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Como e quando passar o repelente? – ABIHPEC

Como e quando passar o repelente? – ABIHPEC

Algumas medidas ajudam a proteger o ambiente dos mosquitos

O calor do verão sempre vem acompanhado de uma presença para lá de incômoda: os insetos. Eles podem transmitir doenças graves. O mosquito Aedes aegypti, por exemplo, transmite a dengue, chikungunya, zika e febre amarela. Já os insetos menos perigosos quase sempre dão coceira e irritação.

A pediatra e consultora Ana Escobar e o biólogo e entomologista Fernando Bernardini mostraram no Bem Estar no É de Casa deste sábado (18) como combater e evitar essas visitas indesejadas. Algumas medidas ajudam a proteger o ambiente dos mosquitos. Feche sempre as janelas no final do dia, use repelentes nas tomadas, aplique repelente spray nas cortinas, use mosquiteiro no berço/cama, instale telas. O ventilador pode ajudar a espantar os insetos.

“O ideal é que o repelente de tomada fique a 2 metros de distância da cama”, alerta a pediatra.

E o repelente realmente funciona? Sim, e a duração depende do princípio ativo. Os repelentes recomendados pela Organização Mundial da Saúde e liberados pela Anvisa são com icaradina (com duração de dez horas), IR 3535 (com duração de duas horas) e com DEET (com duração de duas horas).

Os repelentes com icaridina podem ser usados em crianças a partir dos três meses. Eles também protegem contra o mosquito Aedes aegypti. Já o IR 3535 pode ser usado em crianças a partir dos seis meses e tem baixa toxicidade. O DEET não é recomendado para crianças menores de dois anos e pode ser aplicado, no máximo, três vezes ao dia.

Existe repelente específico para as crianças. De acordo com a pediatra, o mais indicado é o repelente com icaridina infantil, pois ele tem alta duração e protege contra o Aedes aegypti. Já as gestantes podem usar qualquer repelente de adulto.
Você sabe como usar o repelente no corpo?
Espalhe bem nas áreas desprotegidas.
Se for para uma região de muito mosquito, aplique repelente spray sobre a roupa.
Espere o repelente secar antes de vestir a roupa, encostar num banco ou deitar no lençol.
Reaplique sempre depois de entrar na água e suar muito.
O repelente deve ser aplicado depois do hidratante / protetor solar / maquiagem.

Citronela protege? Segundo o biólogo, para ter efeito precisa haver alta concentração de citronela no ambiente.

E o repelente elétrico? Ele vale para ambientes pequenos, com menos de 10 metros quadrados e com janelas fechadas para aumentar a concentração do produto.

Fonte: G1 – Bem Estar

 


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Laboratório cresce 5 vezes mais que o mercado

laboratório cresce 5 vezes mais que o mercado

Laboratório encerra 2019 na décima posição do mercado farmacêutico total

A Natulab – líder na produção e venda de medicamentos fitoterápicos, 5ª colocada na categoria dos Medicamentos Isentos de Prescrição (MIP) e 10ª maior companhia do setor farmacêutico – fecha o ano de 2019 com um crescimento de 23,6% em relação a 2018.

A farmacêutica se manteve acima da média nacional em todos os indicadores avaliados pelo IQVIA relativos a dezembro de 2019 – em unidades vendidas, vendas em reais e PPP (PharmacyPurchasePrice), nas avaliações de Mercado Total, Medicamentos Isentos de Prescrição (MIPs ou, do inglês, Over theCounter – OTC) e Mercado Fitoterápico.

Na avaliação dos últimos 12 meses – no ano móvel, MAT-Dez’18vs MAT-Dez’19 – enquanto o Mercado Farmacêutico Total cresceu 4,7% em unidades vendidas, a Natulab apresentou expansão de 23,6%.

Ainda considerando o Mercado Farmacêutico Total, em 2019 a companhia alcançou 2,28% de market share em unidades. Além disso, a empresa atingiu a marca de 1,5 bilhão em faturamento em sell out preço fábrica.

Além disso, com 36 meses consecutivos de crescimento no mercado, a Natulab teve um crescimento mais agressivo nas regiões nordeste, onde cresceu 38,4%; sudeste, onde cresceu 34,5% a mais; e norte, onde cresceu 10,4%.

Foto e fonte: Natulab


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Preços de medicamentos aos hospitais voltam a subir em dezembro

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Os preços dos medicamentos vendidos aos hospitais no Brasil cresceram 1,37% em dezembro, revela o Índice de Preços de Medicamentos para Hospitais (IPM-H), indicador inédito criado pela Fipe em parceria com a Bionexo – health tech líder em soluções digitais para gestão em saúde. É a primeira alta do índice após quatro quedas seguidas, nos meses de outubro (-0,11%), agosto (-1,82%), setembro (-2,48%) e novembro (-0,65%). Com esse resultado, o indicador encerrou o ano de 2020 com uma alta acumulada de 14,36%.

A variação em dezembro foi impulsionada pelo avanço no preço médio de medicamentos atuantes no aparelho digestivo e metabolismo (+13,77%), sistema nervoso (+5,22%), sistema musculesquelético (+3,09%) e aparelho cardiovascular (+1,42%). Esses grupos, vale ressaltar, incluem medicamentos utilizados pelos hospitais em casos graves relacionados à Covid-19, como propofol (anestésico), fentanila (analgésico) e omeprazol (distúrbios gastrointestinais).

Comparativamente, o resultado do IPM-H em dezembro superou a inflação oficial do país medida pelo IPCA/IBGE (+1,35%), bem como o comportamento dos preços medido pelo IGP-M/FGV (+0,96%). Além disso, a elevação do IPM-H em dezembro também foi maior que a variação da taxa média de câmbio no mês (-5,02%).

Crescimento na pandemia

Desde o início da pandemia, entre fevereiro e dezembro de 2020, o índice registrou um crescimento de 12,15%. Nesse horizonte, o IPM-H superou a variação do IPCA/IBGE (alta acumulada de 4,04%). Por outro lado, a variação no preço médio dos medicamentos ficou abaixo da variação acumulada do IGP-M/FGV (alta acumulada de 22,60%) e também da variação na taxa de câmbio no período (+18,53%).

O comportamento do IPM-H durante a pandemia é explicado pela elevação no preço médio observada em todos os grupos, destacando-se as variações no preço médio de medicamentos atuantes no aparelho cardiovascular (+53,61%), aparelho digestivo e metabolismo (+49,63%), sistema nervoso (+46,13%), sistema musculoesquelético (+21,37%), entre outros. No contexto da crise sanitária e repercussões, é possível atribuir esses aumentos a um ou vários dos seguintes fatores: choque positivo da demanda das unidades de saúde, desabastecimento do mercado doméstico, elevação do dólar e do preço de insumos, entre outros fatores.

Entre os medicamentos que contribuíram para o comportamento registrado pelo IPM-H durante a pandemia estão norepinefrina (terapia cardíaca e suporte vital), fentalina (analgésico), propofol (anestésico), midazolam (hipnótico/sedativo/tranquilizante), omeprazol e pantoprazol (antiácidos utilizados no tratamento de dispepsia/úlcera gástrica e outros distúrbios gastrointestinais).

Com o encerramento do ano, o IPM-H acumulou uma alta de 14,36% em 2020. Nesse horizonte, os grupos que mais contribuíram para a forte alta do índice incluíram: aparelho digestivo e metabolismo (+69,96%), aparelho cardiovascular (+54,22%), sistema nervoso (+48,16%), sistema musculesquelético (+20,67%) e sangue e órgãos hematopoiéticos (+16,05%). Em contraste, os grupos com as menores variações incluíram: agentes antineoplásicos/quimioterápicos (+1,06%), anti-infecciosos gerais para uso sistêmico (+3,65%), medicamentos atuantes no aparelho geniturinário (+5,81%), órgãos sensitivos (+8,23%), aparelho respiratório (+8,67%), imunoterápicos, vacinas e antialérgicos (+9,56%) e preparados hormonais sistêmicos (+11,45%).

Sobre o IPM-H

O Índice de Preços de Medicamentos para Hospitais (IPM-H) é uma parceria entre a Fipe e a Bionexo, com o objetivo de disponibilizar informações inéditas e de interesse público relacionadas à área de saúde, com foco no comportamento de preços de medicamentos transacionados entre fornecedores e hospitais no mercado brasileiro. O IPM-H é elaborado com base nos dados de transações realizadas desde janeiro de 2015 através da plataforma Bionexo, por onde são transacionados mais de R﹩ 12 bilhões de negócios no mercado da saúde por ano, o que representa cerca de 20% de tudo que é transacionado no mercado privado nacional.

A health tech conecta mais de duas mil instituições de saúde a mais de 20 mil fornecedores de medicamentos e suprimentos hospitalares. A cada mês e para cada grupo de medicamentos, a FIPE calcula o índice de variação do seu preço em relação ao mês de referência, levando em consideração algumas variáveis que podem ser relevantes para determinar o preço das negociações, incluindo: (i) quantidade de produtos transacionada; (ii) distância geográfica entre hospitais e fornecedores.

Os medicamentos são agrupados em 13 grupos terapêuticos (classificação da ATC*) e ponderados de acordo com uma cesta de valor total transacionado na plataforma Bionexo no ano anterior. O IPM-H consolida o comportamento dos índices dos preços de cada grupo terapêutico, também ponderados pelo valor transacionado do grupo na plataforma.

Embora possam estar correlacionados, o comportamento do IPM-H não mensura o comportamento dos preços de medicamentos em farmácias, isto é, nos preços ao consumidor final (segmento varejo). Além disso, o IPM-H não é uma medida de variação dos custos dos hospitais e/ou planos de saúde, que envolvem também gastos com equipamentos, procedimentos, materiais recursos humanos, protocolos de tratamento/atendimento e segundo frequência de uso.


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CMED define fator para ajuste de preços de medicamentos em 2021

O Comitê Técnico-Executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) definiu em 3,29% o fator de produtividade (Fator X) para o reajuste dos preços dos medicamentos em 2021, que acontece anualmente no dia 31 de março. A informação foi publicada do Diário Oficial da União no último dia 25 de novembro.

O Fator X, calculado por meio da análise de séries temporais da indústria farmacêutica, repassa aos consumidores, através dos preços dos medicamentos, as projeções de ganhos de produtividade.

O valor do índice anual é calculado pela fórmula VPP = IPCA + X + Y + Z, em que IPCA equivale ao índice de inflação, X ao de produtividade, Z ao fator de ajuste de preços relativos intrassetor e Y ao fator de ajuste de preços relativos entre setores.

Fonte: Revista da Farmácia


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Vaga Farmacêutico Analista de Produção Jr

merck sharp e dohme

(Texto atualizado em 23/12/2020 às 02:38 pm)

merck sharp e dohme

Nossa equipe da Cadeia de Suprimentos garante que o estoque esteja consistentemente disponível para atender à demanda do cliente. Coordenamos todos os aspectos de suprimento por meio do planejamento de suprimentos, fornecimento, fabricação, gestão de estoque, embalagem e entrega. Fazemos parcerias entre as organizações de Marketing, Finanças e Fabricação Manufatura para construir uma demanda robusta e um plano de fornecimento, e para garantir que obtenhamos produtos para o cliente certo, no local e no momento certo.

Requerimentos:

Mandatório:

Formação Superior: Farmacia, Engenharia Química e Engenharia de Produção
Pacote Office – Excel (Tabela Dinâmica / Filtros / Gráficos
Habilidade de Resolução de problemas
Vivência anterior em sistemas ERP.
Inglês – Intermediário – Importante conseguir comunicar-se

Desejável

Conhecimento em SAP.
Vivência anterior em empresa Farmaceutica / Saúde animal / Alimenticia.
Inglês Fluente.

Atividades:

SAP (Software ERP integrado): Monitorar diariamente erros das ordens de Produção (Manufatura e Embalagem), em relação ao apontamento de fases, consumo de material e criação de estoque no inventário. Monitorar fechamento das ordens, garantindo o cumprimento das métricas (Schedule Adherence).
Investigação e gerenciamento de notificações de qualidade (desvios) e Reclamações de Mercado da Área da Produção;
Agendamento e acompanhamento de Quality Hour (reunião destinada a alinhamento de estratégia de investigação de notificação de qualidade) para Produção;
Auxilio nas atividades relacionadas a TR (Controle de Mudança de Equipamentos);
Gerenciamento de desvios para o controle em Reuniões (abertura, fechamento e status de envio à Qualidade).
Dar suporte à área de produtos médicos.
Suporte às auditorias internas da nossa empresa na área de Produção em relação às Boas Práticas de Manufatura (GMP), coletando os pontos observados e auxiliando no encaminhamento e resolução dos mesmos.
Executar e controlar mudanças em documentações GMP (SOPs, MPDs, PPDs, logbooks, PLs e PSs)
Buscar fornecedores e fazer processos de compras de materiais e serviços, dentro do limite estabelecido.
Dar suporte à programação de produção e ao gerenciamento lean (emissão de ordens de fabricação, atualização de quadros visuais, controle de cycle time, controle de TR).

Nossa Divisão de Fabricação Manufatura e Fornecimento está comprometida em ser o fornecedor mais confiável de bioprodutos farmacêuticos em todo o mundo. Nossas instalações, juntamente com nossos prestadores de serviço externos, fornecedores e parceiros, criam uma rede de fabricação global interdependente, que tem o compromisso de entregar suprimentos de alta qualidade e confiáveis a clientes e pacientes, na hora certa e todas as vezes.


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Pollux lança tecnologia para indústria farmacêutica se adequar às normas da ANVISA

Pollux lança tecnologia para indústria farmacêutica se adequar às normas da ANVISA

Empresa desenvolveu o Track & Trace que atende os níveis de serialização, rastreabilidade e agregação de medicamentos da nova legislação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e a indústria farmacêutica debatem há anos mudanças que precisam ser feitas no setor com o auxílio de inovações tecnológicas que surgem da transformação digital. No final de 2019, foi divulgada a RDC 319, que substitui a resolução anterior e atualiza as Diretrizes Gerais de Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos. A nova RDC detalha o Esquema de Cooperação em Inspeção Farmacêutica, PIC/s, como requisito mínimo a ser seguido na fabricação de medicamentos.

Além disso, a ANVISA também publicou uma Consulta Pública com o objetivo de receber contribuições em relação aos prazos para a transmissão de dados de rastreabilidade dos medicamentos. O texto define metas arrojadas para toda a cadeia estar em conformidade com a lei 13.410, do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM).

A Pollux, empresa brasileira de tecnologia industrial, desenvolveu equipamentos e soluções completas para atender às demandas das farmacêuticas que precisarão iniciar o quanto antes às adequações nos processos fabris. Pela lei, até 2022, toda a indústria e a cadeia de movimentação dos medicamentos precisa estar em conformidade com a nova lei, que prevê a rastreabilidade obrigatória de todos os medicamentos comercializados no Brasil. Porém, as mudanças já afetam os fabricantes e a cadeia de medicamentos este ano.

As empresas têm muito a ganhar com a nova lei, pois além aumentar a segurança e o controle da cadeia de medicamentos, ela irá viabilizar um aumento na eficiência dos processos, que passam a ser automatizados e também irá dificultar os roubos e a falsificação de lotes. Para se adequar à lei, as empresas precisam repensar sua cadeia logística e implementar soluções específicas para atender às normativas do mercado. É um processo que envolve não apenas as linhas de produção mas também a parte de coleta de dados para o envio à SNCM, que concentrará todas as informações dos fabricantes.

Com este intuito, a Pollux lançou o Track & Trace, que integra hardware e software para serialização, rastreabilidade e agregação de medicamentos. A solução também pode contar com paletização robotizada e movimentação de cargas de forma autônoma. “Queremos fomentar a Indústria 4.0 oferecendo às empresas uma solução completa e robusta, que atende os cinco níveis estipulados pela ANVISA em um único equipamento”, explica Ricardo Gonçalves, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Pollux.

O equipamento também realiza uma análise automática e em tempo real de OEE, indicador utilizado para medir a eficiência global de equipamentos, integrado ao software de gestão (ERP), aos dados para repositório e aos procedimentos de Check-in/Check-out que são práticas de logística. Ainda, é possível unir outras soluções oferecidas pela Pollux junto às vantagens do Track & Trace. “A Pollux é a única fabricante nacional a oferecer esse tipo de equipamento para final de linha”, revela Gonçalves.

Entre as facilidades que a empresa oferece o destaque fica por conta da modalidade de locação. Com ela, as implementações se tornam mais acessíveis ao bolso do empresário que não desembolsa de uma só vez o valor dos equipamentos para usufruir dos benefícios da solução.


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Nova solução permite o cálculo tributário de medicamentos

Guia da Farmácia

Ferramenta on-line desenvolvida pela SimTax promete ajudar os gestores de farmácias na tomada de decisões

Uma ferramenta on-line de simulação que faz o cálculo tributário de quaisquer medicamentos, contemplando a Substituição Tributária (ST), Custo e Lucratividade, tudo de forma simples e rápida.

Em síntese, esta é a definição do software LucraMed, desenvolvido pela SimTax – empresa especialista em Tributação e Pricing no Mercado Farma, e que acaba de ser lançado.

“Nosso grande diferencial é que, hoje, não existe uma ferramenta como o LucraMed, que faz o cálculo em tempo real de todos os medicamentos“, analisa o CEO da SimTax, Jiovanni Coelho.

Em resumo, além de permitir o cálculo tributário de medicamentos, o LucraMed permite outras funcionalidades. Entre elas:

  • Calcular o custo efetivo que a farmácia deve ter;
  • Calcular o lucro que a farmácia deve alcançar com um determinado medicamento;
  • Por exemplo, comparar cenários diferentes, como avaliar qual a lucratividade de um Programa de Benefício em Medicamentos (PBM);
  • Por fim, comparar medicamentos com os concorrentes. Afinal, será possível simular, de forma simples, para decidir o melhor mix para a categoria.

Ademais, Coelho reforça que, com este sistema, o gestor da farmácia poderá tomar as melhores decisões. Aliás, com as informações nas mãos, terá condições de negociar melhor.

Além disso, a ferramenta permite comparar o preço negociado com o que realmente veio na nota fiscal. “Com mais informações em mãos, a loja poderá checar se aquilo que foi combinado, foi cumprido”, reforça.

Cálculo tributário de medicamentos de forma simples

A saber, o LucraMed poderá ser utilizado no celular, tablet ou computador. Nesse sentido, basta selecionar o produto, colocar o desconto e pronto: o cálculo está feito!

Dessa forma, com o cadastro certo e também sabendo qual a lucratividade do artigo negociado e seus concorrentes, segundo Coelho, o gestor da farmácia poderá apresentar para o vendedor da indústria a informação de forma clara.

Em conclusão, a farmácia concluir se o concorrente tem a melhor proposta. Assim, avaliará que para comprar de uma determinada indústria, pode ser necessário ter uma melhor condição comercial.

“O LucraMed é uma ferramenta fundamental tomada de decisões”, finaliza Coelho.

Variáveis utilizadas pelo LucraMed para o o cálculo tributário de medicamentos

  • Preço
  • Repasse
  • Desconto de compra
  • Preço Máximo ao Consumidor (PMC)
  • Redutor a base de calculo
  • Margem de Valor Agregado (MVA)
  • Trava
  • Crédito de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)
  • Débito de ICMS
  • Base de cálculo
  • Desconto de venda
  • Substituição tributária
  • Custo
  • Lucro
  • Margem
  • Mark-up
  • Preço Farmácia Popular

Fonte: SimTax


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Tudo sobre aplicação de vacinas em farmácias e drogarias

A quem se aplica a RDC 197/2017?

👉 Esta norma se aplica a todos os estabelecimentos, públicos ou privados, filantrópicos, civis ou militares, que realizam a Atividade de Vacinação (art. 2º).

📍 Com isto, as Farmácias e Drogarias podem passar a oferecer este serviço também. Claro, somente após o devido Licenciamento, que vamos ver mais a frente.

📍 Observe que se você é de uma Farmácia Pública, também deverá seguir essas novas normas.

🚩Toda Farmácia ou Drogaria deverá oferecer este serviço obrigatoriamente?
👉 Não. O estabelecimento deve avaliar muito bem diversos fatores antes de iniciar um novo serviço. Por exemplo, disponibilidade de área física adequada, investimento necessário e custo de manutenção do serviço, pessoal capacitado e em número adequado, Licenciamentos obrigatórios e, principalmente, se é um serviço adequado para a região onde sua farmácia ou drogaria está. Não adianta investir tempo e dinheiro (e não é pouco) em um serviço, e não ter procura alguma pelos seus clientes. Vou exemplificar…

Aqui no município do Rio de Janeiro é bem complicado o acesso as vacinas na rede pública, e as clínicas de vacinação concentram-se em alguns bairros. Sim, aqui seria interessante oferecer este serviço. Em outro município aqui do Rio, Miracema, onde também atuo e tenho muitos amigos da área de Saúde, as vacinas do calendário do SUS estão disponíveis e são de fácil acesso. Raramente falta vacina. Neste caso, eu, particularmente, não acho tão interessante este serviço nas farmácias privadas, se for só para oferecer as mesmas vacinas disponíveis no SUS

🚩São apenas as vacinas do calendário do SUS que poderão ser aplicadas em Farmácias e Drogarias?

👉 Não. Podem oferecer outras vacinas que não estejam contempladas no Calendário Nacional de Vacinação do SUS. Porém… Para as vacinas que não estão neste Calendário, é obrigatória a Prescrição Médica para a realização da vacinação (art 14).

🚩 Mas a Farmácia pode vender a vacina e não aplicar? Isto é, só dispensar sem oferecer o serviço de vacinação…

👉 Conforme o parágrafo único do artigo 14:

“A dispensação deve necessariamente estar vinculada a administração da vacina”

👉 Isto é, resumidamente, se vai vender, tem que aplicar.

🚩 Como deve ser o espaço ou sala para o Serviço de Vacinação?

👉 A Sala de Vacinação deve ser um ambiente envolto por paredes em todo seu perímetro e pelo menos uma porta, destinada à administração das vacinas (art. 3º, inciso XI).

Esta não é uma RDC exclusiva para Farmácias e Drogarias. Se você participou da Consulta Pública ou já leu esta RDC, vai perceber que muuuuitos pontos não são conclusivos. Passíveis de interpretações das Vigilâncias Sanitárias (VISAs) locais, ou futuramente, normas complementares.

Por exemplo, essa definição de Sala de Vacinação já constava na Consulta Pública 328/2017. Quando eu participei, questionei a necessidade ou não de ser uma sala EXCLUSIVA para vacinação. Devemos lembrar também que temos a RDC 44/2009, que fala da Sala de Serviços Farmacêuticos. Pode ser a mesma sala?! Vai depender da interpretação da VISA que fiscaliza o seu estabelecimento… Alguns municípios e estados já possuíam uma regulamentação própria para este serviço. A maioria permitia o uso da Sala de Serviços Farmacêuticos. Mas… Depende de cada VISA.

👉 Quanto a Infraestrutura, a RDC 197/17 determina que:

“O estabelecimento que realiza o serviço de vacinação deve dispor de instalações físicas adequadas para as atividades de vacinação de acordo com a Resolução da Diretoria Colegiada – RDC n° 50, de 21 de fevereiro de 2002, ou regulamentação que venha a substituí-la, e devendo ser dotado” (art. 10).

👉 Deve possuir como ITENS OBRIGATÓRIOS, no mínimo:

I- área de recepção dimensionada de acordo com a demanda e separada da sala de vacinação;

II- sanitário; e

III- sala de vacinação, que deve conter, no mínimo:

a) pia de lavagem;

b) bancada;

c) mesa;

d) cadeira;

e) caixa térmica de fácil higienização;

f) equipamento de refrigeração exclusivo para guarda e conservação de vacinas, com termômetro de momento com máxima e mínima;

g) local para a guarda dos materiais para administração das vacinas;

h) recipientes para descarte de materiais perfurocortantes e de resíduos biológicos;

i) maca; e

j) termômetro de momento, com máxima e mínima, com cabos extensores para as caixas térmicas.

👉 Tudo isto em conformidade com o art. 10 desta RDC. Vamos aos comentários…

📌 As farmácias que já estão autorizadas e realizam este serviço, em sua maioria, resolveram a questão da Área de Recepção com a disponibilidade de cadeiras próximas a sala de vacinação.

📌 A Caixa Térmica deve ser de fácil higienização e é obrigatória. E, se é de fácil higienização, não serve as caixas de isopor. Isso porque as paredes das caixas de isopor não são totalmente lisas e podem acumular sujeira. E, quando em uso, as caixas térmicas também terão controle de temperatura.

📌 Sim, você vai ter obrigatoriamente um refrigerador exclusivo para vacinas. Ou seja, não dá para aproveitar o espaço do refrigerar para os medicamentos termolábeis…

📌 Segundo a norma, também deverá realizar os controles de temperatura, como você já faz para a geladeira de termolábeis.

📌 Para este serviço, a MACA é também um item obrigatório. Nas salas de serviços farmacêuticos não é um item obrigatório, mas para a vacinação é.

📌 A RDC 44/09 trata que os banheiros (sanitários) não são obrigatórios em Farmácias e drogarias, desde que usem as áreas comuns de shoppings ou galerias. Porém… Como você leu… Para ter o serviço de vacinação só será possível se o estabelecimento possuir banheiro em seu interior.

📌 Não se esqueça que a RDC 44/09 também traz obrigatoriedades para o Serviço Farmacêutico, incluindo aplicação de injetáveis. Pelo menos até a revisão da RDC 44/09, temos que atender as duas normas. Calma! A RDC 44/09 possui muuuuito mais exigências que a RDC 197/17.

🚩O equipamento de refrigeração para as vacinas pode ser qualquer um?

👉 Não. Obrigatoriamente os equipamentos de refrigeração para guarda e conservação de vacinas deve estar regularizado junto a Anvisa (art. 10, parágrafo 2º).

🚩 E como eu descubro se o equipamento de refrigeração está ou não regularizado junto a Anvisa?

👉 Além da informação do próprio fabricante, você pode consultar o Portal da Anvisa. É bem parecido com a consulta de medicamentos… Na página inicial acesse ‘Consulta a Produtos Regularizados’, selecione ‘Produtos para a Saúde’. Na nova página clique em ‘Acessar’ e você terá acesso a tela para pesquisar. E só para adiantar… A Anvisa não regulariza Geladeira e Freezer de uso geral, isto é, de uso doméstico.

🚩 Afinal, o Farmacêutico pode ou não aplicar vacinas?

👉 Pode sim. Agora vamos falar de CFF – Resolução 574/2013, que “define, regulamenta e estabelece atribuições e competências do farmacêutico na dispensação e aplicação de vacinas, em farmácias e drogarias.”

“É atribuição do farmacêutico, na farmácia e drogaria, a dispensação de vacinas e a prestação do serviço de aplicação desses medicamentos.” (Art. 2º, Resolução CFF 574/13)

“A responsabilidade técnica do farmacêutico para a aplicação de vacinas, diante das autoridades sanitárias e profissionais, caracteriza-se pela utilização de conhecimentos técnicos e assistência técnica, total autonomia técnico-científica, além de conduta compatível com os padrões éticos que norteiam a profissão farmacêutica.” (Art. 3º, Resolução CFF 574/13)

Claro, além da atribuição prevista em normas profissionais, cada Farmacêutico deve buscar capacitação e aprimoramento para a execução com excelência do serviço de dispensação e aplicação de vacinas.

🚩 A RDC 197/17 define quem pode aplicar vacinas em Farmácias ou drogarias?

👉 Você se recorda que comentei que esta RDC não é exclusiva para Farmácias e Drogarias? Então… Ela não estabelece a formação do profissional, como Farmacêuticos. Mas define claramente que o Serviço de Vacinação deve possuir um profissional legalmente habilitado (art. 8º). Isto é, pode ser o Farmacêutico, ou se optar, pode ser um Enfermeiro… Desde que este profissional possua habilitação legal para este tipo de serviço.

A RDC também determina que o estabelecimento deve possuir profissionais “para desenvolver as atividades de vacinação durante todo o período em que o serviço for oferecido”, conforme o art. 8º. E, os estabelecimentos com serviço de vacinação deve ter um Responsável Técnico e um substituto pelo menos (Art. 7º). O que já temos nas farmácias e drogarias…

E nas definições da RDC 197/17 (art. 3º), temos:

“VIII- profissional legalmente habilitado: profissional com formação superior ou técnica com suas competências atribuídas por lei”

“X- responsável Técnico (RT): Profissional legalmente habilitado, formalmente designado pelo Responsável Legal para manter as rotinas e os procedimentos de um serviço”

🚩 Caso a farmácia tenha o serviço de vacinação, deve ser feito algum treinamento específico para os funcionários?

👉 SIM… Na RDC 197/17, art. 9º, temos que os profissionais envolvidos nos processos de vacinação (direta ou indiretamente) devem ser capacitados periodicamente nos seguintes temas:

I- conceitos básicos de vacinação;

II- conservação, armazenamento e transporte;

III- preparo e administração segura;

IV- gerenciamento de resíduos;

V- registros relacionados à vacinação;

VI- processo para investigação e notificação de eventos adversos pós-vacinação e erros de vacinação;

VII- Calendário Nacional de Vacinação do SUS vigente;

VIII- a higienização das mãos; e

IX- conduta a ser adotada frente às possíveis intercorrências relacionadas à vacinação.

👉 Não apenas os Farmacêuticos que realizam diretamente o serviço de vacinação devem passar por esses treinamentos. Conforme o tópico, você terá outros colaboradores da farmácia. Por exemplo, se quem faz o recebimento, a conferência e armazenagem das vacinas for um outro funcionário, ele deverá ser treinado neste ponto (um treinamento específico para vacinas).

🚩 Quem vai treinar os funcionários?

👉 Advinha!!! O Farmacêutico da própria farmácia, ou quando se tratar de uma rede, podem ser oferecidos treinamentos centralizados, ou treinamentos externos.

👉 Mas a responsabilidade, a atribuição, é do Farmacêutico.

🚩 E quem vai treinar o Farmacêutico?

👉 Desde que não seja o Dr. Google… rs Procure sempre informações atualizadas e fontes confiáveis. Atenção para a abrangência do conteúdo (se é algo com aplicação federal ou apenas em um dado município ou estado). Consulte a VISA de sua região. Afinal é ela que irá fiscalizar sua farmácia para o licenciamento desse serviço.

Calma! Já existem alguns cursos na área. E para 2018 teremos este curso online da 4Farma 😉

🚩 Quando eu for treinar minha equipe, preciso fazer o Registro do Treinamento?

👉 Sempre! Além da RDC 44/09, a RDC 197/17 (art. 9º, parágrafo único) também os têm como obrigatórios. Você pode usar o mesmo modelo de ficha de registro de treinamento da RDC 44/09 (que possui muito mais informações que na RDC 197/17). Só para não ter que fazer mais um modelo de ficha…

Pela RDC 197/17, no Registro de Treinamento são itens obrigatórios:

  • data,
  • horário,
  • carga horária,
  • conteúdo ministrado,
  • nome e a formação ou capacitação profissional do instrutor e dos profissionais envolvidos nos processos de vacinação.

E quanto a POP e Declaração de Serviços Farmacêuticos?

A RDC 197/17 não é específica para farmácias e drogarias… Mas… Com 99,9% de certeza que você terá que fazer. Primeiro, é um serviço farmacêutico (administração de medicamentos), que recai na RDC 44/09. Segundo, a Resolução do CFF 574/13, também determina a elaboração de POP para Vacinação, assim como a Declaração de Serviços Farmacêuticos.

Além de POP, declaração de serviços farmacêuticos, registro de treinamentos… Tenho que preencher mais algum documento para o paciente ou para o estabelecimento?

Sim. No Art. 15 da RDC 197/17, temos a obrigatoriedade do que Compete aos Serviços de Vacinação:

  • I- registrar as informações referentes às vacinas aplicadas no cartão de vacinação e no sistema de informação definido pelo Ministério da Saúde;
  • II- manter prontuário individual, com registro de todas as vacinas aplicadas, acessível aos usuários e autoridades sanitárias;
  • III- manter no serviço, acessíveis à autoridade sanitária, documentos que comprovem a origem das vacinas utilizadas;
  • IV- notificar a ocorrência de eventos adversos pós-vacinação (EAPV) conforme determinações do Ministério da Saúde;
  • V- notificar a ocorrência de erros de vacinação no sistema de notificação da Anvisa; e
  • VI- investigar incidentes e falhas em seus processos que podem ter contribuído para a ocorrência de erros de vacinação.

O que eu devo anotar no Cartão de Vacinação do paciente?

Conforme o art 16 desta RDC, você deve anotar no cartão de vacinação (de forma Legível!) no mínimo, as seguintes informações:

  • I- dados do vacinado (nome completo, documento de identificação, data de nascimento);
  • II- nome da vacina;
  • III- dose aplicada;
  • IV- data da vacinação;
  • V- número do lote da vacina;
  • VI- nome do fabricante;
  • VII- identificação do estabelecimento;
  • VIII- identificação do vacinador; e
  • IX- data da próxima dose, quando aplicável.

E quando o paciente precisar do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP)?

O estabelecimento PODERÁ emitir o CIVP. Para isto, a farmácia ou drogaria deverá ser Credenciada previamente pela Anvisa para a emissão deste Certificado (art. 18).

Para os estabelecimentos que optarem por se Credenciar para a emissão do CIVP, devem observar que a emissão deste Certificado deverá seguir os padrões definidos pela ANVISA (Art. 19), deverá ser realizada de forma gratuita (Art. 19, § 1º) e a emissão do CIVP deverá ser registrada em sistema de informação estabelecido pela ANVISA (Art. 19, § 2º).

E quando ao Licenciamento para o serviço de vacinação?

Além do Licenciamento emitido pela Vigilância Sanitária de sua região, o estabelecimento deve estar inscrito e manter seus dados atualizados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES (art. 5º).

Vou ter que colocar mais algum documento exposto ao público?

Somente para os estabelecimentos que tiverem o Serviço de Vacinação:

“O estabelecimento que realiza serviço de vacinação deve afixar, em local visível ao usuário, o Calendário Nacional de Vacinação do SUS, com a indicação das vacinas disponibilizadas neste calendário (art. 6º)”

O que é Vacinação Extramuros de Serviços Privados?

Por definição da própria RDC, é a “atividade vinculada a um serviço de vacinação licenciado, que ocorre de forma esporádica, isto é, através de sazonalidade ou programa de saúde ocupacional, praticada fora do estabelecimento, destinada a uma população específica em um ambiente determinado e autorizada pelos órgãos sanitários competentes das secretarias estaduais ou municipais de saúde” (art. 3º, inciso XII).

Então eu posso aplicar vacinas fora da farmácia?

Pode, desde que o estabelecimento possua autorização prévia da autoridade sanitária competente (art. 17). Deve obedecer todas as diretrizes da RDC 197/17 relacionadas aos recursos humanos, ao gerenciamento de tecnologias e processos, e aos registros e notificações (art. 17, § 1º). E, deve ser realizada somente por estabelecimento de vacinação licenciado (art. 17, § 2º).

O que é o gerenciamento de tecnologias e processos ?

Está definido no Art. 11, que são:

I- meios eficazes para o armazenamento das vacinas, garantindo sua conservação, eficácia e segurança, mesmo diante de falha no fornecimento de energia elétrica;

II- registro diário da temperatura máxima e da temperatura mínima dos equipamentos destinados à conservação das vacinas, utilizando-se de instrumentos devidamente calibrados que possibilitem monitoramento contínuo da temperatura;

III- utilização somente de vacinas registradas ou autorizadas pela Anvisa; e

IV- demais requisitos da gestão de tecnologias e processos conforme normas sanitárias aplicáveis aos serviços de saúde.

Veja também que nos Serviços de Vacinação (no estabelecimento ou fora):

“O serviço de vacinação deve adotar procedimentos para preservar a qualidade e a integridade das vacinas quando houver necessidade de transportá-las” (Art. 12).

“As vacinas deverão ser transportadas em caixas térmicas que mantenham as condições de conservação indicadas pelo fabricante” (Art. 12, § 1º).

“A temperatura ao longo de todo o transporte deve ser monitorada com o registro das temperaturas mínima e máxima” (Art. 12, § 2º)

“Os serviços de vacinação devem garantir atendimento imediato às possíveis intercorrências relacionadas à vacinação” (Art. 13).

“O serviço de vacinação deve garantir o encaminhamento ao serviço de maior complexidade para a continuidade da atenção, caso necessário.” (Art. 13, Parágrafo único)

Minha Farmácia já possuía autorização da VISA local para o serviço de vacinação. Vou precisar de alguma adequação?

Antes não tínhamos uma normatização federal para este serviço em farmácias e drogarias. Algumas VISAs locais possuem normas próprias que podem ser revistas a partir da nova regulamentação federal, com a RDC 197/17.

Nesta RDC, no artigo 2, temos um prazo para Adequação para os estabelecimentos que já possuem Licença vigente para este serviço:

6 MESES: contados a partir da data de publicação da RDC, para promover as adequações necessárias para o cumprimento dos requisitos estabelecidos nesta norma; e

2 ANOS: para adequação ao requisito disposto no § 2º, art. 10, contados a partir da data de publicação da RDC.

Só Para lembrar… Artigo 10, parágrafo 2º:

“O equipamento de refrigeração para guarda e conservação de vacinas deve estar regularizado perante a Anvisa”.

E caso a Farmácia queira realizar vacinação, mas não atenda a todas as especificações desta RDC?

Realizar o serviço de vacinação sem o devido Licenciamento, ou sem atender as especificações desta RDC, caracteriza Infração Sanitária (Lei 6.437/77), além das responsabilidades civil, administrativa e penal cabíveis (art. 21).

Fonte: 4Farma

Legislação e regulamentações, ANVISA





Campanha de vacinação contra gripe

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 05:51 pm)

Com a pandemia mundial do novo coronavírus – COVID-19, a campanha nacional de vacinação contra a gripe (Influenza) será antecipada neste ano e começará na próxima segunda-feira, 23 para grupos prioritários: idosos e profissionais de saúde.

Em anos anteriores, farmacêuticos informaram ao CRF-SP que enfrentaram dificuldades para receber a vacina contra a gripe devido à interpretação errônea das equipes responsáveis pela imunização em alguns municípios que alegam que o profissional não se enquadraria no chamado grupo prioritário.

No entanto, o Ministério da Saúde emitiu em 2018, por solicitação do CRF-SP, uma nota Informativa na qual reitera que “a vacina encontra-se disponibilizada para os grupos prioritários, entre eles, como referimos anteriormente, os trabalhadores da saúde, nos quais encontram-se inseridos os farmacêuticos”.

O CRF-SP espera que não haja problemas para imunização dos farmacêuticos, mas orienta que a nota seja apresentada caso algum profissional se depare com a negativa.

Clique aqui e acesse a Nota Informativa nº 103/2018 do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis.


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Legislação e regulamentações





Diretoria Colegiada da Anvisa reúne-se nesta quarta

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 05:53 pm)

Diretoria Colegiada da Anvisa reúne-se nesta quarta

A Diretoria Colegiada da Anvisa (Dicol) realizará nesta quarta-feira, 25 de março, sua 4ª Reunião Ordinária Pública de 2020. A pauta inclui assuntos deliberativos de regulação, tais como três propostas de abertura de processo regulatório. Uma delas é para o estabelecimento de procedimentos a serem adotados pela Agência para a estruturação e a realização de suas ações fiscalizatórias.

Outra é para alteração da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 304/2019, que dispõe sobre as Boas Práticas de Distribuição, Armazenagem e Transporte de Medicamentos. A terceira proposta visa a abertura de processo de regulação sobre os procedimentos administrativos para a concessão da Certificação de Boas Práticas de Fabricação e da Certificação de Boas Práticas de Distribuição e/ou Armazenagem.  Constam da pauta, ainda, quatro propostas de consultas públicas (CPs).

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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ABComm estima que comércio eletrônico vai gerar R$ 106 bi em 2020

(Texto atualizado em 09/11/2020 às 11:29 am)

Segundo as estimativas da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), até 2020, as vendas brasileiras de comércio eletrônico crescerão 18%. Assim atingindo R$ 106 bilhões. Esse número é 18% superior ao do ano anterior.

A entidade afirmou que mercados, microempresas e bens adquiridos por meio de smartphones foram os principais fatores que contribuíram para esse resultado. A tarifa média é de cerca de 310 reais, com aproximadamente 68 milhões de consumidores. E cerca de 342 milhões de pedidos movimentados.

De acordo com o presidente da ABComm, Maurício Salvador, até o final deste ano, haverá aproximadamente 135.000 lojas de comércio eletrônico ativas no Brasil. A maioria delas pequenas e pequenas empresas (PMEs), que estarão nas áreas de marketing e logística digital Abra muitas vagas. E tecnologia.

Contudo, a previsão da ABComm é que 37% das transações do comércio eletrônico sejam feitas via smartphones. E o mercado de transações representará 38% de todas as vendas.

“Nossa loja virtual brasileira ainda tem a oportunidade de vender produtos a consumidores estrangeiros. Pois a taxa de câmbio de exportação é favorável”, afirmou El Salvador.

Mas outro fator que pode ter um impacto positivo no setor de comércio eletrônico é a ratificação da Lei Complementar 148/2019 (PLP). Ela trata de questões multicanais e facilitará a vida dos consumidores que podem comprar pela Internet e escolher um próximo.

“Se o projeto for aprovado no primeiro semestre do ano, o crescimento da receita será mais expressivo”, afirmou El Salvador.

O PLP 148/2019, preparado pelo vice-primeiro-ministro Enrico Misasi (PV / SP), ainda está em consideração no Parlamento e foi aprovado pelas principais comissões. Agora, há uma votação.

Fonte: Eu Quero Investir


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Comissão defende novas medidas contra Covid-19; tabelamento de preços está em discussão

Os deputados da comissão externa da Câmara dos Deputados que discute ações contra o avanço do novo coronavírus no Brasil propuseram

Os deputados da comissão externa da Câmara dos Deputados que discute ações contra o avanço do novo coronavírus no Brasil propuseram nesta quarta-feira (18) uma série de novas medidas legislativas, como a regulamentação da telemedicina (atendimento à distância), o atestado médico eletrônico e o tabelamento de preços de itens essenciais ao combate da Covid-19, como álcool gel.

Este último ponto deverá ser alvo de um projeto de lei, que será elaborado pela equipe que presta consultoria ao colegiado. A medida é defendida pelo coordenador da comissão, deputado Dr. Luiz Antônio Teixeira Jr. (PP-RJ). “Eu prego a liberdade econômica, mas nesse momento não tem outra forma”, afirmou.

Segundo ele, há relatos em todo o País de preços abusivos de álcool gel e máscaras descartáveis.

Essa e outras propostas ainda serão discutidas com os membros da comissão e poderão ser pautadas para votação no Plenário da Câmara, desde que haja consenso dos líderes partidários.

Nesta terça, o Plenário da Câmara aprovou três projetos de lei recomendados pela comissão externa.

Comitê de crise

Além das medidas legislativas, a relatora da comissão, deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC) propôs que o colegiado negocie com o governo a participação dos integrantes da comissão externa no Comitê de Crise para Supervisão e Monitoramento dos Impactos da Covid-19, criado por decreto presidencial na segunda (16).

O comitê é formado apenas por membros do Poder Executivo e teve ontem a sua primeira reunião. O decreto faculta a participação de outros poderes, desde que convidados e sem direito a voto nas decisões.

Outras propostas

A comissão externa se reuniu nesta quarta para ouvir, por meio de videoconferência, pesquisadores e representantes de hospitais privados. Durante o debate, vários parlamentares apresentaram outras sugestões.

O deputado Dr. Zacharias Calil (DEM-GO) defendeu a quarentena como meio de reduzir o contágio de pessoas dentro do País (a chamada transmissão comunitária). “El Salvador não teve nenhum caso porque eles anteciparam a quarentena”, disse.

O deputado Jorge Solla (PT-BA) quer que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) contrate, temporariamente, pessoas para trabalhar nos aeroportos. “Nós temos que cobrar da Anvisa que faça contratação emergencial. Eles não têm quadro”, afirmou.

O deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) propôs que o governo distribua máscaras descartáveis e álcool gel para a população. “A gente tem uma política pública para distribuir preservativos no Carnaval. Então, está na hora de ter atitude e distribuir máscara e álcool gel. Não dá para ficar refém da boa vontade de estoques”, disse.

Já o deputado Hiran Gonçalves (PP-RR) mostrou-se favorável ao uso da teleconsulta especificamente para combater a Covid-19, desde que as consultas à distância sejam isentas de cobrança. “Se não vai virar negócio”, afirmou.

Fonte: Agência Câmara de Notícias


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Ações de farmacêutica Moderna disparam após anúncio de vacina contra coronavírus » Panorama Farmacêutico

Após anúncio do início dos testes de uma vacina contra o coronavírus, as ações da farmacêutica norte-americana Moderna dispararam na última terça-feira, 25 de fevereiro, com uma alta de 27%.

De acordo com o Wall Street Journal, a empresa entregou ao National Institute of Allergy and Infectious Deseases um pacote com as vacinas para que eles comecem a fazer testes em humanos, o que deve ter início em abril.

No mundo todo, pesquisadores têm enfrentado uma corrida contra o tempo para descobrir uma vacina eficaz.  Nesta terça, o governo dos Estados Unidos informou que investirá cerca de US$ 1 bilhão em pesquisas de uma vacina para o coronavírus.

Na China, em Hong Kong, pesquisadores afirmaram que já desenvolveram um tipo de vacina, mas que o período de testes em animais deverá levar alguns meses. A nova vacina seria uma modificação da vacina da gripe que se propõe a proteger tanto do coronavírus da China quanto de gripes comuns.

No britânico Imperial College, as primeiras versões de uma vacina contra o coronavírus já têm sido testadas em ratos. Os testes começaram no começo do mês e devem terminar até o fim do ano.

Autoridades de saúde dos EUA disseram também nesta terça-feira que começou um primeiro experimento clínico para testar o medicamento antiviral experimental da Gilead Sciences, o remdesivir, em pacientes hospitalizados com o coronavírus.

O primeiro participante do experimento é um norte-americano que foi repatriado após ter sido colocado em quarentena no navio de cruzeiro Diamond Princess e o estudo está sendo conduzido no Centro Médico da Universidade de Nebraska em Omaha, de acordo com o National Institutes of Health (NIH), agência do governo dos EUA para pesquisa médica.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

Leia também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2020/02/03/vacina-para-coronavirus-pode-sair-em-tempo-recorde/


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Insulina inalável Afrezza chega ao Brasil por R$1.900

Insulina inalável da Afrezza

(Texto atualizado em 21/10/2020 às 05:30 pm)

Após ser aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho do ano passado, a insulina inalável Afrezza está finalmente chegando às farmácias custando a partir de R$ 1.900. O produto foi analisado pela Câmara da Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), responsável por definir os preços de remédios, e o Brasil é o segundo país a receber o produto.

Existem três versões da nova insulina em pó: uma com dosagem de 8 UI (unidades internacionais) e 90 refis; outra com 12 UI e 90 refis; e uma última com 180 refis, sendo 90 com dosagem de 4 UI e 90 com 8 UI. Cada caixa vem com dois inaladores e a dosagem será definida pelo médico.

O uso do acessório é relativamente simples. O paciente deve encaixar o cartucho com a insulina em pó em um inalador, fechar o dispositivo, de modo que o pó já estará liberado. Por fim, ele inala a substância, que chega rapidamente ao pulmão. Ao ser absorvida pela membrana pulmonar, ela se espalha pela corrente sanguínea. Leia mais ›


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Farmaindex: tudo sobre medicamentos em um só lugar

Farmaindex: tudo sobre medicamentos em um só lugar

(Texto atualizado em 14/09/2020 às 03:22 pm)

Farmaindex – Lançada há dois meses, a plataforma profissional Farmaindex reúne, em um único local, todas as informações sobre medicamentos, sejam elas comerciais, técnicas, científicas ou tributárias. A ideia surgiu depois que o fundador Wilton Torres percebeu a dificuldade e a demora de ter que buscar esses dados em múltiplos locais. O profissional atuou por mais de 20 anos na área de distribuição de medicamentos de alta complexidade (oncológicos e de alto custo).

“Era sempre um problema para as empresas de distribuição quando chegava um medicamento novo e as informações tinham que ser pinçadas em vários locais diferentes. Para efetuar um único cadastramento levava horas”, afirma Torres. Segundo o executivo, o objetivo foi criar um grande repositório de dados mensais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e de outras instituições não governamentais de todos os medicamentos existentes no país, seja um analgésico ou até um biológico de alta complexidade.

A plataforma é gratuita e a maioria dos usuários é formada por farmacêuticos, distribuidores (compras, venda e área técnica), além de compradores e faturistas de clínicas e hospitais. Já fazem uso da plataforma empresas como a Profarma Specilaty, a Sol Medicamentos e o Grupo Onco Prod Sar.

“Trata-se de uma plataforma única no mercado, que agiliza o tempo do profissional, que pode cruzar informações sobre pesquisas científicas, tipo e grupo farmacológico dos medicamentos, dados do fabricante, evolução e comparativo de preços desde 2010 até a data atual, dados de estabilidade e temperatura de armazenamento ou qual o fator de desconto em vendas para o governo, finaliza.

Fonte: Redação


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Oferta de leitos hospitalares no Brasil traz resultados reveladores da nossa Saúde

Em recente estudo da área de Saúde que realizamos focado na disponibilidade de leitos hospitalares no Brasil, observamos que o país não alcança os números recomendados pelo próprio Ministério da Saúde. Mas quando analisamos os dados referentes ao segmento da saúde suplementar, constatamos que vários estados apresentam resultados comparáveis a países desenvolvidos.

No Brasil, o número de leitos por mil habitantes é de 2,2, inferior à recomendação (revogada em 2015, mas ainda assim um parâmetro de comparação) do Ministério da Saúde de 2,5 leitos para cada mil habitantes. No entanto, considerando as grandes dimensões geográficas brasileiras, além das diferenças econômicas, sociais e populacionais, a análise do número de leitos por mil habitantes para cada estado é mais coerente.

Observando os números, percebemos que apenas 3 dos 27 estados brasileiros alcançam a recomendação do Ministério da Saúde de 2,5 leitos para cada mil habitantes, sendo eles o Distrito Federal, Rondônia e o Rio Grande do Sul. Os números obtidos ainda nos permitem realizar alguns insights a fim de termos padrões comparativos com outros países.

Rondônia, o estado brasileiro de maior número de leitos a cada mil habitantes, possui índice semelhante à Turquia (2,65) e superior a outros países em desenvolvimento como México e Peru (1,5 e 1,6 respectivamente). Sergipe, o estado cujo número de leitos a cada mil habitantes é o menor no Brasil, conta com números semelhantes ao de países como Paraguai (1,3), Quênia (1,4) e Indonésia (1,2). Já São Paulo, o estado mais populoso, tem índice semelhante ao do Chile, outro país latino-americano em desenvolvimento (2,2).

Mas o cenário muda na saúde suplementar, quando consideramos apenas o segmento privado. Nesta situação, 24 dos 27 estados brasileiros alcançam a recomendação do Ministério da Saúde – apenas Amazonas, Rio Grande do Norte e São Paulo mostram números aquém da recomendação. Se radiografamos apenas a saúde suplementar do Brasil, o estado com o maior número de leitos a cada mil habitantes é o Tocantins, com o número de 8,13. Em seguida, aparecem Rondônia, com 6,94 leitos/1000 habitantes e, em terceiro lugar, Goiás, com 5,41.

Podemos destacar então que a unidade da Federação com maior número de leitos por 1000 habitantes, o Tocantins, mostra índice semelhante ao de países como Alemanha (8,27) e Rússia (8,17). O Amazonas, estado cujo número de leitos por 1000 habitantes é o menor do país, traz um número semelhante ao de países como Botsuana (1,8), Peru (1,6) e Zimbábue (1,7).

São Paulo, com maior número de beneficiários de planos de saúde do país, projeta números próximos ao recomendado pelo Ministério da Saúde, e pode ser comparado a países europeus como a Dinamarca (2,5), Irlanda (2,76) e outros países em desenvolvimento, como a África do Sul (2,8).

Por fim, esses dados, levantados junto ao DataSUS e ao site da Organização Mundial da Saúde (WHO), nos permite concluir que a saúde no Brasil precisa evoluir no aspecto de disponibilidade de leitos hospitalares, mas que o cenário comparado a outros países não é tão negativo quanto a percepção obtida através da imprensa pode sugerir. Por outro lado, restringindo o estudo ao cenário da saúde suplementar, o Brasil conquistou um padrão positivo que deveria ser perseguido também pela saúde pública.

Sobre o autor

Adriel Branco é diretor da XVI Finance e Adriano B. Rodarte é analista da XVI Finance.


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Receitas médicas passam a ter validade indeterminada

PFARMA

(Texto atualizado em 31/07/2020 às 05:58 pm)

Receitas médicas ou odontológicas de medicamentos sujeitos a prescrição e de uso contínuo agora passam a ter validade indeterminada, pelo menos enquanto perdurarem as medidas de isolamento para contenção do surto da Covid-19. Foi publicada nesta terça-feira, dia 28/07, a Lei nº 14.028/2020. A legislação se sobrepõe a eventuais legislações estaduais que fixam prazos para as receitas.

“As novas regras não valem para medicamentos de controle especial – medicamentos regulados pela RDC/Anvisa nº 20/2011, Portaria SVS/MS – 344/1998 e RDC nº 405/2020, sobre os medicamentos relacionados à Covid-19 (Hidroxicloroquina, Cloroquina, Ivermectina e Nitazoxanida) ”, explica o conselheiro federal de Farmácia pelo estado de Rondônia, Jardel Teixeira de Moura, que é membro do Grupo de Trabalho sobre Farmácia Comunitária, do Conselho Federal de Farmácia.

