30/10 Dia Nacional do Ginecologista e Obstetra

30/10: Dia Nacional do Ginecologista e Obstetra

No dia 30 de outubro, relembramos a importância dos ginecologistas e obstetras no cuidado à saúde da mulher! Estes especialistas oferecem assistência desde a adolescência até as idades mais avançadas das pacientes, acompanhando e educando sobre práticas seguras. Os ginecologistas são especialistas no bem-estar, órgãos reprodutivos e reprodução feminina, sendo responsáveis por: Diagnosticar e tratar


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Aplicativo de celular vai revolucionar a farmacinha caseira

Em um mundo cada vez mais conectado, os telefones celulares ganham cada vez mais funcionalidades. A é o primeiro aplicativo para Android no Brasil, que ajuda a gerenciar o consumo e o estoque de medicamentos em casa. Leva para o mundo virtual a popular “farmacinha doméstica”, trazendo benefícios para a vida real e ajudando as pessoas a terem mais controle sobre assuntos relacionados à própria saúde. Além de controlar o que tem em casa, para só comprar o que realmente precisa, o usuário também poderá associar este estoque a alarmes que avisam a hora de tomar os medicamentos.

A ideia surgiu do hábito de cuidar. Primogênita de quatro irmãos e hoje mãe e esposa, Laurelena Palhano, idealizadora do projeto, sempre foi muito zelosa por sua família e um dia, enquanto procurava por um analgésico deu de cara uma caixa cheia de medicamentos vencidos e duplicados – “trabalho há 20 anos na área de sustentabilidade e quando me deparei com essa situação, logo pensei no impacto econômico, ambiental e social que isso gerava..”, conta.

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OMS aposta que doses possam ser produzidas este ano

OMS aposta que doses possam ser produzidas este ano

Organização já prepara protocolo com diretrizes para eventual distribuição

A Organização Mundial da Saúde (OMS) espera que centenas de milhões de doses da vacina contra o coronavírus possam ser produzidas ainda este ano e outras 2 bilhões de doses até o final de 2021, afirmou nesta quinta-feira a cientista-chefe da organização Soumya Swaminathan. Otimista, a organização também está elaborando diretrizes para ajudar a decidir quem deve receber as primeiras doses assim que a vacina for aprovada.

A prioridade, anunciou a cientista, deve ser dada a trabalhadores da linha de frente, como médicos, que seriam os primeiros a serem vacinados, seguidos daqueles que são vulneráveis por causa da idade ou de outras doenças e os que trabalham ou vivem em ambientes de alta transmissão, como prisões e casas de repouso.

– Estou esperançosa, sou otimista. Mas o desenvolvimento de vacinas é um empreendimento complexo, com muita incerteza – afirmou. – O bom é que temos tentativas de muitas vacinas em diferentes plataformas; mesmo que a primeira falhe ou a segunda falhe, não devemos perder a esperança, não devemos desistir.

Cerca de 10 vacinas em potencial contra o novo coronavírus já estão sendo testadas em humanos. Diversos países já começaram a fazer acordos com empresas farmacêuticas para pedir doses.

OMS fala sobre a vacina para a Covid-19

Além disso, Swaminathan descreveu ainda a meta de se conseguir uma vacina no fim do ano ou em 2021 como otimista. Ela acrescentou que os dados de análise genética coletados até o momento mostram que o novo coronavírus ainda não sofreu mutação capaz de alterar significativamente a gravidade da doença que causa em humanos.

O site G1 publicou também que a cientista foi questionada, durante coletiva de imprensa, sobre o uso da hidroxicloroquina para tratar a Covid-19. Os ensaios clínicos da OMS com a substância foram suspensos, pela segunda vez, depois de os especialistas concluírem que o uso dela não trouxe benefícios contra a doença.

No Brasil, a droga continua sendo recomendada pelo Ministério da Saúde. Nesta semana, a pasta inclusive ampliou a orientação de uso da substância, para incluir grávidas e crianças. Swaminathan reiterou que está claro que ela não reduz a mortalidade de pacientes hospitalizados com a Covid-19, mas afirmou que ainda existe uma lacuna sobre o papel desse tipo de medicamento para prevenir a infecção ou minimizar a gravidade da doença num estágio inicial.

A cientista-chefe lembrou, ainda, que os ensaios “Recovery”, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, também não viram benefícios no uso da droga contra o novo coronavírus. Swaminathan deixou claro que países, incluindo o Brasil, têm a liberdade de decidir seus protocolos, mas frisou que eles devem ser baseados em evidências científicas.

Foto: Shutterstock

Fonte: Globo online


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Blau registra receita liquida acima de R$1 Bilhão

Blau registra receita liquida acima de R$1 Bilhão

Com margens saudáveis e sólido balanço patrimonial, a Companhia atingiu pela primeira vez receita líquida em 12 meses acima de R$1 bilhão

O ano de 2020 começou com grandes perspectivas de crescimento econômico para o país. Porém o mundo foi surpreendido pela pandemia do COVID-19, e de um momento para ao outro, o cenário passou a ser desafiador para todos. A Blau Farmacêutica é uma das companhias que tem conseguido manter seu plano de crescimento e ainda contratar novos colaboradores.

“Apesar do cenário atual, seguindo as orientações da OMS e das autoridades sanitárias do País, mantivemos a execução de nosso planejamento anual, e estamos em pleno funcionamento de nossa produção, comercialização, logística, cadeia de suprimentos. Somente neste período contratamos mais de 40 colaboradores para início imediato e ainda temos mais vagas abertas. Assim, demostrando a capacidade, em um momento de crise, de manter o foco na nossa missão de disponibilizar, da forma mais ampla possível, medicamentos que propiciem melhor qualidade de vida e maior longevidade”, afirma o CEO da Blau Farmacêutica, Marcelo Hahn. Leia mais ›


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Anvisa aprova venda de produtos à base de cannabis em farmácias

cannabis farmacia uso medicinal

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:16 pm)

 A Anvisa aprovou por unaminidade a resolução que dispõe sobre o uso medicinal da Cannabis no Brasil e sua venda em farmácia. Os diretores vetaram e arquivaram a proposta sobre cultivo de cannabis exclusivamente para fins medicinais e científicos

A Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou, nesta terça-feira (3/12), o novo regulamento para produtos derivados de Cannabis. O texto elenca os requisitos necessários para a regularização desses produtos no país, estabelecendo parâmetros de qualidade. A regulamentação aprovada será publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias e passará a viger 90 dias após a publicação.

– Confira a RDC 327/2019 – que dispõe sobre a regulamentação de produtos à base de Cannabis

A decisão da Diretoria estabelece que a norma, denominada Resolução da Diretoria Colegiada (RDC), deverá ser revisada em até três anos após a publicação no Diário Oficial da União, justamente em razão do estágio técnico-científico em que se encontram os produtos à base de Cannabis mundialmente. As empresas não devem abandonar as suas estratégias de pesquisa para comprovação de eficácia e segurança das suas formulações, pois pelo atual conhecimento estamos diante de uma situação em transição regulatória, uma vez que as propostas para os produtos derivados de Cannabis se assemelham às mesmas estratégias terapêuticas de um medicamento.

O desafio da Agência para regulamentar o tema foi o de encontrar uma forma para garantir o acesso, pela via da assistência farmacêutica, assegurando um mínimo de garantia para os usuários dos produtos, seja no sentido de eficácia (efeitos maiores e melhores do que aqueles advindos das terapias disponíveis) e segurança (mínimo de conhecimento que permita dizer quais as potenciais adversidades dos produtos ). Leia mais ›


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Farmaindex: tudo sobre medicamentos em um só lugar

Farmaindex: tudo sobre medicamentos em um só lugar

(Texto atualizado em 14/09/2020 às 03:22 pm)

Farmaindex – Lançada há dois meses, a plataforma profissional Farmaindex reúne, em um único local, todas as informações sobre medicamentos, sejam elas comerciais, técnicas, científicas ou tributárias. A ideia surgiu depois que o fundador Wilton Torres percebeu a dificuldade e a demora de ter que buscar esses dados em múltiplos locais. O profissional atuou por mais de 20 anos na área de distribuição de medicamentos de alta complexidade (oncológicos e de alto custo).

“Era sempre um problema para as empresas de distribuição quando chegava um medicamento novo e as informações tinham que ser pinçadas em vários locais diferentes. Para efetuar um único cadastramento levava horas”, afirma Torres. Segundo o executivo, o objetivo foi criar um grande repositório de dados mensais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e de outras instituições não governamentais de todos os medicamentos existentes no país, seja um analgésico ou até um biológico de alta complexidade.

A plataforma é gratuita e a maioria dos usuários é formada por farmacêuticos, distribuidores (compras, venda e área técnica), além de compradores e faturistas de clínicas e hospitais. Já fazem uso da plataforma empresas como a Profarma Specilaty, a Sol Medicamentos e o Grupo Onco Prod Sar.

“Trata-se de uma plataforma única no mercado, que agiliza o tempo do profissional, que pode cruzar informações sobre pesquisas científicas, tipo e grupo farmacológico dos medicamentos, dados do fabricante, evolução e comparativo de preços desde 2010 até a data atual, dados de estabilidade e temperatura de armazenamento ou qual o fator de desconto em vendas para o governo, finaliza.

Fonte: Redação


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O que devemos saber sobre a Legislação Farmacêutica

O que devemos saber sobre a Legislação Farmacêutica, não podemos esquecer a 3.

(Texto atualizado em 11/09/2020 às 06:25 pm)

Já passou por isso, ficar sem saber ao menos o básico da nossa legislação ?

Hoje vou falar para vocês sobre as leis mais básicas que devemos saber, portanto serei o mais breve possível e pontuarei os mais relevante na minha opinião.

De que forma o Conselho nos defendem, as ações do Conselho Regional contribuem para nossa defesa junto à sociedade. Fiscalização do exercício profissional, caso haja estabelecimento sem o responsável técnico o Conselho Regional solicita a contratação rapidamente.

O fato de nós estarmos presente frente ao estabelecimento configura uma maior segurança para a sociedade, para utilizar nossos serviços farmacêuticos. Leia mais ›


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Como a experiência de compra aumenta as vendas

Como a experiência de compra aumenta as vendas

(Texto atualizado em 11/09/2020 às 06:46 pm)

Você aplica os conceitos da Gestão de Categorias (GC) na sua farmácia? Apesar dela comumente ser resumida como “a arrumação dos produtos nas prateleiras”, sua definição é bem mais ampla e depende de vários outros fatores. Hoje já não é o suficiente apenas expor os produtos e oferecer bons preços.

A exigência dos consumidores aumentou,  muito motivado pela rescente concorrência, que cada vez mais oferece opções de experiências na hora da compra, como personalização da vitrine, iluminação, cor, aromas, sons, layoutização e atendimento. Muitos gestores souberam entender esse “ecossistema” que envolve a decisão do consumidor no momento da compra, e isso fez com que a Gestão de Categorias se tornasse decisiva para a farmácia garantir bons resultados nas vendas.   Leia mais ›


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Fim do Farmácia Popular pode elevar custos do governo no SUS; entenda

PFARMA

Programa, que reduziu em quase R$ 150 milhões os gastos com internações em 2016, está na mira dos cortes de orçamento do governo

O plano de reformulação de políticas sociais — que pretende substituir o Bolsa Família pelo Renda Brasil — colocou novamente o programa Farmácia Popular na mira dos cortes de orçamento dos técnicos do governo. O sistema foi responsável por atender 21,3 milhões de pessoas somente no ano passado, oferecendo medicamentos gratuitos ou com descontos de até 90% para a população.

No elenco, estão remédios de uso contínuo para tratamento de hipertensão arterial, diabetes, asma, dislipidemia, rinite, doença de Parkinson, osteoporose, glaucoma, incontinência urinária e anticoncepção. Um estudo elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) mostra que o Farmácia Popular diminuiu em 27,6% as internações e em 8% dos óbitos por hipertensão arterial e diabetes no SUS, entre 2003 e 2016. Apesar disso, o programa —, em vigor desde 2004, e com orçamento anual de R$ 2,5 bilhões — é considerado ineficiente pela equipe econômica por contemplar todas as pessoas, independentemente da renda mensal.

A avaliação diverge até do entendimento do Ministério da Saúde, que no Plano Nacional de Saúde considerou o Farmácia Popular como o mais bem-sucedido projeto de saúde pública do país. Em todo país, são mais de 28 mil farmácias cadastradas.

Sérgio Mena, presidente-executivo da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), lembra ainda a análise do economista Pedro Américo de Almeida Ferreira de que o Farmácia Popular salvou mais de 113 mil vidas e reduziu em quase R$ 150 milhões os gastos com internações, em 2016.

— Sua extinção seria lamentável e comprometeria a adesão ao tratamento com medicamentos, o que geraria um custo ainda maior. O programa corresponde a apenas 1,4% das nossas vendas, mas para a população carente, representa 100% de sua chance de tratamento. Para quem precisa dele, é a diferença entre viver e morrer — avalia Sérgio Mena Barreto.

A presidente da ProGenéricos, Telma Salles, diz que o Farmácia é “essencial” para reduzir gastos da União com a saúde, pois controla especialmente doenças crônicas.

— É até cruel encerrar um programa que oferece remédios para doenças complexas. Elas foram escolhidas porque podem derivar complicações graves. Diabetes não tratada pode levar à cegueira ou à amputação. Extinguir um programa com essa capilaridade e com esse tipo de resultado é um erro — afirma.

Em novembro de 2017, o governo já havia sinalizado a intenção de acabar com o programa, chegando a fechar 400 lojas da rede própria. No ano seguinte, cogitou reformular o modelo de pagamento para estabelecimentos particulares credenciados. Para a pensionista Araci de Jesus, de 69 anos, o programa significa uma economia de quase R$ 100 mensais:

— Uso o Farmácia Popular há pelo menos sete anos. Compro um medicamento com desconto, o Busonid, para tratamento de rinite. Na farmácias, uma caixa custa R$ 48. Pago R$ 38 pelo programa. E ainda pego outros três de graça: Losartana e Atenolol, para controle de pressão, e Clenil, para asma. Vale muito a pena — explica Araci.

Reflexo nos hospitais
O aposentado Luiz Moreira Oliveira, de 55 anos, que é deficiente visual, ficou aborrecido com a ideia de pôr fim ao Farmácia Popular. Ele usa o programa há cinco anos para pegar corticoides, medicamentos para controle de diabetes e colesterol, além de remédios para afinar o sangue:

— Isso é a mesma coisa dar com uma mão e tirar com a outra! Como tenho que tomar esses medicamentos para a vida toda, com certeza faria diferença no meu orçamento.

A geriatra e psiquiatra Roberta França acredita que a medida traria prejuízo à saúde de muitos brasileiros, principalmente os que integram a terceira idade:

— Na maioria das vezes, esses idosos tomam cerca de seis medicamentos por dia, além dos que eles pegam no Farmácia Popular para doenças crônicas, como hipertensão. Muitos ainda tomam remédios para outras doenças, como Parkinson, osteoporose e artrose. Isso pode representar, mensalmente, um custo superior a mil reais. Imagina se ainda tiverem que pagar pelos remédios que pegam de graça? — comenta a médica: — Tem paciente que me pergunta qual medicamento pode deixar de comprar por falta de dinheiro. Quando não há tratamento de controle, há mais intercorrências e internações.

Para Chrystina Barros, pesquisadora do Centro de Estudos em Gestão de Serviços de Saúde da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a decisão de acabar com o Farmácia Popular refletiria em um maior custo para o estado a longo prazo, com o maior uso do SUS.

— É provável que as pessoas que controlam suas doenças com medicamentos vão deixar de fazer e, por consequência, terão mais derrames, enfartes e internações decorrentes de complicações de doenças crônicas, gastando mais ao invés de economizar — opina.

Prioridade além de remédios
Todo programa do governo demanda uma avaliação sobre sua efetividade, ou seja, se ele cumpre o que promete, alcançando resultados com eficiência e usando os recursos da melhor maneira possível.

No caso do Farmácia Popular, a professora de economia do Ibmec-RJ Vívian Almeida explica que a equipe econômica teria justificado que pessoas que não têm baixa renda também estariam se beneficiando.

Dessa forma, a intenção seria dar uma valor maior, por meio do Renda Brasil, para que os beneficiários tenham a liberdade de escolher como usar esse dinheiro: com comida, medicamentos ou moradia.

A economista, no entanto, diz que também é preciso observar externalidades:

— A ideia de fornecer medicamentos impacta uma melhora da saúde dos indivíduos, principalmente em um país que está empobrecendo. É claro que eficiência importa, mas é preciso observar outros fatores. Quais serão as necessidades e as prioridades dessa família? Vai sobrar dinheiro para medicamento?

A médica Roberta França faz ponderação semelhante:

— Nesse momento de pandemia, em que milhares de brasileiros que são arrimo de família perderam empregos, questiono como milhares de idosos vão conseguir comprar seus medicamentos.

Entrevista:
‘Em 2 anos, reduziu em 20% as internações’, diz Nelson Mussolini, presidente do Sindusfarma
Por que o programa Farmácia Popular entrou na mira do governo?
Falta conhecimento técnico ao Ministério da Economia sobre o programa. Eles disseram que o custo é de R$ 12 bilhões, quando na verdade o investimento do governo é de R$ 2,4 bilhões. Acho que falta ao tecnocrata compreender os benefícios que o Farmácia Popular traz. Entre 2016 e 2018, reduziu em 20% as internações por hipertensão arterial e diabetes. Uma pessoa internada deixa de ser contribuinte da Previdência Social, por exemplo, e passa a ser beneficiário. Ou seja, é mais um custo para o governo.

O programa precisa de reformulação?
Pode ser melhorado. Mas melhorar o programa não significa extingui-lo. Pode retornar a obrigatoriedade de receita do SUS ou coparticipação. É algo a ser estudado.

Qual é o êxito do programa?
Evita que as pessoas fiquem doentes. Garantindo a facilidade no acesso aos remédios, as chances de o doente continuar com um tratamento contínuo é maior. O preço médio de uma caixinha de medicamento para o governo sai a R$ 5,50. Uma internação no SUS é algo perto de R$ 380 por dia, sem UTI. Uma internação de um dia provavelmente vai pagar o tratamento de uma pessoa por vários anos.

O que aconteceria com as pessoas se o programa fosse encerrado?
Elas deixariam de ter acesso facilitado aos remédios. Teríamos o retorno ao que era antes. As pessoas teriam esses medicamentos disponíveis somente em postos de saúde. Elas madrugavam na fila e, muitas vezes, os remédios estavam em falta. Os do Farmácia Popular são aqueles que combatem as chamadas doenças silenciosas da população.

Fonte: IG

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Teste rápido em farmácias fortalece luta contra Covid-19

Teste rápido em farmácias fortalece luta contra Covid-19

 Autorização da Anvisa para a utilização de testes rápidos no diagnóstico de Covid-19 em farmácias, amplia estratégias para o combate à pandemia

A possibilidade de os brasileiros conseguirem fazer testes rápidos nas farmácias pode contribuir para que o País reduza seu déficit em relação à recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de aferir da maneira mais ampla possível o nível de contágio da população, como forma de conter a Covid-19. Também é importante para, paulatinamente, se definir o percentual de pessoas já imunes à doença, para se estabelecerem as estratégias de quarentena, isolamento horizontal e vertical ou lockdown.

A prestação desse serviço em farmácias, explica Frederico Theobaldo, gerente do projeto da Assistência Farmacêutica da MedLevensohn, empresa que disponibiliza testes rápidos para farmácia e COVID aprovados pela Anvisa no Brasil, exige que haja profissional capacitado no estabelecimento para realizar o procedimento, conforme definiu a Anvisa.

Ele pontua ainda que, através de uma parceria com o ClinicarX, laboratório que possui uma plataforma na WEB, pode oferecer os laudos digitais dos resultados, garantindo o registro e o direcionamento dos casos suspeitos para o atendimento nos Serviços de Saúde.

Testes rápidos a preços mais acessíveis

Para popularizar o acesso da população aos testes rápidos, a Medlevensohn lança uma iniciativa para reduzir o preço desses insumos em farmácias.

O consumidor final poderá adquirir e realizar o Medteste Coronavírus nestes locais por um valor em torno de R$ 120, podendo já sair com o laudo em mãos (quando o exame é feito em locais onde já exista uma parceria com o ClinicarX).

“Nosso objetivo com essa iniciativa é, justamente, garantir que mais pessoas tenham acesso aos testes rápidos, permitindo um mapeamento mais exato da epidemia e a aplicação eficaz de políticas de controle da doença, além de oferecer condições atrativas para que as farmácias comercializem nosso produto em seu portfólio”, afirma Frederico Theobaldo.

Com esta campanha, a Medlevensohn espera que sejam vendidos às farmácias cerca de 500 mil testes (2 mil kits). A empresa oferece também uma caixa de lancetas a cada 4 kits comercializados. As lancetas são utilizadas na aplicação dos testes rápidos.

Especificações do MedTeste Coronavírus

O MedTeste Coronavírus exige apenas uma gota de sangue coletada da ponta do dedo e realiza o teste por imunocromatografia de fluxo lateral, tecnologia já disponível para determinação de diversos outros parâmetros clínicos. Sua utilidade principal está na velocidade em se obter o resultado e na possibilidade de realização de testes no ato do atendimento ao paciente, permitindo obtenção de informações rápidas que apoiam o processo do diagnóstico médico na detecção dos casos suspeitos da doença e também daqueles pacientes já diagnosticados com o vírus e que desenvolveram a imunidade.

Os requisitos estabelecidos em resolução específica da Anvisa relativa à liberação de testes rápidos de Covid-19 no mercado brasileiro são exatamente os constantes do MedTeste Coronavírus, que identifica se a pessoa está com a doença ou já teve, desde que o teste seja feito após pelo menos 7 dias do início dos sintomas. Apresenta resultado em 10 minutos, e não exige estrutura laboratorial complexa para coleta do sangue, podendo ser realizado em ambiente de atenção a saúde por um profissional habilitado, como é o caso do profissional farmacêutico no ambiente da Clínica farmacêutica.

O MedTeste Coronavírus, utilizado inicialmente em hospitais, laboratórios e unidades básicas de saúde, já está também disponível para as farmácias, constituindo-se, assim, em “arma” eficaz para a linha de frente na guerra contra a pandemia. É um teste que pode ser realizado de forma simples e rápida, ao contrário de outros exames, que exigem coleta da secreção oro-nasofaríngea e/ou volume maior de sangue, requerem estrutura laboratorial mais complexa e levam mais tempo para serem realizados.

Teste rápido no combate à Covid-19

Para a realização do teste da MedLevensohn, que identifica a existência de anticorpos, demonstrando se a pessoa está acometida ou já teve a enfermidade, basta um volume mínimo de sangue colhido através de uma pequena picada na ponta do dedo, utilizando uma lanceta descartável. Esse tipo de coleta propicia exposição muito menor do profissional da saúde, contribuindo para reduzir seu risco de contaminação, é menos invasivo e praticamente indolor para os pacientes. Os exames que necessitam de estrutura laboratorial, anteriormente citados, demoram vários dias para apresentar resultados e identificam o antígeno, ou seja, o micro-organismo causador da infecção, sendo portanto adequados para o diagnóstico definitivo nos serviços de saúde.

Diferenciais nos testes

“Neste aspecto está um dos diferenciais do MedTeste: identifica a IgM (Imunoglobulina M) e a IgG (Imunoglobulina G), dois tipos de anticorpos que o organismo produz quando atacado por um micro-organismo invasor, assim, possibilitando determinar se a pessoa está com a doença ou já teve, o que é fundamental para o enfrentamento da Covid-19 e até mesmo para a paulatina volta à rotina normal de quem já está imune”. 

Desse modo, “se ambos os indicadores derem negativo, é sinal de que o indivíduo não está com a doença ou ainda não desenvolveu os anticorpos, por isto é importante que a coleta seja feita após pelo menos 7 dias do início dos sintomas; Resultado IgG negativo e IgM positivo indica infecção aguda; IgG positivo e IgM positivo, infecção presente e recente; IgG positivo e IgM negativo, infecção mais antiga, apontando que já houve o contato com o vírus com produção de anticorpos com possível imunidade”, explicou. 

Se um exame aponta apenas a IgG, por exemplo, revela somente a detecção tardia, não sendo indicado para a triagem inicial proposta pela OMS e o Ministério da Saúde do Brasil. Esta questão é relevante, pois há maior possibilidade de resultados falso negativos, pela não detecção de anticorpos IgM. Isso faz com que o paciente não seja colocado em quarentena domiciliar, tornando-se, assim um transmissor potencial. Além disso, há o risco de essa pessoa evoluir para um quadro grave da doença, que poderia ser mais bem controlada a partir do diagnóstico precoce correto.

Teste Covid-19: protocolos corretos

Todos os testes, para se obter o melhor desempenho possível, devem ser utilizados de acordo com os protocolos corretos. Esse cuidado é importante para reduzir o percentual de erros e potencializar os atributos e qualidades de cada tipo de exame.

Outro diferencial do MedTeste Coronavirus, testado em 181 pacientes (acima da amostra de confiança, que é de 100), é que ele apresentou alta sensibilidade e especificidade para a IgM (sens.=86,8% e esp.= 98,6%) e para a IgG (sens.=97,4% e esp.=99,3%) Produtos que foram testados em amostragem abaixo de 100 pacientes não são tão confiáveis quanto a resultados verdadeiramente positivos ou negativos. O MedTeste Coronavirus oferece portanto confiabilidade em relação ao Padrão Ouro Laboratorial, que no caso é o RT-PCR (do inglês Real Time Polymerase Chain Reaction, ou Metodologia da Reação em Cadeia pela Polimerase em Tempo Real), normalmente realizado pelos Laboratórios Clínicos e de maior complexidade para sua realização.

Recomenda-se que, antes da compra de qualquer teste, se confira se o produto tem registro e aprovação da Anvisa. A consulta é simples e pode ser feita diretamente neste link:
http://consultas.anvisa.gov.br/#/saude/q/?nomeTecnico=coronav%C3%ADrus

Foto e fonte: Medlevensohn


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Crescimento de 18,3% – o segredo do associativismo farmacêutico

Crescimento de 18,3% - o segredo do associativismo farmacêutico

Em meio à crise gerada pela pandemia do COVID-19 um ponto de destaque no varejo continuam sendo o associativismo farmacêutico que seguem crescendo de forma diferenciada do mercado. A prova do sucesso do modelo é facilmente detectada, bastando olhar para os números relacionados ao mercado farmacêutico.

Em um rápido comparativo, as redes associativistas ligadas à Febrafar apresentaram juntas, nos últimos 12 meses, um crescimento no faturamento de 18,3%, em comparação com o mesmo período do ano anterior, crescimento muito maior que qualquer outro setor desse mercado, segundo dados da IQVIA.

Já na análise de 2016 até 2020, o mercado farmacêutico no geral cresceu 36,5%, já a Febrafar cresceu 77,9%, ou seja, mais do que o dobro. Atualmente, fazem parte da Febrafar 58 redes que representam 10.204 lojas, distribuídas em 2.832 municípios em praticamente todo o País. O faturamento dessas lojas anual é atualmente de R﹩ 14,6 bilhões.

Assim, em um primeiro momento, a união de empresas de um mesmo ramo de atuação pode não parecer lógica, já que, estas devem ser da competência. Mas, o modelo de associativismo que vem sendo desenvolvido pela Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar) está mostrando uma outra realidade, em que a união, faz com que se tornem mais competitivas e crescer em conjunto.

O que é o associativismo e como possibilita tantos benefícios?

O associativismo é uma metodologia aplicável em empresas de qualquer segmento econômico, já que utilizam a mesma matéria-prima, vendem os mesmos produtos ou prestam o mesmo tipo de serviço.

Para isso, é necessário um conjunto mínimo de empresas que, após os estudos de viabilidade econômica, possa suportar os custos de implantação e manutenção de uma central de negócios, marketing e serviços, apresenta-se, assim, como uma solução inovadora para resolver os problemas das pequenas e médias empresas.

“De maneira geral, empresas sozinhas não podem fazer frente à concorrência das grandes corporações. Por isso, o voluntariado surge para fortalecer os pequenos e médios negócios, tornando-os mais competitivos, a fim de elevar o padrão de qualidade de seus produtos e serviços, reduzindo custos e possibilitando seu acesso a novos mercados consumidores”, explica o presidente da Febrafar, Edison Tamascia.

O dito popular “a união faz a força” se encaixa perfeitamente na definição do que é a cooperação – colaboração entre empresas com interesses em comum, com o fim de obter vantagens econômicas e de administração, por meio da ajuda mútua.

Juntos, os parceiros que integram o modelo de associações trabalham para reduzir os custos operacionais, obter melhores condições de prazo e preço, estratégias de vendas e estimular o desenvolvimento técnico e profissional dos empregados e empregadores.

Pontos relacionados com o associativismo

Parcerias: as parcerias com os fornecedores são essenciais para a implementação de ações promocionais nos estabelecimentos. Mas fortalecê-las é fundamental para o desenvolvimento do modelo de associativismo.

Conceito da loja: as recomendações da rede de associações em relação ao design dos estabelecimentos têm proporcionado uma melhora significativa no conceito de loja” dos empresários, desde a fachada, o design interno e externo, passando pela uniformização e a aparência dos funcionários, até a informatização e modernização de processos.

Competitividade: ao comprar bem e barato, ampliar e diversificar o mix de produtos, a compreensão das reais necessidades dos clientes, superar suas expectativas, capacitar-se gerencialmente, viabilizar treinamento para a equipe de funcionários e organizar melhor o estabelecimento como um todo, as lojas que trabalham com o voluntariado se tornam mais competitivas e ganhar visibilidade no mercado.


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Setor farmacêutico vê com preocupação possível fim do Farmácia Popular

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:14 pm)

farmacia popular

Governo cogita extinguir o Programa Farmácia Popular para viabilizar o novo Renda Brasil, o que afetaria o acesso de 21 milhões de brasileiros a medicamentos.

A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), que representa 45% da venda de medicamentos no Brasil, vê com extrema apreensão o possível fim do Farmácia Popular. O governo federal cogita extinguir o programa para viabilizar o novo Renda Brasil.

O Farmácia Popular está em vigor desde 2004 e, mensalmente, atende cerca de 21 milhões de brasileiros que utilizam medicamentos de uso contínuo para o tratamento de doenças como asma, diabetes e hipertensão. Desse total, cerca de 2/3 (14,2 milhões) utilizaram, entre janeiro e julho deste ano, as grandes redes de farmácia para obter esses medicamentos com descontos de até 90%. O movimento total chegou a R$ 457,5 milhões, índice 17% superior ao do mesmo período do ano passado.

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Significado das Siglas dos Medicamentos

Significado das Siglas dos Medicamentos Medicamentos –

Muitas vezes nos deparamos com várias abreviações presentes nas embalagens dos medicamentos porém, nem sempre sabemos o significado das siglas dos medicamentos ou porque estão lá.

Mas, qual o significado das Siglas dos medicamentos?

Há vários medicamentos que são desenvolvidos para liberar seu princípio ativo diretamente no intestino. Isso pode  acontecer por diversos motivos como: princípio ativo (fármaco), pode ser sensível ao ácido do estômago; obter uma melhor absorção do medicamento ou ainda, para proteger o estômago de efeitos irritantes do medicamento.

Outros medicamentos são desenvolvidos para que o intervalo entre as doses possa ser maior, uma forma de facilitar a adesão ao tratamento pelo paciente que tem de tomar menos doses por dia. Esses são chamados de medicamentos de liberação modificada por isso, as indústrias farmacêuticas utilizam essas siglas nos momes dos medicamentos para identificar o tipo de liberação ou  mesmo a forma que o medicamento vai agir no organismo. Leia mais ›


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Resolução determina recolhimento de ranitidina

Biolab Farmacêutica fortalece atuação contra doenças do Sistema Nervoso Central

Foi publicada no Diário Oficial da União (27.08.20) a Resolução-RE n° 3.259, de 26 de agosto de 2020, da Gerência-Geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária – ANVISA. Essa resolução proíbe a comercialização, distribuição, fabricação, importação, manipulação e propaganda de todas as empresas, independentemente da natureza da atividade, de todos os lotes e de todas as apresentações do medicamento de uso humano cloridrato de ranitidina.

Essa proibição foi motivada pela possibilidade de formação da substância N-nitrosodimetilamina (NDMA) nos medicamentos contendo o insumo farmacêutico ativo cloridrato de ranitidina. Diante da publicação orientamos aos associados verificar com os fabricantes como proceder com eventuais estoques nas farmácias e drogarias.

RESOLUÇÃO-RE Nº 3.259, DE 26 DE AGOSTO DE 2020

O Gerente-Geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária, no uso das atribuições que lhe confere o art. 171, aliado ao art. 54, I, § 1º do Regimento Interno aprovado pela Resolução de Diretoria Colegiada – RDC n° 255, de 10 de dezembro de 2018, resolve:

Art. 1º Adotar a(s) medida(s) preventiva(s) constante(s) no ANEXO.

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

RONALDO LUCIO PONCIANO GOMES

ANEXO

  1. Empresa: Todas as empresas, independentemente da Natureza da atividade, de Medicamentos de uso humano

Produto – Apresentação (Lote): CLORIDRATO DE RANITIDINA – Todas as apresentações (Todos os lotes)

Tipo de Produto: Medicamento

Expediente nº: 2796223/20-7

Assunto: 70351 – MEDIDA PREVENTIVA- Ações de Fiscalização em Vigilância Sanitária

Ações de fiscalização: Proibição – Comercialização, Distribuição, Fabricação, Importação, Manipulação, Propaganda.

Motivação: Possibilidade de formação da substância N-nitrosodimetilamina (NDMA) nos medicamentos contendo o insumo farmacêutico ativo cloridrato de ranitidina, originada pela degradação da própria molécula, de forma espontânea, dentro das formulações, não sendo até o momento identificada uma possibilidade para a estabilização da molécula frente a essa degradação.


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Anvisa retira Ivermectina e Nitazoxanida do controle

Anvisa retira Ivermectina e Nitazoxanida do controle

Essa medida foi tomada na terça feira dia 01/09/20, sendo assim todos os medicamentos contendo essas substâncias, e que haviam entrado no controle pela RDC 405/2020 onde era necessário para dispensação a receita especial em 2 vias, agora estão liberadas sob prescrição médica simples, sem necessidade de retenção de receita.

Para os farmacêuticos que utilizam o SNGPC para escrituração eletrônica, não será mais necessária a escrituração desses dois produtos, nem a entrada e nem a saída, haja visto a dispensação agora que será feita com receita simples.

A equipe do SNGPC/Anvisa nada informou sobre a necessidade de retirada desses produtos do inventário do SNGPC. Sendo assim estamos informando aos nossos clientes a NÃO OBRIGATORIEDADE da retirada desses produtos do inventário.

Ficando a critério de cada um fazer o ajuste ou não do inventário.

Obs : A retenção de receita e escrituração continua obrigatória para a Cloroquina e Hidroxicloroquina.


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Vacina para COVID nas farmácias

(Texto atualizado em 02/10/2020 às 09:08 pm)

Em um primeiro momento durante a leitura deste artigo, peço que você abstraia a situação de pandemia a qual estamos atravessando como humanidade. É precisamente sobre a pandemia e vacinação contra o coronavírus em farmácias que vamos tratar, porém antes te convido ao seguinte exercício: imaginar quais eventos no futuro que afetarão diretamente a um mercado de sua escolha. Procure pensar fora do mercado farmacêutico, repito que ao final do texto vamos tratar sobre farmácias, drogarias e a pandemia.

Vou dar um exemplo: o aumento no rigor da legislação que se impunha sobre a emissão de gases poluentes no segmento automotivo no contexto americano na década de 70, fez disparar a venda do modelo Honda Civic. A fabricante de automóveis japonesa foi quem melhor se adaptou. Veja a seguinte frase de Soichiro Honda, então dono da fabricante, “quando o Congresso aprovou os novos limites de emissão de poluentes, nós contratamos mais 50 engenheiros, enquanto isso a General Motors contratou 50 advogados”. O motor do modelo Civic voltado para uma redução drástica da emissão de poluentes, começou a ser desenvolvido em 1971, a legislação foi aprovada de fato em 1975.

Pensar em como o futuro vai afetar o seu negócio pode soar como uma abstração, mas sempre existem diversos indícios que chegam muito antes das mudanças. As farmácias que ofereciam sistemas de delivery, saíram na frente com as crescentes medidas de isolamentos social. Principalmente considerando que os principais afetados pelas restrições são justamente um público com uma resistência um pouco maior a resolver tarefas com o celular, estou falando da terceira idade. É sempre melhor estar do lado daqueles que estão propondo as mudanças do que do lado dos que reagem a elas. Existem naturalmente algumas desvantagens como as próprias incertezas naturais de se trabalhar com o novo.

Deste ponto em diante retomamos o tema da pandemia e a relação com a sua farmácia.

O mundo inteiro está esperando a vacina para o virùs SARS-CoV-19, como a sua farmácia está se preparando para esse cenário? Não existe nada garantido com relação à produção, distribuição, comercialização da vacina nas farmácias. Não existe cenário prévio ao qual seja possível ter como base. A demanda certamente será absurdamente superior a criada por qualquer medicamento no passado. No caso dos testes as farmácias conseguiram prestar um serviço fundamental a sociedade. Reduzindo os riscos de realizar o teste em ambiente hospitalar e oferecendo uma opção comercializável aos que querem simplesmente fazer o teste. A pergunta de fato é: quão altos são os custos de antecipar os processos que facilitariam a vacinação contra o novo coronavírus na sua drogaria, em comparação com os enormes benefícios que este cenário poderia trazer? Repito é sempre melhor estar do lado daqueles que estão propondo o novo.

Mercado farmacêutico



Cinco tendências em telemedicina

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:16 pm)

prescricao medica digital

O uso da telemedicina durante o isolamento social evidenciou que ela é um caminho sem volta. Foi regulamentada com o intuito de atender a este período de exceção, mas os resultados obtidos servirão como excelente parâmetro para que as autoridades tenham mais condições de avaliar e determinar suas regras de utilização depois que a fase de emergência sanitária terminar, pois a tendência é haver expansão na cobertura à telemedicina. Isso ocorrerá à medida que os consumidores ganhem experiência com a tecnologia e exijam cada vez mais acesso a serviços baseados nesse sistema. A telemedicina tem potencial de, assim, melhorar a experiência do paciente, além de proporcionar redução de custos a eles e às operadoras de saúde.

Veja cinco tendências que devem se popularizar:

1 – Teleconsulta

É a face mais conhecida da telemedicina e provavelmente será a que se expandirá mais rapidamente. Plataformas e aplicativos oferecem a possibilidade de o médico ter um “consultório virtual”, que agenda consultas, permite prescrição eletrônica e até pagamento por meio da solução. Este precisa ter apenas conexão de internet compatível com videoconferência. Agiliza atendimento a residentes de regiões longínquas.

2 – Monitoramento remoto e engajamento

A tendência é reforçar a digitalização da jornada do paciente, principalmente o crônico, para permitir melhores formas de acompanhamento por meio de aplicativos e de tecnologias em nuvem. Big data e IoT podem ser ainda mais utilizados para possibilitar interação e comunicação segura e em tempo real entre todos. Uma equipe monitora os sinais vitais e interage com os pacientes por videoconferência, chat, ou mesmo por telefone, oferecendo orientações. É uma maneira de também contribuir para elevar o engajamento ao tratamento.

3 – Parcerias internacionais

A criação de laços entre operadores de saúde locais com hospitais e instituições internacionais de prestígio vão ampliar as possibilidades de atendimento não presencial por clínicas ou hospitais com grande especialização e reconhecimento. Outra vertente de parcerias é permitir que pesquisadores médicos contem com a participação de grandes populações ao redor do globo, o que pode render ensaios clínicos mais rápidos e consistentes.

4 – Telediagnóstico e laudos a distância

O uso de plataformas em nuvem expande as possibilidades de laudos feitos remotamente, permitindo que especialistas renomados que se encontram em locais distantes possam analisar imagens, gráficos e dados para dar um parecer seguro sobre o exame e o diagnóstico. Este modelo permite também que médico receba, diretamente, os resultados.

5 – Telecirurgia

Neste caso, o procedimento acontece em um local onde o cirurgião não está presente, por meio de teleconferência ou com o uso de um robô, que é guiado a distância. A vantagem é contar com especialistas em qualquer lugar do mundo, desde que tenham acesso a equipamentos e conexões potentes, também necessários no hospital onde será feito o procedimento. No entanto, sua disseminação será mais lenta, pela alta complexidade envolvida.

Fonte: PFarma


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Anvisa realiza novas reuniões sobre vacina contra Covid-19

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:14 pm)

anvisa agencia nacional vigilancia santiraria

Anvisa discute com instituições sobre o registro de imunobiológicos para o enfrentamento ao novo coronavírus no país.

A Anvisa cumpriu mais duas agendas de reuniões com instituições interessadas no registro de vacinas contra a Covid-19. Nesta quinta-feira (27/8), o encontro foi com membros do governo do estado do Paraná, representado pelo chefe da Casa Civil, Guto Silva, pelo diretor do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Jorge Callado, e pelo Capitão Wilson Baptista Honório Alves, da Casa Militar do estado. O tema foi o processo de registro da vacina desenvolvida pela Rússia.

Representando a Agência, estavam o diretor-presidente, Antonio Barra Torres, o adjunto da Primeira Diretoria, Juvenal de Souza Brasil Neto, a assessora Samia Rocha de Oliveira Melo, o titular da Gerência Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED), Gustavo Mendes, e a equipe técnica da GGMED.

A reunião com os representantes do governo do Paraná teve caráter preliminar. Ela acontece antes da submissão documental do pedido de anuência para o desenvolvimento do produto. Segundo a Tecpar, em cerca de 20 dias os primeiros documentos serão protocolados junto à Anvisa, que já está mobilizada para o acompanhamento da solicitação. Leia mais ›


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Como as grandes redes de farmácias têm ampliado a oferta de serviços para fidelizar clientes?

como redes de farmácia estão fidelizando clientes

As farmácias brasileiras estão em ritmo intenso e planejam crescimento acelerado para os próximos anos, conforme dados da Abrafarma – Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias. Essa previsão mostra que a indústria farmacêutica está em plena expansão e saber se diferenciar da concorrência tornou-se um desafio ainda maior para os donos de estabelecimentos farmacêuticos. 

É por isso que muitas redes de farmácias, acompanhando esse movimento e também a própria modificação dos hábitos do consumidor, estão buscando meios de diversificar serviços e fidelizar seus clientes.  Leia mais ›


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Novo bloqueio no Farmácia Popular nesta quarta-feira

Ontem, dia 26 de agosto de 2020, tomamos conhecimento de um novo bloqueio relacionado a auditoria e fiscalização no programa Aqui Tem Farmácia Popular.

Muitas farmácias e drogarias credenciadas passaram a receber a mensagem de venda inativa ao tentar realizar o procedimento de venda pelo Farmácia Popular, no sistema, ao longo do dia de ontem quarta-feira.

O programa Farmácia Popular, já conhecido por toda a população do país desde 2004, atende cerca de 21 milhões de brasileiros por mês.

Com as vendas prejudicadas pelos problemas de conexão, muitos pacientes deixam de retirar suas medicações e os tratamentos são prejudicados.

E ainda, indo além do universo do paciente, existe um efeito considerável no faturamento das empresas parcerias, as farmácias, que têm sua receita ligada ao programa afetada negativamente.

Comunicado oficial sobre bloqueio preventivo para auditoria ou fiscalização: não há

Não existe nenhum tipo de comunicado prévio por parte do governo, seja por telefone ou por e-mail. A única notificação disponibilizada é a de que não é possível realizar a venda pois o cadastro está inativo, conforme citado acima.

Após tentar realizar uma autorização de venda no Farmácia Popular, é que será acusado o erro e falta de acesso.

Caso se comprove que o bloqueio é relacionado à auditoria e fiscalização, a farmácia terá que enfrentar um longo processo burocrático para se defender e comprovar, reunindo documentações, notas, comprovantes, cupons vinculados, etc.

Suporte para reativar a conexão inativa no Farmácia Popular

Será necessário conhecimento e experiência pra realizar a defesa nesse processo, e é nesse momento que você poderá contar com o time da M2Farma.

Nossa equipe é experiente e está preparada para atendê-lo com excelência, assessorando todo o processo para regularização da conexão das vendas do Farmácia Popular. Fale com nossos consultores.

Fale agora no Whatsapp com um especialista em Farmácia Popular.

Acompanhe notícias oficiais sobre o programa FP no site oficial:
👉https://www.saude.gov.br/acoes-e-programas/farmacia-popular/contatos/777-farmacia-popular

Conheça a cartilha sobre fiscalização no FP, usada pelo governo federal, para sugestões para controle de qualidade dos processos da empresa parceria.


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