Delivery de medicamentos pela Internet representa comodidade para o consumidor e faturamento para farmácias

Compartilhe:Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedInEmail this to someone

ecommerce comercio medicamentosO comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 12,74 bilhões no primeiro semestre de 2013, de acordo com o relatório Webshoppers, do e-bit, e a expectativa é de que a arrecadação total chegue a R$ 28 bilhões até o final do ano. O segmento de “Cosméticos e Perfumaria/Cuidados Pessoais/Saúde” ocupa a terceira posição, responsável por uma parcela de 12,2%. Se a projeção se confirmar, os ganhos deste setor devem ultrapassar os R$ 3 bilhões.

A grande vantagem da compra pela Internet em relação ao telefone é a possibilidade de pesquisar por cada medicamento, verificar indicações e contra indicações, ler a bula e visualizar remédios similares. Além disso, é possível consultar frete e tempo de entrega.

O número é representativo se considerarmos as peculiaridades das lojas virtuais, que sempre favoreceram a venda de itens de uso não tão pessoal, como CDs, DVDs, livros e eletroeletrônicos. O cenário começou a mudar recentemente, com um rápido crescimento nas vendas de roupas, calçados e acessórios, produtos que requerem tempo na escolha e possuem variáveis como tamanho e caimento. O segmento de moda ocupa atualmente o primeiro lugar no e-commerce nacional, responsável por 13,7% do faturamento.

O aumento do comércio eletrônico de medicamentos faz parte de uma nova fase, influenciada por uma mudança de cultura dos usuários, no qual o serviço de delivery começa a migrar do telefone para a web. Essa tendência foi inaugurada por locadoras de DVDs, seguidas por redes de fast food e chegou até as farmácias. Trata-se de um serviço que preza pela máxima comodidade, importante para quem precisa de um medicamento e pode estar com a saúde debilitada.

Por se tratar de produtos que requerem cuidados na utilização, a venda de medicamentos pela Internet é regulamentada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), e precisam seguir algumas exigências, como a existência de uma loja física e a disponibilização de um farmacêutico online para tirar dúvidas sobre posologia e interações medicamentosas. A comercialização de antibióticos e medicamentos tarja preta só pode ser realizada em lojas físicas devido ao rígido controle e retenção da receita médica.

Apesar das restrições, o delivery online de medicamentos é extremamente eficiente para o usuário, que evita o deslocamento até o local e ganha tempo que despenderia na fila do caixa. Também é lucrativo para a drogaria, podendo representar até 40% de faturamento de um mercado que cresce 15% ao ano e deve arrecadar R$ 100 bilhões em 2017.

Fonte: E-Commerce News

Qual sua opinião? Deixe seu comentário:



Palavras-chave , ,
Mercado farmacêutico, Legislação e regulamentações
0
Conectando
Por favor, aguarde...
Como podemos ajudar?

Envie sua mensagem, logo retornaremos:

* Nome
* E-mail
Telefone
* Mensagem
Atendimento on-line

Como podemos ajudar?

Estamos on-line, fique à vontade para iniciar uma conversa com a M2Farma.

* Nome
* Email
Telefone
* Mensagem
Atendimento on-line
Feedback

Help us help you better! Feel free to leave us any additional feedback.

How do you rate our support?

Agradecemos sua visita ao blog e convidamos a conhecer nosso trabalho. Visite www.m2farma.com

Receba as últimas notícias sobre varejo farmacêutico, ANVISA, Farmácia Popular e convênios PBMs: