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Cresce a satisfação com o plano de saúde, aponta Vox Populi

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A cada 10 brasileiros com planos de saúde médico-hospitalares, 8 estão “satisfeitos” ou “muito satisfeitos” com o benefício. O sentimento foi captado na pesquisa realizada pelo Vox Populi a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) em abril de 2021. A taxa de satisfação é 4 pontos percentuais acima da pesquisa anterior, de 2019.

“No geral, as razões para estar satisfeito com o plano de saúde estão relacionadas principalmente ao acesso, especialmente nesse período de pandemia”, comenta José Cechin, superintendente executivo do IESS. “Uma importante mudança foi o aumento da satisfação com cobertura dos procedimentos por parte do plano de saúde, que teve alta de 10% em relação à pesquisa anterior. O estudo compreendeu as diferentes percepções do consumidor brasileiro, como a qualidade dos serviços, facilidade e rapidez para a marcação de consultas e procedimentos. Mostra que quem utiliza o plano de saúde está bastante satisfeito com a assistência”, completa.

Os dados são reforçados pelo fato de que o índice de intenção de continuar no plano atual também atinge seu melhor desempenho na série histórica, desde 2015 – ano em que a pergunta sobre intenção foi inserida na pesquisa. Avançando de 86% em 2015 para 87% em 2017, 88% em 2019 e, agora em 2021, atingiu 90%.

A taxa de recomendação por parte dos beneficiários também avançou de 79% em 2015 para 86% em 2021 entre aqueles que responderam que recomendariam para amigos e familiares o seu plano de saúde atual. O maior número foi encontrado em Manaus, 92%, e o menor em São Paulo, com 83%.

“A taxa vem em linha com outros números da pesquisa e reforça que o brasileiro passou a valorizar ainda mais o plano de saúde em meio à pandemia de Coronavírus”, avalia Cechin. Ele informa que o levantamento foi feito em oito capitais metropolitanas. “O maior índice foi encontrado na região de Manaus, que sentiu fortes impactos da crise atual”, lembra.

Plano de saúde ainda é o 3° maior desejo do brasileiro

Como em anos anteriores, contar com um plano de saúde ainda é o terceiro maior desejo do brasileiro, após casa própria e educação. Mas a nova pesquisa identificou que a pandemia levou o brasileiro a uma mudança no perfil de seus desejos de posse e apontou o crescimento também em relação ao carro próprio, aparelhos celulares, acesso à internet de alta velocidade e computadores. Ou seja, o período da pandemia e as novas necessidades do brasileiro deflagrou um processo de redimensionamento dos desejos da população, ainda que não interfira no ranking geral.

Os quatro itens mais desejados (tanto os que já contam com plano quanto os que não) continuam sendo casa própria (1°), educação (2°), plano de saúde (3°) e carro próprio (4°). Olhando as edições anteriores da pesquisa nota-se que houve uma alternância entre educação e casa própria na primeira colocação. Já o plano odontológico, que não era avaliado, ficou na nona posição tanto entre beneficiários quanto não beneficiários.

“O medo de contágio pela Covid-19 fez o carro voltar a ser objeto de desejo do brasileiro como forma de evitar deslocamentos em veículos com aglomerações, enquanto o distanciamento social impôs maior uso de dispositivos eletrônicos e banda larga, para consultas em telemedicina, aulas online para filhos em idade escolar”, aponta José Cechin. “Tanto essa quanto as demais alterações no ranking de bens e serviços desejados podem ser reflexos da crise sanitária atual”, reflete.

Planos aumentam sentimento de segurança na pandemia

De acordo com a pesquisa, mais da metade dos brasileiros sem planos de saúde afirmam que se sentiriam mais seguros frente à pandemia se pudessem contar com o benefício. Entre os pesquisados não beneficiários de plano de saúde, 58% dizem que estariam mais seguros tendo um plano de saúde neste momento.

“Na população entrevistada, apenas 15% dos não beneficiários que sentiram sintomas procuraram o atendimento médico, número inferior aos que possuem plano, com 22%”, compara o especialista. “O índice de segurança trazido pelo plano foi ainda maior na região de Manaus, que viu seu sistema de saúde entrar em colapso”, aponta.

Na região, 72% dos entrevistados disseram que se sentiriam “mais seguros” ou “seguros”. O menor número encontrado na amostra foi de 50% nas regiões metropolitanas de Porto Alegre e Rio de Janeiro.

A pesquisa traz ainda uma seção especial sobre coronavírus e mostra que 9 em cada 10 brasileiros ficaram satisfeitos com o atendimento para Covid-19 recebido via plano de saúde. O resultado é uma média dos números observados em todas as regiões metropolitanas pesquisadas. A rapidez no atendimento e nos exames diagnósticos são as principais justificativas para a satisfação. “Vale lembrar que a maioria dos beneficiários afirma que o seu plano de saúde disponibilizou atendimento virtual, o tipo de atendimento mais citado e utilizado pelos entrevistados”, acrescenta. Entre os entrevistados, o atendimento recebido foi excelente, com 92% de avaliação positiva.

Outro indicativo sobre a Covid-19 que chama a atenção é o fato de que os beneficiários de planos de saúde médico-hospitalar realizaram mais exames diagnósticos e menos consultas médicas nos 12 meses anteriores à entrevista, invertendo a tendência apresentada nas edições anteriores, o que reforça o maior monitoramento da contaminação por Covid-19 ou ainda da escolha por parte de pacientes de adiarem cirurgias eletivas em função do risco da pandemia.

Odontológicos também registram recorde de satisfação

O mercado de planos de saúde exclusivamente odontológicos tem crescido a ritmo constante a julgar pelos dados de abril da Nota de Acompanhamento de Beneficiários, do IESS, que mostram que o segmento já conta com cerca de 27,7 milhões de vínculos.

O instituto Vox Populi identificou que 83% dos beneficiários de planos odontológicos estão “satisfeitos” ou “muito satisfeitos” com seus planos. Os resultados também atingem o melhor patamar na série histórica, resultado que ajuda a entender por que indivíduos e empresas continuam a contratar o benefício mesmo durante a pandemia da Covid-19.

A mesma tendência acontece em relação à recomendação do plano odontológico atual para familiares e amigos, que chegou em 85% dos entrevistados e a intenção em continuar com o mesmo benefício, registrado em 89% dos casos. “Grande parte da expansão dessa modalidade nos últimos anos é justificada pela ampliação desses planos aos beneficiários de empresas de pequeno e médio porte (antes, centralizadas em grandes corporações)”, relata Cechin. “No geral, as principais razões do brasileiro para a contratação dos planos são ‘não depender da saúde pública’ e ‘ter segurança em caso de emergência’, ambos com 42%”, explica.

Observando os números nacionais, os índices de satisfação em relação a planos de saúde exclusivamente odontológicos também registraram alta. O maior número foi encontrado em Porto Alegre, 98%, e o menor em Belo Horizonte, com 79%, além desses estados, Rio de Janeiro registrou 87%; Brasília teve a marca de 85%; Salvador, com 89%; Recife, com 84% e Manaus, com 91%.

O Vox Populi ouviu 3,2 mil pessoas (1,6 mil beneficiários e 1,6 mil não beneficiários) em oito regiões metropolitanas do País (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre, Brasília e Manaus). A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos porcentuais (p.p.) para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

A íntegra da pesquisa está disponível no portal do IESS.


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Laboratório cresce 5 vezes mais que o mercado

laboratório cresce 5 vezes mais que o mercado

Laboratório encerra 2019 na décima posição do mercado farmacêutico total

A Natulab – líder na produção e venda de medicamentos fitoterápicos, 5ª colocada na categoria dos Medicamentos Isentos de Prescrição (MIP) e 10ª maior companhia do setor farmacêutico – fecha o ano de 2019 com um crescimento de 23,6% em relação a 2018.

A farmacêutica se manteve acima da média nacional em todos os indicadores avaliados pelo IQVIA relativos a dezembro de 2019 – em unidades vendidas, vendas em reais e PPP (PharmacyPurchasePrice), nas avaliações de Mercado Total, Medicamentos Isentos de Prescrição (MIPs ou, do inglês, Over theCounter – OTC) e Mercado Fitoterápico.

Na avaliação dos últimos 12 meses – no ano móvel, MAT-Dez’18vs MAT-Dez’19 – enquanto o Mercado Farmacêutico Total cresceu 4,7% em unidades vendidas, a Natulab apresentou expansão de 23,6%.

