Medicamentos de alto custo disponibilizados pela Justiça

(Texto atualizado em 06/09/2019 às 11:35 am)

Reportagem nesta edição revela o elevado gasto de recursos públicos com o pagamento de medicamentos de alto custo por determinação da Justiça. Entre janeiro do ano passado e setembro últimos foram R$ 61,9 milhões em despesas para atender as decisões judiciais.

Trata-se, sem dúvida, de uma causa nobre, na medida em que grande parte desses medicamentos vai atender pessoas com doenças graves e sem condições de custear o tratamento. No entanto, autoridades admitem que cada situação deve ser analisada tecnicamente e com o máximo rigor, para evitar distorções que vêm sendo percebidas em algumas dessas ações.

É o caso, por exemplo, da compra de hormônio de crescimento para um adolescente de estatura absolutamente dentro dos padrões, informou a Saúde, que alerta também para o risco de dominarem interesses diversos da indústria farmacêutica, que poderia se beneficiar da aquisição de remédios caros, no lugar de outro medicamento compatível e de custo menor.

A saúde é um direito inalienável e todos devem ter acesso a medicamentos que possam poupar vidas. A prescrição e as decisões, no entanto, devem ser feitas a partir do rigor técnico para que o dinheiro público não seja desperdiçado com interesses particulares.

Fonte: O Popular


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Legislação e regulamentações



Anvisa e Sindusfarma oferecem Simpósio Novas Fronteiras Farmacêuticas

Evento será promovido na sede da Anvisa, entre 18 e 19 de junho

Com o objetivo de debater o cenário atual e os próximos desafios da indústria farmacêutica no Brasil e no mundo, o VIII Simpósio Novas Fronteiras Farmacêuticas nas Ciências, Tecnologia, Regulamentação e Sistema de Qualidade reunirá 17 especialistas internacionais entre amanhã (18) e quarta-feira, no auditório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em Brasília.

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Mercado farmacêutico



Pesquisa: preço e comodidade são primordiais na escolha da farmácia

Conclusão é de levantamento realizado pelo IFEPEC, referente ao comportamento dos consumidores

Ao ser questionado sobre quais os critérios de escolha de uma farmácia, ficou bem claro que o bolso e a comodidade são fatores primordiais na decisão do consumidor, deixando vários outros de lado. Essas são algumas das conclusões de uma pesquisa recente realizada pelo Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Corporativa (IFEPEC).

De acordo com o estudo, 64,95% dos consumidores acreditar que as farmácias onde efetuaram suas compras praticam preços mais baixos que os concorrentes; e 24,50% apontaram a localização como fator importante para a escolha. Além desses fatores, foram considerados também: o estoque (6,25%), a facilidade de estacionar (1,58%), possuir atendimento da Farmácia Popular (1,35%) e o bom atendimento (0,88%).

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Mercado farmacêutico



Senado aprova novo diretor para a Anvisa

O médico Antônio Barra Torres é o novo diretor da Anvisa e completa a Diretoria Colegiada da Agência com cinco integrantes

O plenário do Senado aprovou a indicação do médico Antônio Barra Torres como novo diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Com isso, a Diretoria Colegiada da Agência volta a estar completa, com cinco diretores.

Torres é formado pela Escola de Medicina da Fundação Técnico-Educacional Souza Marques, no Rio de Janeiro, e fez residência médica em cirurgia vascular no Hospital Naval Marcílio Dias. Torres também fez curso de gestão em saúde no Instituto Coppead de pós-graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O novo diretor da Anvisa é oriundo da carreira militar. Torres ingressou na Marinha do Brasil em 1987, onde progrediu de guarda-marinha a contra-almirante, sua última promoção. Em sua carreira militar naval, exerceu várias funções administrativas e assistenciais, com destaque para cargos de direção de instituições de saúde da Marinha.

Fonte: Guia da Farmácia

Mercado farmacêutico



Ferramentas de controle de qualidade na indústria farmacêutica

Para manter a competitividade é essencial se valer dos melhores métodos de controle de qualidade para garantir um medicamento seguro, eficaz e que atenda à legislação

A indústria farmacêutica brasileira está entre as dez maiores do mundo. No ranking global da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) de 2017 está na 7ª posição e as projeções do setor é que chegue a ocupar o 5º lugar em 2022.

