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Acesse a lista de preços de medicamentos da CMED

Um dos papéis da Anvisa é monitorar os preços dos medicamentos no mercado com objetivo de auxiliar na precificação de novos medicamentos a serem lançados. Esse trabalho é feito através da CMED e sua secretaria executiva. A CMED é o órgão responsável por regular o mercado e estabelecer os critérios para definição e ajustes nos preços de medicamentos no Brasil, onde os ajustes acontecem anualmente.

Através da divulgação da sua lista de preços com valores PMC e de custo, a ANVISA compartilha a informação permitindo que todo cidadão e empresa brasileira possa conhecer a tabela da preços de medicamentos vigente no país de forma gratuita.

Reuniremos neste post a informação mais recente e atualizada de 2018 com a lista para consulta do preço máximo de venda e custo dos medicamentos, que pode vir a ser útil para pacientes, farmácias e drogarias. Os arquivos estão em ordem de princípio ativo, forma farmacêutica e concentração e são de fácil consulta e pesquisa.

Faça o download em PDF ou em XLS para abrir no Excel:

 

🖹 Lista de Preços da CMED 2018 – abrir em PDF / abrir em XLS

 

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Mercado farmacêutico



Lista medicamentos de referência 2018

Os medicamentos de referência são os medicamentos inovadores, que são lançados após serem desenvolvidos de forma inédita nos laboratórios farmacêuticos. Geralmente são medicamentos com novos princípios ativos ou que são novidades no tratamento de doenças. Por serem fruto de trabalho e pesquisa inovadora, possuem o direito de serem protegidos por patentes que garantem a exclusividade da venda daquela formulação. Com o passar do tempo e vencidas as patentes, podem surgir medicamentos similares e genéricos daquele medicamento referência que fora inicialmente protegido e explorou as vendas por ter sido inovador.

 

Lista completa e atualizada

Pesquisar pela lista com todos os itens de referência pode ser uma tarefa confusa e ineficiente. Essas listas são publicadas no DOU e depois disponibilizadas nos informativos da ANVISA. Pensando em facilitar a sua experiência, apresentamos neste post a lista completa de medicamentos referência atualizada para o ano de 2018 em PDF, oficial conforme registrado e regulamentado junto aos órgãos.

Acompanhamos com frequência junto à ANVISA para manter a informação deste post sempre atualizada e relevante aos usuários que a buscam.

Acesse as listas em PDF abaixo: (última checagem em 05/04/2018)
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Mercado farmacêutico



Listas de DCBs atualizadas pela ANVISA 2018

A lista de Denominação Comum Brasileira (DCB) é uma listagem com o nome oficial, numero do DCB e numero CAS de todos os fármacos e/ou princípios ativos aprovados para uso pela ANVISA no Brasil.

É possível consultar nos sites da ANVISA a relação completa e mais recente de DCB conforme suas diferentes categorias. As categorias são medicamentos e substâncias ativas, assim como a de DCB para insumos farmacêuticos, para produtos farmacêuticos, medicamentos homeopáticos e dinamizados,  plantas medicinais e também de produtos biológicos e radiofármacos e naturais.

Reunimos neste post de forma organizada os itens das listas completas e atualizadas para 2018 de cada uma das categorias de DCB. Confira a seguir: Leia mais ›


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Prorrogação das mudanças no Programa Farmácia Popular em abril

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) aprovou hoje (12) recomendação para que o governo prorrogue por 30 dias a entrada em vigor da portaria que reduz o valor pago para as farmácias credenciadas no programa Farmácia Popular. A medida foi publicada no final de março, e está prevista para entrar em vigor no dia 30 de abril.

O CNS é um órgão vinculado ao Ministério da Saúde composto por representantes de entidades e movimentos representativos de usuários, entidades representativas de trabalhadores da área da saúde. Por enquanto não houve manifestação oficial sobre a sugestão do CNS para prorrogar o inicio das mudanças.

