Arquivo do blog

Farmácia dos EUA aplica soro em vez de vacina contra Covid-19 por engano

Uma farmácia dos Estados Unidos aplicou doses de soro fisiológico no lugar de vacinas contra a Covid-19 por engano. O equívoco ocorreu em uma unidade da rede de drogarias Walgreens no município de Monroe, na Carolina do Norte.

A Walgreens não deu detalhes de quantas doses de soro foram aplicadas por engano, mas afirmou que um ‘número limitado’ de pessoas está envolvido no erro.

A rede de farmácias também disse que fez contato com as pessoas para que voltassem ao local e recebessem a vacina contra a Covid-19 o mais rápido possível. A causa do erro ainda está sendo apurada pela empresa.

Nos Estados Unidos, farmácias e até supermercados fazem parte dos pontos de vacinação contra a doença causada pelo novo Coronavírus. A rede Walgreens, que tem mais de 9 mil unidades no país, vem aplicando doses da vacina da Pfizer/BioNTech e também da Moderna.

Fonte: Portal Giro


Palavras-chave , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Vacinas





Interfarma defende segurança das vacinas contra Covid-19

A suspensão temporária de vacinas contra a covid-19, em março, na Europa trouxe algumas questões e receios sobre sua segurança. Toda vacina licenciada para uso passa por um rigoroso processo de produção e avaliação, desde estudos e pesquisas, com a realização de inúmeros testes até ser validada e disponibilizada para a população. A segurança de uma vacina é prioridade máxima e isso não é diferente para as vacinas contra a covid-19. Além disso, no Brasil, todos os imunizantes são avaliados e aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), órgão vinculado ao Ministério da Saúde. E mesmo depois de licenciadas, o acompanhamento de eventos adversos é constante, permitindo a continuidade de monitoramento da segurança do produto.

Veja também: Por que a Indústria Farmacêutica está Pagando Tanto pelo CRM?

‘É importante que as pessoas entendam que um dos maiores avanços contra as doenças são as vacinas e que, mesmo sendo questionadas, a imunização em massa é a principal ação sanitária que pode combater um surto ou uma pandemia’, explica Elizabeth de Carvalhaes, presidente da Interfarma. ‘O cenário de uma pandemia exige uma ação rápida e graças a colaboração entre laboratórios, startups e institutos de pesquisas, foi possível desenvolver uma resposta eficaz em um curto período. Foi um compromisso assumido por todos, com um único propósito, o de criar uma vacina para salvar vidas’ continua.

Siga nosso Instagram

As vacinas desenvolvidas contra a covid-19 seguiram todas as fases necessárias. Nenhuma delas foi aprovada e disponibilizada no país até que sua segurança tenha sido comprovada pelas agências reguladoras. Da mesma forma, a Organização Mundial da Saúde (OMS) não inclui nenhum imunizante em sua lista para uso emergencial até que tenha analisado todos os dados dos ensaios clínicos. Sendo assim, apenas os que mostram eficácia e segurança são aprovados para uso na população.

A imunização contra a covid-19 não é a única preocupação na saúde pública do Brasil. O receio da população diante da segurança das vacinas traz à tona uma importante discussão: a queda da cobertura vacinal. Desde 2015, o Brasil não atinge as metas estipuladas pelo Ministério da Saúde nas vacinas do Calendário Nacional de Vacinação.

‘A queda no índice de vacinação deveria ser também uma preocupação de todos, pois há possibilidade de doenças, que até então estavam erradicadas ou controladas, aparecerem novamente. Um dos maiores avanços contra as doenças são as vacinas’, afirma Elizabeth.

Para ajudar a levar conhecimento sobre a importância e segurança das vacinas em geral, a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa, Interfarma, com apoio da SBMF (Sociedade Brasileira de Medicina Farmacêutica), começou o movimento ‘Esquadrão da Vacina’, uma campanha de conscientização de abrangência nacional, com foco nas comunidades do Brasil.

O ‘Esquadrão da Vacina’ terá quatro meses de duração, com ações de conscientização focadas em 12 comunidades do país, com veiculação de outdoor e panfletagem, spots em rádios comunitárias, carros de som e displays em 120 pontos comerciais das comunidades. Além disso, durante todo este período a associação disponibilizará um serviço de esclarecimento de dúvidas via WhatsApp.

‘A vacinação é crucial para termos um país mais saudável, livre de surtos e epidemias. Este é o fator principal que nos faz realizar a campanha Esquadrão da Vacina’, conclui a presidente da Interfarma.

Fonte: JustMi


Palavras-chave , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Vacinas





Governo lança nova campanha de vacinação contra sarampo

(Texto atualizado em 30/03/2021 às 04:05 pm)

O Ministério da Saúde lançou, nesta segunda-feira (10), uma nova campanha para imunizar crianças e jovens entre cinco e 19 anos contra o sarampo.

Só nesta primeira fase, o Ministério da Saúde vai enviar aos estados quase quatro milhões de doses da vacina. A meta é imunizar três milhões de crianças e jovens que não tomaram as duas doses necessárias para se proteger.

“O que eu vejo é as pessoas não conhecerem, ou acharem que essas doenças não existem, que são coisas do passado e o vírus está aí circulando. A gente tem que alertar que essa negligência, esse esquecimento, essa falta de cumprir uma caderneta de vacinação, o preço pode ser a vida dessa criança”, alertou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

O ministro também reforçou a importância da vacinação contra o sarampo por causa do risco do novo coronavírus.

“A gente sabe que esse vírus, ele pega normalmente pessoas que estão com a imunidade baixa, a pessoa que não está numa situação de imunidade ideal. E a vacina aumenta a imunidade, provoca o sistema imunológico e é um ganho extra a gente saber que a pessoa foi vacinada contra o sarampo, que você já elimina no período inicial aquele quadro clínico que pode eventualmente misturar, confundir com uma virose”, disse.

O ministério também decidiu manter a vacinação de bebês entre seis e 11 meses, a chamada dose zero. Essa dose de emergência foi colocada em 2019 no calendário de vacinação para proteger os bebês mais cedo, antes das duas doses normais, com um ano e um ano e três meses de idade.

O Pietro tem só nove meses e logo vai conviver com várias pessoas de fora da família.

“Ele tem que tomar as vacinas porque ele vai para a creche e tem que estar tudo em dia”, disse a mãe Carine Santos Souza.

Os casos de sarampo no Brasil diminuíram nos últimos meses, mas o vírus continua circulando e ele circula com facilidade. O sarampo é altamente contagioso. Por isso, em 2020, continua a estratégia: além de vacinar os bebês, fazer campanha para quem não tomou a vacina quando deveria.

