entrega de produtos perecíveis (medicamentos comuns/controle especial) em até 24 horas (consulte sua região).

Certificações

Somos certificados pela ISO 9001 que faz parte de um sistema internacional de gestão de qualidade. Seguimos a padronização das atividades e dos processos, buscando a excelência em nossos serviços prestados zelando pelo cumprimento da legislação sanitária e profissional, sempre com foco na sua satisfação e das demais partes interessadas.

Fonte: Viaexpressa


Palavras-chave , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Denise Santos, CEO da BP, é eleita Empreendedora do Ano pela EY

denise_santos_bp_006_alta_resolucao.jpg

Denise Santos, CEO da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, foi eleita nesta terça-feira (27) uma das ganhadoras da 23ª edição do programa Empreendedor do Ano, tradicional premiação da empresa de consultoria EY. Homenageada na categoria Executivo Empreendedor, que consagra lideranças que tenham impulsionado o crescimento de empresas consagradas, Denise teve a trajetória à frente da BP reconhecida pelo júri independente responsável pela definição dos ganhadores.

Desde 2103 à frente da instituição, reconhecida pela Newsweek como uma das melhores do mundo, Denise vem promovendo importantes mudanças na BP, resgatando a posição de destaque da instituição no mercado e preparando a empresa para liderar os futuros movimentos no segmento.

“Fico muito feliz por esse reconhecimento, vindo de uma empresa séria, com uma atuação global e excelente reputação no mercado. Há mais de um ano temos enfrentado um dos maiores desafios que a humanidade já se deparou e tenho acompanhado de perto o empenho e a dedicação dos nossos mais de 7 mil colaboradores e 3 mil médicos no combate à pandemia de Covid-19. É uma honra liderar esse time enorme, que dia pós dia se desdobra para oferecer o melhor cuidado e fazer a diferença na vida das pessoas”, afirma a executiva.

A sólida jornada de transformação digital trilhada pela BP preparou a instituição para oferecer rapidamente inovação no momento exato em que ela foi necessária: telemedicina, drive-thru de exames, check-in eletrônico, entre outros, foram soluções oferecidas para assistir os clientes na continuidade dos cuidando com a saúde, mesmo num momento difícil como este atual. “O setor de Saúde não será o mesmo após a pandemia e a inovação na forma de fazer saúde terá um papel fundamental nesse novo cenário. Hoje temos um portfólio importante de saúde digital que nos permite estar mais presentes na vida dos clientes, oferecendo não apenas serviços de qualidade, mas condições para que cada indivíduo seja o protagonista da própria saúde”, explica a CEO.

A intensa profissionalização nos últimos 10 anos preparou a BP para os desafios atuais e também para novos cenários, especialmente em termos de expansão dos negócios. “O planejamento estratégico como ferramenta de gestão nos permite desenhar cenários, rever caminhos e colocar de pé projetos que impulsionam a BP para o futuro. Não tenho dúvida de que estamos no caminho certo, que nos trouxe até aqui e nos levará ainda mais longe”, conclui Denise.


Palavras-chave , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





LGPD: Aceite de termo no Funcional Card e convênios PBM

A nova Lei Geral de Proteção de Dados mudou a forma como o comércio e a propaganda online acontecem. Com efeito, a LGPD é de 2018. No entanto, só entrou em vigor a partir de novembro de 2020. Dessa forma, muitos programas farmacêuticos tiveram que se adaptar a nova regra.

Entenda o que a LGPD muda no dia a dia das farmácias
Entenda o que a Lei Geral de Proteção de Dados muda no dia a dia das farmácias

Assim, criamos um artigo para que, farmacêutico ou dono de farmácia, possa atender a essa nova demanda. Destarte, as atualizações da lei são muito importantes para os clientes. Dessa maneira, é muito importante que você saiba como orientá-los.

Deste modo, acompanhe este artigo e saiba o que muda nas farmácias com a vigência da Lei nº 13.709:

LGPD: Aceite de termo no Funcional Card e convênios PBM

A nova LGPD já em vigor mudou a forma como as empresas devem cuidar dos dados dos seus clientes. Em resumo, a lei atual combate a onda de vazamento e uso indevido de dados pessoais. Dessa forma, esse instrumento legal criou estruturas mais rígidas para o armazenamento e manipulação de informações.

Com efeito, na maioria dos sites que acessamos, algum tipo de informação é gerada a nosso respeito. Em algumas páginas, é necessário informar dados pessoais, como CPF, endereço, e-mail, telefone, cartões de crédito, conta bancária e outros. Além disso, outros sites armazenam informações sobre nós sem que percebamos.

Esse segundo tipo pode guardar informações sobre buscas e sites acessados. Com efeito, esse tipo de informação é muito utilizada para gerar propagandas individualizadas e específicas para um determinado usuário. No entanto, esses dados estão guardados em lugar seguro? Você autoriza que eles sejam criados?

A LGPD altera a forma como os convênios PBM funcionam. Entenda.
O objetivo da lei é garantir uma maior clareza na geração e manipulação dos dados pessoais

São esses os principais pontos em que a LGPD atua. Dessa forma, o seu objetivo é tornar a criação e manipulação de dados mais clara. A Partir dele, toda empresa informará como gera os dados que possui. Além disso, é necessário indicar quem terá acesso a esses e que instituição os protegerá.

Essa nova dinâmica impacta todo o mercado. Por conseguinte, até o setor farmacêutico precisou se adaptar à nova realidade. Dessa forma, muitos programas de benefícios já informaram seus clientes sobre a modificação nos seus serviços. Com efeito, o programa Viver Mais (GSK) e Viva (Sanfoni) são exemplos.

No entanto, esses não são os únicos. Destarte, os programas Funcional Card e Convênios PBM já anunciaram suas novas diretrizes. Assim, para saber o que fazer, leia o próximo tópico. Nós explicaremos como os seus clientes devem proceder para continuarem tendo acesso a esses programas:

O que muda nos programas de benefícios de farmácias com a nova lei de proteção dos dados?

A Lei Geral de Proteção de Dados veio para tornar o processo de geração e utilização de informações mais claro. Mormente, empresas armazenavam e manipulados dados sem o conhecimento do usuário. Esse é um dos principais pontos que mudará a partir da aprovação da lei.

Após novembro de 2020, os dados pessoais só serão armazenados e manipulados mediante uma autorização de usuário. Com efeito, essa regra vale para clientes já cadastrados em programas de benefícios ou que pretendem cadastrar-se.

Assim, para cumprir essas determinações, os programas Funcional Card e Convênios PBM já tomaram providências. Dessa forma, para continuar com o cadastro ativo, o usuário deve ir ao site do programa que participa, ler e aceitar os termos propostos.

O que os atendentes de farmácia precisam saber sobre a nova LGPD?
O que os atendentes de farmácia precisam saber sobre a nova LGPD?

Dessa maneira, caso o cliente não manifeste o aceite aos termos, pode ficar com o cadastro bloqueado temporariamente. Nessa situação, o usuário do programa não terá acesso aos descontos na compra de remédios e demais vantagens que o seu convênio dá.

Portanto, é extremamente importante que balconistas e atendentes orientem seus  clientes. A aceitação dos termos é um processo simples e rápido. Com efeito, basta que o usuário entre na plataforma como seu login e senha. Uma vez logado, busque os termos de política de proteção de dados e clique no botão de aceite.

Assim, garantirá a validade do seu convênio e não perderá nenhuma de suas vantagens. É possível realizar esse procedimento por celular, em aplicativos ou pelo navegador da internet, ou pelo computador. Só necessidade de fazer esse procedimento uma única vez.


Garante que o seu cliente não perderá as vantagens que possui e o fidelize-o estreitando os laços de comunicação! Caso precise de mais informações, clique aqui e entre em contato com a nossa equipe.


Palavras-chave , , , ,
Legislação e regulamentações, PBM





DPSP inaugura segunda dark store em São Paulo

O Grupo DPSP, que conta com as redes Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, inaugurou no dia 31 de maio a sua segunda dark store, localizada na zona norte da cidade de São Paulo (SP).

A saber, a empresa já conta com uma unidade em Belo Horizonte (MG), inaugurada no mês de setembro de 2020. E, dessa maneira, no final de junho terá uma terceira operação sediada em São Cristóvão (RJ).

