Cadastramento no CNES para vacinação em farmácias

(Texto atualizado em 03/06/2019 às 12:15 pm)

O cadastramento da farmácia ou drogaria e demais empresas e estabelecimentos do ramo da saúde no CNES – Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – é necessário para que a farmácia ou drogaria possa realizar os serviços de vacinação, constando no sistema e podendo emitir o documento de regularidade de cadastro. Em alguns casos pode ser uma exigência prévia para outros procedimentos. Para se cadastrar no CNES, é necessário atender todos os requisitos em relação ao atendimento dos requisitos sanitários e demais requisitos, conforme julgar necessário o órgão responsável pelo cadastramento. O órgão responsável pelo CNES varia conforme a região da empresa, podendo ser alguma secretaria pública no município ou ainda estadual.

Como funciona

O procedimento para se credenciar no sistema CNES exige toda a documentação completa da empresa, e dos seus responsáveis legais e técnicos. Uma vez reunidos os documentos, será necessário o preenchimento de uma série de formulários eletrônicos ou físicos, nos sistemas do órgão ou pessoalmente. Entõ, o órgão fará uma análise e irá autorizar ou não o cadastro. Leia mais ›


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Legislação e regulamentações



Laboratórios oferecem descontos em remédios de uso contínuo

A maioria dos grandes laboratórios farmacêuticos oferecem descontos de 20% a 60% nos preços de seus medicamentos, principalmente aqueles de uso contínuo e de maior valor. Para ter direito aos descontos, os consumidores precisam se cadastrar nos programas de apoio à saúde mantidos por esses laboratórios. Não há critérios de renda, idade ou tipo de doença. A única exigência é a de receita médica com o número do CRM do médico.

O procedimento de cadastro varia de laboratório para laboratório, mas a dinâmica é parecida. Basta entrar diretamente no site do programa de apoio ou no site da empresa. Caso tenha dificuldade para encontrar o local para fazer o cadastro, o cliente pode entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do laboratório e se informar sobre como proceder para se cadastrar. Há casos em que o próprio médico pode auxiliar o paciente.

Além de solicitar alguns dados e informações para contato, a empresa vai exigir o CRM do médico que prescreveu a receita e verificar se o medicamento solicitado está na lista de descontos oferecidos pelo programa.
O Achè, por exemplo, tem 102 itens cadastrados no programa Cuidados pela Vida, acessíveis por meio de uma rede de 27,8 mil pontos de venda credenciados.
Se estiver, basta comparecer a uma farmácia cadastrada com a receita médica, documento de identificação ou seu número de inscrição no programa do laboratório. Para saber em qual farmácia ir, os laboratórios disponibilizam no site dos programas a rede de farmácias credenciadas. A pesquisa pode ser feita por estado ou cidade. Leia mais ›


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Marketing Farmacêutico



Disputa por patente de remédio expõe gargalos no INPI

A disputa em torno da patente do sofosbuvir, um dos tratamentos mais eficientes contra a hepatite C e que deve ter papel relevante nos planos do governo brasileiro de erradicar a doença até 2030, expôs um antigo problema do país e alvo de inúmeros alertas da indústria farmacêutica: a reduzida estrutura do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) frente à demanda crescente de análise de novos pedidos.

Entidade que reúne as fabricantes de medicamentos genéricos no país, a PróGenéricos calculava, em 2016, que a demora na concessão das patentes, combinada ao mínimo de 10 anos de proteção garantido pelo parágrafo único do artigo 40 da Lei de Propriedade Intelectual, criava uma reserva de mercado de R$ 4 bilhões para medicamentos amparados por esse dispositivo. O caso do sofosbuvir caminharia nessa direção. O pedido de patente para o tratamento foi depositado pela americana Gilead no INPI em 2004, ou seja, há 14 anos, e priorizado apenas em 2016. De lá para cá, a tecnologia de produção foi desenvolvida por outros laboratórios, incluindo uma parceria entre Farmanguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e um consórcio privado liderado pela brasileira Blanver.

Com a concessão da patente à Gilead, para uma molécula usada na síntese do sofosbuvir, a produção do genérico no país fica proibida – neste momento, a patente não está em vigor por decisão liminar da Justiça Federal do Distrito Federal, a partir de pedido apresentado pela candidata à Presidência Marina Silva, da Rede.

A decisão do INPI gerou reações críticas entre organizações que reúnem pacientes e médicos, entre as quais a Médico Se Fronteiras, sob alegação de que a proteção terá impacto negativo sobre a saúde pública. A Fiocruz, em nota, defendeu que a produção nacional de medicamentos deve ser usada em favor da defesa dos interesses da população e disse que é responsabilidade do dos ministério da Saúde e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), garantir as condições de acesso ao sofosbuvir. Por outro lado, um grupo de 12 entidades representativas de diferentes setores, entre os quais a indústria farmacêutica, divulgou carta de apoio à independência técnica do INPI. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico



Projeto de lei quer Farmácia Popular para todos os remédios no Brasil

De autoria do  Senador Paulo Paim do partido PT do Rio Grande do Sul, o projeto em questão se trata do PL do Senado de n° 235 do ano de 2018. O projeto se propõe a alteração da Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes, com a intenção de incluir nos programas públicos de assistência farmacêutica subsídios para possibilitar que todo aposentado ou pensionista adquira os medicamentos a ele prescritos com descontos. No texto inicial do projeto, as justificativas para o mesmo, propostas por Paulo Paim, são as seguintes:

Em 2004, o Ministério da Saúde editou o Decreto nº 5.090, de 20 de maio de 2004, que regulamenta a Lei no 10.858, de 13 de abril de 2004, e institui o programa “Farmácia Popular do Brasil”, e dá outras providências. A implantação do programa Farmácia Popular do Brasil baseou-se nas seguintes motivações: a necessidade de implementar ações que promovam a universalização do acesso da população aos medicamentos; a meta de assegurar medicamentos básicos e essenciais à população, o que envolve a disponibilização de medicamentos a baixo custo, para os cidadãos que são assistidos pela rede privada; e a necessidade de proporcionar diminuição do impacto causado pelos gastos com medicamentos no orçamento familiar, ampliando o acesso aos tratamentos. Com tais motivações, o Decreto definiu que a disponibilização de medicamentos seria efetivada em farmácias populares – por intermédio de convênios firmados com Estados, Distrito Federal, Municípios e hospitais filantrópicos – e também na rede privada de farmácias e drogarias, nas quais o preço do medicamento seria subsidiado. E estabeleceu que o rol de
medicamentos seria definido pelo Ministério da Saúde com base nas evidências epidemiológicas referentes à prevalência de doenças e agravos.

Hoje, o Programa abrange medicamentos para o tratamento de hipertensão (pressão alta), diabetes, asma, dislipidemia (colesterol), rinite,
doença de Parkinson, osteoporose, glaucoma e também anticoncepcionais. Há duas modalidades de assistência farmacêutica. Na primeira, os medicamentos para o tratamento de hipertensão, diabetes e asma são dispensados de forma gratuita. Na segunda, os demais medicamentos – indicados para dislipidemia (colesterol), rinite, doença de Parkinson, osteoporose, glaucoma e os anticoncepcionais, assim como as fraldas geriátricas, são dispensados com até 90% de desconto. Nessa segunda modalidade, o Ministério da Saúde estabeleceu um valor de referência para cada princípio ativo, que subsidiará até 90% dos preços dos medicamentos e o cidadão arca com a diferença até o preço de venda praticado pelo estabelecimento, quando o preço do medicamento for igual ou maior que o preço referencial. No caso de medicamento cujo preço for inferior
ao de valor de referência, o Ministério da Saúde paga até 90% do valor comercializado e o cidadão o restante. Assim, somente o valor de referência do medicamento é fixo e o usuário consegue pagar menos pesquisando preços.

O Programa Farmácia Popular é, sem dúvida, uma iniciativa de inquestionável sucesso e altíssima relevância social. No entanto, em 2012, mais de oito anos após a criação do Programa, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgou, no âmbito do estudo Perfil das Despesas no Brasil – Indicadores Selecionados, da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que os gastos com medicamentos consumiam 48,6% da despesa média mensal com saúde das famílias brasileiras. Nesse cenário, preocupa-nos o elevado percentual desses gastos para nossos aposentados e pensionistas, que, pelo avançar da idade, precisam consumir mais medicamentos que os integrantes das faixas etárias mais jovens. Assim, é necessário ampliar a abrangência do Programa Farmácia Popular para beneficiar esse segmento da nossa população, independentemente das moléstias de que padecem.

Por isso, propomos criar uma terceira modalidade para fornecer a esse segmento de nossa população o acesso a medicamentos a baixo preço, mediante subsídios que lhes possibilitem adquirir quaisquer remédios que lhes sejam prescritos com desconto de 50% no preço de referência. Assim, as duas modalidades hoje existentes continuarão a vigorar para todos os brasileiros que necessitem de medicamentos para o tratamento de doenças enquadradas nas prioridades epidemiológicas e a terceira modalidade irá beneficiar um segmento populacional específico, independentemente de critérios epidemiológicos.

O andamento do projeto de lei que quer aumentar o Farmácia Popular pode ser acompanhada através do seguinte link:

https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/133281


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Farmácia Popular



Ultra Popular atualiza imagem visual para combater fraudes

Ultra Popular atualiza imagem visual para combater fraudes

(Texto atualizado em 13/05/2019 às 11:39 am)

Desde que surgiu em 2012, a rede de drogarias Ultra Popular já conta com mais de 560 unidades, espalhadas por 21 estados e baseadas no modelo de gestão associativista. Em função desse crescimento, o número de farmácias que tentam pegar carona, copiando a linguagem visual da marca também vem se multiplicando. As empresas que imitam o logotipo não possuem a estrutura e qualidade de atendimento da rede, o que gera prejuízos para os associados, confundindo os consumidores.

 Recentemente uma farmácia que se identificava como ‘Outra Popular’ e utilizava clandestinamente elementos da identidade corporativa da Ultra Popular foi lacrada pela vigilância sanitária de Ji-Paraná, em Rondônia. “A notícia circulou pelas redes sociais e as imagens levaram muita gente a pensar que se tratava de uma unidade do nosso grupo, gerando muitos transtornos. Por isso, todos os casos são tratados com rigor pelo nosso departamento jurídico”, afirma Ângelo Vieira, diretor de operações e marketing da Farmarcas, administradora da Ultra Popular.

 

Na busca de modernizar ainda mais sua apresentação e combater essa concorrência desleal, a rede acaba de lançar sua primeira loja com novo logo e linguagem visual. A unidade que marcou essa virada está localizada na cidade de Parauapebas, no Pará. “Observamos muitas farmácias que pintaram suas paredes de vermelho, com destaque para o termo popular na fachada. Mas essas lojas não possuem estratégia, apenas tentam copiar a nossa”, conta o proprietário Eduardo Thomaz.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

Mercado farmacêutico



CFF faz rastreamento do diabetes no Brasil

CFF vai rastrear o diabetes no Brasil - ASCOFERJ

(Texto atualizado em 13/05/2019 às 11:37 am)

O Conselho Federal de Farmácia (CFF) liberou, na última quarta-feira (24/04), durante Reunião Plenária, em Brasília, os resultados do Rastreamento de Casos Suspeitos de Diabetes Mellitus, levantados durante o mês de novembro do ano passado, quando se comemorou o Novembro Azul.

A pesquisa, realizada entre 14 de novembro e 12 de dezembro, foi uma parceria entre o CFF e a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), e ocorreu em todos os estados do País. As pessoas que participaram, na faixa etária de 20 a 79 anos, foram submetidas a testes de glicemia capilar; medição de circunferência abdominal, peso e altura; e avaliação de risco de desenvolvimento de diabetes por meio do Finnish Diabetes Risk Score (Findrisc).

Os resultados apontaram que 22,6% dos participantes que nunca haviam feito um diagnóstico apresentam alto risco de desenvolver diabetes mellitus (um em cada três brasileiros) ou muito alto (um brasileiro em cada dois) nos próximos dez anos. Os fatores de risco mais comuns foram sedentarismo (68%), não ingestão de verduras e frutas todos os dias (43%) e histórico familiar (37%).

Além disso, ficou evidenciada uma prevalência de 18,4% de glicemia elevada na população pesquisada, equivalente a 17.580 pessoas em todo o Brasil. Esse valor indica que um em cada cinco brasileiros sem diagnóstico prévio pode ter diabetes mellitus.

Cerca de mil farmacêuticos se dividiram para atender os pacientes em estabelecimentos privados (77,84%) e públicos (22,16%) em 345 municípios. Pôde-se perceber o predomínio do público feminino, que correspondeu a 60%, e de pessoas com menos de 45 anos, equivalentes a 48% do total. Leia mais ›

Legislação e regulamentações



Farmácias Nissei anuncia novas lojas e abre vagas

(Texto atualizado em 08/05/2019 às 02:30 pm)

Maringá e Pioneiros receberam novas unidades, reforçando a força da rede no Paraná. A Rede de Farmácias Nissei, oitava maior player do setor no Brasil, inaugurou a 14ª unidade no Maringá, no Jardim Aclamação (PR). Localizada na Av. Senador Petrônio Portela, nº 780, a farmácia possui 310 metros quadrados. A Rede também anunciou a quarta unidade em Fazenda Rio Grande, no Pioneiros (PR). Localizada na Av. Cesar Carelli, nº 64, a farmácia possui mais de 300 metros quadrados. As novas unidades, construídas no novo modelo da marca, que valoriza a experiência de compra do consumidor, atuarão com o conceito de drugstore, contando com um portfólio completo de medicamentos, produtos de higiene e beleza, perfumaria e conveniência.

Ações diferenciadas

A Rede de Farmácias Nissei conta com o programa Clube da Melhor Idade, na qual aposentados, pensionistas e público com mais de 55 anos têm benefícios que vão desde descontos exclusivos, até a promoção de atividades sociais com foco na saúde e bem-estar. “Esse é um projeto de mais de 20 anos que tem o intuito de retribuir a preferência desse público pela marca Nissei. Hoje, o Clube já conta com mais de 500 mil associados ativos que frequentam mensalmente as lojas”, revela o diretor executivo da Rede Nissei, Alexandre Maeoka.

A Rede possui também oferece os Serviços Avançados Nissei (SAN) – extensivo a todos os clientes -, e que proporciona exames laboratoriais, controle de diabetes, colesterol, peso, hipertensão, revisão da medicação e também o programa de auxílio para dependentes do tabagismo. Segundo Maeoka, da Rede de Farmácias Nissei, esse é um projeto novo, criado para ampliar a comodidade ao cliente, além de retomar o papel do farmacêutico na difusão de importantes informações ao paciente. Leia mais ›


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Carreiras e oportunidades



Justiça vai apurar lucro de farmácia com uso indevido da imagem de Giovanna Antonelli

Justiça vai apurar lucro de farmácia com uso indevido da imagem de Giovanna Antonelli

(Texto atualizado em 06/05/2019 às 04:31 pm)

Os ministros da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça acolheram recurso da atriz Giovanna Antonelli para determinar a utilização de ‘critérios técnicos’ na apuração do lucro da intervenção obtido por uma farmácia de manipulação com o uso indevido de sua imagem para vender um produto. Sem contrato ou autorização, segundo a ação, a Dermo Formulações Farmácia de Manipulação Ltda usou o nome e a imagem da atriz de ‘forma sugestiva’ para alavancar as vendas de um composto detox que teria efeitos de emagrecimento.

As informações foram divulgadas no site do STJ – REsp 1698701.  Leia mais ›

Mercado farmacêutico



Anvisa aprova terapia para o tratamento de câncer colorretal

Anvisa aprova terapia para o tratamento de câncer colorretal

(Texto atualizado em 06/05/2019 às 04:33 pm)

O regorafenibe, já aprovado para outras duas indicações no país, agora possibilitará aos pacientes com câncer colorretal aumentar a expectativa de vida

O medicamento regorafenibe teve uma nova indicação aprovada pela Anvisa, para o tratamento de pacientes com câncer colorretal (CCR) metastático que foram previamente tratados ou que não foram elegíveis às terapias disponíveis anteriormente. Com redução de 51% no risco de progressão da doença e 23% no risco de morte a novidade chega para suprir uma necessidade não atendida no país, trazendo uma nova perspectiva para os pacientes.

O medicamento, apresentado em forma de comprimido, já é aprovado no país para o tratamento de tumores estromais gastrintestinais (GIST) metastáticos ou não ressecáveis, que tenham progredido ou experimentaram intolerância ao tratamento prévio com imatinibe e sunitinibe e carcinoma hepatocelular (CHC) que tenham sido previamente tratados com sorafenibe. Leia mais ›

ANVISA



Regulamentação não acompanha avanços da indústria

| Regulamentação não acompanha avanços da indústria

(Texto atualizado em 06/05/2019 às 04:33 pm)

O segmento de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (HPPC) figura entre os três que que mais investem em inovação no Brasil. Mas o dinamismo desse mercado não é acompanhado pela regulamentação. A análise é da representante da indústria do setor, Ariadne Morais, uma das debatedoras do seminário organizado pela ABIHPEC. “O ponto que nos preocupa é que tudo isso passa pela capacitação. O setor está pronto para trazer inovações, mas nem sempre a regulamentação acompanha. E não encontramos alternativas para contornar as barreiras, porque são leis.”O gerente de Cosméticos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), João Tavares Neto, reconheceu que as novidades chegam como avalanches sobre os órgãos encarregados da fiscalização e que a necessidade de uma ação reguladora atualizada e com conhecimento é inexorável. Ele destacou como ponto positivo a participação da agência na International Cooperation on Cosmetics Regulation (em português, Cooperação Internacional na Regulação de Cosméticos), grupo composto por autoridades reguladoras do Canadá, da União Europeia, do Japão, dos Estados Unidos e do Brasil — o País foi aceito como membro em 2010. “Estar no fórum internacional nos coloca num nível de debate muito alto. Inclusive, temos o papel de trazer isso para o Mercosul.”

Ele argumentou que o fato de cosméticos terem sido incluídos na mesma lei de medicamentos contaminou a regulação. Esse detalhe fez com que o nível de exigência para a aprovação de itens simples se assemelhasse ao de repelentes e protetores solares, que aparecem na lista dos chamados “produtos grau 2”, aqueles que possuem indicações específicas, cujas características exigem comprovação de segurança e eficácia. “Precisamos do conhecimento para ponderar nossa ação, não tratar tudo como se fosse o mesmo risco”, declarou. Leia mais ›

Mercado farmacêutico



Novo tratamento tem 90% de eficiência em casos de tuberculose multirresistente

Novo tratamento tem 90% de eficiência em casos de tuberculose multirresistente

Um novo tratamento para a tuberculose resistente a antibióticos alcançou uma taxa de sucesso de 90%, de acordo com os resultados de testes clínicos, que podem ser cruciais na luta contra essa doença mortal.

Uma equipe de médicos da Belarus (um dos países com a maior taxa dessa doença) vem tratando pacientes há vários meses com este novo tratamento, a bedaquilina, combinada com outros antibióticos, e foi capaz de curar 168 em 181 pessoas.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

Mercado farmacêutico



Dicas para o aumento do preço dos medicamentos pesar menos no bolso

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Diante do aumento de até 12,5% no preço dos medicamentos da última quinta-feira (31 de março), já tem consumidor com dificuldade de encontrar produtos nas farmácias com os preços anteriores, apesar de os novos valores valerem para novos estoques. Além da inflação, as oscilações do câmbio e o aumento expressivo da energia elétrica influenciaram na elevação dos preços. Por isso, a PROTESTE Associação de Consumidores dá dicas para que o impacto no orçamento doméstico seja menor.

Pesquise em diferentes redes de farmácias e drogarias, e não deixe de pechinchar. Há diferenças mesmo dentro da mesma rede, de uma loja para outra. Percebe-se grande margem de negociação e diversas farmácias e drogarias cobrem preços da concorrência.

Consulte seu médico sobre a possibilidade de usar a versão genérica do medicamento. O genérico, em regra, é mais barato. Mas, não deixe de pesquisar preços de genéricos fabricados por diferentes laboratórios, pois há diferenças entre eles.

Peça para seu médico receitar o medicamento pelo nome do princípio ativo e não pelo nome de marca. Assim, será mais fácil verificar a existência de genéricos e optar pelo mais barato. Mesmo se na prescrição do medicamento constar o nome de marca, é permitida a troca por medicamento genérico na farmácia, desde que seja feita por farmacêutico, que pode orientar o consumidor. Leia mais ›

Mercado farmacêutico



Anvisa suspende lote do medicamento Allegra

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A Anvisa determinou a suspensão da distribuição, comercialização e uso do lote 657915 (Val 10/2018) do medicamento ALLEGRA (cloridrato de fexofenadina) 6mg/ml suspensão oral,  devido a desvio detectado pelo fabricante referente à troca do adaptador de seringa, ocasionando encaixe inadequado.Veja a Resolução na íntegra:

 

“RESOLUÇÃO-RE Nº 2.825, DE 24 DE OUTUBRO DE 2017

 

A Gerente-Geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária, Substituta, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria nº 973, de 14 de junho de 2017, aliado ao disposto no art. 54, I, § 1º da Resolução da Diretoria Colegiada – RDC nº 61 de 3 de fevereiro de 2016, considerando o art. 7º da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976;
considerando a RDC 55/2005;

considerando a classificação de risco à saúde como classe III; Leia mais ›


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ANVISA



Anvisa suspende venda de sabonetes de duas marcas | Brasil

Anvisa suspende venda de sabonetes de duas marcas | Brasil

(Texto atualizado em 23/04/2019 às 10:44 am)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a suspensão da distribuição, divulgação e comercialização de dez produtos da marca Biotec Cosméticos Indústria e Comércio Ltda. A empresa notificada é responsável por itens da Needs, marca exclusiva de beleza e saúde da Drogasil, e pela BioHair.

Como resultado, foi determinado o recolhimento do estoque que já está exposto em farmácias. A decisão foi motivada pela inspeção sanitária realizada na empresa.

Segundo a Anvisa, a fabricação dos produtos não estava de acordo com as normas do órgão de inspeção. Foram registradas divergências qualiquantitativas de formulações e ausência de ingredientes. Foi constatado ainda que os produtos tinham sido liberados para venda antes da conclusão de todos os ensaios microbiológicos. Alterações nas fórmulas também não tinham sido notificadas. Leia mais ›


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ANVISA



Consulta Pública discute regularização de produtos de higiene pessoal

(Texto atualizado em 23/04/2019 às 10:43 am)

Debate sobre o tema tem intuito de melhorar a qualidade da informação e possibilitar a agilidade na análise do produto por parte do consumidor.A Anvisa quer conhecer a opinião do setor regulado e de profissionais e cidadãos interessados sobre os requisitos técnicos para a regularização de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes. Para isso, será aberta na segunda-feira, dia (9/4), a Consulta Pública nº 500/18 que debaterá o tema com o intuito de melhorar a qualidade da informação e possibilitar a agilidade na análise do produto por parte do consumidor.

A resolução em discussão estabelece também quais produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes estão sujeitos a registro para comercialização. Atualmente, bronzeadores, protetor solar, protetor solar infantil, gel antisséptico para as mãos, produto para alisar os cabelos, produto para alisar e tingir os cabelos, repelente de insetos e repelente de insetos infantil estão no grupo de produtos sujeitos a registro.

Para Contribuir – Quem quiser contribuir com comentários e sugestões para proposta de alteração da Resolução da Diretoria Colegiada nº 7/2015 tem 15 dias para enviar as propostas por meio de formulário eletrônico que pode ser acessado na página da CP. Ao fim do processo, será disponibilizado número de protocolo do registro de sua participação. Leia mais ›


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Maioria dos médicos americanos recebe benefícios da indústria farmacêutica

Nos Estados Unidos, 72% dos médicos afirmaram receber algum benefício da indústria farmacêutica. O dado é de uma pesquisa divulgada na última sexta-feira (19) feita com clínicos da faculdade de medicina da Universidade de Harvard.

O Instituto de Política de Saúde e Prática Clínica da Universidade de Dartmouth entrevistou 1.500 médicos sobre a prática de receber medicamentos de laboratórios de graça, refeições oferecidas por empresas, brindes como canetas, cadernos e camisetas, pagamento por serviços de consultoria e reuniões, ingressos para eventos, entre outros benefícios.

O estudo descobriu que 55% dos entrevistados receberam amostras de medicamentos e 48% ganharam refeições e bebidas dentro do local de trabalho ou fora. Apenas 8% ganhou pequenos presentes.

Segundo os pesquisadores, os números da pesquisa com médicos de Harvard são menores do que os obtidos em uma pesquisa nacional feita em 2009 sobre os mesmos privilégios. Houve redução no oferecimento de refeições e ingresso para eventos culturais. Na pesquisa nacional, 75% afirmou receber tais benefícios contra 42% entre os médicos de Harvard.

O que a pesquisa revelou foi que, apesar de ter caído o número de médicos que recebe benefícios da indústria farmacêutica na última década, ainda há relatos da prática.

“Isso é preocupante quando consideramos que o recebimento de amostras gratuitas de remédios, que está entre as práticas mais reportadas, já foi relacionado à prática de prescrição de remédios de marca, que são mais caros do que os genéricos”, afirma Lisa Schwarts, professora de Dartmouth e uma das autoras da pesquisa. Leia mais ›


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Aprovado medicamento inédito para fibrose cística

Orkambi

A Anvisa aprovou nesta segunda-feira (23/7) o registro de um medicamento novo para o tratamento da fibrose cística. A nova alternativa de tratamento é o Orkambi® (lumacaftor + ivacaftor), que até o momento não estava disponível no país.

A fibrose cística é uma doença de origem genética e ainda incurável que provoca o acúmulo de muco no pulmão, levando a inflamações e infecções que podem causar insuficiência respiratória.

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Falhas nas farmácias deixam 45 milhões de medicamentos em falta

Falhas nas farmácias deixam 45 milhões de medicamentos em falta

(Texto atualizado em 15/04/2019 às 01:55 pm)

Por falta de liquidez e porque o abastecimento do mercado é irregular, as ruturas de stock nas prateleiras são cada vez mais frequentes, sendo que as farmácias têm dificuldades crescentes em responder às necessidades dos doentes no momento, que acabam por ter de fazer várias deslocações para comprar os medicamentos que o médico receitou.

Este é um problema que afeta todo o tipo de medicamentos, sejam de marca ou genéricos. Só em setembro, foram reportadas cerca de 6,3 milhões de embalagens em falta (mais 42% do que em setembro de 2017) por 1.949 farmácias, segundo o último relatório do Observatório dos Medicamentos em Falta do Centro de Estudos e Avaliação em Saúde (Cefar) da Associação Nacional das Farmárcias (ANF).
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Entrevista rápida com um proprietário de farmácia

(Texto atualizado em 15/04/2019 às 12:36 pm)

No início do mês de abril de 2019, contatamos um dono de farmácia aleatório. Não por acaso, o empresário era de uma cidade pequena, no interior de São Paulo. Um retrato da maior parte do varejo farmacêutico brasileiro, que vem enfrentando os mesmos desafios de muitos outros empresários no ramo. A entrevista com um proprietário de farmácia brasileiro poderá ser lida a seguir.

Na conversa rápida com o empresário, falamos sobre sua visão em relação a lucratividade do ramo, e sobre valer a pena abrir e trabalhar com farmácia/drogaria. Quais os motivos para estar no setor farma, e quais seriam os desafios percebidos em primeiro lugar?

– Por que voce acha que vale a pena abrir uma farmacia?
R: Acredito que seja um ramo em constante inovação, e por ser um “mal necessário”: todas as pessoas precisam dos produtos vendidos pelas farmácias, principalmente quando falta saúde. Leia mais ›


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É obrigatório: expor a lista dos medicamentos do FP

CCJ aprova exigência para farmácias populares exporem lista de remédios

As farmácias de todo País, que participam do Programa Federal “Farmácia Popular”, deverão afixar em suas dependências a relação de remédios contemplados por esse Programa.

A medida está no Projeto de Lei 37/2015 do deputado federal Sérgio Vidigal (PDT-ES), o qual foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados.

De acordo com Sérgio Vidigal, a Farmácia Popular do Governo Federal é essencial, pois garante mais assistência às populações de baixa renda. Leia mais ›


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