Em 2019, o brasil teve 18 mil casos confirmados de sarampo. Mais de 16 mil deles no estado de São Paulo, principalmente na capital. Das 15 pessoas que morreram de complicações decorrentes do sarampo no país, 14 viviam em São Paulo.

Por isso, o estado quer vacinar muito mais gente do que o definido pela campanha nacional.

“Aquela criança de seis meses de idade até aquele adulto de 60 anos de idade precisam ir a uma unidade pública, consultar um profissional de saúde e verificar se o seu esquema vacinal, o seu histórico vacinal está adequado”, disse a diretora do Programa Estadual de Imunização de São Paulo, Núbia Araújo.

Fonte: Jornal Nacional


Palavras-chave , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Secretaria de Saúde do DF alerta para golpe envolvendo vacina contra a Covid-19

(Texto atualizado em 22/02/2021 às 07:43 pm)

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal fez um alerta sobre um golpe envolvendo a vacina contra a Covid-19. Segundo a pasta, criminosos estão aproveitando o momento de distribuição dos imunizantes pelo país para enganar pessoas. As informações são do G1.

O golpe funciona da seguinte forma: suspeitos se passam por servidores de saúde e ligam para vítimas oferecendo um falso agendamento de vacinação contra a Covid-19. Em seguida, mandam um código para o celular da pessoa e pedem que ela informe os números enviados, ou clique em algum link para confirmar.

Segundo a SES-DF, os golpistas usam essas informações para clonar aplicativos de mensagem e conseguir acesso ao celular. Em uma postagem nas redes sociais, a pasta ressaltou que não telefona para agendar a vacinação, nem pede confirmação por mensagem (veja abaixo). O Ministério da Saúde também fez um alerta sobre o golpe.

O delegado Wisllei Salomão, da Coordenação de Repressão a Fraudes (Corf), afirma que, caso a vítima informe o código enviado pelo golpista, o criminoso pode ter acesso às informações do celular e até conversar com amigos e familiares para pedir dinheiro, em nome do dono do aparelho.

O delegado afirma que golpistas usam da lábia e se aproveitam da falta de atenção das pessoas. Ele orienta os usuários a desconfiarem sempre de qualquer serviço, facilidade ou solicitação diferente.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


Palavras-chave , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Programa “De Bem com Você – a Beleza contra o câncer” busca maquiadores voluntários em Jales e região para suas oficinas de maquiagem no Hospital de Amor

Programa “De Bem com Você – a Beleza contra o câncer” busca maquiadores voluntários em Jales e região para suas oficinas de maquiagem no Hospital de Amor

(Texto atualizado em 22/02/2021 às 07:44 pm)

O programa “De Bem com Você – a Beleza contra o câncer”, coordenado pelo Instituto ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) está com inscrições abertas para maquiadores profissionais voluntários atuarem em suas oficinas de automaquiagem gratuitas. O evento acontecerá uma vez por mês no Hospital de Amor Jales, localizado na cidade de Jales (SP). Se você é maquiador(a) profissional e gostaria de se engajar em uma bela causa, faça sua inscrição através do e-mail abaixo e, em breve uma pessoa do hospital entrará em contato para mais informações.

O objetivo do programa “De Bem com Você – A Beleza Contra o Câncer” é proporcionar uma melhora na aparência comprometida pelo tratamento e, como consequência, elevar a autoestima promovendo qualidade de vida durante e pós-tratamento. Todas as oficinas são ministradas por maquiadores profissionais voluntários. Para mais informações sobre o programa, entre no site www.debemcomvoce.org.br.

Os candidatos podem fazer a inscrição no programa até o dia 15/03, pelo e-mail: [email protected]

Fonte: A Voz das Cidades


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Drogaria Venancio oferece vacinação contra a gripe

Drogaria Venancio oferece vacinação contra a gripe

Ação é em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro

A Drogaria Venancio vai oferecer gratuitamente a vacina contra a gripe em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, entre os dias 27 e 30 de abril. A campanha, que acontecerá das 10h às 16h, é voltada exclusivamente para portadores de doenças crônicas e não transmissíveis* e que tenham entre 15 e 59 anos.

É imprescindível que as pessoas apresentem documento com foto, além do pedido médico, exame laboratorial ou a receita da medicação (prescrição de medicamentos de uso contínuo) com data e emissão de no máximo um ano, de forma que comprove que o paciente faz parte do grupo que se enquadra na campanha.

A vacinação será realizada em 13 filiais da rede nas salas de atendimento farmacêutico com toda infraestrutura e segurança necessárias para a realização da aplicação da vacina e a tudo que tange os cuidados com o cenário atual do Coronavírus. Para acesso à loja é obrigatório que o paciente esteja utilizando máscara, seguindo o decreto municipal vigente.

Vale ressaltar que um número limitado de doses é liberado diariamente pela Secretaria Municipal da Saúde. Será considerada a ordem de chegada para o atendimento.

Lojas da rede Venancio participantes da vacinação contra a gripe

Zona Norte

  • Ilha do Governador: Estrada da Cacuia, 203 A
  • Madureira: Estrada do Portela, 17 LJ
  • Méier: Rua Dias da Cruz, 110
  • Tijuca: Av. Maracanã, 834
  • Vila Isabel: Av. Professor Manuel de Abreu, 693

Zona Oeste

  • Barra da Tijuca: Av. das Américas, 500 / Bloco 8, lojas 119 a 122
  • Barra da Tijuca: Av. Ayrton Senna, 2541 / Bloco A
  • Taquara: Rua Apiacás, 372

Zona Sul

  • Botafogo: Rua Voluntários da Pátria, 128
  • Copacabana: Av. Nossa Senhora de Copacabana, 791
  • Flamengo: Rua Marquês de Abrantes, 88
  • Ipanema: Rua Visconde de Pirajá, 414
  • Jardim Botânico: Rua Jardim Botânico, 726, lojas A e B

Importante ficar atento às situações em que a vacina não deve ser aplicada. É o caso daqueles que apresentem febre aguda, pessoas com antecedentes de alergia grave a componentes do ovo ou que tenham tido algum tipo de reação a outras vacinas. Nestes casos, recomenda-se adiar a vacinação até modificação do quadro, para não se atribuir à vacina as manifestações da doença. Dor e vermelhidão no local são sintomas comuns após a aplicação. Algumas pessoas, às vezes, também apresentam febre e dores de cabeça, o indicado é utilizar compressas frias no local.

Vale lembrar que a vacina contra a gripe não evita o Coronavírus, mas protege os grupos de risco contra a influenza.

*Doença respiratória crônica, doença cardíaca crônica, doença renal crônica, doença hepática crônica, doença neurológica crônica, diabetes, imunossupressão, obesidade e pessoas que portem trissomia ou sejam transplantadas.