As unidades irão atender as vendas realizadas pelos canais digitais, que atualmente já representam 7% do negócio da companhia.

A nova unidade deve gerar cerca de 35 novas vagas de emprego até o final do mês de junho. Esse movimento está, portanto, alinhado com o plano de expansão qualificada e orgânica da empresa pelo país. Que antecipou em três anos as metas de participação em vendas para o seu canal digital.

Dark stores

As dark stores irão armazenar os produtos das redes Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco e a expectativa é que, a partir do mês de julho, a unidade de São Paulo fique responsável por separar e distribuir 4 mil pedidos feitos pelos clientes de todo o Brasil.

O objetivo, portanto, é o de garantir uma agilidade ainda maior no processo de entrega.

‘Como parte fundamental de nossa estratégia de omnicanalidade, estamos inaugurando uma de nossas maiores operações de dark store na cidade de São Paulo. Evoluímos muito o nosso e-commerce, que se tornou um canal importante de vendas e de complementaridade as nossas lojas físicas. Com este modelo de operação, vamos caminhar para entregar um nível de serviço melhor e mais rápido aos nossos clientes’, afirma o diretor de Operações, Expansão e Engenharia do Grupo DPSP, Felipe Zogbi.

Investimentos

A empresa tem investido em novas soluções.

E, no último ano, passou a contar com uma plataforma de prescrição eletrônica, sendo que mais de 200 mil receitas já foram realizadas pelo método digital.

Outro lançamento foi o Portal de Serviços Farmacêuticos, que possibilita fazer agendamentos para a testagem de Covid-19, assim como demais serviços farmacêuticos e vacinas.

Os clientes também podem acessar, portanto, com descontos exclusivos do programa de relacionamento, Viva Saúde, consultas com especialistas, apoio psicológico e também assistência médica por meio da telemedicina.

Fonte: SBVC – Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





SPACs: investem bilhões nas startups de Saúde

spacs.jpg

No tempo das cavernas, em algum momento alguém se cansou do frio e da comida crua e de forma instintiva descobriu o fogo. Como esse indivíduo conseguiu divergir da maioria e se atreveu a experimentar algo diferente? Por que ele fez isso? Na época do homem primitivo a mudança era evitada sempre que possível: a conformidade com a maioria mantinha o ser humano vivo e seguro. Como esse indivíduo especial convenceu a maioria? É difícil dizer, mas o psicólogo romeno Serge Moscovici (1928-2014) se consagrou no século XX ao afirmar que “esse homem singular, minoritário, conseguiu sustentar uma opinião diferente porque era uma ideia que beneficiava a todos e, acima de tudo, porque ele foi convincente. Ou seja, sem a influência persuasiva da minoria sobre a maioria não haveria progresso no mundo”. No século XXI, nunca houve tantas minorias aconselhando as maiorias à novos caminhos. Nos dias de hoje, o Mercado de Capitais repete Moscovici e mostra que alguém convincente (minoria) pode apresentar um novo modelo capaz de beneficiar a muitos (maioria).

Um exemplo são as SPACs (Special Purpose Acquisition Companies), que em tradução livre significa “empresas com propósito específico de aquisição”. Uma SPAC em geral é uma holding (empresa de participações societárias), constituída especificamente para levantar fundos via IPO para depois, e só depois, adquirir uma empresa que exista no “mundo-real-produtivo”. Embora já existam desde a década de 1990, as SPACs cresceram sobremaneira nos meses pandêmicos. Elas não produzem nada, vendem menos ainda, não tem funcionários e não possuem qualquer carteira própria de produtos, sendo tão somente ‘águias que sobrevoam as savanas da inovação em busca de oportunidades’. Trata-se, enfim, de um grupo de investidores de alta credibilidade e histórico empreendedor que desenvolve um IPO para captar investimentos, tendo posteriormente dois anos para adquirir ou se fundir a outra companhia (de preferência semelhante a um unicórnio”, as estrelas com valor superior a US$ 1 bilhão). O capital levantado no IPO pela SPAC fica inacessível em uma conta garantia (escrow-account), sendo liberado somente quando houver a aquisição. Se ela deixar de adquirir a empresa durante esse biênio “será extinta, tendo que devolver os recursos aos investidores”.

Por motivos óbvios a Covid-19 fez o segmento de digital health ser um dos preferidos das SPACs. A Sharecare, por exemplo, uma consolidada empresa do mercado de saúde digital, anunciou em fevereiro de 2021 seus planos de ingressar no mercado público (IPO) por meio de fusão com a Falcon Capital Acquisition Corp, uma SPAC. O resultado será uma combinação avaliada em US$ 3,9 bilhões. A transação deverá ser concluída no segundo trimestre de 2021, quando a Sharecare será listada na Nasdaq como ‘SHCR’. Em maio último, Jeff Arnold, CEO e fundador da Sharecare, confirmou o acordo, selando a coalização que deverá consagrar a empresa no topo das healthtechs mundiais (a Falcon Capital deverá deter perto 20% da nova empresa). Dezenas de acordos semelhantes estão sendo costurados no mercado de saúde, confirmando que o modelo SPAC deverá ser um novo ‘norte’ no setor de venture capital.

A SEC (Securities and Exchange Commission), órgão regulador do mercado de capitais nos EUA, explica que uma “SPAC é criada especificamente para reunir fundos a fim de financiar uma fusão ou oportunidade de aquisição dentro de um prazo definido”, mas as calçadas de Wall Street se acostumaram a chamar as SPACs de blank-check-companies (“empresa de cheque em branco”). Elas arrecadaram mais de US$ 38 bilhões nas primeiras 6 semanas de 2021, com uma média de US$ 296 milhões por aporte em 128 IPOs (o montante é quase a metade de todo o dinheiro arrecadado por SPACs em 2020). Grande parte dessas “partidas de capital” estão sendo direcionadas as startups de saúde (healthtechs), tendo, segundo a CB Insights, potencial de aumentar seu volume em 60% a cada trimestre. Na realidade, a base de ‘convencimento da minoria’ parte de um princípio bastante elementar: as SPACs são mais fáceis, baratas e rápidas de serem criadas, podendo captar recursos de grande envergadura (segundo relatório da PWC, um IPO tradicional leva mais de 15 meses em todo o seu processo, ao passo que via SPAC o tempo médio é de 3 a 4 meses).

O CEO da Health Assurance Acquisition Corp (HAAC), Hemant Taneja, uma organização pioneira no conceito de SPAC, explica que o setor de saúde é “uma categoria emergente, com serviços orientados a dados e centrada no consumidor, sendo capaz de dobrar uma curva de ‘care-value’ rapidamente, o que nos deixa muito satisfeitos”. Após seu IPO (US$ 500 milhões em novembro de 2020), a empresa se transformou numa voraz rastreadora de companhias inovadoras no segmento de saúde. A FS Development Corp II, outro exemplo, já está em sua segunda operação de SPAC e se baseou no sucesso da primeira, com a Gemini Therapeutics (arrecadação de US$ 175 milhões), para preparar a segunda. Mais experiente, a FS tem agora como alvo as healthtechs de biotecnologia e life science. Até março de 2021, a empresa já tinha levantado US$ 250 milhões para seu novo voo bienal. Outra transação SPAC, divulgada em maio pela Bloomberg, envolve a britânica Babylon, uma das mais exitosas startups de connect-care, que negocia com a spac Alkuri Global Acquisition Corp (Qatar) sua abertura de capital, podendo gerar uma nova companhia com valuation de US$ 3,5 bilhões.

A popularidade do conceito de SPAC tem aumentado rapidamente: havia 35 vezes mais SPACs operando em 2020 do que em 2010, e essas empresas parecem cada vez mais preparadas para grandes saltos. O modelo não é uma unanimidade, tendo várias correntes que até o ridicularizam. Mas a pressão pandêmica e a imposição que uma economia em crise exerce sobre o mercado de funding, fez com que o ano de 2021 já seja considerado “o ano das SPACs em saúde”, de acordo com Marissa Schlueter, analista sênior da CB Insights. “Com base nas atividades já apuradas, os IPOs de Saúde podem aumentar 10% em 2021, com as fusões e aquisições crescendo 35% e as negociações em SPAC se ampliando em 47%”, explicou Schlueter. Também de acordo com o SPAC Track, em 2021 já existem mais de 50 SPACs buscando ativamente empresas-alvo nos setores de saúde e ciências biológicas.

