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Farmarcas cresce 43,8% nos primeiros nove meses

Farmarcas cresce 43,8% nos primeiros nove meses
No período, faturamento saltou de R$ 1,004 bilhão, para R$ R$ 1,444 bilhãoA Farmarcas vem apresentando ao mercado resultados bastante expressivos no ano de 2018, fatos que são comprovados pelos números. Quando analisado os nove primeiros meses de 2018, o faturamento das lojas da rede cresceu 43,8% em relação ao mesmo período de 2017.

Em valor, o faturamento da Farmarcas saltou de R$ 1,004 bilhão, para R$ R$ 1,444 bilhão, caminhando para atingir R$ 2 bilhões neste ano. Se for considerado apenas setembro de 2018, comparado com o mesmo mês de 2017, o crescimento foi de 41%.

A Farmarcas é formada por nove redes: Ultra Popular, Super Popular, Maxi Popular, Entrefarma, Farma100, AC Farma, MegaPharma, Bigfort e Drogarias Maestra. Quando avaliado o faturamento em um recorte dos últimos doze meses, findados em setembro, comparados com o mesmo período do ano anterior, o crescimento é ainda maior. No período, o faturamento foi de R$ 1,842 bilhão, 45,8% superior ao período anterior, quando o valor foi de R$ 1,264 bilhão.

Fato importante é que esse crescimento se dá mais pelo aumento do faturamento das lojas já existentes do que pela abertura de novas. Mesmo que o número de inaugurações seja grande em todo o País, já que a Farmarcas começou o ano com suas redes administrando 699 lojas e atingiu em setembro 817 unidades, as lojas do grupo continuam com aumento significativo nos resultados, afirma Edison Tamascia, presidente da Farmarcas. “Por mais que estejamos em um processo de grande expansão, o fato que nos deixa mais animados é que as lojas que possuímos estão se destacando com um crescimento muito acima do mercado, e isso se deve em função de estratégias corretas, como precificação e layoutização das lojas”, analisa o executivo.

Redes populares

Quando analisados os resultados das redes populares da Farmarcas (Ultra Popular, Super Popular e Maxi Popular), o crescimento se mostra ainda maior. Nos primeiros nove meses deste ano, as redes cresceram 49,3% em relação ao mesmo período de 2017.

Já no comparativo dos meses de setembro de 2018 e de 2017, o aumento foi de 46,6%. Essas redes apresentaram tamanho sucesso que, constantemente, outras drogarias copiam suas marcas, o que ocasionou uma recente reformulação em toda identidade visual das redes administradas pela Farmarcas.

Fonte: Farmarcas Foto: divulgação/Farmarcas


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Mercado farmacêutico





Importação de produtos farmacêuticos cresce 77% em Goiás

PFARMA

(Texto atualizado em 16/04/2020 às 12:01 pm)

Os produtos farmacêuticos lideraram a lista de importações em Goiás no mês de janeiro e dados da balança comercial brasileira apontaram que a indústria farmoquímica no Estado está mais aquecida em 2020.

Segundo os índices divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, do montante de US$ 324,9 milhões gastos nas importações do Estado, US$ 115,7 milhões são insumos do setor farmacêutico. O valor representa um crescimento de 77,35% em relação ao mês de janeiro do ano passado.

Goiás sedia o segundo maior pólo farmoquímico do Brasil. Localizado a 60km de Goiânia, em Anápolis, o distrito abriga seis indústrias farmacêuticas e outras 17 do setor químico. O grande potencial da região atrai investidores de todas as partes do país, como é o caso da Distribuidora de Medicamentos e Produtos de Saúde – FUTURA, com sede no Rio de Janeiro. Leia mais ›


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Mercado farmacêutico, Indústria farmacêutica





Mercado popular de maquiagens cresce, mas barateamento pode trazer danos à saúde

Mercado popular de maquiagens cresce, mas barateamento pode trazer danos à saúde - Notícias

O setor de cosméticos cresceu 2,8% no último ano – mais do que o Produto Interno Bruto (PIB), que avançou 1%, e do que a produção industrial do País (aumento de 2,5%), conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). A alta está de acordo com o crescimento das vendas de maquiagens populares, mesmo em momento de crise econômica.Na Rua 25 de Março, conhecido centro comercial de São Paulo, o número de lojas que vendem maquiagens aumentou 30% desde o início de 2016, segundo a associação de lojistas da região. A expansão dos cosméticos em conta favorece o mercado, mas pode ter outras consequências. O barateamento, somado à pouca regulamentação no ramo, expõe o consumidor a riscos de saúde.

Certos compostos trazem efeitos que vão desde acne e manchas na pele até sintomas mais gerais, como dores de cabeça e tonturas. Entretanto, produtos baratos não necessariamente são sinônimo de má qualidade, como explica a dermatologista Tatiana Gabbi, da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). “O custo para fazer um cosmético é relativamente baixo, portanto não é preciso que seja supercaro para ser bom”, informa a médica.

O problema está, principalmente, no aumento da importação que o barateamento traz. Tatiana explica que, nos importados em conta, é comum que a fabrica Leia mais ›


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ANVISA





Importação de medicamentos cresce 182% em 10 anos

A participação das importações no mercado farmacêutico saltou 19 pontos percentuais em dez anos, chegando a representar 58% do total de medicamentos e insumos comercializados no País. Isso representa US$ 8,4 milhões dos US$ 16 milhões que o setor fatura por ano. “Essa tendência é preocupante porque revela um Brasil pouco amigável para investimentos no setor industrial, forçando o setor, por questões econômicas, a importar”, esclarece Antônio Britto, presidente-executivo da INTERFARMA (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa). Leia mais ›


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Mercado farmacêutico





Setor de farmácias acelera no RN

A forte retração do varejo no último ano parece não ter afetado o setor farmacêutico, que registra crescimento nas vendas, enquanto avança em solo potiguar. São farmácias e drogarias novas, reformadas ou ainda em obras que surgem – às vezes no mesmo quarteirão – ocupando os mais cobiçados endereços da capital. O número de farmácias operadas por grupos locais cresceu 31,5% em 2016. Mesmo sem dados globais das grandes redes nacionais por Estado, o crescimento é facilmente percebido pela quantidade de estabelecimentos abertos. As vendas no país aumentaram 11,03% e a tendência é de mercado aquecido este ano. Leia mais ›


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