Campanha da gripe: como tomar a vacina em tempos de coronavírus 

Foto: Shutterstock

Fonte: Venancio


Palavras-chave , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Compare as 4 vacinas contra a Covid-19 que já apresentaram eficácia

Guia da Farmácia

Os dados foram divulgados pelas próprias desenvolvedoras:

A AstraZeneca/Oxford foi, então, a 1ª a publicar resultados preliminares de fase 3 em revista científica. As informações sobre as outras três desenvolvedoras também são preliminares.

No entanto, fora a de Oxford, nenhuma outra vacina teve análise do seu atual estágio de testes publicado em revista científica.

O Brasil ainda não fez acordo para adquirir esse imunizante — e, em princípio, ele estaria fora dos planos do Ministério da Saúde.

Isso porque o plano preliminar de imunização divulgado pela pasta no dia 1º de dezembro não prevê, por exemplo, o uso de vacinas que exijam baixíssimas temperaturas de armazenamento — esse o caso da vacina da Pfizer.

Em nota divulgada no dia 2 de dezembro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disse ter sido informada pela Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos para a Saúde do Reino Unido sobre o que chamou de “autorização temporária” para a vacina da Pfizer/BioNTech.

“Trata-se de autorização emergencial, nos termos de legislação do Reino Unido, para um lote específico, devendo futuros lotes ser objeto de autorização específica posterior. Não se trata de registro definitivo, nem de autorização para comercialização da vacina no mercado britânico”, afirma o comunicado.

O plano nacional de imunização do Brasil só deverá ficar pronto quando houver vacina registrada na Anvisa. No momento, não há nenhum registro no Brasil.

Veja, abaixo, um comparativo da taxa de eficáciasegurançalogística e produção e previsão de distribuição no Brasil:

Vacinas contra a Covid-19 e suas eficácias

  • Pfizer + BioNTech: 95% de eficácia e mais de 94% eficaz em idosos acima de 65 anos, segundo dados preliminares da fase 3.
  • Moderna: 94,5% de eficácia, segundo dados preliminares da fase 3.
  • AstraZeneca + Universidade de Oxford: 70% de eficácia, com uma variação de 62% a 90% de acordo com a dose aplicada.
  • Sputnik V: 92% de eficácia, segundo o governo da Rússia.
  • Pfizer + BioNTech: as empresas disseram que, até agora, não encontraram nenhuma preocupação séria de segurança. O que houve foram reações adversas leves – e menos frequentes em idosos que em outras faixas etárias. Elas destacaram que foram alcançados todos os dados de segurança exigidos pela agência americana de saúde, a Food and Drug Administration (FDA), para a Autorização de Uso de Emergencial. No último dia 1º, a farmacêutica pediu o uso emergencial da vacina na Europa e, no dia 2, obteve, então, aprovação no Reino Unido.
  • Moderna: a empresa afirmou que um estudo de eventos adversos indicou que a vacina foi bem tolerada, sem problemas significativos de segurança. Os efeitos foram leves ou moderados. Com base nessa análise provisória, nesta terça-feira (1º), a Moderna pediu o uso emergencial da vacina na Europa.
  • AstraZeneca + Universidade de Oxford: a farmacêutica apresentou um estudo da fase 2 no dia 19 de novembro na revista “The Lancet”, informando que a sua vacina se mostrou segura e consegue uma resposta dos anticorpos. Houve reações adversas leves – e menos frequentes em idosos que em outras faixas etárias.
  • Sputnik V: o governo russo informou que não houve eventos adversos inesperados durante os ensaios da vacina. No entanto, a comunidade científica aguarda a publicação dos resultados em revistas da área para ter mais segurança com relação ao imunizante.
      • Pfizer + BioNTech: as empresas têm o imunizante que envolverá maiores problemas de logística, uma vez que precisa ser transportado em uma temperatura de -70°C. Isso pode, no entanto, se tornar um grande empecilho, principalmente em regiões remotas ou muito quentes. A farmacêutica americana informou que pretende, no entanto, resolver o problema com uma embalagem especial com temperatura controlada, que utiliza gelo seco para manter a condição de armazenamento por até 15 dias.
  • Moderna: sua vacina também oferece desafio de logística por causa da temperatura de armazenamento, que precisa ficar em torno de -20º C durante todo o transporte. Ponto positivo: é possível mantê-la em geladeira por até um mês.
  • AstraZeneca + Oxford: apesar de ter a menor porcentagem de eficácia (média de 70%), a vacina é a mais barata e, entao, mais fácil de armazenar e ser transportada para todas as regiões do mundo. Isso porque ela não precisa estar em temperaturas muito baixas e pode ser armazenada em geladeiras comuns.
  • Sputnik: o governo russo ainda não apresentou informações sobre condições de armazenamento e transporte da vacina. No dia 9 de novembro, o Instituto Gamaleya afirmou que espera publicar esse e outros dados sobre a vacina em um “futuro próximo”.
  • A CoronaVac também promete evitar desafios de transporte. Segundo um estudo publicado em 17 de novembro na revista “The Lancet”, ela pode ser armazenada em refrigeração padrão (assim como a vacina da gripe) e por até três anos, o que representaria, dessa maneira, algumas vantagens de distribuição. Os estudos de fase 3 serão cruciais para comprovar todas essas informações preliminares.

    No dia 1º, o Ministério da Saúde afirmou, no entanto, que a vacina que será administrada no Brasil precisa ser termoestável, ou seja, que não precise de baixíssimas temperaturas de armazenamento, como ocorre com candidatas da Pfizer e da Moderna, por exemplo.

    A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) já havia, então, alertado que países nas Américas não estão prontos para receber vacinas contra a Covid-19 baseadas em RNA (material genético), que precisam ser armazenadas em temperaturas muito baixas.

    Demais vacinas em testes em humanos

    • Sinopharm: laboratório chinês, ele tem dois projetos de vacinas com institutos de pesquisas do país. A Sinopharm e os outros laboratórios preveem uma capacidade de produção de até 610 milhões de doses por ano das várias vacinas chinesas contra a Covid-19.
    • Bharat Biotech: a empresa indiana começou a recrutar em novembro cerca de 26 mil pessoas para a sua “COVAXIN”, desenvolvida com o apoio do governo, e aposta em uma vacina disponível no primeiro semestre de 2021.
    • Johnson & Johnson:  iniciou dois testes clínicos de sua candidata, composta por um adenovírus modificado, uma de apenas uma dose e a outra com duas doses. Os resultados são aguardados para o primeiro trimestre de 2021.
    • CanSino Biological: a empresa chinesa desenvolveu a “Ad5-nCoV” em conjunto com o exército, uma vacina baseada em adenovírus. Os testes de fase 3 acontecem  no México, Rússia e Paquistão.
    • Novavax: trabalha em uma vacina chamada “subunitária” recombinante. A empresa de biotecnologia americana iniciou em setembro o teste clínico de fase 3 no Reino Unido e no fim de novembro deve começar um teste nos Estados Unidos, segundo a France Press. Dados preliminares são aguardados para o primeiro trimestre de 2021.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há no total 222 vacinas contra a Covid-19 sendo desenvolvidas.