A Resolução RDC nº 357/2020 aumenta temporariamente as quantidades máximas de medicamento permitidas em Notificações de Receita e Receitas de Controle Especial, ou seja, que poderão ser prescritas em tais receituários. Isso vale para as receitas digitais, ressaltando-se o casos em que as mesmas são permitidas – antimicrobianos (RDC/Anvisa nº 20/2011) e medicamentos controlados das listas C1 e C5 e dos adendos das listas A1, A2 e B1 (Portaria SVS/MS – 344/1998). Lembrando que, conforme Lei nº 13.732/2018 as receitas têm validade em todo o território nacional, independentemente da unidade federada onde foram emitidas.

Foi vetado o trecho do projeto de lei que autorizava a retirada de medicamentos por terceiros, sem a presença do titular da receita, com a apresentação de uma declaração. Na justificativa para o veto, a Secretaria Geral da Presidência da República explicou que “o dispositivo cria uma exigência que poderá vir a ser estendida a todos os casos e, por consequência, burocratizar o atendimento nas farmácias”.

Ressalta-se que, conforme a Portaria SVS/MS nº 344/1998 e a Portaria nº 6/1999, a quantidade de medicamento é item obrigatório de preenchimento da receita, não podendo haver dispensação sem que conste tal informação no receituário controlado. Para estabelecer a quantidade a ser dispensada, o farmacêutico deverá observar a posologia e a quantidade prescrita pelo médico, sempre se atendo às quantidades máximas estabelecidas pela legislação, as quais não poderão ser ultrapassadas. Conforme previsto no Art. 14, da Lei nº13.021/2014, “cabe ao farmacêutico, na dispensação de medicamentos, visando a garantir a eficácia e a segurança da terapêutica prescrita, observar os aspectos técnicos e legais do receituário.”

No caso das receitas que apresentam a informação “USO CONTÍNUO”, sem que esteja definida a quantidade de medicamento, o farmacêutico poderá dispensar até a quantidade máxima de medicamento estabelecida pela legislação. Lembrando que a quantidade sempre deverá ser calculada de acordo com a posologia prescrita pelo médico. No entanto, a descrição “USO CONTÍNUO” deve constar na receita, ou seja, deve ter sido aposta pelo profissional prescritor. Dessa forma, ressaltamos que a legislação não permite a dispensação de quantidades adicionais de medicamentos controlados nos receituários, além daquelas já prescritas pelo médico.

Vale ressaltar que assim como a RDC 357/2020, a Portaria do Ministério da Saúde nº 467/2020, que regulamenta a receita digital, tem caráter emergencial e vigorará por tempo limitado.

Para ver a íntegra da nova lei, acesse – http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.028-de-27-de-julho-de-2020-268918657

Fonte: PFARMA Com informações da Equipe de Comunicação do CFF


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Semana Mundial de Uso Consciente de Antibióticos: recomendações

Semana Mundial de Uso Consciente de Antibióticos: Dia 1 - Mudança de consciência e comportamento

(Texto atualizado em 28/07/2020 às 12:20 pm)

A Semana Mundial de Uso Consciente de Antibióticos foi criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2015 por meio do Plano de Ação Global em Resistência aos Antimicrobianos.

Neste movimento, a entidade faz recomendações aos pacientes e profissionais da saúde, atuantes em diferentes setores, sobre como combater este problema de saúde pública.

Conheça as recomendações aos pacientes:

  • Utilizar antibiótico somente mediante a receita de um profissional habilitado;
  • Não reaproveitar antibióticos que sobraram de tratamentos anteriores;
  • Não dividir o medicamento com outra pessoa, pois as infecções podem ser diferentes;
  • Não tomar antibiótico para gripe, pois é causada por um vírus e não é tratada com esse tipo de medicamento.
  • Sempre consultar um médico antes de consumir medicamentos, pois, na maioria dos casos, eles não são necessários;
  • Terminar o tratamento, conforme a orientação do médico, mesmo que já se sinta melhor;
  • Prevenir infecções com medidas simples, como lavar as mãos, manter a vacinação em dia, cobrir nariz e boca ao espirrar e fazer sexo protegido.

Já para os profissionais responsáveis pela prescrição, as recomendações são:

  • Investigar o tipo de agente que pode estar causando a doença;
  • Buscar evidências clínicas, laboratoriais ou por imagem para o diagnóstico;
  • Verificar qual parte do corpo concentra a infecção;
  • Informar-se sobre o perfil de sensibilidade dos antibióticos utilizados em seu hospital antes de prescrever;
  • Conversar com outros especialistas;
  • Monitorar o paciente e reduzir a prescrição quando possível.

Aos demais profissionais da saúde, tais como enfermeiros e farmacêuticos, recomenda-se:

  • Cuidar da limpeza das mãos, instrumentos de trabalho e ambiente no serviço de saúde;
  • Verificar se os antimicrobianos estão prescritos conforme as diretrizes de tratamento antes de dispensá-los ou administrá-los;
  • Relatar os casos de resistência à comissão de controle de infecção hospitalar;
  • Orientar os pacientes sobre o uso correto dos antimicrobianos e os riscos da automedicação;
  • Conversar com o paciente sobre a prevenção de infecções como vacinação, higiene das mãos, sexo seguro entre outros.

Fique atento! A prevenção é sempre o melhor remédio!

Referência: Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Hora de ajudar na luta contra superbactérias. Novembro de 2017.


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Johnson & Johnson recebeu 13 prêmios relacionados ao ambiente de trabalho em 2019

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 08:22 pm)

johnson e johnson j e j

Em 2019 a Johnson & Johnson recebeu 13 prêmios por criar um ambiente de trabalho feliz, saudável e diverso para aqueles que trabalham com a missão de transformar a história da saúde na humanidade.

Dentre eles estão:

TOP Companies LinkedIn
TOP 50 Companies Open Startups
22 empresas mais humanizadas do Brasil
GPTW For All Mulher
GPTW 10 empresas que se destacam em políticas LGBTQI+
GPTW Melhores empresas para se trabalhar no Brasil
GPTW Primeira Infância
GPTW 10 melhores empresas para PCDs
GPTW Melhores empresas para se trabalhar em SP
InfoJobs Best CEO
InfoJobs Best Place to Work
Gartner Supply Chain
TOP 10 Carreira dos sonhos – Média e Alta liderança


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Regulamentação da telemedicina faz disparar o uso da prescrição digital nas drogarias brasileiras

Regulamentação da telemedicina faz disparar o uso da prescrição digital nas drogarias brasileiras

Mais de 22 mil farmácias já aderiram à plataforma de prescrição digital da Memed desde o início da pandemia

A pandemia provocou uma série de mudanças importantes, entre elas, a forma como os médicos fazem as prescrições e também como as pessoas compram seus medicamentos de uso contínuo ou que são receitados após uma teleconsulta, modalidade que emergiu nesse cenário. As farmácias também tiveram que se adaptar para receberem a receita digital e dispensarem os medicamentos usando o novo formato do documento. De acordo com a Memed , heathtech de prescrição digital, o que antes era somente um piloto, restrito às grandes redes, já é uma realidade em mais de 22 mil drogarias em todo país. A plataforma da Memed é 100% gratuita para médicos e drogarias e suas receitas podem ser assinadas por diversos tipos de certificados padrão ICP-Brasil , seguindo todos os padrões e orientações do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Farmácia (CFF).

A adesão à receita digital não é uma exclusividade das grandes redes detentoras das principais bandeiras de farmácias do Brasil, abrange também as chamadas redes independentes. São já 867 diferentes bandeiras no Brasil. São Paulo é Estado com maior número de bandeiras aceitando (318), Minas Gerais aparece na segunda colocação (124), seguido de Paraná (101) e Rio Grande do Sul (100). No caso das farmácias independentes, 49 das 58 lojas (84,48%) associadas à Febrafar (Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias) já fazem uso da plataforma da Memed. Leia mais ›


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Legislação e regulamentações, ANVISA





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