Esse destaque é fruto de muita pesquisa, tecnologia e investimento nos processos de produção. Para manter a competitividade é essencial se valer dos melhores métodos de controle de qualidade para garantir um medicamento seguro, eficaz e que atenda à legislação.

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Mercado farmacêutico



Hora de climatizar a farmácia pois o verão bate à sua porta

(Texto atualizado em 02/09/2019 às 11:07 am)

Com verões cada vez mais quentes, o varejista deve estar o tempo todo atento à climatização da drogaria. Lojas quentes e abafadas afastam o consumidor; lojas climatizadas, ao contrário, são convidativas, levando o cliente a permanecer por mais alguns minutos. Durante esse tempo, as chances de ele comprar mais algum item são grandes, o que, no fim das contas, vai elevar o tíquete médio do ponto de venda.

“A climatização gera conforto para usuários e funcionários dos ambientes de varejo, além de melhor preservar as mercadorias do ambiente da farmácia”, diz o presidente do Departamento Nacional de Empresas Projetistas e Consultores, da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA), o engenheiro Mário Sérgio de Almeida.

Segundo o especialista, as farmácias devem atender às recomendações da ABNT NBR 16401, principalmente no que se refere à qualidade do ar interior. A norma traz recomendações sobre parâmetros de temperatura, umidade relativa do ar, renovação de ar interior, velocidade do ar, filtragem do ar ambiente, além de outros importantes itens.
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Marketing Farmacêutico



Gigantes do delivery divergem sobre futuro dos apps

Em uma corrida bilionária pelo mercado de delivery no Brasil, a colombiana Rappi e a Movile se colocam em polos opostos em suas apostas sobre o futuro dos aplicativos.

Inspirada no modelo que fez sucesso no mercado chinês, a Rappi quer se tornar um “superapp”.
O título, criado para denominar fenômenos como o chinês WeChat, é dado para aqueles aplicativos que reúnem em um só lugar uma infinidade de funções, como envio de mensagens, operações financeiras, contratação de serviços e compra de produtos.

A startup chegou no Brasil em 2017 e anunciou em abril ter recebido um investimento de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 4,1 bilhões) do grupo japonês Softbank.

Seu serviço começou tendo como principal foco a venda online de produtos, incluindo refeições, itens de farmácia e supermercados, com entregas feitas por motoboys autônomos.

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Mercado farmacêutico



Redes de farmácia terceirizam venda de medicamentos em lojas varejistas

Após a solicitação da MP 881/19, para apresentar emendas que permitissem a venda de medicamentos em supermercados na Lei de Liberdade Econômica ser negada, o site das Casas Bahia, Magazine Luiza, Americanas e Ponto Frio disponibilizam medicamentos para venda. As lojas estão intermediando a venda de medicamentos para a Drogaria São Paulo, Pacheco e outras redes.

Os medicamentos estão no e-commerce das lojas, geralmente, nas abas de produtos para a saúde, suplementos, artigos esportivos ou dermocosméticos. Dentre os medicamentos, estão: Paracetamol, Sinvastatina, Diclofenaco e outras opções para pedras nos rins, espinhas e ejaculação precoce.

Clicando no produto para a compra, pode-se ler a indicação de que o item é vendido e entregue pela Drogaria São Paulo, Pacheco, Farmanutri Popular, entre outras.

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Mercado farmacêutico



Rede de farmácias oferece descontos para servidores estaduais

O Clube de Desconto, programa de benefícios dos servidores públicos estaduais, acaba de fechar uma parceria com a rede de Farmácias Pague Menos. A partir de agora, os Servidores do Estado têm direito a descontos mínimos de 35% em medicamentos genéricos tarjados e 25% em remédios de marca tarjados.

Os servidores estaduais podem adquirir medicamentos com os descontos em qualquer uma das 115 lojas da Pague Menos na Bahia ou também em uma das 1.172 unidades da rede espalhadas pelo país. “O Clube de Desconto vem fechando acordos com grandes marcas, ampliando e qualificando seu leque de parceiros para fornecer mais opções aos servidores públicos e se consolidar como importante programa de benefícios para o funcionalismo”, disse o secretário da administração do Estado, Edelvino Góes.

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Mercado farmacêutico



Compras em farmácias online podem render até 97% de desconto em medicamentos

(Texto atualizado em 03/09/2019 às 12:02 pm)

Até a década de 1970, o costume de ir à farmácia do bairro para não só comprar este ou aquele xarope específico, mas também para uma “consulta” com o farmacêutico, fazia as vezes de médico da família, existindo aí uma relação de proximidade com seus clientes.

Contudo, as sucessivas crises econômicas que assolaram o país no decorrer das décadas seguintes, começou a demandar uma gestão mais eficiente do negócio, fazendo com que as vendas “no fiado” praticamente desaparecessem para dar lugar a um modelo mais profissional de gestão de fluxo de caixa, estoques, etc.

O retorno da estabilidade econômica, já pelos anos de 1994, deu ânimo aos empreendedores e o número de farmácias no Brasil começou a crescer. Como exemplo, a rede Pague Menos, originária no Ceará, indo depois para o Rio Grande do Norte, e aos poucos em direção ao Sul do país, é atualmente a terceira rede de varejo, contando no final de 2018 com 1000 lojas. Segundo o site Clinicarx, a composição da estrutura das farmácias no Brasil atualmente é: 56,2% de farmácias de grandes redes, 14,6% de franquias e associativas e 29,2% das independentes, ou seja, os estabelecimentos “sem bandeira” correspondem à 2/3 do total.

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Mercado farmacêutico



Novo medicamente genérico aprovado pela Anvisa

(Texto atualizado em 03/09/2019 às 11:57 am)

A Anvisa concedeu registro ao primeiro medicamento genérico de cloridrato de oxicodona, que será comercializado na forma de comprimido revestido de liberação prolongada no organismo. O produto é indicado para o tratamento de dores moderadas a severas, quando for necessária a administração contínua de um analgésico, 24 horas por dia, por um período de tempo prolongado. A detentora do registro do medicamento genérico é a Zodiac Produtos Farmacêuticos S/A.

A disponibilização de um medicamento genérico no mercado significa uma nova opção de tratamento a um custo mais acessível, uma vez que esses produtos chegam ao consumidor com um preço menor, sendo, no mínimo, 35% mais baratos do que os de referência.

A Anvisa reforça que a concessão do registro a um medicamento genérico significa que o produto possui qualidade, eficácia e segurança comprovadas, sendo que o genérico é o equivalente terapêutico ao medicamento de referência.

Confira a aprovação do registro do cloridrato de oxicodona, publicada no Diário Oficial da União (DOU) da última segunda-feira (15/10).

Fonte: Anvisa


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Os desafios da implantação dos testes laboratoriais em farmácias

Sérgio Mena, CEO da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma)

Sérgio Mena – Nós temos uma discussão no Brasil, não será tão futuro, talvez seja no próximo um ou (nos próximos) dois anos, em um curto prazo, a introdução dos testes laboratoriais rápidos em farmácias.

Hoje já existe tecnologia que você pode fazer até 25 exames usando o point of care, o tipo de teste “ponta de dedo”. Ou seja, é possível fazer check-ups na população, e 70% da população nunca faz nenhum.

É possível fazer um pequeno check-up nas pessoas, uma coisa que pouco se faz no Brasil e a farmácia vai se qualificar para isso a partir da revisão da RDC 44/2009 da Anvisa, que hoje é muito limitada. Esse é um exemplo do uso da tecnologia a favor da população.

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Mercado farmacêutico



O que esperar do futuro das farmácias em termos de serviços

O cenário para o setor de farmácias pode surpreender até mesmo roteiristas audiovisuais que tentaram imaginar o porvir. A telemedicina é um dos principais degraus a serem alcançados, um horizonte em que, no interior de farmácias, será possível realizar consultas com médicos renomados a quilômetros de distância, pela internet.

“São consultórios médicos dentro das farmácias movidos a telemedicina. É um serviço que ainda não temos no Brasil”, elucida Cassyano Correr, coordenador de Assistência Farmacêutica Avançada da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). Ele explica que, em países como Estados Unidos, o serviço já é uma realidade. Há também casos em que o próprio cliente realiza autoexames supervisionados a distância por esses médicos.

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Mercado farmacêutico



Receitas médicas e odontológicas

(Texto atualizado em 26/08/2019 às 05:27 pm)

   A Diretoria Colegiada da Anvisa (Dicol) aprovou uma proposta de iniciativa regulatória para avaliar e determinar uma forma de controle que permita a validade nacional dos receituários de produtos controlados.

A proposta de revisão da Portaria SVS/MS 344/98, que aprovou o regulamento técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial, foi apresentada pelo diretor-presidente da Agência, William Dib.

A aprovação da revisão ocorreu na terça-feira (23/10), durante a reunião pública da Dicol. A proposta de iniciativa visa adequar a portaria à norma nacional do Projeto de Lei (PL) 5.254, de 2013, recentemente aprovado no Congresso, que permite que qualquer receita de medicamento controlado, independentemente do local da prescrição, seja aceita em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal.

A Diretoria Colegiada da Anvisa foi favorável ao substitutivo ao projeto de lei em questão, apresentado pela Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados.

O que diz o PL 5.254

Este projeto de lei visa dar validade nacional a todas as receitas médicas e odontológicas, independentemente do local da sua emissão. Isso permitirá que os medicamentos sejam comprados ou preparados em um estado diferente daquele em que foram prescritos.

A legislação atual restringe a validade da receita de alguns medicamentos controlados ao estado em que é emitida, o que impede a sua utilização por pessoas que se deslocam para outros estados, impedindo-as de adquirir medicamentos muitas vezes essenciais à sua saúde.

Fonte: Anvisa

 


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Mercado farmacêutico



A guerra entre farmácias e supermercados

(Texto atualizado em 26/08/2019 às 12:17 pm)

A anunciada liberação para a venda de produtos farmacêuticos sem receita pelos supermercados, está provocando uma guerra de classes.

Os donos de farmácias – são mais de 80 mil no país- reclamam da medida, enquanto os supermercadistas regem, informando que a farmácias vendem muitos artigos como refrigerantes, bolachas, doces, artigos de escritório.

Nos Estados Unidos e Europa a prática é comum e produtos farmacêuticos podem ser encontrados em todo os supermercados.

Fonte: Panorama Farmacêutico

Mercado farmacêutico



Grandes redes de farmácias associam modernização de serviços e atendimento personalizado

(Texto atualizado em 03/09/2019 às 11:58 am)

Comprar remédios, reservar mercadorias, consultar orientações de tratamento e agendar horários para tomar medicamentos. Tudo isso já não é mais novidade. O varejo de farmácias se ressignifica ao ofertar mais tecnologias online e presencialmente, dando autonomia ao consumidor. Um plus alinhado a duas demandas da modernidade: economia de tempo e aumento da rede de serviços.

Mas nem por isso a interação física entre pacientes, farmacêuticos e outros profissionais desse modelo de negócios é desmerecida. Ao contrário. As grandes redes investem pesado para garantir que o contato olho no olho permaneça como uma das principais características desse setor que não é alicerçado somente em vendas, mas também se enraíza no cotidiano dos consumidores por meio de práticas que acentuam o cuidado e a humanização do atendimento.

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Mercado farmacêutico



Decisão garante assistência farmacêutica no serviço público de saúde

CRF-SP obtém cassação de liminar que desobrigava o serviço em unidades de saúde da capital

Em decisão baseada na Lei Federal 13.021/2014, o Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP) conseguiu a cassação de liminar obtida em abril passado pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM) a fim de afastar a obrigatoriedade de manter a assistência farmacêutica em farmácias privativas das unidades de saúde do município de São Paulo. A SPDM é uma organização social responsável pela gestão de 152 Unidades Básicas de Saúde pertencentes à Prefeitura de São Paulo.

Concedida a liminar pela 17ª Vara Federal em 15 de abril, o CRF-SP recorreu da decisão perante o Tribunal Regional Federal da Terceira Região obtendo a cassação da liminar, em decisão do desembargador federal Dr. Leonel Ferreira. Desta forma, as unidades de saúde são obrigadas a manter assistência farmacêutica durante todo o horário de funcionamento, sob pena de multa prevista no artigo 24 da Lei nº 3.820/60.

A decisão reafirma que “a partir da vigência da Lei Federal nº. 13.021/14, é necessária a presença do responsável técnico farmacêutico nos dispensários de medicamentos”, e que, dessa forma, “pode-se fiscalizar e, com base nesta decisão, autuar os estabelecimentos geridos pela Organização Social SPDM, caso não haja presença de profissional farmacêutico no estabelecimento”.

Fonte: Guia da Farmácia

Indústria farmacêutica, Carreiras e oportunidades, Farmácia Popular



Anvisa debate teste laboratorial portátil em farmácias

Realizado em 1º de agosto, encontro orientará sobre marco regulatório de serviços farmacêuticos

No próximo dia 1º de agosto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) irá promover um diálogo setorial para obter informações, críticas e sugestões sobre a utilização do teste laboratorial portátil (TLP) — em serviços de saúde. Com a medida, a Agência espera orientar as próximas etapas da discussão sobre o aprimoramento do marco regulatório de serviços farmacêuticos e de laboratórios clínicos, relacionadas à revisão da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 44/2009 (Capítulo VI – Dos Serviços Farmacêuticos) e da RDC 302/2005, e que são temas da Agenda Regulatória 2017-2020 da Anvisa.

De acordo com a RDC 302/2005, que dispõe sobre o regulamento técnico para o funcionamento de laboratórios clínicos, o teste laboratorial remoto (TLR) ou teste laboratorial portátil é aquele realizado por meio de um equipamento laboratorial situado fisicamente fora da área de um laboratório clínico. Segundo a RDC 36/2015, entende-se por point-of-care testing (POCT) a testagem conduzida próximo ao local de cuidado ao paciente, inclusive em consultórios e locais fora da área técnica de um laboratório, por profissionais de saúde ou por pessoal capacitado pelo Ministério da Saúde e/ou secretarias estaduais e municipais de Saúde.

O diálogo setorial será realizado das 8h30 às 18h00 do dia 1º de agosto, no auditório da Anvisa, em Brasília (DF). Não é necessário confirmar participação, que está condicionada à lotação do auditório. O espaço tem capacidade para 240 pessoas. O evento terá transmissão on-line e o link será divulgado oportunamente.

Fonte: Guia da Farmácia

ANVISA



Prati-Donaduzzi é autorizada a exportar nutracêuticos

Prati-Donaduzzi é autorizada a exportar nutracêuticos

(Texto atualizado em 26/08/2019 às 12:13 pm)

Farmacêutica paranaense expande os negócios para os Estados Unidos. A Prati-Donaduzzi, maior produtora de medicamentos genéricos do Brasil*, recebeu a autorização para exportação de produtos nutracêuticos para os Estados Unidos. Os primeiros lotes devem chegar ao estado do Texas ainda em novembro.
“Quando recebemos a informação de que a Prati-Donaduzzi agora é uma indústria certificada para exportar produtos nutracêuticos para os Estados Unidos, sentimos um orgulho imenso de ter nosso trabalho e dedicação reconhecidos por um órgão internacional”, declara o diretor-presidente da farmacêutica, Eder Fernando Maffissoni.

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Mercado farmacêutico



Abrafarma repudia projeto que libera medicamentos fora de farmácias

Projeto é de autoria do senador Flávio Bolsonaro

O projeto de lei 3589/2019, apresentado no último dia 18 de junho à Comissão de Assuntos Sociais do Senado e de autoria de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), coloca em xeque a segurança na venda de medicamentos ao transformá-los em mercadorias comuns, o que gerou repúdio de entidades do setor, como a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma).

O texto propõe a venda indiscriminada de medicamentos isentos de prescrição (MIPs) em outros estabelecimentos comerciais, fora de farmácias.

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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Marketing Farmacêutico



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