    Fonte: G1

    Foto: Shutterstock

Fonte: Guia da Farmácia


Palavras-chave , , , , , ,
ANVISA, Covid-19





Vacina de Oxford contra Covid-19 tem eficácia de até 90%

Guia da Farmácia

Segundo os pesquisadores, diferente de outros imunizantes, este pode ser armazenado na geladeira, o que é um fator importante para a logística de distribuição e armazenamento

O laboratório AstraZeneca e a Universidade de Oxford anunciaram nesta segunda-feira, 23, que a vacina contra a Covid-19 que estão desenvolvendo alcançou eficácia de 90%.

Segundo os pesquisadores, diferente de outros imunizantes, este pode ser armazenado na geladeira, o que é um fator importante para a logística de distribuição e armazenamento especialmente em países como o Brasil.

Nos testes, a vacina de Oxford foi administrada de duas formas diferentes:

Na primeira delas, os voluntários receberam, dessa forma, metade de uma dose e, um mês depois, uma dose completa. Nesse grupo de voluntários, a eficácia foi de 90%.

Já no segundo grupo, que recebeu duas doses completas da vacina, a eficácia foi reduzida a 62%. 

Esses dois resultados permitiram, dessa maneira, obter eficácia média de 70%.

Essas conclusões foram possíveis a partir dos testes de fase 3 – a última etapa dos estudos – realizados na Inglaterra e no Brasil. 

As fases 1 e 2 dos estudos já haviam apontado que a vacina é segura e induz a produção de anticorpos e a resposta imune das células T em todas as faixas etárias, incluindo idosos.

Eficácia da vacina de Oxford

Nenhum evento grave relacionado à segurança da vacina foi confirmado e o imunizante não apresentou efeitos colaterais graves em nenhuma das duas formas de aplicação.

A eficácia e segurança desta vacina confirmam, então, que será muito competente contra a Covid-19 e que terá um impacto imediato nesta emergência de saúde pública”, disse o CEO da AstraZeneca, Pascal Soriot.

Os resultados sugerem que as duas aplicações – com metade da dose ou as duas doses completas – podem prevenir a transmissão do vírus, evidenciada, portanto, pelo número pequeno de infecções assintomáticas entre os vacinados.

Segundo comunicado de Oxford, vacinas baseadas na mesma tecnologia já são usadas há décadas e são estáveis, fáceis de produzir, transportar e estocar.

Os imunizantes podem, todavia, ser conservados em temperaturas de geladeiras domésticas, de 2ºC a 8ºC, o que facilita a distribuição, pois pode ser facilmente armazenada.

A análise interina foi possível a partir do registro de 131 casos de Covid-19 entre os participantes.

Um grupo de voluntários recebeu a vacina contra a Covid-19 e outro recebeu uma vacina já aprovada contra meningite.

Embora a eficácia da vacina de Oxford seja um pouco menor que a das concorrentes norteamericanas, os dados apresentados aumentam, dessa maneira, a expectativa sobre as chances de desenvolver várias vacinas eficazes, utilizando, portanto, diferentes abordagens.

Especialistas em saúde pública dizem, portanto, que o mundo vai precisar de muitas vacinas para atender a demanda global.

Testes

Dos 24 mil voluntários dos estudos clínicos, cerca de 10 mil são brasileiros.

Os testes estão sendo realizados no Brasil desde junho, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Natal, Porto Alegre e Santa Maria.

Em outubro, um dos voluntários brasileiros morreu em decorrência da Covid-19. Os especialistas concluÍram, então, que não havia risco para os voluntários e, por isso, os testes não foram interrompidos.

Em setembro, os testes chegaram, então, a ser suspensos em todo o mundo, após ser registrado um evento adverso grave entre um dos voluntários.

Sobretudo, o jornal The New York Times revelou, todavia, que o participante teve mielite transversa, síndrome inflamatória que afeta a medula espinhal e costuma ser desencadeada por infecções virais.

Os testes foram retomados após ser constatada que a relação risco e benefício ainda era favorável.

A vacina de Oxford é a principal aposta do governo brasileiro, que investiu cerca de R$ 2 bilhões para viabilizar a compra, processamento e distribuição de 100 milhões de doses do imunizante.

O recurso foi destinado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que tem um acordo com a Universidade de Oxford e a AstraZeneca, e já se prepara para começar a produção de 210 milhões de doses do imunizante em janeiro de 2021.

A Anvisa faz análise contínua dos resultados das pesquisas da vacina de Oxford.

Os estudos pré-clínicos, feitos em animais e laboratórios, já foram analisados pela agência, o que pode, portanto, acelerar o processo de aprovação do imunizante no País.

Fonte: Estadão


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico





Campanha de vacinação contra gripe

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 05:51 pm)

Com a pandemia mundial do novo coronavírus – COVID-19, a campanha nacional de vacinação contra a gripe (Influenza) será antecipada neste ano e começará na próxima segunda-feira, 23 para grupos prioritários: idosos e profissionais de saúde.

Em anos anteriores, farmacêuticos informaram ao CRF-SP que enfrentaram dificuldades para receber a vacina contra a gripe devido à interpretação errônea das equipes responsáveis pela imunização em alguns municípios que alegam que o profissional não se enquadraria no chamado grupo prioritário.

No entanto, o Ministério da Saúde emitiu em 2018, por solicitação do CRF-SP, uma nota Informativa na qual reitera que “a vacina encontra-se disponibilizada para os grupos prioritários, entre eles, como referimos anteriormente, os trabalhadores da saúde, nos quais encontram-se inseridos os farmacêuticos”.

O CRF-SP espera que não haja problemas para imunização dos farmacêuticos, mas orienta que a nota seja apresentada caso algum profissional se depare com a negativa.

Clique aqui e acesse a Nota Informativa nº 103/2018 do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis.


Palavras-chave , , , , , , , , , , ,
Legislação e regulamentações





Butantan será parceiro para vacina contra o coronavírus em fase final de testes

Doria anuncia que Butantan será parceiro para vacina contra o coronavírus em fase final de testes

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 05:52 pm)

Segundo o governo, empresa fornecerá ao Instituto Butantan doses da vacina para a realização de testes clínicos em voluntários no Brasil

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou, na manhã desta quinta-feira (11), que o Instituto Butantan será parceiro de um laboratório chinês para a produção de uma vacina contra o coronavírus que está em fase final de testes.