Como as SPACs são um elemento relativamente novo, também sofrem fortes oscilações, dependendo dos humores da economia. Dados da agência Spac Research, mostra que até o final de maio 422 SPACs, que arrecadaram US$ 134,4 bilhões, ainda estavam procurando empresas para se fundir (dentro do prazo legal de 2 anos). Há risco? Certamente, mas nada que a racionalidade do Stock-Market não possa tolerar, ou que a sua irracionalidade não deixe de ambicionar. Katherine Andersen, executiva do Silicon Valley Bank, explica que as SPACs são particularmente atraentes para as healthcare-startups que enfrentam questões regulatórios ou financeiras. “O modelo oferece às empresas mais flexibilidade para compartilhar projeções de lucros futuros, o que pode tornar o negócio mais atraente, especialmente para empresas em pré-faturamento”, ressalta Andersen.

“No momento há muitas SPACs por aí em busca da história certa na hora certa”, explica Veronique Ameye, vice-presidente executiva da Lumiradx, uma fabricante de ‘testes diagnósticos’ para a Covid-19 que está sendo incorporada a spac CA Healthcare Acquisition Corp, gerando um negócio avaliado em US$ 5 bilhões. Depois de entrar com um tradicional pedido de IPO, a empresa foi assediada por várias SPACs em busca de acordo. Com a escala de produção crescendo (Covid-19), a Lumiradx teve necessidade de mais financiamento de curto espaço, uma situação propicia ao “espírito-spac”. A Owlet Baby Care era outra medtech se preparando para o IPO tradicional. “O plano era abrir o capital no final de 2021 e não estávamos procurando SPACs”, explica Kurt Workman, presidente executivo. De forma inesperada, a empresa foi abordada pela Sandbridge Capital, uma SPAC que fez a Owlet economizar tempo e recursos para o lançamento de seus novos produtos.

Na realidade, os investidores antes de formarem uma SPAC já mapearam o mercado, rastrearam as oportunidades, conversaram com os targets e quando “entram em campo” já têm vários interessados, ou um único com boa atratividade. Em junho de 2021, a spac Jaws Acquisition Corp anunciou que seus acionistas aprovaram a combinação com a Cano Health, uma operadora de Centros de Atenção Primária que ocupa a 39ª posição entre as empresas privadas dos EUA. Um namoro antigo, depurado em meses de conversação, cujas ações da ‘entidade-combinada’ começam a ser negociadas na NYSE em junho com o nome de “CANO.WS” (veja exemplo de um edital SPAC). Em novembro de 2020, quando as tratativas iniciaram, o valor empresarial do negócio já era estimado em US$ 4,4 bilhões.

Na Europa, as SPACs também agitam, sendo que em 2021 as transações já movimentaram US$ 768,3 milhões, enquanto em todo o ano de 2020 foram de US$ 539,9 milhões (fonte: Dealogic). O Brasil namora o conceito, dá sinais de adesão, mas ainda não é possível abrir uma SPAC no país, embora a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tenha até criado uma consulta pública para avaliar a viabilidade do modelo no mercado nacional. Enquanto isso, e apesar da ranhetice da economia nacional em 2021, várias empresas brasileiras já levantaram recursos nos EUA via SPACs. A Valor Capital, por exemplo, levantou US$ 230 milhões em oferta pública de SPAC na Nasdaq, com ancoragem do Softfank, sendo seu alvo investir nos próximos 2 anos em empresas nacionais, inclusive na área de healthtechs.

O fato é que a Covid-19 fomenta o ‘instinto animal dos investidores’ na direção do segmento de digital health. Segundo a Rock Health Consulting, já existe em 2021 pelo menos 52 SPACs voltadas à saúde em busca de alvos, sendo que o segmento de ‘saúde conectada’ já foi alvo de 13 fusões-SPACs, anunciadas nos últimos 15 meses (11 delas concluídas ou com previsão de fechamento em 2021). Todos ficam antenados quando um novo modelo emerge de forma tão surpreendente no Mercado de Capitais, principalmente quando a tradicional equação se inverte: outrora as startups pegavam a sua malinha e giravam pelo mundo em busca de financiadores. Agora, são as SPACs que correm pelas mesmas estradas em busca de uma healthtech para chamar de sua. Bom trabalho das minorias.

Guilherme S. Hummel

Scientific Coordinator – [email protected]

Head Mentor – eHealth Mentor Institute (EMI)


Palavras-chave , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Vai para a praia? Urologista alerta para os principais cuidados para evitar a infeção urinária

Vai para a praia? Urologista alerta para os principais cuidados para evitar a infeção urinária

 

O verão é um período em que as pessoas associam calor, férias, dias de sol, praia. Mas nem tudo são flores; a diversão pode ser prejudicada já que há um aumento dos casos de infecção urinária, comumente observados nesta época.

Na estação, crescem as chances de infecção de urina em razão da presença anormal de bactérias nas regiões do trato urinário.

A doença é muito mais comum no sexo feminino, com até 90% dos casos. “Isso se deve, principalmente, ao fato da uretra feminina ser mais curta (cerca de 5 cm) em relação a do homem e também por ser muito próxima ao ânus – moradia das principais bactérias urinárias” afirma o urologista e Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), Dr. Danilo Galante.

Para aproveitar o que o verão oferece de melhor, o especialista listou 4 principais cuidados que, ao serem adotados, livram qualquer um de sofrer com este desconforto!

Cuidado com a desidratação

O calor também aumenta a desidratação (principal razão para o aumento dos casos de infecção e a ingestão insuficiente de líquidos). Galante recomenda consumir pelo menos dois litros de água por dia.

Biquíni molhado

A exposição à umidade, com uso de roupas de banho molhadas durante o dia todo favorece a infecção por fungos como a candidíase; que acomete homens e mulheres. Este tipo de infecção facilita o processo de infecção urinária por bactérias (ambas acontecem com frequência de forma associada). Galante recomenda secar-se bem após sair da água e trocar o biquíni molhado por uma peça de roupa seca, além de evitar o uso de lingeries com tecidos sintéticos, bem como roupas justas demais, que dificultam a ventilação da região genital.

Alimentação desregrada

A adoção de uma dieta desequilibrada por conta das festas de fim de ano e do período de férias pode ocasionar uma queda da resistência, desequilibrando o organismo e baixando sua proteção, o que favorece a infeção urinária. O especialista aconselha uma alimentação saudável, evitando o consumo em excesso de bebidas alcoólicas.

Não prender a urina

Galante finaliza prescrevendo urinar logo após relações sexuais e não “prender” a urina quando surgir a vontade de ir ao banheiro.

 

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


Cadastre-se para receber os conteúdos também no WhatsApp  e no Telegram

Jornalismo de qualidade e independente
Panorama Farmacêutico tem o compromisso de disseminar notícias de relevância e credibilidade. Nossos conteúdos são abertos a todos mediante um cadastro gratuito, porque entendemos que a atualização de conhecimentos é uma necessidade de todos os profissionais ligados ao setor. Praticamos um jornalismo independente e nossas receitas são originárias, única e exclusivamente, do apoio dos anunciantes e parceiros. Obrigado por nos prestigiar!

Leia também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2021/01/20/plataforma-da-sandoz-ja-capacitou-mais-de-27-mil-profissionais-do-pdv/


Palavras-chave , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Vacinas na rede privada podem afetar o SUS

Países como Estados Unidos, Israel e Reino Unido começaram a vacinar a população de forma gratuita no final do ano passado. No Brasil, onde a vacina contra o coronavírus está prevista para chegar no fim de janeiro, clínicas de vacinação privada debatem a possibilidade de oferecer a vacina também.

O anúncio de que as clínicas privadas estão negociando a compra de 5 milhões de doses da vacina indiana contra a Covid-19 tem provocado debates éticos. Por um lado, há um entendimento de especialistas em saúde pública de que, por se tratar de vacina ainda pouco disponível no mundo, a oferta no setor privado pode criar uma disputa com o Sistema Único de Saúde (SUS), aumentando as desigualdades e atrasando a imunização dos grupos prioritários.

Por outro lado, as clínicas privadas argumentam que o objetivo não é competir, mas, sim, complementar a oferta prevista no SUS, atendendo, por exemplo, empresas que querem oferecer a vacina a empregados que não estão hoje nos grupos prioritários previstos pelo Plano Nacional de Imunização.

Segundo Geraldo Barbosa, presidente da Associação Brasileira das Clínicas de Vacina (ABCVac), é uma falácia a alegação de que o setor privado vá concorrer com a rede pública. “Sempre fomos complementares ao SUS, sempre colaboramos com a cobertura vacinal”, disse ele na última segunda-feira, antes de embarcar para a Índia, onde visitará a farmacêutica indiana Bharat Biotech, fabricante da vacina Covaxin.

Barbosa afirma que o objetivo é usar o capital da indústria que pode pagar a vacina aos seus empregados que não estão inicialmente nos grupos prioritários. “Vamos ajudar muito mais do que atrapalhar, vamos ajudar a diminuir a circulação do vírus. Nosso papel é ajudar o governo”, afirmou.

Especialistas em saúde pública, porém, veem na iniciativa um risco de competição. “Hoje há uma escassez absoluta de vacina. O que for para o mercado é o que vai deixar de ir para o público. É diferente de casos em que o mercado aumenta a oferta”, analisa o advogado e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Daniel Wang.

Segundo Barbosa, o setor tomou o cuidado de não negociar com farmacêuticas comprometidas com o governo brasileiro. Também não haveria conflito em relação ao volume de doses. “Por isso a gente conseguiu só 5 milhões de doses. O quantitativo está limitado para o mercado privado.”

O médico, advogado e professor de medicina da Escola de Ciências da Saúde da Universidade Anhembi Morumbi Daniel de Araújo Dourado, diz que as clínicas particulares têm o direito de comprar as vacinas. “Mas se isso acontecer antes de existirem doses suficientes na rede pública, as autoridades podem requisitar essas vacinas para serem distribuídas no SUS”, complementa. A chamada Lei da Covid (Lei 13.979/20) atribui essa prerrogativa tanto ao Ministério da Saúde quanto aos gestores locais de saúde.

Clínicas particulares esperam Anvisa e ABCVac

As clínicas particulares de vacinação em Porto Alegre pensam em começar a debater o assunto somente depois da liberação da Anvisa. A Unimed Porto Alegre afirmou, em nota, que precisa saber, primeiramente, o retorno da Anvisa sobre quais serão as vacinas disponíveis para a comercialização na rede privada antes de fazer o planejamento.

A Clínica Vacine, no bairro Menino Deus, também afirma estar aguardando a liberação da Anvisa. “Não tem como ter uma ideia de quando isso vai acontecer e como vai ser organizado. Não sabemos nem se vai haver essa possibilidade de vacinação pelas clínicas privadas. Mas acho que sim, até porque a rede pública vai ter dificuldade de vacinar todos e as clínicas particulares vão ajudar nessa demanda”, complementa a sócia farmacêutica Andiara Gitz

Por outro lado, a Clínica Imunitá, no bairro Tristeza, já começou a pensar na logística. “O mecanismo de atendimento vai ser definido de acordo com a faixa etária da vacina e o número de doses que vamos adquirir.

Em princípio, irem os atender de forma similar à campanha de gripe: por ordem de chegada e com distribuição de senhas”, explica a enfermeira técnica responsável Danielle Abadi. Ela acredita que, dependendo do laboratório, a compra pode ser facilitada. “Se for algum laboratório que já tem contato, tipo a Pfizer, porque trabalhamos com outras vacinas deles, talvez fique mais viável.”

Fonte: Jornal do Comércio – RS

Leia também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2021/01/11/o-impacto-devastador-da-pandemia-nos-profissionais-de-saude/


Palavras-chave , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Gestão Hospitalar na pandemia | saudebusiness.com

Rogerio-Fraga.jpg

Jamais esqueceremos o ano de 2020. A vida de todos foi alterada abruptamente. As empresas precisaram se adaptar ao home office e descobrir novas formas de entregar produtos e serviços, escolas aceleraram o processo de ensino a distância, que ainda era distante para muitas delas, e por aí vai… Mas essas práticas são mais difíceis de serem implantadas na área da assistência médica. Acostumados com consultas presenciais, tivemos a entrada da Telemedicina, que nos ajudou a chegar na casa das pessoas sem que elas precisassem ir ao hospital. Mas, o contato com o paciente, na maioria das vezes, é imprescindível – ainda mais quando falamos em um ambiente hospitalar. Mas, nos adaptarmos à nova doença (e à nova realidade que ela impõe) foi nosso maior desafio.

Para a gestão, uma preocupação permanente foi com os colaboradores. O primeiro passo foi mapear o chamado ‘grupo de risco’ e afastar esses profissionais das atividades. Desse grupo, apenas uma parcela pequena tem condições de realizar o trabalho remoto – quase nenhum ligado diretamente ao cuidado com os pacientes. Em poucos dias, foi necessário um remanejamento de profissionais e a elaboração de um novo fluxo de atendimento. A equipe precisou ser treinada para o atendimento de uma doença que não conhecíamos. 

Novos profissionais foram contratados e treinados. Alguns, infelizmente, acabaram infectados pelo novo coronavírus e precisaram ser afastados. Nesses casos, o afastamento é de, no mínimo, 15 dias. A complexidade dos casos, a sobrecarga e a tensão constante também acabam levando outros colaboradores a pedirem desligamento. É praticamente impossível substituir esses profissionais na mesma velocidade. Aliás, gente especializada para atender casos de Covid-19 está cada vez mais escassa e o processo de contratação e treinamento é demorado, já que deve ser feito com o máximo cuidado. Estamos falando da vida de milhares de pessoas que todos os dias chegam aos hospitais em busca de assistência.

Quando o vírus parecia dar uma trégua, as pessoas se sentiram mais confiantes para sair de casa e as restrições impostas pelos governos ficaram mais brandas. Mas, infelizmente, o que vimos ao longo desses 12 meses é que, quando menos esperamos, tudo recomeça. É um looping infinito de stress e pressão extremas. Que só acabará quando uma parcela significativa da população for imunizada. 

Talvez pelo excesso de confiança de muitos, que deixam de usar  máscaras e higienizar constantemente as mãos, ou por cansaço do isolamento e distanciamento social, estejamos com tamanha dificuldade para controlar essa doença. Com as novas cepas do vírus,os casos de reinfecção aumentaram. Duas semanas após feriados prolongados ou momentos de recesso, hospitais voltam a ficar lotados, cirurgias eletivas são canceladas, leitos de unidade de terapia intensiva ficam lotados e a escassez de profissionais reaparece. 

Ainda bem que a ciência tem conseguido dar respostas rápidas sobre o novo coronavírus. Profissionais que antes se dedicavam apenas ao cuidado dos pacientes, se desdobraram para dar a sua contribuição para as pesquisas, que agora continuam tão relevantes e importantes como no início da pandemia. A cada descoberta, um novo sopro de esperança, assim como novos treinamentos e novas práticas de cuidado implementadas. 

Em menos de 12 meses, foram criadas vacinas, mas, infelizmente, a capacidade de produção é pequena se comparada à demanda. Ainda precisamos de calma, resiliência e cuidado. Falta muito para termos o ‘efeito rebanho’ e ficarmos minimamente protegidos. A máscara, o álcool em gel e o distanciamento devem continuar fazendo parte do cotidiano das pessoas por um bom tempo. Assim como a dedicação dos profissionais nos hospitais devido à complexidade dos casos. Muito se aprendeu sobre o novo coronavírus e mais ainda sobre a força e a capacidade de adaptação dessas equipes. A integração desses profissionais, de tantas especialidades, e a união de pesquisa e prática são os alicerces que devem nos fazer seguir ao longo dos próximos meses. 

Olhando para trás, vemos o quanto já avançamos e, ao mesmo tempo, lamentamos por ainda não estarmos onde gostaríamos. São as dores e as conquistas de quem está vivendo a pandemia de dentro, no olho do furacão.

Sobre o autor

Rogério Fraga é médico urologista e gerente técnico do Hospital Marcelino Champagnat.


