Arquivo do blog

46º Lupa de Ouro premia indústria farmacêutica

46º Lupa de Ouro premia indústria farmacêutica

Prêmio do Sindusfarma contempla times de marketing

Aconteceu na noite de ontem (25), a 46ª edição do Prêmio Lupa de Ouro, realizado pelo Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma). O evento celebra as melhores campanhas e os melhores profissionais de marketing da indústria farmacêutica em 22 categorias. O evento aconteceu em São Paulo capital, no Tom Brasil.

Mais de 800 pessoas estiveram presentes no jantar, apresentado pela jornalista Jacqueline Brazil, da TV Globo. Após a premiação, os convidados puderam aproveitar o show da cantora Iza.

Pela primeira  vez, o Lupa introduziu as categorias especiais “Melhor Força de Vendas”, vencida pelo Aché, e “Performance Empresarial Genéricos”, vencida pelo Grupo NC Farma.

Confira todos os vencedores:


Palavras-chave , , , , , ,
Mercado farmacêutico





Tecnologia de análise de dados confirma predominância do diabetes no Brasil

(Texto atualizado em 16/08/2019 às 12:26 pm)

Lançado em 2006, o projeto ELSA-Brasil (Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto) tem como objetivo investigar o desenvolvimento e os fatores de risco para quatro das principais doenças crônicas não-transmissíveis e presentes na vida da população entre 35 e 74 anos de idade – em particular as enfermidades cardiovasculares e o diabetes. Outra meta do projeto é contribuir para a qualificação dos especialistas em epidemiologia de doenças crônicas e melhora da pesquisa científica nessa área do conhecimento.

Para aprimorar esse trabalho, os pesquisadores do ELSA-Brasil decidiram fazer uso da tecnologia do SAS, líder global em softwares e serviços de análise de dados, resultando em estudos cada vez mais relevantes para o entendimento do perfil das principais doenças que afetam o país.

Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico





Lupa de Ouro reconhece os talentos da indústria farmacêutica

Lupa de Ouro reconhece os talentos da indústria farmacêutica

(Texto atualizado em 16/08/2019 às 12:27 pm)

Na última quinta-feira, 25 de outubro, ocorreu a entrega do Prêmio Lupa de Ouro, que reconhece os profissionais do marketing farmacêutico que desenvolveram os melhores projetos e campanhas em 2018.

Em sua 42ª edição, o evento foi promovido pelo Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) e contou com a presença de mais de 800 participantes, em cerimônia realizada no Tom Brasil, em São Paulo.

 

Na edição deste ano, o Lupa introduziu a categoria especial Performance Empresarial Genéricos, vencida pelo Grupo NC Farma. Já a de Melhor Performance de Vendas e o prêmio Excelência em Marketing Adalmiro Baptista ficaram para o Aché. O Lupa de Ouro também contou com show da cantora Iza e patrocínio da Pharmexx, entre outros. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , , ,
Marketing Farmacêutico





Os resíduos de medicamentos e os danos ao meio ambiente e à saúde

O Brasil está entre os países do mundo inteiro onde mais se acumulam resíduos de medicamentos, nas residências. O pior é que o seu descarte, em ampla maioria, é feito de forma incorreta. As consequências disto são os danos ao meio ambiente e consequentemente à saúde. Os resíduos químicos dos medicamentos, quando liberados no sistema de esgoto pelos usuários, contaminam a água que, depois, retorna à população.

Já quando ganham o lixo comum, os resíduos vão parar no aterro, comprometendo a qualidade do solo. E, mais uma vez, é a água que sofre perdas e as repassa à população. Isto, porque os componentes químicos descartados no lixo não raramente alcançam os lençóis freáticos, poluindo os seus reservatórios. As autoridades estão preocupadas com a resistência microbiana associada ao descarte incorreto de medicamentos. A logística reversa é a alternativa para a solução do problema, segundo expectativas do governo brasileiro.

Os resíduos de medicamentos (danos ao meio ambiente e à saúde) são o tema da “Entrevista Farmacêutica”. Para falar sobre resíduos medicamentosos e seus danos à saúde, convidamos o DR. JOSÉ LUIS MALDONADO. Farmacêutico formado pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e doutorando em Saúde Pública, com foco em Farmacoterapia Baseada em Evidências, DR. MALDONADO possui experiência na área regulatória e em produção de medicamentos, com ênfase em controle de qualidade. Ele é o coordenador técnico do Conselho Federal de Farmácia (CFF). Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , , , , , ,
Legislação e regulamentações





TJ não autoriza remédio à base de maconha para criança com síndrome rara

Os desembargadores da Segunda Câmara de Direito Público e Coletivo do Tribunal não autorizaram o fornecimento do medicamento Canabidiol 17,5%, fabricado a partir de uma substância  existente na folha da Cannabis Sativa, a planta da maconha, para uma criança sinopense acometida pela síndrome de West, condição rara que causa ataques epiléticos. Em 2016, a 6ª Vara Cível havia determinado ao Estado e ao município de Sinop que fornecessem o remédio para a menina. Agora, a sentença foi reformada.

