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Nova líder da ePharma na área de operações

Nova líder da ePharma na área de operações

A farmacêutica Bruna De Vivo acaba de assumir o cargo de diretora associada de operações PBM e Redes da ePharmahealth tech pioneira no gerenciamento de programas de benefícios de medicamentos. Trata-se da primeira mulher a assumir uma diretoria executiva de uma área estratégica da empresa.

“Nosso principal desafio será focar no engajamento dos beneficiários finais, dentro de uma realidade cada vez mais digital e num contexto ainda de pandemia, a fim de manter um crescimento efetivo”, ressalta a executiva.

Em maio, Bruna completa 20 anos de atuação na ePharma, na qual foi inicialmente contratada para montar uma central de atendimento técnico farmacêutico. Depois de seis meses foi promovida a gerente técnico científico, período em que aprimorou o banco de dados de medicamentos da health tech e desenvolveu os relatórios técnicos farmacêuticos.

A executiva também permaneceu mais de dez anos trabalhando junto à indústria farmacêutica nas áreas comercial e de suporte de operações dos programas de desconto, que depois viria a se tornar um dos produtos mais rentáveis da companhia. Outro desafio foi comandar a área de relacionamento de operações da rede credenciada, onde atuou. Em 2018 também assumiu a operação dos programas de PBM corporativo e da indústria farmacêutica.

Bruna foi membro da Comissão de Saúde do Conselho de Farmácia de São Paulo entre 2009 e 2010, formou-se na Faculdade de Farmácia da Unisantos e cursou MBA na Fundação Dom Cabral, além de especialização em saúde pela PUC-SP.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Transformação digital na área da saúde: bom para gestores e pacientes

Transformação digital na área da saúde: bom para gestores e pacientes

A tecnologia vem ganhando um papel estratégico e central no planejamento de ações em organizações, públicas e privadas. Mais que simplesmente inserir um negócio ou serviço em âmbito virtual, esse movimento sinaliza um importante fenômeno: a adoção de tecnologias de ponta
na otimização da gestão, processos e desempenho de equipes em prol de um melhor alcance dos resultados, seja do negócio em si ou em benefício dos usuários que estão direta ou indiretamente a ele associados. No caso do segmento da saúde, a transformação digital auxilia não apenas negócios que atuam na área — como as operadoras de saúde, hospitais, clínicas e consultórios —, mas principalmente seus pacientes.

E quais seriam esses benefícios? Melhoria no tempo destinado às ações, seja do negócio em si e, consequentemente, dos pacientes que precisam de atendimento, até o dinheiro gasto em todo esse processo. De acordo com dados da Associação Médica Americana e do Instituto de Estudos de Saúde Complementar, 20 a 30% dos gastos de saúde são desperdiçados. Desde exames que não são buscados pelos usuários até consultas que não são eficazes por não serem na especialidade correta, modelo assistencial focado na doença e não na saúde, entre outras inúmeras situações. É aí que entra a tecnologia, para auxiliar gestores a empregar tempo e dinheiro de forma adequada, amparando a organização e melhorando seus resultados, impactando diretamente aqueles que são assistidos por ela.

Existem diversos exemplos de como a tecnologia, auxiliada pelo fator humano, pode gerar retornos positivos para as pessoas. Dentre elas, é possível citar os softwares de inteligência usados na análise de dados. Um deles é o Dictas, idealizado por uma equipe especialista em ciência de dados, com conhecimento e experiência em gestão de saúde. Por meio dele, é possível otimizar os custos de operadoras que, em retorno, aumentam a eficácia dos serviços ofertados aos usuários. A ferramenta
fornece um acesso a painéis com indicadores, usando Machine Learning, Big Data e Advanced Analytics, além de inteligência artificial, para detectar gastos desnecessários e que não beneficiam os assistidos pelos planos. Por meio de uma investigação minuciosa, a tecnologia realiza simulações, mapeia os dados coletados e/ou cruzados e recomenda, de forma preditiva, intervenções a serem feitas pelos gestores do sistema. Vai além: também pode ser usada na medicina preventiva, classificando os pacientes por grupos de riscos, sugerindo grupos por tipo de patologia crônica e identificando exames que poderiam ser realizados antecipadamente pelos usuários para evitar o aparecimento e o desenvolvimento de possíveis doenças.

Ou seja, além de prover recursos para melhorar questões operacionais voltadas para a gestão de um negócio com foco em saúde, por meio de ferramentas tecnológicas é possível entregar saúde, identificando beneficiários que não realizam exames preventivos por meio de algoritmos e, em contrapartida, sugerir medidas preventivas, para garantir um bom estado de saúde do usuário, de acordo com as necessidades do paciente. Em todo esse contexto, há uma maior racionalidade no processo de entregas de saúde, com foco em prevenção e não apenas em reparação de um problema que, muitas vezes, sequer consegue ser remediado.

 
 
 
 


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Mercado farmacêutico





CRF-SP debate ações na área farmacêutica na vacinação

Guia da Farmácia

O CRF-SP tem se preocupado em munir o farmacêutico com ferramentas de capacitação com uma área específica sobre Covid-19 no portal

O Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CRF-SP)  realizou via You Tube, no último dia 10, o Fórum: Vacina na cadeia farmacêutica da logística ao serviço de imunização, onde discutiu, principalmente, a logística da vacina contra a Covid-19.

Além da diretoria do CRF-SP, o Fórum contou também com a participação de representantes da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sincofarma/SP) e do coordenador do Grupo Técnico de Trabalho de Logística de Produtos de Interesse à Saúde do CRF-SP, Dr. Kleber Fernandes.

Ao abrir a discussão, Dr. Marcos Machado, presidente do CRF-SP, destacou que apesar do impacto econômico da pandemia já ser de mais de US$ 1 trilhão de dólares no mundo, a preocupação é principalmente com a saúde da população.

Dr. Marcos ressaltou que a vacina nesse momento é o assunto mais importante no mundo.

“Nada é mais importante para o retorno da vida das pessoas. Precisamos o quanto antes de uma definição em relação à disponibilização da vacina no Brasil”.

O presidente do CRF-SP destacou ainda a lei 13.021/14 que possibilita o serviço de imunização nas farmácias. “Acredito que de imediato o governo deva assumir essa demanda e as farmácias possam, dessa maneira, entrar como pontos de apoio por se tratar de um problema de saúde pública emergencial”.

Ações do CRF-SP

O CRF-SP tem se preocupado em munir o farmacêutico com ferramentas de capacitação com uma área específica sobre Covid-19 no portal com informações, materiais técnicos, além da realização de campanhas de educação em saúde.

Outro diferencial é o curso “Cuidado farmacêutico na imunização e administração de vacinas”, disponível gratuitamente na Academia Virtual de Farmácia.

Mesmo os farmacêuticos que não estão na linha de frente é importante que façam o curso e conheçam todos os aspectos relacionados às vacinas. O CRF-SP também enviou um ofício à Secretaria de Saúde solicitando que os farmacêuticos sejam incluídos como profissionais de saúde prioritários para serem vacinados imediatamente assim que se iniciar a vacinação no estado de São Paulo e atuarem com segurança”, enfatizou Dr. Marcos.

Vacinação nas farmácias

Com a consolidação dos serviços farmacêuticos nas farmácias ao longo dos últimos anos, inclusive com a recente discussão da reformulação da RDC 44/09, por meio da consulta pública 911/20, o farmacêutico ganhou, dessa maneira, força e mostrou também que é possível fazer mais.

Foi o que apresentou o CEO da Abrafarma, Sergio Mena Barreto.

“As vacinas já são uma realidade e fazem parte da construção da nova farmácia. Hoje, temos potencial para disponibilizar 1953 salas de aplicação de injetáveis, por se tratar de uma situação emergencial e até 3500 profissionais, incluindo o farmacêutico para o serviço de imunização e outros funcionários para organização de filas e procedimentos. Tudo sem custo ao Estado ou para a população, com possibilidade de imunização de mais de 1 milhão de pessoas por semana”.

Mena Barreto ressaltou que a pandemia reforçou a importância da farmácia e do farmacêutico. “Não me canso de aplaudir os farmacêuticos, vivemos algo inédito. Pela primeira vez, as farmácias vão ser usadas em larga escala. Todos são bem-vindos e devem se engajar para superar as dificuldades e voltarmos a uma vida normal”.

CRF-SP discute a vacinação contra a Covid-19

O processo de logística começou a amadurecer nos últimos dez anos quando a legislação começou, então, a se organizar.

Essa a foi a frase de abertura da apresentação do Dr. Kleber Fernandes, coordenador do Grupo Técnico de Trabalho de Logística de Produtos de Interesse à Saúde do CRF-SP e Diretor de Qualidade e Gestão Técnica na Solistica.

Dr. Kleber citou, também, o sistema de vacinação que funcionou perfeitamente em meio a pandemia de H1N1, no entanto, ressaltou que nem todos quiseram tomar a vacina e não houve sobrecarga.

“No entanto, o grande problema da vacina de Covid-19 é a expectativa, o que sobrecarrega qualquer sistema de distribuição. Não será uma distribuição única, consolidada. A aproximação entre os elos da cadeia é, portanto, que vai fazer com que a gente ganhe o jogo”.

Outro ponto importante alertado no Fórum foi o investimento em segurança para evitar furto, roubo, extravio ou a possibilidade de falsificação da vacina.

“Ouvimos falar apenas em controle de temperatura, no entanto, há outras questões peculiares como o contrabando e, por isso, a necessidade de gestão do farmacêutico em toda a cadeia”. Dr. Kleber se atentou ainda à questões como a logística reversa, ou seja, para onde vão as devoluções e as incinerações? Como será feita a rastreabilidade do produto que foi incinerado, tudo isso somado ao desafio de se vacinar a população no menor tempo possível.

Fonte: CRF-SP

Foto:  Shutterstock


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





A interessante área de atuação do farmacêutico em Citologia Clínica

A interessante área de atuação do farmacêutico em Citologia Clínica

No mês de Outubro temos a honra de entrevistar a Dra. Gilcilene Chaer – Presidente do CRF-DF que irá compartilhar conosco sobre a Citologia Clínica.

Para quem acha que Farmacêutico só atua em farmácias, está muito equivocado.

Atualmente, esse profissional pode atuar em 135 especialidades diferentes e a Citopatologia Clínica ou Citologia Clínica é uma área de atuação desafiadora e extremamente importante para a saúde da população.

Desde 1.931, com o advento do Decreto Lei nº 20.377 o exercício da citopatologia ou da citologia clínica foi reconhecido como atribuição do Farmacêutico, portanto, é certo que historicamente o Farmacêutico realiza, em todos os níveis, a Citopatologia ou a Citologia Clínica.

São muitas legislações que preveem a atuação do Farmacêutico na Citopatologia. Além das leis federais, o Conselho Federal de Farmácia regulamenta a atuação por meio de resoluções e, por fim, a questão foi pacificada pelo STF.

Para atuar nesta área, o profissional precisa ter especialização devidamente autorizada pelo MEC e apostilada no Conselho Regional de Farmácia da região.

Em pleno outubro rosa, onde se discute a prevenção do câncer de mama, falar da atuação do Farmacêutico no diagnóstico desse câncer é de grande relevância para despertar o interesse dos farmacêuticos para nesta área e mostrar à população esse importante papel.

O Farmacêutico Citologista participa do início do diagnóstico, quando se suspeita de um tipo de tumor e a punção é o passo inicial.

Quem realiza a análise do material oriundo de uma punção de algum tumor é o Citopatologista, mas é na Citopatologia do colo uterino que este profissional se destaca.

No Brasil, ainda temos uma previsão de aproximadamente 16.710 casos de câncer de colo uterino em 2020, com um risco estimado de 15,38 casos a cada 100 mil mulheres, com esses números é imperativo que esta área de atuação seja valorizada e incentivada.

Analisando a história natural do câncer de colo uterino, evidencia-se uma ampla janela entre a infecção por HPV e o surgimento de um câncer invasor que pode chegar até a 15 anos, o que propicia o diagnóstico precoce e o efetivo tratamento.

O Citopatologista realiza a análise do material colhido na prevenção (raspado de material do colo uterino) e emite o laudo que direciona para o melhor tratamento. Além de evidenciar lesões malignas e pré-malignas, pode-se evidenciar infecção por diversos agentes microbiológicos, como fungos, vírus, bactérias e protozoários.

É uma área igualmente importante e apaixonante, na qual tenho a grande honra de realizar e ensinar.

A profissão farmacêutica é única, possui um leque de atuações e se permitirem dar um conselho, eu diria: estude, capacite-se, escolha uma área que você gosta e, com certeza, você fará um bem enorme a você e à população.


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