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Pharlab conclui expansão de fábrica – ASCOFERJ

Pharlab termina nova fábrica

Política de Privacidade


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2) Todas as informações coletadas dos usuários trafegam de forma segura.

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Política AntiSpam


A Ascoferj tem uma política AntiSpam e segue as regras e boas práticas de marketing, não enviando e-mails que caracterizem um spam. A Ascoferj obedece todos os critérios do Código de Auto-regulamentação para a Prática de E-mail Marketing (CAPEM – www.capem.org.br).

Definição de Spam


Spam é um e-mail enviado para uma pessoa sem a permissão de quem recebe a mensagem. Geralmente, são enviados para endereços de e-mails comprados em lista de mailing, base de dados de terceiros ou e-mails capturados por meio de softwares que fazem varreduras em sites e listas de discussão.


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Pazuello garante compra de vacina da Janssen

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, nesta quinta-feira (7), que o governo federal vai comprar doses da vacina contra a Covid-19 que estão sendo produzidas pela norte-americana Janssen, divisão farmacêutica  da Johnson & Johnson.

Em pronunciamento no Palácio do Planalto, Pazuello fez elogios ao imunizante que está sendo desenvolvido pela Janssen, destacando que seus técnicos afirmam se tratar da “melhor negociação”. Contudo, ele disse que “infelizmente” só foram oferecidas 3 milhões de doses ao Brasil a partir do abril ou maio. “Para não deixar dúvida, nós comparemos a vacina da Janssen”, ressaltou.

O ministro disse também que o governo federal está em negociação com o laboratório Moderna, mas citou que a dose do imunizante é de US$ 37 –seriam necessárias duas por pessoa — e que a previsão inicial de entrega a partir de outubro de 2021. Em comparação, o custo da vacina da AstraZeneca negociada pelo governo federal, que será produzida pela Fiocruz, é de US$ 3.

Assim como fez em pronunciamento na véspera em cadeia nacional de rádio e TV, Pazuello novamente se queixou das exigências da Pfizer para a venda ao Brasil. Ele citou quatro condicionantes apresentadas, entre elas a isenção de responsabilidade por eventuais efeitos colaterais pela vacina, e ainda mencionou a baixa quantidade de doses que poderiam ser ofertadas.

“Isso tudo obviamente faz com que a gente não consiga contratar a Pfizer”, avaliou. “Queremos que a Pfizer nos dê o tratamento compatível com o nosso país, amenize essas cláusulas. Não podemos assinar dessa forma”, reforçou. Em nota, a Pfizer afirmou que as cláusulas que estão sendo negociadas “estão em linha com os acordos que fechamos em outros países do mundo – inclusive na América Latina.

O ministro disse ainda que está em negociações com a União Química a fim de que a vacina russa Sputnik V possa vir a ser fabricada no Brasil e comprada pelo governo. Ele não deu detalhes sobre as quantidades que estão sendo discutidas.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Leia também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2021/01/07/injecao-em-farmacias-e-atividade-insalubre-diz-tst/


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Nova líder da ePharma na área de operações

Nova líder da ePharma na área de operações

A farmacêutica Bruna De Vivo acaba de assumir o cargo de diretora associada de operações PBM e Redes da ePharmahealth tech pioneira no gerenciamento de programas de benefícios de medicamentos. Trata-se da primeira mulher a assumir uma diretoria executiva de uma área estratégica da empresa.

“Nosso principal desafio será focar no engajamento dos beneficiários finais, dentro de uma realidade cada vez mais digital e num contexto ainda de pandemia, a fim de manter um crescimento efetivo”, ressalta a executiva.

Em maio, Bruna completa 20 anos de atuação na ePharma, na qual foi inicialmente contratada para montar uma central de atendimento técnico farmacêutico. Depois de seis meses foi promovida a gerente técnico científico, período em que aprimorou o banco de dados de medicamentos da health tech e desenvolveu os relatórios técnicos farmacêuticos.

A executiva também permaneceu mais de dez anos trabalhando junto à indústria farmacêutica nas áreas comercial e de suporte de operações dos programas de desconto, que depois viria a se tornar um dos produtos mais rentáveis da companhia. Outro desafio foi comandar a área de relacionamento de operações da rede credenciada, onde atuou. Em 2018 também assumiu a operação dos programas de PBM corporativo e da indústria farmacêutica.

Bruna foi membro da Comissão de Saúde do Conselho de Farmácia de São Paulo entre 2009 e 2010, formou-se na Faculdade de Farmácia da Unisantos e cursou MBA na Fundação Dom Cabral, além de especialização em saúde pela PUC-SP.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Grupo Fini anuncia marca corporativa global

Grupo Fini anuncia marca corporativa global

The Fini Company engloba as marcas Fini e Dr. Good que, juntas, representam cerca de 50% dos negócios do grupo

Em comemoração aos 50 anos do grupo na Espanha e 20 anos no Brasil, nasce em 2021 a The Fini Company.