Palavras-chave , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Prescrições eletrônicas serão aceitas pelas farmácias brasileiras

PRESCRIÇÃO ELETRÔNICA

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se manifestou favorável à utilização de assinatura digital em receituários de medicamentos que contenham substâncias da Lista C1 e C5 e dos adendos das Listas A1, A2 e B1 da Portaria SVS/MS n° 344/98, bem como para a prescrição de medicamentos antimicrobianos.

A aceitação das receitas eletrônicas, inclusive de alguns medicamentos controlados pelas farmácias brasileiras, é um marco para todo o setor.  “A partir de agora, receitas legíveis e acessáveis contribuirão para aumentar a segurança ao processo de prescrição/dispensação”, declara Walter da Silva Jorge João, presidente do CFF.

Em 10 de dezembro de 2019, representantes da Anvisa participaram de uma das reuniões do Grupo Interinstitucional de Trabalho (GIT) de Farmácia Digital, do CFF, durante a qual foram debatidos temas relacionados a prescrição eletrônica de medicamentos controlados. “Na ocasião, dialogamos sobre o conteúdo da Nota Técnica em elaboração e a mesma foi enviada, por e-mail, no dia 18 de dezembro, para a Gerência de Produtos Controlados”, detalha a vice-coordenadora do GIT e assessora da presidência do CFF, Josélia Frade. Durante a reunião, também foram apresentadas experiências com prescrição eletrônica.

No final de janeiro (30/01), representantes do GIT estiveram na Anvisa e prosseguiram com a discussão sobre o tema em questão. No dia 20 de fevereiro de 2020, a Anvisa encaminha ao CFF o Ofício nº 7/2020 que responde a consulta realizada pela instituição informando sobre a possibilidade de utilização de assinatura digital, em receituários de medicamentos sujeitos a controle especial.

A Anvisa destaca não haver restrição à utilização de receitas assinadas digitalmente para os medicamentos antimicrobianos  e para substâncias da Lista C1 e C5 e dos adendos das Listas A1, A2 e B1 da Portaria SVS/MS n° 344/98. Todas as receitas digitais, para serem válidas, deverão estar assinadas digitalmente usando a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras (ICP-Brasil).

O coordenador do GIT/Farmácia Digital do CFF, Eugênio Zimmer Neves, destaca que será preparado um material informativo para esclarecer sobre as formas de proceder durante a recepção, validação, dispensação e guarda das prescrições eletrônicas.

Para o presidente do CFF, os farmacêuticos precisam se empenhar muito nas iniciativas de transformação digital da saúde. “No GIT/Farmácia Digital temos contado com a participação de muitas instituições, permitindo um diálogo muito enriquecedor para a profissão. Para fazer gestão em saúde e prestar serviços é cada vez mais necessário ter padrões definidos que permitam troca de  informações. Os farmacêuticos brasileiros estão e estarão empenhados em tornar os tratamentos ainda mais seguros e efetivos por meio da aplicação das tecnologias”.

Veja o posicionamento recebido pelo CFF, da Gerência-Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (GGMON) sobre a possibilidade de assinatura digital em receituários de medicamentos sujeitos controle especial.

Fonte: Comunicação do CFF

O Manual ONA das Organizações Prestadoras de Serviços de Saúde, em sua Versão 2018, trouxe inúmeros requisitos novos aplicáveis às subseções de Atendimento ao Cliente, em especial à Assistência Farmacêutica, que precisam ser incorporados pelas organizações de saúde (que já estão Acreditadas ou buscam pela Acreditação).

Conhecer quais são as ações e a serem implementadas pela equipe assistencial e da Farmácia/Almoxarifado é primordial para que a organização esteja alinhada ao que será exigido nos próximos 4 anos de vigência desta versão do manual.

O profissional que investir em sua capacitação em relação a este tema será considerado referência em sua organização, pois terá o conhecimento do significado de cada requisito e o que é exigido nas visitas de avaliação em relação à Internação.


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Mielite transversa aguda

(Texto atualizado em 17/05/2021 às 02:31 pm)

Geralmente, os sintomas da mielite transversa aguda começam de repente, com dor nas costas e um aperto como se fosse uma faixa em volta da área afetada do corpo (como tórax ou abdômen). As pessoas com esse transtorno também podem ter dor na cabeça ou no pescoço.

Em algumas horas, até alguns dias, formigamento, torpor e fraqueza muscular se desenvolvem nos pés e sobem. A micção fica difícil, embora algumas pessoas sintam uma necessidade urgente de urinar (urgente). Os sintomas podem se agravar no espaço de vários dias e podem se tornar graves, dando lugar a paralisia, perda da sensibilidade e perda do controle dos intestinos e da bexiga.

O grau de invalidez depende da localização (nível) da inflamação da medula espinhal e da sua gravidade.


Palavras-chave , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Farmacêutica decide pedir à Anvisa autorização para testes da fase 3 de vacina indiana

Farmacêutica decide pedir à Anvisa autorização para testes da fase 3 de vacina indiana

Na semana passada, a Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (Abcvac) assinou contrato com a Precisa Medicamentos de intermediação das suas associadas para a aquisição de 5 milhões de doses da Covaxin.

Assim, cerca de 300 clínicas associadas à ABCVAC poderão firmar acordos individuais com a representante da Bharat Biotech no Brasil para a compra de doses.

Para conseguir a aprovação da Anvisa para uso emergencial de alguma vacina, o laboratório precisa ter feito testes da fase 3 no Brasil.

A Covaxin é produzida na Índia pela Bharat Biotech e no dia 3 de janeiro, teve aprovado seu uso emergencial.

Além disso, no mesmo dia, a Abcvac informou que começou a negociar com o laboratório indiano a compra das 5 milhões de doses para clínicas particulares vinculadas à associação.

Estudos

Os primeiros estudos clínicos com a Covaxin na Índia, mostraram que o imunizante não gera efeitos colaterais graves e produz anticorpos para a Covid-19.

A saber, a aprovação do uso emergencial no país ocorreu, entretanto, antes da conclusão da fase 3 de testes.

Em 12 de janeiro, a Precisa afirmou então, que a Bharat Biotech produz quantidades separadas de vacinas para os setores público e privado.

Isso significa, então, que, de acordo com a empresa, que a destinação de parte da produção para venda privada não afetaria a disponibilidade para o setor público.

O presidente Jair Bolsonaro disse que o governo federal não vai “criar problema” para clínicas privadas comprarem doses de vacinas contra a Covid-19.

Indiana Bharat Biotech vai fornecer a vacina Covaxin para o Brasil

Fonte: G1

Foto: Shutterstock


Palavras-chave , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Plantão de farmácia: tudo o que você precisa saber

Desde de 1973 o Plantão de Farmácia é obrigatório em todo o país. Com efeito, por lei, todas as cidades precisam possuir farmácias abertas 24 horas. A medida permite a aquisição de remédios a qualquer hora do dia. No entanto, essa lei pode funcionar de formas diferentes dependendo da região.

Dessa forma, você, farmacêutico ou proprietário de farmácias ou drogaria, deve entender o que a  Lei no 5.991 define. Assim, seu negócio estará cumprindo a o regimento e prestando o melhor serviço possível para a sociedade. Para tanto, continue lendo este artigo.

Os plantão de farmácia é obrigatório desde 1973. Entenda como essa lei é cumprida no país.
Desde de 1973, a lei brasileira obriga farmácias e drogarias a revezarem-se em plantões.

Nele, você encontrará informações seguras sobre esse dispositivo legal. Além disso, entenderá como funciona o plantão de farmácia em algumas regiões do país. Dessa maneira, você lerá sobre:

  • Como funciona o plantão de farmácia;
  • Plantão Farmacêutico no Estado do Rio de Janeiro;
  • Plantão de Farmácia na Grande São Paulo;
  • Obrigação de plantão farmacêutico no Distrito Federal;
  • Plantão de farmácia em Salvador (BA).

Plantão de Farmácia: tudo o que você precisa saber

A partir de dezembro de 1973 entrou em vigor a Lei 5991. Esse texto dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, e outras providências. Além de dar definições gerais sobre a atividade do setor, define como devem ocorrer os plantões em farmácias.

Desse modo, o trecho do texto que aborda esse tema é o artigo de número 56. Esse define que as farmácias são obrigadas a fazer plantão. No entanto, nem todos os estabelecimentos são obrigados a prestar esse serviço ao mesmo tempo. A lei, portanto, define de qual forma os plantões devem acontecer.

Assim, o artigo define que deve ser empregada uma política de rodízios. Dessa forma, todas as unidades de um mesmo município devem entrar em consenso a respeito dos dias que farão plantão. A ideia é que existam farmácias abertas ininterruptamente.

Entenda como a lei de plantões de farmácias funciona no Brasil.
Em todo o pais, farmácias e drogarias são obrigadas a atenderem o público por meio de escalas de rodízio.

Contudo, a lei não dispõe sobre a forma com a qual esse rodízio é feito. Essa responsabilidade é, pois, repassada a Estados, Distrito Federal, Territórios e Municípios. Cada uma dessas repartições controla o cumprimento da lei.

Dessa maneira, é comum que municípios ou estados diferentes adotem medidas distintas para manutenção desse rodízio. Você, proprietário de farmácias ou drogarias deve cumprir as definições criadas pela câmara de vereadores no seu município de atividade.

Assim, caso a câmara de vereadores não disponha sobre essa lei, você deve cumprir as definições do seu Estado de atuação. A seguir, entenda como a Lei 5991 é cumprida em algumas cidades e municípios:

Plantão de farmácia no Estado do Rio de Janeiro

No estado do Rio de Janeiro, o plantão de farmácia é previsto pela Lei nº 1562, de 09 de novembro de 1989. Além do rodízio, as farmácias em plantão devem manter sinais luminosos para indicar essa atividade. Os demais estabelecimentos devem manter o endereço das unidades em funcionamento afixados à porta.

A lei estadual do Rio de Janeiro obriga farmácias e drogarias a sinalizarem sua atividade de plantão com sinais luminosos.
No Rio da Janeiro, as farmácias em plantão devem, obrigatoriamente, indicar sua atividade por meio de sinais luminoso.

Ademais, a escala de rodízio é de responsabilidade do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária. Com efeito, esse órgão é uma subdivisão da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro.

Farmácia de plantão na grande São Paulo

Na capital de São Paulo, a escala de rodízio de plantão de farmácias é definida pela Secretaria de Saúde. O órgão deve criar o documento em consenso com o Sindicato de Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos (SINCOFARMA). Na cidade, as diretrizes para plantões estão descritas no decreto nº 28.058.

O sindicado dos farmacêutico da grande São Paulo é responsáveis por criar as escalas para cumprimento dos plantões.
Na grande São Paulo, o rodízio de farmácias em plantão é definido pelo sindicato local da classe.

SINCOFARMA divulga o calendário anual de rodízios em seu site. Ademais, as farmácias que não estão citadas na escala não poderão abrir suas portas nos momentos de rodízio.

Plantões farmacêuticos no Distrito Federal

O decreto nº 35.239, de 19 de março de 2014 define como devem ser os plantões no Distrito Federal. O documento define que, no mínimo, 10% das drogarias e farmácias precisam estar em plantão. O sindicado da classe é responsável por criar a escala. Após isso, a Secretaria Estadual de Saúde deve homologar esse documento.

Entenda como funciona a lei que regula os plantões farmacêuticos no Distrito Federal.
No Distrito Federal, no mínimo, 10% das farmácias devem permanecer em plantão.

Em localidades onde há apenas uma drogaria ou farmácia, essa deve seguir aberta ininterruptamente. Publica-se a escala anual no diário oficial todo mês de março.

Platão Obrigatório para farmácias e drogarias em Salvador

A lei nº 3410, de 07 de novembro de 1984 define como os plantão devem ocorrer na capital da Bahia. O documento define que a Secretaria Municipal de Saúde deve criar a escala. A cidade foi dividida em zonas para bem atender a população.

Desse modo, cada zona deve permanecer com, no mínimo, uma farmácia ou drogaria aberta. As demais devem manter-se com as portas fechadas e afixar cartazes com o endereço da farmácia ativa durante o plantão.

Entenda como funciona a lei que regula os plantões de farmácia em Salvador.
Em Salvador, a ordem dos rodízios são definidos pela Secretaria de Saúde da cidade.

Essas foram algumas das leis que definem o plantão de farmácias pelo Brasil.

Tem dúvidas sobre o cumprimento dessa determinação? Entre em contato com a nossa equipe clicando aqui. Estaremos prontos para te ajudar.


Palavras-chave , , ,
Mercado farmacêutico, Legislação e regulamentações





Fiscais flagram a venda irregular de anticoncepcionais fracionados no centro de Imbituba

Uma farmácia localizada na área central de Imbituba foi flagrada na tarde desta sexta-feira (07) vendendo anticoncepcionais (Diminut e Cerazette) de forma fracionada. Esse tipo de medicamento, que já vem em caixa fechada com 63 comprimidos (três cartelas com 21 drágeas cada), não pode ser fracionável.

Veja também: Farmácia Itinerante levará medicamentos a diferentes regiões de São Sepé

Foram apreendidas 23 caixas violadas de anticoncepcionais. Isso significa que 1449 comprimidos estavam sendo vendidos de forma fracionada. Os fiscais fizeram um auto de intimação e determinaram o descarte imediato dos medicamentos.

A ação ocorreu durante uma inspeção, solicitada pelo próprio estabelecimento, para a liberação de alvará sanitário.

Segundo a Vigilância em Saúde, uma farmácia pode vender remédios fracionados, mas, não anticoncepcionais. Para que um estabelecimento possa vender medicamentos fracionáveis, é necessário seguir alguns pré-requisitos, tais como, a indicação do fabricante, o número de lote, a validade do produto e cada cartela precisa ter uma bula específica.

Em Imbituba, nenhuma drogaria está apta a vender, de forma fracionada, qualquer tipo de medicamento.

Fonte: Site Rádio 89 FM


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Marketing farmacêutico: o que é preciso para conquistar o público?

A crise econômica tem afetado vários segmentos do mercado, incluindo o de farmácias e o de drogarias. E, além desse problema, o aumento da concorrência vem forçando uma mudança de atitude por parte desses setores.

Cada vez mais, os gestores dessas áreas têm sentido a necessidade da implementação de estratégias de marketing farmacêutico mais eficazes para ajudar a maximizar as suas vendas. E você, sabe quais estratégias seriam adequadas para impulsionar o seu negócio?

Neste post, abordaremos algumas dicas para ajudá-lo a conquistar mais clientes e aumentar a sua fidelização. Fique de olho:

Por que preciso investir em marketing farmacêutico?

As ações de marketing farmacêutico são necessárias para que as farmácias e as drogarias consigam se comunicar com um público cada vez mais exigente.

Porém, esse segmento esbarra em algumas normas próprias para divulgação e para publicidade dos seus serviços.

A comunicação com o seu consumidor deve ser diferenciada, seguindo leis e decretos que determinam regras um pouco mais rígidas para o setor — afinal, ele lida com um bem bastante precioso: a saúde das pessoas.

Mas, neste post, não estamos falando de marketing voltado apenas para as vendas em si, mas sim de várias outras ações, como captação, retenção e fidelização de clientes.

A partir dessas ações, você poderá tomar outras decisões que nortearão o direcionamento de estratégias complementares.

O marketing farmacêutico pode contemplar ações que permeiam desde a análise e a escolha de um público-alvo até a comunicação e o ticket médio de cada cliente.

Como fazer marketing farmacêutico na minha empresa?

Faça marketing de relacionamento

Muitas empresas pecam por negligenciar o retorno que uma boa experiência do consumidor pode trazer para a marca.

Nesse sentido, o marketing de relacionamento funciona como uma das mais potentes ferramentas capazes de atrair e fidelizar clientes, tornando-os defensores da sua marca.

Você deve estar se perguntando: é complicado ou caro implementar esse tipo de marketing na minha empresa? Não. Você pode partir de pequenas atitudes que fazem toda a diferença, como:

  • crie um vínculo pessoal com o cliente: começar a chamá-lo pelo nome é um bom começo;
  • seja gentil, ouça e dialogue: mostre interesse pelo problema do cliente e se disponha a ajudá-lo;
  • procure manter o vínculo pós-venda;
  • mantenha uma base de dados dos clientes para felicitá-los em datas importantes;
  • ofereça brindes e benefícios;
  • trate o cliente como você gostaria de ser tratado.

Percebeu como simples atitudes podem ser altamente eficientes para conseguir manter um cliente fiel à sua farmácia ou à sua drogaria?

Invista no marketing de fidelização

Muitos pensam que só porque têm um pequeno estabelecimento não é preciso fazer marketing para fidelizar clientes. Ledo engano! Encantar o comprador e investir na sua fidelização é uma grande chance de aumentar o seu portfólio de clientes.

Criar programas de fidelização (um cartão, por exemplo), é ideal para oferecer descontos ou outras bonificações que deixem o cliente satisfeito. E todos sabem: cliente satisfeito é sinônimo de cliente fiel.

Aproveitando o gancho do marketing de relacionamento, você pode combinar as 2 estratégias e condicionar o cliente a fazer um cadastro para receber o cartão e os benefícios que ele oferece.

O fundamental é que o cliente perceba que, sempre que compra na sua farmácia ou na sua drogaria, ele é recompensado de alguma forma por ter dado preferência aos seus serviços.

Outros benefícios podem ser concedidos com intuito de fidelização, como:

  • serviços de delivery;
  • promoções personalizadas;
  • oferta de conteúdos informativos da área farmacêutica em blogs ou em redes sociais.

Segmente clientes com a geolocalização

Atualmente, várias empresas estão utilizando ferramentas de geolocalização como um instrumento de marketing para segmentar o seu público.

Essa é uma estratégia que torna possível encontrar e se conectar com o seu consumidor por meio de vários canais onde quer que ele esteja.

Como o marketing está sempre evoluindo, você também pode utilizar o geomarketing — uma estratégia de marketing que consiste em inteligência de localização, ou seja, você poderá seguir os passos do seu cliente para localizá-lo no lugar e na hora que achar melhor.

Faça parcerias com profissionais de saúde

Ninguém chega a lugar algum sozinho. Muitas vezes, buscar parcerias com outros profissionais da área de saúde pode ser uma saída barata e eficiente.

Podemos dizer que é um tipo de marketing boca a boca entre parceiros. Você indica um médico especialista, por exemplo, e ele indica a sua farmácia para os seus pacientes.

Faça uma troca: deixe os seus panfletos no consultório e, em contrapartida, você entrega o cartão do médico para os seus clientes. Simples assim.

Há outros meios de ampliar essa parceria com representantes ou com fornecedores de medicamentos e de outros produtos para a sua farmácia. Lembre-se: toda parceria é válida.

Além disso, vários médicos possuem blogs, onde eles publicam conteúdo. Um bom exemplo é o blog Dermatologia Capilar, da Doutora Amanda Gomes. Enviar conteúdo e fazer guest posts nestes blogs, pode ser uma ótima idéia.

Otimize a distribuição de produtos dentro da loja

Pode parecer bobo, mas a forma como os seus produtos estão dispostos nas prateleiras pode influenciar de maneira significativa o aumento do consumo.

Essa estratégia é fantástica, pois, segundo pesquisas, 85% das pessoas tomam sua decisão de compra somente no ponto de venda.

Você também pode fazer merchandising para incentivar o cliente a comprar mais do que ele pretendia quando entrou na sua drogaria. Você conhece o seu público-alvo e sabe o que é mais atraente para ele. Então, não perca a chance de encantá-lo.

Crie um blog

Hoje, ser inovador é o que diferencia os melhores dos piores. Não é porque você considera ter um negócio pequeno, por exemplo, que não pode ter um blog ou interagir nas redes sociais com os seus clientes.

Estudos mostram que mais de 72% dos usuários da internet sempre buscam por conteúdos relacionados à saúde antes mesmo de procurar um médico.

Com um blog bem otimizado, você pode fornecer essas informações para os seus clientes de forma clara e objetiva.

Busque entregar o melhor conteúdo e divulgue os seus produtos — de maneira sutil — para ajudar a solucionar o problema das pessoas.

Invista em vendas online

Não faz muito tempo que a forma de comunicação mudou e que a era digital fez com que o marketing tomasse novos rumos.

As empresas farmacêuticas precisam, urgentemente, adaptar os seus negócios a essa nova realidade. É hora de encarar a realidade digital não como uma inimiga, mas como uma aliada para lidar com o novo perfil de consumidores.

Por que não começar a investir em vendas online e fazer seu marketing farmacêutico nesse ambiente para alcançar mais clientes e potencializar as suas vendas? Esse pode ser o seu diferencial. Pense bem!

Gostou do tema deste post? Então leia este outro texto: “Como trabalhar com marketing digital? Ferramentas, cursos e dicas para quem está começando“.

Fonte: Rockcontent


Palavras-chave , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Farmacêuticas aumentam preço de 600 medicamentos nos EUA

Farmacêuticas aumentam preço de 600 medicamentos nos EUA

(Texto atualizado em 10/05/2021 às 03:38 pm)

A pandemia da Covid-19 não inviabilizou o reajuste de preços dos medicamentos praticado pela indústria farmacêutica norte-americana. Apesar de mais baixos em comparação com anos anteriores, levantamento da plataforma de pesquisa de preços Good RX relacionou cerca de 600 medicamentos que apresentaram uma média de 4,2% de aumento nos valores. As informações são do portal Fierce Pharma.

A Pfizer elevou os preços de mais de 130 produtos no início do ano, variando de um salto de 0,22% para o antiarrítmico Norpace CR a um aumento de 5,14% para a vacina pneumocócica Prevnar 13 – a mais vendida do mundo. A Allergan, adquirida no ano passado pela AbbVie, aumentou os preços de mais de 30 remédios em 5%. A companhia também promoveu reajustes em percentuais abaixo de um dígito.

Já a Bristol Myers Squibb (BMS) ampliou os valores de 11 medicamentos, sendo que a maior alta foi de 6% para o anticoagulante Eliquis, produzido em parceria com a Pfizer. A GlaxoSmithKline (GSK) reajustou os preços de 31 itens – 7% para o imunizante voltado à herpes zoster Shingrix e 8,59% para a vacina combinada contra difteria, coqueluche e tétano.

As farmacêuticas AstraZeneca, Sanofi, Gilead Sciences e Bayer subiram os preços de mais de dez medicamentos, mas em percentuais abaixo de um dígito. Por outro lado, o reajuste na Teva Pharmaceutical Industries saltou 9% e englobou 16 fármacos. A maior elevação até agora neste ano vem da Vifor Pharma, com elevação de 14,58% do Venofer, usado no tratamento de anemia por deficiência de ferro.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Fiscalização nas farmácias de manipulação: Polícia Federal

Desde de 2019, a fiscalização nas farmácias de manipulação sofreu alterações. Assim, o setor responsável pelas mudanças foi a Polícia Federal.

Com efeito, esse órgão atua diretamente na fiscalização dos insumos e produtos manipulados. Dessa maneira, para evitar problemas legais é bom ficar atento.

Conheça que documentos são exigidos pela `Polícia Federal durante a fiscalização nas farmácias de manipulação
Farmácias de manipulação e a fiscalização da Polícia Federal

Assim, para auxiliar os farmacêuticos e empresários do setor, criamos este artigo. Destarte, nosso objetivo é discutir a respeito das exigências de uma fiscalização da Polícia Federal.

Dessa forma, seu negócio estará assegurado e livre de qualquer punição por erro ou descuido.

Para tanto, apresentaremos os documentos exigidos em uma fiscalização da PF. Além disso, trataremos sobre os produtos químicos controlados por esse órgão.

Fiscalização nas farmácias de manipulação: quais são as exigências da Polícia Federal?

A crise do Coronavírus movimentou e muito o setor das farmácias de manipulação no Brasil e no mundo.

Mormente, uma das principais mudanças foi a liberação para a fabricação de álcool em gel. Essa alteração foi imposta pela Anvisa e veio acatar a grande demanda pelo produto.

No mesmo período, a fiscalização nas farmácias de manipulação apresentou aumento considerável.

Com efeito, houveram muitas denúncias de cobranças exorbitantes no valor de produtos básicos como o próprio álcool em gel e até a cloroquina.

Em algumas farmácias de manipulação, o álcool em gel era vendido com acréscimo de 80% do valor. Dessa mesma forma, comprimidos de cloroquina passaram a custar quatro vezes o preço normal.

Entenda como funciona a fiscalização de farmácias de manipulação da polícia federal.
Como a polícia federal atua durante uma fiscalização de farmácias de manipulação.

