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Panvel inaugura loja em Cianorte PR

Com mais de 60 lojas no Estado do Paraná, a rede de farmácias Panvel instala mais uma unidade na região, dessa vez no município de Cianorte. O estabelecimento oferece medicamentos de uso geral, além de remédios especiais para oncologia, reumatologia, infectologia, fertilização e pneumologia. No ponto de venda também serão comercializados itens de marcas como La Roche-Posay, Vichy, Roc, Vult e Quem Disse, Berenice?.

Além disso, a loja física conta com estacionamento, telentrega, aplicativo e site Panvel, com entrega para todo o país. Ao todo, a Panvel conta com mais de 400 farmácias distribuídas por quatro Estados.

Fonte: Giro News


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Esquema desviava medicamentos da Santa Casa de SP

A Polícia Federal (PF) de Santa Catarina prendeu oito pessoas, incluindo três funcionários da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, em uma operação que investigou tráfico de medicamentos controlados. A entidade informou que abriu uma sindicância para apurar o caso.

Cerca de 40 policiais participam das ações, cumprindo nove mandados de busca e apreensão e oito de prisão – três temporárias e cinco preventivas – em São Paulo e Itanhaém (SP), além de São José, Tijucas e Florianópolis (SC). A Justiça ainda determinou o sequestro de veículos e de um imóvel comercial avaliado em R$ 1,2 milhão, usado por um dos suspeitos de participar do esquema.

Segundo o delegado da PF Nelson Napp, de Florianópolis, a ação partiu de um ofício recebido pelos federais da agência antidrogas dos Estados Unidos, a Drug Enforcement Administration (DEA). O comunicado dava conta do envio ilegal de medicamentos anestésicos, em três pacotes endereçados a Miami, na Flórida. A investigação levou a um homem, morador do bairro Campeche, em Florianópolis. Tal descoberta levou à apreensão, no início deste ano, de 2.622 ampolas de fentanil em Balneário Camboriú (SC).

O fentanil é a droga que mais mata nos Estados Unidos, tendo feito mais de 18 mil vítimas em 2016. Segundo relatório do Centro Nacional de Estatísticas de Saúde dos EUA, 29% das mortes por overdose de drogas em 2016 no país foram relacionadas ao opioide.

Santa Casa

O monitoramento das ações em Santa Catarina fez os policiais chegarem ao grupo de São Paulo – que fornecia os medicamentos. A PF identificou quatro pessoas que faziam o serviço: três eram funcionários da Santa Casa e um trabalhava em uma transportadora. “Eles desviavam remédios da Santa Casa para vários lugares, como a favela de Heliópolis (zona sul), e no (site de vendas) Mercado Livre”, disse Napp.

Os funcionários não tiveram os nomes divulgados. Um era um auxiliar de enfermagem e os outros dois eram técnicos de almoxarifado. Leia mais ›

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Gerenciamento do uso de medicamentos: um modelo a ser seguido

Gerenciamento do uso de medicamentos: um modelo a ser seguido

(Texto atualizado em 16/07/2019 às 10:37 am)

A prevenção aos erros medicamentosos é uma das vertentes visadas pelas organizações de saúde, uma vez que gera custos desnecessários e põe em risco a segurança do paciente.

Embora a incidência de eventos adversos referentes à medicação diminuiu entre 2010 e 2015 nas organizações, fora delas, estes casos vêm aumentando. Visando reduzir estes casos, o modelo “Pharm 2 Pharm” foi criado.

Em junho de 2013, a Universidade do Havaí uniu-se a órgãos governamentais, farmácias comunitárias rurais, e outros stakeholders num projheto de inovação, o qual foi premiado um subsídio de inovação de US$ 14,3 milhões para melhorar a reconciliação e o gerenciamento de medicamentos para idosos. O programa, chamado Pharm2Pharm integra farmacêuticos em equipes hospitalares e de atendimento ambulatorial e utilizará tecnologia de informação em saúde para apoiar a tomada de decisões e melhorar a comunicação, particularmente entre farmacêuticos hospitalares e farmacêuticos comunitários.

O projeto tem como objetivo alcançar melhores transições de cuidados, reduções de eventos adversos, melhor adesão à medicação e decisões mais bem informadas e mais centradas no paciente sobre terapias medicamentosas, levando à redução de hospitalizações, readmissões e atendimentos de emergência e melhores cuidados de saúde e saúde para o paciente. pacientes atendidos. Para isso, são sugeridas 9 intervenções:

  1. Utilizar critérios, baseados em evidências, para identificação dos pacientes com maior propensão de se beneficiar do serviço de gerenciamento da medicação
  2. Ajudar os envolvidos a entender a importância da redução do risco de problemas relacionados ao uso de medicamentosos
  3. Recomendar que pacientes visitem um farmacêutico da comunidade após a alta (marcando-se a primeira consulta)
  4. Reconciliar a medicação
  5. Identificar problemas atuais da terapia medicamentosa, dando foco aos problemas relacionados à admissão e aos medicamentos que, geralmente, implicam em hospitalizações
  6. Transmitir todas as informações necessárias na transição de cuidado entre colaboradores.
  7. Trabalhar com cada paciente de acordo com as prescrições após a alta, utilizar um processo de gerenciamento medicamentoso padronizado, de acordo com as melhores práticas
  8. Continuar a dar ênfase nos problemas medicamentosos para prevenir readmissões, principalmente, após a alta
  9. Buscar entender e priorizar as metas e preocupações pessoais do paciente.

