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Denunciar estabelecimentos ou profissionais de saúde irregulares

A profissão farmacêutica, em qualquer circunstância, não pode ser exercida sobrepondo-se à promoção, prevenção e recuperação da saúde e com fins meramente comerciais, pois o farmacêutico deve cumprir as disposições legais e regulamentares que regem a prática profissional no país, sob pena de aplicação de sanções disciplinares e éticas regidas pelo Código de Ética Farmacêutica.

Além do Código de Ética Farmacêutica, o qual contém as normas que devem ser observadas pelos farmacêuticos e os demais inscritos no CRF no exercício do âmbito profissional, também deve ser observada a legislação sanitária vigente no País, que se aplica não somente ao profissional da saúde, mas ao estabelecimento de saúde ao qual este profissional está vinculado. Neste contexto, o Conselho Regional de Farmácia é o órgão responsável por zelar pela fiel observância dos princípios da ética e da disciplina da classe dos que exercem atividades profissionais farmacêuticas no País, cabendo ao CRF fiscalizar o exercício da profissão, impedindo e punindo as infrações à lei, bem como enviando às autoridades competentes relatórios documentados sobre os fatos que apurarem e cuja solução não seja de sua alçada.

No entanto, qualquer cidadão pode verificar ou presenciar irregularidades em estabelecimentos farmacêuticos, e observar o cumprimento dos deveres e obrigações do farmacêutico no exercício da profissão, podendo denunciar ao CRF ou à outro órgão competente o descumprimento às normas e legislações profissionais ou sanitárias vigentes no país. De acordo com os termos jurídicos, denúncia é o ato verbal ou escrito pelo qual alguém leva ao conhecimento da autoridade competente um fato contrário à lei, à ordem pública ou a algum regulamento, e suscetível de punição.

No âmbito do CRF as denúncias devem referir-se a profissionais e estabelecimentos farmacêuticos com conduta antiética e/ou que descumprem a legislação vigente. As denúncias devem ser apresentadas por telefone ou por escrito (através de e-mail ou do site do CRF) com a narração objetiva do fato ou ato, nome e endereço do estabelecimento e/ou do farmacêutico denunciado e todas as informações que possam contribuir para as averiguações. A denúncia pode ser anônima, no entanto em caso de identificação do denunciante, o Conselho Regional de Farmácia garante o sigilo total dos dados pessoais, que de nenhuma forma são repassados a terceiros. Leia mais ›

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Disputa por patente de remédio expõe gargalos no INPI

A disputa em torno da patente do sofosbuvir, um dos tratamentos mais eficientes contra a hepatite C e que deve ter papel relevante nos planos do governo brasileiro de erradicar a doença até 2030, expôs um antigo problema do país e alvo de inúmeros alertas da indústria farmacêutica: a reduzida estrutura do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) frente à demanda crescente de análise de novos pedidos.

Entidade que reúne as fabricantes de medicamentos genéricos no país, a PróGenéricos calculava, em 2016, que a demora na concessão das patentes, combinada ao mínimo de 10 anos de proteção garantido pelo parágrafo único do artigo 40 da Lei de Propriedade Intelectual, criava uma reserva de mercado de R$ 4 bilhões para medicamentos amparados por esse dispositivo. O caso do sofosbuvir caminharia nessa direção. O pedido de patente para o tratamento foi depositado pela americana Gilead no INPI em 2004, ou seja, há 14 anos, e priorizado apenas em 2016. De lá para cá, a tecnologia de produção foi desenvolvida por outros laboratórios, incluindo uma parceria entre Farmanguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e um consórcio privado liderado pela brasileira Blanver.

Com a concessão da patente à Gilead, para uma molécula usada na síntese do sofosbuvir, a produção do genérico no país fica proibida – neste momento, a patente não está em vigor por decisão liminar da Justiça Federal do Distrito Federal, a partir de pedido apresentado pela candidata à Presidência Marina Silva, da Rede.

A decisão do INPI gerou reações críticas entre organizações que reúnem pacientes e médicos, entre as quais a Médico Se Fronteiras, sob alegação de que a proteção terá impacto negativo sobre a saúde pública. A Fiocruz, em nota, defendeu que a produção nacional de medicamentos deve ser usada em favor da defesa dos interesses da população e disse que é responsabilidade do dos ministério da Saúde e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), garantir as condições de acesso ao sofosbuvir. Por outro lado, um grupo de 12 entidades representativas de diferentes setores, entre os quais a indústria farmacêutica, divulgou carta de apoio à independência técnica do INPI. Leia mais ›


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Ultra Popular atualiza imagem visual para combater fraudes

Ultra Popular atualiza imagem visual para combater fraudes

(Texto atualizado em 13/05/2019 às 11:39 am)

Desde que surgiu em 2012, a rede de drogarias Ultra Popular já conta com mais de 560 unidades, espalhadas por 21 estados e baseadas no modelo de gestão associativista. Em função desse crescimento, o número de farmácias que tentam pegar carona, copiando a linguagem visual da marca também vem se multiplicando. As empresas que imitam o logotipo não possuem a estrutura e qualidade de atendimento da rede, o que gera prejuízos para os associados, confundindo os consumidores.

 Recentemente uma farmácia que se identificava como ‘Outra Popular’ e utilizava clandestinamente elementos da identidade corporativa da Ultra Popular foi lacrada pela vigilância sanitária de Ji-Paraná, em Rondônia. “A notícia circulou pelas redes sociais e as imagens levaram muita gente a pensar que se tratava de uma unidade do nosso grupo, gerando muitos transtornos. Por isso, todos os casos são tratados com rigor pelo nosso departamento jurídico”, afirma Ângelo Vieira, diretor de operações e marketing da Farmarcas, administradora da Ultra Popular.

 

Na busca de modernizar ainda mais sua apresentação e combater essa concorrência desleal, a rede acaba de lançar sua primeira loja com novo logo e linguagem visual. A unidade que marcou essa virada está localizada na cidade de Parauapebas, no Pará. “Observamos muitas farmácias que pintaram suas paredes de vermelho, com destaque para o termo popular na fachada. Mas essas lojas não possuem estratégia, apenas tentam copiar a nossa”, conta o proprietário Eduardo Thomaz.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

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Justiça vai apurar lucro de farmácia com uso indevido da imagem de Giovanna Antonelli

Justiça vai apurar lucro de farmácia com uso indevido da imagem de Giovanna Antonelli

(Texto atualizado em 06/05/2019 às 04:31 pm)

Os ministros da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça acolheram recurso da atriz Giovanna Antonelli para determinar a utilização de ‘critérios técnicos’ na apuração do lucro da intervenção obtido por uma farmácia de manipulação com o uso indevido de sua imagem para vender um produto. Sem contrato ou autorização, segundo a ação, a Dermo Formulações Farmácia de Manipulação Ltda usou o nome e a imagem da atriz de ‘forma sugestiva’ para alavancar as vendas de um composto detox que teria efeitos de emagrecimento.

As informações foram divulgadas no site do STJ – REsp 1698701.  Leia mais ›

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Regulamentação não acompanha avanços da indústria

| Regulamentação não acompanha avanços da indústria

(Texto atualizado em 06/05/2019 às 04:33 pm)

O segmento de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (HPPC) figura entre os três que que mais investem em inovação no Brasil. Mas o dinamismo desse mercado não é acompanhado pela regulamentação. A análise é da representante da indústria do setor, Ariadne Morais, uma das debatedoras do seminário organizado pela ABIHPEC. “O ponto que nos preocupa é que tudo isso passa pela capacitação. O setor está pronto para trazer inovações, mas nem sempre a regulamentação acompanha. E não encontramos alternativas para contornar as barreiras, porque são leis.”O gerente de Cosméticos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), João Tavares Neto, reconheceu que as novidades chegam como avalanches sobre os órgãos encarregados da fiscalização e que a necessidade de uma ação reguladora atualizada e com conhecimento é inexorável. Ele destacou como ponto positivo a participação da agência na International Cooperation on Cosmetics Regulation (em português, Cooperação Internacional na Regulação de Cosméticos), grupo composto por autoridades reguladoras do Canadá, da União Europeia, do Japão, dos Estados Unidos e do Brasil — o País foi aceito como membro em 2010. “Estar no fórum internacional nos coloca num nível de debate muito alto. Inclusive, temos o papel de trazer isso para o Mercosul.”

Ele argumentou que o fato de cosméticos terem sido incluídos na mesma lei de medicamentos contaminou a regulação. Esse detalhe fez com que o nível de exigência para a aprovação de itens simples se assemelhasse ao de repelentes e protetores solares, que aparecem na lista dos chamados “produtos grau 2”, aqueles que possuem indicações específicas, cujas características exigem comprovação de segurança e eficácia. “Precisamos do conhecimento para ponderar nossa ação, não tratar tudo como se fosse o mesmo risco”, declarou. Leia mais ›

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Novo tratamento tem 90% de eficiência em casos de tuberculose multirresistente

Novo tratamento tem 90% de eficiência em casos de tuberculose multirresistente

Um novo tratamento para a tuberculose resistente a antibióticos alcançou uma taxa de sucesso de 90%, de acordo com os resultados de testes clínicos, que podem ser cruciais na luta contra essa doença mortal.

Uma equipe de médicos da Belarus (um dos países com a maior taxa dessa doença) vem tratando pacientes há vários meses com este novo tratamento, a bedaquilina, combinada com outros antibióticos, e foi capaz de curar 168 em 181 pessoas.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

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Dicas para o aumento do preço dos medicamentos pesar menos no bolso

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Diante do aumento de até 12,5% no preço dos medicamentos da última quinta-feira (31 de março), já tem consumidor com dificuldade de encontrar produtos nas farmácias com os preços anteriores, apesar de os novos valores valerem para novos estoques. Além da inflação, as oscilações do câmbio e o aumento expressivo da energia elétrica influenciaram na elevação dos preços. Por isso, a PROTESTE Associação de Consumidores dá dicas para que o impacto no orçamento doméstico seja menor.

Pesquise em diferentes redes de farmácias e drogarias, e não deixe de pechinchar. Há diferenças mesmo dentro da mesma rede, de uma loja para outra. Percebe-se grande margem de negociação e diversas farmácias e drogarias cobrem preços da concorrência.

Consulte seu médico sobre a possibilidade de usar a versão genérica do medicamento. O genérico, em regra, é mais barato. Mas, não deixe de pesquisar preços de genéricos fabricados por diferentes laboratórios, pois há diferenças entre eles.

Peça para seu médico receitar o medicamento pelo nome do princípio ativo e não pelo nome de marca. Assim, será mais fácil verificar a existência de genéricos e optar pelo mais barato. Mesmo se na prescrição do medicamento constar o nome de marca, é permitida a troca por medicamento genérico na farmácia, desde que seja feita por farmacêutico, que pode orientar o consumidor. Leia mais ›

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Maioria dos médicos americanos recebe benefícios da indústria farmacêutica

Nos Estados Unidos, 72% dos médicos afirmaram receber algum benefício da indústria farmacêutica. O dado é de uma pesquisa divulgada na última sexta-feira (19) feita com clínicos da faculdade de medicina da Universidade de Harvard.

O Instituto de Política de Saúde e Prática Clínica da Universidade de Dartmouth entrevistou 1.500 médicos sobre a prática de receber medicamentos de laboratórios de graça, refeições oferecidas por empresas, brindes como canetas, cadernos e camisetas, pagamento por serviços de consultoria e reuniões, ingressos para eventos, entre outros benefícios.

O estudo descobriu que 55% dos entrevistados receberam amostras de medicamentos e 48% ganharam refeições e bebidas dentro do local de trabalho ou fora. Apenas 8% ganhou pequenos presentes.

Segundo os pesquisadores, os números da pesquisa com médicos de Harvard são menores do que os obtidos em uma pesquisa nacional feita em 2009 sobre os mesmos privilégios. Houve redução no oferecimento de refeições e ingresso para eventos culturais. Na pesquisa nacional, 75% afirmou receber tais benefícios contra 42% entre os médicos de Harvard.

O que a pesquisa revelou foi que, apesar de ter caído o número de médicos que recebe benefícios da indústria farmacêutica na última década, ainda há relatos da prática.

“Isso é preocupante quando consideramos que o recebimento de amostras gratuitas de remédios, que está entre as práticas mais reportadas, já foi relacionado à prática de prescrição de remédios de marca, que são mais caros do que os genéricos”, afirma Lisa Schwarts, professora de Dartmouth e uma das autoras da pesquisa. Leia mais ›


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Aprovado medicamento inédito para fibrose cística

Orkambi

A Anvisa aprovou nesta segunda-feira (23/7) o registro de um medicamento novo para o tratamento da fibrose cística. A nova alternativa de tratamento é o Orkambi® (lumacaftor + ivacaftor), que até o momento não estava disponível no país.

A fibrose cística é uma doença de origem genética e ainda incurável que provoca o acúmulo de muco no pulmão, levando a inflamações e infecções que podem causar insuficiência respiratória.

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Falhas nas farmácias deixam 45 milhões de medicamentos em falta

Falhas nas farmácias deixam 45 milhões de medicamentos em falta

(Texto atualizado em 15/04/2019 às 01:55 pm)

Por falta de liquidez e porque o abastecimento do mercado é irregular, as ruturas de stock nas prateleiras são cada vez mais frequentes, sendo que as farmácias têm dificuldades crescentes em responder às necessidades dos doentes no momento, que acabam por ter de fazer várias deslocações para comprar os medicamentos que o médico receitou.

Este é um problema que afeta todo o tipo de medicamentos, sejam de marca ou genéricos. Só em setembro, foram reportadas cerca de 6,3 milhões de embalagens em falta (mais 42% do que em setembro de 2017) por 1.949 farmácias, segundo o último relatório do Observatório dos Medicamentos em Falta do Centro de Estudos e Avaliação em Saúde (Cefar) da Associação Nacional das Farmárcias (ANF).
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Entrevista rápida com um proprietário de farmácia

(Texto atualizado em 15/04/2019 às 12:36 pm)

No início do mês de abril de 2019, contatamos um dono de farmácia aleatório. Não por acaso, o empresário era de uma cidade pequena, no interior de São Paulo. Um retrato da maior parte do varejo farmacêutico brasileiro, que vem enfrentando os mesmos desafios de muitos outros empresários no ramo. A entrevista com um proprietário de farmácia brasileiro poderá ser lida a seguir.

Na conversa rápida com o empresário, falamos sobre sua visão em relação a lucratividade do ramo, e sobre valer a pena abrir e trabalhar com farmácia/drogaria. Quais os motivos para estar no setor farma, e quais seriam os desafios percebidos em primeiro lugar?

– Por que voce acha que vale a pena abrir uma farmacia?
R: Acredito que seja um ramo em constante inovação, e por ser um “mal necessário”: todas as pessoas precisam dos produtos vendidos pelas farmácias, principalmente quando falta saúde. Leia mais ›


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ANVISA atualiza método de análise de Autorização de Funcionamento

A fila para avaliação dos pedidos de concessão de Autorização de Funcionamento de Empresas (AFE) e Autorização Especial passa a ser organizada em grupos.

Um novo método para gerir a fila de análises para concessões de Autorizações de Funcionamento de Empresas (AFE) e Autorização Especial (AE) já está em vigor na Anvisa. A metodologia organiza as petições por grupos e tem por objetivo melhorar a gestão da análise dos processos, mantendo a qualidade.

O Grupo 1 reúne os pedidos de concessão de AFE e AE para fabricas e indústrias. O Grupo 2 é formado pelas petições de distribuidoras. O Grupo 3, por armazenadoras, exportadoras e importadoras. Já o Grupo 4 reúne os pedidos de transportadoras e varejistas. Acesse a tabela com os grupos. Leia mais ›


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Para Interfarma descontos reduzirão impacto do reajuste nos medicamentos

custo medicamento

Uma resolução da Câmara de regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), órgão do governo formado por representantes de vários ministérios, fixou em 12,5% o reajuste máximo permitido aos fabricantes na definição dos preços dos medicamentos. A decisão foi publicada no “Diário Oficial da União”.

A regulação é válida para um universo de mais de 9 mil medicamentos com preços controlados pelo governo. Em 2015, o reajuste máximo autorizado foi de 7,7%. Em 2014, o reajuste foi de 5,68%.

Segundo o presidente da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), os descontos praticados pelo mercado devem influenciar o preço final do medicamento, reduzindo o impacto para o consumidor. Leia mais ›

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Raia Drogasil compra Onofre da CVS

A rede de farmácias Raia Drogasil anunciou na terça-feira dia 26/02/19 a compra da rede Onofre, controlada antes pela gigante americana do varejo farmacêutico CVS Health.

A Onofre tem hoje 50 lojas, 47 delas no estado de São Paulo, além de duas no Rio de Janeiro e uma em Minas Gerais, segundo comunicado da Raia Drigasil. Em 2018, atingiu receita bruta de R$ 479,4 milhões. A CVS adquiriu o controle da rede Onofre em 2013, quando o varejo farmacêutico brasileiro passava por um momento de consolidação. Nos anos anteriores, o setor havia registrado fusões relevantes —entre Droga Raia e Drogasil, em agosto de 2011, e entre Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo, semanas depois. A Raia Drogasil encerrou o ano de 2018 com 1.825 lojas em operação, uma participação de mercado de 12,9% no país e receita bruta de R$ 15,5 bilhões, segundo sua divulgação de resultados financeiros.

No comunicado desta terça-feira, a Raia Drogasil destacou a importância da Onofre para o comércio online. A  peração ainda precisa passar pela aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Leia mais ›


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Vigilâncias sanitárias ganham sala especial na Anvisa

O ambiente preparado para os integrantes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) tem o objetivo de estreitar a comunicação entre todos os membros do sistema.

Tendo como lema “Nós somos o sistema”, a Anvisa inaugurou, nesta quarta-feira (3/4), a sala de acolhimento para o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS). O principal objetivo da criação do ambiente, localizado no 1º andar do bloco D da sede da Agência, em Brasília (DF), é receber os integrantes do SNVS com toda a infraestrutura disponível, para proporcionar um melhor aproveitamento da presença do SNVS na Agência.

O projeto também tem o intuito de estreitar a comunicação entre todos entes envolvidos com as ações de da vigilância sanitária. Além disso, aumentar a participação do SNVS nas discussões técnicas da Anvisa por meio de espaços exclusivos de debates para seus integrantes.
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Lotes de medicamentos Diprivan e Depakote são suspensos

diprivan depakote

Dois recolhimentos de medicamentos foram publicados pela Anvisa nesta quarta-feira (10/1). Nos dois casos o recolhimento foi comunicado pelos próprios laboratórios que identificaram problemas com seus produtos.

O primeiro recolhimento é do medicamento Depakote Sprinkle da empresa Abbott Laboratórios do Brasil Ltda. O motivo foi um erro na impressão da data de validade do medicamento. Serão recolhidos seis lotes. O Depakote é utilizado para o tratamento de convulsões.

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Transformação Digital em Saúde: desafios e perspectivas

Transformação Digital em Saúde: desafios e perspectivas

Na semana passada, fizemos parte da Futurecom com uma discussão sobre transformação digital na Saúde. A Futurecom é o maior evento de TI e Telecom da América Latina, e é organizado pela Informa Exhibitions, mesma empresa que realiza o Saúde Business Fórum, Feira Hospitalar e Healthcare Innovation Show. A ideia é promover uma discussão cross sobre os principais temas de interesse nas indústrias, no caso, tecnologia e saúde.

Para a moderação, tivemos Gauthama Nassif, Gerente Comercial de TI em Saúde, UBM Brazil, parte do Grupo Informa e, como participantes da mesa, contamos com Thiago Júlio, Gerente de Inovação e Curador do Cubo Health – DASA, Ricardo Santoro, CIO do Hospital Israelita Albert Einstein e César Dominguez, CEO da Axismed.

“Estamos saindo de uma saúde homogênea para começar a pensar em saúde populacional, ter dados e processos suficientes para, em seguida, atingir uma saúde personalizada e preditiva. Em termos de point of care, estamos saindo de um modelo hospitalocêntrico para um modelo de mais cuidado de transição, cuidado em casa, nas empresas e em outros locais”, contextualiza Gauthama no início do debate. Leia mais ›

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Faculdade discute novo marco regulatório sobre suplementos alimentares

Nova regulamentação irá melhorar acesso dos brasileiros a suplementos mais seguros e de qualidade

Nova regulamentação deverá melhorar acesso dos brasileiros a suplementos mais seguros e de qualidadeBru-nO / Pixabay / CC0 Creative Commons

No próximo dia 31, será realizado o seminário O novo marco regulatório sobre suplementos alimentares, organizado pelo Departamento de Alimentos da Faculdade de Farmácia, com apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O processo de regulamentação, as mudanças na categoria de medicamentos específicos e os probióticos são alguns dos temas abordados. O seminário será ministrado pela servidora da Anvisa Simone de Oliveira Reis Rodero, especialista em regulação e vigilância sanitária.

De acordo com a organização, a nova regulamentação para os suplementos alimentares, publicada em julho deste ano, deverá melhorar o acesso dos consumidores brasileiros a produtos seguros e de qualidade e reduzir a desinformação causada pela veiculação de afirmações sem comprovações científicas.

O evento, gratuito e aberto a todos os interessados pela temática, será às 14h, no auditório Aluísio Pimenta, da Faculdade de Farmácia, no campus Pampulha. Não é necessária inscrição prévia.

Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais

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Vacinação oferecida pela primeira vez nas farmácias

Serviço de vacinação é oferecido pela primeira vez em farmácias

O serviço de vacinação passou a ser oferecido pela primeira vez em farmácias de Mato Grosso do Sul. Por enquanto, segundo o Conselho Regional de Farmácia (CRF), apenas uma unidade, que foi a primeira a aderir, inaugurou sala apropriada para o serviço. Antes restrita a clínicas e hospitais, a vacinação para várias doenças ganhou aval para ser feita em drogarias do País inteiro, em dezembro do ano passado.

A possibilidade foi garantida em resolução aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “O profissional farmacêutico ganha mais um campo de atuação e a população é beneficiada com isso, facilitando o acesso à imunização. Esperamos que mais farmácias possam se adequar, para também oferecer o serviço”, disse a presidente do CRF, Kelle Slavec. Leia mais ›

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Vale a pena abrir uma farmácia?

(Texto atualizado em 15/04/2019 às 12:59 pm)

Este post aborda o questionamento comum entre empresários que olham para o setor performando bem e se perguntam se vale a pena investir para surfar essa onda, entrando no ramo ao abrir uma farmácia.

Vamos analisar algumas das características do varejo farma, de forma a permitir avaliar melhor se vale ou não vale a pena trabalhar com farmácia no Brasil. O mercado farmacêutico é promissor e tem muito potencial, mas também possui também muitos desafios a serem encarados.

Crescimento marcante

Segundo a FEBRAFAR em 2018 o mercado de farmácias e drogarias faturou R$120.331.216.266,40 (120 bilhões e 331 milhões de reais) e ainda mais impressionante, cresceu 11,76% em faturamento em comparação com o ano de 2017.

Em 2017, o crescimento já havia sido 12% maior comparando com 2016, em um país que se desenvolve a 1% ou 2% ao ano (variação do PIB do Brasil no período). Segundo a Febrafar, é um mercado ainda promissor que vem crescendo constantemente na faixa de dois dígitos. A tendência favorável é clara e forte. Leia mais ›


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