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Giro News | Supermercado | Gesto e Fluidez nas Vendas

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  O Grupo R Carvalho, rede de supermercados do Piau com atuao tambm no Maranho, elegeu a infraestrutura de tecnologia em nuvem da Oracle para apoiar o crescimento da empresa, bem como melhorar a experincia dos clientes das 25 lojas. Foram reduzidos em 30% os custos com tecnologia e foi registrado um crescimento em vendas na ordem de 18% no ano passado. Alm disso, as reclamaes dos consumidores da rede reduziram cerca de 95% sobre lentido, quedas de carto e travamentos de compras, por exemplo.


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Farmaindex: tudo sobre medicamentos em um só lugar

Farmaindex: tudo sobre medicamentos em um só lugar

(Texto atualizado em 14/09/2020 às 03:22 pm)

Farmaindex – Lançada há dois meses, a plataforma profissional Farmaindex reúne, em um único local, todas as informações sobre medicamentos, sejam elas comerciais, técnicas, científicas ou tributárias. A ideia surgiu depois que o fundador Wilton Torres percebeu a dificuldade e a demora de ter que buscar esses dados em múltiplos locais. O profissional atuou por mais de 20 anos na área de distribuição de medicamentos de alta complexidade (oncológicos e de alto custo).

“Era sempre um problema para as empresas de distribuição quando chegava um medicamento novo e as informações tinham que ser pinçadas em vários locais diferentes. Para efetuar um único cadastramento levava horas”, afirma Torres. Segundo o executivo, o objetivo foi criar um grande repositório de dados mensais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e de outras instituições não governamentais de todos os medicamentos existentes no país, seja um analgésico ou até um biológico de alta complexidade.

A plataforma é gratuita e a maioria dos usuários é formada por farmacêuticos, distribuidores (compras, venda e área técnica), além de compradores e faturistas de clínicas e hospitais. Já fazem uso da plataforma empresas como a Profarma Specilaty, a Sol Medicamentos e o Grupo Onco Prod Sar.

“Trata-se de uma plataforma única no mercado, que agiliza o tempo do profissional, que pode cruzar informações sobre pesquisas científicas, tipo e grupo farmacológico dos medicamentos, dados do fabricante, evolução e comparativo de preços desde 2010 até a data atual, dados de estabilidade e temperatura de armazenamento ou qual o fator de desconto em vendas para o governo, finaliza.

Fonte: Redação


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Oferta de leitos hospitalares no Brasil traz resultados reveladores da nossa Saúde

Em recente estudo da área de Saúde que realizamos focado na disponibilidade de leitos hospitalares no Brasil, observamos que o país não alcança os números recomendados pelo próprio Ministério da Saúde. Mas quando analisamos os dados referentes ao segmento da saúde suplementar, constatamos que vários estados apresentam resultados comparáveis a países desenvolvidos.

No Brasil, o número de leitos por mil habitantes é de 2,2, inferior à recomendação (revogada em 2015, mas ainda assim um parâmetro de comparação) do Ministério da Saúde de 2,5 leitos para cada mil habitantes. No entanto, considerando as grandes dimensões geográficas brasileiras, além das diferenças econômicas, sociais e populacionais, a análise do número de leitos por mil habitantes para cada estado é mais coerente.

Observando os números, percebemos que apenas 3 dos 27 estados brasileiros alcançam a recomendação do Ministério da Saúde de 2,5 leitos para cada mil habitantes, sendo eles o Distrito Federal, Rondônia e o Rio Grande do Sul. Os números obtidos ainda nos permitem realizar alguns insights a fim de termos padrões comparativos com outros países.

Rondônia, o estado brasileiro de maior número de leitos a cada mil habitantes, possui índice semelhante à Turquia (2,65) e superior a outros países em desenvolvimento como México e Peru (1,5 e 1,6 respectivamente). Sergipe, o estado cujo número de leitos a cada mil habitantes é o menor no Brasil, conta com números semelhantes ao de países como Paraguai (1,3), Quênia (1,4) e Indonésia (1,2). Já São Paulo, o estado mais populoso, tem índice semelhante ao do Chile, outro país latino-americano em desenvolvimento (2,2).

Mas o cenário muda na saúde suplementar, quando consideramos apenas o segmento privado. Nesta situação, 24 dos 27 estados brasileiros alcançam a recomendação do Ministério da Saúde – apenas Amazonas, Rio Grande do Norte e São Paulo mostram números aquém da recomendação. Se radiografamos apenas a saúde suplementar do Brasil, o estado com o maior número de leitos a cada mil habitantes é o Tocantins, com o número de 8,13. Em seguida, aparecem Rondônia, com 6,94 leitos/1000 habitantes e, em terceiro lugar, Goiás, com 5,41.

Podemos destacar então que a unidade da Federação com maior número de leitos por 1000 habitantes, o Tocantins, mostra índice semelhante ao de países como Alemanha (8,27) e Rússia (8,17). O Amazonas, estado cujo número de leitos por 1000 habitantes é o menor do país, traz um número semelhante ao de países como Botsuana (1,8), Peru (1,6) e Zimbábue (1,7).