Uma das principais preocupações do CNS é que possa haver um desabastecimento de medicamentos disponibilizados por meio do programa, por causa do desinteresse das farmácias e drogarias participantes, nos novos valores após redução do repasse do governo.

Existem indícios de que talvez não haja possibilidade nem condições de a participação no programa ser sustentável, já que em alguns produtos, o valor que o varejo paga para comprar o item, é superior ao valor que o medicamento será vendido, sendo totalmente inviável a dispensação.

Acredita-se que o governo deve aceitar a recomendação, que foi aprovada por unanimidade pelos integrantes do CNS.  “Entendemos que as mudanças não podem gerar um conflito dessa natureza, que possam afetar a população que já é tão sofrida”, comentou para reforçar a orientação ao governo de não diminuir os preços do FP.

Uma reunião entre o Ministério da Saúde e entidades dos setores da industria farmaceutica, do varejo farma e atacadista de medicamentos para discutir sobre os novos valores do Programa Farmácia Popular e os possíveis riscos associados as alterações, antes de diminuir o repasse dos itens, evitando o risco de desabastecimento nas farmácias e drogarias credenciadas.

 

Adiada ou não a data das mudanças?

O Ministério da Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a orientação, então oficialmente a portaria continua valendo e em 30 de abril de 2018 as mudanças passam a valer em todo o país. O Ministério da Saúde porém garante que as alterações não prejudicam o usuário e não ameaçam de forma alguma o programa. Em declaracao, a pasta disse que a medida tomada tem apenas o objetivo de eliminar as grandes distorções de preços pagos por medicamentos às farmácias credenciadas, que em alguns casos chegava a pagar valores 200% acima do mercado, garantindo ainda uma margem de lucro de 40% às farmácias e drogarias participantes.

 


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Vereador propõe criação de farmácia popular veterinária

A criação de uma farmácia veterinária popular foi discutida durante audiência pública ontem na Câmara Municipal de Teresina. O objetivo é o permitir o acesso de famílias com baixa renda à saúde dos seus animais de estimação. Além de também abranger as ONG’s que trabalham no resgate e tratamento de animais abandonados. A proposta da criação da farmácia é do vereador Luís André (PSL), que esteve em audiência com sua proposta na manhã de ontem (27) e esperava a sanção do prefeito Firmino Filho.

“A implantação desse serviço é de grande relevância para todos os teresinenses, tanto na população de baixa renda, que não tem como custear as despesas médicas dos seus animais e também para as instituições voluntárias, como a APIPA, Protetores de Patinhas. Eles resgatam e cuidam dos animais, mas não tem como arcar com despesas. A Audiência contou com todos os envolvidos nesses assuntos. Esperamos que o projeto seja aprovado nas comissões e pelo plenário para posteriormente ser sancionado pelo prefeito Firmino Filho”, conta o vereador Luís André. Leia mais ›


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Valor do repasse alterado e diminuído no Farmácia Popular

O Ministério da Saúde publicou a Portaria 739, que atualiza os valores de referência dos medicamentos do Programa Aqui Tem Farmácia Popular para o tratamento de hipertensão arterial, diabetes mellitus e asma. Esta é a terceira redução aplicada pelo Ministério, as primeiras foram em 2009 e 2016.

A diminuição do repasse de 22 medicamentos causa polêmica entre representantes do setor. As novas regras, que passam a valer a partir de 30 de abril de 2018, alteram a maneira como o cálculo para pagamento vinha sendo feito. Atualmente, o valor do repasse aos estabelecimentos credenciados tem como ponto de partida o preço máximo de venda permitida para o produto no varejo, estabelecido pela Câmara de Regulação de Mercado de Medicamentos (CMED).

No novo formato, o valor será determinado pelo Sistema de Acompanhamento de Mercado de Medicamentos, que leva em conta também o valor negociado com as distribuidoras de medicamentos. Dessa maneira, as farmácias credenciadas poderão receber menos do que recebem hoje. Para o Ministério da Saúde, a economia girará em torno de R$ 800 milhões. Leia mais ›


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Publicada portaria 739 que altera valores do Farmácia Popular

(Texto atualizado em 11/04/2018 às 05:42 pm)

Hoje dia 28/03/2018 aconteceu a publicação no DOU (Diário Oficial da União) da Portaria Nº 739 de 27 de março de 2018, que implica em mudanças nos preços e valores praticados no programa Aqui Tem Farmácia Popular.

Serão atualizados os valores de referencia de 22 medicamentos que possuiam valor acima da média de mercado. Foram ajustados produtos para tratamento de hipertensão arterial, diabetes mellitus e asma. A mudança passará a valer no dia 30 de abril de 2018.

Diversas entidades do setor farmacêutico e muitos empresários do setor estão insatisfeitos e preocupados com a continuidade do programa Farmácia Popular, já que com as mudanças os lucros das empresas credenciadas serão muito menores e nem sempre será viável dispensar os medicamentos. A incerteza sobre o futuro é grande.

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Mercado farmacêutico



Crescimento de 12,86% em 2017 no setor farmacêutico

2017 foi um ano acima das expectativas para o setor farmacêutico, que teve um crescimento expressivo entre os meses de janeiro e novembro, segundos os dados divulgados o varejo farmacêutico cresceu 12,86% nestes onze meses em comparação ao mesmo período de 2016. De acordo com pesquisa da empresa IQVIA, os números são ainda melhores quando relacionadas apenas as farmácias filiadas à Federação Brasileira das Redes Associativas de Farmácias (FEBRAFAR) que apresentaram resultados 21,76% superiores no mesmo período. Conforme a FEBRAFAR, o ano não foi fácil para o setor farmacêutico e as farmácias enfrentaram diversos desafios, mas o resultado positivo reflete a preocupação cada vez maior das redes com a capacitação para gestão e a utilização das ferramentas fornecidas pela entidade.

O estudo que levou em conta o faturamento de 84.256 farmácias em todo o país, apontou que juntos os estabelecimentos tiveram um rendimento de R$ 98.259.555.239,00 de janeiro a novembro, no mesmo período de 2016 esta receita foi de R$ 87.061.179.435,00. Levando em conta apenas as 7.421 farmácias associadas a FEBRAFAR, o faturamento foi de R$ 8.260.918.377,00 no mesmo período de 2017 e em 2016 o valor foi de R$ 6.784.869.507,00, números que demonstram o avanço de todo o setor, mas a grande vantagem competitiva dos comércios associados. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico



Exame de proficiência para farmacêuticos: consulta pública do CFF

Está em andamento uma consulta pública do Conselho Federal de Farmácia, em conjunto com os Conselhos Regionais de Farmácia, a respeito da possibilidade de implantação do exame de proficiência para farmacêuticos recém formados.

Nos moldes da conhecida prova da OAB, para bacharéis de direito, um graduado em farmácia apenas seria considerado farmacêutico e poderia obter seu registro no CRF e atuar no mercado, após a aprovação na avaliação de proficiência.

Os órgãos estão coletando as opiniões dos farmacêuticos brasileiros através de um formulário online, disponível neste link: http://goo.gl/79z6vt

Qual sua opinião sobre uma prova de conhecimentos e proficiência para recém formados em farmácia? Participe da consulta, responda o formulário: http://goo.gl/79z6vt

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Mercado farmacêutico, Legislação e regulamentações



Farmácias Vale Verde investindo em novo conceito de PDV

Desde 2016, quando foi inaugurada a primeira loja conceito da Farmácias Vale Verde, o grupo tem focado na renovação de seus estabelecimentos para que sigam a mesma vertente de modernização. Para esse processo já foi investido mais de R$ 1 milhão. O plano é que até 2020 todas as 34 unidades da rede estejam no novo modelo.

Uma das mudanças mais impactantes é a retirada do balcão, que costuma ficar no fundo, e a disposição dos profissionais circulando pelo ambiente, oferecendo auxílio para os clientes, nos moldes do sistema já utilizado em redes farmacêuticas norte-americanas.

