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Veja o debate sobre venda de MIPs em supermercados

(Texto atualizado em 21/07/2020 às 12:04 pm)

Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Ocorreu, nesta terça (27/11), em Brasília, a audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados que estava prevista para debater com autoridades e empresários o Projeto de Lei 9482/18, que autoriza a venda de medicamentos isentos de prescrição (MIPs) em supermercados do País. Os debatedores lembraram que não é a primeira vez que o Congresso discute o tema.

Estiveram presentes as seguintes entidades: Conselho Federal de Farmácia (CFF), Anvisa, Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD), Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (ABIMIP) e Conselho Federal de Medicina (CFM).

O primeiro a se posicionar foi o presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter da Silva Jorge João. Segundo ele, o interesse no aumento de pontos de venda é meramente econômico. “Aumentar o acesso não garante racionalidade para consumo de medicamentos, pois há necessidades de profissionais que orientem”, disse. O presidente do CFF mencionou ainda que o Brasil tem índices recordes de automedicação e que a rede de 82 mil farmácias no País já é suficiente para atender à população.

Cassyano Januário Correr, representante Abrafarma, apresentou dados que demonstraram os altos índices de automedicação no Brasil, concluindo que há uma cultura do brasileiro em se automedicar. Também apresentou uma pesquisa sobre anti-inflamatórios, que é uma das grandes causas de sangramento gástrico – uma em cada três pessoas –, bem como dados que mostram que os custos hospitalares são altíssimos em decorrência de mau uso de medicamentos.

O representante da Abrafarma reafirmou que não faltam farmácias no Brasil e que os farmacêuticos são notificadores muito importantes de eventos adversos, o que fortalece a farmacovigilância. E finalizou dizendo que manter o acesso dos MIPs restritos às farmácias e drogarias ajudará no controle sanitário.

A representante do IDEC, Ana Carolina Navarrete, entende que a venda não deve ocorrer em supermercados, porque o consumo de medicamentos oferece risco de intoxicação. Por ser um bem especial, acredita que o medicamento não pode ser comercializado como outros e invocou o Código de Defesa do Consumidor para dizer que esse PL não se coaduna com os princípios do Código.

A ABIMIP não deixou claro o posicionamento dela, mas a fala do presidente do Conselho Consultivo, Jorge Raimundo, dá a entender que a entidade é favorável. Raimundo disse que o indivíduo deve ter liberdade de escolher e incentiva o autocuidado com conhecimento, bem como o uso racional de produtos para saúde. Também reafirmou que existe a necessidade de melhorar o acesso, mas com autocuidado e consumo ponderado. Segundo ele, “60% dos países permitem MIPs fora das farmácias”.

Marcio Milan, da ABRAS, mencionou que, em 1995, por meio de uma liminar, o comércio foi autorizado a vender os medicamentos isentos de prescrição médica. “Durante o período em que os supermercados comercializaram os MIPs, houve uma drástica redução nos preços, com destaque para analgésicos e antitérmicos, cuja queda chegou a 35%.”

Alessandro Dessimoni, da ABAD, reforçou a posição da ABRAS e disse que “se a preocupação é tão grande com a intoxicação, as farmácias deveriam ser proibidas de vender pela internet – porque não têm nenhuma orientação de nenhum farmacêutico –, e que se proíba também vender pelo telefone e que se coloque o MIP atrás do balcão. Aí sim nós vamos ter a orientação efetiva de um farmacêutico na compra do MIP”, sugeriu.

Os deputados Odorico Monteiro (PSB-CE), Ivan Valente (Psol-SP), e Deputado Pompedi de Matos (PDT-RS) manifestaram-se contra o PL 9482/18.

O presidente da Comissão de Seguridade Social e Família, deputado Juscelino Filho (DEM-MA), também é o relator do projeto. Ele disse que pretende apresentar seu parecer na próxima semana. “Eu, como médico, mais do que nunca tenho que pensar nas pessoas, nos pacientes, naqueles que serão usuários desse sistema. Então, procuramos construir o melhor relatório possível nesse sentido, com segurança, com cautela, com muita responsabilidade”, disse o relator.

Durante a audiência pública, a representante da Anvisa, Andrea Takara, acrescentou que o projeto não considera que o manuseio e a conservação de medicamentos requerem cuidados especiais. O projeto está sendo analisado pelo corpo técnico da Agência e a diretoria deve se posicionar oficialmente sobre o tema nos próximos dias.

Fonte: Câmara dos Deputados e Arko Advice


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Mercado farmacêutico





Como os testes de farmácia beneficiam a população e a indústria de saúde

Como o negócio de testes de farmácia beneficia a população e a indústria de saúde

O que é uma realidade há mais de 20 anos em nações desenvolvidas como os Estados Unidos, começa a ganhar força no Brasil: a proliferação de testes de farmácia – aqueles disponibilizados nos balcões ou prateleiras das drogarias – começa a ocorrer para além da checagem preliminar de gravidez. A sala de oportunidades que se abre no território brasileiro teve como primeira mobília o teste para o vírus HIV, quando lá em 2015 a ANVISA publicou resolução sobre as regras para os registros de produtos com esta finalidade. Os chamados autotestes de HIV passaram a ser disponibilizados há pouco mais de 1 ano nas farmácias com preço que varia entre R$ 60 e R$ 70, em média.

A abertura para os autotestes de HIV configura um rol imenso de benefícios para o mercado brasileiro. Se de um lado a população ganha meios acessíveis para uma triagem inicial de determinada doença, do outro a indústria de saúde vê no horizonte um vasto campo de oportunidades – que vai além das vendas desse tipo de produto, impactando sobretudo o segmento de laboratórios de análises clínicas.

Se no mundo desenvolvido a gama de opções de testes de farmácia está estabelecida, no Brasil ainda encaramos como uma tendência – uma forte tendência. Os estudos que vêm sendo realizados combinam a diversificação das chamadas matrizes de coleta (os meios utilizados para coletar o material que apontará o diagnóstico preliminar) com as doenças ou reações adversas do organismo em si. Isso evidencia que o desenvolvimento dos autotestes, independentemente da situação vivida pelo paciente, abre um imenso leque: do direcionamento para testes específicos à ampliação de novas matrizes de coleta de amostras para flexibilização da testagem de exames mais complexos nos laboratórios de análises clínicas. Hoje, o cenário de pesquisa e desenvolvimento de autotestes abrange cerca de 60 soluções para tornar acessível aos brasileiros a triagem em torno de doenças autoimunes, hormonais, neurológicas e infecciosas.

Num país como o Brasil, em que fatores de infraestrutura e clima são bem peculiares, trabalhar em cima da disponibilidade de diferentes matrizes de coleta é fundamental. Um exemplo já disponível – ainda não em farmácias – é o teste de intolerância e hipersensibilidade alimentar, feito a partir da coleta de sangue capilar por punção digital. Esse tipo de matriz – bem como saliva (swab bucal) e coleta de sangue em papel filtro – mitiga significativamente subnotificações (comuns em casos que envolvem saúde pública) e/ou ausência de diagnóstico que têm como origem limitações logísticas. É o caso de diagnósticos negativos de dengue, principalmente em regiões afastadas dos grandes centros urbanos do país. Devido à estabilidade da amostra de sangue, limitada a 7 dias e à conservação em temperaturas entre 2 e 8ºC, essas subnotificações alteram de modo significativo as estatísticas relacionadas à doença. Para se ter uma melhor dimensão, há um estudo da FIOCRUZ Bahia que conclui: o número de casos de dengue seria 12 vezes maior que o tornado público devido exatamente às subnotificações. Esses e outros dados levaram os autores do estudo a concluírem que a vigilância tem subestimado, substancialmente, a carga da doença no Brasil.

Assim, o investimento em diferentes matrizes de coleta – e a posterior viabilização de autotestes e/ou autocoleta – são meios imprescindíveis de combater enfermidades ou distúrbios. Se comparada à coleta de sangue convencional, a utilização do papel filtro, por exemplo, mostra um promissor caminho: ele apresenta estabilidade de 30 dias e conservação em temperatura ambiente.

Não se pode negar, portanto, que este movimento de inovação e tecnologia em novos diagnósticos, a partir do ponto de vista da acessibilidade da população em identificar determinada doença com um autoteste e/ou pela autocoleta, traz boas perspectivas para a saúde populacional. Alzheimer e outras doenças neurológicas, que até o momento não são curáveis, já estão sendo estudados pelo prisma do diagnóstico preliminar via testes laboratoriais menos complexos, como pela coleta de saliva, por exemplo. A detecção e tratamento iniciado precocemente – ainda que não haja a cura – pode reduzir os sintomas e entregar melhor qualidade de vida ao paciente.

Já pelo lado da indústria farmacêutica e saúde, essa tendência dos testes de farmácia configuram uma oportunidade enorme para a produção industrial – por universidades e laboratórios – em grande escala, com custos reduzidos e garantia de qualidade. Num futuro próximo, o mercado da saúde vai migrar para uma atuação mais personalizada, mais autossuficiente, com a entrega de soluções que colaborem para uma maior autonomia, acesso e poder de decisão pela população.

Se considerado o valor de exames nos laboratórios de medicina diagnóstica, a margem de lucro com autotestes pode não ser alta, porém ganha-se no volume, uma vez que a maior acessibilidade e autonomia da população certamente irá desencadear grande demanda. Além disso, um eventual resultado positivo força o exame mais detalhado e confirmatório, estabelecendo-se correlação com o que há anos se pratica em casos de gravidez quando previamente apontada num teste de farmácia.

De um lado, fácil acesso, baixo custo, e maior independência para diagnosticar problemas de saúde e tratá-los com razoável chance de boa manutenção de qualidade de vida. Do outro, a diversificação de receitas e o crosseling natural para o diagnóstico preciso com exames complementares e medicamentos ou atividades associadas ao tratamento. Como se pode constatar, o futuro desenhado em torno dos autotestes é uma relação ganha-ganha para todos os envolvidos, público-final, laboratórios e indústria. E o melhor: com duração ininterrupta, muito mais que os 9 meses de uma gestação.


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Mercado farmacêutico





Como as interrupções podem impactar na qualidade do cuidado?

Como as interrupções podem impactar na qualidade do cuidado?

As interrupções são bastante comuns no ambiente de saúde e elas podem ter efeitos tanto negativos quanto positivos. Por isso é necessário analisá-las com cuidado.

As interrupções no fluxo de trabalho são definidas como “a invasão de uma tarefa ou comunicação inesperada, que causa a descontinuação da atividade atual e uma mudança de atenção dos envolvidos”. Há vários tipos de fontes de interrupções:

  • Pelos pacientes;
  • Pelos colegas de trabalho do mesmo setor;
  • Pelos colegas de trabalho de outro setor;
  • Pelo telefone;
  • Pelos familiares;
  • Por falta de equipamentos ou suprimentos;
  • Por impedimentos ou problemas.

Entenda: 10 Benefícios dos procedimentos operacionais e protocolos na gestão da qualidade

Assim, é importante atentar-se aos malefícios geralmente percebidos em relação às interrupções (quando estas prejudicam a fluidez necessária para a prestação da assistência segura):

  • Aumento no tempo de espera dos pacientes;
  • Aumento do tempo da assistência;
  • Diminuição da satisfação do paciente;
  • Perda do foco mental e atenção dos colaboradores;
  • Aumento da fadiga, estresse e frustração dos colaboradores;
  • Aumento na quantidade de falhas e erros.

Num estudo publicado nos últimos dias por Anna Shneider e colaboradores (no British Medical Journals), foram avaliadas as interrupções num setor de Emergência de um hospital acadêmico. Freqüências e fontes de interrupção e conteúdo foram identificados em observações sistemáticas de médicos e enfermeiros. Concomitantemente, os pacientes avaliaram a qualidade geral dos cuidados, a organização do setor, as informações e os tempos de espera, usando uma pesquisa padronizada.

Foram realizadas 160 sessões de observação de especialistas. 1418 pacientes foram pesquisados. Surpreendentemente, as interrupções freqüentes iniciadas pelos pacientes foram associadas com maior qualidade geral do atendimento e melhor organização do departamento.

No entanto, as interrupções que continham informações sobre casos anteriores foram associadas a classificações inferiores em relação à organização. Especificamente para enfermeiros, as interrupções gerais foram associadas a relatos de tempo de espera superiores.

Os autores concluíram que o desenho de sistemas de saúde resilientes requer uma consideração profunda dos efeitos benéficos e prejudiciais das interrupções nos fluxos de trabalho dos provedores e da segurança do paciente

Dessa forma, ao projetar o processo assistencial de uma organização de saúde, é necessário que se leve em consideração os efeitos positivos e negativos da interrupção. Sempre, priorizando a segurança e qualidade do serviço.

Organizações que buscam a excelência e a segurança de seus processos possuem sistemas de gestão da qualidade efetivamente implementados. Saiba mais sobre o Curso do IBES que vai prover a expertise para a implementação de Escritórios da Qualidade em organizações de saúde e garanta a sua vaga!

 

Fonte: Anna Schneider; Markus Wehler; Matthias Weigl. Provider interruptions and patient perceptions of care: an observational study in the emergency department. British Medical Journals. 2018.

Matthias Weigl; Joana Beck; Markus Wehler; etc. Workflow interruptions and stress atwork: a mixed-methods study among physicians and nurses of a multidisciplinary emergency department. British Medical Journals. 2017.


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Mercado farmacêutico





Saturação farmacêutica: como sair da zona de conforto?

Saturação farmacêutica: como sair da zona de conforto? - ASCOFERJ

(Texto atualizado em 21/01/2020 às 12:00 pm)

Em 1975, haviam inscritos no CRF-RJ, aproximadamente, quatro mil farmacêuticos; em 27 anos, esse quantitativo se multiplicou. Em 2002, tínhamos uma média de 8,6 mil. Hoje temos uma estimativa de 26 mil farmacêuticos inscritos, ou seja, em 16 anos, tivemos um aumento de 17,4 mil novos profissionais atuando na área de farmácia.

Apesar da ampliação de atuação dos farmacêuticos, das 131 áreas hoje permitidas, 70% dos recém-formados são recebidos pelo varejo. Antigamente, bastava o farmacêutico ter registro no Conselho para ter um emprego garantido. Infelizmente, essa situação trouxe uma estagnação do profissional, pois, sem experiência e/ou qualificação, após a sua formação já tinha garantido três salários mínimos por mês.

Até quando teremos essa “garantia” diante do aumento de faculdades, formando centenas de novos farmacêuticos por semestre?

Além dos novos profissionais no mercado, não podemos deixar de falar dos avanços da tecnologia, farmácias altamente equipadas, substituindo pessoas por robôs.

Os profissionais que atuam no varejo estão expostos a várias barreiras que impedem o crescimento profissional deles, mas não podemos esquecer de destacar que a maior ameaça é a estagnação, uma vez que percebemos muitos farmacêuticos imobilizados diante das suas frustrações, sem reagir ou refletir sobre quais fatores estão os impedindo de se realizarem profissionalmente.

Diante desses fatores, para mudarmos o cenário atual, é necessário sair da zona de conforto e começar a refletir sobre o valor do farmacêutico para a farmácia, sobre a importância desse profissional para a população e sobre o que o motiva a ir todos os dias para o trabalho.

Você, farmacêutico, deve se perguntar qual é o seu diferencial e quais outros talentos você tem além do conhecimento com responsável técnico. De que forma você pode contribuir para o crescimento da empresa e aumentar a sua remuneração? Estamos finalizando mais um ano e o que mudou na sua vida profissional? Quais dos objetivos desejados no início do ano foram alcançados?

Se, ao analisar as perguntas acima, você perceber que ainda não alcançou os objetivos nem realizou os seus desejos, reavalie o seu modo de pensar. Seja responsável técnico e amplie sua atuação para obter resultados melhores, garantindo a valorização profissional do farmacêutico.

Que, em 2019, possamos mudar nossas atitudes e usar nosso conhecimento e talento a nosso favor.

Fonte: ASCOFERJ 


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Legislação e regulamentações





O Hospital São Paulo foi certificado como Acreditado Pleno!

(Texto atualizado em 16/08/2019 às 12:27 pm)

Em 2000, o hospital deu inicio a uma fase de grandes mudanças, quando um grupo de quatro médicos assumiu a direção. Formado por Dr. Omar Féres, Dr. José Joaquim Ribeiro da Rocha, Dr. Paulo Antoniazzi e Dr. Valcyr Sant´anna. Com o empenho desses diretores, grandes investimentos em tecnologia foram feitos, juntamente com mudanças em sua estrutura e atendimento que transformaram o Hospital São Paulo em referência na saúde para Ribeirão Preto e região.

Hoje o Hospital São Paulo é auto-suficiente, completo e oferece uma enorme gama de serviços. Com uma administração voltada para a modernização, busca excelência em atendimento ao paciente, investindo em novas tecnologias, equipe médica qualificada e com vasta experiência, garantindo a qualidade e alto padrão de seus serviços.

Descubra os pontos de destaque da instituição:

  • Envolvimento da alta direção no processo de acreditação e gestão da qualidade.
  • Comprometimento da equipe com os processos de qualidade e segurança do paciente.
  • Implantação de barreiras no sistema informatizado durante as prescrições e evoluções da equipe multidisciplinar.
  • Monitoramento e cumprimento das ações definidas no planejamento estratégico.
  • Capacidade de estabelecer parcerias com outras instituições.
  • Instalações e processos do serviço de oxigenioterapia hiperbárica.
  • Infraestrutura e ambiência para realização do parto humanizado.

Fonte: Hspaulo


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Marketing Farmacêutico





Você sabe como descartar os resíduos de medicamentos?

Você sabe como descartar os resíduos de medicamentos?

O programa Falando Francamente desta quarta-feira (24) conversou com José Luiz Maldonado, farmacêutico e coordenador técnico do Conselho Federal de Farmácia, sobre resíduos de medicamentos. Segundo ele, todo medicamento fora do prazo de validade, ou que sofreu alteração ao ser armazenado em local não indicado, se transforma em resíduo. “Todo mundo tem uma farmacinha em casa e vai acumulando medicamentos. E essa farmacinha vai se avolumando cada vez mais”, alertou.

O Brasil está entre os países onde mais se acumulam resíduos de medicamentos dentro das residências. De acordo com Maldonado, essa posição se deve, principalmente, a dois fatores. “Primeiro porque a cultura nossa, aqui no Brasil, é de consumir medicamentos, o que chamamos de automedicação. O outro motivo é que o paciente vai à farmácia e compra o medicamento na caixa. No Brasil, as caixinhas não seguem uma racionalidade de plano terapêutico. Então, sempre sobra”.

O especialista explica, ainda, como deve ser feito o descarte dos resíduos e os perigos do descarte inadequado. Ouça a entrevista completa:

O Falando Francamente vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 17h, na Rádio Nacional da Amazônia.

Fonte: Falando Francamente


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Legislação e regulamentações





Atuação do farmacêutico na prevenção da hipercolesterolemia

Atuação do farmacêutico na prevenção da hipercolesterolemia - ASCOFERJ

(Texto atualizado em 09/01/2019 às 03:19 pm)

Considerado um tipo de lipídio (gordura) produzido em nosso organismo, precursor dos hormônios esteroides, dos ácidos biliares e da vitamina D, o colesterol é parte integrante das membranas celulares, atuando na ativação de enzimas nelas existentes.

O acúmulo de lipoproteínas ricas em colesterol, como a LDL no compartimento plasmático, resulta em hipercolesterolemia. Podemos dividi-lo em HDL, ou lipoproteína de alta densidade, responsável por carregar o colesterol das suas artérias para o fígado; e o LDL, ou lipoproteína de baixa densidade, que carrega o colesterol do fígado para os tecidos do corpo. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, Carreiras e oportunidades





Troca de responsável no cadastro da ANVISA

(Texto atualizado em 14/05/2018 às 09:29 am)

Veja como alterar RT na ANVISACom frequência o procedimento de alterar os dados do Responsável Técnico de uma empresa junto à ANVISA é necessário, pois o mercado de trabalho é dinâmico e os profissionais entram e saem das empresas inúmeras vezes, exigindo a atualização da autorização AFE da empresa.

Para tal, deverá ser realizado o acesso ao cadastro da empresa no sistema da ANVISA, com o usuário e senha. Após entrar no ambiente da empresa, procurar no menu as opções relacionadas à atualizar dados do RT, como nome, e-mail, endereço, etc. Na tela, digitar os novos dados do responsável técnico ou legal, seja ele um novo farmacêutico, químico, etc. e então prosseguir confirmando as alterações. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





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