Ainda considerando o Mercado Farmacêutico Total, em 2019 a companhia alcançou 2,28% de market share em unidades. Além disso, a empresa atingiu a marca de 1,5 bilhão em faturamento em sell out preço fábrica.

Além disso, com 36 meses consecutivos de crescimento no mercado, a Natulab teve um crescimento mais agressivo nas regiões nordeste, onde cresceu 38,4%; sudeste, onde cresceu 34,5% a mais; e norte, onde cresceu 10,4%.

Foto e fonte: Natulab


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Mercado de produtos para os cabelos cresce no País

Mercado de produtos para os cabelos cresce no País

Dados da Kantar Worldpanel mostram que o gasto é maior entre as mulheres

Os cuidados com os cabelos seguem em alta entre os brasileiros. De acordo com estudo elaborado pela Kantar Worldpanel, a cesta de xampu, pós-xampu e tinturas cresceu 4,5% nos 12 meses terminados em agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2017. Ainda segundo o levantamento, 818 milhões de unidades foram compradas no período, gerando R$ 8 bilhões. A penetração dos produtos alcançou 96%, o que equivale a 52 milhões de domicílios. As mulheres seguem como as maiores consumidoras dos itens focados nas madeixas, sendo que os homens preferem apostar mais na perfumaria.

A pesquisa da Kantar Worldpanel revela, ainda, que o uso de produtos para cabelos geralmente é compartilhado no País: 68% quando se trata de xampu e 62% quando considerado o pós-xampu. Na hora da escolha de itens de cuidados pessoais, o brasileiro leva em conta, em sua maioria, a boa fragrância e a relação preço- qualidade.

Os dados também indicam que a maior parte da população tem atualmente o cabelo liso (34,3%) e ondulado (ligeiramente, 27,4%; e totalmente, 16,4%). Quando analisado o comprimento, os brasileiros ou têm cabelos longos (23,2%) ou muito curtos (23,8%). Em relação à cor, o loiro vem perdendo espaço em todo o Brasil, reforçando a tendência de uma busca pelo natural, já detectada anteriormente pela Kantar Worldpanel.

Fonte: Kantar Worldpanel

Foto: Shutterstock


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Farmarcas cresce 43,8% nos primeiros nove meses

Farmarcas cresce 43,8% nos primeiros nove meses
No período, faturamento saltou de R$ 1,004 bilhão, para R$ R$ 1,444 bilhãoA Farmarcas vem apresentando ao mercado resultados bastante expressivos no ano de 2018, fatos que são comprovados pelos números. Quando analisado os nove primeiros meses de 2018, o faturamento das lojas da rede cresceu 43,8% em relação ao mesmo período de 2017.

Em valor, o faturamento da Farmarcas saltou de R$ 1,004 bilhão, para R$ R$ 1,444 bilhão, caminhando para atingir R$ 2 bilhões neste ano. Se for considerado apenas setembro de 2018, comparado com o mesmo mês de 2017, o crescimento foi de 41%.

A Farmarcas é formada por nove redes: Ultra Popular, Super Popular, Maxi Popular, Entrefarma, Farma100, AC Farma, MegaPharma, Bigfort e Drogarias Maestra. Quando avaliado o faturamento em um recorte dos últimos doze meses, findados em setembro, comparados com o mesmo período do ano anterior, o crescimento é ainda maior. No período, o faturamento foi de R$ 1,842 bilhão, 45,8% superior ao período anterior, quando o valor foi de R$ 1,264 bilhão.

Fato importante é que esse crescimento se dá mais pelo aumento do faturamento das lojas já existentes do que pela abertura de novas. Mesmo que o número de inaugurações seja grande em todo o País, já que a Farmarcas começou o ano com suas redes administrando 699 lojas e atingiu em setembro 817 unidades, as lojas do grupo continuam com aumento significativo nos resultados, afirma Edison Tamascia, presidente da Farmarcas. “Por mais que estejamos em um processo de grande expansão, o fato que nos deixa mais animados é que as lojas que possuímos estão se destacando com um crescimento muito acima do mercado, e isso se deve em função de estratégias corretas, como precificação e layoutização das lojas”, analisa o executivo.

Redes populares

Quando analisados os resultados das redes populares da Farmarcas (Ultra Popular, Super Popular e Maxi Popular), o crescimento se mostra ainda maior. Nos primeiros nove meses deste ano, as redes cresceram 49,3% em relação ao mesmo período de 2017.

Já no comparativo dos meses de setembro de 2018 e de 2017, o aumento foi de 46,6%. Essas redes apresentaram tamanho sucesso que, constantemente, outras drogarias copiam suas marcas, o que ocasionou uma recente reformulação em toda identidade visual das redes administradas pela Farmarcas.

Fonte: Farmarcas Foto: divulgação/Farmarcas


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Importação de produtos farmacêuticos cresce 77% em Goiás

PFARMA

(Texto atualizado em 18/11/2020 às 08:24 pm)

Os produtos farmacêuticos lideraram a lista de importações em Goiás no mês de janeiro e dados da balança comercial brasileira apontaram que a indústria farmoquímica no Estado está mais aquecida em 2020.

Segundo os índices divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, do montante de US$ 324,9 milhões gastos nas importações do Estado, US$ 115,7 milhões são insumos do setor farmacêutico. O valor representa um crescimento de 77,35% em relação ao mês de janeiro do ano passado.

Goiás sedia o segundo maior pólo farmoquímico do Brasil. Localizado a 60km de Goiânia, em Anápolis, o distrito abriga seis indústrias farmacêuticas e outras 17 do setor químico. O grande potencial da região atrai investidores de todas as partes do país, como é o caso da Distribuidora de Medicamentos e Produtos de Saúde – FUTURA, com sede no Rio de Janeiro. Leia mais ›


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Mercado popular de maquiagens cresce, mas barateamento pode trazer danos à saúde

Mercado popular de maquiagens cresce, mas barateamento pode trazer danos à saúde - Notícias

O setor de cosméticos cresceu 2,8% no último ano – mais do que o Produto Interno Bruto (PIB), que avançou 1%, e do que a produção industrial do País (aumento de 2,5%), conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). A alta está de acordo com o crescimento das vendas de maquiagens populares, mesmo em momento de crise econômica.Na Rua 25 de Março, conhecido centro comercial de São Paulo, o número de lojas que vendem maquiagens aumentou 30% desde o início de 2016, segundo a associação de lojistas da região. A expansão dos cosméticos em conta favorece o mercado, mas pode ter outras consequências. O barateamento, somado à pouca regulamentação no ramo, expõe o consumidor a riscos de saúde.

Certos compostos trazem efeitos que vão desde acne e manchas na pele até sintomas mais gerais, como dores de cabeça e tonturas. Entretanto, produtos baratos não necessariamente são sinônimo de má qualidade, como explica a dermatologista Tatiana Gabbi, da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). “O custo para fazer um cosmético é relativamente baixo, portanto não é preciso que seja supercaro para ser bom”, informa a médica.

O problema está, principalmente, no aumento da importação que o barateamento traz. Tatiana explica que, nos importados em conta, é comum que a fabrica Leia mais ›


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Importação de medicamentos cresce 182% em 10 anos

A participação das importações no mercado farmacêutico saltou 19 pontos percentuais em dez anos, chegando a representar 58% do total de medicamentos e insumos comercializados no País. Isso representa US$ 8,4 milhões dos US$ 16 milhões que o setor fatura por ano. “Essa tendência é preocupante porque revela um Brasil pouco amigável para investimentos no setor industrial, forçando o setor, por questões econômicas, a importar”, esclarece Antônio Britto, presidente-executivo da INTERFARMA (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa). Leia mais ›


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Setor de farmácias acelera no RN

A forte retração do varejo no último ano parece não ter afetado o setor farmacêutico, que registra crescimento nas vendas, enquanto avança em solo potiguar. São farmácias e drogarias novas, reformadas ou ainda em obras que surgem – às vezes no mesmo quarteirão – ocupando os mais cobiçados endereços da capital. O número de farmácias operadas por grupos locais cresceu 31,5% em 2016. Mesmo sem dados globais das grandes redes nacionais por Estado, o crescimento é facilmente percebido pela quantidade de estabelecimentos abertos. As vendas no país aumentaram 11,03% e a tendência é de mercado aquecido este ano. Leia mais ›


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