Ao ingressar com a ação, a defesa explicou que a criança apresenta quadro severo de comprometimento cerebral por meningoencefalite pós-natal. Possui ainda “espasmos infantis graves em uso de várias medicações anticonvulsivante associados a comprometimento motor com retração de tendões em membros inferiores”. Conforme o relato, “os espasmos diários”, que ocorrem mais de dez vezes ao dia, “levaram a deterioração progressiva neurológica” associada a “crises parciais com frequência maior que cinco vezes ao dia, de duração de vários segundos”.

No entendimento dos desembargadores, o caso “versa sobre o fornecimento de medicamento não fabricado no Brasil, que teria que ser importado a alto custo e que, por ser novo no mercado, ainda não possui estudos conclusivos, quanto a sua eficácia no tratamento de crianças”. Eles ressaltaram ainda que o Sistema Único de Saúde (SUS) “conta com diversas opções para o tratamento da doença”. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico





Gerenciamento do uso de medicamentos: um modelo a ser seguido

Gerenciamento do uso de medicamentos: um modelo a ser seguido

(Texto atualizado em 16/07/2019 às 10:37 am)

A prevenção aos erros medicamentosos é uma das vertentes visadas pelas organizações de saúde, uma vez que gera custos desnecessários e põe em risco a segurança do paciente.

Embora a incidência de eventos adversos referentes à medicação diminuiu entre 2010 e 2015 nas organizações, fora delas, estes casos vêm aumentando. Visando reduzir estes casos, o modelo “Pharm 2 Pharm” foi criado.

Em junho de 2013, a Universidade do Havaí uniu-se a órgãos governamentais, farmácias comunitárias rurais, e outros stakeholders num projheto de inovação, o qual foi premiado um subsídio de inovação de US$ 14,3 milhões para melhorar a reconciliação e o gerenciamento de medicamentos para idosos. O programa, chamado Pharm2Pharm integra farmacêuticos em equipes hospitalares e de atendimento ambulatorial e utilizará tecnologia de informação em saúde para apoiar a tomada de decisões e melhorar a comunicação, particularmente entre farmacêuticos hospitalares e farmacêuticos comunitários.

O projeto tem como objetivo alcançar melhores transições de cuidados, reduções de eventos adversos, melhor adesão à medicação e decisões mais bem informadas e mais centradas no paciente sobre terapias medicamentosas, levando à redução de hospitalizações, readmissões e atendimentos de emergência e melhores cuidados de saúde e saúde para o paciente. pacientes atendidos. Para isso, são sugeridas 9 intervenções:

  1. Utilizar critérios, baseados em evidências, para identificação dos pacientes com maior propensão de se beneficiar do serviço de gerenciamento da medicação
  2. Ajudar os envolvidos a entender a importância da redução do risco de problemas relacionados ao uso de medicamentosos
  3. Recomendar que pacientes visitem um farmacêutico da comunidade após a alta (marcando-se a primeira consulta)
  4. Reconciliar a medicação
  5. Identificar problemas atuais da terapia medicamentosa, dando foco aos problemas relacionados à admissão e aos medicamentos que, geralmente, implicam em hospitalizações
  6. Transmitir todas as informações necessárias na transição de cuidado entre colaboradores.
  7. Trabalhar com cada paciente de acordo com as prescrições após a alta, utilizar um processo de gerenciamento medicamentoso padronizado, de acordo com as melhores práticas
  8. Continuar a dar ênfase nos problemas medicamentosos para prevenir readmissões, principalmente, após a alta
  9. Buscar entender e priorizar as metas e preocupações pessoais do paciente.

Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico





Uso de medicamentos e vacinas

A Anvisa assinou um contrato com o Uppsala Monitoring Centre (UMC) — Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Monitoramento Internacional de Medicamentos — para a utilização de um novo sistema de notificação de eventos adversos relacionados ao uso de medicamentos e vacinas, o VigiMed. A previsão é que o início da utilização do sistema ocorra até o final deste ano.

A nova ferramenta funcionará como um software de farmacovigilância com foco em medicamentos. Isto vai permitir organizar melhor o fluxo de notificações, possibilitando a criação de relatórios mais precisos sobre a notificação de problemas com medicamentos no Brasil.

O VigiMed é uma versão do sistema VigiFlow, utilizado pela OMS para o recebimento de notificações de eventos adversos. A adoção do novo sistema pela Anvisa é o resultado de uma parceria da Gerência Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (GGMON) com o UMC, um centro vinculado à OMS que operacionaliza o programa de monitoramento internacional de medicamentos.

Substituição

Coordenado pela Gerência de Farmacovigilância (GFARM), o VigiMed substituirá o Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária (Notivisa), somente em relação à notificação de eventos adversos de medicamentos e vacinas. A transição entre os sistemas ocorrerá de forma gradual. A previsão é que o início da utilização do VigiMed como novo sistema da Anvisa ocorra até o final deste ano.

Fonte: CRFSP

 


Palavras-chave , , , , , , , , , , ,
ANVISA





Câncer de próstata: aprovado novo tratamento

(Texto atualizado em 11/07/2019 às 03:14 pm)

Remédio para hipertensão aumenta risco de câncer, alerta AnvisaPacientes com câncer de próstata contam com mais uma opção para o tratamento deste tipo de neoplasia. A Anvisa aprovou, nesta segunda-feira (15/10), o registro do medicamento Erleada (apalutamida), que será comercializado na forma farmacêutica de comprimido revestido, na concentração de 60 mg. A detentora do registro no Brasil é a empresa Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda.

O novo medicamento, com dose de 240 mg (quatro comprimidos revestidos de 60 mg), em combinação com terapia de privação androgênica (castração medicamentosa ou cirúrgica), é indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de próstata não-metastático resistente à castração (NM-CRPC).

O câncer de próstata é uma neoplasia caracterizada pelo crescimento da glândula prostática, que acomete primariamente a população idosa. Entre os tipos de neoplasias mais comuns nos homens, o câncer de próstata ocupa a segunda posição (atrás apenas dos tumores de pele não melanomas), com estimativa de 68,2 mil casos novos em 2018.

Risco controlado

No caso específico de câncer de próstata resistente à castração inicial (CRPC), exames de imagem podem não apresentar nenhuma evidência de doença na fase metastática, sendo, então, denominado câncer de próstata não-metastático resistente à castração (NM-CRPC). No entanto, homens com a doença neste cenário têm um risco significativo para o desenvolvimento de metástases. Daí a necessidade do uso de medicamentos que ajudem no controle da doença.

Estudos clínicos

Como subsídio para o registro do medicamento Erleada® (apalutamida), a empresa Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. apresentou, como pesquisa principal, um estudo (Fase III) que comparou o uso do medicamento em 806 pacientes em relação aos resultados obtidos com um placebo tomado por 401 participantes da pesquisa, todos portadores de NM-CRPC, que já estavam recebendo a terapia padrão de privação androgênica. De acordo com a empresa, os resultados mostraram que a apalutamida foi bem tolerada, com toxicidades que eram em sua maioria de baixo grau e manejáveis.

 


Palavras-chave , , , , ,
Mercado farmacêutico





Evento da Novartis sobre o câncer de mama

(Texto atualizado em 11/07/2019 às 03:14 pm)

IstockEvento da Novartis trouxe dados sobre o assunto e mostrou como farmacêuticos podem ajudar

Evento realizado hoje (25), pela Novartis, e que faz parte da campanha Outubro Rosa Choque, realizada pela empresa com foco em empoderar as pacientes, apontou que os dados sobre câncer de mama no País seguem alarmantes. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), mais de 57 mil novos casos da doença acontecem a cada dois anos no Brasil. Destes, 40% representam quadros avançados. 

Dados recentes de uma pesquisa do Instituto Oncoguia e divulgados no encontro pela presidente da entidade, Luciana Holtz, revelaram, por exemplo, que 29% das acometidas dizem conhecer muito pouco ou nada sobre o câncer de mama; 40% não fazem parte de grupos de apoio e afirmam conhecer pouco ou nada sobre a doença; e 33% não fazem parte de grupos de apoio e declararam não saber sobre o assunto. O mesmo levantamento mostrou, ainda, que 49% das mulheres tinham menos de 40 anos quando descobriram a metástase; 63% declararam não ter histórico familiar; e 35% reportaram descobrir a metástase junto com o primeiro diagnóstico de câncer de mama.O levantamento também indica que 20% das pacientes não fazem ideia de qual é seu subtipo de tumor.

Causas da metástase

Existem várias condições responsáveis pelo câncer de mama retornar e gerar metástase. A biologia e as características do tumor e o estágio em que ele se encontra no momento do diagnóstico são os principais fatores, podendo variar entre os acometidos. Apesar de hoje existirem tecnologias que possibilitam o tratamento do câncer de mama metastático, ainda existe um estigma muito grande, dificultando pacientes e familiares na hora de encarar o diagnóstico.

“Hoje, a denominação de câncer metastático já não descreve a doença de forma satisfatória. Existem vários subtipos de câncer e, quando identificamos as características específicas da patologia, conseguimos tratá-la controlando os sintomas, melhorando a qualidade de vida da paciente e oferecendo anos de sobrevida”, explica o chefe da Oncologia do Américas Oncologia em São Paulo, Dr. Raphael Brandão.

Segundo o médico, existem, ao menos, quatro grandes subtipos de câncer de mama. “Ao receber o diagnóstico de câncer de mama, paciente e médico precisam se unir e investigar todas as informações possíveis sobre a doença. Por exemplo, entender se o câncer tem componente hormonal (HR+) e características agressivas é fundamental para traçar uma estratégia com terapia-alvo”, exemplifica. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , ,
Indústria farmacêutica





Você sabe como descartar os resíduos de medicamentos?

Você sabe como descartar os resíduos de medicamentos?

O programa Falando Francamente desta quarta-feira (24) conversou com José Luiz Maldonado, farmacêutico e coordenador técnico do Conselho Federal de Farmácia, sobre resíduos de medicamentos. Segundo ele, todo medicamento fora do prazo de validade, ou que sofreu alteração ao ser armazenado em local não indicado, se transforma em resíduo. “Todo mundo tem uma farmacinha em casa e vai acumulando medicamentos. E essa farmacinha vai se avolumando cada vez mais”, alertou.

O Brasil está entre os países onde mais se acumulam resíduos de medicamentos dentro das residências. De acordo com Maldonado, essa posição se deve, principalmente, a dois fatores. “Primeiro porque a cultura nossa, aqui no Brasil, é de consumir medicamentos, o que chamamos de automedicação. O outro motivo é que o paciente vai à farmácia e compra o medicamento na caixa. No Brasil, as caixinhas não seguem uma racionalidade de plano terapêutico. Então, sempre sobra”.

O especialista explica, ainda, como deve ser feito o descarte dos resíduos e os perigos do descarte inadequado. Ouça a entrevista completa:

O Falando Francamente vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 17h, na Rádio Nacional da Amazônia.

Fonte: Falando Francamente


Palavras-chave , , , , , , ,
Legislação e regulamentações





Merck Brasil adota novo modelo de comunicação visual

Merck Brasil adota novo modelo de comunicação visual- Guia da Farmácia

(Texto atualizado em 25/06/2019 às 09:58 am)

Em 2018, a Merck – empresa alemã líder mundial em ciência e tecnologia – celebrou seus 350 anos com um novo website. Mais otimizado, responsivo e com conteúdo adaptado para SEO, o site faz parte da nova linguagem da empresa que está mais emocional e vibrante. Um processo que começou em outubro de 2015 com o lançamento de um novo branding desenvolvido com a agência Future Brand que tem como mote central “ciência e tecnologia vibrantes” e inspirado nas formas e cores vistas a partir das lentes do microscópio.  “O novo site ajuda aproximar nossa imagem da identidade corajosa, ousada e vibrante já consolidada internamente”, explica head de comunicação corporativa da Merck Brasil, Erica Smith.

No www.merck.com.br o internauta poderá visualizar a essência curiosa da empresa e ver o DNA da Merck, representado em pesquisas e produtos que refletem a descoberta de novos medicamentos e tecnologias que ajudam a criar, melhorar e prolongar a vida. “Curiosidade é o mote da campanha mundial e o combustível da Merck para encontrar respostas para perguntas ainda não feitas ao progresso humano”, conclui Erica. Os conteúdos de Curiosidade podem ser encontrados no canal global e local de Facebook da Merck e também no Hub de Curiosidade.

Nova estrutura

No Brasil, as mudanças começaram nos ambientes internos com escritórios abertos – no formato open office -, sem salas com divisões hierárquicas. A diversidade é um tema levado a sério com adesão da empresa no Pacto para a Empoderamento das Mulheres, firmado em 2017, com a organização das Nações Unidas para igualdade de gênero no setor privado.

No escritório em São Paulo, passaram a ser adotados o uso de roupas casuais todos os dias; uma sala de descompressão com puffs confortáveis e jogos disponíveis a quem desejar sair da mesa de trabalho para se divertir; uma copa com frutas frescas para os funcionários todos os dias; e sessões de shiatsu semanais para os colaboradores.

Fonte: Merck


Palavras-chave , , , , , , , , , ,
Indústria farmacêutica





Novo tratamento para diabetes pode descartar uso de insulina

(Texto atualizado em 21/06/2019 às 10:30 am)

Um novo estudo mostrou que estimular o crescimento de uma nova membrana mucosa intestinal pode ajudar a controlar o diabetes tipo 2

Pesquisadores holandeses podem ter descoberto uma maneira de pôr fim às injeções diárias de insulina utilizadas pelos pacientes que sofrem com diabetes tipo 2. A equipe do Centro Médico Universitário de Amsterdã, na Holanda, descobriu que destruir a membrana mucosa do intestino delgado para que uma nova se desenvolva pode estabilizar os níveis de açúcar no sangue dos diabéticos.

“Devido a esse tratamento, o uso de insulina pode ser adiado ou talvez evitado. Isso é promissor”, disse Jacques Bergman, professor de gastroenterologia da UMC, à emissora holandesa Nederlandse Omroep Stichting. Além de dispensar injeções de insulina, o tratamento pode diminuir os riscos de doenças cardiovasculares, insuficiência renal, cegueira e dormência nas mãos e nos pés.

Os cientistas acreditam que o efeito é resultado de uma possível relação entre a absorção de nutrientes pelo intestino e o desenvolvimento de resistência à insulina em indivíduos com diabetes tipo 2. O estudo revelou ainda que um ano após o procedimento, 90% dos pacientes continuaram apresentando estabilidade da doença.

De acordo com os pesquisadores, o procedimento – que dura uma hora – envolve a inserção de um tubo com um pequeno balão na extremidade pela boca do paciente. O tubo chega no intestino delgado, onde o balão é inflado com água quente e a membrana mucosa é queimada pelo calor. A nova membrana – capaz de controlar os níveis glicêmicos dos diabéticos – se regenera em cerca de duas semanas, promovendo uma melhora significativa na saúde do paciente.

Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico





Desafio da Sandoz: soluções de acesso a medicamentos à população carente

(Texto atualizado em 19/06/2019 às 01:44 pm)

No mundo, mais de 2 bilhões de pessoas não conseguem os medicamentos de que necessitam e 400 milhões não têm acesso aos serviços básicos de saúde. A Sandoz, divisão de genéricos e biossimilares do Grupo Novartis, quer inspirar empreendedores a pensar em soluções que transformem essa realidade com a segunda edição do desafio Healthcare Access Challenge (HACk). Até o dia 30 de novembro, mentes inovadoras na área da tecnologia digital podem inscrever projetos que ajudem a resolver problemas locais de acesso a medicamentos e a cuidados de saúde. A companhia busca fomentar iniciativas criativas que mudem positivamente as comunidades.

“Com base na primeira edição do Sandoz HACk, estamos ampliando a competição para qualquer pessoa com uma ideia que use tecnologia digital para ajudar a resolver um desafio de acesso à assistência médica local. Esperamos criar soluções digitais ambiciosas e práticas que, em escala, podem ter um impacto significativo na vida das pessoas”, diz Richard Francis, CEO da Sandoz. Para participar do concurso, basta visitar o site da Sandoz HACk  (em inglês) e inscrever a sugestão de aplicativo, serviço móvel ou outra tecnologia.

Três participantes pré-selecionados serão anunciados em janeiro de 2019 e receberão apoio dos especialistas da Sandoz para desenvolver seus projetos e transformar o potencial em impacto real. Eles viajarão para Austin, nos Estados Unidos, em março de 2019, para explorar, fazer contatos e descobrir as últimas tendências em inovação. Um vencedor será escolhido e receberá um financiamento inicial e apoio da farmacêutica para colocar seu projeto em prática.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico


Palavras-chave , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico





EMS segue em busca de ativos no exterior

(Texto atualizado em 13/06/2019 às 01:46 pm)

Quase um ano depois de chegar à Europa com a aquisição de um laboratório farmacêutico na Sérvia, a brasileira EMS segue em busca de ativos no exterior para dar escala a sua operação internacional. Desta vez, a empresa do grupo NC está na disputa pela unidade de genéricos da israelense Teva com sede na Islândia, a Medis, segundo fontes com conhecimento do assunto.

Há cerca de um mês, a Bloomberg informou que, além da brasileira EMS, estavam no páreo pelo ativo a farmacêutica sueca Recipharm e fundos de private equity, em uma transação que poderá girar entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão. O Valor apurou que as conversas prosseguem e a EMS segue entre as interessadas no ativo. Procurada, a farmacêutica brasileira informou que não comenta rumores de mercado.

Maior fabricante de genéricos no mundo, a Teva anunciou em agosto do ano passado que estava em busca de um comprador para a Medis, como parte da estratégia de vender ativos para redução de dívida. A Medis foi incorporada pela farmacêutica israelense com a compra da Actavis, negócio de genéricos da Allergan, concluída em agosto de 2016. No Brasil, o plano de venda de ativos da Teva resultou na transferência da Actavis Brasil para a Biolab.

A Medis, que desenvolve medicamentos genéricos para outras companhias farmacêuticas, tem operações e fábricas na Islândia, Alemanha, França, Espanha, Itália, Polônia, Brasil e Austrália. A expectativa, segundo a Bloomberg, é de fechamento de uma potencial transação ainda em 2018.

No início do ano, a farmacêutica brasileira, que lidera o mercado de genéricos, fez uma oferta pela Zentiva, pela unidade europeia de medicamentos genéricos da Sanofi. No entanto, o negócio ficou com a gestora Advent International, que concluiu a aquisição da Zentiva em 30 de setembro por 1,9 bilhão de euros, em valor de empresa. Meses antes, a EMS havia vencido uma licitação pelo laboratório estatal sérvio Galenika, mediante investimento de 46,5 milhões de euros. Depois dessa compra, a brasileira teria voltado as atenções a novas oportunidades na Europa.
Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , ,
Indústria farmacêutica





A gestão correta dos resíduos dos serviços de saúde (RSS)

(Texto atualizado em 03/06/2019 às 12:25 pm)

Infectious waste must be disposed of in the trash bag

Quanto aos riscos ao meio ambiente destaca-se o potencial de contaminação do solo, das águas superficiais e subterrâneas pelo lançamento de resíduos de serviços de saúde em lixões ou aterros controlados que também proporciona riscos aos catadores, principalmente por meio de lesões provocadas por materiais cortantes e/ou perfurantes, e por ingestão de alimentos contaminados, ou aspiração de material particulado contaminado em suspensão.

Os resíduos de serviços de saúde são os produzidos pelas atividades de unidades de serviços de saúde (hospitais, ambulatórios, postos de saúde, etc.). Incluem os resíduos infectantes (classe A) como culturas, vacinas vencidas, sangue e hemoderivados, tecidos, órgãos, perfurocortantes, animais contaminados, fluídos orgânicos; os resíduos especiais (classe B), rejeito radioativo, resíduos farmacêuticos e resíduos químicos; e os resíduos comuns (classe C), das áreas administrativas, das limpezas de jardins, etc.

Eles constituem os resíduos sépticos os que contêm ou potencialmente podem conter germes patogênicos. São produzidos em serviços de saúde, tais como: hospitais, clínicas, laboratórios, farmácias, clínicas veterinárias, postos de saúde, etc. Este resíduo é constituído de agulhas, seringas, gazes, bandagens, algodões, órgãos e tecidos removidos, meios de culturas, animais usados em teste, sangue coagulado, luvas descartáveis, filmes radiológicos, etc.

Para o Estado, são definidos como geradores de resíduos de serviços de saúde todos os serviços relacionados com o atendimento à saúde humana ou animal, inclusive os serviços de assistência domiciliar e de campo; laboratórios analíticos de produtos para a saúde; necrotérios, funerária e serviços onde se realizem atividades de embalsamamento, serviços de medicina legal, drogarias e farmácias inclusive as de manipulação; estabelecimentos de ensino e pesquisa na área da saúde, centro de controle de zoonoses; distribuidores de produtos farmacêuticos, importadores, distribuidores, produtores de materiais e controles para diagnóstico in vitro, unidades móveis de atendimento à saúde; serviços de acupuntura, serviços de tatuagem, dentre outros similares.

NBR 12807 de 05/2013 – Resíduos de serviços de saúde – Terminologia define os termos empregados em relação aos resíduos de serviços de saúde. O acondicionamento é o ato de embalar resíduos de serviços de saúde, de acordo com a natureza e classe de risco, de forma a garantir ou oferecer segurança em todas as etapas de gerenciamento intra e extraunidade. O agente infectante ou infeccioso é um agente biológico, micro-organismo ou parasita, capaz de produzir infecção ou doença infecciosa e o agente biológico são as bactérias, fungos, vírus, clamídias, riquétsias, micoplasmas, príons, parasitas, linhagens celulares, outros organismos e toxinas.

O agente carcinogênico é uma substância, mistura, agente físico, químico ou biológico cuja inalação, ingestão ou absorção cutânea possa desenvolver câncer ou aumentar sua frequência. A contaminação é a presença de organismos patogênicos, substâncias tóxicas ou outros agentes, em condições que possam afetar a saúde humana, animal e o meio ambiente e os contaminantes químicos de interesse à saúde são a substância química presente no solo acima dos valores de referência nacionais ou internacionais. Se a substância química for provável, possível ou comprovadamente carcinogênica, ou apresentar efeitos tóxicos agudos e/ou crônicos à saúde conhecidos, deve ser considerada um contaminante químico de interesse. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico





Investidores da Anjos do Brasil fazem aporte no app Manipulaê

A Manipulaê, uma plataforma online que facilita a conexão entre pacientes e farmácias de manipulação, onde é possível enviar uma receita para cotação com até três farmácias e comparar todas ofertas em uma mesma tela, foi criada pelo administrador Thiago Colósio e o engenheiro Rafael Angelo. “Ela é online e gratuita para que as pessoas façam a cotação e comprem seus produtos. Fazemos uma triagem com as farmácias para definir o nível de qualidade e só permitimos a entrada de empresas que assinam um termo de compromisso com o consumidor e que atinjam o nível satisfatório”, explica Colósio.

Como funciona a plataforma – O consumidor acessa o site da Manipulaê, envia imagem da sua receita médica que precisa cotar e preenche alguns dados, como nome, e-mail e endereço para entrega. Esse processo pode ser feito pelo celular, tablet ou computador. O sistema envia as informações para as farmácias conectadas na plataforma e o consumidor recebe as cotações dos produtos rapidamente numa mesma tela. Todo processo, da cotação ao pagamento, é feito no site Manipulaê. “O cliente consegue comprar no mesmo dia, com mais de uma farmácia ao mesmo tempo e com apenas alguns cliques. Conseguimos otimizar o valor total da compra e o tempo para realizar todo processo. Alguns clientes já relataram economia de até 40%, e redução de 3 dias no tempo que gastavam antes”, diz Colósio.

Aporte da Anjos do Brasil – De olho nesse mercado é que a rede de da Anjos do Brasil investiu R$ 525 mil na Manipulaê. “O grande potencial da startup é que ela oferece uma solução para um problema dos consumidores com uma oferta estratégica de consolidar dados de um grande mercado que é pouco explorado e conhecido”, diz Ricardo Martinho, consultor de Relações com Investidores da Anjos do Brasil.

Atuando desde fevereiro de 2017, a startup reúne 120 farmácias ativas na plataforma. Elas estão localizadas estrategicamente para atender o Sudeste do país. Com seis colaboradores, gerou R$ 80 mil em vendas para as farmácias da plataforma no ano passado, espera fechar 2018 com R$ 200 mil e estima triplicar o valor em 2019. “O crescimento em escala vai ocorrer porque, com o aporte, vamos investir 60% em equipe e melhorias na plataforma, e 40% na expansão do negócio”, explica Colósio. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico





Falta de remédio no SUS deixa até transplantado desprotegido em SP

(Texto atualizado em 29/05/2019 às 12:27 pm)

Gestão Márcio França culpa ministério, que só admite atraso para hepatite C

Diversos remédios de alto custo estão em falta na rede pública de São Paulo. A Secretaria Estadual da Saúde, da gestão Márcio França (PSB), confirmou que há problemas de abastecimento dos medicamentos riluzol (esclerose), leflunomida (artrite reumatoide), tacrolimo (transplantados de rim) e remédios para hepatite C.

O estudante Marcus Vinicius Flausino de Andrade Ribeiro, 18 anos, morador do bairro Parque das Nações, em Santo André (ABC), realizou o transplante de rim há três meses e precisa tomar sete cápsulas por dia do medicamento tacrolimo, utilizado para evitar a rejeição.

Sua mãe, a dona de casa Aline Ribeiro, 39 anos, costumava retirar o remédio todos os meses na farmácia de alto custo localizada no Hospital Estadual Mário Covas, localizado na cidade. A retirada é de 210 unidades mensais, em duas caixas e uma cartela.

“O agendamento para a gente pegar o remédio era no dia 17, mas informaram que estava em falta e não tinha previsão de chegar. Desde então, eu ligo ou vou até o hospital todos os dias para saber se está normalizado. Até agora, nada foi resolvido”, afirma Aline.

Seu filho precisa tomar quatro cápsulas pela manhã e as outras três à noite. Por causa da falta de abastecimento, Aline teve de desembolsar R$ 590 para comprar uma caixa de tacrolimo, que contém 100 cápsulas. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , , , ,
Mercado farmacêutico





GSK abre vaga de trainee para recém-formados

GSK abre vaga de trainee para recém-formados

Inscrições podem ser feitas pelo site da empresa até o dia 5 de novembro

O programa Futuros Líderes da GSK está com oportunidade aberta para recém-formados. No momento, existe uma vaga de trainee para a área Comercial, voltada para jovens formados entre dezembro de 2016 e dezembro de 2018 nos cursos de Farmácia, Engenharia, Administração, Economia, Marketing ou Administração. As inscrições podem ser feitas pelo site da empresa até o dia 5 de novembro.

Para participar do processo seletivo para a vaga de trainee, é necessário inglês fluente, experiência prévia (podendo ser em estágio ou iniciação científica), ter facilidade de aprendizado e capacidade de liderança. Espanhol é um diferencial.

O processo seletivo para a vaga de trainee inclui provas online de lógica e inglês, entrevistas por telefone e Assesment Center, com rodada de dinâmicas e entrevistas presenciais. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , ,
Indústria farmacêutica





Disputa por patente de remédio expõe gargalos no INPI

A disputa em torno da patente do sofosbuvir, um dos tratamentos mais eficientes contra a hepatite C e que deve ter papel relevante nos planos do governo brasileiro de erradicar a doença até 2030, expôs um antigo problema do país e alvo de inúmeros alertas da indústria farmacêutica: a reduzida estrutura do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) frente à demanda crescente de análise de novos pedidos.

Entidade que reúne as fabricantes de medicamentos genéricos no país, a PróGenéricos calculava, em 2016, que a demora na concessão das patentes, combinada ao mínimo de 10 anos de proteção garantido pelo parágrafo único do artigo 40 da Lei de Propriedade Intelectual, criava uma reserva de mercado de R$ 4 bilhões para medicamentos amparados por esse dispositivo. O caso do sofosbuvir caminharia nessa direção. O pedido de patente para o tratamento foi depositado pela americana Gilead no INPI em 2004, ou seja, há 14 anos, e priorizado apenas em 2016. De lá para cá, a tecnologia de produção foi desenvolvida por outros laboratórios, incluindo uma parceria entre Farmanguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e um consórcio privado liderado pela brasileira Blanver.

Com a concessão da patente à Gilead, para uma molécula usada na síntese do sofosbuvir, a produção do genérico no país fica proibida – neste momento, a patente não está em vigor por decisão liminar da Justiça Federal do Distrito Federal, a partir de pedido apresentado pela candidata à Presidência Marina Silva, da Rede.

A decisão do INPI gerou reações críticas entre organizações que reúnem pacientes e médicos, entre as quais a Médico Se Fronteiras, sob alegação de que a proteção terá impacto negativo sobre a saúde pública. A Fiocruz, em nota, defendeu que a produção nacional de medicamentos deve ser usada em favor da defesa dos interesses da população e disse que é responsabilidade do dos ministério da Saúde e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), garantir as condições de acesso ao sofosbuvir. Por outro lado, um grupo de 12 entidades representativas de diferentes setores, entre os quais a indústria farmacêutica, divulgou carta de apoio à independência técnica do INPI. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , ,
Mercado farmacêutico





Consulta Pública discute regularização de produtos de higiene pessoal

(Texto atualizado em 23/04/2019 às 10:43 am)

Debate sobre o tema tem intuito de melhorar a qualidade da informação e possibilitar a agilidade na análise do produto por parte do consumidor.A Anvisa quer conhecer a opinião do setor regulado e de profissionais e cidadãos interessados sobre os requisitos técnicos para a regularização de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes. Para isso, será aberta na segunda-feira, dia (9/4), a Consulta Pública nº 500/18 que debaterá o tema com o intuito de melhorar a qualidade da informação e possibilitar a agilidade na análise do produto por parte do consumidor.

A resolução em discussão estabelece também quais produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes estão sujeitos a registro para comercialização. Atualmente, bronzeadores, protetor solar, protetor solar infantil, gel antisséptico para as mãos, produto para alisar os cabelos, produto para alisar e tingir os cabelos, repelente de insetos e repelente de insetos infantil estão no grupo de produtos sujeitos a registro.

Para Contribuir – Quem quiser contribuir com comentários e sugestões para proposta de alteração da Resolução da Diretoria Colegiada nº 7/2015 tem 15 dias para enviar as propostas por meio de formulário eletrônico que pode ser acessado na página da CP. Ao fim do processo, será disponibilizado número de protocolo do registro de sua participação. Leia mais ›


Palavras-chave , , , , , , ,
ANVISA





Seja bem-vindo(a) ao blog da M2Farma.

Neste espaço reunimos notícias sobre assuntos regulatórios e o varejo farmacêutico.

Nosso trabalho é facilitar a burocracia técnica, saiba mais.

Siga-nos:

📫 Receba por e-mail

Receba as últimas notícias sobre varejo farmacêutico, ANVISA, Farmácia Popular e Convênios PBM direto no seu e-mail:





📬 Receba as últimas notícias sobre o varejo farmacêutico, Farmácia Popular, ANVISA, convênios PBM e mais: