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1º Innovare em Florianópolis – Evento gratuito

O Laboratório Farmacêutico ELOFAR, convida a todos os farmacêuticos, gerentes e atendentes de farmácias de dispensação da cidade de Florianópolis e região para o 1° Innovare.

Um evento gratuito voltado para o profissional que deseja aperfeiçoar sua profissão e, também, adquirir conhecimento para melhor executar seu trabalho diário. Leia mais ›


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Legislação e regulamentações, Marketing Farmacêutico



Aumento da receita de farmácias perde ritmo, mas cresce 9% no 1° tri

A receita das grandes redes de farmácias cresceu 9,26% no primeiro trimestre deste ano. A taxa desacelerou em relação ao ano passado, segundo a Abrafarma, que representa empresas como Droga Raia e Drogaria São Paulo.

Os itens de higiene e beleza são os principais responsáveis pelo menor ritmo de expansão: houve uma queda de 5,7% das unidades vendidas no acumulado dos últimos dois anos, até março.

No primeiro trimestre de 2017, a receita com o segmento cresceu 3,7% -bastante abaixo das taxas de dois dígitos de um ano atrás. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico



Anvisa aprova primeiro teste de farmácia do país para detectar HIV

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o primeiro teste de HIV para venda em farmácias do país.

O produto funciona com a coleta de gotas de sangue, de forma semelhante aos testes já existentes para medição de glicose por diabéticos. Chamado de Action, ele deve custar entre R$ 40 e R$ 60 e chegar ao mercado daqui um mês. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, ANVISA, Marketing Farmacêutico



Serviços farmacêuticos em farmácias e drogarias

Você sabia que no Brasil, as farmácias e drogarias devidamente regularizadas junto aos órgãos competentes e de fiscalização, podem oferecer serviços farmacêuticos à população, de forma remunerada ou gratuita? Para isso, essas atividades devem observar, criteriosamente, as disposições da Resolução de Diretoria Colegiada da Anvisa nº 44 de 2009.

Os serviços farmacêuticos que podem ser oferecidos em farmácias e drogarias são relacionados à atenção farmacêutica (atenção domiciliar, aferição de parâmetros fisiológicos e bioquímicos e administração de medicamentos) e perfuração de lóbulo auricular para colocação de brincos. Leia mais ›


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Legislação e regulamentações, Marketing Farmacêutico



Raia Drogasil torna-se RD

Nova marca é anunciada após fusão

A Raia Drogasil anunciou mudança de sua marca corporativa para RD – Gente, Saúde e Bem-Estar. A marca surge após cinco anos de fusão, período em que se tornou uma empresa completamente distinta, com gestão, processos e sistemas totalmente unificados. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico



Franquia de farmácias aposta em manipulação para animais de estimação

Necessitando de medicamentos manipulados especialmente para um Cocker Spaniel chamado Pancho, a farmacêutica Sandra Schuster constatou que havia uma brecha no mercado

Pancho era um cão curitibano muito agitado, que por vezes carecia de um remedinho para se acalmar. Sandra Schuster, dona do animal e farmacêutica que trabalha com manipulação de medicamentos, sentiu necessidade de preparar biscoitos com sabores de picanha, chocolate, salmão ou framboesa para o cocker spaniel se dignar a engolir os remédios, inseridos nesses petiscos. Sem desconfiar que era um cachorro histórico, Pancho foi o primeiro cliente do que viria a se tornar a DrogaVET, farmácia pioneira no segmento de manipulação veterinára do Brasil. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico



Taxas cobradas dos convênios PBM

Muitos laboratórios de medicamentos possuem convênios próprios que fornecem descontos expressivos para os pacientes que usam medicamentos de uso contínuo. Veja matéria completa aqui.

Para as farmácias cadastradas no programa, existem diversos benefícios em oferecer os descontos dos convênios, citaremos alguns. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico



Laboratórios dão descontos de até 68% em medicamentos

Grandes laboratórios farmacêuticos oferecem descontos de 20% a 68% sobre os preços de alguns medicamentos, sobretudo aqueles de uso contínuo que costumam ser os mais caros. É o caso por exemplo, do Lipitor 20mg, da Pfizer, que custa R$ 171,84 a caixa com 30 comprimidos e pode ser comprado por R$ 54,99, ou do Exelon, da Novartis, cujo valor pode passar de R$ 515 para R$ 262,65. Embora a prioridade dos programas sejam os remédios para doenças crônicas, é possível encontrar também produtos de uso mais corriqueiro, como o Cataflam, anticoncepcionais e até medicamentos contra impotência, como Viagra e Cialis. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico



Startup Manipulaê transforma e facilita a compra de manipulados

Encontrar uma farmácia de manipulação confiável e com bom preço não é uma tarefa fácil, a menos que você tenha uma boa indicação ou uma unidade próxima de você. Comparar os preços entre elas, ainda mais se forem várias, é ainda mais difícil. Pensando nas dificuldades do mercado e em facilitar a busca dos consumidores por qualidade e bom preço, o administrador de empresas Thiago Colósio e o engenheiro Rafael Diego Ângelo criaram a startup Manipulaê. “O Manipulaê vem para ajudar o consumidor desse mercado. Somos uma plataforma online gratuita para que as pessoas façam a cotação e comprem seus produtos. Fazemos uma triagem para definir o nível de qualidade e só permitimos a entrada na plataforma das farmácias que assinam um termo de compromisso com o consumidor e que atinjam o nível satisfatório para receber o Selo Manipulaê”, explica Thiago Colósio. Leia mais ›


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Marketing Farmacêutico



Gestão por categorias nas farmácias levará cinco anos para amadurecer

Apesar do recente investimento das grandes redes de farmácias e dos grupos associativistas no gerenciamento por categorias, estimulados pelo aumento da concorrência, o setor ainda está dando os primeiros passos no desenvolvimento da estratégia. Para que se torne algo naturalizado na operação, como já ocorre no varejo alimentar, deve demorar ao menos cinco anos. Leia mais ›


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Marketing Farmacêutico



Farmácias no Japão a caminho de ultrapassar as lojas de departamento em vendas

As vendas em farmácias no Japão estão prestes a ultrapassar aquelas em lojas de departamento neste ano fiscal.

As farmácias vão ter em conta ¥6.49 trilhões ($57.1 bilhões), alta de 5.9% em comparação ao ano fiscal de 2015, de acordo com a Associação do Japão de Redes de Farmácias. As vendas aumentaram por 16 anos consecutivos desde 2000, ano de início da pesquisa. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico



MPF apura falta de drogaria com delivery 24 horas em Manaus

Manaus – O Ministério Publico Federal no Amazonas (MPF-AM) informou que instaurou inquérito civil para investigar a descontinuidade ou a falta de serviços de entrega de entrega de medicamentos em domicílio (delivery) em caráter permanente (24 horas) por farmácias e drogarias mantidas pela iniciativa privada, no período noturno e aos domingos, ainda que em percentual mínimo, em Manaus. Leia mais ›


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Marketing Farmacêutico



Chiesi Brasil lança site com conteúdo exclusivo para médicos, profissionais de saúde e pacientes, além de novas seções para o público geral

Moderno e totalmente reformulado, novo portal faz parte do plano estratégico 2020

A farmacêutica Chiesi, presente no Brasil há 40 anos, anuncia o lançamento de seu portal com funcionalidades e conteúdos inéditos. Além de novas seções como divulgação das oportunidades de trabalho, relatórios anuais e informações sobre produtos, o laboratório também investiu em uma área exclusiva para a classe médica. Leia mais ›


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Carreiras e oportunidades, Marketing Farmacêutico



Fraudes e desperdício consomem quase R$ 22,5 bilhões das despesas da saúde suplementar do Brasil, aponta IESS

Trabalho inédito produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) estima que cerca de R$ 22,5 bilhões dos gastos das operadoras de planos de saúde do País com contas hospitalares e exames, em 2015, foram gerados indevidamente, decorrendo de fraudes e desperdícios com procedimentos desnecessários. Isso representa 19% do total das despesas assistenciais realizadas pelas operadoras de planos de saúde. A projeção é baseada em estudos técnicos a partir da revisão bibliográfica de trabalhos internacionais e brasileiros sobre o tema, em um esforço do IESS para dimensionar o impacto das fraudes no sistema de saúde suplementar do Brasil e apontar experiências bem-sucedidas no combate às práticas inadequadas nesse setor.

A íntegra do estudo está disponível em https://pt.scribd.com/document/341069405/php3BB7-tmp#fullscreen&from_embed

“As despesas assistenciais das operadoras médico-hospitalares somaram R$ 117,24 bilhões, em 2015. Portanto, os gastos de R$ 22,5 bilhões com fraudes e desperdícios significam quase 19% desses gastos e foram consumidos por fraudes e desperdícios, algo que compromete fortemente as finanças das operadoras e onera quem contrata um plano de saúde”, analisa Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS.

No estudo “Evidências de práticas fraudulentas em sistemas de saúde internacionais e no Brasil”, o IESS identificou que de 12% a 18% das contas hospitalares apresentam itens indevidos e de 25% a 40% dos exames laboratoriais não são necessários. Observa, ainda, com base em relatório da Controladoria Geral da União (CGU), que o problema também é de grandes proporções no sistema público de saúde: entre 2002 e 2015, foram detectadas irregularidades de desvio de dinheiro em aproximadamente R$ 5,04 bilhões, o que equivaleu a 27,3% do total de irregularidades em todas as áreas do governo.

Embora ressalve que a corrupção e a fraude são difíceis de serem detectadas na área da saúde – uma vez que a cadeia produtiva desse setor contempla diversos segmentos e particularidades em cada um deles, inclusive com distinção entre os sistemas públicos e privados –, o estudo aponta que, na saúde privada, as principais formas de abuso se concentram em tratamentos excessivos e desnecessários ou baixa qualidade no atendimento; comercialização inadequada de medicamentos e de dispositivos médicos e sonegação de tributos.

Tais práticas inadequadas se originam e são mantidas principalmente, diz o documento, pela ausência de mecanismos de transparência, por exemplo, para explicitar as relações entre os agentes do setor de saúde (por exemplo, se um profissional da área recebeu um benefício ou uma comissão de um fornecedor de materiais e medicamentos). Legislações da Alemanha e dos Estados Unidos indicam que todos os pagamentos e benefícios entre agentes do setor de saúde devem ser tornados públicos. A União Europeia e os Estados Unidos também instituíram marcos regulatórios com punições severas para atos de corrupção, indica o estudo.

No Brasil, falta transparência nos sistemas de precificação de insumos e serviços de saúde e também no modelo de pagamento por serviços prestados na saúde, o que inviabiliza a comparação e o controle de custos nas distintas etapas que envolvem o atendimento ao paciente e abrem espaço para práticas inadequadas, como atos de corrupção.

Isso acontece principalmente por causa do modelo recorrentemente usado para pagamentos de serviços de saúde, a chamada “conta aberta” (ou fee-for-service). Nesse caso, a conta de serviços absorve todos custos, insumos, procedimentos e usos dos equipamentos, mesmo quando há falhas e desperdícios e, até mesmo, corrupção.

Um dos requisitos para combater tais práticas nocivas ao setor seria modernizar os sistemas de pagamento, por meio da premiação à eficiência e o melhor desfecho clínico ao paciente, e punindo o desperdício e a contratação de exames desnecessários, assim como reinternações ou agravamento dos quadros clínicos causados por falhas assistenciais.

“O modelo brasileiro de remuneração de serviços de saúde está mais de 30 anos atrasado em relação aos outros países. É fundamental que avancemos em um padrão de transparência de informações, permitindo comparações baseadas em indicadores de qualidade e segurança assistencial dos pacientes, e também sobre as relações entre os envolvidos no setor, identificando os conflitos de interesse e práticas abusivas. Só assim será possível ter um sistema mais eficiente e que onere menos as operadoras e quem contrata um plano de saúde”, avalia Luiz Augusto Carneiro.

 

Fonte: Saúde Business


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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico



Novartis investe em nova linha de produção para aumentar em 25% a capacidade fabril de genéricos

A Novartis inaugura este mês uma nova linha de produção de medicamentos sólidos na fábrica de Cambé, no Paraná. Com a nova plataforma, a companhia amplia em 25% a capacidade de produção de medicamentos genéricos sob a marca Sandoz no Brasil. A nova linha fecha um ciclo de R$ 54 milhões em investimentos na expansão e melhoria da planta industrial. Leia mais ›


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Indústria farmacêutica, Marketing Farmacêutico



Preço de medicamento deverá ter reajuste médio de 3,4%, projeta setor

A indústria farmacêutica projeta que o governo autorizará um reajuste médio de cerca de 3,4% no preço dos medicamentos neste ano, segundo companhias do setor ouvidas pela coluna.

O aumento permitido varia de acordo com o produto.

Para aqueles com mais concorrentes no mercado, a taxa deverá ser menor, de cerca de 1,6%, e, para os mais inovadores, deverá chegar a 5%, apontam as previsões, que podem mudar a depender da inflação de fevereiro.

O reajuste, que deverá ocorrer em março, é feito anualmente pelo governo. O cálculo leva em consideração fato Leia mais ›


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Indústria farmacêutica, Marketing Farmacêutico



Raia Drogasil cresce junto com envelhecimento, diz presidente

Em 2017, a rede prevê ampliar a bandeira Farmasil, voltada para a classe C, e apostará na prestação de serviço na farmácia

Raia Drogasil: maior farmacêutica varejista do país nega discurso de crise e está otimista para 2017 (EXAME)
São Paulo – Líder no varejo farmacêutico do País, a Raia Drogasil, resultado da fusão entre as redes Raia e Drogasil, em 2011, tem um discurso otimista para o ano que vem, contrariando o cenário sombrio pintado pela maior parte das empresas.

“Vamos manter nosso plano de expansão para 2017. A crise não está afetando os nossos negócios”, diz Marcilio Pousada, presidente da varejista.

Em 2017, a rede prevê ampliar a bandeira Farmasil, voltada para a classe C, e apostará na prestação de serviço na farmácia, como medição de pressão, teste de glicemia e aplicação de vacinas. Para isso, ainda aguarda o aval definitivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

Fonte: Portal Exame


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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico



Dicas para atender melhor em 2017

como atender bem clientes 2015Um bom atendimento depende exclusivamente do gestor e seus colaboradores

O bom atendimento ao cliente é uma das maiores deficiências encontradas em quase todos os segmentos do mercado.
Imagine que a farmácia consegue fazer a venda, conquista o cliente e, assim, sem mais nem menos, por conta de uma atitude descompensada, indiferente ou de desprezo de um colaborador, perde o cliente que tanto investiu para conquistar? Isso acontece com muita frequência, portanto, é necessário parar para repensar o próprio atendimento. Os clientes estão mais exigentes, menos fiéis, mais atentos, portanto, é necessário ir além da concorrência. Um bom atendimento depende exclusivamente do gestor e seus colaboradores.

Veja algumas dicas para atender melhor na farmácia: Leia mais ›


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Marketing Farmacêutico



Consultoria & Assessoria Técnica para Farmácias

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No mercado de farmácias e drogarias, a burocracia é enorme para a obtenção das documentações necessárias para o correto funcionamento das empresas.

A M2Farma lhes apresenta uma solução ao prestar serviços de consultoria e assessoria técnica, cuidando de todos os processos regulatórios da farmácia, para que o estabelecimento continue funcionando de acordo com a legislação.

Com essa facilidade, o proprietário ou gerente fica livre de preocupações e pode aproveitar melhor seu tempo na gestão da empresa.

Consultoria e assessoria para:

– Cadastramento da Empresa junto a ANVISA
– Concessão de Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE) e/ou Autorização special (AE)
– Renovação de Autorização AFE e/ou AE
– Alteração de Autorização AFE e/ou AE
– Cancelamento das Autorização AFE e/ou (AE)
– Obtenção do Alvará Sanitário junto à Vigilância Local
– Concessão de Certidão de Regularidade Técnica junto ao CRF
– Alterações de Responsável Legal ou de Responsável Técnico (CRF/Anvisa)
– Elaboração do Manual de Boas Práticas de estocagem, armazenamento, dispensação e prestação de serviços de saúde, personalizado.
– Elaboração de Manual de Procedimentos Operacionais Padrão (POP) personalizado.
– Elaboração do Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) personalizado
– Cadastramento no Programa Aqui Tem Farmácia Popular, junto ao Ministério da Saúde
– Renovação do cadastro no programa “Aqui Tem Farmácia Popular”
– Cadastramento nos Programas de Descontos dos Laboratórios (PBM) – Realizamos todo o processo, desde o credenciamento, cadastro da drogaria e configuração dos computadores

Trabalhamos com acompanhamento completo, desde o levantamento das documentações necessárias até a conclusão das renovações e autorizações, incluindo o preparo dos computadores para que estejam prontos para as vendas no Farmácia Popular e PBM’s.

Dessa forma, você não gasta seu tempo e seus esforços na tentativa de recolher informações e realizar todos esses processos.

Os serviços incluem visitas dos consultores à farmácia, além de suporte por telefone, internet, videoconferências (SKYPE) e acesso remoto aos computadores.

Disponibilizamos pacotes promocionais para este serviço a partir de R$280,00, conforme as necessidades e realidade de cada farmácia.

Estamos a disposição em caso de dúvidas, entre em contato para mais detalhes.

 

Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico



Dr. Cuco: aplicativo para pacientes que envolve médico, indústria e farmácia

noticia-marketing-farmaceuticoDr. Cuco ajuda doente a seguir tratamento e, assim, forma estatísticas para embasar estudos de comportamento; modelo de negócio prevê faturamento a partir de parcerias com empresas

Lembrar o paciente de tomar o medicamento na hora correta, auxiliar os operadores de saúde e os médicos no acompanhamento de doentes crônicos, ajudar nas vendas das farmácias e ser um canal de estudo mercadológico para a indústria farmacêutica. Essas são as premissas do aplicativo Dr. Cuco, criado por dois jovens em Florianópolis em 2015.   Leia mais ›


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Marketing Farmacêutico



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