A marca corporativa do grupo que abarca as marcas Fini e Dr. Good. 

Como símbolo dessa integração global, o Brasil foi escolhido para liderar o projeto e reunir todas as empresas, com o propósito de unificar imagem, valores e a estrutura para o futuro dos negócios.

Para dar vida ao projeto, o grupo também contou com a FutureBrand São Paulo, consultoria global de branding focada na criação de future-proof brands.

No Brasil, a Fini é líder no segmento de candies, e Dr. Good é a primeira linha completa de suplementos vitamínicos em formato de goma.

Grupo Fini anuncia marca corporativa global

Juntas, as marcas representam cerca de 50% dos negócios do grupo, que cresce no País a um ritmo de dois dígitos por ano, nos últimos dez anos. 

Então, para suportar esse crescimento, foram investidos no Brasil desde 2018 aproximadamente R$ 60 milhões em ampliação de fábrica, novos equipamentos e tecnologias.

Atualmente, a empresa também conta com mais de 1.400 colaboradores, mais de 300 produtos em seu portfólio, 200 mil pontos de venda e 90 franquias.

O plano da The Fini Company para os próximos anos é, portanto, fortalecer cada vez mais as marcas com a expansão acelerada dos negócios em todo o mundo.

“Protagonistas em seus países, Brasil e Espanha, agora mais unidos, abrem uma frente de trabalho colaborativo ampliada, que fortalece principalmente as exportações e a atuação em novos mercados e canais”, conclui o diretor-geral da The Fini Company Brasil, Donizeti Ferreira.

Fonte: Fini

Foto: Shutterstock


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Brasil registra 1.075 mortes pela covid-19, maior balanço diário desde setembro

Os registros de mortes por covid-19 nas últimas 24 horas chegaram a 1.075, o maior para um só dia desde 15 de setembro, de acordo com o consórcio de veículos de imprensa. Já a média móvel de mortes, que contabiliza as oscilações dos últimos sete dias e elimina distorções entre um número alto de meio de semana e baixo de fim de semana, ficou em 633.

No total, o Brasil registrou 192,716 mortes por covid-19 e 7.564.117 pessoas contaminadas, segundo o balanço mais recente do consórcio formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde. Os dados foram divulgados às 20h.

De acordo com o Ministério da Saúde, 6.647.358 pessoas se recuperaram da doença.

Consórcio dos veículos de imprensa

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

Fonte: IstoÉ


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OMS inclui 16 remédios para câncer nos sistemas públicos de saúde

A OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou a inclusão de 16 novos medicamentos para tratar o câncer na Lista-Modelo de Medicamentos Essenciais para Adultos e Crianças. Agora a organização considera como prioritários para o tratamento oncológico um total 46 fármacos, que devem ser oferecidos no sistema público de todos os países. Os novos medicamentos foram sugeridos à organização por um estudo feito por 90 médicos espalhados pelo mundo.

Um dos colíderes da força-tarefa do estudo, Gilberto Lopes, do Centro Paulista de Oncologia do Grupo Oncoclínicas do Brasil, ressaltou que esta foi a maior inclusão de medicamentos desde a criação da lista, em 1977. ‘Ficamos muito contentes que a OMS aprovou 16 das 22 drogas que sugerimos. Elas têm impacto significativo na sobrevida e, muitas vezes, na qualidade de vida dos pacientes’, informou Lopes. ‘Ela inclui alguns medicamentos que já são genéricos, mas também de alguns de alto custo, como o trastuzumab, o imatinib e o rituximab, que são usados para tratamento de câncer de mama, mieloide crônica e linfoma, respectivamente’.

Medicamentos já disponíveis

O oncologista lembrou que o SUS (Sistema Único de Saúde) oferece vários dos medicamentos recém incluídos na lista, mas alguns são restritos a tratamentos específicos. Ele citou, como exemplo, o trastuzumab que.está aprovado no SUS somente para o tratamento adjuvante, que é posterior à cirurgia, para prevenir que a doença volte.

‘A lista da OMS agora também inclui a droga para o tratamento de pacientes com a doença mais avançada, metastática, para que elas vivam melhor e por mais tempo. Essa é uma das novidades da lista deste ano, incluímos não só os remédios, mas também as indicações para as quais eles são considerados essenciais’, declarou.

Lopes comemorou também o fato de a OMS ter sinalizado que a atualização da lista-modelo passará a ser anual ou bienal. ‘A última revisão ocorreu há mais de uma década, mas conseguimos chegar a um acordo de que essas revisões devem ser periódicas e não só quando há pressão muito grande de pacientes e médicos. Assim, poderemos tentar incluir na próxima revisão alguns medicamentos que consideramos muito importantes, mas que não estão na lista’, disse.

Fonte:


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Farmácias ultrapassam 2 milhões de testes rápidos da COVID-19 em 2021

Os testes rápidos de COVID-19, que podem ser feitos em farmácias, ultrapassaram os 2 milhões no Brasil, só em 2021. Esse número, em três meses, é maior do que 2020 inteiro.

Além disso, segundo a CNN, a taxa de resultados positivos está chegando a 25%. O número passou de 15% para 23%.

Entre 1 de janeiro e 14 de março, foram 2,045 milhões de testes. Em 2020, esse valor foi inferior, chegando a apenas 13 mil.

Os dados são da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), divulgados pela CNN Brasil.

O teste rápido é feito apenas com algumas gotas de sangue do dedo. Elas são colocadas num objeto pequeno de plástico, que são levados até o reagente para detectar o vírus.

O reagente é usado pois quando entra em contato com a substância, é capaz de mudar a cor, indicando a presença de anticorpos do vírus. Por isso, se a pessoa tiver tido contato com o vírus, produzirá anticorpos.

Assim, o resultado vai ser positivo e deve aparecer duas faixas no mostrador do objeto. Se aparecer só uma, o resultado é negativo. Se não aparecer nenhuma faixa, o teste deverá ser refeito.

Fonte: Rádio Metropolitana FM


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Covid-19: Conselho de Farmácia refuta cruzada sobre uso de ivermectina

Nas redes sociais há uma cruzada para que a população use a ivermectina para salvar o Covid-19. O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) alerta que não há evidências clínicas de que este medicamento esteja auxiliando no remédio Covid-19. a empresa farmacêutica MSD (Merck Sharp e Dohme), que produz ivermectina, disse em entrevista ao portal UOL em fevereiro deste ano que ainda não havia evidências de que a droga tenha algum benefício ou seja eficaz no remédio do covid-19.

O presidente da CRF/AL, Robert Nicio, expressou medo de replicar dados falsos que estimulem a automedicação, representa uma ameaça à aptidão da população. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estima que 18% dos óbitos por intoxicação no Brasil podem ser atribuídos à automedicação.

‘A automedicação é um desafio em nosso país. A ivermectina é uma praga de baixa toxicidade desde que seja indicada e usada corretamente, no entanto, o que tem sido observado é o uso indiscriminado desse medicamento e o resultado tem sido hepatite medicamentosa em alguns pacientes’, ressaltou.

Em segundo lugar, o presidente, o que tem acontecido, é que diante de tantos dados sobre os remédios medicamentosos do covid-19, a população vai à farmácia comprar a droga, sem a intervenção de um profissional de fitness e usa-a incorretamente. A prevenção consiste em seguir medidas de aptidão física da distância social, lavagem das mãos, uso de álcool gel e não aglomeração’, enfatizou.

E alerta que ao receber tais informações, o público busca a veracidade do profissional de aptidão em que confia, bem como páginas de confiança, como o site do Ministério da Saúde, a página do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas e o Conselho Federal de Farmácia. ‘Evite que as mídias sociais sejam informadas sobre medicamentos, remédios e doenças’, aconselhou.

Fonte: Nas Notícias


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‘Medicamentos estão sendo usados irracionalmente’, alerta farmacêutico

O uso de remédios sem eficácia comprovada para tratar a Covid-19, como a hidroxicloroquina, pode trazer efeitos colaterais sérios. O primeiro estudo nacional sobre o tema confirma a ocorrência de ao menos 631 reações adversas a medicamentos em 402 indivíduos com a infecção.

Veja também: Reaberta consulta sobre canabidiol para epilepsia refratária

O trabalho analisou registros entre março e agosto de 2020 no Vigimed, sistema de Farmacovigilância brasileiro, que reúne notificações espontâneas de efeitos colaterais feitas por profissionais de saúde e cidadãos.

Cerca de 60% das reações foram provocadas pela hidroxicloroquina. Ela e a cloroquina, sua parente, estiveram por trás de danos graves, em especial ao coração. A azitromicina, que também já demonstrou não ter benefícios em estudos, foi associada a 10% das ocorrências. A pesquisa foi publicada no periódico Cadernos de Saúde Pública.

Conversamos com o autor principal do estudo, o farmacêutico José Romério Rabêlo, especialista da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sobre o levantamento e o uso de fármacos off-label no combate à Covid-19. Para ele, os dados mostram apenas parte do problema, que tende a se agravar com a explosão da venda da ivermectina e outras drogas, observada depois que os dados foram colhidos.

A pedido do próprio Rabêlo, devemos informar que essa entrevista é de inteira responsabilidade dele e não expressa, necessariamente, a opinião da Anvisa ou da Organização Mundial da Saúde (OMS).

VEJA SAÚDE: Que lições podemos tirar do trabalho? O que esses achados indicam?

José Romério Rabêlo Melo: Esse é o primeiro estudo brasileiro com os dados de notificação voluntária de reações adversas a medicamentos (RAM), ocorridos em pacientes com Covid-19, encaminhadas ao Sistema Nacional de Farmacovigilância. Nele foram identificadas as RAM associadas ao uso de medicamentos sem indicação terapêutica aprovada para o combate da doença, em especial para a hidroxicloroquina e cloroquina, pois foram os únicos associados a reações adversas graves, principalmente em pacientes idosos [o estudo foi feito com dados colhidos até agosto, período em que a ivermectina ainda não estava no centro do debate sobre o tratamento da Covid-19].

Nossos resultados indicam que, nos tempos de incerteza em que vivemos, é muito importante considerar a eficácia e a segurança aprovada em ensaios experimentais de medicamentos. Como lição aprendida neste estudo, também devemos reforçar a notificação de casos suspeitos e as análises sistemáticas dos registros, para identificar precocemente riscos e fortalecer as melhores práticas regulatórias de fármacos durante a pandemia.

É possível que haja uma subnotificação de casos de reações adversas medicamentosas relacionadas ao uso de cloroquina e azitromicina?

Sim. Inclusive deixamos isso evidente no nosso artigo, quando comentamos os dados apresentados em um estudo cearense sobre as RAM em pacientes de Covid-19 daquele estado. As notificações do trabalho não chegaram na base nacional do sistema brasileiro de farmacovigilância. Além do mais, 11 estados brasileiros não encaminharam ainda nenhum caso suspeito de RAM em seus pacientes com Covid-19.

Essa subnotificação ocorre por que os dados são obtidos, em sua maioria, pela vigilância passiva, com notificações espontâneas. O método apresenta uma boa relação custo/efetividade, no entanto a subnotificação pode chegar a 95% dos casos. Essa é uma barreira que dificulta a Anvisa a tomar medidas de intervenção mais efetivas em relação à segurança de medicamentos no Brasil.

Há planos de estudar também outras drogas do chamado ‘kit Covid’, como a ivermectina?

Sim. Nessa primeira análise, já foram verificadas poucas notificações envolvendo a ivermectina. No entanto, acreditamos que as próximas pesquisas tendem a identificar um número maior de reações associadas a esse fármaco. Isso porque foi a partir da divulgação maciça do ‘kit Covid’, no início do segundo semestre de 2020, que esse medicamento passou a ser mais consumido e muitas vezes estimulado por uma enxurrada de informações na mídia e nas redes sociais.

Essa avalanche de informações, a chamada infodemia, gera medo e confusão, levando os consumidores a uma corrida sem precedentes para adquirir os remédios que fazem parte desse kit. Entram na lista ivermectina, a nitazoxanida, além dos suplementos de zinco e das vitaminas C e D, que podem ser adquiridos sem a prescrição médica.

Segundo os dados levantados pela consultoria especializada em mercado farmacêutico IQVIA, a venda de ivermectina cresceu 466% no acumulado de 2020 até novembro, na comparação com o mesmo período de 2019. É importante destacar que a ivermectina, diferente da azitromicina e cloroquina, é vendida sem nenhum controle nas farmácias brasileiras e isso facilita ainda mais o acesso e o uso irracional desse medicamento.

Quais são os riscos para a saúde do uso de vários medicamentos combinados para casos leves de Covid-19?

O uso de cinco ou mais medicamentos ao mesmo tempo se classifica como polifarmácia. Essa prática está associada ao aumento do risco e da gravidade das RAM, da toxicidade e de erros de medicação, além de elevar os custos com a manutenção da saúde e a morbimortalidade.

No contexto da pandemia, não existe nenhuma evidência científica disponível de que qualquer medicamento, exceto as vacinas, sejam eficazes e seguros para impedir o agravamento ou prevenir o adoecimento pela Covid-19.

Além disso, já foram emitidos alertas sobre importantes efeitos colaterais da cloroquina e da hidroxicloroquina, como exemplo as reações que afetam o sistema cardíaco, como o prolongamento do intervalo QT e taquicardias. A Merck (MSD), maior fabricante da ivermectina no mundo, diante do expressivo aumento de vendas, afirmou que até o momento os dados disponíveis não suportam a segurança e eficácia desse fármaco contra a Covid-19.

Da mesma forma, a Anvisa e a Rede CoVida/Cidacs/Fiocruz se manifestaram contra os ‘kits’ divulgados, em especial a ivermectina, e alertam a população sobre o risco do fármaco. Por isso, a OPAS recomenda que eles sejam usados apenas no contexto de estudos devidamente registrados, aprovados e eticamente aceitáveis.

Você acredita que há uma banalização do uso de medicamentos no país?

Sim. Essa banalização, no contexto da Covid-19, tem influências claras da grande quantidade de informações que circulou e circula na mídia e nas redes sociais e até mesmo pela pressão que a sociedade exerce junto aos médicos para prescrição dos tratamentos precoces.

Que conselhos daria aos profissionais que ainda prescrevem essas drogas para a Covid-19?

Na pandemia, o médico deve fazer uma análise criteriosa sobre os riscos e os benefícios dos medicamentos. Em casos de dúvidas, o ideal é procurar o Centro de Farmacovigilância de sua cidade, a Gerência de Risco ou Núcleos de Segurança do Paciente, nos hospitais, para ter maiores informações sobre os compostos e o perfil das reações adversas na sua comunidade. Em várias cidades brasileiras existem também os Centros de Informações de Medicamentos – CIM, que são unidades operacionais que proporcionam informação técnico-científica sobre fármacos de forma objetiva e oportuna.

Fonte:  


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Médicos alertam para importância de tomar a segunda dose da vacina no prazo estipulado

Médicos alertam para importância de tomar a segunda dose da vacina no prazo estipulado

A segunda dose da CoronaVac precisa ser tomada num intervalo de 14 a 28 dias; e a segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca, em 12 semanas

Com o número ainda bem reduzido de vacinas no Brasil, os médicos alertam sobre a importância de garantir a aplicação da segunda dose no prazo certo para uma imunização completa.

Das dez vacinas aprovadas em todo mundo para uso definitivo ou emergencial, só uma não exige uma dose de reforço.

A CoronaVac, desenvolvida pela Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e a da universidade de Oxford feita com o laboratório AstraZeneca  devem ser aplicadas em duas etapas.

Mesmo diante da escassez de vacinas, o Ministério da Saúde (MS) vai aplicar as duas doses no prazo indicado pelos fabricantes.

Uma decisão que os especialistas consideram acertada já que os estudos mostram que, dessa forma, é possível atingir a eficácia máxima das vacinas.

Nós temos que respeitar os dados que a gente tem de eficácia nos intervalos que foram estudados. São vacinas novas que estão portanto com licenciamento emergencial. Assim, nós não temos os dados do que um intervalo maior pode representar”, afirmou a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Monica Levi.

Por isso, a importância de garantir em todos os postos de vacinação, assim, a segunda dose para quem se vacinar.

Para isso, é preciso então também saber os detalhes de quando as vacinas e os insumos estarão de fato disponíveis.

“Precisamos de certeza da continuidade de fabricação e dos prazos de entrega para gente poder fazer um planejamento com datas para todos os grupos prioritários”, alertou Monica Levi.

Todavia, sempre é bom lembrar que a segunda dose da CoronaVac, do Instituto Butantan, precisa ser tomada num intervalo de 14 a 28 dias; e a segunda dose da vacina de Oxford/AstraZeneca, da Fiocruz, em 12 semanas.

Covid-19: tomei a vacina e agora? 

Fonte: G1

Foto: Shutterstock


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Brasil fecha 2020 com retração de 1,5% no setor de produtos para a saúde

A queda na produção doméstica foi de 22,2%, mais severa do que a verificada na indústria de transformação brasileira como um todo, que acumulou diminuição de 4,6%, em 2020


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Sanofi premia as 10 melhores transportadoras de medicamentos

Pela segunda vez a Sanofi Brasil premia seus fornecedores na área de logística em transporte aéreo e rodoviário. O Carrier Award, reconhecimento criado pela farmacêutica para os parceiros, acaba de anunciar as 10 transportadoras que mais que contribuíram para criar diferenciais que resultam em melhorias na chegada de medicamentos a quem mais precisa deles.

Os vencedores de 2020 são:

  • Categoria COLD LTL: Line Express (1º lugar) e DHL (2º lugar)
  • Categoria COLD FTL: Polar (1º lugar) e KGT (2º lugar)
  • Categoria DRY LTL: Mira (1º lugar), FEDEX (2º lugar) e Solística (3º lugar)
  • Categoria DRY FTL: KGT (1º lugar), Jade (2º lugar) e Contínua (3º lugar)

São vencedoras pela segunda vez as transportadoras Line Express, Polar Truck e KGT.

Os critérios de avaliação se basearam em seis pilares: Cumprimento de Requisitos de HSE (Saúde, Segurança e Meio Ambiente), Cumprimento de Requisitos de Qualidade, Prestação de Serviço (transportes e logística reversa), Satisfação do Cliente, Gestão de Riscos Logísticos; e reconhecimento de Destaque e Inovação.

Dentro destas categorias foram considerados itens como garantir a execução de todos os processos operacionais com segurança, seguindo todas as regras aplicáveis ao carregamento e descarregamento e respeito ao meio ambiente; garantir certificações sanitárias; status de qualificação de auditoria; aderência aos planos de ação; minimizar riscos de excursão de temperatura dos produtos perecíveis; garantir a informação sobre as coletas de devolução nos clientes; bem como promover a inovação e melhoria contínua dos processos, sistemas e serviços prestados. Em janeiro de 2021, foi realizada a média de pontuação dos 12 meses e aplicados os percentuais de cada categoria com seu devido peso.

“Pelo segundo ano consecutivo, a Sanofi faz questão de premiar seus prestadores de serviço em um dos setores mais importantes para nossa companhia, que mostra o total compromisso em melhorar a saúde das pessoas. Entendemos que, em um ano tão desafiador, isso só seria possível unindo forças aos nossos parceiros e que seria impossível chegar em todo território nacional sem eles”, declara Adriana Oliveira, Head de Supply Chain da Sanofi no Brasil.

Além da cerimônia virtual de premiação, os vencedores recebem os troféus de ouro, prata e bronze e um selo da certificação como reconhecimento da farmacêutica.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Farmácias São João alcançam a marca de 800 lojas

Farmácias São João alcançam a marca de 800 lojas

As Farmácias São João seguem seu plano de expansão e consolidação da liderança no varejo farmacêutico no Sul do País. A empresa inaugurou nesta segunda-feira, dia 15, a loja de número 800 na cidade de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS).

Com atuação no Rio Grande do Sul e também no Paraná e em Santa Catarina, a rede ocupa a quarta posição no ranking do grande varejo farmacêutico divulgado pela Abrafarma, tanto em faturamento como em número de lojas. O volume de PDVs é 70% superior ao da quinta colocada.

“As farmácias assumiram uma função ainda mais importante durante a Covid-19. Por isso investimos na capacitação dos profissionais, com treinamento para mais de 2 mil farmacêuticos, específico para a pandemia. A estrutura das lojas foi modernizada para o conforto dos 7 milhões de consumidores que frequentam as unidades mensalmente. E agora também contamos com salas de atendimento, estacionamento próprio e internet gratuita”, ressalta o presidente Pedro Henrique Brair.

A São João vem apostando em um novo modelo de farmácia, mais focado na prestação de serviços. Desde o ano passado, a rede oferece o teste do antígeno e o teste de anticorpos da Covid-19, em todas as cidades onde está presente. A oferta de serviços clínicos em mais de 500 salas passou a incluir verificação de pressão, glicose, colesterol, temperatura, teste de gravidez e vacinas.

“Somos um estabelecimento que vai muito além da venda de medicamentos e estamos na linha de frente. Prestar um serviço de saúde a todos faz parte da nossa essência”, enfatiza Brair. Para os seus mais de 14 mil colaboradores, a rede também lançou um programa de consultas por telemedicina, como suporte e prevenção durante a pandemia.

“Esses investimentos, somados a inovações como a primeira loja com drive thru na Região Sul, na cidade de Passo Fundo (RS), reforçam a preocupação em aprimorar a experiência no ponto de venda”, complementa.

Reconhecimento

A rede anuncia ainda que recebeu, pelo sexto ano consecutivo, o prêmio Top of Mind concedido pela revista Amanhã. Além de ser a companhia mais lembrada do setor farmacêutico, foi destaque na categoria mais nobre – a de Grande Empresa. A São João também foi, mais uma vez, a maior emissora de nota fiscal eletrônica do estado do Rio Grande do Sul entre todos os segmentos da economia local, segundo a Secretaria da Fazenda.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Sanofi anuncia primeiros testes de segunda vacina anticovid

SO grupo farmacêutico francês Sanofi anunciou nesta sexta-feira (11) o início dos primeiros testes em humanos de seu segundo projeto de vacina contra a covid-19, enquanto ainda testa o primeiro fármaco, que sofreu atrasos.

Sanofi e Translate Bio, uma empresa de biotecnologia americana, iniciarão um “teste clínico dividido em partes iguais para sua candidata à vacina contra a covid-19, baseada na tecnologia do RNA mensageiro”, afirma um comunicado.

Os testes, denominados de fase 1 e fase 2, acontecem com grupos reduzidos de voluntários.

Fonte: O DIA


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Anvisa tem plataforma para consulta de medicamentos

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) implementou uma plataforma para informações sobre vendas de medicamentos controlados. Com o objetivo de simplificar a busca, a agência disponibilizou em seu site um roteiro para consulta.

Para realizar a consulta, é necessário acessar o portal de serviços do Governo Federal e ir até a área “Saúde e Vigilância”, selecionar o item “Fiscalização” e, em seguida, “Medicamentos e Produtos para Saúde”. Após isso, clicar em “Consultar dados de vendas de medicamentos controlados, antimicrobianos e outros”. Nesta área, também é preciso selecione “Iniciar”. Seguindo esses passos, o usuário poderá acessar duas opções de pesquisa: venda de medicamentos industrializados e venda de medicamentos manipulados

Ao entrar nessas áreas, é possível levantar dados sobre a quantidade de fármacos vendidos no Brasil, por Estado e por município, além de ano, princípio ativo, entre outros. Também é possível gerar relatórios e gráficos.

Segundo a Anvisa, a novidade faz parte dos bancos de dados do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), que integra informações de farmácias e drogarias privadas, e do Datavisa, que comporta referências do cadastro de medicamentos registrados. Até então, os dados do SNGPC eram atendidos por meio da análise individual.

Para consultar informações acesse:

https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-dados-de-vendas-de-medicamentos-controlados-antimicrobianos-e-outros

https://dados.gov.br/dataset/venda-de-medicamentos-industrializados-sngpc


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Por um setor de distribuição mais relevante

Por um setor de distribuição mais relevante

Vinícius Andrade, presidente da Abradilan, elenca oportunidades para o setor de distribuição de medicamentos ampliar sua relevância em 2021. Esse mercado já abastece 65% do varejo farmacêutico nacional e sustenta crescimento de dois dígitos, mas ainda convive com desafios em relação à diversidade do mix, às margens estreitas e a diferenciais no serviço prestado a fornecedores da indústria e também a farmácias.

Contato: [email protected]


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Abradilan garante abastecimento de farmácias de forma ininterrupta

Abradilan garante abastecimento de farmácias

A Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos (Abradilan) informou que os seus 141 associados, que constituem 81 grupos farmacêuticos, cobrem 90% dos municípios brasileiros e atendem 90% das farmácias do País.

Vinicius Andrade, presidente da entidade, fala sobre a atuação dos associados: “Aproximadamente 65% de tudo o que é comercializado pelo varejo farmacêutico passa pela Abradilan. Quando falamos em medicamentos genéricos e similares, 45% de tudo que é comercializado no Brasil é abastecido pela Abradilan. O crescimento é constante e muitos associados estão expandindo e atuando em até nove estados”.

De acordo com o executivo, o diferencial da empresa é que ela conhece a fundo a regionalidade dos mercados e garante que os medicamentos cheguem aos pontos de venda, de forma que as farmácias abasteçam o consumidor final ininterruptamente.

Além disso, o distribuidor vende mais do que a caixa de medicamento, se preocupando com a saúde financeira da farmácia, investindo na qualificação do varejista. Essa atenção faz parte do planejamento estratégico da Abradilan há anos, já que o desafio das independentes é justamente a gestão e o acesso à informação.

“O distribuidor é o grande elo e o grande transportador de informação. Precisamos atuar como verdadeiros consultores para prosperar e gerar valor ao cliente, fornecedor e funcionários. Não pode ser uma relação transacional, só de compra e venda”, completa Andrade.

Em relação à inadimplência no setor de distribuição, o presidente da Abradilan informa que está no melhor momento, o que significa que a saúde financeira das farmácias independentes está melhor do que antes e foi impulsionada pela pandemia.

Veja também: Conferência da Febrafar em parceria com Abradilan é adiada para 14 e 15 de abril

Fonte: Revista da Farmácia


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As doenças ginecológicas recorrentes no verão. Candidíase não está sozinha

Sem os devidos cuidados, o verão nem sempre pode ser amigo da saúde feminina, especialmente quando doenças como candidíase resolvem

(Texto atualizado em 12/03/2021 às 12:47 pm)

Sem os devidos cuidados, o verão nem sempre pode ser amigo da saúde feminina, especialmente quando doenças como candidíase resolvem dar as caras.

Para evitar esses desconfortos, o ginecologista Domingos Mantelli tem algumas dicas. “Trocar os biquínis úmidos por secos, apostar em roupas leves como saias e vestidos e, principalmente, buscar orientação médica sempre que notar algo errado”, aconselha.

Mas vamos entender um pouco mais das quatro principais doenças ginecológicas que costumam trazer incômodo para as mulheres na época mais quente do ano.

Candidíase

Mesmo não sendo considerada uma doença sexualmente transmissível (DST), o fungo do gênero “cândida”, causador da candidíase, pode ser transmitido no ato sexual.

Alguns dos sintomas são coceira e dores vaginais, tanto no ato de urinar quanto no ato sexual. Também pode ocorrer corrimento de cor branca e com um odor cítrico.

O tratamento requer o uso de medicação antifúngica, presente nas apresentações oral e creme.

Tricomoníase

O parasita Trichomonas vaginalis é o causador da doença, com transmissão por meio do ato sexual, um corrimento de cheiro ruim e cor amarelo-esverdeada. Também causa inflamação na vagina.

Caso não haja tratamento, que é feito por via oral, a doença pode levar à infertilidade e ao câncer no colo do útero.

Vaginose bacteriana

O principal sinal do contágio é um corrimento que pode aparecer nas cores amarela ou branco-acinzentada. Esse muco, que possui cheiro forte, tende a piorar durante as relações sexuais e no período menstrual.

A vaginose causa ardor e coceira, com tratamento por via oral ou creme.

Infecção urinária

Com a possibilita de atingir qualquer parte do sistema urinário, a infeção é comum nas mulheres devido ao tamanho da uretra. Alguns dos sintomas são ardência ao urinar, muita vontade de ir ao banheiro, urina escura e com cheiro forte, dores pélvicas e retais. Em casos graves, pode sair sangue no ato de urinar.

Como evita-las

Agora que você já conhece essas doenças na teoria, está na hora de aprender como não precisar conhecê-las na prática. Para isso, veja as dicas.

-Prefira utilizar calcinhas de algodão e roupas frescas, como saias e vestidos

-Mantenha os pelos pubianos baixos para facilitar a higienização

-Também não descuide da higiene íntima, usando sabonete neutro ou íntimo e indicado por seu ginecologista

-O uso regular e descuidado de papel higiênico pode causar irritação

-Não deixe suas calcinhas secando em lugar fechado e úmido, prefira áreas onde for possível secar ao sol

-Não dívida objetos de uso individual, como sabonete, lingerie e toalhas

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Nova líder da Sanofi em Consumer Heath

Nova líder da Sanofi em Consumer Heath

(Texto atualizado em 04/03/2021 às 08:39 pm)

Uma das principais frentes de atuação da Sanofi no Brasil, a unidade de negócios de consumer healthcare (CHC) tem Sueli Thomé como nova diretora de RH Latam. Na farmacêutica desde 2012, a executiva já atuou em uma série de unidades da companhia, incluindo Medley (genéricos), CHC e Sanofi Pasteur (vacinas).

Sueli assume o desafio de liderar a gestão dos colaboradores dedicados à divisão de medicamentos isentos de prescrição médica e produtos de consumo nos países da América Latina, reportando-se diretamente ao diretor de RH Global da divisão, Sven Sommerlatte. Psicóloga e pós-graduada em gestão de empresas, Sueli tem mais de 20 anos de experiência profissional e já atuou em grandes empresas como Reckitt Benckiser, Ford e Inbev.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Secretaria de Saúde do DF alerta para golpe envolvendo vacina contra a Covid-19

(Texto atualizado em 22/02/2021 às 07:43 pm)

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal fez um alerta sobre um golpe envolvendo a vacina contra a Covid-19. Segundo a pasta, criminosos estão aproveitando o momento de distribuição dos imunizantes pelo país para enganar pessoas. As informações são do G1.

O golpe funciona da seguinte forma: suspeitos se passam por servidores de saúde e ligam para vítimas oferecendo um falso agendamento de vacinação contra a Covid-19. Em seguida, mandam um código para o celular da pessoa e pedem que ela informe os números enviados, ou clique em algum link para confirmar.

Segundo a SES-DF, os golpistas usam essas informações para clonar aplicativos de mensagem e conseguir acesso ao celular. Em uma postagem nas redes sociais, a pasta ressaltou que não telefona para agendar a vacinação, nem pede confirmação por mensagem (veja abaixo). O Ministério da Saúde também fez um alerta sobre o golpe.

O delegado Wisllei Salomão, da Coordenação de Repressão a Fraudes (Corf), afirma que, caso a vítima informe o código enviado pelo golpista, o criminoso pode ter acesso às informações do celular e até conversar com amigos e familiares para pedir dinheiro, em nome do dono do aparelho.

O delegado afirma que golpistas usam da lábia e se aproveitam da falta de atenção das pessoas. Ele orienta os usuários a desconfiarem sempre de qualquer serviço, facilidade ou solicitação diferente.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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