São Paulo, com maior número de beneficiários de planos de saúde do país, projeta números próximos ao recomendado pelo Ministério da Saúde, e pode ser comparado a países europeus como a Dinamarca (2,5), Irlanda (2,76) e outros países em desenvolvimento, como a África do Sul (2,8).

Por fim, esses dados, levantados junto ao DataSUS e ao site da Organização Mundial da Saúde (WHO), nos permite concluir que a saúde no Brasil precisa evoluir no aspecto de disponibilidade de leitos hospitalares, mas que o cenário comparado a outros países não é tão negativo quanto a percepção obtida através da imprensa pode sugerir. Por outro lado, restringindo o estudo ao cenário da saúde suplementar, o Brasil conquistou um padrão positivo que deveria ser perseguido também pela saúde pública.

Sobre o autor

Adriel Branco é diretor da XVI Finance e Adriano B. Rodarte é analista da XVI Finance.


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Receitas médicas passam a ter validade indeterminada

PFARMA

(Texto atualizado em 31/07/2020 às 05:58 pm)

Receitas médicas ou odontológicas de medicamentos sujeitos a prescrição e de uso contínuo agora passam a ter validade indeterminada, pelo menos enquanto perdurarem as medidas de isolamento para contenção do surto da Covid-19. Foi publicada nesta terça-feira, dia 28/07, a Lei nº 14.028/2020. A legislação se sobrepõe a eventuais legislações estaduais que fixam prazos para as receitas.

“As novas regras não valem para medicamentos de controle especial – medicamentos regulados pela RDC/Anvisa nº 20/2011, Portaria SVS/MS – 344/1998 e RDC nº 405/2020, sobre os medicamentos relacionados à Covid-19 (Hidroxicloroquina, Cloroquina, Ivermectina e Nitazoxanida) ”, explica o conselheiro federal de Farmácia pelo estado de Rondônia, Jardel Teixeira de Moura, que é membro do Grupo de Trabalho sobre Farmácia Comunitária, do Conselho Federal de Farmácia.

A Resolução RDC nº 357/2020 aumenta temporariamente as quantidades máximas de medicamento permitidas em Notificações de Receita e Receitas de Controle Especial, ou seja, que poderão ser prescritas em tais receituários. Isso vale para as receitas digitais, ressaltando-se o casos em que as mesmas são permitidas – antimicrobianos (RDC/Anvisa nº 20/2011) e medicamentos controlados das listas C1 e C5 e dos adendos das listas A1, A2 e B1 (Portaria SVS/MS – 344/1998). Lembrando que, conforme Lei nº 13.732/2018 as receitas têm validade em todo o território nacional, independentemente da unidade federada onde foram emitidas.

Foi vetado o trecho do projeto de lei que autorizava a retirada de medicamentos por terceiros, sem a presença do titular da receita, com a apresentação de uma declaração. Na justificativa para o veto, a Secretaria Geral da Presidência da República explicou que “o dispositivo cria uma exigência que poderá vir a ser estendida a todos os casos e, por consequência, burocratizar o atendimento nas farmácias”.

Ressalta-se que, conforme a Portaria SVS/MS nº 344/1998 e a Portaria nº 6/1999, a quantidade de medicamento é item obrigatório de preenchimento da receita, não podendo haver dispensação sem que conste tal informação no receituário controlado. Para estabelecer a quantidade a ser dispensada, o farmacêutico deverá observar a posologia e a quantidade prescrita pelo médico, sempre se atendo às quantidades máximas estabelecidas pela legislação, as quais não poderão ser ultrapassadas. Conforme previsto no Art. 14, da Lei nº13.021/2014, “cabe ao farmacêutico, na dispensação de medicamentos, visando a garantir a eficácia e a segurança da terapêutica prescrita, observar os aspectos técnicos e legais do receituário.”

No caso das receitas que apresentam a informação “USO CONTÍNUO”, sem que esteja definida a quantidade de medicamento, o farmacêutico poderá dispensar até a quantidade máxima de medicamento estabelecida pela legislação. Lembrando que a quantidade sempre deverá ser calculada de acordo com a posologia prescrita pelo médico. No entanto, a descrição “USO CONTÍNUO” deve constar na receita, ou seja, deve ter sido aposta pelo profissional prescritor. Dessa forma, ressaltamos que a legislação não permite a dispensação de quantidades adicionais de medicamentos controlados nos receituários, além daquelas já prescritas pelo médico.

Vale ressaltar que assim como a RDC 357/2020, a Portaria do Ministério da Saúde nº 467/2020, que regulamenta a receita digital, tem caráter emergencial e vigorará por tempo limitado.

Para ver a íntegra da nova lei, acesse – http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.028-de-27-de-julho-de-2020-268918657

Fonte: PFARMA Com informações da Equipe de Comunicação do CFF


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Semana Mundial de Uso Consciente de Antibióticos: recomendações

Semana Mundial de Uso Consciente de Antibióticos: Dia 1 - Mudança de consciência e comportamento

(Texto atualizado em 28/07/2020 às 12:20 pm)

A Semana Mundial de Uso Consciente de Antibióticos foi criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2015 por meio do Plano de Ação Global em Resistência aos Antimicrobianos.

Neste movimento, a entidade faz recomendações aos pacientes e profissionais da saúde, atuantes em diferentes setores, sobre como combater este problema de saúde pública.