“Hoje é um dia histórico para São Paulo e para o Brasil, assim como para a ciência mundial. O Instituto Butantã fechou acordo de tecnologia com a gigante farmacêutica Sinovac Biotec para a produção da vacina contra o coronavírus. (…) Os estudos indicam que ela estará disponível no primeiro semestre de 2021, ou seja, até junho do próximo ano. E com essa vacina nós poderemos imunizar milhões de brasileiros”, disse Doria em coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, na tarde desta quinta (11).

O anúncio foi feito uma semana após o governo iniciar o plano de flexibilização da quarentena no estado.

Segundo o governo, a empresa fornecerá ao Instituto Butantan as doses da vacina para a realização de testes clínicos da fase 3 em voluntários no Brasil.

“O acordo prevê a participação de São Paulo na realização de testes clínicos dessa vacina, com o acompanhamento de 9 mil voluntários brasileiros a partir do próximo mês de julho, dentro, portanto, de 3 semanas 9 mil voluntários já estarão sendo testados aqui no Brasil”, afirmou o governador.

Ainda segundo o governo, outros acordos com Sinovac estão sendo feitos para garantir o fornecimento do produto ao país enquanto a tecnologia de produção da vacina é transferida para o Butantan. Se bem sucedida nos testes, a vacina poderá ser produzida nacionalmente e disponibilizada aos brasileiros.

Os estudos clínicos no Brasil serão iniciados após a aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e dos comitês de ética em pesquisa.

A vacina da Sinovac Biotech já foi aprovada para testes clínicos na China. Ela usa uma versão do vírus inativado. Isso quer dizer que não há a presença do coronavírus Sars-Cov-2 vivo na solução, o que reduz os riscos deste tipo de imunização.

Vacinas inativadas são compostas pelo vírus morto ou por partes dele. Isso garante que ele não consiga se duplicar no sistema. É o mesmo princípio das vacinas contra a hepatite e a influenza (gripe).

Ela implanta uma espécie de memória celular responsável por ativar a imunidade de quem é vacinado. Quando entra em contato com o coronavírus ativo, o corpo já está preparado para induzir uma resposta imune.

Cientistas chineses chegaram à fase clínica de testes – ensaios em humanos – em outras três vacinas. Uma produzida por militares em colaboração com a CanSino Biologics, e mais duas desenvolvidas pela estatal China National Biotec.

Butantan contra o coronavírus: etapas

A Sinovach Biotech, empresa citada por Doria, é uma afiliada do estatal Grupo Farmacêutico Nacional da China, sediada em Pequim. O laboratório obteve autorização para começar testes em humanos em abril. E é alvo de investigação na China.

Além desta iniciativa, há ao menos 133 candidatas a vacina contra o vírus causador da Covid-19, sendo que dez delas estão na fase clínica, ou seja, sendo testadas em humanos.

Ainda assim, especialistas acreditam que a vacina estará disponível apenas em 2021.


Palavras-chave , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Hidratantes com FPS podem não ser tão eficazes na proteção contra os raios UV, aponta estudo

Assim como existem pessoas meticulosas, que procuram seguir a ordem de aplicação de cosméticos com um produto para cada protocolo, existem outras que não abrem mão da praticidade ou não têm tempo para aplicar todos os produtos que são necessários e recomendados para a pele. Por isso, o mercado de dermocosméticos passou a investir em produtos multifuncionais, como hidratantes que já contam com fator de proteção solar em sua fórmula. Porém, um estudo recente apresentado na British Association of Dermatologists Annual Conference apontou que cosméticos que combinam hidratação e fotoproteção podem não ser realmente efetivos contra a ação dos raios solares. “Utilizando uma câmera modificada para medir a quantidade de radiação ultravioleta que atinge nossa pele após a aplicação de cada tipo de fotoprotetor, pesquisadores da Universidade de Liverpool descobriram que os hidratantes com FPS fornecem uma quantidade muito menor de proteção solar do que um fotoprotetor”, explica o pesquisador em Cosmetologia Lucas Portilho, farmacêutico e diretor científico da Consulfarma.

Para o estudo, os pesquisadores realizaram dois testes distintos: no primeiro pediram para que os pacientes aplicassem o fotoprotetor convencional de FPS 30 e no segundo que aplicassem o hidratante também com FPS 30. Em seguida, foram tiradas fotos com a câmera modificada para avaliar de que modo as pessoas aplicaram o produto e o quão eficientes estes são. “Era de se esperar que a área do rosto coberta pelo hidratante fosse maior do que a área coberta pelo filtro solar. Porém, o que os pesquisadores descobriram foi, na verdade, o oposto. Ao aplicarem o fotoprotetor as pessoas esqueceram de cobrir apenas 11% do rosto, enquanto ao passarem o hidratante os pacientes não cobriram cerca de 16% do rosto, especialmente a região dos olhos, que é justamente a área mais suscetível da face a ação dos raios ultravioletas”, destaca o pesquisador.

Além disso, durante a análise das fotografias, os pesquisadores encontraram outra questão preocupante. Mesmo nas áreas da pele que estavam cobertas com o hidratante a proteção solar não era a mesma que a do fotoprotetor, embora ambos tivessem o mesmo fator de proteção solar. Isso por que os participantes do estudo estavam aplicando uma camada muito mais fina de hidratante do que de fotoprotetor. “Se uma pessoa aplica metade da quantidade recomendada de um filtro com FPS 30, ela recebe a proteção equivalente à de um FPS 8. E o pior é que, por achar que está protegida, ela acaba aumentando sua exposição ao sol, o que pode levar a uma lesão celular”, alerta o especialista.

Segundo Lucas, os resultados deste estudo estão relacionados com o fato de que o objetivo de um hidratante, mesmo que este contenha FPS, é diferente do objetivo de um fotoprotetor. Logo, as pessoas acabam aplicando apenas a quantidade suficiente do cosmético para hidratar a pele, mas não o suficiente para protege-la dos raios solares. “Apesar de o estudo confirmar que usar um protetor solar e não apenas um hidratante com FPS é fundamental para garantir uma proteção eficaz contra a radiação UV, ainda são necessárias pesquisas para investigar se o hidratante com FPS seria capaz de proporcionar tanta proteção como o filtro solar se aplicado da forma e na quantidade correta”, finaliza Lucas Portilho.

Fonte: SEGS


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico





Comissão defende novas medidas contra Covid-19; tabelamento de preços está em discussão

Os deputados da comissão externa da Câmara dos Deputados que discute ações contra o avanço do novo coronavírus no Brasil propuseram

Os deputados da comissão externa da Câmara dos Deputados que discute ações contra o avanço do novo coronavírus no Brasil propuseram nesta quarta-feira (18) uma série de novas medidas legislativas, como a regulamentação da telemedicina (atendimento à distância), o atestado médico eletrônico e o tabelamento de preços de itens essenciais ao combate da Covid-19, como álcool gel.

Este último ponto deverá ser alvo de um projeto de lei, que será elaborado pela equipe que presta consultoria ao colegiado. A medida é defendida pelo coordenador da comissão, deputado Dr. Luiz Antônio Teixeira Jr. (PP-RJ). “Eu prego a liberdade econômica, mas nesse momento não tem outra forma”, afirmou.

Segundo ele, há relatos em todo o País de preços abusivos de álcool gel e máscaras descartáveis.

Essa e outras propostas ainda serão discutidas com os membros da comissão e poderão ser pautadas para votação no Plenário da Câmara, desde que haja consenso dos líderes partidários.

Nesta terça, o Plenário da Câmara aprovou três projetos de lei recomendados pela comissão externa.

Comitê de crise

Além das medidas legislativas, a relatora da comissão, deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC) propôs que o colegiado negocie com o governo a participação dos integrantes da comissão externa no Comitê de Crise para Supervisão e Monitoramento dos Impactos da Covid-19, criado por decreto presidencial na segunda (16).

O comitê é formado apenas por membros do Poder Executivo e teve ontem a sua primeira reunião. O decreto faculta a participação de outros poderes, desde que convidados e sem direito a voto nas decisões.

Outras propostas

A comissão externa se reuniu nesta quarta para ouvir, por meio de videoconferência, pesquisadores e representantes de hospitais privados. Durante o debate, vários parlamentares apresentaram outras sugestões.

O deputado Dr. Zacharias Calil (DEM-GO) defendeu a quarentena como meio de reduzir o contágio de pessoas dentro do País (a chamada transmissão comunitária). “El Salvador não teve nenhum caso porque eles anteciparam a quarentena”, disse.

O deputado Jorge Solla (PT-BA) quer que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) contrate, temporariamente, pessoas para trabalhar nos aeroportos. “Nós temos que cobrar da Anvisa que faça contratação emergencial. Eles não têm quadro”, afirmou.

O deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) propôs que o governo distribua máscaras descartáveis e álcool gel para a população. “A gente tem uma política pública para distribuir preservativos no Carnaval. Então, está na hora de ter atitude e distribuir máscara e álcool gel. Não dá para ficar refém da boa vontade de estoques”, disse.

Já o deputado Hiran Gonçalves (PP-RR) mostrou-se favorável ao uso da teleconsulta especificamente para combater a Covid-19, desde que as consultas à distância sejam isentas de cobrança. “Se não vai virar negócio”, afirmou.

Fonte: Agência Câmara de Notícias


Palavras-chave , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Ações de farmacêutica Moderna disparam após anúncio de vacina contra coronavírus » Panorama Farmacêutico

Após anúncio do início dos testes de uma vacina contra o coronavírus, as ações da farmacêutica norte-americana Moderna dispararam na última terça-feira, 25 de fevereiro, com uma alta de 27%.

De acordo com o Wall Street Journal, a empresa entregou ao National Institute of Allergy and Infectious Deseases um pacote com as vacinas para que eles comecem a fazer testes em humanos, o que deve ter início em abril.

No mundo todo, pesquisadores têm enfrentado uma corrida contra o tempo para descobrir uma vacina eficaz.  Nesta terça, o governo dos Estados Unidos informou que investirá cerca de US$ 1 bilhão em pesquisas de uma vacina para o coronavírus.

Na China, em Hong Kong, pesquisadores afirmaram que já desenvolveram um tipo de vacina, mas que o período de testes em animais deverá levar alguns meses. A nova vacina seria uma modificação da vacina da gripe que se propõe a proteger tanto do coronavírus da China quanto de gripes comuns.

No britânico Imperial College, as primeiras versões de uma vacina contra o coronavírus já têm sido testadas em ratos. Os testes começaram no começo do mês e devem terminar até o fim do ano.

Autoridades de saúde dos EUA disseram também nesta terça-feira que começou um primeiro experimento clínico para testar o medicamento antiviral experimental da Gilead Sciences, o remdesivir, em pacientes hospitalizados com o coronavírus.

O primeiro participante do experimento é um norte-americano que foi repatriado após ter sido colocado em quarentena no navio de cruzeiro Diamond Princess e o estudo está sendo conduzido no Centro Médico da Universidade de Nebraska em Omaha, de acordo com o National Institutes of Health (NIH), agência do governo dos EUA para pesquisa médica.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

Leia também: https://panoramafarmaceutico.com.br/2020/02/03/vacina-para-coronavirus-pode-sair-em-tempo-recorde/


Palavras-chave , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, Legislação e regulamentações





Teste rápido em farmácias fortalece luta contra Covid-19

Teste rápido em farmácias fortalece luta contra Covid-19

 Autorização da Anvisa para a utilização de testes rápidos no diagnóstico de Covid-19 em farmácias, amplia estratégias para o combate à pandemia

A possibilidade de os brasileiros conseguirem fazer testes rápidos nas farmácias pode contribuir para que o País reduza seu déficit em relação à recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de aferir da maneira mais ampla possível o nível de contágio da população, como forma de conter a Covid-19. Também é importante para, paulatinamente, se definir o percentual de pessoas já imunes à doença, para se estabelecerem as estratégias de quarentena, isolamento horizontal e vertical ou lockdown.

A prestação desse serviço em farmácias, explica Frederico Theobaldo, gerente do projeto da Assistência Farmacêutica da MedLevensohn, empresa que disponibiliza testes rápidos para farmácia e COVID aprovados pela Anvisa no Brasil, exige que haja profissional capacitado no estabelecimento para realizar o procedimento, conforme definiu a Anvisa.

Ele pontua ainda que, através de uma parceria com o ClinicarX, laboratório que possui uma plataforma na WEB, pode oferecer os laudos digitais dos resultados, garantindo o registro e o direcionamento dos casos suspeitos para o atendimento nos Serviços de Saúde.

Testes rápidos a preços mais acessíveis

Para popularizar o acesso da população aos testes rápidos, a Medlevensohn lança uma iniciativa para reduzir o preço desses insumos em farmácias.

O consumidor final poderá adquirir e realizar o Medteste Coronavírus nestes locais por um valor em torno de R$ 120, podendo já sair com o laudo em mãos (quando o exame é feito em locais onde já exista uma parceria com o ClinicarX).

“Nosso objetivo com essa iniciativa é, justamente, garantir que mais pessoas tenham acesso aos testes rápidos, permitindo um mapeamento mais exato da epidemia e a aplicação eficaz de políticas de controle da doença, além de oferecer condições atrativas para que as farmácias comercializem nosso produto em seu portfólio”, afirma Frederico Theobaldo.

Com esta campanha, a Medlevensohn espera que sejam vendidos às farmácias cerca de 500 mil testes (2 mil kits). A empresa oferece também uma caixa de lancetas a cada 4 kits comercializados. As lancetas são utilizadas na aplicação dos testes rápidos.

Especificações do MedTeste Coronavírus

O MedTeste Coronavírus exige apenas uma gota de sangue coletada da ponta do dedo e realiza o teste por imunocromatografia de fluxo lateral, tecnologia já disponível para determinação de diversos outros parâmetros clínicos. Sua utilidade principal está na velocidade em se obter o resultado e na possibilidade de realização de testes no ato do atendimento ao paciente, permitindo obtenção de informações rápidas que apoiam o processo do diagnóstico médico na detecção dos casos suspeitos da doença e também daqueles pacientes já diagnosticados com o vírus e que desenvolveram a imunidade.

Os requisitos estabelecidos em resolução específica da Anvisa relativa à liberação de testes rápidos de Covid-19 no mercado brasileiro são exatamente os constantes do MedTeste Coronavírus, que identifica se a pessoa está com a doença ou já teve, desde que o teste seja feito após pelo menos 7 dias do início dos sintomas. Apresenta resultado em 10 minutos, e não exige estrutura laboratorial complexa para coleta do sangue, podendo ser realizado em ambiente de atenção a saúde por um profissional habilitado, como é o caso do profissional farmacêutico no ambiente da Clínica farmacêutica.

O MedTeste Coronavírus, utilizado inicialmente em hospitais, laboratórios e unidades básicas de saúde, já está também disponível para as farmácias, constituindo-se, assim, em “arma” eficaz para a linha de frente na guerra contra a pandemia. É um teste que pode ser realizado de forma simples e rápida, ao contrário de outros exames, que exigem coleta da secreção oro-nasofaríngea e/ou volume maior de sangue, requerem estrutura laboratorial mais complexa e levam mais tempo para serem realizados.

Teste rápido no combate à Covid-19

Para a realização do teste da MedLevensohn, que identifica a existência de anticorpos, demonstrando se a pessoa está acometida ou já teve a enfermidade, basta um volume mínimo de sangue colhido através de uma pequena picada na ponta do dedo, utilizando uma lanceta descartável. Esse tipo de coleta propicia exposição muito menor do profissional da saúde, contribuindo para reduzir seu risco de contaminação, é menos invasivo e praticamente indolor para os pacientes. Os exames que necessitam de estrutura laboratorial, anteriormente citados, demoram vários dias para apresentar resultados e identificam o antígeno, ou seja, o micro-organismo causador da infecção, sendo portanto adequados para o diagnóstico definitivo nos serviços de saúde.

Diferenciais nos testes

“Neste aspecto está um dos diferenciais do MedTeste: identifica a IgM (Imunoglobulina M) e a IgG (Imunoglobulina G), dois tipos de anticorpos que o organismo produz quando atacado por um micro-organismo invasor, assim, possibilitando determinar se a pessoa está com a doença ou já teve, o que é fundamental para o enfrentamento da Covid-19 e até mesmo para a paulatina volta à rotina normal de quem já está imune”. 

Desse modo, “se ambos os indicadores derem negativo, é sinal de que o indivíduo não está com a doença ou ainda não desenvolveu os anticorpos, por isto é importante que a coleta seja feita após pelo menos 7 dias do início dos sintomas; Resultado IgG negativo e IgM positivo indica infecção aguda; IgG positivo e IgM positivo, infecção presente e recente; IgG positivo e IgM negativo, infecção mais antiga, apontando que já houve o contato com o vírus com produção de anticorpos com possível imunidade”, explicou. 

Se um exame aponta apenas a IgG, por exemplo, revela somente a detecção tardia, não sendo indicado para a triagem inicial proposta pela OMS e o Ministério da Saúde do Brasil. Esta questão é relevante, pois há maior possibilidade de resultados falso negativos, pela não detecção de anticorpos IgM. Isso faz com que o paciente não seja colocado em quarentena domiciliar, tornando-se, assim um transmissor potencial. Além disso, há o risco de essa pessoa evoluir para um quadro grave da doença, que poderia ser mais bem controlada a partir do diagnóstico precoce correto.

Teste Covid-19: protocolos corretos

Todos os testes, para se obter o melhor desempenho possível, devem ser utilizados de acordo com os protocolos corretos. Esse cuidado é importante para reduzir o percentual de erros e potencializar os atributos e qualidades de cada tipo de exame.

Outro diferencial do MedTeste Coronavirus, testado em 181 pacientes (acima da amostra de confiança, que é de 100), é que ele apresentou alta sensibilidade e especificidade para a IgM (sens.=86,8% e esp.= 98,6%) e para a IgG (sens.=97,4% e esp.=99,3%) Produtos que foram testados em amostragem abaixo de 100 pacientes não são tão confiáveis quanto a resultados verdadeiramente positivos ou negativos. O MedTeste Coronavirus oferece portanto confiabilidade em relação ao Padrão Ouro Laboratorial, que no caso é o RT-PCR (do inglês Real Time Polymerase Chain Reaction, ou Metodologia da Reação em Cadeia pela Polimerase em Tempo Real), normalmente realizado pelos Laboratórios Clínicos e de maior complexidade para sua realização.

Recomenda-se que, antes da compra de qualquer teste, se confira se o produto tem registro e aprovação da Anvisa. A consulta é simples e pode ser feita diretamente neste link:
http://consultas.anvisa.gov.br/#/saude/q/?nomeTecnico=coronav%C3%ADrus

Foto e fonte: Medlevensohn


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Anvisa realiza novas reuniões sobre vacina contra Covid-19

(Texto atualizado em 18/09/2020 às 07:14 pm)

anvisa agencia nacional vigilancia santiraria

Anvisa discute com instituições sobre o registro de imunobiológicos para o enfrentamento ao novo coronavírus no país.

A Anvisa cumpriu mais duas agendas de reuniões com instituições interessadas no registro de vacinas contra a Covid-19. Nesta quinta-feira (27/8), o encontro foi com membros do governo do estado do Paraná, representado pelo chefe da Casa Civil, Guto Silva, pelo diretor do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Jorge Callado, e pelo Capitão Wilson Baptista Honório Alves, da Casa Militar do estado. O tema foi o processo de registro da vacina desenvolvida pela Rússia.

Representando a Agência, estavam o diretor-presidente, Antonio Barra Torres, o adjunto da Primeira Diretoria, Juvenal de Souza Brasil Neto, a assessora Samia Rocha de Oliveira Melo, o titular da Gerência Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED), Gustavo Mendes, e a equipe técnica da GGMED.

A reunião com os representantes do governo do Paraná teve caráter preliminar. Ela acontece antes da submissão documental do pedido de anuência para o desenvolvimento do produto. Segundo a Tecpar, em cerca de 20 dias os primeiros documentos serão protocolados junto à Anvisa, que já está mobilizada para o acompanhamento da solicitação. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Diminui lista de potenciais remédios contra Covid-19

Diminui lista de potenciais remédios contra Covid-19

(Texto atualizado em 08/07/2020 às 01:13 pm)

Acompanhe a lista de medicamentos que já foram descartados para o tratamento do novo coronavírus

A lista de remédios que poderiam ajudar a curar a Covid-19 está se reduzindo. Depois da hidroxicloroquina, os ensaios clínicos europeus Solidarity e Discovery também abandonaram o tratamento lopinavir/ritonavir por sua ineficácia e por seus efeitos colaterais.

Com isso, os testes se reduzem a um único medicamento, o remdesivir, que acaba de obter sinal verde condicional da União Europeia.

No final de junho, abandonou-se outro importante ensaio clínico, o Britannique Recovery, dos antivirais lopinavir e ritonavir, usados no tratamento contra o vírus da aids.

O mesmo destino teve, no sábado, o teste Solidarity, promovido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em associação com o Discovery, realizado por franceses.

Leia mais ›


Palavras-chave , , , , ,
Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica, ANVISA





Justiça extingue ação do Cofen contra resolução do CFF sobre vacinas

(Texto atualizado em 13/02/2020 às 09:26 am)

A Justiça Federal extinguiu ação do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), que pedia a declaração de inconstitucionalidade da Resolução/CFF nº 654/18, que estabelece as regras para a atuação do farmacêutico na prestação do serviço de vacinação. A decisão é do juiz federal WALDEMAR CLÁUDIO DE CARVALHO, titular da 14ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, que acolheu os argumentos apresentados pela Assessoria Jurídica do Conselho Federal de Farmácia (CFF)

Com a decisão, permanece em pleno vigor, a norma do CFF, que estabelece os critérios os critérios a serem seguidos pelos conselhos na autorização da atuação dos farmacêuticos nos serviços de vacinação. A normativa veio regulamentar a Lei nº 13.021/14, que autoriza a vacinação em farmácias, e a RDC Anvisa nº 197/2017, que define os requisitos para funcionamento de serviços de vacinação humana no país.

Na avaliação do presidente do Conselho Federal de Farmácia e conselheiro federal de Farmácia pelo estado do Pará, “a decisão tomada pelo juiz federal foi lúcida e correta, pois trata-se de uma resolução muito bem fundamentada e que traz, em seu bojo, uma grande preocupação em garantir as condições necessárias à excelência dos serviços de vacinação prestados por farmacêuticos, bem como em assegurar à população a ampliação do acesso às vacinas, com a qualidade que ela precisa e merece” .

Fonte: Comunicação do CFF


Palavras-chave , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico





Ministério da Saúde se manifesta contra graduação a distância

A Câmara Técnica de Regulação do Trabalho em Saúde (CRTS/MS) divulgou, recentemente, uma nota pública em defesa da exigência de graduação presencial na área de Saúde. O documento foi pactuado durante a 42ª reunião plenária da CRTS/MS, realizada em setembro, com participação do Ministério da Educação, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Fórum das Entidades Nacionais dos Trabalhadores da Área da Saúde (Fentas) e dos conselhos profissionais, entre eles, o Conselho Federal Farmácia (CFF).

“É preciso lembrar que não somos contrários aos avanços tecnológicos, mas temos que participar do debate. O tema exige discussão aprofundada e que, para os profissionais da saúde, essa discussão tem como foco a qualidade de vida e o bem-estar da população. Nenhum interesse ideológico ou financeiro deve se sobrepor à saúde do povo brasileiro. A formação do profissional que vai cuidar de um paciente deve ser humanizada! A prática em saúde exige presença”, comentou Walter Jorge João, Presidente do CFF.

Leia da íntegra da Nota Pública sobre EaD

Fonte: CFF


Palavras-chave , , , , , , , , ,
Legislação e regulamentações





Nova moção de repúdio contra os cursos EaD – CRF-SP

Câmara Municipal de Bariri aprova moção de repúdio aos cursos EaD na área da saúde

(Texto atualizado em 18/12/2019 às 04:56 pm)

Câmara Municipal de Bariri aprova moção de repúdio aos cursos EaD na área da saúdeCâmara Municipal de Bariri aprova moção de repúdio aos cursos EaD na área da saúdeMais um município paulista se posicionou contra a autorização e o reconhecimento dos cursos de graduação a distância na área de saúde (EaD). Em sessão realizada no último dia 1º, foi a vez da Câmara Municipal de Bariri, no interior do Estado, aprovar moção de repúdio a esta modalidade de ensino.Trata-se da 33º cidade que propõe de forma regimental a moção de repúdio, iniciativa que vem ao encontro das ações promovidas pelo CRF-SP em conjunto com outras entidades contra essa prática na área da saúde, por entenderem que a graduação em EaD coloca em risco a saúde da população.

Em Bariri, a moção de nº 55/2018 foi requerida pelo vereador Ricardo Prearo, que no documento cita a Resolução nº 515/2016 do Conselho Nacional de Saúde, posicionando-se “contrário à autorização de todo e qualquer curso de graduação da área da saúde, ministrado na modalidade Educação a Distância – EaD, pelos prejuízos que tais cursos podem oferecer à qualidade da formação de seus profissionais, bem como pelo riscos que estes profissionais possam causar à sociedade, refletindo uma formação inadequada e sem integração Ensino/serviço/comunidade”.

Na avaliação do vereador de Bariri Ricardo Prearo, a oferta de cursos na área da saúde nesta modalidade pode trazer grandes prejuízos à população e aos profissionais. “Essa formação inadequada de profissionais pode resultar amanhã em um problema muito grave em relação ao serviço de saúde da nossa comunidade. Por isso, fiz uma moção de repúdio mostrando que sou totalmente contrário a esse tipo de formação e das autorizações desse tipo de vaga”.

Fonte CRF-SP


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico





Seja bem-vindo(a) ao blog da M2Farma.

Neste espaço reunimos notícias sobre assuntos regulatórios e o varejo farmacêutico.

Nosso trabalho é facilitar a burocracia técnica, saiba mais.

Siga-nos:

📫 Receba por e-mail

Receba as últimas notícias sobre varejo farmacêutico, ANVISA, Farmácia Popular e Convênios PBM direto no seu e-mail:





Do NOT follow this link or you will be banned from the site!

📬 Receba as últimas notícias sobre o varejo farmacêutico, Farmácia Popular, ANVISA, convênios PBM e mais: