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Anvisa suspende a venda de remédio para emagrecer

Anvisa suspende a venda de remédio para emagrecer

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nesta semana a fabricação, distribuição e divulgação do remédio para emagrecer Levlym. De acordo com a agência, a proibição acontece depois que foi comprovado que duas páginas na internet vendiam produtos sem o registro adequado.

Nos sites, a marca promete uma fórmula qu garante o bloqueio e eliminação de gorduras, o que não é comprovado. “Inibidor de apetite natural. Gordura eliminada pelas fezes. Intestino 100% regulado! Efeitos de drenagem linfática. Mais energia e disposição”, indica a propaganda. A empresa chega a dizer que possui registro na Anvisa, o que não é verdade.

A Anvisa suspendeu a venda do proibido em todo o território nacional. Questionada, a empresa afirma que sofreu falsificações de seus produtos, que passaram a ser vendidos como se fossem originais.


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Mercado farmacêutico





Como os testes de farmácia beneficiam a população e a indústria de saúde

Como o negócio de testes de farmácia beneficia a população e a indústria de saúde

O que é uma realidade há mais de 20 anos em nações desenvolvidas como os Estados Unidos, começa a ganhar força no Brasil: a proliferação de testes de farmácia – aqueles disponibilizados nos balcões ou prateleiras das drogarias – começa a ocorrer para além da checagem preliminar de gravidez. A sala de oportunidades que se abre no território brasileiro teve como primeira mobília o teste para o vírus HIV, quando lá em 2015 a ANVISA publicou resolução sobre as regras para os registros de produtos com esta finalidade. Os chamados autotestes de HIV passaram a ser disponibilizados há pouco mais de 1 ano nas farmácias com preço que varia entre R$ 60 e R$ 70, em média.

A abertura para os autotestes de HIV configura um rol imenso de benefícios para o mercado brasileiro. Se de um lado a população ganha meios acessíveis para uma triagem inicial de determinada doença, do outro a indústria de saúde vê no horizonte um vasto campo de oportunidades – que vai além das vendas desse tipo de produto, impactando sobretudo o segmento de laboratórios de análises clínicas.

Se no mundo desenvolvido a gama de opções de testes de farmácia está estabelecida, no Brasil ainda encaramos como uma tendência – uma forte tendência. Os estudos que vêm sendo realizados combinam a diversificação das chamadas matrizes de coleta (os meios utilizados para coletar o material que apontará o diagnóstico preliminar) com as doenças ou reações adversas do organismo em si. Isso evidencia que o desenvolvimento dos autotestes, independentemente da situação vivida pelo paciente, abre um imenso leque: do direcionamento para testes específicos à ampliação de novas matrizes de coleta de amostras para flexibilização da testagem de exames mais complexos nos laboratórios de análises clínicas. Hoje, o cenário de pesquisa e desenvolvimento de autotestes abrange cerca de 60 soluções para tornar acessível aos brasileiros a triagem em torno de doenças autoimunes, hormonais, neurológicas e infecciosas.

Num país como o Brasil, em que fatores de infraestrutura e clima são bem peculiares, trabalhar em cima da disponibilidade de diferentes matrizes de coleta é fundamental. Um exemplo já disponível – ainda não em farmácias – é o teste de intolerância e hipersensibilidade alimentar, feito a partir da coleta de sangue capilar por punção digital. Esse tipo de matriz – bem como saliva (swab bucal) e coleta de sangue em papel filtro – mitiga significativamente subnotificações (comuns em casos que envolvem saúde pública) e/ou ausência de diagnóstico que têm como origem limitações logísticas. É o caso de diagnósticos negativos de dengue, principalmente em regiões afastadas dos grandes centros urbanos do país. Devido à estabilidade da amostra de sangue, limitada a 7 dias e à conservação em temperaturas entre 2 e 8ºC, essas subnotificações alteram de modo significativo as estatísticas relacionadas à doença. Para se ter uma melhor dimensão, há um estudo da FIOCRUZ Bahia que conclui: o número de casos de dengue seria 12 vezes maior que o tornado público devido exatamente às subnotificações. Esses e outros dados levaram os autores do estudo a concluírem que a vigilância tem subestimado, substancialmente, a carga da doença no Brasil.

Assim, o investimento em diferentes matrizes de coleta – e a posterior viabilização de autotestes e/ou autocoleta – são meios imprescindíveis de combater enfermidades ou distúrbios. Se comparada à coleta de sangue convencional, a utilização do papel filtro, por exemplo, mostra um promissor caminho: ele apresenta estabilidade de 30 dias e conservação em temperatura ambiente.