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Mercado farmacêutico, Marketing Farmacêutico



Acesso desigual à saúde reduz desenvolvimento econômico

(Texto atualizado em 22/02/2018 às 01:27 pm)

No Brasil, um em cada cinco bebês é filho de mãe adolescente, com 10 a 19 anos. Sete em cada dez mães nessa faixa etária são afrodescendentes e aproximadamente metade mora nas regiões Norte e Nordeste. São números que refletem uma situação de grande desigualdade no acesso à saúde e aos direitos reprodutivos, cenário que tem potencial para comprometer o desenvolvimento econômico do país na medida em que restringe o acesso dessas jovens à educação e ao trabalho. Entre essas meninas-mães, de cada cinco, três não trabalham nem estudam.

A vulnerabilidade dessa parcela da população à pobreza, à exclusão e à violência e a necessidade de implementar políticas públicas direcionadas a ela no mundo é o tema do relatório “Situação da População Mundial 2017”, lançado hoje pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

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Varejo farma: cautela em cenário político imprevisível

(Texto atualizado em 22/02/2018 às 01:27 pm)

Os últimos dois anos foram marcados pela crise econômica, pelos escândalos políticos, pelo desemprego, por milhares de empresas fechando as portas e uma população nada confiante de que algo poderia melhorar. Porém, em 2017, a situação começou a mudar, com a economia dando sinais de recuperação, mesmo que lentamente. De acordo com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), enquanto, em 2016, as vendas do varejo encolheram quase 2%, em termos reais, no ano seguinte, o crescimento foi de mais de 4%.

Segundo o economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fábio Bentes, entre os motivos para essa melhora estão a inflação dos alimentos e as taxas de juros, que recuaram, a liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Programa de Integração Social (PIS), a recuperação do emprego e, consequentemente, a confiança resgatada pelo consumidor em gastar um pouco mais. “Os números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2017, mostraram que os setores que mais se destacaram foram o de móveis e eletrodomésticos, com alta de 8% entre janeiro e agosto; de vestuário, com 7,3%; e materiais de construção, 6,5%”, enumera Bentes.

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Tabela de preços da ABCFARMA

A ABCFARMA (Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico) disponibiliza a tabela com a lista de preços dos medicamentos atualizada para referência das farmácias e drogarias em todo o Brasil. Por se tratar de uma revista bastante conhecida e distribuída em todo o país, a lista de preços da ABCFARMA é praticamente unanimidade e utilizada por todo o setor de varejo farma para atualização dos valores de medicamentos.

A listagem apresenta os preços de fábrica e o preço máximo ao consumidor (PMC) para todos os medicamentos: medicamentos éticos, genéricos e similares. São apresentados os valores para os diferentes estados do país, calculados conforme as diferentes alíquotas de impostos (19% RJ, 18% SP e MG, 12% PR e 17% os demais estados).

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Rede Drogasil já aplica vacinas no Estado de São Paulo

Unidade da Rua Pamplona, no Jardins, começa a oferecer serviço de vacinação; outras 15 filiais do grupo iniciarão esse serviço em breve.

A Drogasil da Rua Pamplona, localizada no número 1792, nos Jardins, está aplicando vacina em seus consumidores. A Drogasil é a primeira rede de drogarias a oferecer este serviço no Estado de São Paulo, com autorização da Vigilância Sanitária.

Neste primeiro momento são aplicadas vacinas somente em adultos. Estão disponíveis imunizações para febre amarela, hepatite B, herpes-zóster e HPV (dois tipos: tetra e bivalente). Para que as vacinas sejam aplicadas, basta solicitar o serviço diretamente na loja e ter a receita médica. Caso o cliente não tenha carteirinha de vacinação, esta será fornecida pela Drogasil. Leia mais ›

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Impostos e fisco nas farmácias e drogarias

Presidente do Sescon-SP (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo), Marcio Shimomoto é um mestre da contabilidade com grande familiaridade com o segmento do comércio farmacêutico.

Casado com uma farmacêutica bioquímica, hoje no serviço público, o escritório contábil que ele e seu pai comandam tem muitas farmácias e drogarias como clientes. Por isso, Shimomoto conhece como poucos a complexa malha fiscal que envolve o segmento. Aqui, ele esclarece alguns dos pontos polêmicos que podem confundir os empreendedores do setor.

 

A carga e agenda fiscal das farmácias e drogarias é diferente das demais empresas de comércio?

Não, mas há um complicador – a Substituição Tributária, que alcança quase todos os medicamentos. Leia mais ›


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Farmácias e drogarias podem aplicar vacinas

A Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou no dia 12/12/2017, a resolução que permite a qualquer estabelecimento de saúde do Brasil realizar a aplicação de vacinas, incluindo farmácias e drogarias. A RDC liberando a vacinação foi publicada oficialmente no Diário Oficial da União (DOU) no dia 28/12/17 sob o número RDC 197/2017.

Na publicação, a ANVISA define os requisitos que devem ser seguidos para que o serviço de vacinação seja realizado com segurança para os pacientes e os prestadores do serviço (empresas). As agências de vigilância sanitária municipais e estaduais também ganham o poder para realizar a fiscalização através das normas da RDC 197/2017, que reuniu e organizou as regras para as Boas Práticas em serviços de vacinação. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, Legislação e regulamentações, ANVISA



Menos atraso em concessão de patentes no INPI para 2018

Um programa de procedimento simplificado de concessão de patentes, para reduzir substancialmente o “backlog” de 230 mil pedidos, poderá ser implementado a partir do ano que vem (2018), afirmou em Genebra o presidente do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), Luiz Otávio Pimentel.

Segundo ele, o mecanismo depende da conclusão de estudo da Casa Civil da Presidência da República. Mas também será necessário resolver um problema prévio, que é a digitalização do enorme estoque de pedidos de patentes no país que, segundo ele, já foi iniciado.

“0 número de novos pedidos de patente por ano é de 30 mil e a nossa capacidade de exame está próximo disso, portanto temos capacidade de atender à demanda corrente, mas não de atender ao backlog”, afirmou. “Com um reconhecimento mais automatizado, dá para passar a limpo o estoque que se formou ao longo de muitos anos e muitos governos”, disse Pimentel.

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RDC 148 de 28 de março de 2017

Transcrevemos a seguir a resolução (RDC) de número 148, publicada em 28 de março de 2017 pela ANVISA, alterando prazo para recursos administrativos junto ao órgão, para 30 dias. Importante pois alterou o prazo para solicitar a reconsideração de AFE indeferida, comum em petições de Farmácias e Drogarias.

 

(Retificada no DOU nº 62, de 30 de março de 2017)

Altera a Resolução da Diretoria Colegiada – RDC nº 25, de 04 de abril de 2008, que dispõe sobre o procedimento de recurso administrativo no âmbito da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

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Governo vê uso de brasileiro como cobaia por laboratório estrangeiro

(Texto atualizado em 15/01/2018 às 12:52 pm)

Obrigado a fornecer um medicamento de alto custo sem registro no país, o governo federal afirma ver indícios de que um laboratório estrangeiro esteja usando brasileiros como cobaias para estudos científicos. Os pacientes, por sua vez, dizem que o tratamento salva vidas.

A um custo de R$ 4 milhões por ano por pessoa, o impasse pode gerar, segundo a AGU (Advocacia-Geral da União), um gasto de R$ 1,8 bilhão em cinco anos se os outros portadores da mesma doença entrarem na Justiça –o que a associação de pacientes afirma que, de fato, deve ocorrer. Leia mais ›

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Asma mata três pessoas por dia no Brasil

Pneumologistas defendem revisão de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas, com a inclusão urgente de remédios biológicos na lista do governo federal, mas o Ministério da Saúde não prevê mudanças rápidas. Doença afeta quase 20 milhões de pessoas no Brasil. Internações custam R$ 537 milhões por ano ao SUS. Mobilização e educação de pacientes e profissionais de saúde podem mudar o cenário nacional. Leia mais ›


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