Conheça as recomendações aos pacientes:

  • Utilizar antibiótico somente mediante a receita de um profissional habilitado;
  • Não reaproveitar antibióticos que sobraram de tratamentos anteriores;
  • Não dividir o medicamento com outra pessoa, pois as infecções podem ser diferentes;
  • Não tomar antibiótico para gripe, pois é causada por um vírus e não é tratada com esse tipo de medicamento.
  • Sempre consultar um médico antes de consumir medicamentos, pois, na maioria dos casos, eles não são necessários;
  • Terminar o tratamento, conforme a orientação do médico, mesmo que já se sinta melhor;
  • Prevenir infecções com medidas simples, como lavar as mãos, manter a vacinação em dia, cobrir nariz e boca ao espirrar e fazer sexo protegido.

Já para os profissionais responsáveis pela prescrição, as recomendações são:

  • Investigar o tipo de agente que pode estar causando a doença;
  • Buscar evidências clínicas, laboratoriais ou por imagem para o diagnóstico;
  • Verificar qual parte do corpo concentra a infecção;
  • Informar-se sobre o perfil de sensibilidade dos antibióticos utilizados em seu hospital antes de prescrever;
  • Conversar com outros especialistas;
  • Monitorar o paciente e reduzir a prescrição quando possível.

Aos demais profissionais da saúde, tais como enfermeiros e farmacêuticos, recomenda-se:

  • Cuidar da limpeza das mãos, instrumentos de trabalho e ambiente no serviço de saúde;
  • Verificar se os antimicrobianos estão prescritos conforme as diretrizes de tratamento antes de dispensá-los ou administrá-los;
  • Relatar os casos de resistência à comissão de controle de infecção hospitalar;
  • Orientar os pacientes sobre o uso correto dos antimicrobianos e os riscos da automedicação;
  • Conversar com o paciente sobre a prevenção de infecções como vacinação, higiene das mãos, sexo seguro entre outros.

Fique atento! A prevenção é sempre o melhor remédio!

Referência: Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Hora de ajudar na luta contra superbactérias. Novembro de 2017.


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Johnson & Johnson recebeu 13 prêmios relacionados ao ambiente de trabalho em 2019

(Texto atualizado em 06/07/2020 às 02:51 pm)

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Em 2019 a Johnson & Johnson recebeu 13 prêmios por criar um ambiente de trabalho feliz, saudável e diverso para aqueles que trabalham com a missão de transformar a história da saúde na humanidade.

Dentre eles estão:

TOP Companies LinkedIn
TOP 50 Companies Open Startups
22 empresas mais humanizadas do Brasil
GPTW For All Mulher
GPTW 10 empresas que se destacam em políticas LGBTQI+
GPTW Melhores empresas para se trabalhar no Brasil
GPTW Primeira Infância
GPTW 10 melhores empresas para PCDs
GPTW Melhores empresas para se trabalhar em SP
InfoJobs Best CEO
InfoJobs Best Place to Work
Gartner Supply Chain
TOP 10 Carreira dos sonhos – Média e Alta liderança


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Regulamentação da telemedicina faz disparar o uso da prescrição digital nas drogarias brasileiras

Regulamentação da telemedicina faz disparar o uso da prescrição digital nas drogarias brasileiras

Mais de 22 mil farmácias já aderiram à plataforma de prescrição digital da Memed desde o início da pandemia

A pandemia provocou uma série de mudanças importantes, entre elas, a forma como os médicos fazem as prescrições e também como as pessoas compram seus medicamentos de uso contínuo ou que são receitados após uma teleconsulta, modalidade que emergiu nesse cenário. As farmácias também tiveram que se adaptar para receberem a receita digital e dispensarem os medicamentos usando o novo formato do documento. De acordo com a Memed , heathtech de prescrição digital, o que antes era somente um piloto, restrito às grandes redes, já é uma realidade em mais de 22 mil drogarias em todo país. A plataforma da Memed é 100% gratuita para médicos e drogarias e suas receitas podem ser assinadas por diversos tipos de certificados padrão ICP-Brasil , seguindo todos os padrões e orientações do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Farmácia (CFF).

A adesão à receita digital não é uma exclusividade das grandes redes detentoras das principais bandeiras de farmácias do Brasil, abrange também as chamadas redes independentes. São já 867 diferentes bandeiras no Brasil. São Paulo é Estado com maior número de bandeiras aceitando (318), Minas Gerais aparece na segunda colocação (124), seguido de Paraná (101) e Rio Grande do Sul (100). No caso das farmácias independentes, 49 das 58 lojas (84,48%) associadas à Febrafar (Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias) já fazem uso da plataforma da Memed. Leia mais ›


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Liminar para venda de remédios da Farmácia Popular com entrega em domicílio

A restrição de entrega de medicamentos em domicílio prejudica o isolamento social dos usuários do programa “Aqui tem farmácia popular”, que majoritariamente integram o grupo de risco da pandemia de coronavírus por serem idosos e/ou portadores de doenças crônicas.

Farmácias podem entregar em domicílio remédios do programa farmácia popular.

Com esse entendimento, a juíza federal Anita Villani, da 1ª Vara Federal de São Vicente, concedeu uma liminar que autoriza três farmácias do município de Mongaguá (SP) a entregar em domicílio os medicamentos do programa farmácia popular.

Segundo a magistrada, estão presentes no caso os requisitos para deferimento da tutela de urgência, ou seja, a probabilidade do direito e o perigo de dano. “No caso dos idosos e portadores de doenças crônicas, o atendimento à recomendação de isolamento social é ainda mais importante, já que integram o grupo de risco no qual o percentual de complicações e óbito decorrente da doença é mais elevado”, disse.

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Recomendações do governo para o Farmácia Popular na pandemia do Coronavírus

O Ministério da Saúde publicou uma nota de recomendações para Farmácias Populares e farmácias do SUS, focando na reorganização dos processos de trabalho nas farmácias e na dispensação de medicamentos, visando amenizar a propagação do vírus.

Leia abaixo a reprodução da nota na íntegra e conheça as orientações:

NOTA INFORMATIVA Nº 1/2020-SCTI E/GAB/SCTIE/MS

Assunto: Recomendações para reorganização dos processos de trabalho nas farmácias e para a dispensação de medicamentos em situação da epidemia de COVID-19 (Doença provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV—Z).

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Deputada Federal pede ao Ministério da Saúde Farmácia Popular em São Vicente

Governo, desde 2014, não credencia farmácias populares no País.

A deputada federal Rosana Valle (PSB) cobra do Ministério da Saúde a volta dos credenciamentos para novas farmácias populares no País. A habilitação de farmácias populares está paralisada desde 2014, segundo informou o setor responsável do ministério. Com isso, milhares de brasileiros estão com dificuldades de comprar medicamentos a preços baixos, em plena pandemia do novo coronavírus.

É o que acontece na Área Continental de São Vicente, onde os 150 mil moradores são obrigados a se deslocar para a parte insular ou a outras cidades porque não há uma única farmácia popular naquela região.

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Lei de descarte de medicamentos e embalagens, entenda

Entenda lei para descarte de medicamentos e embalagens

Entenda o conceito da logística reversa

Na última sexta-feira (5) foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo Ministro do Meio-Ambiente Ricardo Salles o Decreto nº 10.388 que estabeleceu o sistema de “Logística Reversa de Medicamentos” domiciliares vencidos ou em desuso.

Segundo Edison Tamascia, presidente da Febrafar, a medida é positiva. “A definição deste modelo foi feita em conjunto com representantes de todos os setores envolvidos. A possibilidade de correto descarte de medicamentos vencidos ou em desuso por parte dos brasileiros protegem o meio ambiente e a saúde da população”, avalia.

Veja detalhamento sobre esse projeto feito pela Febrafar:

O que é o descarte de medicamentos e embalagens

Na logística reversa, os medicamentos domiciliares vencidos ou em desuso poderão ser gerenciados como resíduos não perigosos durante todas as etapas após o descarte na farmácia até a transferência para a unidade de tratamento e destinação final ambientalmente adequada. 

Para entender melhor, o termo “logística reversa” significa que o medicamento descartado pelos consumidores, terá o fluxo invertido do processo de compra do medicamento até o para seu descarte. Importante destacar que a abrangência para logística reversa é de medicamentos domiciliares, de uso humano (vencidos e/ou em desuso), e suas respectivas embalagens.

Pelo Decreto nº 10.388, não está previsto o recolhimento de produtos de home care, material de uso hospitalar, de clínicas, de ambulatórios médicos etc. 

Assim, os consumidores dispensam os medicamentos vencidos ou em desuso nas farmácias. Depois o produto é retirado pela distribuidora que leva de volta para a indústria que se encarregará de levá-los até um ponto de destruição em local ambientalmente adequado como incineradores, coprocessadores e/ou lixões de grau 1 homologados pelas entidades ambientais.

Cronograma da Logística Reversa

O decreto entrará em vigor em 180 dias depois de sua publicação, ou seja, terá vigência a partir do dia 03 de dezembro de 2020 e será dividido em duas fases distintas:

Fase 1 – Será instituído o GAP (Grupo de Acompanhamento de Performance); grupo multissetorial que será responsável pelo desenho do processo completo da operação em todos os níveis da cadeia farmacêutica, e pelo desenvolvimento de um portal onde todos os elos da cadeia farão os inputs dos volumes coletados. 

Fase 2 – Início da Operação do Sistema de Logística Reversa, com habilitação dos prestadores de serviços de acordo com as premissas do GAP; elaboração do plano de comunicação e qualificação dos líderes das entidades para apoio na implementação; instalação dos pontos fixos de recebimento dos medicamentos descartados pelos consumidores, e viabilização do processo de transporte em todas as etapas (distribuidor; operador, indústria e etc.). De acordo com o decreto, estima-se que a implementação em todos os elos da cadeia ocorra na segunda metade do próximo ano.

Nos dois primeiros anos de implementação, ou seja 2021 a 2023, deverão estar cobertos pelo decreto todas as capitais dos estados e municípios brasileiros com população superior a 500.000 habitantes. 

A partir de 2023, além dos municípios contemplados na etapa acima, serão inclusos demais municípios com população superior a 100 mil habitantes. Ao final desse período, está contemplado uma análise completa do sistema de logística reversa por todos os elos da cadeia.

Por fim, o GAP deverá assegurar minimamente uma farmácia para cada dez mil habitantes nas cidades contempladas nas duas etapas acima. Além disso será responsável pela criação do plano de comunicação para todos o setor do Sistema de Logística Reversa de Medicamentos.

Foto: Shutterstock Fonte: Febrafar


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O testamento vital e sua herança ao médico

O testamento vital e sua herança ao médico

O Conselho Federal de Medicina estabelece, por intermédio da Resolução 1995/2012, a validade do testamento vital em casos terminais.  A normativa determina que o médico deve respeitar a vontade do paciente, sobre como e se deseja ser tratado no limite da morte.

Marco social histórico, a orientação do CFM refletia então e ainda reflete mudanças comportamentais e de cultura no Brasil. Felizmente, o arcabouço ético da medicina evoluiu demais nos últimos anos: sinal de modernidade e a valorização dos princípios humanitários.

Na prática, já há muito mais tempo os médicos atendem à vontade de pacientes, deixando de sustentar a vida com recursos artificiais quando já não existe esperança de cura nem de uma sobrevida digna.

Manter alguém em estado vegetativo por meio de tubos, fios, sondas, sem esperança de retorno, beira a crueldade.

Não falo de eutanásia, já que apressar o fim de quem quer morrer, além de crime, abre perigosos precedentes. Um exemplo é o programa eutanásico nazista, que conduziu à deliberada e sistemática eliminação de milhares de seres humanos.

Discorro, sim, sobre a decisão pautada no direito fundamental ao óbito digno. A ortotanásia segue o preceito de morte na hora certa, “orto” certo, “thanatos” morte. Compreende o não prolongamento artificial à vida, possibilitando ao paciente em estado terminal e irreversível morrer sem ter sua dor perpetuada por aparelhos que arrastam suas funções vitais.

Aliás, desde 2006, o Conselho permite aos profissionais de medicina a ortotanásia, por intermédio da Resolução 1805. Entretanto, sempre houve obstáculos por parte de membros do Ministério Público.

É fundamental, portanto, que a sociedade receba informações e tenha compreensão do que é lícito ou não. Nos casos de ortotanásia há conduta é plenamente resguardada pelo ordenamento jurídico brasileiro.

Quando o óbito é compreendido como um processo natural e final da vida, a ortotanásia é sinal de respeito à morte digna, o que possibilita a humanização do processo.

Se todo o processo da vida deve ser alicerçado no respeito à dignidade, não há dúvida que o da morte também deve ser guiado pelo respeito ao indivíduo.

A finalidade da intervenção médica na ortotanásia é a preservação da dignidade humana, para que o paciente tenha garantido o direito à morte boa, ao seu tempo e com respeito aos seus valores.

O Código Penal do Brasil data de 1940, sendo que não acompanha o desenvolvimento científico nas várias áreas do conhecimento. O progresso da humanidade pressupõe que os avanços científicos sejam utilizados em defesa dos direitos fundamentais.

Essa é a nossa leitura.

Sobre o autor

Antonio Carlos Lopes é presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica


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Lei define número de farmacêuticos conforme o faturamento das farmácias

Lei define número de farmacêuticos conforme o faturamento das farmácias

Pela primeira vez, foi definido em uma lei, ainda que estadual, a necessidade de um profissional farmacêutico de acordo com o faturamento do estabelecimento

A Governadora do Estado do Rio Grande do Norte (RN), Maria de Fátima Bezerra (PT), acaba de sancionar a lei estadual 10.694/20, que estabelece a contratação de um farmacêutico para cada R$ 100 mil de faturamento da farmácia. Assim, visando a eficiência e o controle na qualidade do atendimento.

O documento, divulgado em 14 de fevereiro no Diário Oficial da União (D.O.U.), dispõe sobre as ações e serviços de assistência farmacêutica executados, isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas físicas ou jurídicas conforme o faturamento.

Nesse aspecto, a legislação traz um detalhe inédito, pois, pela primeira vez, foi definido em uma lei, ainda que estadual, a necessidade de um profissional farmacêutico de acordo com o faturamento do estabelecimento. Entretanto, é necessário frisar que a lei federal 13021/14 define, em seu artigo 6º, que deve haver a presença do farmacêutico durante todo o horário de funcionamento. Isso independentemente do faturamento do estabelecimento.

O ponto mais polêmico da lei 10.694/20 se dá porque muitas farmácias, principalmente as de pequeno porte, podem permanecer abertas por um período de mais de 12 horas. Assim, exigindo a presença de dois farmacêuticos (com atuação de oito horas cada, de acordo com a lei 13021/14). No entanto, seu faturamento pode ficar próximo de R$ 100 mil, exigindo apenas um profissional presente.

Em contrapartida, de acordo com a nova lei de RN, uma farmácia com um faturamento acima de R$ 100 mil também terá que ter uma quantidade equivalente de profissionais. Exemplo: no caso, um estabelecimento que fature R$ 500 mil, obrigatoriamente, teria que ter, ao menos, cinco farmacêuticos.

Número de farmacêuticos conforme o faturamento das farmácias

A nova lei estadual do RN ainda ressalta, no artigo 5º, que para o funcionamento das farmácias de qualquer natureza exigem-se a autorização e o licenciamento da autoridade competente, além apresentar condições de localização conveniente, sob o aspecto sanitário.

No artigo 6º da lei 10.694/20, o texto enfatiza que o farmacêutico e o proprietário dos estabelecimentos farmacêuticos agirão sempre solidariamente, realizando todos os esforços para promover o uso racional de medicamentos.

O artigo 7º ainda reitera que o proprietário da farmácia não poderá desautorizar ou desconsiderar as orientações técnicas emitidas pelo farmacêutico. Em um parágrafo único define: “É responsabilidade do estabelecimento [farmácia] fornecer condições adequadas ao perfeito desenvolvimento das atividades profissionais do farmacêutico”.

Por fim, a medida fala sobre as atribuições dos profissionais nas farmácias, orientando que obriga-se o farmacêutico, no exercício de suas atividades, a:

– notificar os profissionais de saúde e os órgãos sanitários competentes, bem como o laboratório industrial, dos efeitos colaterais, das reações adversas, das intoxicações, voluntárias ou não, e da farmacodependência observados e registrados na prática da farmacovigilância;

– organizar e manter cadastro atualizado com dados técnico-científicos das drogas, fármacos e medicamentos disponíveis na farmácia;

– prestar orientação farmacêutica, com vistas a esclarecer ao paciente a relação benefício e risco, a conservação e a utilização de fármacos e medicamentos inerentes à terapia, bem como as suas interações medicamentosas e a importância do seu correto manuseio; e

– art. 10. Cabe ao farmacêutico, na dispensação de medicamentos, visando a garantir a eficácia e a segurança da terapêutica prescrita, observar os aspectos técnicos e legais do receituário.

Confira o documento da lei aqui.

Foto: Shutterstock Fonte: ICTQ


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Tudo sobre a validade das receitas médicas

Todos os medicamentos controlados exigem a apresentação de uma receita médica, emitida para o paciente por um médico ou profissional da saúde habilitado. As receitas possuem validades e essa data de validade e vencimento é variavel. Iremos reunir neste post tudo sobre a validade das receitas médicas englobando diferentes tipos de medicações, comuns no dia a dia das farmácias.

Veja mais a seguir: conforme a classificação dos medicamentos, a necessidade do tratamento, o tempo de tratamento e data de retorno ao médico, entre outros fatores, a validade da receita médica varia durante a partir de 10 dias a um prazo indeterminado, sob avaliação.

Validade da receita médica comum

Para medicamentos isentos de controle e prescrição, como por exemplo antiinflamatórios e antitérmicos, a receita não possui data de validade definida. Para esses medicamentos de venda liberada, a validade é relativa e em geral costuma ser desconsiderada. Inclusive é possível comprar esse tipo de medicação sem necessidade de receituário. 

Validade das receitas durante a pandemia

A Câmara dos Deputados aprovou prazo indeterminado para receitas médicas, enquanto durar o estado de calamidade pública instituído por causa da pandemia de covid-19. A medida vale para o receituário de medicamentos simples e de uso contínuo. O texto inclui também os medicamentos odontológicos. Já os remédios de uso controlado continuarão com a necessidade de retenção da receita pela farmácia e prazo determinado de validade,

O texto prevê ainda que pacientes de grupos mais suscetíveis à contaminação pelo novo coronavírus, assim como pessoas com deficiência, poderão indicar terceiros, por qualquer forma de declaração, para retirar os medicamentos. Quem for buscar o remédio deverá levar a receita médica.

Validade para controlados

Para as medicações e substâncias sujeitas a controle, a validade das receitas e prescrições deve ser no máximo de 30 dias. As datas de validade conforme a categoria listada da substância:

  • Medicamentos Lista A – Receituário amarelo: encontram-se aqui os entorpecentes e as receitas tem validade de 30 dias, e são emitidas em papel de cor amarela.
  • Medicamentos Lista B1 – Receituário Azul NRB: encontram-se aqui os medicamentos capazes de induzir dependência física ou psíquica. A validade é, novamente, de 30 dias e a receita é emitida em papel de cor azul.
  • Medicamentos Lista B2 – Receituário Azul NRB2: encontram-se aqui os psicotrópicos anoxerígenos, ou os medicamentos emagrecedores. A validade é, novamente, de 30 dias, e a receita é emitida em papel de cor azul.
  • Medicamentos Lista C1 – Receituário Branco emitido em duas vias: a lista inclui os anticonvulsivantes, antiepiléticos, antiparkinsonianos, antidepressivos e antipsicóticos. A validade é de 30 dias a partir da emissão, e a receita é entregue em papel da cor branca. No caso dos anticonvulsivantes e antiparkinsonianos, a validade da receita é de 30 dias (ao invés de 06 meses), mas podem ser vendidos/dispensados quantidade para até 06 meses de tratamento.
  • Medicamentos Lista C2 – Notificação de Receita de Retinóides Sistêmicos: a lista inclui os retinóides de uso sistêmico, voltados ao tratamento de acne. A validade é de 30 dias a partir da emissão, e a receita é emitida em papel de cor branca.
  • Medicamentos Lista C3 – Notificação de Receita de Talidomida: na lista está apenas um medicamento: a talidomida, usada nos tratamentos de hanseníase, úlceras aftoide idiopática em pacientes portadores de HIV/aids, lúpus eritematoso, mieloma múltiplo, entre outras. A validade é de 20 dias.
  • Medicamentos Lista C4 – Formulário de DST/Aids: encontram-se aqui os anti-retrovirais usados no tratamento da infeção por HIV/Aids. A validade das receitas é de 30 dias.
  • Medicamentos Lista C5 – Receituário Branco emitido em duas vias: encontram-se aqui os medicamentos esteróides anabolizantes. A validade das receitas é de, novamente, 30 dias.

Validade para anticoncepcional

A validade de medicamentos anticoncepcionais é indeterminada, para compra comum. Agora para retirada dentro do programa farmácia popular, as validades são diferentes.

Validade para Farmacia Popular

Uma das medidas adotadas pelo Ministério da Saúde para o enfrentamento da emergência em saúde pública decorrente do coronavírus (COVID-19), em caráter excepcional e temporário, foi a alteração da validade das prescrições, laudos e atestados médicos, que passam a valer por 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias, a partir de sua emissão, para o programa Farmácia Popular.

Validade de receita para antibióticos

Apenas 10 dias: Para antibioticos e antimicrobianos, o paciente precisa ser rápido para retirar a medicação, pois o prazo de validade da receita após ser emitida pelo médico é de apenas 10 dias.

Como o tratamento com antibiótico é para casos agudos que precisam de tratamento imediato, a validade curta impede o mau uso do medicamento.

Receitas antigas demais

Receitas antigas demais não devem ser aceitas, pois as chances de proporcionarem mau uso de medicação é muito grande. O propósito do receituário médico é tratar em tempo a doença do paciente, e os casos e sintomas podem evoluir e variar se fazendo necessários novos exames e novos medicamentos. Receitas de  consultas antigas provavelmente não serão aceitas na farmácia.


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Mercado farmacêutico, Legislação e regulamentações, ANVISA





Prescrição Farmacêutica pode se tornar Lei

prescrição farmacêutica

Medicamentos de tarja vermelha sem retenção de receita que possuem, no mínimo, 70% dos critérios estabelecidos para os medicamentos isentos de prescrição (MIPs), poderão, por lei, ser prescritos por farmacêuticos.

Projeto sugerido pelo então conselheiro federal de Farmácia do Ceará, Luís Claudio Mapurunga, e apresentado no ano passado pelo deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE), altera a Lei 9.782/99, que criou a Anvisa, e cria uma nova categoria de medicamento, a tarja azul.

Essa nova categoria abrangerá os medicamentos prescritos por farmacêuticos, ampliando a previsão que já consta na Resolução CFF nº 586/2013, que autoriza os farmacêuticos a prescreverem MIPs. A proposta permite, também, que os farmacêuticos revalidem, por uma única vez, no prazo máximo de 30 dias, as receitas médicas de antibióticos.

“É sabido que há na formação dos farmacêuticos conhecimento técnico e científico suficiente para uma avaliação mínima do paciente e, eventualmente, com possibilidade de prescrever um medicamento para tratamento da saúde”, diz Bismarck em matéria publicada no site da Câmara dos Deputados.

Para ler o PL na íntegra, CLIQUE AQUI

Enquadramento de MIPs – Por último, o PL estabelece que os critérios e procedimentos para enquadramento ou desenquadramento de medicamentos como isentos de prescrição (MIPs) serão regulamentados exclusivamente por lei.
Os MIPs são remédios vendidos livremente em farmácias, como antiácidos, antialérgicos e analgésicos. A classificação de um medicamento como isento de prescrição é feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que possui uma lista com estes produtos.

Fonte: Comunicação do CFF, com informações da Câmara dos Deputados

Formação de Avaliadores - Fevereiro

 


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Biolab terá molécula própria para tuberculose

Biolab terá molécula própria para tuberculose » Panorama Farmacêutico

A Biolab irá desenvolver uma molécula própria, o Dapaconazol, também conhecido pelo nome comercial Zilt. O medicamento começou a ser testado pela farmacêutica em junho passado para o tratamento da tuberculose multirresistente. Fora isso, o mesmo ativo já vem sendo utilizado contra fungos e micoses.

Para a fabricação do Depaconazol, a Biolab fechou parceria com a Triquim S.A., planta farmoquímica argentina, que atende o mercado global. O contrato foi firmado na semana passada em São Paulo.

A Biolab está no mercado desde 1997 e é uma das cinco maiores empresas de medicamentos do Brasil. A farmacêutica possui quatro fábricas, dois PD&Is e um centro de distribuição. A Triquim é parceira de vários laboratórios e tem 35 anos de experiência na fabricação e distribuição de ativos e ingredientes farmacêuticos.

Fonte: Panorama Farmaceutico


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Lista de medicamentos anabolizantes atualizada 2020

Os anabolizantes são medicamentos que possuem rígido controle, sendo necessário apresentar receita médica para retirada o produto por parte do paciente, já a farmácia por sua parte precisa reter as receitas, mantendo o documento para uma possível fiscalização futura.

Reunimos neste post a lista de anabolizantes mais recente e atualizada para consulta. Esses produtos também conhecidos como “bombas” pelos adeptos da musculação e atletas, pelo uso indiscriminado para a construção de massa muscular, fazem parte da portaria 344/98 e são classificados como categoria C5.

Algumas das marcas comerciais mais conhecidas de anabolizantes podem ser conhecidas na seguinte listagem:

  • Nebido
  • Durateston
  • Deca-durabolin
  • Deposteron

Confira agora a lista completa de anabolizantes, atualizada em PDF e mais recente:

Leia mais ›

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Teste rápido para dengue gera fila em farmácia de Maringá

Teste rápido

(Texto atualizado em 29/04/2020 às 11:49 am)

A busca pelo diagnóstico rápido de dengue tem gerado muita procura em uma farmácia de Maringá. Desde ontem, 11, a farmácia oferece aos clientes o teste rápido para dengue. O resultado fica pronto em até 20 minutos.

“O teste da dengue é super simples de fazer e rápido. Somente com uma gota de sangue do dedo já dá para fazer o exame e a gente emite um laudo com o resultado se foi positivo ou negativo. A gente sempre recomenda procurar um médico também, independentemente do resultado”, disse o gerente da farmácia, Miguel Moreira.

O teste rápido, até então, está disponível somente em uma farmácia de Maringá e custa R$ 39,90. Na tarde desta quarta-feira, 12, pelo menos cinco pacientes aguardavam para fazer o exame. Alguns estavam sentindo os sintomas.

“Tem seis dias que procurei o médico, fiz o exame e deu negativo. Mesmo assim o médico pediu pra eu refazer o exame caso os sintomas permanecessem, por isso decidi vir aqui que é mais rápido”, comentou Alexandre Rodrigues, paciente que aguardava o resultado.

O teste rápido para dengue é aprovado pela Agência Nacional de Segurança Alimentar (Anvisa) e está no protocolo de atendimento do SUS no Brasil. O teste rápido é usado pelo Governo Federal principalmente em períodos pré-endêmicos, antes da epidemia, para verificar qual vírus está circulando (dengue, zika ou febre amarela).

De acordo com o protocolo do SUS, o diagnóstico precoce auxilia os médicos no manejo clínico dos pacientes e na indução de providências adicionais relacionadas à vigilância epidemiológica e prevenção de novos casos.

Fonte: Portal GMC


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Robôs 5G ajudam a combater o novo coronavírus

Robôs 5G ajudam a combater o novo coronavírus

Como parte de seu esforço para conter a disseminação do COVID-19, a China está utilizando robôs de patrulha 5G desenvolvidos pela Guangzhou Gosuncn Robot Co., Ltd, que possui tecnologia Advantech, para monitorar o uso de máscaras e temperatura do corpo em locais públicos.

Após o surto de COVID-19, a Guangzhou Gosuncn Robot Co., Ltd, fornecedora líder de produtos e serviços de IoT para cidades inteligentes, atualizou seu robô de patrulha com novos recursos para auxiliar policiais de primeira linha na condução de prevenção de doenças. Como a medição manual da temperatura corporal expõe o pessoal de segurança pública a riscos potenciais à saúde, esses robôs estão equipados com 5 câmeras de alta resolução e termômetros infravermelhos capazes de escanear a temperatura de 10 pessoas simultaneamente em um raio de 5 metros.

Se uma temperatura alta ou a ausência de uma máscara for detectada, os robôs enviam um alerta às autoridades relevantes. Todos os dados podem ser transmitidos para um centro de controle para resposta em tempo real e tomada de decisão. Além disso, embora esses robôs sejam máquinas autônomas, eles também podem ser controlados remotamente, impedindo a infecção cruzada. Não é surpresa, portanto, que esses robôs de patrulha 5G de última geração já tenham sido vistos em aeroportos e shopping centers nas cidades de Guangzhou, Xangai, Xi’an e Guiyang.

Os robôs de patrulha 5G de Gosuncn integram tecnologias de IoT, IA, computação em nuvem e big data para realizar detecção ambiental, tomada de decisão dinâmica, controle autônomo de movimento, bem como detecção e interação comportamental. Para permitir essa computação avançada, os robôs de patrulha 5G são equipados com um computador de borda industrial de alto desempenho (MIC-770), com processador Intel® Core ™ i de 8a geração e GPU iModule (MIC-75G20), voltado para aplicativos de IoT.


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ANVISA libera máscaras e itens de proteção médica da necessidade de AFE

Na última segunda feira dia 23 de março de 2020, foi publicada em caráter emergencial a RDC 356 que trata a respeito da liberação da fabricação e importação de produtos médicos relacionados à proteção contra transmissão do coronavírus.

Dessa forma, ficam liberadas da necessidade de possuir licença AFE as empresas que produzem, importam e comercializam produtos como:

  • máscaras cirúrgicas,
  • respiradores particulados N95,
  • óculos de proteção,
  • protetores faciais (face shield),
  • vestimentas hospitalares descartáveis tipo aventais e capotes,
  • gorros e propés, entre outros.

Com a liberação, a expectativa é facilitar o acesso e distribuição desse tipo de produto, que tem apresentado um crescente consumo e demanda devido aos trabalhos do setor de saúde intensificados com a pandemia do coronavírus. Leia mais ›


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