Não se pode negar, portanto, que este movimento de inovação e tecnologia em novos diagnósticos, a partir do ponto de vista da acessibilidade da população em identificar determinada doença com um autoteste e/ou pela autocoleta, traz boas perspectivas para a saúde populacional. Alzheimer e outras doenças neurológicas, que até o momento não são curáveis, já estão sendo estudados pelo prisma do diagnóstico preliminar via testes laboratoriais menos complexos, como pela coleta de saliva, por exemplo. A detecção e tratamento iniciado precocemente – ainda que não haja a cura – pode reduzir os sintomas e entregar melhor qualidade de vida ao paciente.

Já pelo lado da indústria farmacêutica e saúde, essa tendência dos testes de farmácia configuram uma oportunidade enorme para a produção industrial – por universidades e laboratórios – em grande escala, com custos reduzidos e garantia de qualidade. Num futuro próximo, o mercado da saúde vai migrar para uma atuação mais personalizada, mais autossuficiente, com a entrega de soluções que colaborem para uma maior autonomia, acesso e poder de decisão pela população.

Se considerado o valor de exames nos laboratórios de medicina diagnóstica, a margem de lucro com autotestes pode não ser alta, porém ganha-se no volume, uma vez que a maior acessibilidade e autonomia da população certamente irá desencadear grande demanda. Além disso, um eventual resultado positivo força o exame mais detalhado e confirmatório, estabelecendo-se correlação com o que há anos se pratica em casos de gravidez quando previamente apontada num teste de farmácia.

De um lado, fácil acesso, baixo custo, e maior independência para diagnosticar problemas de saúde e tratá-los com razoável chance de boa manutenção de qualidade de vida. Do outro, a diversificação de receitas e o crosseling natural para o diagnóstico preciso com exames complementares e medicamentos ou atividades associadas ao tratamento. Como se pode constatar, o futuro desenhado em torno dos autotestes é uma relação ganha-ganha para todos os envolvidos, público-final, laboratórios e indústria. E o melhor: com duração ininterrupta, muito mais que os 9 meses de uma gestação.


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Concurso público oferta diversas vagas e salários de até R$ 2,4 mil no Tocantins

AF Notícias | Estado | Concurso público oferta diversas vagas e salários de até R$ 2,4 mil no Tocantins

(Texto atualizado em 29/06/2020 às 08:34 am)

O concurso público do Conselho Regional de Farmácia do Tocantins (CRF-TO) oferta diversas vagas e salários que podem chegar a R$ 2,4 mil. A entidade tem sede em Palmas.

As inscrições poderão ser feitas de 02 de dezembro de 2018 a 13 de janeiro de 2019, mediante o pagamento da taxa de R$ 60 ou R$ 48, a depender do cargo. Já as provas serão aplicadas pelo Instituto Americano de Desenvolvimento (IADES) no dia 27 de janeiro de 2019, em Palmas.

Os cargos com oportunidades disponíveis são analista de TI e assistente administrativo, com 2 vagas para preenchimento imediato e 10 para cadastro reserva.

O edital e outras informações do concurso estão disponíveis aqui.


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Conselho Federal de Farmácia oferece rastreamento de diabetes gratuito

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Segundo dados da última pesquisa publicada pela International Diabetes Federation (IDF), mais de 5,7 milhões de brasileiros têm diabetes e não sabem, e outros 14,6 milhões podem desenvolver a doença em um futuro próximo. De olho nessa fatia da população não diagnosticada, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) organiza, até o dia 30 de novembro, uma série de exames gratuitos em 400 farmácias do país para identificar pacientes.

Os participantes passarão por teste de glicemia capilar, medida da circunferência abdominal, medição de peso e altura, e responderão a um teste para avaliar o risco de desenvolvimento do diabetes. O atendimento é gratuito e, no Distrito Federal, acontece em 10 farmácias credenciadas (confira a lista aqui).

No Brasil, são 400 farmácias participantes, e o CFF pretende avaliar quase 12 mil pessoas. O presidente do conselho, Walter Jorge João, explica que a presença desses estabelecimentos em quase todo o país e a capacidade técnica dos farmacêuticos são diferenciais na campanha. “Ao participar da ação, o farmacêutico dá visibilidade ao seu trabalho e consolida a imagem da farmácia onde trabalha como local de cuidado à saúde”, afirma.

 




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Hidroclorotiazida no uso prolongado pode levar ao câncer de pele

Anvisa alerta para o uso prolongado de hidroclorotiazida

Uma nota publicada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertou profissionais da saúde sobre o risco de câncer de pele com o uso de hidroclorotiazida. Este medicamento é um diurético indicado para o tratamento de hipertensão arterial sistêmica, edema associado à insuficiência cardíaca, renal ou hepática, entre outras doenças. A hidroclorotiazida faz parte da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), consta do esquema de tratamento da hipertensão arterial recomendado pelo Ministério da Saúde (Caderno de Atenção Básica nº 37) e é disponibilizado gratuitamente para pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No Brasil, é encontrado sob inúmeros nomes comerciais, além do nome genérico, e é utilizado amplamente pela população brasileira.

O alerta da agência brasileira se fundamentou na nota informativa da agência reguladora europeia (European Medicines Agency – EMA), em estudos epidemiológicos e em dados de farmacovigilância europeus e brasileiros que apontaram que pacientes em uso contínuo e prolongado de hidroclorotiazida poderiam ter risco aumentado de câncer de pele não-melanocítico.

Além disso, outras autoridades reguladoras, tais como a agência do Reino Unido (The MedicinesHealthcare products Regulatory Agency – MHRA) e a agência espanhola (Agencia Española de Medicamentos y Productos Sanitarios – AEMSP) já haviam se manifestado sobre o tema com publicação de alertas sanitários e inclusão de notas sobre segurança nas bulas dos medicamentos contendo este fármaco.

A Anvisa tomou duas medidas sanitárias importantes: emitiu o Alerta Sanitário com vistas a informar aos profissionais da saúde e aos pacientes sobre o risco de câncer, e solicitou aos fabricantes da inclusão imediata de informações adicionais sobre segurança nas bulas de todos os medicamentos que contêm hidroclorotiazida, tanto os de marca quanto os genéricos e similares.

Papel dos farmacêuticos

O Conselho Federal de Farmácia (CFF),  por meio do Centro Brasileiro de Informação sobre Medicamentos (Cebrim), recomenda aos farmacêuticos que informem aos pacientes em uso de hidroclorotiazida, especialmente aqueles que fazem uso prolongado e/ou de doses elevadas, de que isso pode aumentar o risco de ocorrência de alguns tipos de câncer de pele e no lábio (câncer de pele não-melanocítico).

Aos farmacêuticos que acompanham pacientes com antecedentes de câncer de pele não-melanocítico, o CFF recomenda que os encaminhem para reavaliação médica para verificar a possível ocorrência de alterações cutâneas e para reconsideração do tratamento.

Aos pacientes, o farmacêutico deve informar sobre as precauções a serem observadas tais como, limitar a exposição excessiva ao sol e/ou aos raios ultravioleta e a usar fotoproteção adequada. Além disso, deve orientá-los a observar, periodicamente, a pele, e procurar um especialista para avaliação, em caso do aparecimento de lesões cutâneas suspeitas ou mudanças de aspecto de lesões já existentes.

Fonte: Cebrim/CFF

Foto: Shutterstock

 


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Marca famosa de shampoo é proibida pela Anvisa: entenda

Marca famosa de shampoo é proibida pela Anvisa: entenda

(Texto atualizado em 02/04/2020 às 10:55 am)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu em todo o Brasil a fabricação, distribuição e venda do Shampoo Hidratante Morte Súbita, da marca Lola Cosmetics

Segundo a Anvisa, o cosmético é irregular já que existe uma diferença entre a fórmula usada na sua fabricação e a que foi notificada à agência reguladora.

Veja quais foram as medidas adotadas:

Shampoo Morte Súbita é proibido pela Anvisa

A resolução, publicada no Diário Oficial da União, determina, como medida de interesse sanitário e prevista para todo o território nacional, as seguintes providências ao produto Shampoo Hidratante Morte Súbita, da Lola Cosmetics: Leia mais ›


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Tinta específica ajuda na rastreabilidade de medicamentos

A Domino Printing, representada no Brasil pela Sunnyvale, conta com tinta específica para atender às demandas da rastreabilidade de medicamentos. As codificadoras com tecnologia TermoInkJet (TIJ) trabalham com a tinta BK652 que traz como destaques rápida secagem, contraste e a durabilidade de leitura dos dados codificados nas embalagens dos remédios.

A tinta especialmente desenvolvida e fabricada pela Domino para o setor farmacêutico apresenta um contraste excepcional, com isto é possível trabalhar inclusive com resoluções menores alcançando ótimo Grade para Datamatrix, tipicamente Grade A. “Uma melhor autonomia resulta em um menor custo de impressão e um maior Up Time da linha de produção. Estes são alguns benefícios quando se consegue garantir boa qualidade mesmo com baixa resolução”, comenta o João Fortes, gerente de produto da Sunnyvale.

Podemos destacar também que a BK652 conquistou o certificado BlueWow 5 do Smithers Pira Institute, isto significa que a durabilidade e o contraste da tinta são garantidos por toda a vida útil do medicamento e ainda se manterá por aproximadamente um ano após o vencimento. “Este é um detalhe importantíssimo na escolha do codificador a jato de tinta, pois em testes pode-se constatar que muitos fornecedores não se preocupam com este detalhe e, se não houver a garantia, há um grande risco de recall de medicamentos devido a leitura do Datamatrix ser prejudicada ao fim da validade do medicamento”, complementa João Fortes.

Fonte: Panorama Farmacêutico


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Senado homenageia Faculdade de Farmácia da USP e seu ex-reitor, Lineu Prestes

Plenário do Senado Federal durante sessão especial destinada a comemorar 120 anos da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP) e homenagear o professor Lineu Prestes.  Requerente da sessão, senadora Marta Suplicy (MDB-SP), recebe diploma de homenagem das mãos da diretora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP), Primavera Borelli.  Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

“Registrar o passado não é falar de si; é falar dos que participaram de uma certa ordem de interesse e de visão do mundo, no momento particular do tempo que se deseja evocar.” Com essa citação do sociólogo e professor Antônio Cândido, a diretora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da Universidade de São Paulo, Primavera Bonelli, registrou os 120 anos da instituição e o papel fundamental do ex-reitor da USP, Lineu Prestes, para a história daquela escola.

A FCF comemora 120 anos de fundação, sob o nome de Escola Livre de Farmácia de São Paulo, mas com origens remontando aos anos de 1800, quando começou uma trajetória reconhecida por sua contribuição à sociedade paulista e brasileira no ensino de ciência, saúde, tecnologia e inovação, salientou Primavera. Foi a terceira instituição de ensino superior de São Paulo, pioneirismo que permanece até os dias atuais, já que é uma das cinquenta melhores escolas de Farmácia do mundo, disse. Leia mais ›


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Anvisa define regras para produtos de terapias complementares

Os produtos sujeitos à vigilância sanitária considerados de uso tradicional para a saúde terão um regulamento específico da Anvisa. O objetivo é definir regras para produtos de terapias complementares e alternativas que hoje não têm seus critérios sanitários claramente definidos.

Até o momento, apenas os produtos da medicina tradicional chinesa têm algum tipo de previsão mais específica na legislação, já que em 2014 a Anvisa publicou a Resolução de Diretoria Colegiada da Anvisa – RDC 21, que previu o monitoramento desses produtos pelo prazo de três anos, sem especificar, contudo, critérios de registro ou notificação na Anvisa. Leia mais ›


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ANVISA





No Rio, preços de remédio podem variar mais de 150%

Receita médica na mão, o agente predial Fábio Luis confere de ponta a ponta todas as farmácias da Rua Jardim Botânico, e são várias, antes de comprar qualquer remédio. E o que pode parecer, a princípio, um certo exagero, já que ele não faz uso regular de nenhum medicamento, se mostra a melhor prática no dia a dia. Levantamento exclusivo feito para a “Defesa do Consumidor” pelo comparador de preços Pinngo encontrou variações de preços de mais de 150% em 20 medicamentos de uso rotineiro, pesquisados em 700 estabelecimentos de Norte a Sul da cidade, pelo Pinngo — aplicativo de comparação de preços de produtos em pontos de venda .
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8 mitos e verdades sobre o câncer de próstata

(Texto atualizado em 02/03/2020 às 10:06 am)

O mês de novembro é marcado pela campanha mundial da luta contra o câncer de próstata, que busca conscientizar os homens sobre a importância de realizar os exames anualmente, a fim de combater o tumor logo no primeiro estágio.

Com tantas dúvidas desde o diagnóstico ao tratamento, o professor do setor de uro-oncologia da FMABC (Faculdade de Medicina do ABC) e responsável pelo setor de cirurgia robótica urológica no Hospital Brasil e rede D’Or, Dr. Marcos Tobias Machado, esclarece o que é mito ou verdade sobre o câncer de próstata.

Veja a seguir:

1) Câncer de próstata não tem cura?

Mito. A maioria dos pacientes com este tipo de tumor pode ser curado ou ter uma sobrevida bastante longa. De acordo com o Dr. Marcos Tobias, existem três fatores importantes que definem o prognóstico do paciente: Leia mais ›


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PRF apreende 759 frascos de produtos sem registro na Anvisa em Mato Grosso

(Texto atualizado em 16/02/2020 às 11:35 pm)

Uma grande quantidade de produtos terapêuticos foi apreendida na manhã de segunda-feira (03) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR 174, em Pontes e Lacerda/MT. Eles eram transportados em um ônibus que faz a linha Goiânia – Porto Velho.

No bagageiro do veículo, os policiais encontraram 55 caixas com 759 frascos de medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância (Anvisa). São produtos que os fabricantes e vendedores dizem atuar em diversas doenças, porém não há nenhuma comprovação científica de sua eficácia. Alguns trazem até erros de português na embalagem, como um que é prescrito para “Mau” de Parkinson e não Mal de Parkinson.

Em outros frascos há a inscrição “PRODUTO ISENTO DE REGISTRO”, no entanto, resolução da Anvisa dispõe que alimentos com alegações de propriedade funcional e ou de saúde necessitam do registro em órgão competente.

O proprietário da mercadoria não viajava no ônibus, mas ele foi identificado e poderá responder e pelo crime de falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais.

Os produtos foram e a qualificação do passageiro foram encaminhados à Anvisa que dará sequência ao caso.

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Merck e Medisafe lançam aplicativo para melhorar o tratamento de doenças crônicas

(Texto atualizado em 13/02/2020 às 09:25 am)

Apple vai parar de divulgar números de iPhones e iPads vendidosA Merck, empresa líder em ciência e tecnologia, e a Medisafe, plataforma líder na criação de soluções para gerenciamento de medicamentos, anunciaram o lançamento de uma nova iniciativa que vai auxiliar milhares de pacientes com doenças crônicas, com objetivo de gerenciar a utilização de medicamentos e adesão aos tratamentos prescritos. O novo aplicativo foi lançado no Brasil, México e Rússia e pode ser baixado em IOS ou Android.

A parceria entre Medisafe e Merck fornecerá ao paciente acesso a uma versão personalizada desse aplicativo, que já está disponível para o público em geral. Nessa versão, o paciente que usa medicamentos da Merck terá acesso a conteúdos exclusivos e mais informações sobre doenças e tratamentos, além da plataforma personalizada de adesão ao tratamento da Medisafe. Para ter acesso aos benefícios, basta baixar o aplicativo do Medisafe no seu celular e inserir os medicamentos que faz uso contínuo. Leia mais ›


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Automação do atendimento: qual deve ser o ponto de partida?

Automação do atendimento: qual deve ser o ponto de partida?

Automatizar o atendimento é um caminho já trilhado por empresas dos mais diversos setores, não apenas para melhorar a relação com consumidores e experiencia do cliente, por meio de um atendimento mais ágil e assertivo, mas também para reduzir custos e tornar a operação escalável. Ainda, direcionar os profissionais do setor para resolver questões mais complexas, que exijam criatividade e capacidade cognitiva.

Mas, antes de dar esse passo, é necessário estar atento àquilo que será o ponto de partida na implantação desse projeto: Contar com profissionais que conheçam o negócio, capazes de analisar de maneira abrangente seus atuais processos de atendimento, o perfil de seus clientes e, principalmente, alinhar essas informações à estratégia de crescimento de sua área e de sua empresa.

Apenas um diagnóstico preciso, que considere onde seu atendimento se encontra X onde pretende chegar, pode contribuir para que o projeto de automação cumpra seu objetivo inicial. E nem sempre é possível delegar a profissionais internos a missão de buscar as soluções mais adequadas para a resolução dos seus problemas.

Isso porque, para realizar esse diagnóstico, não basta só conhecer bastante das novas tecnologias disponíveis no mercado de automação de atendimento, é preciso ter um olhar do negócio sob a perspectiva do cliente, para que suas necessidades sejam atendidas com precisão, com impactos diretos em sua satisfação e consequente fidelização.

É necessário que, esse profissional ou empresa parceira seja capaz de entender todas as nuances do seu negócio, as características do atendimento ao consumidor no setor em que sua empresa atua, para assim ajudá-lo a construir um projeto que englobe suas principais demandas nessa área. Também precisa ter bem definido o objetivo e tática de como operacionalizar a automação, traçar os objetivos, que geralmente permeiam gerar uma melhor experiência do usuário, reduzir custo e permitir a escalabilidade da operação, além de ter em mente como fazê-lo. Se o foco é puramente no resultado mais rápido e menos custoso, contratar o serviço geralmente é a melhor solução. Se o objetivo é transformar essa solução em um produto, talvez criar sua própria ferramenta e metodologia pode fazer sentido. Agora se é manter a inteligência de atendimento ao cliente dentro de casa, mesmo que isso comprometa o resultado, operar uma ferramenta de mercado pode ser o caminho mais estratégico.

Estamos falando aqui de uma decisão que pode implicar, inclusive, em mudanças culturais na empresa. Pois ao fazer essa escolha de implantação do atendimento automatizado, o gestor da área de atendimento ao cliente precisa parar de olhar apenas para sua operação e, mais do que isso, precisa entender que ela é um braço de uma operação macro da empresa. E o alinhamento à estratégia geral da companhia é requisito básico para que esse pontapé inicial seja certeiro.

 
 
 
 


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Saturação farmacêutica: como sair da zona de conforto?

Saturação farmacêutica: como sair da zona de conforto? - ASCOFERJ

(Texto atualizado em 21/01/2020 às 12:00 pm)

Em 1975, haviam inscritos no CRF-RJ, aproximadamente, quatro mil farmacêuticos; em 27 anos, esse quantitativo se multiplicou. Em 2002, tínhamos uma média de 8,6 mil. Hoje temos uma estimativa de 26 mil farmacêuticos inscritos, ou seja, em 16 anos, tivemos um aumento de 17,4 mil novos profissionais atuando na área de farmácia.

Apesar da ampliação de atuação dos farmacêuticos, das 131 áreas hoje permitidas, 70% dos recém-formados são recebidos pelo varejo. Antigamente, bastava o farmacêutico ter registro no Conselho para ter um emprego garantido. Infelizmente, essa situação trouxe uma estagnação do profissional, pois, sem experiência e/ou qualificação, após a sua formação já tinha garantido três salários mínimos por mês.

Até quando teremos essa “garantia” diante do aumento de faculdades, formando centenas de novos farmacêuticos por semestre?

Além dos novos profissionais no mercado, não podemos deixar de falar dos avanços da tecnologia, farmácias altamente equipadas, substituindo pessoas por robôs.

Os profissionais que atuam no varejo estão expostos a várias barreiras que impedem o crescimento profissional deles, mas não podemos esquecer de destacar que a maior ameaça é a estagnação, uma vez que percebemos muitos farmacêuticos imobilizados diante das suas frustrações, sem reagir ou refletir sobre quais fatores estão os impedindo de se realizarem profissionalmente.

Diante desses fatores, para mudarmos o cenário atual, é necessário sair da zona de conforto e começar a refletir sobre o valor do farmacêutico para a farmácia, sobre a importância desse profissional para a população e sobre o que o motiva a ir todos os dias para o trabalho.

Você, farmacêutico, deve se perguntar qual é o seu diferencial e quais outros talentos você tem além do conhecimento com responsável técnico. De que forma você pode contribuir para o crescimento da empresa e aumentar a sua remuneração? Estamos finalizando mais um ano e o que mudou na sua vida profissional? Quais dos objetivos desejados no início do ano foram alcançados?

Se, ao analisar as perguntas acima, você perceber que ainda não alcançou os objetivos nem realizou os seus desejos, reavalie o seu modo de pensar. Seja responsável técnico e amplie sua atuação para obter resultados melhores, garantindo a valorização profissional do farmacêutico.

Que, em 2019, possamos mudar nossas atitudes e usar nosso conhecimento e talento a nosso favor.

Fonte: ASCOFERJ 


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Legislação e regulamentações





Comissão de Ciência e Tecnologia aprova letra legível em receitas e exigência de princípio ativo de remédio

(Texto atualizado em 14/01/2020 às 10:08 am)

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática aprovou proposta que obriga os médicos e dentistas a colocarem por extenso em letra manuscrita legível ou texto impresso, nas prescrições, a posologia e a forma de uso dos medicamentos, além de sua Denominação Comum Brasileira (DCB) ou, na sua falta, a Denominação Comum Internacional (DCI).

O texto foi aprovado na forma do substitutivo apresentado pelo relator, deputado Vitor Lippi (PSDB-SP), ao Projeto de Lei 7476/06, do Executivo, e cinco apensados. O texto altera a Lei 5.991/73, para conferir validade em todo o País a receitas e notificações de receitas médicas e odontológicas, para fins de comercialização de medicamentos.

“As receitas, que determinam como as drogas devem ser utilizadas, devem ser de fácil e clara leitura e compreensão para evitar questionamentos ou mesmo erros que podem afetar a integridade física dos pacientes”, disse o relator. “A validade das prescrições para todo o território nacional facilita a vida de quem viaja”, continuou. Leia mais ›


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Legislação e regulamentações





CRF-SP atualiza sua plataforma de capacitações online

CRF-SP atualiza sua plataforma de capacitações online - CRF-SP

(Texto atualizado em 14/01/2020 às 10:09 am)

 

O CRF-SP lança hoje a nova plataforma da Academia Virtual de Farmácia. A ferramenta traz um visual mais moderno e utiliza tecnologia responsiva, ou seja, se adapta a qualquer tipo de dispositivo eletrônico como celulares ou tablets, o que contribui para facilitar o seu acesso e utilização.  Além disso, a nova plataforma da Academia Virtual possibilita a emissão de certificados após a conclusão do curso e a realização da avaliação do aprendizado.

A Academia também ganhou uma nova categoria, que são os cursos (possuem avalizações e certificados para os participantes), e uma grade de atualização mais completa, com a inclusão de quatro novos temas:  Boas práticas na dispensação de medicamentos com ênfase em POP; Boas práticas na farmácia magistral com ênfase em POP; Como montar uma farmácia – passo a passo; e Gestão em farmácia hospitalar. Para facilitar o acesso, os cursos foram divididos em quatro eixos que contemplam as áreas de Cuidado farmacêutico, Gestão, Legislação e Prescrição Farmacêutica.

A plataforma pode ser utilizada gratuitamente por farmacêuticos inscritos e regulares no CRF-SP e contribui para estimular e possibilitar o aperfeiçoamento profissional continuo àqueles que estão em locais distantes, que não têm disponibilidade de horário para participar de cursos presenciais, ou ainda que prefiram essa forma de estudo.

Ao todo são disponibilizados 14 cursos, cinco capacitações e três campanhas de saúde. Outra novidade é a inclusão da área “Fiscalização Orientativa”, que disponibiliza textos sobre o tema.

O login e o usuário para quem já possui cadastro na antiga plataforma serão mantidos. Para quem deseja se inscrever pela primeira vez, basta acessar http://ensino.crfsp.org.br/moodle e acompanhar o passo a passo.

Fonte: CRF-SP


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Mercado farmacêutico





Vedado credenciamento de farmácias para a distribuição de medicamentos

Vedado credenciamento de farmácias para a distribuição de medicamentos – O Presente

(Texto atualizado em 18/12/2019 às 04:55 pm)

Não é viável o credenciamento de farmácias particulares para fornecimento à população de medicamentos que não são distribuídos diretamente na farmácia básica municipal, por meio de inexigibilidade de licitação, pois não estão presentes os requisitos da inviabilidade de competição e da não existência de interesses excludentes entre os possíveis contratantes.

Para a aquisição desses medicamentos, que não podem ser mantidos em estoque, o recomendável é a utilização do Sistema de Registro de Preços, por meio da modalidade pregão. Assim, é possível o registro de preços de diversos itens por meio de uma única licitação, para aquisição futura e entrega parcelada, resultando na melhor contratação para a administração pública.

Essa é a orientação do Pleno do TCE-PR, em resposta a Consulta formulada pelo prefeito do Município de Engenheiro Beltrão (Noroeste), Rogério Rigueti Gomes, na qual questionou se seria legal a realização de processo de inexigibilidade de licitação para o credenciamento de farmácias para fornecimento à população de medicamentos que não são distribuídos diretamente na farmácia básica municipal.

Os pareceres da Procuradoria-Geral do Município e da Coordenadoria de Fiscalização de Transferências e Contratos (Cofit) do TCE-PR opinaram pela possibilidade de contratação direta de farmácias, por meio de credenciamento, para fornecimento de medicamentos não disponíveis em farmácia básica.

O Ministério Público de Contas (MPC-PR) posicionou-se pela impossibilidade de cadastramento de farmácias para distribuição à população de medicamentos suplementares aos da farmácia básica municipal, pois essa modalidade não está entre as hipóteses de contratação direta previstas na legislação. O órgão ministerial indicou como alternativa juridicamente viável à solução do problema a realização de registro de preços, com exceção das hipóteses de aquisição direta emergencial.

Decisão

O relator do processo, conselheiro Ivens Linhares, afirmou que o credenciamento é o procedimento por meio do qual o poder público pré-qualifica todos os interessados a contratar que preencham determinados requisitos do chamamento; e somente pode ser adotado em situações restritas.

Linhares lembrou que, por se tratar de hipótese excepcional de contratação direta por inexigibilidade de licitação – artigo 25 da Lei nº 8.666/93 (Lei de Licitações e Contratos) –, o credenciamento somente pode ocorrer quando não houver possibilidade de competição e para a aquisição de bem ou serviço não seja fornecido exclusivamente por um dos interessados.

O conselheiro destacou que o Tribunal de Contas da União (TCU) tem admitido o credenciamento apenas para a contratação de serviços específicos, como os médico-assistenciais (serviços complementares), os jurídicos comuns (advocacia de massa), os bancários e os de treinamento (cursos de aperfeiçoamento).

O relator ressaltou, ainda, que não existe a possibilidade jurídica de distribuição de medicamentos pelos municípios que não seja submetida à assistência farmacêutica do Serviço Único de Saúde (SUS). Ele afirmou que a necessidade de planejamento prévio para a inclusão de medicamentos em lista suplementar municipal afasta uma suposta imprevisibilidade, que caracterizaria a inviabilidade de competição, o que é essencial à utilização do credenciamento.

Linhares concluiu que é recomendável, em contextos nos quais haja um mercado competitivo, que as compras de medicamentos sejam operacionalizadas por meio do Sistema de Registro de Preços, procedimento que facilita o planejamento dos gastos e dos estoques.

 

Fonte: O Presente


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Mercado farmacêutico





Canabidiol já pode ser comprado em farmácia de alto custo do Distrito Federal

(Texto atualizado em 12/12/2019 às 12:32 pm)

A partir desta semana, os familiares dos pacientes que precisam de medicamentos a base de canabidiol, no Distrito Federal, não necessitam mais entrar na Justiça para conseguir os remédios.

Essa é a promessa da Secretaria de Saúde do Distritto Federal, que publicou uma portaria padronizando a compra dessas substâncias.

Até a semana passada, a pasta só adquiria os medicamentos se os interessados entrassem na justiça.

Agora, aqueles que precisam dos remédios a base de canabidiol no Distrito Federal precisam fazer cadastro na farmácia de alto custo pelo telefone 160 indicando o CPF do paciente ou responsável, nome do medicamento e substância ativa, que constam na receita médica.

Também é necessário ter autorização de importação da Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que pode ser obtida no endereço portal.anvisa.gov.br.

A pedagoga Lídia de Carvalho, mãe de Uriel, de 2 anos e 11 meses, sofre para conseguir o medicamento a base de canabidiol com a Secretaria de Saúde.

A criança nasceu com uma doença genética rara que provoca desordem metabólica. Sem o remédio, Uriel pode sofrer 200 convulsões por dia.

Mas, mesmo com comprovação médica da necessidade da substância, Lídia só conseguiu comprar o remédio depois que a Justiça ordenou a secretaria a depositar o dinheiro diretamente em sua conta.

Luana Alves é outra mãe que utiliza o medicamento a base de canabidiol para melhorar a qualidade de vida do filho.

Ela teve que entrar na Justiça para obter a substância e acha que a mudança na aquisição desses remédios pela Secretaria de Saúde vai ajudar as famílias que precisam.

Desde 2015, a Secretaria de Saúde comprou 206 unidades de produtos diversos a base de canabidiol para 21 pacientes.


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Nova moção de repúdio contra os cursos EaD – CRF-SP

Câmara Municipal de Bariri aprova moção de repúdio aos cursos EaD na área da saúde

(Texto atualizado em 18/12/2019 às 04:56 pm)

Câmara Municipal de Bariri aprova moção de repúdio aos cursos EaD na área da saúdeCâmara Municipal de Bariri aprova moção de repúdio aos cursos EaD na área da saúdeMais um município paulista se posicionou contra a autorização e o reconhecimento dos cursos de graduação a distância na área de saúde (EaD). Em sessão realizada no último dia 1º, foi a vez da Câmara Municipal de Bariri, no interior do Estado, aprovar moção de repúdio a esta modalidade de ensino.Trata-se da 33º cidade que propõe de forma regimental a moção de repúdio, iniciativa que vem ao encontro das ações promovidas pelo CRF-SP em conjunto com outras entidades contra essa prática na área da saúde, por entenderem que a graduação em EaD coloca em risco a saúde da população.

Em Bariri, a moção de nº 55/2018 foi requerida pelo vereador Ricardo Prearo, que no documento cita a Resolução nº 515/2016 do Conselho Nacional de Saúde, posicionando-se “contrário à autorização de todo e qualquer curso de graduação da área da saúde, ministrado na modalidade Educação a Distância – EaD, pelos prejuízos que tais cursos podem oferecer à qualidade da formação de seus profissionais, bem como pelo riscos que estes profissionais possam causar à sociedade, refletindo uma formação inadequada e sem integração Ensino/serviço/comunidade”.

Na avaliação do vereador de Bariri Ricardo Prearo, a oferta de cursos na área da saúde nesta modalidade pode trazer grandes prejuízos à população e aos profissionais. “Essa formação inadequada de profissionais pode resultar amanhã em um problema muito grave em relação ao serviço de saúde da nossa comunidade. Por isso, fiz uma moção de repúdio mostrando que sou totalmente contrário a esse tipo de formação e das autorizações desse tipo de vaga”.

Fonte CRF-SP


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