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Aprovada vacina influenza para idosos

(Texto atualizado em 11/07/2019 às 03:16 pm)

A Anvisa aprovou o registro do imunobiológico Fluzone Sênior, uma nova vacina influenza trivalente inativada, desenvolvida para a administração em idosos (adultos com 65 anos ou mais). Em sua composição, o produto traz duas variações da cepa influenza do tipo A — H1N1 associada à H3N2 — e, ainda, a cepa influenza tipo B.

De acordo com o fabricante, o uso do produto tem como objetivo induzir melhores respostas imunológicas e mais eficácia contra a gripe por meio do teor mais elevado de antígenos, os quais estimulam a produção de anticorpos contra o vírus no organismo.

Segundo informações do portal do Ministério da Saúde, a vacinação é considerada a intervenção mais importante para a redução do impacto da influenza. Estudos demostram que esta ação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações provocadas pelo vírus.

A vacina Fluzone Sênior foi registrada pela via de desenvolvimento individual, de acordo com a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 55, de 2010, que dispõe sobre o registro de produtos biológicos novos e produtos biológicos. A detentora do registro no Brasil é a Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.

Confira a aprovação do registro do imunobiológico Fluzone Sênior, publicada no Diário Oficial da União (D.O.U) desta segunda-feira (15/10).

O que é influenza?

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), o vírus influenza provoca uma infecção viral aguda do sistema respiratório, de elevada transmissibilidade e distribuição global. Uma pessoa pode contraí-la várias vezes ao longo da vida e, em geral, essa infecção tem evolução autolimitada. Em alguns casos, porém, pode evoluir para uma forma grave.

Segundo o MS, existem três tipos de vírus influenza (A, B e C), que são transmitidos facilmente por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. Eles causam infecção aguda das vias aéreas associada a febre (temperatura superior a 37,8°C). Os demais sinais são habitualmente de aparecimento súbito e incluem calafrios, mal-estar, dor de cabeça, fadiga, vômito, diarreia, tosse seca, entre vários outros.

Idosos, crianças, gestantes e pessoas com alguma comorbidade (existência de duas ou mais doenças simultaneamente) possuem um risco maior de desenvolver complicações devido à infecção por influenza, conforme o MS.

No Brasil, o período de maior circulação do vírus da gripe vai do final de maio até agosto, todos os anos.


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Câncer de próstata: aprovado novo tratamento

(Texto atualizado em 11/07/2019 às 03:14 pm)

Remédio para hipertensão aumenta risco de câncer, alerta AnvisaPacientes com câncer de próstata contam com mais uma opção para o tratamento deste tipo de neoplasia. A Anvisa aprovou, nesta segunda-feira (15/10), o registro do medicamento Erleada (apalutamida), que será comercializado na forma farmacêutica de comprimido revestido, na concentração de 60 mg. A detentora do registro no Brasil é a empresa Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda.

O novo medicamento, com dose de 240 mg (quatro comprimidos revestidos de 60 mg), em combinação com terapia de privação androgênica (castração medicamentosa ou cirúrgica), é indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de próstata não-metastático resistente à castração (NM-CRPC).

O câncer de próstata é uma neoplasia caracterizada pelo crescimento da glândula prostática, que acomete primariamente a população idosa. Entre os tipos de neoplasias mais comuns nos homens, o câncer de próstata ocupa a segunda posição (atrás apenas dos tumores de pele não melanomas), com estimativa de 68,2 mil casos novos em 2018.

Risco controlado

No caso específico de câncer de próstata resistente à castração inicial (CRPC), exames de imagem podem não apresentar nenhuma evidência de doença na fase metastática, sendo, então, denominado câncer de próstata não-metastático resistente à castração (NM-CRPC). No entanto, homens com a doença neste cenário têm um risco significativo para o desenvolvimento de metástases. Daí a necessidade do uso de medicamentos que ajudem no controle da doença.

Estudos clínicos

Como subsídio para o registro do medicamento Erleada® (apalutamida), a empresa Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. apresentou, como pesquisa principal, um estudo (Fase III) que comparou o uso do medicamento em 806 pacientes em relação aos resultados obtidos com um placebo tomado por 401 participantes da pesquisa, todos portadores de NM-CRPC, que já estavam recebendo a terapia padrão de privação androgênica. De acordo com a empresa, os resultados mostraram que a apalutamida foi bem tolerada, com toxicidades que eram em sua maioria de baixo grau e manejáveis.

 


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CFF em busca de melhorias no atendimento a pessoas com deficiência

O Conselho Federal de Farmácia segue empenhado na definição de ações para melhorar o atendimento a pessoas com deficiência. Para isso, reuniu, na última semana, em Brasília, profissionais que possuem iniciativas nesta área no País.

Uma das convidadas foi a farmacêutica Abia Cristina Felippe, que é coordenadora da comissão de ações para a comunidade no Conselho Regional de Farmácia em São Paulo. Formada em libras – a língua brasileira de sinais, ela decidiu realizar um trabalho de pesquisa no ano passado com 20 pessoas surdas. A pesquisa constatou que muitos dos pacientes já haviam passado por dificuldades durante o tratamento medicamentoso.

“Nós notamos que a maioria, 18 pessoas, já tinha tomado alguma medicação errada ou duplicou o mesmo medicamento sem saber. E isso me chamou a atenção e fiz um trabalho científico com uma pessoa que tomou três medicamentos de formas diferentes com o mesmo princípio ativo e ele acabou passando mal. Então a nossa preocupação maior como farmacêutico é dar assistência para todos”. Leia mais ›


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Roche inicia nova fase no Brasil e vai dobrar lançamentos em 2019

Abbott lança plataforma colaborativa de saúdeMaior fabricante do mundo de tratamentos contra o câncer, a farmacêutica Roche está iniciando uma nova fase no país. Ao mesmo tempo em que a Roche Farma Brasil foi promovida ao grupo seleto de oito países que se reportam diretamente à matriz, na Suíça, a presidência local passou a ser ocupada pelo executivo suíço Patrick Eckert, que estava à frente da diretoria de oncologia e hematologia no país. “É uma chance para a matriz compreender melhor os desafios e oportunidades do mercado brasileiro”, disse Eckert ao Valor. Antes da mudança, a Roche Farma Brasil estava sob o guarda-chuva da crescer “um dígito alto” em 2018

América Latina e o diálogo com a sede não necessariamente ocorria de forma direta. Com foco em inovação, a farmacêutica está no país há 87 anos e teve vendas de R$ 3,1 bilhões no ano passado. O aumento do portfólio de medicamentos de inovação teve papel fundamental para a expansão dos negócios com ritmo superior ao do mercado farmacêutico nacional, o sexto maior do mundo.

O ano em curso tem imposto mais desafios, com a maior concorrência entre as farmacêuticas. Ainda assim, o desempenho da operação brasileira é positivo e os planos de investimento estão sendo cumpridos. Em 2015, a multinacional anunciou que aplicaria R$ 300 milhões em cinco anos para modernizar a fábrica de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, capacitando-a a produzir medicamentos em escala global. O projeto segue em curso e, em 2018, os desembolsos totalizam R$ 40 milhões. Leia mais ›


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Novo tratamento para diabetes pode descartar uso de insulina

(Texto atualizado em 21/06/2019 às 10:30 am)

Um novo estudo mostrou que estimular o crescimento de uma nova membrana mucosa intestinal pode ajudar a controlar o diabetes tipo 2

Pesquisadores holandeses podem ter descoberto uma maneira de pôr fim às injeções diárias de insulina utilizadas pelos pacientes que sofrem com diabetes tipo 2. A equipe do Centro Médico Universitário de Amsterdã, na Holanda, descobriu que destruir a membrana mucosa do intestino delgado para que uma nova se desenvolva pode estabilizar os níveis de açúcar no sangue dos diabéticos.

“Devido a esse tratamento, o uso de insulina pode ser adiado ou talvez evitado. Isso é promissor”, disse Jacques Bergman, professor de gastroenterologia da UMC, à emissora holandesa Nederlandse Omroep Stichting. Além de dispensar injeções de insulina, o tratamento pode diminuir os riscos de doenças cardiovasculares, insuficiência renal, cegueira e dormência nas mãos e nos pés.

Os cientistas acreditam que o efeito é resultado de uma possível relação entre a absorção de nutrientes pelo intestino e o desenvolvimento de resistência à insulina em indivíduos com diabetes tipo 2. O estudo revelou ainda que um ano após o procedimento, 90% dos pacientes continuaram apresentando estabilidade da doença.

De acordo com os pesquisadores, o procedimento – que dura uma hora – envolve a inserção de um tubo com um pequeno balão na extremidade pela boca do paciente. O tubo chega no intestino delgado, onde o balão é inflado com água quente e a membrana mucosa é queimada pelo calor. A nova membrana – capaz de controlar os níveis glicêmicos dos diabéticos – se regenera em cerca de duas semanas, promovendo uma melhora significativa na saúde do paciente.

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Desafio da Sandoz: soluções de acesso a medicamentos à população carente

(Texto atualizado em 19/06/2019 às 01:44 pm)

No mundo, mais de 2 bilhões de pessoas não conseguem os medicamentos de que necessitam e 400 milhões não têm acesso aos serviços básicos de saúde. A Sandoz, divisão de genéricos e biossimilares do Grupo Novartis, quer inspirar empreendedores a pensar em soluções que transformem essa realidade com a segunda edição do desafio Healthcare Access Challenge (HACk). Até o dia 30 de novembro, mentes inovadoras na área da tecnologia digital podem inscrever projetos que ajudem a resolver problemas locais de acesso a medicamentos e a cuidados de saúde. A companhia busca fomentar iniciativas criativas que mudem positivamente as comunidades.

“Com base na primeira edição do Sandoz HACk, estamos ampliando a competição para qualquer pessoa com uma ideia que use tecnologia digital para ajudar a resolver um desafio de acesso à assistência médica local. Esperamos criar soluções digitais ambiciosas e práticas que, em escala, podem ter um impacto significativo na vida das pessoas”, diz Richard Francis, CEO da Sandoz. Para participar do concurso, basta visitar o site da Sandoz HACk  (em inglês) e inscrever a sugestão de aplicativo, serviço móvel ou outra tecnologia.

Três participantes pré-selecionados serão anunciados em janeiro de 2019 e receberão apoio dos especialistas da Sandoz para desenvolver seus projetos e transformar o potencial em impacto real. Eles viajarão para Austin, nos Estados Unidos, em março de 2019, para explorar, fazer contatos e descobrir as últimas tendências em inovação. Um vencedor será escolhido e receberá um financiamento inicial e apoio da farmacêutica para colocar seu projeto em prática.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Brasil terá a primeira farmácia da francesa Boiron no mundo

(Texto atualizado em 19/06/2019 às 01:40 pm)

Líder global em medicamentos homeopáticos investiu R$ 2 milhões para responder à demanda de médicos e pacientes por medicamentos eficazes e seguros

Valérie Lorentz-Poinsot, diretora-geral da Boiron: aposta em bons profissionais, diagnósticos e medicamentos para o Brasil (Marcos Bacon/Abril Branded Content)

O mercado global de homeopatia vem crescendo no mundo inteiro. Em 2015, ficou em 3,8 bilhões de dólares e deve chegar a 17,4 bilhões de dólares em 2040, segundo dados da Transparency Market Research, consultoria de inteligência de mercado. Usada por milhares de pacientes em mais de 50 países, a homeopatia já é recomendada por mais de 400 000 médicos e profissionais da saúde no mundo todo. Especialidade médica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina do Brasil desde 1980, ela também tem ganhado espaço no país. Hoje, mais de 10 000 homeopatas atuam por aqui e a demanda de médicos e pacientes por medicamentos homeopáticos fez com que a Boiron, multinacional francesa que está há mais de 80 anos no mercado e é líder mundial do segmento, escolhesse o Brasil para a inauguração da sua primeira farmácia de manipulação no mundo.

O espaço recém-inaugurado tem 450 metros quadrados e fica na Avenida 9 de Julho, na cidade de São Paulo. O desafio foi reproduzir no espaço os mesmos padrões de qualidade das unidades fabris francesas e garantir a rastreabilidade em todo o processo produtivo. Todas as matérias-primas e insumos ativos utilizados na produção dos medicamentos são importados da França. Além disso, a transparência é um conceito central: uma parede de vidro permite que os clientes acompanhem todo o processo de preparação dos medicamentos.

Reconhecida no mundo inteiro pela qualidade, a empresa tem foco em oferecer aos profissionais da saúde medicamentos que sejam eficazes e seguros. “Estamos aqui porque há uma grande demanda por parte dos médicos brasileiros. Um bom tratamento terapêutico tem alguns eixos centrais: bons profissionais, bons diagnósticos e bons medicamentos. A Boiron é conhecida no plano internacional pela qualidade de seus produtos e vamos trazer exatamente isso para o Brasil”, diz Valérie Lorentz-Poinsot, diretora-geral da empresa. Leia mais ›


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A gestão correta dos resíduos dos serviços de saúde (RSS)

(Texto atualizado em 03/06/2019 às 12:25 pm)

Infectious waste must be disposed of in the trash bag

Quanto aos riscos ao meio ambiente destaca-se o potencial de contaminação do solo, das águas superficiais e subterrâneas pelo lançamento de resíduos de serviços de saúde em lixões ou aterros controlados que também proporciona riscos aos catadores, principalmente por meio de lesões provocadas por materiais cortantes e/ou perfurantes, e por ingestão de alimentos contaminados, ou aspiração de material particulado contaminado em suspensão.

Os resíduos de serviços de saúde são os produzidos pelas atividades de unidades de serviços de saúde (hospitais, ambulatórios, postos de saúde, etc.). Incluem os resíduos infectantes (classe A) como culturas, vacinas vencidas, sangue e hemoderivados, tecidos, órgãos, perfurocortantes, animais contaminados, fluídos orgânicos; os resíduos especiais (classe B), rejeito radioativo, resíduos farmacêuticos e resíduos químicos; e os resíduos comuns (classe C), das áreas administrativas, das limpezas de jardins, etc.

Eles constituem os resíduos sépticos os que contêm ou potencialmente podem conter germes patogênicos. São produzidos em serviços de saúde, tais como: hospitais, clínicas, laboratórios, farmácias, clínicas veterinárias, postos de saúde, etc. Este resíduo é constituído de agulhas, seringas, gazes, bandagens, algodões, órgãos e tecidos removidos, meios de culturas, animais usados em teste, sangue coagulado, luvas descartáveis, filmes radiológicos, etc.

Para o Estado, são definidos como geradores de resíduos de serviços de saúde todos os serviços relacionados com o atendimento à saúde humana ou animal, inclusive os serviços de assistência domiciliar e de campo; laboratórios analíticos de produtos para a saúde; necrotérios, funerária e serviços onde se realizem atividades de embalsamamento, serviços de medicina legal, drogarias e farmácias inclusive as de manipulação; estabelecimentos de ensino e pesquisa na área da saúde, centro de controle de zoonoses; distribuidores de produtos farmacêuticos, importadores, distribuidores, produtores de materiais e controles para diagnóstico in vitro, unidades móveis de atendimento à saúde; serviços de acupuntura, serviços de tatuagem, dentre outros similares.

NBR 12807 de 05/2013 – Resíduos de serviços de saúde – Terminologia define os termos empregados em relação aos resíduos de serviços de saúde. O acondicionamento é o ato de embalar resíduos de serviços de saúde, de acordo com a natureza e classe de risco, de forma a garantir ou oferecer segurança em todas as etapas de gerenciamento intra e extraunidade. O agente infectante ou infeccioso é um agente biológico, micro-organismo ou parasita, capaz de produzir infecção ou doença infecciosa e o agente biológico são as bactérias, fungos, vírus, clamídias, riquétsias, micoplasmas, príons, parasitas, linhagens celulares, outros organismos e toxinas.

O agente carcinogênico é uma substância, mistura, agente físico, químico ou biológico cuja inalação, ingestão ou absorção cutânea possa desenvolver câncer ou aumentar sua frequência. A contaminação é a presença de organismos patogênicos, substâncias tóxicas ou outros agentes, em condições que possam afetar a saúde humana, animal e o meio ambiente e os contaminantes químicos de interesse à saúde são a substância química presente no solo acima dos valores de referência nacionais ou internacionais. Se a substância química for provável, possível ou comprovadamente carcinogênica, ou apresentar efeitos tóxicos agudos e/ou crônicos à saúde conhecidos, deve ser considerada um contaminante químico de interesse. Leia mais ›


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Investidores da Anjos do Brasil fazem aporte no app Manipulaê

A Manipulaê, uma plataforma online que facilita a conexão entre pacientes e farmácias de manipulação, onde é possível enviar uma receita para cotação com até três farmácias e comparar todas ofertas em uma mesma tela, foi criada pelo administrador Thiago Colósio e o engenheiro Rafael Angelo. “Ela é online e gratuita para que as pessoas façam a cotação e comprem seus produtos. Fazemos uma triagem com as farmácias para definir o nível de qualidade e só permitimos a entrada de empresas que assinam um termo de compromisso com o consumidor e que atinjam o nível satisfatório”, explica Colósio.

Como funciona a plataforma – O consumidor acessa o site da Manipulaê, envia imagem da sua receita médica que precisa cotar e preenche alguns dados, como nome, e-mail e endereço para entrega. Esse processo pode ser feito pelo celular, tablet ou computador. O sistema envia as informações para as farmácias conectadas na plataforma e o consumidor recebe as cotações dos produtos rapidamente numa mesma tela. Todo processo, da cotação ao pagamento, é feito no site Manipulaê. “O cliente consegue comprar no mesmo dia, com mais de uma farmácia ao mesmo tempo e com apenas alguns cliques. Conseguimos otimizar o valor total da compra e o tempo para realizar todo processo. Alguns clientes já relataram economia de até 40%, e redução de 3 dias no tempo que gastavam antes”, diz Colósio.

Aporte da Anjos do Brasil – De olho nesse mercado é que a rede de da Anjos do Brasil investiu R$ 525 mil na Manipulaê. “O grande potencial da startup é que ela oferece uma solução para um problema dos consumidores com uma oferta estratégica de consolidar dados de um grande mercado que é pouco explorado e conhecido”, diz Ricardo Martinho, consultor de Relações com Investidores da Anjos do Brasil.

Atuando desde fevereiro de 2017, a startup reúne 120 farmácias ativas na plataforma. Elas estão localizadas estrategicamente para atender o Sudeste do país. Com seis colaboradores, gerou R$ 80 mil em vendas para as farmácias da plataforma no ano passado, espera fechar 2018 com R$ 200 mil e estima triplicar o valor em 2019. “O crescimento em escala vai ocorrer porque, com o aporte, vamos investir 60% em equipe e melhorias na plataforma, e 40% na expansão do negócio”, explica Colósio. Leia mais ›


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Falta de remédio no SUS deixa até transplantado desprotegido em SP

(Texto atualizado em 29/05/2019 às 12:27 pm)

Gestão Márcio França culpa ministério, que só admite atraso para hepatite C

Diversos remédios de alto custo estão em falta na rede pública de São Paulo. A Secretaria Estadual da Saúde, da gestão Márcio França (PSB), confirmou que há problemas de abastecimento dos medicamentos riluzol (esclerose), leflunomida (artrite reumatoide), tacrolimo (transplantados de rim) e remédios para hepatite C.

O estudante Marcus Vinicius Flausino de Andrade Ribeiro, 18 anos, morador do bairro Parque das Nações, em Santo André (ABC), realizou o transplante de rim há três meses e precisa tomar sete cápsulas por dia do medicamento tacrolimo, utilizado para evitar a rejeição.

Sua mãe, a dona de casa Aline Ribeiro, 39 anos, costumava retirar o remédio todos os meses na farmácia de alto custo localizada no Hospital Estadual Mário Covas, localizado na cidade. A retirada é de 210 unidades mensais, em duas caixas e uma cartela.

“O agendamento para a gente pegar o remédio era no dia 17, mas informaram que estava em falta e não tinha previsão de chegar. Desde então, eu ligo ou vou até o hospital todos os dias para saber se está normalizado. Até agora, nada foi resolvido”, afirma Aline.

Seu filho precisa tomar quatro cápsulas pela manhã e as outras três à noite. Por causa da falta de abastecimento, Aline teve de desembolsar R$ 590 para comprar uma caixa de tacrolimo, que contém 100 cápsulas. Leia mais ›


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Lupin vai trazer tecnologia para novos medicamentos

(Texto atualizado em 29/05/2019 às 12:29 pm)

Terceira maior farmacêutica indiana, a Lupin estabeleceu-se no Brasil há três anos com a compra da Medquímica e praticamente duplicou as vendas nesse período, com um portfólio concentrado principalmente em genéricos e similares. Agora, o foco está em acelerar a transferência de tecnologia para produzir medicamentos mais complexos no país e avançar em novos mercados, o que deve levar a operação brasileira a dobrar de tamanho novamente até o fim de 2023.

Tradicionalmente ativa no terreno das aquisições, a Lupin está aberta a oportunidades no mercado brasileiro, mas essa não é a prioridade no momento, de acordo com o presidente da operação local, Ricardo Lourenço. Em dez anos, a companhia indiana fechou nada menos que 15 compras globalmente. “Olhamos ativos potenciais em dermatologia, também localmente, mas é preciso que seja um portfólio diferenciado”, diz o executivo.

Ao mesmo tempo, a empresa acaba de chegar a um novo mercado no país, o de dermocosméticos de alta tecnologia, e caminha para tirar do papel o projeto de exportar genéricos – a farmacêutica indiana é a oitava no ranking mundial do setor – a partir da fábrica que opera em Juiz de Fora (MG). De acordo com Lourenço, a primeira venda ao exterior, um xarope, deve ser consumada nos próximos meses e depende apenas do registro do medicamento na autoridade sanitária do México.

A unidade fabril, que recebeu parte dos US$ 20 milhões investidos pela empresa no país nos últimos três anos, tem capacidade de produção de 8 milhões de unidades (caixas) por mês e já começou a ser preparada para produzir medicamentos mais complexos. “A Lupin já tem um pipeline rico. Estamos trabalhando para adequar os dossiês ao Brasil e capacitar a fábrica para a transferência de tecnologia”, explica o executivo. Leia mais ›


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Eventos adversos serão notificados pelo VigiMed

(Texto atualizado em 29/05/2019 às 12:32 pm)

Anvisa assina contrato com centro colaborador da OMS para utilização de novo sistema de notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas.

Na última quinta-feira (18/10), a Anvisa assinou um contrato com o Uppsala Monitoring Centre (UMC) — Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Monitoramento Internacional de Medicamentos — para a utilização de um novo sistema de notificação de eventos adversos relacionados ao uso de medicamentos e vacinas, o VigiMed. A previsão é que o início da utilização do sistema ocorra até o final deste ano.

A nova ferramenta funcionará como um software de farmacovigilância com foco em medicamentos. Isto vai permitir organizar melhor o fluxo de notificações, possibilitando a criação de relatórios mais precisos sobre a notificação de problemas com medicamentos no Brasil.

O VigiMed é uma versão do sistema VigiFlow, utilizado pela OMS para o recebimento de notificações de eventos adversos. A adoção do novo sistema pela Anvisa é o resultado de uma parceria da Gerência Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (GGMON) com o UMC, um centro vinculado à OMS que operacionaliza o programa de monitoramento internacional de medicamentos.

Substituição

Coordenado pela Gerência de Farmacovigilância (GFARM), o VigiMed substituirá o Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária (Notivisa), somente em relação à notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas. A transição entre os sistemas ocorrerá de forma gradual. A previsão é que o início da utilização do VigiMed como novo sistema da Anvisa ocorra até o final deste ano.

Fonte: ANVISA


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Denunciar estabelecimentos ou profissionais de saúde irregulares

A profissão farmacêutica, em qualquer circunstância, não pode ser exercida sobrepondo-se à promoção, prevenção e recuperação da saúde e com fins meramente comerciais, pois o farmacêutico deve cumprir as disposições legais e regulamentares que regem a prática profissional no país, sob pena de aplicação de sanções disciplinares e éticas regidas pelo Código de Ética Farmacêutica.

Além do Código de Ética Farmacêutica, o qual contém as normas que devem ser observadas pelos farmacêuticos e os demais inscritos no CRF no exercício do âmbito profissional, também deve ser observada a legislação sanitária vigente no País, que se aplica não somente ao profissional da saúde, mas ao estabelecimento de saúde ao qual este profissional está vinculado. Neste contexto, o Conselho Regional de Farmácia é o órgão responsável por zelar pela fiel observância dos princípios da ética e da disciplina da classe dos que exercem atividades profissionais farmacêuticas no País, cabendo ao CRF fiscalizar o exercício da profissão, impedindo e punindo as infrações à lei, bem como enviando às autoridades competentes relatórios documentados sobre os fatos que apurarem e cuja solução não seja de sua alçada.

No entanto, qualquer cidadão pode verificar ou presenciar irregularidades em estabelecimentos farmacêuticos, e observar o cumprimento dos deveres e obrigações do farmacêutico no exercício da profissão, podendo denunciar ao CRF ou à outro órgão competente o descumprimento às normas e legislações profissionais ou sanitárias vigentes no país. De acordo com os termos jurídicos, denúncia é o ato verbal ou escrito pelo qual alguém leva ao conhecimento da autoridade competente um fato contrário à lei, à ordem pública ou a algum regulamento, e suscetível de punição.

No âmbito do CRF as denúncias devem referir-se a profissionais e estabelecimentos farmacêuticos com conduta antiética e/ou que descumprem a legislação vigente. As denúncias devem ser apresentadas por telefone ou por escrito (através de e-mail ou do site do CRF) com a narração objetiva do fato ou ato, nome e endereço do estabelecimento e/ou do farmacêutico denunciado e todas as informações que possam contribuir para as averiguações. A denúncia pode ser anônima, no entanto em caso de identificação do denunciante, o Conselho Regional de Farmácia garante o sigilo total dos dados pessoais, que de nenhuma forma são repassados a terceiros. Leia mais ›

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Material obrigatório do Farmácia Popular

(Texto atualizado em 22/07/2019 às 12:48 pm)

Detalhes  sobre o material obrigatório que deve ser utilizado por cada farmácia credenciada ao Farmácia Popular.

A participação das farmácias e drogarias privadas na parceria/convênio com o governo, através do programa Aqui Tem Farmácia Popular, é regida por uma série de exigências e regras. Entre os requisitos está a exibição do material de comunicação oficial confeccionado pelo Governo Federal.

É de uso obrigatório: cartaz com preços atualizados e banner oficial.

 

Cartaz com preços obrigatório

Clique para abrir ver os cartazes de preço do Farmácia Popular por estado

Exemplo de cartaz

Essa é a peça obrigatória que deve ser mantida dentro da farmácia afixada em um local que seja visível para o paciente ou cliente, é o cartaz oficial do Farmácia Popular, que reúne os preços e todos os itens participantes.

O Ministério da Saúde fornece o arquivo do cartaz, que deverá ser confeccionado no tamanho correto, que é o de 46cm por 64cm.

Com a recente mudança de preços do Farmácia Popular, o cartaz de preços agora foi dividido conforme o estado. Para acessar o cartaz obrigatório com os preços para seu estado, acesse aqui.

 

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Disputa por patente de remédio expõe gargalos no INPI

A disputa em torno da patente do sofosbuvir, um dos tratamentos mais eficientes contra a hepatite C e que deve ter papel relevante nos planos do governo brasileiro de erradicar a doença até 2030, expôs um antigo problema do país e alvo de inúmeros alertas da indústria farmacêutica: a reduzida estrutura do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) frente à demanda crescente de análise de novos pedidos.

Entidade que reúne as fabricantes de medicamentos genéricos no país, a PróGenéricos calculava, em 2016, que a demora na concessão das patentes, combinada ao mínimo de 10 anos de proteção garantido pelo parágrafo único do artigo 40 da Lei de Propriedade Intelectual, criava uma reserva de mercado de R$ 4 bilhões para medicamentos amparados por esse dispositivo. O caso do sofosbuvir caminharia nessa direção. O pedido de patente para o tratamento foi depositado pela americana Gilead no INPI em 2004, ou seja, há 14 anos, e priorizado apenas em 2016. De lá para cá, a tecnologia de produção foi desenvolvida por outros laboratórios, incluindo uma parceria entre Farmanguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e um consórcio privado liderado pela brasileira Blanver.

Com a concessão da patente à Gilead, para uma molécula usada na síntese do sofosbuvir, a produção do genérico no país fica proibida – neste momento, a patente não está em vigor por decisão liminar da Justiça Federal do Distrito Federal, a partir de pedido apresentado pela candidata à Presidência Marina Silva, da Rede.

A decisão do INPI gerou reações críticas entre organizações que reúnem pacientes e médicos, entre as quais a Médico Se Fronteiras, sob alegação de que a proteção terá impacto negativo sobre a saúde pública. A Fiocruz, em nota, defendeu que a produção nacional de medicamentos deve ser usada em favor da defesa dos interesses da população e disse que é responsabilidade do dos ministério da Saúde e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), garantir as condições de acesso ao sofosbuvir. Por outro lado, um grupo de 12 entidades representativas de diferentes setores, entre os quais a indústria farmacêutica, divulgou carta de apoio à independência técnica do INPI. Leia mais ›


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Ultra Popular atualiza imagem visual para combater fraudes

Ultra Popular atualiza imagem visual para combater fraudes

(Texto atualizado em 13/05/2019 às 11:39 am)

Desde que surgiu em 2012, a rede de drogarias Ultra Popular já conta com mais de 560 unidades, espalhadas por 21 estados e baseadas no modelo de gestão associativista. Em função desse crescimento, o número de farmácias que tentam pegar carona, copiando a linguagem visual da marca também vem se multiplicando. As empresas que imitam o logotipo não possuem a estrutura e qualidade de atendimento da rede, o que gera prejuízos para os associados, confundindo os consumidores.

 Recentemente uma farmácia que se identificava como ‘Outra Popular’ e utilizava clandestinamente elementos da identidade corporativa da Ultra Popular foi lacrada pela vigilância sanitária de Ji-Paraná, em Rondônia. “A notícia circulou pelas redes sociais e as imagens levaram muita gente a pensar que se tratava de uma unidade do nosso grupo, gerando muitos transtornos. Por isso, todos os casos são tratados com rigor pelo nosso departamento jurídico”, afirma Ângelo Vieira, diretor de operações e marketing da Farmarcas, administradora da Ultra Popular.

 

Na busca de modernizar ainda mais sua apresentação e combater essa concorrência desleal, a rede acaba de lançar sua primeira loja com novo logo e linguagem visual. A unidade que marcou essa virada está localizada na cidade de Parauapebas, no Pará. “Observamos muitas farmácias que pintaram suas paredes de vermelho, com destaque para o termo popular na fachada. Mas essas lojas não possuem estratégia, apenas tentam copiar a nossa”, conta o proprietário Eduardo Thomaz.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

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Justiça vai apurar lucro de farmácia com uso indevido da imagem de Giovanna Antonelli

Justiça vai apurar lucro de farmácia com uso indevido da imagem de Giovanna Antonelli

(Texto atualizado em 06/05/2019 às 04:31 pm)

Os ministros da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça acolheram recurso da atriz Giovanna Antonelli para determinar a utilização de ‘critérios técnicos’ na apuração do lucro da intervenção obtido por uma farmácia de manipulação com o uso indevido de sua imagem para vender um produto. Sem contrato ou autorização, segundo a ação, a Dermo Formulações Farmácia de Manipulação Ltda usou o nome e a imagem da atriz de ‘forma sugestiva’ para alavancar as vendas de um composto detox que teria efeitos de emagrecimento.

As informações foram divulgadas no site do STJ – REsp 1698701.  Leia mais ›

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