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Robôs 5G ajudam a combater o novo coronavírus

Robôs 5G ajudam a combater o novo coronavírus

Como parte de seu esforço para conter a disseminação do COVID-19, a China está utilizando robôs de patrulha 5G desenvolvidos pela Guangzhou Gosuncn Robot Co., Ltd, que possui tecnologia Advantech, para monitorar o uso de máscaras e temperatura do corpo em locais públicos.

Após o surto de COVID-19, a Guangzhou Gosuncn Robot Co., Ltd, fornecedora líder de produtos e serviços de IoT para cidades inteligentes, atualizou seu robô de patrulha com novos recursos para auxiliar policiais de primeira linha na condução de prevenção de doenças. Como a medição manual da temperatura corporal expõe o pessoal de segurança pública a riscos potenciais à saúde, esses robôs estão equipados com 5 câmeras de alta resolução e termômetros infravermelhos capazes de escanear a temperatura de 10 pessoas simultaneamente em um raio de 5 metros.

Se uma temperatura alta ou a ausência de uma máscara for detectada, os robôs enviam um alerta às autoridades relevantes. Todos os dados podem ser transmitidos para um centro de controle para resposta em tempo real e tomada de decisão. Além disso, embora esses robôs sejam máquinas autônomas, eles também podem ser controlados remotamente, impedindo a infecção cruzada. Não é surpresa, portanto, que esses robôs de patrulha 5G de última geração já tenham sido vistos em aeroportos e shopping centers nas cidades de Guangzhou, Xangai, Xi’an e Guiyang.

Os robôs de patrulha 5G de Gosuncn integram tecnologias de IoT, IA, computação em nuvem e big data para realizar detecção ambiental, tomada de decisão dinâmica, controle autônomo de movimento, bem como detecção e interação comportamental. Para permitir essa computação avançada, os robôs de patrulha 5G são equipados com um computador de borda industrial de alto desempenho (MIC-770), com processador Intel® Core ™ i de 8a geração e GPU iModule (MIC-75G20), voltado para aplicativos de IoT.


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ANVISA libera máscaras e itens de proteção médica da necessidade de AFE

Na última segunda feira dia 23 de março de 2020, foi publicada em caráter emergencial a RDC 356 que trata a respeito da liberação da fabricação e importação de produtos médicos relacionados à proteção contra transmissão do coronavírus.

Dessa forma, ficam liberadas da necessidade de possuir licença AFE as empresas que produzem, importam e comercializam produtos como:

  • máscaras cirúrgicas,
  • respiradores particulados N95,
  • óculos de proteção,
  • protetores faciais (face shield),
  • vestimentas hospitalares descartáveis tipo aventais e capotes,
  • gorros e propés, entre outros.

Com a liberação, a expectativa é facilitar o acesso e distribuição desse tipo de produto, que tem apresentado um crescente consumo e demanda devido aos trabalhos do setor de saúde intensificados com a pandemia do coronavírus. Leia mais ›


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Telemedicina: médico através da internet e telefone é regulamentada no Brasil!

A prática já existe em países como China e Estados Unidos e está crescendo em razão do surto de coronavírus

SÃO PAULO – Com mais de 250 mil casos confirmados do novo coronavírus no mundo, a pandemia já colocou milhões de pessoas em quarentena.

Fechamento de fronteiras, cancelamento de voos, fechamento de escolas, museus, teatros e de serviços não essenciais ecoam mundo afora.

A ordem é ficar em casa na tentativa de conter o avanço do vírus, que se mostra mais letal para idosos e pessoas com doenças pré-existentes.

Esse movimento de resguardo está ajudando a impulsionar uma indústria ainda incipiente no Brasil: a telemedicina.

Depois de muita polêmica, na quinta-feira, 19, o uso da medicina à distância foi regulamentado no país em uma medida emergencial.

O Conselho Federal de Medicina autorizou a prática em caráter excepcional e enquanto durar a pandemia de Covid 19. Leia mais ›


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Informativo do CFF sobre o Coronavírus (COVID-19)

(Texto atualizado em 21/03/2020 às 12:15 pm)

Estamos enfrentando uma luta na área da saúde. Em pouco tempo, muito tem acontecido e, para conseguirmos enfrentar mais esta crise, é fundamental que estejamos informados ao máximo sobre o novo Coronavírus. A cada dia, muitas informações são descobertas e compartilhadas, são inúmeros aspectos interligados e que fazem o atual cenário da saúde mundial mudar.

 

É importante ter a conscientização sobre os cuidados pessoais e profissionais. Estamos trabalhando constantemente para informar a todos sobre o que há de mais atualizado em termos de pesquisa, conhecimento e ações em prol da prevenção do COVID-19.

 

Clique aqui e confira o material compilado do CFF com as informações oficiais sobre o vírus, a fim de instruir da melhor maneira possível, como devemos agir diante desta pandemia.

 

Fonte: CFF


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A halicina se mostrou capaz de combater bactérias consideradas super resistentes

(Texto atualizado em 02/03/2020 às 10:07 am)

A tecnologia de inteligência artificial vai muito além de informar a previsão do tempo e recomendar músicas. Cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) utilizaram da IA para chegar a um novo antibiótico capaz de combater os mais raros grupos de bactérias. O medicamento final foi batizado dehalicina – uma homenagem a Hal, inteligência artificial do filme 2001: Uma odisséia no espaço.

O novo composto comprovou eficácia contra as variedades Acinetobacter baumannii e Enterobacteriaceae, classificadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como “críticas”, pois são altamente resistentes. Em testes, ela também foi capaz de matar o Mycobacterium tuberculosis (causador da tuberculose). A resistência aos medicamentos é resultado de mutações das bactérias, que possibilitam que elas contornem os mecanismos do antibiótico.

Como a IA funciona

Para treinar o algoritmo, cientistas primeiro a fizeram “memorizar” características atômicas e moleculares de quase 2,5 mil medicamentos e compostos naturais. Junto a isso, estavam informações se essas substâncias impediam ou não o crescimento da bactéria E. coli, espécie de bactéria comumente encontrada no estômago de animais – certas linhagens podem causar infecções alimentares em humanos.

Com essas informações, a IA entendia quais características moleculares produziam bons antibióticos. Então, o algoritmo foi apresentado a uma biblioteca com mais de seis mil compostos, todos estudados para tratamento de saúde humana. Nessa hora, ela deveria cruzar as informações, não só identificando aqueles que eram eficazes, mas também os que eram diferentes dos antibióticos já existentes. Depois de algumas horas, alguns compostos se apresentaram como antibióticos “ideais” – a inédita halicina estava nessa lista.

O algoritmo continuou sendo testado em outros bancos de dados digitais. Ele foi ensinado com um banco com cerca de 1,5 bilhões de compostos. Desses, focou em 107 milhões deles e, três dias depois, já sabia eleger 23 antibióticos em potencial. Fazer o trabalho de forma manual, testando cada uma das combinações, seria praticamente impossível.  A pretensão é que, em breve, mais antibióticos sejam desenvolvidos e testados dessa forma.

Fonte: Super Interessante

 


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Divulgada lista com data do registro de medicamentos

(Texto atualizado em 02/03/2020 às 10:13 am)

A Anvisa divulgou, na quarta-feira (22/1), uma lista com as datas de vencimento dos registros de todos os medicamentos. A medida dá transparência à vigência da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 317, de outubro de 2019, que ampliou o prazo de validade de registro de medicamentos no Brasil de cinco para dez anos.  

A norma entrou em vigor na terça-feira (21/1) e não haverá publicação da nova validade no Diário Oficial da União (D.O.U.). A atualização se dará por meio da retificação nos bancos de dados da Anvisa (Datavisa). Confira aqui a planilha.

O que fazer em caso de divergências? 

A Anvisa solicita que, caso sejam encontradas divergências, o interessado envie um e-mail para: [email protected], com o assunto “divergência no vencimento do registro”. A solicitação deve ser preenchida na própria planilha: expediente da última renovação. Também é necessário que seja enviada publicação no D.O.U. que comprove a solicitação. 

Cada empresa deverá enviar apenas um e-mail com todas as alterações necessárias. Para produtos que porventura não estejam listados, mas deveriam estar, a empresa deverá seguir o mesmo procedimento.  

A Anvisa solicita, ainda, que para essa alteração (data de vencimento do registro) não sejam protocolizadas petições com o assunto: “CORREÇÃO NA BASE DE DADOS”.  

As empresas devem estar atentas para o fato de que a nova regra, que estende o prazo de validade de registro de medicamentos, só é válida para aqueles processos de produtos que não necessitaram de Termo de Compromisso. Para estes, o prazo de validade inicial do registro é de três anos, passando para cinco anos após a primeira renovação e chegando a dez anos após a segunda renovação. 


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Problema comum: empresas com licença AFE ativas e desatualizadas

Uma situação que temos encontrado com frequência no dia a dia do trabalho com assuntos regulatórios da M2Farma:

Empresas com registro junto à ANVISA ativos e válidos, porém desatualizados e completamente irregulares por não condizerem mais com a realidade.

E entre as infinitas responsabilidades que envolvem administrar uma empresa no ramo regulado da ANVISA, a manutenção dos dados no cadastro da autorização de funcionamento de empresa AFE acaba ficando esquecido.

Carregando dados antigos sobre endereços que não existem mais, ou dados pessoais de responsáveis legais e técnicos de outras épocas do passado.

 

Informação desatualizada é infração

Acontece que a informação desatualizada no cadastro da empresa é considerada infração regulatória e pode ocasionar problemas em uma fiscalização do CRF ou da Vigilância Sanitária.

Sim. Não é um mero detalhe aquela data em letras pequenas no sistema online da ANVISA. Estamos falando de documentos oficiais que devem estar com suas datas e validades em dia.

É obrigação dos responsáveis, assim que assumem o cargo ou ao comprarem a empresa, atualizar nomes, endereços, emails, documentos, etc nos sistemas do Ministério da Saúde. Leia mais ›


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Ministério da Saúde se manifesta contra graduação a distância

A Câmara Técnica de Regulação do Trabalho em Saúde (CRTS/MS) divulgou, recentemente, uma nota pública em defesa da exigência de graduação presencial na área de Saúde. O documento foi pactuado durante a 42ª reunião plenária da CRTS/MS, realizada em setembro, com participação do Ministério da Educação, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Fórum das Entidades Nacionais dos Trabalhadores da Área da Saúde (Fentas) e dos conselhos profissionais, entre eles, o Conselho Federal Farmácia (CFF).

“É preciso lembrar que não somos contrários aos avanços tecnológicos, mas temos que participar do debate. O tema exige discussão aprofundada e que, para os profissionais da saúde, essa discussão tem como foco a qualidade de vida e o bem-estar da população. Nenhum interesse ideológico ou financeiro deve se sobrepor à saúde do povo brasileiro. A formação do profissional que vai cuidar de um paciente deve ser humanizada! A prática em saúde exige presença”, comentou Walter Jorge João, Presidente do CFF.

Leia da íntegra da Nota Pública sobre EaD

Fonte: CFF


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CFF criticou projeto que impede fiscalização nas farmácias

Na última quarta-feira, 5, o deputado Felício Laterça (PSL-RJ) apresentou o Projeto de Lei (PL) 111/20. No texto, o deputado defende que a fiscalização feita pelos Conselhos de Farmácia se restrinja somente ao profissional farmacêutico, não se estendendo ao ponto de venda (PDV). Em suas redes sociais, o presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter Jorge João se posicionou dizendo “Se o PL for aprovado, a nova lei será um golpe mortal em um dos maiores patrimônios legais dos farmacêuticos e da saúde pública brasileira, a Lei 13.021/14″. A lei sitada por João é a que dispões sobre o exercício e a fiscalização das atividades farmacêuticas.

Outra questão levantada pelo presidente do CFF é a volta do farmacêutico remoto. ” (…) o que reduzirá drasticamente a empregabilidade, precarizará as relações de trabalho e comprometerá a qualidade da assistência farmacêutica à população” comenta João. Ele também reforça a importância da proximidade entre o farmacêutico e o consumidor. “(…)segundo as estatísticas do Datatox, sistema usado por 17 dos 33 centros de notificação de casos de intoxicação no país apontam a ocorrência de 9 mil casos de intoxicação por MIPs em 10 estados, num período de quatro anos”, completa. Leia mais ›

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Siproquim 2: fim do prazo para regularizar cadastro

Tela interna do sistema web SIPROQUIM

No final do ano passado, exatamente no dia 31 de dezembro de 2019, acabou o prazo para se regularizar junto ao SIPROQUIM, obtendo a licença da Polícia Federal para compra e manipulação de insumos controlados e produtos químicos.

O cadastro no SIPROQUIM 2 é fundamental e deve ser mantido em dia e regularizado, devendo o responsável pela farmácia procurar a Polícia Federal para regularização.

Entre os documentos relacionados, podemos citar o Certificado de Registro Cadastral CRC, o Certificado de Licença de Funcionamento, conhecido como CLOF e a famosa Autorização Especial, mais conhecida como AE.

 

Cadastro irregular pode causar multas

A farmácia com o cadastro vencido e irregular está sujeita à bloqueio junto à fornecedores, ficando proibida de comprar, armazenar e manipular insumos controlados. Os responsáveis ficam sujeitos inclusive à punições e multas por parte da Polícia Federal.

Algumas farmácias de manipulação já estão sendo bloqueadas para comprar esses produtos, pois estão irregulares junto à PF e distribuidores. Leia mais ›


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Saturação farmacêutica: como sair da zona de conforto?

Saturação farmacêutica: como sair da zona de conforto? - ASCOFERJ

(Texto atualizado em 21/01/2020 às 12:00 pm)

Em 1975, haviam inscritos no CRF-RJ, aproximadamente, quatro mil farmacêuticos; em 27 anos, esse quantitativo se multiplicou. Em 2002, tínhamos uma média de 8,6 mil. Hoje temos uma estimativa de 26 mil farmacêuticos inscritos, ou seja, em 16 anos, tivemos um aumento de 17,4 mil novos profissionais atuando na área de farmácia.

Apesar da ampliação de atuação dos farmacêuticos, das 131 áreas hoje permitidas, 70% dos recém-formados são recebidos pelo varejo. Antigamente, bastava o farmacêutico ter registro no Conselho para ter um emprego garantido. Infelizmente, essa situação trouxe uma estagnação do profissional, pois, sem experiência e/ou qualificação, após a sua formação já tinha garantido três salários mínimos por mês.

Até quando teremos essa “garantia” diante do aumento de faculdades, formando centenas de novos farmacêuticos por semestre?

Além dos novos profissionais no mercado, não podemos deixar de falar dos avanços da tecnologia, farmácias altamente equipadas, substituindo pessoas por robôs.

Os profissionais que atuam no varejo estão expostos a várias barreiras que impedem o crescimento profissional deles, mas não podemos esquecer de destacar que a maior ameaça é a estagnação, uma vez que percebemos muitos farmacêuticos imobilizados diante das suas frustrações, sem reagir ou refletir sobre quais fatores estão os impedindo de se realizarem profissionalmente.

Diante desses fatores, para mudarmos o cenário atual, é necessário sair da zona de conforto e começar a refletir sobre o valor do farmacêutico para a farmácia, sobre a importância desse profissional para a população e sobre o que o motiva a ir todos os dias para o trabalho.

Você, farmacêutico, deve se perguntar qual é o seu diferencial e quais outros talentos você tem além do conhecimento com responsável técnico. De que forma você pode contribuir para o crescimento da empresa e aumentar a sua remuneração? Estamos finalizando mais um ano e o que mudou na sua vida profissional? Quais dos objetivos desejados no início do ano foram alcançados?

Se, ao analisar as perguntas acima, você perceber que ainda não alcançou os objetivos nem realizou os seus desejos, reavalie o seu modo de pensar. Seja responsável técnico e amplie sua atuação para obter resultados melhores, garantindo a valorização profissional do farmacêutico.

Que, em 2019, possamos mudar nossas atitudes e usar nosso conhecimento e talento a nosso favor.

Fonte: ASCOFERJ 


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Dia 29 de outubro é o dia Mundial do AVC

29/10: Dia Mundial do AVC

(Texto atualizado em 21/01/2020 às 11:55 am)

Em 29 de outubro, conscientizamos a população sobre os sintomas, formas de prevenção e tratamentos do AVC (Acidente Vascular Cerebral). O Dia Mundial do Combate ao AVC existe desde 2006, por determinação da Organização Mundial da Saúde.

O AVC é compreendido pelo impedimento do fluxo sanguíneo para o cérebro, deixando parte dele sem oxigenação e, assim causando a morte de algumas células. Seu dano pode ser fatal. Por essa razão, é fundamental que pacientes com estes sintomas procurem auxílio médico rapidamente. Quanto mais rápido o tratamento, melhor é o prognóstico.

Há dois tipos de AVC:

  • Acidente Vascular isquêmico: resultante do bloqueio dos vasos sanguíneos;
  • Acidente Vascular hemorrágico: resultante da ruptura dos vasos sanguíneos.

O tratamento deste caso varia de acordo com o tipo de AVC. No primeiro tipo citado, é utilizado um medicamento anticoagulante para dissolver o coágulo. Nos casos mais graves, é necessário intervenção cirúrgica para restaurar o fluxo sanguíneo. Já no segundo caso, é utilizado um medicamento para diminuir a pressão no cérebro resultante do sangramento. Os casos mais graves também necessitam de cirurgia para controlar o sangramento e reparar o vaso sanguíneo.

Leia também: 9 passos para a investigação e análise de incidentes/eventos adversos

Conheça os sintomas da doença:

  • Dificuldade para caminhar;
  • Tontura;
  • Perda do equilíbrio e coordenação;
  • Dificuldade para falar ou entender o que os outros falam;
  • Dormência ou paralisia na face, perna, braço, mais propensa a acontecer de apenas um lado do corpo;
  • Visão embaçada ou escurecida;
  • Dor de cabeça repentina (principalmente acompanhada de náusea, vômito ou tontura).

Essa doença é evitável! Conheça suas formas de prevenção:

  • Conter a pressão sanguínea normal;
  • Limitar a quantidade de gordura saturada e colesterol;
  • Parar de fumar e ingerir bebidas alcóolicas com moderação;
  • Manter um peso saudável;
  • Fazer exercícios regularmente;
  • Consumir uma dieta rica em vegetais e frutas.

Junte-se a nós nessa missão de reduzir a incidência desta doença! Informe-se! Previna-se!

Referência:

Ellen Ellis. Cerebrovascular Accident. Healthline Media. 2005.

London Health Sciences Centre. STROKE. 2014.

World Health Organization. Stroke, Cerebrovascular accident. 2018.


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Comissão de Ciência e Tecnologia aprova letra legível em receitas e exigência de princípio ativo de remédio

(Texto atualizado em 14/01/2020 às 10:08 am)

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática aprovou proposta que obriga os médicos e dentistas a colocarem por extenso em letra manuscrita legível ou texto impresso, nas prescrições, a posologia e a forma de uso dos medicamentos, além de sua Denominação Comum Brasileira (DCB) ou, na sua falta, a Denominação Comum Internacional (DCI).

O texto foi aprovado na forma do substitutivo apresentado pelo relator, deputado Vitor Lippi (PSDB-SP), ao Projeto de Lei 7476/06, do Executivo, e cinco apensados. O texto altera a Lei 5.991/73, para conferir validade em todo o País a receitas e notificações de receitas médicas e odontológicas, para fins de comercialização de medicamentos.

“As receitas, que determinam como as drogas devem ser utilizadas, devem ser de fácil e clara leitura e compreensão para evitar questionamentos ou mesmo erros que podem afetar a integridade física dos pacientes”, disse o relator. “A validade das prescrições para todo o território nacional facilita a vida de quem viaja”, continuou. Leia mais ›


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Lista medicamentos de referência 2020

(Texto atualizado em 07/02/2020 às 10:35 am)

Os medicamentos de referência são os medicamentos inovadores, que são lançados após serem desenvolvidos de forma inédita nos laboratórios farmacêuticos. Geralmente são medicamentos com novos princípios ativos ou que são novidades no tratamento de doenças. Por serem fruto de trabalho e pesquisa inovadora, possuem o direito de serem protegidos por patentes que garantem a exclusividade da venda daquela formulação. Com o passar do tempo e vencidas as patentes, podem surgir medicamentos similares e genéricos daquele medicamento referência que fora inicialmente protegido e explorou as vendas por ter sido inovador.

 

Lista completa e atualizada

Pesquisar pela lista com todos os itens de referência pode ser uma tarefa confusa e ineficiente. Essas listas são publicadas no DOU e depois disponibilizadas nos informativos da ANVISA. Pensando em facilitar a sua experiência, apresentamos neste post a lista completa de medicamentos referência atualizada para o ano de 2020 em PDF, oficial conforme registrado e regulamentado junto aos órgãos.

Acompanhamos com frequência junto à ANVISA para manter a informação deste post sempre atualizada e relevante aos usuários que a buscam.

Acesse as listas em PDF abaixo:
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Relação de medicamentos isentos de prescrição MIPs

(Texto atualizado em 07/02/2020 às 10:44 am)

A lista de medicamentos isentos de prescrição traz os grupos de medicamentos que não precisam de receita médica para serem dispensados nas farmácias e drogarias em todo o Brasil. A listagem também prevê exceções e todos os detalhes necessários relacionados.

Reunimos neste post a lista mais recente contendo todos os medicamentos isentos de prescrição – também conhecidos como MIPs. A relação dos MIPs é atualizada com certa frequência e é de responsabilidade da farmácia ou drogaria manter-se informada à respeito de cada item. O trabalho faz parte da revisão da Agência sobre a regulação dos medicamentos isentos de prescrição. Leia mais ›


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Lista de similares intercambiáveis atualizada 2020

(Texto atualizado em 07/02/2020 às 10:22 am)

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Publicada desde 2014 após a exigência da RDC 58/2014, a lista de medicamentos similares sujeitos à intercambialidade tem a finalidade de facilitar o acesso à informação por parte da população e profissionais da saúde.

Considerando a relativa dificuldade em encontrar a lista de medicamentos similares intercambiáveis mais atual e completa, manteremos a listagem mais atual neste post no blog M2Farma, com o intuito de facilitar a pesquisa.

Confira aqui a lista dos similares intercambiáveis mais recente:  https://goo.gl/Ntzqz8

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Lista de medicamentos controlados atualizada 2020

(Texto atualizado em 07/02/2020 às 10:15 am)

Por se tratarem de medicamentos que podem causar dependência química ou psíquica e que podem trazer graves danos à saúde caso mal utilizados, a ANVISA exige o controle rígido para a venda/dispensação de medicamentos psicotrópicos, anabolizantes, abortivos e algumas outras substâncias relacionadas.

Categorias de medicamentos controlados

A lista com todos as substâncias controladas (sujeitas a controle especial e retenção de receita médica) é atualizada com frequência, com novos itens sendo adicionados ou removidos, e faz parte da Portaria 344 de 1998, como um anexo. A relação dos produtos controlados é dividida em categorias, que são:

  • A1” e “A2” – reunindo substâncias entorpecentes.
  • A3“, “B1” e “B2” – constando substâncias psicotrópicas.
  • C3” – listando as substâncias imunossupressoras.
  • C1“, “C2” e “C5” – contendo todas as demais substâncias sujeitas a controle especial, retinóicas e anabolizantes, respectivamente.

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Lista de antibióticos atualizada 2020

(Texto atualizado em 07/02/2020 às 10:13 am)

Os antibióticos ocupam um nível elevado de importância na saúde da população. Hoje o Brasil apresenta uma evolução considerável da qualidade e quantidade de antibióticos disponibilizados. Tal desenvolvimento deve-se ao desenvolvimento da industria e tecnologias, assim como da evolução da administração por parte da Anvisa sobre o assunto, tomando decisões em prol do avanço geral e incentivo à indústria farmacêutica. O controle regido pelo órgão sob a dispensação, exigindo a retenção da receita médica, garante além da segurança, uma maior eficácia do uso desses medicamentos que constam na lista oficial de antibióticos controlados.

Por outro lado, o vasto e excessivo consumo de antibióticos ou antimicrobianos pode acarretar em seleção de cepas de bactérias que se tornam resistentes, ocasionando a perda de eficácia dos medicamentos. Leia mais ›


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CFF obtém parecer favorável à insalubridade para farmacêuticos em atuação na oncologia

(Texto atualizado em 02/01/2020 às 12:12 pm)

A partir de uma demanda do Conselho Federal de Farmácia (CFF) apresentada ao Ministério do Trabalho na 87ª Reunião Ordinária da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP) do órgão, a Fundação Jorge Duprat e Figueiredo (Fundacentro) emitiu parecer reconhecendo como devido o pagamento de insalubridade em grau máximo aos farmacêuticos expostos aos quimioterápicos antineoplásicos.

O presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, comemora e anuncia os próximos passos. “Com base nesse parecer, vamos cobrar, do Ministério do Trabalho, que sejam tomadas todas as medidas para que o documento efetivamente se reverta na efetiva compensação trabalhista”, comenta.

No parecer, a Fundacentro recomenda que sejam envidados esforços para que as medidas de controle e proteção previstas na legislação vigente, nas diretrizes internacionais e recomendadas pelas instituições ou organizações com reconhecida competência na área, sejam adequadamente implantadas em todos os serviços de saúde que possuam serviços de quimioterapia ou que manuseiem essas substâncias. “Nesta recomendação, a fundação cita conselhos de classe e sindicatos envolvidos. Asseguro aos colegas especialistas na área que faremos a nossa parte!”

Fonte: Comunicação do CFF


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Instruções e diretrizes para testes rápidos em farmácias e drogarias

Um mês após a regulamentação dos testes rápidos em farmácias do Rio Grande do Sul, é a vez de Belo Horizonte promover mais um avanço para a saúde brasileira. A Subsecretaria Municipal de Promoção à Saúde e a Diretoria de Vigilância Sanitária/Gerência de Produtos de Interesse da Saúde publicaram na última semana a instrução que estabelece as diretrizes para a inspeção sanitária nas drogarias que realizam esses exames.

“Quem ganha é a população, que passa a contar com uma orientação clínica mais próxima, constante e eficaz, valorizando e reconhecendo a relevância dos profissionais da farmácia”, destaca Cassyano Correr, coordenador do programa de assistência farmacêutica avançada da Abrafarma

Para a promoção dos testes, os estabelecimentos devem ser licenciados na CNAE 8650-0/99 e estar vinculados a laboratório clínico. Também devem possuir instruções por escrito, afixadas em local visível e que orientem o procedimento, desde a coleta à entrega do laudo. Todos os testes utilizados precisam contar com um registro prévio na Anvisa e um profissional farmacêutico habilitado. Além disso, prevê a garantia da rastreabilidade de todos os lotes, e as cópias dos laudos emitidos e os dados brutos deverão ser mantidos em arquivo próprio por cinco anos.

Já em relação ao autoteste de HIV, o aconselhamento deverá seguir as diretrizes do manual Aconselhamento em DST/HIV/AIDS para a Atenção básica, elaborado pelo Ministério da Saúde. Na declaração de serviço farmacêutico deverá constar que os testes realizados não confirmam diagnósticos, assim como tanto as declarações como os demais dados deverão ser apresentados à autoridade sanitária, se solicitados.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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