Além disso, vale ressaltar que a cloroquina é essencial no tratamento de doenças como malária, amebíase, artrite reumatoide e entre outras.

Dessa forma, nunca foi tão importante estar pronto para uma eventual fiscalização da Polícia Federal.

Para tanto, é necessário estar de acordo com as resoluções impostas pela PF através da Portaria N° 240, de 12 de março de 2019. O documento descreve a documentação exigida e todos os trâmites da fiscalização.

A seguir, descreveremos toda a documentação exigida pela PF durante a fiscalização nas farmácias de manipulação.

Dessa forma, continue acompanhando este artigo para verificar se sua empresa incorreria em pendência documental em caso de fiscalização.

Fiscalização nas farmácias de manipulação: documentos exigidos pela Polícia Federal

A Portaria N° 240, de 12 de março de 2019, dispõe de procedimentos para o controle e a fiscalização. Além disso, define que produtos químicos estão sujeitos ao controle da Polícia Federal.

Conheça a lista de documentos exigidos durante a fiscalização das farmácias de manipulação.
Saiba que documentos são exigidos durante uma fiscalização da PF.

O capítulo I, artigo 2° dessa portaria define que documentos serão solicitados durante uma fiscalização da Polícia Federal. Dessa forma, acompanhe abaixo a lista:

Documentos exigidos em uma fiscalização de farmácia de manipulação (Polícia Federal):

  • Certificado de Registro Cadastral;
  • Certificado de Licença de Funcionamento;
  • Autorização Especial;
  • Mapas de Controle;
  • Notas fiscais, manifestos e outros documentos fiscais; e
  • Termo ou documento equivalente que comprove a destruição de produto químico.

Dessa lista, vale ressaltar os documentos Certificado de Registro Cadastral (CRC) e Certificado de Licença de Funcionamento (CLF). Polícia Federal é o órgão responsável pela emissão desses.

O CRC tem como função formalizar a aptidão da pessoa física ou jurídica para manipulação de produtos químicos controlados.

Por sua vez, o CLF é o documento de pessoa jurídica. Esse formaliza a  atividade não eventual de manipulação de produtos químicos sujeitos a controle e fiscalização.

Ambos são disponibilizados por via eletrônica para todo país.

A Portaria n° 240 define que o CLF é renovável anualmente. A não solicitação de renovação em tempo hábil implica no cancelamento automático da licença.

Além de conhecer os documentos exigidos em fiscalização nas farmácias de manipulação, é importante conhecer os produtos controlados.

Assim, continue lendo este artigo para saber que compostos químicos são de uso controlado pela Polícia Federal.

Produtos químicos controlados pela Polícia Federal

A lista de produtos químicos controlados pela Polícia Federal abrange quase toda a atividade das farmácias de manipulação.

Essa está, pois, no Diário Oficial da União – seção 1 – N° 50, quinta-feira, 14 de março de 2019 (ISSN 1677-7042), páginas 44 e 45.

Conheça que produtos químicos utilizados em farmácias de manipulação são controlados pela Polícia Federal .
Conheça que produtos químicos são fiscalizados pela Polícia Federal.

Os produtos químicos desta lista estão sujeitos a controle e fiscalização a partir de 1 grama ou 1 mililitro. Para esse fim, não se considera a concentração em que se encontram.

Ademais, produtos obtidos por importação, exportação ou reexportação estão submetidos às mesmas regras.

Tem dúvidas quanto a fiscalização nas farmácias de manipulação? Entre em contato com a nossa equipe clicando aqui!


Palavras-chave , , ,
Legislação e regulamentações, Laboratórios Farmacêuticos





Novo teste diferencia Covid-19 das demais infecções respiratórias

Trabalhando continuamente em recursos inovadores, que auxiliem na pesquisa e diagnóstico na área da saúde, a QIAGEN – multinacional alemã especialista em tecnologia para testes moleculares – apresenta seu sistema de testes sindrômicos para pacientes respiratórios. O QIAstat-Dx é uma ferramenta laboratorial de testagem capaz de identificar e diferenciar uma série de patógenos simultaneamente, e identificar, inclusive, se o indivíduo está contaminado por mais de um agente infeccioso ao mesmo tempo.

Veja também: Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica alerta para o momento crítico da pesquisa clinica no…

‘O objetivo da QIAGEN é auxiliar, principalmente, no diagnóstico correto de doenças que apresentam sintomas parecidos. Essa ferramenta dará as diretrizes para a conduta médica mais adequada, ao eliminar as incertezas no tratamento, com o uso dos medicamentos corretos, proporcionando uma abordagem mais responsável em termos de administração e resistência aos antibióticos’, destaca Paulo Gropp, vice-presidente da QIAGEN na América Latina.

Siga nosso Instagram

Ao apresentar sintomas clínicos parecidos, como febre, tosse, dor de cabeça, entre outras, as doenças respiratórias impõem dificuldade ao diagnóstico baseado apenas na avaliação médica dos pacientes, consequentemente, ao tratamento mais adequado para combater determinada infecção. Por isso, a proposta do QIAstat-Dx é permitir a testagem de um painel respiratório do paciente, ao identificar qual dentre 22 principais agentes, entre bactérias e vírus, é o causador dos sintomas, incluindo o SARS-Cov-2, o novo coronavírus.

De acordo com o médico intensivista do Hospital das Clínicas, Daniel Joelsons, os testes sindrômicos são fundamentais, principalmente, para os profissionais que atuam na linha de frente da Covid-19. ‘Essas ferramentas são de extrema importância para concluirmos o diagnóstico do paciente. Caso a infecção seja por bactéria, já iniciamos a administração de antibióticos. Se o paciente estiver contaminado pelo novo coronavírus, providenciamos seu isolamento e tratamento adequado. Os testes sindrômicos facilitam o trabalho da equipe médica e reduzem os efeitos colaterais dos medicamentos desnecessários’, declara o especialista.

Voltado ao diagnóstico clínico e com registro ativo na ANVISA, o QIAstat-Dx realiza, de forma rápida e sem necessidade de manipulação, o diagnóstico direto de amostras de swab nasofaríngeo de pacientes com suspeita de infecção respiratória, e libera o resultado da análise em até uma hora. Sua tecnologia tem o potencial de diminuir o tempo de permanência do paciente no hospital, evitar internações desnecessárias e identificar pacientes que, dependendo da contaminação, precisam de isolamento ou demais medidas de controle da infecção.

‘A utilização da ferramenta oferece ganhos para o paciente, que recebe o tratamento correto e eficaz, se recupera e se reestabelece mais rápido. Tanto para o sistema de saúde, evitando uso de medicamentos incorretos, diminuição do tempo e internação, reduzindo custos e aumentam-se as vagas para os pacientes que precisam de fato de uma internação, para acompanhamento dos casos mais críticos’, finaliza Paulo Gropp.

Fonte: Medicina S/A


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Farmacêuticos alertam para uso irregular de remédios sem receita

De sintomas gripais a dores de cabeça, a população brasileira já está acostumada a se automedicar, no caso de sintomas leves, com medicamentos isentos de prescrição (MIP). Uma pesquisa do Conselho Federal de Farmácia apontou, inclusive, que em 2019, 77% dos brasileiros se automedicavam sem passar pela orientação de médicos ou profissionais de saúde. Contudo, o Conselho Regional de Farmácia (CRF) alerta para o uso irregular dessas substâncias, que podem trazer riscos para a saúde.

Veja também: Com Clinicarx, Drogaria Araujo chega a 95 de lojas com serviços clínicos

Siga nosso Instagram

Fonte: O Estado do Maranhão


Palavras-chave , , , , , , ,
Legislação e regulamentações, ANVISA





Seja bem-vindo(a) ao blog da M2Farma.

Neste espaço reunimos notícias sobre assuntos regulatórios e o varejo farmacêutico.

Nosso trabalho é facilitar a burocracia técnica, saiba mais.

Siga-nos:

📫 Receba por e-mail

Receba as últimas notícias sobre varejo farmacêutico, ANVISA, Farmácia Popular e Convênios PBM direto no seu e-mail:





Do NOT follow this link or you will be banned from the site!

📬 Receba as últimas notícias sobre o varejo farmacêutico, Farmácia Popular, ANVISA, convênios PBM e mais: