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Redes de farmácias terão 61% do mercado em 4 anos

redes de farmacias dominarao mercado em 4 anos

A participação de mercado das grandes redes de farmácias na venda de medicamentos e outros produtos como itens de higiene e beleza vem crescendo enquanto varejistas independentes perdem espaço.

A conclusão é de estudo da IMS Distribution Studies divulgado pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma).

De acordo com a pesquisa, as farmácias geridas por grandes grupos devem deter 61% do volume total do mercado em quatro anos.

O varejo farmacêutico é conhecido por sua fragmentação, mas movimentos de fusão e aquisição permitiram o surgimento de gigantes como a Raia Drogasil, a Brasil Pharma e a DPSP, fruto da união das Drogarias Pacheco e São Paulo.

Segundo o IMS, em 2012 a participação das grandes nas vendas era de 50% ante 47% das farmácias pequenas, independentes.

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BR Pharma diminui prejuízo até março

(Texto atualizado em 31/07/2015 às 08:10 am)

Brasil Pharma diminui prejuizo até marçoEm reestruturação desde o ano passado, a Brasil Pharma registrou certa melhora em alguns indicadores no primeiro trimestre, apesar da queda nas vendas, segundo relatório de resultados publicado ontem. A empresa ainda informou que o conselho de administração analisa neste mês propostas para tentar equilibrar sua estrutura de capital.

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Brasil Pharma lança plano para reconquistar mercado

Brasil Pharma lança plano para reconquistar mercadoA teleconferência com analistas para discutir o balanço da Brasil Pharma no quarto trimestre feita ontem foi marcada por simbolismos. Logo no começo da apresentação, o agora ex­ecutivo-­chefe da companhia, José Ricardo Mendes da Silva, falou da conclusão da primeira fase da reestruturação da empresa, focada na criação de controles e na disciplina operacional.

Na sequência, ele passou o bastão ao sucessor, Paulo Gualtieri, ex­ecutivo do Pão de Açúcar que comandará a Brasil Pharma no que eles classificaram como uma nova fase, voltada à melhoria das vendas nas mais de 1,2 mil farmácias das cinco redes. A mudança no comando havia sido antecipada pelo Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor, semana passada.

Toda esse rito tem razão de ser. A companhia controlada pelo banco BTG precisa dar uma resposta a investidores e analistas, descontentes com o desempenho. Só nos primeiros três meses do ano, suas ações perderam mais de 70% de valor. A Raia Drogasil apresenta valorização de quase 10% no período. O Ibovespa, principal índice da bolsa, sobe mais de 1%.
A Brasil Pharma também anunciou a contratação da consultoria Enéas Pestana & Associados, do ex-presidente do Pão de Açúcar, para melhorar as vendas das farmácias.

Gualtieri é um dos 35 sócios de Pestana na empreitada e deixará o dia a dia da companhia para se dedicar à Brasil Pharma. No momento, 12 consultores estão atuando na rede. O trabalho de diagnóstico durará dois meses. A implementação das medidas sugeridas levará outros 18.

Outro ponto importante da nova fase da companhia são dois estudos que serão apresentados em um prazo de 30 dias. Um deles balizará o processo de integração da rede Big Ben, que atua no Nordeste, ao restante dos negócios do grupo. O outro formatará uma nova estrutura de capital para sustentar o crescimento do grupo.

Comprada há três anos, a Big Ben é responsável por metade da receita do grupo ­ que ficou praticamente estável no 4º trimestre, em R$ 901,8 milhões, contra R$ 893,7 milhões no mesmo período de 2013 ­ e opera numa estrutura administrativa independente, o que faz com que tenha grande peso nas despesas do grupo.

Na teleconferência, os executivos destacaram várias vezes que o enxugamento dessa estrutura e o melhor reconhecimento dos resultados da rede serão pontos fundamentais para a melhoria do desempenho em 2015.

Em 2014, a companhia ampliou em mais de 300% o prejuízo, chegando a R$ 613 milhões. Além de crescimento pouco expressivo na receita líquida ­ aproximadamente 9%, para R$ 3,8 bilhões ­ a companhia teve aumento de custos com demissões (foram 4,6 mil dispensas ao longo do ano), implementação do sistema de gestão SAP, entre outras medidas.

Em relatório a clientes publicado no fim do dia, a corretora Coinvalores avaliou as mudanças anunciadas pela Brasil Pharma como positivas, mas destacou que ainda é cedo para considerar uma recuperação consistente nos números. Em um ano complicado, a companhia terá que contar com a boa aceitação das mudanças nas lojas por parte dos consumidores para transformar os simbolismos em realidade.

Fonte: Tudo Farma


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Rede de farmácias do BTG pode receber mais um aporte do banco

rede-de-farmacias-do-btg-pode-receber-mais-um-aporte-do-bancoBrasil Pharma é o foco do amparo financeiro

A Brasil Pharma, braço de varejo farmacêutico controlado pelo BTG Pactual, poderá receber novo aporte de capital do banco, segundo fontes consultadas pelo ‘Broadcast’, serviço em tempo real da ‘Agência Estado’. Em um amplo processo de reestruturação desde 2013, a companhia anunciou, no mês passado, nova mudança no comando da companhia, a segunda troca em 12 meses.

Os recursos terão como finalidade melhorar o caixa da companhia diante do aumento da alavancagem e necessidade de investimentos na integração dos negócios. O valor da possível injeção de capital ainda não está definido. As ações da companhia subiram 21,74% ontem, negociadas a R$ 0,84, com a expectativa desse novo aporte.

No fim do mês passado, a agência de classificação de risco Fitch Ratings rebaixou o rating (nota) da Brasil Pharma para BBB- (bra), saindo de A- (bra). Ao mesmo tempo, a agência colocou sua nota em observação negativa. A classificadora considerou que tais ações de rating “refletem a contínua incapacidade de a Brasil Pharma restaurar sua geração de caixa operacional para patamares positivos e que sustentem a continuidade de suas atividades”.

A Fitch chegou a afirmar que “considera altamente provável o contínuo suporte do BTGl, que tem histórico de aportes na companhia no total aproximado de R$ 715 milhões desde 2010”. O BTG detém cerca de 37% do capital da Brasil Pharma, a Petros (fundo de funcionários da Petrobrás) outros 10%, sócios fundadores com 12%, e o restante das ações está em circulação no mercado.

Outras formas de estruturação de capital, como emissão de debêntures (títulos da dívida) e alongamento da dívida, não estão descartadas. A empresa, que já foi assediada por grupos estrangeiros e nacionais, busca melhorar a valorização de seus ativos para retomar negociações, de acordo com fontes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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